Ela exala suavemente contra os lábios dele, um suspiro trêmulo que tem gosto de sal e desejo recém-apagado.
«Sentiu isso?», ela murmura, quase um fio de voz, enquanto os quadris dela balançam de leve, um movimento quase imperceptível que faz ele apertar os dentes. «Como se o cinema inteiro tivesse ficado vazio… só sobrássemos eu e você».
Os dedos dela se enroscam no cabelo curto da nuca dele, puxando de leve pra levantar o rosto dele. Os olhos dela brilham na penumbra, escuros e satisfeitos, mas ainda famintos.
Um dos outros dois caras (o de pele morena e regata branca) se ajoelha atrás dela no banco ao lado. As mãos grandes dele percorrem a curva da cintura dela, subindo até roçar os lados dos peitos dela por cima do tecido amarelo. Ela arqueia as costas com um gemido baixo, se empurrando pra trás contra ele sem quebrar o contato com o que ainda está dentro dela.
«Ainda não terminei com você», ela sussurra, olhando fixo pra ele enquanto o terceiro (o mais alto, o que estava de pé) se inclina sobre o encosto do banco da frente. A mão dele desliza pelo pescoço dela, descendo até apertar um dos peitos dela com força, o polegar roçando o mamilo endurecido pelo buraco da camiseta.
Ela morde o próprio lábio inferior, os olhos semicerrados de prazer, e começa a se mover de novo, lento, deliberado, apertando ele dentro dela como se quisesse gravar cada centímetro na memória.
«Quero que vocês me olhem», ela diz com a voz rouca, virando a cabeça só um pouco pra beijar a palma do homem que a acaricia por trás. «Quero que vocês me vejam gozar de novo… com você dentro».
Ela fica parada só um segundo, o suficiente pra sentir como ele ainda pulsa dentro, cada jato quente batendo nas paredes dela como se quisesse marcá-la por dentro. O sêmen transborda, escorre pela junção dos corpos deles e cai em gotas grossas no banco de veludo vermelho. O cheiro (salgado, animal, cru) toma a fileira inteira.
Então Ela aperta. Consciente. Um único espasmo longo e deliberado que arranca do homem um gemido quebrado, quase um soluço. Ele tenta se mexer, mas ela crava os joelhos dos dois lados dos quadris dele e o imobiliza.
«Nem pense em sair ainda», sussurra no ouvido dele, voz rouca, perigosa. «Quero sentir você escorrendo pra fora de mim enquanto os outros me comem».
O moreno atrás já não espera permissão. Com um movimento brusco, puxa a calcinha dela, já rasgada, até os tornozelos e deixa pendurada num pé. As mãos grandes dele abrem as nádegas dela sem delicadeza; o ar frio do cinema bate no cu exposto e ela estremece. Ele cospe direto no buraco, um cuspe grosso que escorre pra baixo e se mistura com o porra que já jorra da buceta dela.
Dois dedos (grossos, ásperos) entram de uma vez. Ela grita, um grito de verdade dessa vez, que ecoa na sala vazia. Os dedos giram, abrem, preparam. Ela se empurra pra trás igual uma gata no cio, pedindo mais.
O terceiro se ajoelha no chão na frente dela, entre as poltronas. Pega os peitos dela por baixo do top amarelo e puxa com força; o tecido rasga um pouco mais. Os bicos estão tão duros que doem. Ele torce os dois ao mesmo tempo que o moreno enfia um terceiro dedo lá atrás. A dor e o prazer se misturam até ela não saber onde um começa e o outro termina.
«Por favor…», ela ofega, sem saber pra quem está implorando.
O que ainda tá dentro da buceta dela finalmente se mexe, só uns centímetros, mas já basta. O esperma e os próprios sucos dela fazem um barulho obsceno cada vez que ela se contrai.
O moreno tira os dedos do cu dela com um estalo molhado. Abaixa a calça só o suficiente e puxa o pau (grosso, cheio de veias, brilhando de porra já). Cospe na palma da mão e passa ele todo. Depois encosta a ponta bem ali, onde ela nunca pensou que deixaria ninguém entrar.
Ela respira fundo, tremendo.
E ele empurra.
Devagar no começo, implacável depois. A cabeça entra com uma queimação que faz ela ver estrelas. Ela grita contra o ombro do homem que ainda está dentro da buceta, mordendo até sentir gosto de sangue. O moreno não para. Continua avançando centímetro por centímetro até que os quadris batem na bunda dela e ela se sente partida ao meio, cheia até o fundo, impossivelmente cheia.
Os dois homens dentro dela começam a se mover ao mesmo tempo, um ritmo brutal e descoordenado que a enlouquece. Cada estocada do de trás empurra o clitóris dela contra a base do que está na frente. O prazer é tão intenso que dói.
