AVISO LEGAL E DE CONTEÚDO:
O texto a seguir é uma obra de ficção erótica para adultos.
Contém temas de dominação, submissão e fantasia de Gender Bender.
Todos os personagens são fictícios e as situações narradas fazem parte de um jogo de papéis literário.
Recomenda-se discrição.
Sasha, antes conhecido como Ezequiel, sempre foi meu melhor amigo, um virgem que vivia aterrorizado por mulheres.
Tinha uma energia nervosa, daqueles caras que compensam a insegurança com uma arrogância desnecessária.
Fisicamente, era um pouco mais baixo, magro, mas a transformação dele foi um inferno para a personalidade antiga.
Agora, como Sasha, é uma morena exuberante, quase irreal. A pílula expandiu os quadris dela até o impossível,
deixando uma bunda redonda e firme que desafia a gravidade. Os peitos dela, que antes eram um peito liso, agora são duas esferas grandes, pálidas e macias
que escapam de qualquer tecido. O rosto dela é um escândalo de feminilidade, com uns lábios carnudos e um olhar que oscila entre o medo e o desejo reprimido.
Era o tipo de mulher que deixaria ele mesmo nervoso se estivesse na frente dela.
A fantasia que ela escolheu (pensando em me humilhar) era um uniforme de empregada de lingerie sexy, preto e branco, que deixa muito pouco para a imaginação,
destacando cada nova curva e transformando a humilhação dela num prazer visual constante. A virgindade dela acabou, sim, mas não do jeito que ele ou ela planejava.
Yo, Alejandro, tava na minha poltrona, sentindo aquela adrenalina que só um jogo que define a sorte e o prazer dá.
O Ezequiel tinha chegado na minha casa uma hora antes do clássico com um ar de arrogância total.
Uma semana antes do clássico, o Ezequiel tinha me falado sobre uma pílula Gender Bender.
A pílula era um tratamento experimental da internet que transformava uma pessoa no sexo oposto. De homem pra mulher e vice-versa.
Na mesma semana, a gente tinha se encontrado.
Uma semana antes:
— Vai lá, Ale. Não fica de cu doce. Uma semana de servidão se o teu time perder. Eu já trouxe tudo planejado. — Me disse o Ezequiel.
— Uma semana? Que cagão você é, Ezequiel. — Respondi, olhando pra ele com meu sorriso mais metido.
— Já que o efeito da pílula dura um mês, vamos jogar por um mês. O perdedor vira a empregada pessoal por trinta dias. Tu aguenta? — Falei, todo arrogante.
Sabia que o Ezequiel odiava perder, e ainda mais se isso significasse se humilhar. Também sabia que essa aposta era tentadora demais pra ele. Sabia que o Ezequiel tava desesperado pra perder a virgindade.
— Fechado! — Ele aceitou. — Me disse, confiante que ia ganhar.
Assim que o Ezequiel chegou na minha casa, veio com uma sacola grande.
— Trouxe tudo que a gente precisa pra aposta. — Me disse com um sorriso arrogante.
Nos primeiros 30 minutos, o time dele tava ganhando. Por um momento, senti um calafrio: aquele uniforme era um crime, mas a ideia de ser dominado por ele me dava nojo.
— Hahaha, parece que você vai se fantasiar hoje. — Me disse, rindo na minha cara.
Mas aos 60 minutos, empataram. E bem quando o jogo ia acabar, aos 89 minutos, meu time fez um gol. Levantei da poltrona feito um campeão.
O Ezequiel ficou paralisado.
— Não pode ser... Não pode ser... — murmurou, olhando pra tela incrédulo.
— Hahaha, parece que você vai ser minha empregada por um mês, putinha. — Falei, chegando perto dele com um sorriso triunfante.
O Ezequiel engoliu seco, o rosto pálido e os olhos cheios de medo. Sabia que não tinha escapatória.
— Tá bom, tá bom... Disse resignado.
— Pega teu presente, puta. Falei, e peguei um dos comprimidos. Enfiei na boca dele sem perguntar, forçando ele a engolir.
A mudança foi instantânea e brutal. Vi como a calça jeans dele rasgava, como a camisa se rompia com o surgimento de dois peitões grandes e firmes.
A voz dele ficou aguda. Ele caiu de joelhos, gemendo enquanto o quadril e a bunda se alargavam. Ezequiel tinha morrido e acabava de nascer minha puta, Sasha.
— Veste teu uniforme, Sasha. Tem que estar pronta pro teu dono. Ordenei com voz dominante.
Enquanto ela se vestia, peguei o pote de comprimidos. Comecei a ler as instruções.
Dizia que o pote tem 13 comprimidos, o efeito dura um mês. Mas se a pessoa levar um creampie, o efeito fica permanente.
Assim que terminou de se vestir, Sasha ficou na minha frente.
A fantasia que ele tinha escolhido agora ficava ridiculamente pequena. A bunda e os peitos dela transbordavam por cada abertura.
— Uau. Me aproximei e levantei o queixo dela.
— Você tá muito gostosa. Vai ser uma excelente empregada. Falei.
— Obrigada, qual é a primeira ordem, senhor. Disse num tom de deboche, ainda com a personalidade do Ezequiel.
— Me chama de dono. Falei, com uma voz que não admitia réplica.
