Sempre fui o Ezequiel, o virgem, o melhor amigo do Alejandro, aquele que compensava a insegurança com arrogância. Fisicamente, eu era um cara mediano, magro, nervoso, e a ideia de mulher me aterrorizava. Mas minha transformação... foi um inferno pra minha vida antiga e o nascimento da minha escravidão.
Agora, sou a **Sasha**, uma morena exuberante, quase irreal. A pílula alargou meus quadris até o impossível; tenho uma bunda redonda e firme que desafia a gravidade. Meus peitos são agora duas esferas grandes, pálidas e macias que escapam de qualquer pano. Meu rosto é um escândalo de feminilidade, com uns lábios carnudos e um olhar que balança entre o medo e o desejo reprimido. Eu mesma ficava nervosa ao me olhar.
A fantasia que escolhi (pensando em humilhá-lo) era um uniforme de empregadinha sexy, preto e branco. Agora fica ridiculamente pequeno em mim, destacando cada nova curva e transformando minha humilhação num prazer visual constante pra ele. Minha virgindade acabou, sim, mas não como o **Ezequiel** planejou.
Estava na poltrona dele, sentindo a adrenalina do jogo. Eu tinha chegado com um ar de arrogância total.
Uma semana antes, eu tinha comentado sobre a pílula *Gender Bender*, um tratamento experimental da internet que transformaria uma pessoa no sexo oposto.
— Vai, Ale. Não se acovarda. Uma semana de servidão se o teu time perder. Eu já trouxe tudo planejado. —Falei, sentindo o nervosismo por baixo da minha bravata.
— Uma semana? Que cagão você é, Ezequiel. —Respondeu, me olhando com o sorriso mais convencido dele.
— Já que o efeito da pílula dura um mês, vamos jogar por um mês. **O perdedor vira a empregada pessoal por trinta dias. Você aguenta?** —Me desafiou.
Sabia que ele odiava perder, mas a desesperação pra testar algo, pra mudar, e a ideia de dominar ele se eu ganhasse, era tentadora demais.
— **Fechado!** —Aceitei, certo de que ia ganhar.
Mal cheguei na casa dele, entrei com uma sacola grande.
— Trouxe tudo que a gente precisa pra aposta. —Falei com um sorriso arrogante.
Os primeiros 30 minutos, meu time tava ganhando. Senti um arrepio, imaginando a humilhação do Alejandro.
— Hahaha, parece que hoje você vai se fantasiar. —Falei, rindo na cara dele.
Mas no minuto 60, empataram. E bem quando o jogo ia acabar, no minuto 89, **o time dele fez um gol.** Fiquei paralisado.
— Não pode ser... Não pode ser... —Murmurei, olhando pra tela incrédulo.
— Hahaha, parece que você vai ser minha empregada por um mês, putinha. —Disse, se aproximando de mim com um sorriso triunfante.
Engoli seco, meu rosto pálido e meus olhos cheios de medo. Sabia que não tinha escapatória.
— Tá bom, tá bom... —Falei com resignação.
— **Pega teu presente, putinha.** —Disse, e pegou uma das pílulas. Enfiou na minha boca sem perguntar, me forçando a engolir.
**A mudança foi instantânea e brutal.** Senti como meus *jeans* rasgavam, como minha camisa se despedaçava com o surgimento de dois Grandes e firmes peitos. Minha voz ficou aguda, **senti que o ar me faltava**. Caí de joelhos, gemendo enquanto meus quadris e minha bunda se expandiam. A dor era intensa, mas a sensação da pele esticando me tirava o fôlego. Ezequiel tinha morrido, acabava de nascer **Sasha**.
— Veste teu uniforme, Sasha. Tem que estar pronta pro teu dono. — Ordenou com voz dominante.
Enquanto me vestia, notei o frasco da pílula. Li as instruções: o efeito durava um mês, mas se eu recebesse um *creampie*, o efeito se tornava permanente. O medo se misturou com um novo e obscuro desejo.
Assim que terminei de me vestir, fiquei de pé na frente dele. A fantasia que eu tinha escolhido agora me caía ridiculamente pequena. Minha bunda e meus peitos transbordavam.
— Uau. — Ele se aproximou e levantou meu queixo—. Você tá muito gostosa. Vai ser uma excelente empregada.
— Obrigada, qual é a sua primeira ordem, senhor. — Falei em tom de deboche, tentando me agarrar à personalidade de Ezequiel.
— **Me chama de amo.** — Disse, com uma voz que não admitia réplica.
**Senti a humilhação queimar minha garganta**, mas obedeci.
— Ok, amo. — Respondi.
— A primeira coisa é limpar minha casa. E não quero ouvir reclamação. — Ordenou.
Comecei a limpar, sentindo a humilhação daquele disfarce. Ele me observava do sofá.