O terceiro se levanta, tira o pau e enfia na boca dela sem pedir permissão. Ela engole até a garganta, se afogando, as lágrimas escorrendo pelo rosto, a baba caindo pelo queixo.
Três picas dentro dela ao mesmo tempo.
Três homens usando ela como se fosse deles.
E ela goza de novo, mais forte do que nunca, um orgasmo que sacode o corpo inteiro como um choque elétrico. A buceta dela aperta tanto que o que está dentro ruge e se esvazia de novo, misturando o segundo orgasmo com o primeiro. O de trás vem segundos depois, cravando até o fundo e enchendo o cu dela de calor líquido.
Quando o da boca goza, faz isso na cara dela, jatos quentes que caem na língua aberta, nas bochechas, no cabelo.
Ela fica ali, tremendo, quebrada, cheia por todos os lados, porra escorrendo de cada buraco, a pele marcada de mordidas e dedos.
E mesmo assim, com a voz rouca, ela sorri.
"De novo", sussurra, quase inaudível. "Quero de novo."
O ar do cinema está denso, quase mastigável: uma mistura de pipoca velha, perfume barato, suor fresco e o cheiro metálico e grosso do sexo que já encharca a fileira inteira. Cada vez que ela respira, sente esse cheiro entrar no nariz e descer até o fundo da garganta como se estivesse engolindo ele.
O veludo dos assentos está quente e pegajoso debaixo dos joelhos dela; a porra que escorre dela esfria na hora ao Tocar o tecido e ele fica viscoso, tipo cola. Quando se mexe, dá pra ouvir um som molhado e obsceno (schlop, schlop) que ecoa na sala vazia mais alto que a trilha sonora do filme.
O homem debaixo dela tá com a pele queimando, como se tivesse febre. Cada vez que ela desce, sente o atrito áspero dos pelos pubianos dele contra o clitóris inchado e sensível dela; é quase demais, um roçar elétrico que faz ela arquear as costas e soltar um gemido que raspa a garganta.
Atrás, o moreno cheira a colônia forte e suor de academia. Quando ele empurra até o fundo, a barriga dele bate na bunda dela com um estalo molhado e carnudo (plap, plap, plap) que sacode o corpo dela todo pra frente. A porra do primeiro ainda tá escorrendo da buceta dela a cada estocada, quente no começo, depois morna, depois fria ao deslizar pela parte de dentro das coxas e pingar nos sapatos do homem de baixo.
Os dedos dela se cravam nos ombros do que tá embaixo: ela sente a pele tensa, os músculos duros, o suor salgado escorrendo entre os dedos. Quando morde, tem gosto de sal e ferro; o sangue mancha os lábios dela e ela lambe devagar, saboreando como se fosse vinho.
Na boca, o terceiro é maior do que ela esperava. A ponta bate na campainha dela toda vez que o de trás empurra; ela engasga, tosse, mas não recua. A saliva escorre em fios grossos pelo queixo dela e se mistura com a porra que já tá escorrendo pela cara dela. Ela sente cada veia, cada batida, cada gota de pré-gozo que explode na língua dela antes do final.
Quando os três gozam quase ao mesmo tempo, é como se incendiassem ela por dentro.
O da buceta pulsa tão forte que ela sente no útero; jatos quentes, grossos, que enchem ela até transbordar e escorrem pela virilha em riachos lentos e pegajosos.
O do cu inunda ela com um calor diferente, mais profundo, que queima e relaxa ao mesmo tempo; ela sente ele se espalhar dentro das entranhas dela. Depois começa a sair devagar, escorrendo pelo períneo e se misturando com o do primeiro numa bagunça quente que molha ela toda.
O da boca se afasta no último segundo e pinta a cara dela: o primeiro jato cai na língua aberta e tem gosto de água do mar e cloro; o segundo cruza a bochecha dela como uma corda quente; o terceiro cai no cabelo e fica lá, pesado, pingando devagar na testa dela.
O silêncio depois é ensurdecedor. Só se ouve a respiração ofegante dela, o batimento do coração nos ouvidos, e o gotejar constante (pingo, pingo, pingo) de porra caindo de todos os buracos dela no chão do cinema.
Ela treme inteira, a pele hipersensível: até o vento do ar-condicionado dói de tão sensível que ela tá. O top amarelo tá grudado na pele dela como uma segunda camada de suor e fluidos. As coxas dela tremem sem controle.
E mesmo assim, com a garganta arrebentada, a cara escorrendo, o corpo cheio e vazio ao mesmo tempo, ela abre os olhos, crava nos três, e sussurra com voz rouca e quebrada:
«De novo… mas dessa vez quero sentir como me arrebentam de verdade».
