Fala, galera! Aqui vai a continuação do relato. Chegamos no hotel, descemos e entramos de mãos dadas como um casal. Nos deram um quarto e fomos pra lá. Mal entramos, minha mulher me liga perguntando por que eu tava demorando ou o que tinha acontecido, e eu falei que fiquei esperando pra saber como tinha sido a cirurgia do vizinho. E continuo: a Julia se jogou em cima de mim, me abraçou e me beijou que nem uma louca. Nisso, ela baixou minha calça e viu minha berga dura — uuufff, tudo isso me deixou doidão (não que eu tenha uma grande, tem 15 cm, mas é grossa) — e começou a chupar a rola da cabeça até o tronco, engolindo tudo inteira, e passava a língua na ponta da cabeça. Uma loucura como ela chupava. Aí eu levantei ela, deitei na cama e comecei a beijar os pés dela, fui pelas panturrilhas, continuei descendo pelas pernas e cheguei na buceta dela, que tava coberta pela calcinha fio-dental preta, toda encharcada do néctar delicioso dela e da porra que tinha deixado nela doida. Tirei a calcinha e comecei a passar a língua por toda a buceta dela. A Julia se contorcia de prazer e falava: "Meu amor, me faz sua". Nisso, passei a língua no cuzinho dela e ela deu um pulo, gemendo alto, gozando. Chupei o fluxo dela e ela disse: "O que você fez comigo? Foi tão gostoso, nunca tinham feito isso comigo, que delícia que foi". Então comecei a passar a língua no cuzinho pequeno dela, tão gostoso que parecia. Coloquei ela de quatro e comecei a chupar aquele cuzinho. "Uuuuuffffff, que gostoso, pai", ela dizia, "nunca fizeram isso comigo". Aí perguntei se já tinham feito sexo anal com ela, e ela respondeu que não, que o ex-namorado era um babaca, que também nunca tinha chupado a buceta dela. Uuuuuffffff, ou seja, vai ser sua primeira vez pelo cuzão, falei. "Sim", ela respondeu. Então continuei passando a língua por todo o buraquinho, chupava, enfiava a língua, e ela gemia de prazer. Depois enfiei um dedo e ela começou a gozar de novo, uma loucura, a mina tava super excitada. Perguntei: "Tá pronta pra me entregar esse cuzinho?" Ela não respondeu. nada, só gemia. com o que tinha acabado, eu lubrifico a pica e também passo no cuzinho, e ia passando a pica por toda a rachinha da bunda. cada vez que passava no cuzinho, ela se mexia e gemia. encosto a cabeça da pica no cuzinho e faço pressão, e com o tanto que tava lubrificado, entra e ela dá um grito de prazer e dor ao mesmo tempo. pergunto se tava bem, se queria que eu tirasse, ela responde que não, que continuasse. aguento um pouco e empurro de novo, entrando 3/4 da pica, e você diz: "sim, papai, amor, arrebenta toda essa bucetinha minúscula que é sua". nisso, enfio tudo até as bolas baterem na buceta dela. uuufff, que gostoso, que prazer. se eu soubesse que você ia me fazer sentir tudo isso, teria me entregado pra você muito antes, você não sabe o quanto me excitava quando eu te via. continuo com o mete e tira, furando a bunda da Júlia, era um prazer, e pra ser a primeira vez dela no cu, ela tava aguentando muito bem, porque gemia de prazer e tava curtindo. então, viro ela de barriga pra cima e começo a comer ela de perna no ombro pela bunda, indescritível o que se sente. nisso, sinto quando enfio até o fundo que ela aperta minha pica com a bunda dela, uma sensação de prazer, sinto que quase gozo, mas ela goza e me abraça e fala no meu ouvido: "amoooor, que gostoso é tudo isso", e contrai a bucetinha minúscula de novo, e eu não aguento mais e gozo tudo dentro, sentia que eram tipo litros de porra que eu tava gozando. uuufff, que boa que você é, putinha, falo, e ela responde: "mas sua putinha de ninguém mais". fico em cima dela, mas apoiado nos meus braços, ela tava abraçada no meu pescoço e com as pernas na minha cintura. tiro minha pica da bunda dela e deito ao lado dela, onde ela começa a beijar meu peito, minhas bochechas, minha boca, enquanto me dizia: "amor, você me deixou louca, não sabe o quanto eu desejava tudo isso, sempre me atraiu, não sei o que é, mas você