— Oi, senhor. — Saudei ele com uma voz que, para minha surpresa, soava doce.
— Oi, puta. — Disse com arrogância, me despindo com o olhar. Mordi o lábio, excitada.
— Precisa de alguma coisa, meu senhor? — Perguntei.
— Não, não. Continua. Mas vira. Quero ver essa bunda quando você se abaixa.
Me virei, expondo minha bunda redonda e firme. Senti minhas bochechas queimarem.
— Que bunda gostosa você tem, puta. — Disse, se aproximando.
— Obrigada, senhor. — Respondi, sentindo o rubor.
Os dias passaram. A humilhação era constante, mas também o prazer de estar à mercê dele.
Um dia, enquanto limpava, ele se aproximou por trás e sussurrou no meu ouvido.
— Vem cá, puta. Quero brincar um pouco. — Disse, com uma voz carregada de desejo.
Ele me pegou pelo braço e me levou para o quarto dele. Me fez ajoelhar na frente dele.
— **Quero que você chupe minha pica, puta.** — Ordenou.
— Que... o quê? — Falei, com uma surpresa genuína. Nunca tinha feito aquilo.
— Não se faça de sonsa. Quero que chupe minha pica. — Disse, com tom autoritário.
— O castigo da aposta é que você tem que obedecer todas as minhas ordens. — Lembrou.
— Sim, sim, mas... eu não quero fazer isso. — Falei, com voz trêmula, tentando me agarrar aos meus limites.
— Você não tem escolha, puta. Ou faz ou eu te castigo. — Disse, se aproximando mais.
Hesitei por um momento, mas finalmente abaixei a cabeça e comecei a desabotoar a calça dele.
Enquanto tirava a pica dele, olhei fixamente para ela.
— Ah, **é enorme**. — Falei, a surpresa era genuína. Meu rosto mostrava uma mistura de nojo e fascínio.
Peguei a pica dele com minhas mãos trêmulas. Ele me olhou com um sorriso arrogante.
— O que você está esperando. — Disse.
— Por favor, senhor... — Falei, abaixando a cabeça.
— Não me obrigue a fazer isso, que tal eu te fazer uma punheta? — Falei, com voz suplicante, oferecendo uma alternativa que não envolvesse minha boca.
— **Chupa minha pica, puta.** — Disse, com voz firme. Hesitei por um momento, mas finalmente abri a boca. O primeiro contato foi um choque.
— Assim que eu gosto, putinha. — Ele disse, enquanto sentia a boca quente ao redor do meu pau.
— Mais fundo, putinha. — Ele me ordenou.
Obedeci, abaixando mais a cabeça e engolindo mais do pau dele na minha boca. Senti a textura e o gosto, uma onda de prazer e náusea.
Depois de alguns minutos.
— Tô com vontade de comer essa bunda, putinha. — Ele disse, com a voz carregada de desejo.
Comecei a aumentar a velocidade da chupada, esperando dissuadi-lo.
— Parece que você tá gostando disso, putinha. — Ele disse, com um tom debochado.
— Sim, senhor... — Eu disse, com a voz trêmula, sentindo que a mentira já era desnecessária.
— Fico feliz que você gostou, putinha. Mas agora quero que você fique de quatro. — Ele me ordenou.
— Por favor, Ale... — Eu disse, com a voz trêmula, voltando a usar o nome dele por desespero.
— **Ale agora sou seu senhor.** — Ele me disse.
— Não me faça esperar mais, putinha. — Ele disse, com um tom autoritário.
Hesitei por um momento, mas finalmente fiquei de quatro no sofá. Minha bunda firme e redonda se erguia tentadoramente.
— Se prepara, putinha. — Ele disse, enquanto se aproximava por trás.
— Por favor, senhor... — Eu disse, com a voz trêmula.
— **Cala a boca e aproveita, putinha.** — Ele disse, enquanto me penetrava lentamente.
Gemi enquanto ele me penetrava, sentindo a dor e a humilhação ao mesmo tempo. Era minha primeira vez.
— Assim que eu gosto, putinha. — Ele disse, aumentando o ritmo.
— Devagar, por favor, senhor... — Eu disse, implorando.
— Não reclama, putinha. — Ele disse.
Sentia o pau dele se movendo dentro de mim, o prazer se misturava com a dor.
— Você é minha, putinha. — Ele disse, com a voz dominante.
Ele me segurou pelo pulso com uma mão enquanto a outra continuava apoiada no sofá.
— Abre essa buceta pra mim, putinha. — Ele me ordenou.
Obedeci, abrindo mais minhas nádegas para ele.
— Assim que eu gosto, putinha. — Ele disse, enquanto continuava comendo.
Enfiou o pau inteiro no meu cu com uma estocada forte e brutal. Tava apertadíssimo, quente. Comecei a sentir ele entrando e saindo, devagar, me abrindo cada vez mais.