«Sentiu isso?», ela murmura, quase um fio de voz, enquanto os quadris dela balançam de leve, um movimento quase imperceptível que faz ele apertar os dentes. «Como se o cinema inteiro tivesse ficado vazio… só sobrássemos eu e você».
Os dedos dela se enroscam no cabelo curto da nuca dele, puxando de leve pra levantar o rosto dele. Os olhos dela brilham na penumbra, escuros e satisfeitos, mas ainda famintos.
Um dos outros dois caras (o de pele morena e regata branca) se ajoelha atrás dela no banco ao lado. As mãos grandes dele percorrem a curva da cintura dela, subindo até roçar os lados dos peitos dela por cima do tecido amarelo. Ela arqueia as costas com um gemido baixo, se empurrando pra trás contra ele sem quebrar o contato com o que ainda está dentro dela.
«Ainda não terminei com você», ela sussurra, olhando fixo pra ele enquanto o terceiro (o mais alto, o que estava de pé) se inclina sobre o encosto do banco da frente. A mão dele desliza pelo pescoço dela, descendo até apertar um dos peitos dela com força, o polegar roçando o mamilo endurecido pelo buraco da camiseta.
Ela morde o próprio lábio inferior, os olhos semicerrados de prazer, e começa a se mover de novo, lento, deliberado, apertando ele dentro dela como se quisesse gravar cada centímetro na memória.
«Quero que vocês me olhem», ela diz com a voz rouca, virando a cabeça só um pouco pra beijar a palma do homem que a acaricia por trás. «Quero que vocês me vejam gozar de novo… com você dentro».
Ela fica parada só um segundo, o suficiente pra sentir como ele ainda pulsa dentro, cada jato quente batendo nas paredes dela como se quisesse marcá-la por dentro. O sêmen transborda, escorre pela junção dos corpos deles e cai em gotas grossas no banco de veludo vermelho. O cheiro (salgado, animal, cru) toma a fileira inteira.
Então Ela aperta. Consciente. Um único espasmo longo e deliberado que arranca do homem um gemido quebrado, quase um soluço. Ele tenta se mexer, mas ela crava os joelhos dos dois lados dos quadris dele e o imobiliza.
«Nem pense em sair ainda», sussurra no ouvido dele, voz rouca, perigosa. «Quero sentir você escorrendo pra fora de mim enquanto os outros me comem».
O moreno atrás já não espera permissão. Com um movimento brusco, puxa a calcinha dela, já rasgada, até os tornozelos e deixa pendurada num pé. As mãos grandes dele abrem as nádegas dela sem delicadeza; o ar frio do cinema bate no cu exposto e ela estremece. Ele cospe direto no buraco, um cuspe grosso que escorre pra baixo e se mistura com o porra que já jorra da buceta dela.
Dois dedos (grossos, ásperos) entram de uma vez. Ela grita, um grito de verdade dessa vez, que ecoa na sala vazia. Os dedos giram, abrem, preparam. Ela se empurra pra trás igual uma gata no cio, pedindo mais.
O terceiro se ajoelha no chão na frente dela, entre as poltronas. Pega os peitos dela por baixo do top amarelo e puxa com força; o tecido rasga um pouco mais. Os bicos estão tão duros que doem. Ele torce os dois ao mesmo tempo que o moreno enfia um terceiro dedo lá atrás. A dor e o prazer se misturam até ela não saber onde um começa e o outro termina.
«Por favor…», ela ofega, sem saber pra quem está implorando.
O que ainda tá dentro da buceta dela finalmente se mexe, só uns centímetros, mas já basta. O esperma e os próprios sucos dela fazem um barulho obsceno cada vez que ela se contrai.
O moreno tira os dedos do cu dela com um estalo molhado. Abaixa a calça só o suficiente e puxa o pau (grosso, cheio de veias, brilhando de porra já). Cospe na palma da mão e passa ele todo. Depois encosta a ponta bem ali, onde ela nunca pensou que deixaria ninguém entrar.
Ela respira fundo, tremendo.
E ele empurra.
Devagar no começo, implacável depois. A cabeça entra com uma queimação que faz ela ver estrelas. Ela grita contra o ombro do homem que ainda está dentro da buceta, mordendo até sentir gosto de sangue. O moreno não para. Continua avançando centímetro por centímetro até que os quadris batem na bunda dela e ela se sente partida ao meio, cheia até o fundo, impossivelmente cheia.
Os dois homens dentro dela começam a se mover ao mesmo tempo, um ritmo brutal e descoordenado que a enlouquece. Cada estocada do de trás empurra o clitóris dela contra a base do que está na frente. O prazer é tão intenso que dói.