O rosto dela se contraiu de humilhação, mas obedeceu.
— Beleza, dono. Respondeu.
— Primeiro, limpar minha casa. E não quero reclamação. Ordenei.
Ela começou a limpar exatamente como eu tinha mandado. Sentia a humilhação daquela fantasia. Eu observava ela do sofá.
— Oi, dono. Sasha me cumprimentou com uma voz doce.
— Oi, puta. Falei com soberba, despindo ela com o olhar. Vi ela morder o lábio.
— Precisa de alguma coisa, meu dono? Perguntou.
— Não, não. Continua. Mas vira de costas. Quero ver essa bunda quando você se abaixa.
Ela se virou, mostrando a bunda redonda e firme. Senti uma onda de desejo.
— Que bunda gostosa, puta. Falei, me aproximando.
— Obrigada, dono. Respondeu. envergonhada.
Os dias foram passando e a Sasha foi se acostumando com o papel de empregada. A humilhação era constante, mas o prazer de tê-la na minha mão também era.
Um dia, enquanto ela limpava, cheguei por trás e sussurrei no ouvido dela.
— Vem cá, putinha. Quero brincar um pouco. Falei, com a voz cheia de desejo.
Peguei ela pelo braço e levei pro meu quarto. Mandei ela se ajoelhar na minha frente.
— Quero que você me chupe o pau, putinha. Ordenei.
— Que... o quê? Ela disse, surpresa.
— Não se faz de sonsa. Quero que você me chupe o pau. Falei, com um tom autoritário.
— O castigo da aposta é que você tem que obedecer todas as minhas ordens. Lembrei ela.
— Sim, sim, mas... eu não quero fazer isso. Ela disse, com a voz trêmula.
— Você não tem escolha, putinha. Ou faz ou eu te castigo. Falei, me aproximando mais.
Ela hesitou por um momento, mas finalmente abaixou a cabeça e começou a desabotoar minha calça.
Enquanto eu tirava o pau pra fora, olhei fixamente pra ela.
— Nossa, é enorme. Ela disse, surpresa.
A cara dela mostrava uma mistura de nojo e fascinação.
Sasha pegou no meu pau com as mãos trêmulas. Olhei pra ela com um sorriso arrogante.
— Tá esperando o quê? — falei.
— Por favor, meu amo... — ela disse, baixando a cabeça.
— Não me faz fazer isso, que tal eu te dar uma punheta? — ela pediu com voz suplicante.
— Chupa meu pau, puta. — falei, com voz firme.
Ela hesitou por um momento, mas finalmente abriu a boca e começou a chupar.
— Assim que eu gosto, puta. — falei, enquanto sentia a boca quente dela em volta do meu pau.
— Mais fundo, puta. — ordenei.
Ela obedeceu, baixando mais a cabeça e enfiando mais do meu pau na boca dela.
Senti uma onda de prazer enquanto ela chupava com vontade.
Depois de alguns minutos.
— Tô com vontade de comer essa bunda, puta. Falei, com a voz carregada de desejo.
Ela começou a acelerar a chupada.
— Parece que você tá gostando disso, puta. Falei, com tom debochado.
— Sim, senhor... Disse ela, com a voz trêmula.
— Fico feliz que você goste, puta. Mas agora quero que você fique de quatro. Ordenei.
— Por favor, Ale... Disse ela, com a voz trêmula, quase implorando.
— Ale agora sou seu senhor. Falei pra ela.
— Não me faça esperar mais, puta. Falei, com tom autoritário.
Ela hesitou por um momento, mas finalmente ficou de quatro no sofá. A bunda firme e redonda se erguia tentadoramente.
— Se prepara, puta. Falei, enquanto me aproximava por trás.
— Por favor, senhor... Disse ela, com a voz trêmula.
— Cala a boca e aproveita, puta. Falei, enquanto a penetrava devagar.
Ela gemeu enquanto eu a penetrava, sentindo prazer e humilhação ao mesmo tempo.
— Assim que eu gosto, puta. Falei, aumentando o ritmo.
— Devagar, pelo amor de Deus, senhor... Disse ela, implorando.
— Não reclama, puta. Falei.
Continuei comendo a Sasha, curtindo a humilhação e o prazer dela.
— Você é minha, puta. Falei, com voz dominante.
Segurei o pulso dela com uma mão enquanto a outra continuava apoiada no sofá.
— Abre essa buceta pra mim, puta. Ordenei.
Ela obedeceu, abrindo mais as nádegas pra mim.
— Assim que eu gosto, puta. Falei, enquanto continuava comendo.
Enfiei toda a minha pica no cu dela com uma estocada forte e brutal. Ela tava apertadíssima, quentinha. Comecei a meter e tirar, devagar, pra abrir mais e mais aquele cu dela.
— Ahhh... amo... — Ela disse, gemendo.
Eu dei uma estocada bem forte.
— Ahhh! — Nós dois grunhimos, eu de prazer e ela numa mistura de dor e prazer.
Não tinha acabado. Dei um tapa forte na bunda dela.
— Sobe. — Falei, enquanto me sentava no sofá.
— Vamos ver o quão boa vadia você é. — Falei, rindo.
Ela, com as pernas tremendo.
Ela subiu, de costas pra mim, sem ousar me olhar. Ajeitei minha pica no cu dolorido dela.