— Ahhh... senhor... — Falei, gemendo.
Ele me deu uma estocada bem forte.
— Ahhh! — Nós dois grunhimus. A dor era um prazer que me viciava.
Não tinha acabado. Ele me deu um tapa na bunda, forte.
— Sobe. — Falou, sentando no sofá.
— Vamos ver o quão boa puta você é. — Disse, rindo.
Eu, com as pernas tremendo, subi, de costas pra ele. Ele encaixou o pau no meu cu dolorido.
— Mexe essa bunda pra mim, puta. — Ordenou.
Comecei a me mexer devagar, sentindo cada estocada no meu cu. Enterrando cada centímetro do pau dele.
— Mais rápido, puta. — Ordenou.
— Ah, é muito grande. — Falei, ofegante.
— Não reclama, puta. — Disse.
— Desculpa, senhor... — Falei.
— Continua se mexendo, puta. — Disse, enquanto sentia o prazer aumentar.
Enfiou o pau inteiro no meu cu com uma estocada forte e brutal. Tava apertadíssimo, quente. Comecei a entrar e sair, devagar, pra me abrir cada vez mais.
— Ahhh... amor... —Gemi, cravando as unhas na almofada do sofá, sem ousar virar o pescoço pra olhar pra ele.
— Arruma essa buceta, puta. Não quero que escape um centímetro do meu pau. —Ele disse, guiando minhas ancas largas pra que o pau dele se centrasse no meu cu dolorido.
Assim que senti o pau dele fincado até a base, comecei a me mexer devagar, um vai e vem tímido e doloroso. Enterrava cada centímetro do pau dele no meu cu.
— Mais rápido, puta. Usa essa bunda redonda que eu te fiz pra alguma coisa. —Ele ordenou, batendo ritmadamente na minha nádega com a palma da mão.
— Ah, é muito grande... —Ofeguei, enquanto o movimento virava um prazer que eu não conseguia controlar, me enfiando cada vez mais no pau dele.
Aumentei o ritmo. Senti meu esfíncter apertando o pau dele a cada descida, a prova perfeita de que eu tava perdendo o controle e me tornando a puta dele.
Tentei me proteger, colocando minha mão trêmula bem na base do pau dele, como se pudesse impedir que ele me penetrasse mais fundo.
— Não resiste, putinha. — Ele disse.
— Quero sentir você completamente cheia do meu pau. — Ele disse.
Ele me segurou pelos quadris e me empurrou para baixo, me penetrando com mais força. Soltei um grito abafado.
— Piedade, por favor, senhor. — Falei quase chorando, o prazer e a dor eram uma tortura deliciosa.
— Não tem piedade pra puta como você. — Ele disse, aumentando o ritmo.
— Você é muito grande, senhor. — Falei ofegante.
— E você tem uma buceta feita pra mim. — Ele disse, enquanto continuava me comendo com força.
Depois de alguns minutos, ele decidiu mudar as regras do jogo.
— Quero ver sua cara e seus peitos. — Ele disse.
Me virei, olhando pra ele com olhos vidrados.
— Continua se mexendo, puta. — Ele ordenou.
Obedeci, girando meu tronco pra ficar de frente pra ele, enquanto continuava cavalgando o pau dele num ritmo frenético.
— Assim que eu gosto, puta. — Ele disse, enquanto via meus peitões balançando a cada estocada.
Perdi o controle total, gemendo e ofegando enquanto meu corpo se entregava ao prazer e à humilhação. Cada vez eu gemia mais alto. Via meus olhos se enchendo de lágrimas. Meus peitos balançavam selvagemente.
Ele me agarrou pelas cadeiras com força, controlando meu movimento. Fazendo minha bunda bater na pélvis dele a cada estocada.
Com as mãos nas minhas cadeiras, ele me forçou a acelerar o ritmo e sentir o pau dele cada vez mais fundo no meu cu.
Ela se cansou de eu controlar o ritmo. Queria que a pica dela chegasse num ponto mais fundo.
Com um movimento rápido, me agarrou pela cintura e me jogou de bruços no sofá. A pica dela saiu do meu cu com um som de sucção molhado, e eu geme de alívio momentâneo.
— **De bruços! Abre as pernas pra sua putinha.** — Ela ordenou.
Me apoiei no sofá, levantando minha bunda no ar, minhas nádegas firmes tremendo. Minhas pernas abertas, expostas. Meu cu arrombado parecia aberto, com o formato do contorno da pica dela.
— Assim que eu gosto, putinha. — Ela disse, enquanto se posicionava por cima de mim.
Começou a me comer nessa posição, sentindo como a pica dela chegava muito mais fundo que antes. Eu já não reclamava de dor, mas de uma mistura de dor e prazer que me fazia vibrar. A humilhação era total: aberta, exposta, arrombada, e a pica dela era tudo que eu sentia.