O terceiro se levanta, tira o pau e enfia na boca dela sem pedir permissão. Ela engole até a garganta, se afogando, as lágrimas escorrendo pelo rosto, a baba caindo pelo queixo.
Três picas dentro dela ao mesmo tempo.
Três homens usando ela como se fosse deles.
E ela goza de novo, mais forte do que nunca, um orgasmo que sacode o corpo inteiro como um choque elétrico. A buceta dela aperta tanto que o que está dentro ruge e se esvazia de novo, misturando o segundo orgasmo com o primeiro. O de trás vem segundos depois, cravando até o fundo e enchendo o cu dela de calor líquido.
Quando o da boca goza, faz isso na cara dela, jatos quentes que caem na língua aberta, nas bochechas, no cabelo.
Ela fica ali, tremendo, quebrada, cheia por todos os lados, porra escorrendo de cada buraco, a pele marcada de mordidas e dedos.
E mesmo assim, com a voz rouca, ela sorri.
"De novo", sussurra, quase inaudível. "Quero de novo."
O ar do cinema está denso, quase mastigável: uma mistura de pipoca velha, perfume barato, suor fresco e o cheiro metálico e grosso do sexo que já encharca a fileira inteira. Cada vez que ela respira, sente esse cheiro entrar no nariz e descer até o fundo da garganta como se estivesse engolindo ele.
O veludo dos assentos está quente e pegajoso debaixo dos joelhos dela; a porra que escorre dela esfria na hora ao Tocar o tecido e ele fica viscoso, tipo cola. Quando se mexe, dá pra ouvir um som molhado e obsceno (schlop, schlop) que ecoa na sala vazia mais alto que a trilha sonora do filme.
O homem debaixo dela tá com a pele queimando, como se tivesse febre. Cada vez que ela desce, sente o atrito áspero dos pelos pubianos dele contra o clitóris inchado e sensível dela; é quase demais, um roçar elétrico que faz ela arquear as costas e soltar um gemido que raspa a garganta.
Atrás, o moreno cheira a colônia forte e suor de academia. Quando ele empurra até o fundo, a barriga dele bate na bunda dela com um estalo molhado e carnudo (plap, plap, plap) que sacode o corpo dela todo pra frente. A porra do primeiro ainda tá escorrendo da buceta dela a cada estocada, quente no começo, depois morna, depois fria ao deslizar pela parte de dentro das coxas e pingar nos sapatos do homem de baixo.
Os dedos dela se cravam nos ombros do que tá embaixo: ela sente a pele tensa, os músculos duros, o suor salgado escorrendo entre os dedos. Quando morde, tem gosto de sal e ferro; o sangue mancha os lábios dela e ela lambe devagar, saboreando como se fosse vinho.
Na boca, o terceiro é maior do que ela esperava. A ponta bate na campainha dela toda vez que o de trás empurra; ela engasga, tosse, mas não recua. A saliva escorre em fios grossos pelo queixo dela e se mistura com a porra que já tá escorrendo pela cara dela. Ela sente cada veia, cada batida, cada gota de pré-gozo que explode na língua dela antes do final.
Quando os três gozam quase ao mesmo tempo, é como se incendiassem ela por dentro.
O da buceta pulsa tão forte que ela sente no útero; jatos quentes, grossos, que enchem ela até transbordar e escorrem pela virilha em riachos lentos e pegajosos.
O do cu inunda ela com um calor diferente, mais profundo, que queima e relaxa ao mesmo tempo; ela sente ele se espalhar dentro das entranhas dela. Depois começa a sair devagar, escorrendo pelo períneo e se misturando com o do primeiro numa bagunça quente que molha ela toda.
O da boca se afasta no último segundo e pinta a cara dela: o primeiro jato cai na língua aberta e tem gosto de água do mar e cloro; o segundo cruza a bochecha dela como uma corda quente; o terceiro cai no cabelo e fica lá, pesado, pingando devagar na testa dela.
O silêncio depois é ensurdecedor. Só se ouve a respiração ofegante dela, o batimento do coração nos ouvidos, e o gotejar constante (pingo, pingo, pingo) de porra caindo de todos os buracos dela no chão do cinema.
Ela treme inteira, a pele hipersensível: até o vento do ar-condicionado dói de tão sensível que ela tá. O top amarelo tá grudado na pele dela como uma segunda camada de suor e fluidos. As coxas dela tremem sem controle.
E mesmo assim, com a garganta arrebentada, a cara escorrendo, o corpo cheio e vazio ao mesmo tempo, ela abre os olhos, crava nos três, e sussurra com voz rouca e quebrada:
«De novo… mas dessa vez quero sentir como me arrebentam de verdade».
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