— Mexe essa bunda pra mim, vadia. — Ordenei.
Ela começou a se mexer devagar, sentindo cada estocada no cu dela. Enfiando cada centímetro da minha pica.
— Mais rápido, vadia. — Ordenei.
— Ah, é muito grande. — Ela disse, ofegante.
— Não reclama, vadia. — Falei.
— Desculpa, amo... — Ela disse.
— Continua se mexendo, vadia. — Falei, enquanto sentia o prazer aumentar.
Enfiei toda minha pica no cu dela com uma estocada forte e brutal. Tava apertadíssimo, quentinho.
Comecei a meter e tirar, devagar, pra abrir cada vez mais aquele cu.
— Ahhh... amor... — gemeu, cravando as unhas na almofada do sofá, sem ousar virar o pescoço pra me olhar.
— Ajeita essa bunda, puta. Não quero que um centímetro da minha pica escape. — falei, guiando as ancas largas dela pra minha pica se centrar no cu dolorido.
Assim que sentiu minha pica cravada até a base, começou a se mexer devagar, um vai e vem tímido e doloroso. Enterrava cada centímetro da minha pica no cu dela.
— Mais rápido, puta. Usa essa bunda redonda que eu te fiz pra alguma coisa. — ordenei, batendo ritmado na bunda dela com a palma da mão.
— Ah, é grande demais... — ofegou Sasha, enquanto o movimento virava um prazer que ela não conseguia controlar, se enterrando cada vez mais na minha pica.
Aumentou o ritmo, e agora o som do corpo dela batendo era o único barulho na sala.
Senti o esfíncter dela apertando minha pica a cada descida, a prova perfeita de que ela tava perdendo o controle.
E ela tava se tornando minha puta.
Sasha tentou se proteger, colocando a mão trêmula bem na base do meu pau, como se pudesse me impedir de penetrar mais fundo.
— Não resiste, putinha. — falei.
— Quero sentir você completamente cheia do meu pau. — falei.
Segurei ela pelos quadris e empurrei pra baixo, penetrando com mais força. Ela soltou um gemido abafado, e eu curti a submissão forçada dela.
Enquanto comia ela com força e dureza, colocando cada centímetro do meu pau na bunda dela.
— Piedade, por favor, senhor. — disse ela, quase chorando.
— Não tem piedade pra puta como você. — falei, aumentando o ritmo.
— Você tem ele muito grande, senhor. — disse ela, ofegante.
— E você tem uma bunda feita pra mim. — falei, enquanto continuava comendo a Sasha com força.
Depois de alguns minutos, resolvi mudar as regras do jogo.
Cansei de ver só as costas dela.
— Quero ver sua cara e seus peitos. — falei.
Ela se virou, me encarando com olhos vidrados.
— Continua se mexendo, putinha. — ordenei.
Ela obedeceu, girando o tronco pra ficar de frente pra mim, enquanto continuava cavalgando meu pau num ritmo frenético.
— Assim que eu gosto, putinha. — falei, vendo os peitões dela quicando a cada estocada.
Em alguns momentos, a Sasha perdeu o controle total, gemendo e ofegando enquanto o corpo dela se entregava ao prazer e à humilhação.
Cada vez ela gemia mais e mais alto. Eu via os olhos dela se enchendo de lágrimas. Os peitos dela balançavam loucamente a cada cavalgada que ela dava.
Segurei firme na cintura dela, controlando o movimento dela. Fazendo a bunda dela bater na minha pélvis a cada estocada.
Com as mãos na cintura dela, forcei ela a acelerar o ritmo pra sentir meu pau cada vez mais fundo no cu dela.
Cansei dela controlar o ritmo. Queria que meu pau chegasse num ponto mais fundo.
Com um movimento rápido, agarrei ela pela cintura e joguei de bruços no sofá.
Meu pau saiu do cu dela com um som molhado de sucção, e ela gemeu de alívio momentâneo.
— De bruços! Abre as pernas pra sua puta. — Ordenei.
Ela se apoiou no sofá, levantando a bunda no ar, as nádegas firmes tremendo. As pernas abertas, expostas.
Dava pra ver o cu dela aberto, marcado com o contorno do meu pau.
— Assim que eu gosto, puta. — Falei, enquanto me posicionava por cima dela.
Comecei a meter naquela posição, sentindo meu pau chegar muito mais fundo que antes.
Sasha já não reclamava de dor, mas sim de uma mistura de dor e prazer que fazia ela vibrar.
A humilhação era total: aberta, exposta, quebrada, e meu pau era tudo que ela sentia.
— Por favor, senhor... Disse ela, com a voz trêmula.
— Deixa eu descansar um pouco a bunda. Disse ela, ofegante.
— Tá muito arrombado, senhor... Disse ela, quase chorando.
— Minha bunda tá destruída, por favor... Disse ela, com voz suplicante.
— Tá bom, putinha. Mas agora quero que você me deixe entrar na sua buceta. Eu disse.
Enquanto continuava comendo ela, aumentando a intensidade. Sabia que mais cedo ou mais tarde ela aceitaria.
— Você sabe que sou virgem... por favor. Ela me disse.
— Essa é a minha oferta, putinha. Aceita ou para de reclamar. Eu disse, rindo, sabendo que ela aceitaria mais cedo ou mais tarde.