Eu estava de bruços e sentia o quanto o pau dele entrava fundo no meu cu.
Me sentia tão exposta com as pernas abertas e a bunda também.
— Por favor, meu amo... —Eu disse, com a voz trêmula.
— Deixa eu descansar um pouco a bunda. —Falei, ofegante.
— **Tá muito arrombado, meu amo...** —Disse, quase chorando.
— Minha buceta tá destruída, por favor... —Implorei, com voz suplicante.
— Tá bom, putinha. Mas agora quero que você me deixe entrar na sua buceta. —Ele falou.
Enquanto ele continuava me comendo, eu sabia que mais cedo ou mais tarde eu ia aceitar.
— Você sabe que sou virgem... por favor. —Falei.
— **Essa é minha oferta, putinha. Aceita ou para de reclamar.** —Ele disse, rindo.
Hesitei por um momento, mas no fim concordei com a cabeça.
Ele tirou o pau da minha bunda. Soltei um grito de alívio seguido de um gemido quando ele moveu o pau pra minha buceta nova. Era um buraco ainda virgem, e tava quente, lubrificado e incrivelmente apertado.
— Aqui vai, putinha. —Ele disse.
Enquanto entrava na minha buceta.
— Boa putinha. —Falou, enquanto penetrava devagar.
— Era disso que você tinha medo, hein? De ser uma mulher completa, uma putinha pronta pro meu pau. —Ele disse.
Soltei um gemido incontrolável. Era um som agudo e doce que me esquentou mais que qualquer outra coisa.
— **Ah! Meu Deus, Amo!** —Gritei.
— Ah, você tá gostando, né, putinha? —Ele disse, sorrindo com arrogância.
Começou a meter fundo. Eu tava de bruços, com as pernas abertas, dando o ângulo perfeito. O pau dele enchia minha buceta, e o roçar na parede frontal me fazia gemer sem parar.
— **Você é tão virgem aqui, Sasha! Vou ser o único!** —Ele disse, aumentando o ritmo, batendo o quadril na minha bunda a cada estocada.
Depois de quase meia hora. Senti que tava começando a gozar no pau dele.
— Uau, putinha, sabia que você ia gostar. — Ele falou todo convencido.
Senti meu corpo tenso, meus gemidos ficaram sem nexo.
— **Tô gozando, senhor! Tô gozando!** — Gritei.
Comecei a gozar, um orgasmo violento que fez eu apertar o pau dele com cada músculo da minha nova feminilidade. Senti um jato de buceta quente escorrendo pela virilha dele.
Eu gozava tão forte e selvagem que o pau dele saía da minha buceta. Ele enfiava de novo, uma e outra vez. Tirava o pau inteiro da minha buceta e enfiava de novo, cada vez mais fundo, fazendo eu gozar sem parar.
— Uau, putinha, sabia que você ia gostar. — Ele falou todo convencido, curtindo meu corpo exausto e envergonhado.
Duas horas. Duas porras de horas de posse. Eu estava no limite, sentindo a pressão explodir.
Ele me agarrou pelos braços e me levantou, me jogando no chão acarpetado. Caí de joelhos, completamente exausta e nua com o uniforme de lingerie rasgado.
— **Ajoelha que vou gozar, puta!** — Ele ordenou, apontando o pau pra minha cara.
Rapidamente, me ajoelhei na frente dele. As lágrimas tinham se misturado com o suor, mas meus olhos estavam fixos no pau dele.
— Abre a boca, puta. **Aí vem o prêmio!** — Ele disse enquanto soltava um jorro forte e quente de porra na minha cara.
A porra branca e grossa cobriu meus lábios carnudos, escorreu pelo meu queixo e manchou minhas duas bolas grandes do peito. Algumas gotas caíram dentro da minha boca.
— Limpa meu pau, puta. — Ele disse, me obrigando a lamber o resto do pau dele, que ainda gotejava.
Depois ele se afastou. Eu fiquei ajoelhada, tremendo, com a porra dele toda na cara.
— Engole tudo. — Ele ordenou.
Fechei os lábios, engolindo o resíduo do pau dele. **Senti a curiosidade me vencer ao engolir toda a porra que tinha caído na minha boca, era salgada e morna.** Limpei meu rosto com a parte de trás da mão, espalhando a porra dele sobre minhas maçãs do rosto.
— Que puta boa você é. — Ele disse, com um sorriso de satisfação total.
— Agora vai se limpar e me preparar algo pra comer. E lembra, isso é o começo do seu mês de servidão. O Amo já vai dormir. — Ele disse.
Ele foi se deitar, me deixando ajoelhada e manchada com a porra dele, a prova de que Ezequiel tinha morrido e Sasha era agora a puta pessoal dele. E assim foi a primeira noite de um mês muito longo.
