Todo empezó como un juego (4)

Desci e lá estava o Gustavo. A gente se cumprimentou com um beijo e dava pra sentir o nervosismo no ar.        Bom, já era, a Sol tá tomando banho.        Estou nervoso – ele me confessou        Os três estamos nervosos, é normal, nunca fizemos algo assim.        Eu também não, seria minha primeira vez com um casal.        Bom, a gente se conhece, né? – falei pra ela.        Totalmente – me tranquilizou Gustavo.
Entramos no apartamento bem na hora em que a gente ouviu o chuveiro sendo fechado. Ofereci uma taça de champanhe pro Gustavo, e ele aceitou de bom grado.        Já chegou o Gustavo. Quer uma taça de champanhe também? – gritei pra Sol.        Beleza, já tô indo
Em 5 minutos, a Sol apareceu e eu vi ela linda, não tinha molhado o cabelo laranja que sempre me deixou louco. Ela tava com uma saia jeans branca e uma camiseta azul claro com flores por cima. Umas sandálias de salto. Ela se aproximou tímida.        Oi        Você não vai cumprimentar o Gustavo?        Claro – disse ela.
Ficou na ponta dos pés e deu um beijo na bochecha dele, bem perto da boca, enquanto se agarrava no bíceps direito dele. Gustavo passou a mão na cintura dela de leve.
Ela se virou e tirou a taça da minha mão, bebendo tudo de um gole. Tava muito nervosa, dava pra ver.
Quando olhei pra ela com calma, percebi que a Sol não tinha colocado sutiã por baixo da camiseta e que os bicos dos peitos dela estavam duros. Isso não passou despercebido pro Gustavo, que olhou direto pra aquela região sem rodeios.
Não sabia como quebrar o gelo e pedi pro Gustavo sentar. A Sol ficou de pé sem saber o que fazer. Esperava algo de mim. Não me fiz de rogado e ordenei pra minha mulher:        Eu queria que você sentasse do lado do Gustavo.        Bom – disse ela, bem submissa        Gus, você gosta da Sol?        A verdade é que ela me deixa louco, adoro ela – disse ele olhando nos olhos dela.
Sol brincava com o próprio cabelo e mordia o lábio, olhando pro meu amigo.        E isso que você só viu um pouco de tudo que a Sol pode fazer.
Eu sentei do outro lado da Sol e ficamos nós três bem apertados no sofá. A Sol virou e me beijou. Não foi um beijo bom, ela tava muito tensa.        Tá muito nervosa, né? – falei pra ela        Sim, realmente, sim.        Bom, vamos fazer um jogo – eu propus        Fala, curto uns jogos – disse Gustavo        Começa contando de novo o que você gosta na Sol        O cabelo ruivo dela – disse Gustavo e acariciou o cabelo dela, levantando um tufo.        Valeu – disse Sol, olhando pra ele com tesão        E o que mais? – insisti.        Suas sardas – ele disse, e com o polegar acariciou a bochecha de Sol.
Sol mordeu o lábio descaradamente.        Também a pele branca dela e a boca rosa…
Gustavo passou agora o polegar no lábio inferior dela e Sol o encarou com seus olhos verdes iluminados pelo desejo.
Os lábios da minha mulher se abriram e eu soube que devia intervir, dando permissão pra Gustavo avançar.        Beija ela, Gus
Ele aproximou a boca e Sol avançou decidida, buscando a dele. Assim que sentiram o contato, as duas bocas se abriram e as línguas se procuraram. E se encontraram.
Sol erguia o corpo e se colava nele. Eu acariciava as costas dela, tentando não roçar no braço dele, que agora a acariciava.
Ela se separou e se virou pra me beijar. Agradeci. Percebi que não queria me deixar de fora daquilo tudo.
Abracei ela e minha mão esbarrou na do Gustavo, que tirou a dele na hora. Eu ri. Ainda estávamos muito nervosos, os três.
Me veio a ideia de provocar a Sol. E perguntei pro Gustavo:        Beija melhor que a prima?        Muito melhor – ele se apressou        Minha prima não existe do meu lado" – disse ela, orgulhosa.        Ah, sei lá, eu não conheço ela como o Gustavo – falei entre risadas.        É melhor a Sol – disse ele        Mas se você só beijou ela, vamos lá, levanta Gus.
Gustavo se levantou na frente da minha mulher. Sol olhou pra ele de baixo com cara de puta total e disse:        Quer que eu te mostre como eu sou boa? – enquanto começava a desabotoar o cinto dele
O volume de Gustavo era grande, embora a dureza não fosse total por causa do nervosismo. Sol desabotoou a calça jeans dele e abriu. Foi puxando para baixo pelos lados. A cueca preta de Gustavo mostrava uma pica grande, descansando de lado, na expectativa.
Sol agora pegou o elástico da cueca e puxou para frente, abaixando. Uma pica grande, dura e pesada apareceu diante dos olhos de Sol.        Cê gosta? – falei pra ela        Muito – disse ela com a voz trêmula de nervosismo        Dá um beijinho nela, então – eu incentivei.
Sol beijou ela e olhou pra mim.        Assim?        Se você gosta, pode dar mais beijos nela – falei Então Sol beijou ela de novo e depois colocou a língua pra fora e passou pelo lado da rola que agora tava bem dura e empinada        Ufghhhh como é que ficou assim – falei pra ela        Posso chupar um pouquinho? – Sol agora brincava de me pedir permissão.        Claro, mas pergunta pro Gustavo se ele quer        Gus – Sol ergueu o olhar e cravou nos olhos negros de Gustavo – posso chupar um pouquinho?        Sim, gostosa, pode chupar ela o quanto quiser.