Ela hesitou por um momento, mas finalmente concordou com a cabeça.
Tirei meu pau da bunda dela. Ela soltou um grito de alívio seguido de um gemido quando movi meu pau em direção à sua nova buceta.
Era um buraco ainda virgem, e estava quente, lubrificado e incrivelmente apertado.
— Aqui vai, putinha. Eu disse, enquanto entrava na buceta dela.
— Boa putinha. Eu disse, enquanto penetrava devagar.
— Era disso que você tinha medo, hein? De ser uma mulher completa, uma putinha pronta pro meu pau. Eu disse.
Ela soltou um gemido incontrolável. Era um som agudo e doce que me excitou mais do que qualquer outra coisa.
— Ah! Meu Deus, senhor! Ela gritou.
— Ah, você tá gostando, né, putinha? Eu disse, sorrindo com arrogância.
Comecei a dar estocadas profundas nela. Ela estava de bruços, com as pernas abertas, me dando o ângulo perfeito.
Meu pau preenchia a buceta dela, e o roçar na parede frontal a fazia gemer sem parar.
— Você é tão virgem aqui, Sasha! Vou ser o único! Eu disse, aumentando o ritmo, batendo meu quadril contra a bunda dela a cada estocada.
Depois de quase meia hora. Metendo forte na buceta dela. Sentia que ela já tava começando a gozar no meu pau.
— Uau, putinha, sabia que você gostava. Falei todo convencido.
Senti o corpo dela se tensar, os gemidos ficaram sem nexo.
— Tô gozando, amo! Tô gozando! — Ela gritou.
Ela começou a gozar, um orgasmo violento que fez ela apertar meu pau com cada músculo da sua nova feminilidade.
Senti um jorro de sucos quentes na minha cintura.
Ela gozava tão forte e selvagem que tirava meu pau da buceta dela. Comecei a enfiar de novo e de novo.
Tirava meu pau inteiro da buceta dela e enfiava de novo, cada vez mais fundo, fazendo ela gozar uma vez atrás da outra.
— Uau, putinha, sabia que você gostava. Falei todo convencido, curtindo o corpo dela exausto e envergonhado.
Duas horas. Duas putas horas de posse. Eu estava no limite, sentindo a pressão explodir.
Agarrei ela pelos braços e levantei, jogando ela no chão acarpetado. Ela caiu de joelhos, completamente exausta e nua com o uniforme de lingerie rasgado.
— Ajoelha que vou gozar, puta! — ordenei, apontando meu pau pra cara dela.
Rapidamente, ela se ajoelhou na minha frente. As lágrimas tinham se misturado com o suor, mas os olhos dela estavam fixos no meu pau.
— Abre a boca, puta. Aqui vem o prêmio! — falei enquanto soltava um jato forte e quente de porra na cara dela, marcando meu território.
A porra branca e grossa cobriu os lábios carnudos dela, escorreu pelo queixo e manchou as duas bolas grandes do peito dela. Algumas gotas caíram dentro da boca dela.
— Limpa meu pau, puta. — falei, obrigando ela a lamber o resto do meu pau, que ainda pingava.
Depois me afastei. Ela ficou de joelhos, tremendo, com minha porra toda na cara.
— Engole tudo. — ordenei.
Ela fechou os lábios, engolindo o resto do meu pau, e a curiosidade venceu — ela engoliu toda a porra que tinha caído na boca dela. Limpou o rosto com as costas da mão, espalhando minha porra nas maçãs do rosto dela.
— Que puta boa você é. — falei, com um sorriso de satisfação total.
— Agora vai se limpar e preparar algo pra eu comer. E lembra: esse é o começo do teu mês de servidão. O Amo já vai dormir. — falei.
Fui me deitar, deixando ela de joelhos e manchada com minha porra, a prova de que Ezequiel tinha morrido e Sasha era agora minha puta pessoal.
E assim foi a primeira noite de um mês muito longo.
●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
O maldito virgem do Ezequiel morreu! Agora, a Sasha é minha putinha pessoal por um mês. A bunda dela arrombada e a buceta nova virgem são minhas, e o risco da transformação ser PERMANENTE tá na mesa.
Querem ver como eu humilho ela como minha Serviçal Pessoal?
E o mais importante: será que vou transformar ela em mulher PRA SEMPRE?
Se o post receber o apoio dos meus seguidores, eu publico a segunda parte:
Alejandro e Sasha: O Castigo da Serviçal.