Vão lá e apoiem a Ale_alfa3, esse é o post:https://www.poringa.net/posts/relatos/6196030/Alejandro-Y-Sasha-La-Sirvienta-de-la-Apuesta.htmlSe vocês gostaram e quiserem a segunda parte, se cada um dos posts, o meu e o dele, chegarem a 150 pontos, a gente vai postar a segunda parte.
Agora, sou a **Sasha**, uma morena exuberante, quase irreal. A pílula alargou meus quadris até o impossível; tenho uma bunda redonda e firme que desafia a gravidade. Meus peitos são agora duas esferas grandes, pálidas e macias que escapam de qualquer pano. Meu rosto é um escândalo de feminilidade, com uns lábios carnudos e um olhar que balança entre o medo e o desejo reprimido. Eu mesma ficava nervosa ao me olhar.
A fantasia que escolhi (pensando em humilhá-lo) era um uniforme de empregadinha sexy, preto e branco. Agora fica ridiculamente pequeno em mim, destacando cada nova curva e transformando minha humilhação num prazer visual constante pra ele. Minha virgindade acabou, sim, mas não como o **Ezequiel** planejou.
Estava na poltrona dele, sentindo a adrenalina do jogo. Eu tinha chegado com um ar de arrogância total.Uma semana antes, eu tinha comentado sobre a pílula *Gender Bender*, um tratamento experimental da internet que transformaria uma pessoa no sexo oposto.
— Vai, Ale. Não se acovarda. Uma semana de servidão se o teu time perder. Eu já trouxe tudo planejado. —Falei, sentindo o nervosismo por baixo da minha bravata.
— Uma semana? Que cagão você é, Ezequiel. —Respondeu, me olhando com o sorriso mais convencido dele.
— Já que o efeito da pílula dura um mês, vamos jogar por um mês. **O perdedor vira a empregada pessoal por trinta dias. Você aguenta?** —Me desafiou.
Sabia que ele odiava perder, mas a desesperação pra testar algo, pra mudar, e a ideia de dominar ele se eu ganhasse, era tentadora demais.
— **Fechado!** —Aceitei, certo de que ia ganhar.
Mal cheguei na casa dele, entrei com uma sacola grande.
— Trouxe tudo que a gente precisa pra aposta. —Falei com um sorriso arrogante.
Os primeiros 30 minutos, meu time tava ganhando. Senti um arrepio, imaginando a humilhação do Alejandro.
— Hahaha, parece que hoje você vai se fantasiar. —Falei, rindo na cara dele.
Mas no minuto 60, empataram. E bem quando o jogo ia acabar, no minuto 89, **o time dele fez um gol.** Fiquei paralisado.
— Não pode ser... Não pode ser... —Murmurei, olhando pra tela incrédulo.
— Hahaha, parece que você vai ser minha empregada por um mês, putinha. —Disse, se aproximando de mim com um sorriso triunfante.
Engoli seco, meu rosto pálido e meus olhos cheios de medo. Sabia que não tinha escapatória.
— Tá bom, tá bom... —Falei com resignação.
— **Pega teu presente, putinha.** —Disse, e pegou uma das pílulas. Enfiou na minha boca sem perguntar, me forçando a engolir.
**A mudança foi instantânea e brutal.** Senti como meus *jeans* rasgavam, como minha camisa se despedaçava com o surgimento de dois Grandes e firmes peitos. Minha voz ficou aguda, **senti que o ar me faltava**. Caí de joelhos, gemendo enquanto meus quadris e minha bunda se expandiam. A dor era intensa, mas a sensação da pele esticando me tirava o fôlego. Ezequiel tinha morrido, acabava de nascer **Sasha**.
— Veste teu uniforme, Sasha. Tem que estar pronta pro teu dono. — Ordenou com voz dominante.
Enquanto me vestia, notei o frasco da pílula. Li as instruções: o efeito durava um mês, mas se eu recebesse um *creampie*, o efeito se tornava permanente. O medo se misturou com um novo e obscuro desejo.
Assim que terminei de me vestir, fiquei de pé na frente dele. A fantasia que eu tinha escolhido agora me caía ridiculamente pequena. Minha bunda e meus peitos transbordavam.
— Uau. — Ele se aproximou e levantou meu queixo—. Você tá muito gostosa. Vai ser uma excelente empregada.
— Obrigada, qual é a sua primeira ordem, senhor. — Falei em tom de deboche, tentando me agarrar à personalidade de Ezequiel.
— **Me chama de amo.** — Disse, com uma voz que não admitia réplica.
**Senti a humilhação queimar minha garganta**, mas obedeci.
— Ok, amo. — Respondi.
— A primeira coisa é limpar minha casa. E não quero ouvir reclamação. — Ordenou.