Sol enfiou devagar na boca. Não cabia inteira, mas ela fez força. Começou a chupar como a experiente que era.
O cabelo ruivo caiu pra frente e eu não conseguia ver direito, então sentei mais na ponta do sofá, me aproximei e puxei o cabelo dela pra trás. Segurei pra poder olhar melhor. Passei a mão nos fios e acompanhei o ritmo da cabeça dela.
Era lindo de ver ela chupando uma rola daquele jeito.        Adoro ver você chupando a pica dele – soltei        Mmmmm, sim? – ela tirou a rola pra fora e me olhou com desejo.
Não hesitei e beijei ela. A gente se beijou feito dois adolescentes e me deu muito tesão saber que eu tava beijando ela depois de chupar a rola do meu amigo.
Sol se separou da minha boca e voltou pra rola do Gustavo. Eu comecei a tirar a camisa dela, desabotoando com cuidado cada um dos botões. Uma das minhas mãos roçou na do Gustavo de novo e na da Sol, que me ajudava a tirar a peça.        Vamos pro quarto – falei
A Sol se levantou e beijou o Gustavo de novo, que agora abraçava ela com força, pegando na bunda dela e amassando por baixo da saia branca.
Eu não hesitei e fiquei atrás dela. O Gustavo subiu as mãos até a cintura dela, e eu aproveitei pra levantar a saia e encostar ela por trás com meu volume durasso. Ela, sem parar de beijar ele, jogou a bunda pra trás pra sentir meu contato.
Depois, ela se virou e me beijou enquanto começava a desabotoar minha calça. Sem querer, quando acariciei a raba da Sol, o dorso da minha mão roçou no pau duro do meu amigo e eu tirei na hora.        Epaaaa – ele disse e deu uma risada        O que foi?" – perguntou Sol.        Toquei na pica dele sem querer – falei
Sol já tinha abaixado minha calça e tirado minha pica da cueca. Não hesitou e caiu de joelhos, segurando ambas as rolas com suas duas mãozinhas brancas.
Chupou a minha por um tempinho, depois tirou pra chupar a do Gustavo, e mais tarde fez o mesmo de novo, deixando o Gustavo de lado enquanto me chupava. Depois alternou de três chupadas em cada uma e eu me afastei pra não gozar naquela hora.        Vamos pro quarto, quero que me comam – ela disse.
Chegamos no quarto nós três e a Sol agarrou o Gustavo e deitou ele na cama. Ele fez menção de pegar uma camisinha e ela olhou pra mim:        Eu me cuido, não precisa.        Tem certeza?" – meu amigo quis confirmar.
Sol me olhou como se estivesse pedindo minha permissão.        Sim, Gus, tu é de confiança – eu expliquei.
A partir desse momento, a Sol parecia ter se esquecido de mim. Ela jogou o Gustavo na cama, e ele tentou se levantar pra beijá-la.
Ela assumiu o controle total e se ajoelhou no chão pra chupar a pica dele de novo, olhando nos olhos dele. Era um poema ver minha mulher com aquelas sardas, aqueles olhos verdes e aquele cabelo ruivo chupando a pica do meu amigo. Ela tava nua, só com uma calcinha preta de renda toda enfiada na bunda.
Eu dei a volta e fiquei atrás dela, beijando as costas dela e descendo até a bunda. Devagar, puxei a calcinha dela pra baixo e meti a mão pra tocar a buceta dela. Juro que nunca tinha sentido ela tão molhada na vida.
Ela levantou os joelhos pra deixar eu tirar a calcinha de vez. Eu me ajoelhei e beijei a bunda dela devagar e suavemente. Embora ela parecesse não perceber, todos os sentidos dela estavam na pica do Gustavo, que agora acariciava o cabelo dela e olhava com desejo.
A Sol não hesitou e subiu em cima do meu amigo, colocou as pernas dos lados do corpo dele e, segurando a pica firme com a mão, colocou na entrada da buceta dela.
Um raio pareceu percorrer o corpo inteiro dela quando ela foi descendo e engoliu tudo com a buceta dela. Eu me deitei de lado pra ver ela trepando com meu amigo. Era um espetáculo lindo. Ela realmente tava curtindo. Começou a subir e descer na pica do Gustavo, apoiando as mãos no peito dele.        Aghhhhhh eu gosto muito – ela disse        Você gosta da pica do meu amigo?" – perguntei pra ela.        Aghhhhhh, tô gozando – ela gritou        Aghhhhhh Aghhhhhh, você vai me fazer gozar também – disse Gustavo me olhando como se pedisse permissão        Aghhhmmmm siiiim, goza dentro de mim – ordenei para o Gustavo        Aaaahhhhhh – o grito veio dos dois ao mesmo tempo
Sol gritou de um jeito tremendo e desabou sobre o Gustavo, beijando ele com total descontrole. Ela se mexia como uma cobra e agora desmaiava como se tivessem desligado ela da tomada
Sol subiu um pouco e deixou todo o esperma cair na barriga do meu amigo. Ele era liso ou tava depilado. O fato é que ela pareceu lembrar que eu tava ali e me beijou na boca.
Depois se deitou na cama e ficamos nós três. Os dois tinham gozado. Eu ainda não.

Continua…
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7 comentários - Todo empezó como un juego (4)

👏👏 excelente saga hufff me encanta vamos x más... deliciosa historia
kokiCD +1
Como siempre, de lo mejor, las historias y la forma de escribirlas
👏👏👏👏
Me re calenté, me acuerdo verla a mi mujer cogiendo con mi amigo, hace unos años