●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Parte N°2:
Alejandro e Sasha: O Castigo da Serviçal:
(Em breve)
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Post Anterior:
Alejandro e Celeste: A Seguidora Fanática.https://www.poringa.net/posts/relatos/6193968/Alejandro-Y-Celeste-La-Seguidora-Fanatica.html●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Próximo Post:
Alejandro e Jasmim; Brincando Com o Perigo:https://www.poringa.net/posts/relatos/6200879/Alejandro-Y-Jazmin-Jugando-Con-El-Peligro.html●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●
Outros Contos Gender Bender:
● Alejandro e Gimena: Irmã Protetora:https://www.poringa.net/posts/relatos/6084875/Alejandro-Y-Gimena-Hermana-Protectora.html● Alejandro e Sasha: A Empregada da Aposta:https://www.poringa.net/posts/relatos/6196030/Alejandro-Y-Sasha-La-Sirvienta-De-La-Apuesta.html● Alejandro e Martina: A Última Noite do Ano:https://www.poringa.net/posts/relatos/6219616/Alejandro-Y-Martina-La-Ultima-Noche-Del-Ano.html● Alejandro e Bruna: De Treinador de Cachorro a Puta Domada:https://www.poringa.net/posts/relatos/6240833/Alejandro-Y-Bruna-De-Entrenador-De-Perro-A-Perra-Domada.html● Alejandro e Camila: De Excluído a Colegial Vadia Do Bully:https://www.poringa.net/posts/relatos/6250725/Alejandro-Y-Camila-De-Marginado-A-Colegiala-Puta-Del-Bully.html
O texto a seguir é uma obra de ficção erótica para adultos.
Contém temas de dominação, submissão e fantasia de Gender Bender.
Todos os personagens são fictícios e as situações narradas fazem parte de um jogo de papéis literário.
Recomenda-se discrição.
Sasha, antes conhecido como Ezequiel, sempre foi meu melhor amigo, um virgem que vivia aterrorizado por mulheres.
Tinha uma energia nervosa, daqueles caras que compensam a insegurança com uma arrogância desnecessária.
Fisicamente, era um pouco mais baixo, magro, mas a transformação dele foi um inferno para a personalidade antiga.
Agora, como Sasha, é uma morena exuberante, quase irreal. A pílula expandiu os quadris dela até o impossível,
deixando uma bunda redonda e firme que desafia a gravidade. Os peitos dela, que antes eram um peito liso, agora são duas esferas grandes, pálidas e macias
que escapam de qualquer tecido. O rosto dela é um escândalo de feminilidade, com uns lábios carnudos e um olhar que oscila entre o medo e o desejo reprimido.
Era o tipo de mulher que deixaria ele mesmo nervoso se estivesse na frente dela.
A fantasia que ela escolheu (pensando em me humilhar) era um uniforme de empregada de lingerie sexy, preto e branco, que deixa muito pouco para a imaginação,
destacando cada nova curva e transformando a humilhação dela num prazer visual constante. A virgindade dela acabou, sim, mas não do jeito que ele ou ela planejava.
Yo, Alejandro, tava na minha poltrona, sentindo aquela adrenalina que só um jogo que define a sorte e o prazer dá. O Ezequiel tinha chegado na minha casa uma hora antes do clássico com um ar de arrogância total.
Uma semana antes do clássico, o Ezequiel tinha me falado sobre uma pílula Gender Bender.
A pílula era um tratamento experimental da internet que transformava uma pessoa no sexo oposto. De homem pra mulher e vice-versa.
Na mesma semana, a gente tinha se encontrado.
Uma semana antes:
— Vai lá, Ale. Não fica de cu doce. Uma semana de servidão se o teu time perder. Eu já trouxe tudo planejado. — Me disse o Ezequiel.
— Uma semana? Que cagão você é, Ezequiel. — Respondi, olhando pra ele com meu sorriso mais metido.
— Já que o efeito da pílula dura um mês, vamos jogar por um mês. O perdedor vira a empregada pessoal por trinta dias. Tu aguenta? — Falei, todo arrogante.
Sabia que o Ezequiel odiava perder, e ainda mais se isso significasse se humilhar. Também sabia que essa aposta era tentadora demais pra ele. Sabia que o Ezequiel tava desesperado pra perder a virgindade.
— Fechado! — Ele aceitou. — Me disse, confiante que ia ganhar.
Assim que o Ezequiel chegou na minha casa, veio com uma sacola grande.
— Trouxe tudo que a gente precisa pra aposta. — Me disse com um sorriso arrogante.
Nos primeiros 30 minutos, o time dele tava ganhando. Por um momento, senti um calafrio: aquele uniforme era um crime, mas a ideia de ser dominado por ele me dava nojo.
— Hahaha, parece que você vai se fantasiar hoje. — Me disse, rindo na minha cara.
Mas aos 60 minutos, empataram. E bem quando o jogo ia acabar, aos 89 minutos, meu time fez um gol. Levantei da poltrona feito um campeão.
O Ezequiel ficou paralisado.
— Não pode ser... Não pode ser... — murmurou, olhando pra tela incrédulo.
— Hahaha, parece que você vai ser minha empregada por um mês, putinha. — Falei, chegando perto dele com um sorriso triunfante.
O Ezequiel engoliu seco, o rosto pálido e os olhos cheios de medo. Sabia que não tinha escapatória.
— Tá bom, tá bom... Disse resignado.
— Pega teu presente, puta. Falei, e peguei um dos comprimidos. Enfiei na boca dele sem perguntar, forçando ele a engolir.
A mudança foi instantânea e brutal. Vi como a calça jeans dele rasgava, como a camisa se rompia com o surgimento de dois peitões grandes e firmes.
A voz dele ficou aguda. Ele caiu de joelhos, gemendo enquanto o quadril e a bunda se alargavam. Ezequiel tinha morrido e acabava de nascer minha puta, Sasha.
— Veste teu uniforme, Sasha. Tem que estar pronta pro teu dono. Ordenei com voz dominante.
Enquanto ela se vestia, peguei o pote de comprimidos. Comecei a ler as instruções.
