Com a tia (capítulo 2)

Depois do nosso primeiro encontro, fiquei pensando: será que minha tia vai contar pros meus pais, pra minha avó? Será que ela se arrependeu? Foi errado eu aceitar? (Nem passou pela minha cabeça recusar). Nos dias seguintes, não tive notícias dela, mas o lado bom foi que quebrei o mito de que nasce pelo na palma da mão de tanto bater punheta. Eu batia umas três ou quatro por dia e mais duas à noite! Na noite de Reis, meu tio veio em casa com um presente pra mim, mandado pela tia (uma camisa branca) e o convite pra almoçar no dia seguinte, que ela estaria sozinha!!! Cheguei meio-dia, queria comer cedo!!! Não a peguei de surpresa; ela estava de fio dental, falando com o tio no telefone, que ia pra algum lugar na rodovia 3, rumo a Bahía Blanca. Ela me abriu a porta e, de mãos dadas enquanto falava, me levou pra cozinha, mostrou umas caixas de ravióli e perguntou, mexendo os lábios: "Cê gosta?" Assenti com a cabeça. Ela desligou pro tio e disse: "É cedo pra cozinhar, vamos pro quarto." Entramos, ela se pendurou no meu pescoço e perguntou: "Sentiu minha falta, bebê?" "Sim, tia." Ela me beijou na boca, rindo: "Tira a roupa e me dá que vou pendurar." "Se eu chupar você, não vai gozar?" Hesitei, e ela percebeu. Tirou minha cueca, me deitou na cama, tirou o fio dental, pegou meu pau e sentou. Ela cavalgou desesperada, os peitos balançando, ela gemendo e me xingando: "Aguenta, vagabundo, que pariu você!!" Até que gozou, morrendo de rir. Senti uma umidade entre minhas pernas; fiquei na dúvida se era minha (não sabia dos fluidos femininos). A gostosa suava e se agarrou no meu pau de novo; tentei avisar, mas ela queria engolir meu leite e engoliu tudo. "Vou tomar banho e preparar a comida." E eu? Que porra eu faço? Só consegui dizer: "Ajudo em alguma coisa?" "Estende a cama", foi a resposta dela, e ouvi o chuveiro. Obedeci! Como meu avô dizia: obedecer os mais velhos!!! Ela saiu enrolada num roupão de banho com as iniciais do tio. "Se vestiu?", disse ou perguntou. "Vai tomar banho e veste meu roupão enquanto cozinho", falou sorrindo. Tomei meu tempo. A mesa já estava posta pra dois, e ela perguntou: Por meus planos de estudo. Almoçamos nessa temática. Lavei os pratos, sequei e levei pro quarto. Ela pediu meu celular e baixou um aplicativo, colocou o número dela nos contatos (ela sozinha ainda é a única). — Quer ficar comigo? — Sim, respondi. — Ninguém, mas ninguém mesmo pode saber, ok? — Sim, respondi de novo, e ela começou a me beijar. Desfez o nó do roupão e aquele corpo dela de novo diante dos meus olhos. — Tira ela — ordenou, e acariciou meu pau. — Me come de quatro — e se virou, me oferecendo aquela buceta depilada. Sentia como entrava e pensava: não quero gozar. Comecei a me mexer e a buceta dela começou a lubrificar meu pau. — Me come toda, filho da puta! — Eu era o Gardel e os guitarristas. Tava aprendendo a foder!!! Minha baba caía nas costas dela. Depois de me xingar, ordenou: — Goza dentro de mim!!! E eu explodi. Tentei sair porque minhas pernas tremiam, e ela disse: — Não sai — e devagar foi se deitando, e eu, sem tirar, fui subindo em cima dela.Com a tia (capítulo 2)

2 comentários - Com a tia (capítulo 2)

Seguro tomaba anticonceptivos o le gusta el riesgo jej