Comecei a limpar, sentindo a humilhação daquele disfarce. Ele me observava do sofá.— Oi, senhor. — Saudei ele com uma voz que, para minha surpresa, soava doce.
— Oi, puta. — Disse com arrogância, me despindo com o olhar. Mordi o lábio, excitada.
— Precisa de alguma coisa, meu senhor? — Perguntei.
— Não, não. Continua. Mas vira. Quero ver essa bunda quando você se abaixa.
Me virei, expondo minha bunda redonda e firme. Senti minhas bochechas queimarem.
— Que bunda gostosa você tem, puta. — Disse, se aproximando.
— Obrigada, senhor. — Respondi, sentindo o rubor.
Os dias passaram. A humilhação era constante, mas também o prazer de estar à mercê dele.
Um dia, enquanto limpava, ele se aproximou por trás e sussurrou no meu ouvido.
— Vem cá, puta. Quero brincar um pouco. — Disse, com uma voz carregada de desejo.
Ele me pegou pelo braço e me levou para o quarto dele. Me fez ajoelhar na frente dele.
— **Quero que você chupe minha pica, puta.** — Ordenou.
— Que... o quê? — Falei, com uma surpresa genuína. Nunca tinha feito aquilo.
— Não se faça de sonsa. Quero que chupe minha pica. — Disse, com tom autoritário.
— O castigo da aposta é que você tem que obedecer todas as minhas ordens. — Lembrou.
— Sim, sim, mas... eu não quero fazer isso. — Falei, com voz trêmula, tentando me agarrar aos meus limites.
— Você não tem escolha, puta. Ou faz ou eu te castigo. — Disse, se aproximando mais.
Hesitei por um momento, mas finalmente abaixei a cabeça e comecei a desabotoar a calça dele.
Enquanto tirava a pica dele, olhei fixamente para ela.
— Ah, **é enorme**. — Falei, a surpresa era genuína. Meu rosto mostrava uma mistura de nojo e fascínio.
Peguei a pica dele com minhas mãos trêmulas. Ele me olhou com um sorriso arrogante.
— O que você está esperando. — Disse.
— Por favor, senhor... — Falei, abaixando a cabeça.
— Não me obrigue a fazer isso, que tal eu te fazer uma punheta? — Falei, com voz suplicante, oferecendo uma alternativa que não envolvesse minha boca.
— **Chupa minha pica, puta.** — Disse, com voz firme. Hesitei por um momento, mas finalmente abri a boca. O primeiro contato foi um choque.
— Assim que eu gosto, putinha. — Ele disse, enquanto sentia a boca quente ao redor do meu pau.
— Mais fundo, putinha. — Ele me ordenou.
Obedeci, abaixando mais a cabeça e engolindo mais do pau dele na minha boca. Senti a textura e o gosto, uma onda de prazer e náusea.
Depois de alguns minutos.— Tô com vontade de comer essa bunda, putinha. — Ele disse, com a voz carregada de desejo.
Comecei a aumentar a velocidade da chupada, esperando dissuadi-lo.
— Parece que você tá gostando disso, putinha. — Ele disse, com um tom debochado.
— Sim, senhor... — Eu disse, com a voz trêmula, sentindo que a mentira já era desnecessária.
— Fico feliz que você gostou, putinha. Mas agora quero que você fique de quatro. — Ele me ordenou.
— Por favor, Ale... — Eu disse, com a voz trêmula, voltando a usar o nome dele por desespero.
— **Ale agora sou seu senhor.** — Ele me disse.
— Não me faça esperar mais, putinha. — Ele disse, com um tom autoritário.
Hesitei por um momento, mas finalmente fiquei de quatro no sofá. Minha bunda firme e redonda se erguia tentadoramente.
— Se prepara, putinha. — Ele disse, enquanto se aproximava por trás.
— Por favor, senhor... — Eu disse, com a voz trêmula.
— **Cala a boca e aproveita, putinha.** — Ele disse, enquanto me penetrava lentamente.
Gemi enquanto ele me penetrava, sentindo a dor e a humilhação ao mesmo tempo. Era minha primeira vez.
— Assim que eu gosto, putinha. — Ele disse, aumentando o ritmo.
— Devagar, por favor, senhor... — Eu disse, implorando.
— Não reclama, putinha. — Ele disse.
Sentia o pau dele se movendo dentro de mim, o prazer se misturava com a dor.
— Você é minha, putinha. — Ele disse, com a voz dominante.
Ele me segurou pelo pulso com uma mão enquanto a outra continuava apoiada no sofá.
— Abre essa buceta pra mim, putinha. — Ele me ordenou.
Obedeci, abrindo mais minhas nádegas para ele.
— Assim que eu gosto, putinha. — Ele disse, enquanto continuava comendo.
Enfiou o pau inteiro no meu cu com uma estocada forte e brutal. Tava apertadíssimo, quente. Comecei a sentir ele entrando e saindo, devagar, me abrindo cada vez mais.— Ahhh... senhor... — Falei, gemendo.