Dizia que o pote tem 13 comprimidos, o efeito dura um mês. Mas se a pessoa levar um creampie, o efeito fica permanente.
Assim que terminou de se vestir, Sasha ficou na minha frente.
A fantasia que ele tinha escolhido agora ficava ridiculamente pequena. A bunda e os peitos dela transbordavam por cada abertura.
— Uau. Me aproximei e levantei o queixo dela.
— Você tá muito gostosa. Vai ser uma excelente empregada. Falei.
— Obrigada, qual é a primeira ordem, senhor. Disse num tom de deboche, ainda com a personalidade do Ezequiel.
— Me chama de dono. Falei, com uma voz que não admitia réplica.
O rosto dela se contraiu de humilhação, mas obedeceu.
— Beleza, dono. Respondeu.
— Primeiro, limpar minha casa. E não quero reclamação. Ordenei.
Ela começou a limpar exatamente como eu tinha mandado. Sentia a humilhação daquela fantasia. Eu observava ela do sofá.
— Oi, dono. Sasha me cumprimentou com uma voz doce.
— Oi, puta. Falei com soberba, despindo ela com o olhar. Vi ela morder o lábio.
— Precisa de alguma coisa, meu dono? Perguntou.
— Não, não. Continua. Mas vira de costas. Quero ver essa bunda quando você se abaixa.
Ela se virou, mostrando a bunda redonda e firme. Senti uma onda de desejo.
— Que bunda gostosa, puta. Falei, me aproximando.
— Obrigada, dono. Respondeu. envergonhada.
Os dias foram passando e a Sasha foi se acostumando com o papel de empregada. A humilhação era constante, mas o prazer de tê-la na minha mão também era. Um dia, enquanto ela limpava, cheguei por trás e sussurrei no ouvido dela.
— Vem cá, putinha. Quero brincar um pouco. Falei, com a voz cheia de desejo.
Peguei ela pelo braço e levei pro meu quarto. Mandei ela se ajoelhar na minha frente.
— Quero que você me chupe o pau, putinha. Ordenei.
— Que... o quê? Ela disse, surpresa.
— Não se faz de sonsa. Quero que você me chupe o pau. Falei, com um tom autoritário.
— O castigo da aposta é que você tem que obedecer todas as minhas ordens. Lembrei ela.
— Sim, sim, mas... eu não quero fazer isso. Ela disse, com a voz trêmula.
— Você não tem escolha, putinha. Ou faz ou eu te castigo. Falei, me aproximando mais.
Ela hesitou por um momento, mas finalmente abaixou a cabeça e começou a desabotoar minha calça.
Enquanto eu tirava o pau pra fora, olhei fixamente pra ela.
— Nossa, é enorme. Ela disse, surpresa.
A cara dela mostrava uma mistura de nojo e fascinação.
Sasha pegou no meu pau com as mãos trêmulas. Olhei pra ela com um sorriso arrogante. — Tá esperando o quê? — falei.
— Por favor, meu amo... — ela disse, baixando a cabeça.
— Não me faz fazer isso, que tal eu te dar uma punheta? — ela pediu com voz suplicante.
— Chupa meu pau, puta. — falei, com voz firme.
Ela hesitou por um momento, mas finalmente abriu a boca e começou a chupar.
— Assim que eu gosto, puta. — falei, enquanto sentia a boca quente dela em volta do meu pau.
— Mais fundo, puta. — ordenei.
Ela obedeceu, baixando mais a cabeça e enfiando mais do meu pau na boca dela.
Senti uma onda de prazer enquanto ela chupava com vontade.
Depois de alguns minutos.— Tô com vontade de comer essa bunda, puta. Falei, com a voz carregada de desejo.
Ela começou a acelerar a chupada.
— Parece que você tá gostando disso, puta. Falei, com tom debochado.
— Sim, senhor... Disse ela, com a voz trêmula.
— Fico feliz que você goste, puta. Mas agora quero que você fique de quatro. Ordenei.
— Por favor, Ale... Disse ela, com a voz trêmula, quase implorando.
— Ale agora sou seu senhor. Falei pra ela.
— Não me faça esperar mais, puta. Falei, com tom autoritário.
Ela hesitou por um momento, mas finalmente ficou de quatro no sofá. A bunda firme e redonda se erguia tentadoramente.
— Se prepara, puta. Falei, enquanto me aproximava por trás.
— Por favor, senhor... Disse ela, com a voz trêmula.
— Cala a boca e aproveita, puta. Falei, enquanto a penetrava devagar.
Ela gemeu enquanto eu a penetrava, sentindo prazer e humilhação ao mesmo tempo.
— Assim que eu gosto, puta. Falei, aumentando o ritmo.
— Devagar, pelo amor de Deus, senhor... Disse ela, implorando.
— Não reclama, puta. Falei.
Continuei comendo a Sasha, curtindo a humilhação e o prazer dela.
— Você é minha, puta. Falei, com voz dominante.
Segurei o pulso dela com uma mão enquanto a outra continuava apoiada no sofá.
— Abre essa buceta pra mim, puta. Ordenei.
Ela obedeceu, abrindo mais as nádegas pra mim.
— Assim que eu gosto, puta. Falei, enquanto continuava comendo.