me deixou louca por você". a gente tava deitado, mas ela tava em cima de mim, sobre meu peito, me acariciava, me beijava e começou a brincar com minha pica. eu pensava que ela não ia me responder (porque com minha esposa Já faz um tempão que eu não dava uma duas sentadas, não porque eu não aguento, mas ela dizia que não tava mais pra isso, que a idade tava pesando. E é como dizem por aí, isso também é manter o ritmo, fazer como um exercício. Mas aí o amigo começou a acordar, falei que ela tava brincando com fogo, e ela responde: "quero tudo hoje, não me importo". E coloca a rola na entrada da buceta dela e começa a cavalgar em mim. Que gostoso, que prazer sentir aquela buceta engolindo a rola toda, ela subindo e descendo num ritmo lento, queria sentir bem como a rola ia entrando. A cara dela dizia tudo, como ela tava curtindo aquela foda. Nisso ela fala: "vou gozar, vou gozar, love" e goza, me molha todo, e se deita no meu peito. Eu continuei metendo e falo: "vou gozar também". Aí escuto ela dizer: "goza dentro de mim, quero todo o gozo dentro, me chama de sua gozada, me engravida, meu love, quero um filho seu". Eu já tava num êxtase, gozei dentro uma vez e outra, enchi ela com meu gozo. Ficamos abraçados com minha rola dentro, até que começou a amolecer e eu tirei, saindo gozo da buceta dela. Me recuperei da foda que dei e olhei a hora: "Julia, são 3 da manhã, acho que já devíamos ir". Ela responde: "quero ficar mais um pouco, quero te ter mais no meu braço, vamos ficar mais um tempo". E com tanta tentação, eu cedi. Lembrei do que ela disse sobre querer engravidar, então perguntei se a gente corria esse risco. Ela disse que não, que tomava pílula. Ela dormiu, e eu levantei pra ir ao banheiro. Fiquei pensando que, apesar de tudo, eu vinha aqui com minha esposa quando éramos namorados. Mais ainda, nesse mesmo quarto, eu arrebentei a bunda da minha esposa como tava fazendo com Julia — uma pequena coincidência. Ela tava de bruços, toda nua. Me aproximei e comecei a beijar as costas dela, o pescoço, acariciar as nádegas, as pernas, até chegar na buceta dela, que tava molhada. Ela começa a se mexer e gemer, e diz: "que gostoso, você é tão doce, assim que eu gosto". Acordar todo dia, aí ela começa a me beijar na boca e sobe em cima de mim de novo e fala: "Quero que você arrombe minha buceta de novo". Como já tava toda molhada, enfiei de uma vez na buceta dela e tirei o pau todo ensopado, e ela levou ele até a porta do cuzinho dela e começou a descer devagar enquanto gemia e falava: "Isso, papai, isso, amor, minha buceta é toda sua". Eu queria que você tivesse arrombado minha buceta também, mas você arrombou meu cuzinho, que de agora em diante é todo seu, eu sou sua, meu amor. Enquanto ela continuava subindo e descendo, arrombando o próprio cuzinho, que prazer que eu sentia, tava amando essa mina, uma loucura mesmo. Eu acariciava os peitinhos dela e beliscava os biquinhos, e ela ficou doida, começou a gemer e a subir e descer rápido, me fez gozar, e ela também chegou no quinto ou sexto orgasmo, não lembro direito. A gente se beijou e se abraçou por um bom tempo, e eu perguntei se ela não queria tomar um banho, e ela respondeu: "Nem louca, quero sentir seu cheiro no meu corpo, e nem vou falar nada do seu gozo, quero que fique todinho dentro de mim". A gente se vestiu e saímos abraçados, feito um casal de namorados ou marido e mulher, como ela dizia. No caminho, ela dormiu, porque a viagem até em casa é uns 25 minutos mais ou menos. Chegamos no destino, ela tava dormindo, então eu coloquei a caminhonete pra dentro da casa dela, abri a porta e fui acordá-la com um beijo e falei: "Julia, chegamos". Ela abriu os olhos e me abraçou, eu levantei ela e levei até a cama, onde a deixei e dei um beijão, e me despedi: "Até mais tarde, viu? Fica na cama já". E fui embora. Umas 5 da manhã, minha esposa dormiu tranquilamente, eu me deitei e também capotei. Continua...
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