Ele me deu uma estocada bem forte.
— Ahhh! — Nós dois grunhimus. A dor era um prazer que me viciava.
Não tinha acabado. Ele me deu um tapa na bunda, forte.
— Sobe. — Falou, sentando no sofá.
— Vamos ver o quão boa puta você é. — Disse, rindo.
Eu, com as pernas tremendo, subi, de costas pra ele. Ele encaixou o pau no meu cu dolorido.
— Mexe essa bunda pra mim, puta. — Ordenou.
Comecei a me mexer devagar, sentindo cada estocada no meu cu. Enterrando cada centímetro do pau dele.
— Mais rápido, puta. — Ordenou.
— Ah, é muito grande. — Falei, ofegante.
— Não reclama, puta. — Disse.
— Desculpa, senhor... — Falei.
— Continua se mexendo, puta. — Disse, enquanto sentia o prazer aumentar.
Enfiou o pau inteiro no meu cu com uma estocada forte e brutal. Tava apertadíssimo, quente. Comecei a entrar e sair, devagar, pra me abrir cada vez mais.— Ahhh... amor... —Gemi, cravando as unhas na almofada do sofá, sem ousar virar o pescoço pra olhar pra ele.
— Arruma essa buceta, puta. Não quero que escape um centímetro do meu pau. —Ele disse, guiando minhas ancas largas pra que o pau dele se centrasse no meu cu dolorido.
Assim que senti o pau dele fincado até a base, comecei a me mexer devagar, um vai e vem tímido e doloroso. Enterrava cada centímetro do pau dele no meu cu.
— Mais rápido, puta. Usa essa bunda redonda que eu te fiz pra alguma coisa. —Ele ordenou, batendo ritmadamente na minha nádega com a palma da mão.
— Ah, é muito grande... —Ofeguei, enquanto o movimento virava um prazer que eu não conseguia controlar, me enfiando cada vez mais no pau dele.
Aumentei o ritmo. Senti meu esfíncter apertando o pau dele a cada descida, a prova perfeita de que eu tava perdendo o controle e me tornando a puta dele.
Tentei me proteger, colocando minha mão trêmula bem na base do pau dele, como se pudesse impedir que ele me penetrasse mais fundo.— Não resiste, putinha. — Ele disse.
— Quero sentir você completamente cheia do meu pau. — Ele disse.
Ele me segurou pelos quadris e me empurrou para baixo, me penetrando com mais força. Soltei um grito abafado.
— Piedade, por favor, senhor. — Falei quase chorando, o prazer e a dor eram uma tortura deliciosa.
— Não tem piedade pra puta como você. — Ele disse, aumentando o ritmo.
— Você é muito grande, senhor. — Falei ofegante.
— E você tem uma buceta feita pra mim. — Ele disse, enquanto continuava me comendo com força.
Depois de alguns minutos, ele decidiu mudar as regras do jogo.— Quero ver sua cara e seus peitos. — Ele disse.
Me virei, olhando pra ele com olhos vidrados.
— Continua se mexendo, puta. — Ele ordenou.
Obedeci, girando meu tronco pra ficar de frente pra ele, enquanto continuava cavalgando o pau dele num ritmo frenético.
— Assim que eu gosto, puta. — Ele disse, enquanto via meus peitões balançando a cada estocada.
Perdi o controle total, gemendo e ofegando enquanto meu corpo se entregava ao prazer e à humilhação. Cada vez eu gemia mais alto. Via meus olhos se enchendo de lágrimas. Meus peitos balançavam selvagemente.
Ele me agarrou pelas cadeiras com força, controlando meu movimento. Fazendo minha bunda bater na pélvis dele a cada estocada.
Com as mãos nas minhas cadeiras, ele me forçou a acelerar o ritmo e sentir o pau dele cada vez mais fundo no meu cu.
Ela se cansou de eu controlar o ritmo. Queria que a pica dela chegasse num ponto mais fundo.Com um movimento rápido, me agarrou pela cintura e me jogou de bruços no sofá. A pica dela saiu do meu cu com um som de sucção molhado, e eu geme de alívio momentâneo.
— **De bruços! Abre as pernas pra sua putinha.** — Ela ordenou.
Me apoiei no sofá, levantando minha bunda no ar, minhas nádegas firmes tremendo. Minhas pernas abertas, expostas. Meu cu arrombado parecia aberto, com o formato do contorno da pica dela.
— Assim que eu gosto, putinha. — Ela disse, enquanto se posicionava por cima de mim.
Começou a me comer nessa posição, sentindo como a pica dela chegava muito mais fundo que antes. Eu já não reclamava de dor, mas de uma mistura de dor e prazer que me fazia vibrar. A humilhação era total: aberta, exposta, arrombada, e a pica dela era tudo que eu sentia.