Enfiei toda a minha pica no cu dela com uma estocada forte e brutal. Ela tava apertadíssima, quentinha. Comecei a meter e tirar, devagar, pra abrir mais e mais aquele cu dela. — Ahhh... amo... — Ela disse, gemendo.
Eu dei uma estocada bem forte.
— Ahhh! — Nós dois grunhimos, eu de prazer e ela numa mistura de dor e prazer.
Não tinha acabado. Dei um tapa forte na bunda dela.
— Sobe. — Falei, enquanto me sentava no sofá.
— Vamos ver o quão boa vadia você é. — Falei, rindo.
Ela, com as pernas tremendo.
Ela subiu, de costas pra mim, sem ousar me olhar. Ajeitei minha pica no cu dolorido dela.
— Mexe essa bunda pra mim, vadia. — Ordenei.
Ela começou a se mexer devagar, sentindo cada estocada no cu dela. Enfiando cada centímetro da minha pica.
— Mais rápido, vadia. — Ordenei.
— Ah, é muito grande. — Ela disse, ofegante.
— Não reclama, vadia. — Falei.
— Desculpa, amo... — Ela disse.
— Continua se mexendo, vadia. — Falei, enquanto sentia o prazer aumentar.
Enfiei toda minha pica no cu dela com uma estocada forte e brutal. Tava apertadíssimo, quentinho. Comecei a meter e tirar, devagar, pra abrir cada vez mais aquele cu.
— Ahhh... amor... — gemeu, cravando as unhas na almofada do sofá, sem ousar virar o pescoço pra me olhar.
— Ajeita essa bunda, puta. Não quero que um centímetro da minha pica escape. — falei, guiando as ancas largas dela pra minha pica se centrar no cu dolorido.
Assim que sentiu minha pica cravada até a base, começou a se mexer devagar, um vai e vem tímido e doloroso. Enterrava cada centímetro da minha pica no cu dela.
— Mais rápido, puta. Usa essa bunda redonda que eu te fiz pra alguma coisa. — ordenei, batendo ritmado na bunda dela com a palma da mão.
— Ah, é grande demais... — ofegou Sasha, enquanto o movimento virava um prazer que ela não conseguia controlar, se enterrando cada vez mais na minha pica.
Aumentou o ritmo, e agora o som do corpo dela batendo era o único barulho na sala.
Senti o esfíncter dela apertando minha pica a cada descida, a prova perfeita de que ela tava perdendo o controle.
E ela tava se tornando minha puta.
Sasha tentou se proteger, colocando a mão trêmula bem na base do meu pau, como se pudesse me impedir de penetrar mais fundo.— Não resiste, putinha. — falei.
— Quero sentir você completamente cheia do meu pau. — falei.
Segurei ela pelos quadris e empurrei pra baixo, penetrando com mais força. Ela soltou um gemido abafado, e eu curti a submissão forçada dela.
Enquanto comia ela com força e dureza, colocando cada centímetro do meu pau na bunda dela.
— Piedade, por favor, senhor. — disse ela, quase chorando.
— Não tem piedade pra puta como você. — falei, aumentando o ritmo.
— Você tem ele muito grande, senhor. — disse ela, ofegante.
— E você tem uma bunda feita pra mim. — falei, enquanto continuava comendo a Sasha com força.
Depois de alguns minutos, resolvi mudar as regras do jogo.Cansei de ver só as costas dela.
— Quero ver sua cara e seus peitos. — falei.
Ela se virou, me encarando com olhos vidrados.
— Continua se mexendo, putinha. — ordenei.
Ela obedeceu, girando o tronco pra ficar de frente pra mim, enquanto continuava cavalgando meu pau num ritmo frenético.
— Assim que eu gosto, putinha. — falei, vendo os peitões dela quicando a cada estocada.
Em alguns momentos, a Sasha perdeu o controle total, gemendo e ofegando enquanto o corpo dela se entregava ao prazer e à humilhação.
Cada vez ela gemia mais e mais alto. Eu via os olhos dela se enchendo de lágrimas. Os peitos dela balançavam loucamente a cada cavalgada que ela dava.
Segurei firme na cintura dela, controlando o movimento dela. Fazendo a bunda dela bater na minha pélvis a cada estocada.
Com as mãos na cintura dela, forcei ela a acelerar o ritmo pra sentir meu pau cada vez mais fundo no cu dela.
Cansei dela controlar o ritmo. Queria que meu pau chegasse num ponto mais fundo.Com um movimento rápido, agarrei ela pela cintura e joguei de bruços no sofá.
Meu pau saiu do cu dela com um som molhado de sucção, e ela gemeu de alívio momentâneo.
— De bruços! Abre as pernas pra sua puta. — Ordenei.
Ela se apoiou no sofá, levantando a bunda no ar, as nádegas firmes tremendo. As pernas abertas, expostas.
Dava pra ver o cu dela aberto, marcado com o contorno do meu pau.
— Assim que eu gosto, puta. — Falei, enquanto me posicionava por cima dela.
Comecei a meter naquela posição, sentindo meu pau chegar muito mais fundo que antes.
Sasha já não reclamava de dor, mas sim de uma mistura de dor e prazer que fazia ela vibrar.
A humilhação era total: aberta, exposta, quebrada, e meu pau era tudo que ela sentia.