Eu estava de bruços e sentia o quanto o pau dele entrava fundo no meu cu. Me sentia tão exposta com as pernas abertas e a bunda também.
— Por favor, meu amo... —Eu disse, com a voz trêmula. — Deixa eu descansar um pouco a bunda. —Falei, ofegante.
— **Tá muito arrombado, meu amo...** —Disse, quase chorando.
— Minha buceta tá destruída, por favor... —Implorei, com voz suplicante.
— Tá bom, putinha. Mas agora quero que você me deixe entrar na sua buceta. —Ele falou.
Enquanto ele continuava me comendo, eu sabia que mais cedo ou mais tarde eu ia aceitar.
— Você sabe que sou virgem... por favor. —Falei.
— **Essa é minha oferta, putinha. Aceita ou para de reclamar.** —Ele disse, rindo.
Hesitei por um momento, mas no fim concordei com a cabeça.
Ele tirou o pau da minha bunda. Soltei um grito de alívio seguido de um gemido quando ele moveu o pau pra minha buceta nova. Era um buraco ainda virgem, e tava quente, lubrificado e incrivelmente apertado.
— Aqui vai, putinha. —Ele disse.
Enquanto entrava na minha buceta.
— Boa putinha. —Falou, enquanto penetrava devagar.
— Era disso que você tinha medo, hein? De ser uma mulher completa, uma putinha pronta pro meu pau. —Ele disse.
Soltei um gemido incontrolável. Era um som agudo e doce que me esquentou mais que qualquer outra coisa.
— **Ah! Meu Deus, Amo!** —Gritei.
— Ah, você tá gostando, né, putinha? —Ele disse, sorrindo com arrogância.
Começou a meter fundo. Eu tava de bruços, com as pernas abertas, dando o ângulo perfeito. O pau dele enchia minha buceta, e o roçar na parede frontal me fazia gemer sem parar.
— **Você é tão virgem aqui, Sasha! Vou ser o único!** —Ele disse, aumentando o ritmo, batendo o quadril na minha bunda a cada estocada.
Depois de quase meia hora. Senti que tava começando a gozar no pau dele.— Uau, putinha, sabia que você ia gostar. — Ele falou todo convencido.
Senti meu corpo tenso, meus gemidos ficaram sem nexo.
— **Tô gozando, senhor! Tô gozando!** — Gritei.
Comecei a gozar, um orgasmo violento que fez eu apertar o pau dele com cada músculo da minha nova feminilidade. Senti um jato de buceta quente escorrendo pela virilha dele.
Eu gozava tão forte e selvagem que o pau dele saía da minha buceta. Ele enfiava de novo, uma e outra vez. Tirava o pau inteiro da minha buceta e enfiava de novo, cada vez mais fundo, fazendo eu gozar sem parar.
— Uau, putinha, sabia que você ia gostar. — Ele falou todo convencido, curtindo meu corpo exausto e envergonhado.
Duas horas. Duas porras de horas de posse. Eu estava no limite, sentindo a pressão explodir.Ele me agarrou pelos braços e me levantou, me jogando no chão acarpetado. Caí de joelhos, completamente exausta e nua com o uniforme de lingerie rasgado.
— **Ajoelha que vou gozar, puta!** — Ele ordenou, apontando o pau pra minha cara.
Rapidamente, me ajoelhei na frente dele. As lágrimas tinham se misturado com o suor, mas meus olhos estavam fixos no pau dele.
— Abre a boca, puta. **Aí vem o prêmio!** — Ele disse enquanto soltava um jorro forte e quente de porra na minha cara.
A porra branca e grossa cobriu meus lábios carnudos, escorreu pelo meu queixo e manchou minhas duas bolas grandes do peito. Algumas gotas caíram dentro da minha boca.
— Limpa meu pau, puta. — Ele disse, me obrigando a lamber o resto do pau dele, que ainda gotejava.
Depois ele se afastou. Eu fiquei ajoelhada, tremendo, com a porra dele toda na cara.
— Engole tudo. — Ele ordenou.
Fechei os lábios, engolindo o resíduo do pau dele. **Senti a curiosidade me vencer ao engolir toda a porra que tinha caído na minha boca, era salgada e morna.** Limpei meu rosto com a parte de trás da mão, espalhando a porra dele sobre minhas maçãs do rosto.
— Que puta boa você é. — Ele disse, com um sorriso de satisfação total.
— Agora vai se limpar e me preparar algo pra comer. E lembra, isso é o começo do seu mês de servidão. O Amo já vai dormir. — Ele disse.
Ele foi se deitar, me deixando ajoelhada e manchada com a porra dele, a prova de que Ezequiel tinha morrido e Sasha era agora a puta pessoal dele. E assim foi a primeira noite de um mês muito longo.
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