— Por favor, senhor... Disse ela, com a voz trêmula. — Deixa eu descansar um pouco a bunda. Disse ela, ofegante.
— Tá muito arrombado, senhor... Disse ela, quase chorando.
— Minha bunda tá destruída, por favor... Disse ela, com voz suplicante.
— Tá bom, putinha. Mas agora quero que você me deixe entrar na sua buceta. Eu disse.
Enquanto continuava comendo ela, aumentando a intensidade. Sabia que mais cedo ou mais tarde ela aceitaria.
— Você sabe que sou virgem... por favor. Ela me disse.
— Essa é a minha oferta, putinha. Aceita ou para de reclamar. Eu disse, rindo, sabendo que ela aceitaria mais cedo ou mais tarde.
Ela hesitou por um momento, mas finalmente concordou com a cabeça.
Tirei meu pau da bunda dela. Ela soltou um grito de alívio seguido de um gemido quando movi meu pau em direção à sua nova buceta.
Era um buraco ainda virgem, e estava quente, lubrificado e incrivelmente apertado.
— Aqui vai, putinha. Eu disse, enquanto entrava na buceta dela.
— Boa putinha. Eu disse, enquanto penetrava devagar.
— Era disso que você tinha medo, hein? De ser uma mulher completa, uma putinha pronta pro meu pau. Eu disse.
Ela soltou um gemido incontrolável. Era um som agudo e doce que me excitou mais do que qualquer outra coisa.
— Ah! Meu Deus, senhor! Ela gritou.
— Ah, você tá gostando, né, putinha? Eu disse, sorrindo com arrogância.
Comecei a dar estocadas profundas nela. Ela estava de bruços, com as pernas abertas, me dando o ângulo perfeito.
Meu pau preenchia a buceta dela, e o roçar na parede frontal a fazia gemer sem parar.
— Você é tão virgem aqui, Sasha! Vou ser o único! Eu disse, aumentando o ritmo, batendo meu quadril contra a bunda dela a cada estocada.
Depois de quase meia hora. Metendo forte na buceta dela. Sentia que ela já tava começando a gozar no meu pau.— Uau, putinha, sabia que você gostava. Falei todo convencido.
Senti o corpo dela se tensar, os gemidos ficaram sem nexo.
— Tô gozando, amo! Tô gozando! — Ela gritou.
Ela começou a gozar, um orgasmo violento que fez ela apertar meu pau com cada músculo da sua nova feminilidade.
Senti um jorro de sucos quentes na minha cintura.
Ela gozava tão forte e selvagem que tirava meu pau da buceta dela. Comecei a enfiar de novo e de novo.
Tirava meu pau inteiro da buceta dela e enfiava de novo, cada vez mais fundo, fazendo ela gozar uma vez atrás da outra.
— Uau, putinha, sabia que você gostava. Falei todo convencido, curtindo o corpo dela exausto e envergonhado.
Duas horas. Duas putas horas de posse. Eu estava no limite, sentindo a pressão explodir.Agarrei ela pelos braços e levantei, jogando ela no chão acarpetado. Ela caiu de joelhos, completamente exausta e nua com o uniforme de lingerie rasgado.
— Ajoelha que vou gozar, puta! — ordenei, apontando meu pau pra cara dela.
Rapidamente, ela se ajoelhou na minha frente. As lágrimas tinham se misturado com o suor, mas os olhos dela estavam fixos no meu pau.
— Abre a boca, puta. Aqui vem o prêmio! — falei enquanto soltava um jato forte e quente de porra na cara dela, marcando meu território.
A porra branca e grossa cobriu os lábios carnudos dela, escorreu pelo queixo e manchou as duas bolas grandes do peito dela. Algumas gotas caíram dentro da boca dela.
— Limpa meu pau, puta. — falei, obrigando ela a lamber o resto do meu pau, que ainda pingava.
Depois me afastei. Ela ficou de joelhos, tremendo, com minha porra toda na cara.
— Engole tudo. — ordenei.
Ela fechou os lábios, engolindo o resto do meu pau, e a curiosidade venceu — ela engoliu toda a porra que tinha caído na boca dela. Limpou o rosto com as costas da mão, espalhando minha porra nas maçãs do rosto dela.
— Que puta boa você é. — falei, com um sorriso de satisfação total.
— Agora vai se limpar e preparar algo pra eu comer. E lembra: esse é o começo do teu mês de servidão. O Amo já vai dormir. — falei.
Fui me deitar, deixando ela de joelhos e manchada com minha porra, a prova de que Ezequiel tinha morrido e Sasha era agora minha puta pessoal.
E assim foi a primeira noite de um mês muito longo.
●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•●•● O maldito virgem do Ezequiel morreu! Agora, a Sasha é minha putinha pessoal por um mês. A bunda dela arrombada e a buceta nova virgem são minhas, e o risco da transformação ser PERMANENTE tá na mesa.
Querem ver como eu humilho ela como minha Serviçal Pessoal?
E o mais importante: será que vou transformar ela em mulher PRA SEMPRE?
Se o post receber o apoio dos meus seguidores, eu publico a segunda parte:
Alejandro e Sasha: O Castigo da Serviçal.
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Parte N°2:
Alejandro e Sasha: O Castigo da Serviçal:
(Em breve)
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Outros Contos Gender Bender:
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