Viagem relâmpago (IX)




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Compêndio IIIFelizmente, Marisol topou que a gente só se abraçasse naquela noite. Depois de passar a tarde inteira comendo a irmã dela, a Amélia, e a enfermeira Camila, eu tava exausto e precisava descansar. Ela também deixou eu visitar minha irmã, que mora em outra cidade, já que eu precisava me recuperar um pouco depois de ficar com toda a família da Marisol.

Naquela manhã, beijei minha esposa, que ficou em casa com o Jacinto na mansão da tia dela, se preparando pra visitar mais uma vez a prima espanhola dela, a Pamela, e o recém-nascido, Adrián, no hospital, junto com a Lucía. A viagem de ônibus até a casa da minha irmã foi tranquila, sem problemas, mas foi relaxante. Sempre gostei de visitar minha irmã, porque me lembrava de tempos mais simples, quando eu era mais inocente e fiel à Marisol.

Mas naquele dia, enquanto viajava no ônibus, me senti culpado, um baita dum mentiroso, por não ter contatado meus pais, que moram na mesma cidade que a Pamela, e por visitar só minha irmã porque sabia que ia perder o aniversário dela na semana seguinte, quando voltasse pra Austrália. Pior ainda, tava visitando minha irmã mais porque precisava de um descanso das parentes da Marisol, não porque realmente queria vê-la.

Minha irmã, uma mulher de voz suave, com olhos verdes quentes e um sorriso cansado, abriu a porta com um casaco velho, grande demais, e o cabelo preso às pressas num coque. Ela piscou, surpresa, e então o rosto dela se iluminou com aquele carinho familiar e compreensivo que sempre me faz sentir amado e indigno. Quando cheguei, minha irmã me abraçou com força antes que eu pudesse dizer uma palavra. As mãos dela estavam frias de lavar a louça.

Isso me trouxe lembranças. Quando minha irmã tava grávida do primeiro filho dela, o Afonso, eu costumava dar um jeito de escapar depois das aulas na faculdade pra visitar ela no hospital. Claro, chegava quinze minutos antes do fim do horário de visitas, depois de correr umas quadras e sentir fome. minha irmã insistia pra eu parar, mas ela ficava sozinha a maior parte do dia e eu era o mais próximo, então continuei até ela finalmente dar à luz.

Sentamos juntos e batemos um papo enquanto tomávamos um café. Falei que não podia deixar minha mulher sozinha no hospital até a prima dela dar à luz. Minha irmã foi compreensiva, como sempre, lembrando das vezes que eu tinha feito o mesmo por ela. Entreguei uma bolsa de couro chique que a Marisol tinha insistido em dar de presente quando fomos fazer compras no fim de semana anterior. Minha irmã hesitou ao ver, passando a mão na superfície macia como se não tivesse certeza se aceitava. Disse que era cara demais, mas ao mesmo tempo, os dedos dela se fecharam em volta da alça.

Ela suspirou e depois admitiu que as coisas não estavam fáceis. O Alfonso tinha acabado de começar a faculdade com uma bolsa parcial, mas as notas dele estavam instáveis. Me disse que tava preocupada que ele pudesse perder a bolsa, o que deixaria eles numa situação desesperadora. A voz dela falhou um pouco, embora ela tentasse disfarçar dando um gole na bebida. Não pensei duas vezes, com medo que ela acabasse vendendo a bolsa pra pagar as contas, pedi os dados da conta dela e peguei meu celular. Ela protestou, balançando as mãos, mas eu cortei ela, dizendo que tava devendo onze anos de presentes de aniversário. Minha irmã sorriu e, finalmente, aceitou. Quando viu o valor, ficou de boca aberta. Falei que a gente não precisava daquele dinheiro e que queria ajudar ela. Ela aceitou com os olhos cheios d'água e manteve uma conversa leve, até chegar a hora de voltar pra casa. Mais uma vez, me abraçou forte, agradeceu e eu voltei pra casa me sentindo melhor.

Cheguei na mansão da Lucía quando já tava escurecendo. A Marisol e o Jacinto já estavam lá, meu pequeno brincando com os brinquedos dele e minha esposa arrumando a mesa pro jantar, ajudando a tia dela. Mas notei um brilho especial nos olhos dela quando me cumprimentou. A gente não tinha se visto muito durante aquele dia, mas conhecia aqueles olhos verdes e safados: ela tava pensando em algo lascivo.

Assim que sentaram à mesa, Lúcia colocou uma panela de frango cozido, enquanto Marisol servia as bebidas com um sorriso provocante. Ela se inclinou pra frente, olhando pra tia, e sussurrou:
Viagem relâmpago (IX)+ Você perdeu toda a cena no hospital. A Pamela não parava de falar sobre como foi seu encontro quando o Adrián foi concebido, incluindo o jeito que você transou com ela e o que fizeram. Minha irmã Violeta ficou chocada e a enfermeira Camila ficou por ali, ouvindo escondida. Foi divertido! - Lúcia quase se engasgou com o vinho, com as bochechas vermelhas.

Jacinto ria na cadeirinha de bebê, feliz e alheio a tudo, amassando cenouras no vapor com os punhos pequenos.

Tive que beber um pouco do meu suco de pêssego, corando e sentindo o calor subir. Percebi que Lúcia me olhava discretamente, confirmando que o que a filha dela tinha mencionado naquela tarde era verdade. Marisol, por sua vez, estava encantada. E o Jacinto... bom, ele só ria.

Marisol se virou para mim, com um sorriso safado nos lábios, enquanto largava o garfo na mesa.

+ Meu amor, tava pensando... - murmurou devagar, fazendo círculos com os dedos na borda da xícara. - Depois de tudo que a tia Lúcia fez por nós, nos hospedar, preparar essas comidas incríveis... Você não acha que a gente devia... recompensar ela como merece?

Lúcia ficou paralisada com o garfo no ar, a meio caminho entre o prato e a boca. Um leve rubor subiu pelo pescoço dela enquanto nos olhava com os olhos verdes bem abertos.
orgia• Marisol, o que você está...? - tentou perguntar

Marisol riu e se inclinou sobre a mesa para apertar a mão da tia.

+ Ah, não finja que nunca pensou nisso! - brincou, acariciando com o polegar os nós dos dedos de Lúcia. - Lembra como você me deixava experimentar seus sutiãs chiques quando eu tinha dezesseis anos? Você suspirava e dizia:
Um dia, mija, você vai encher elesEla se inclinou pra ela e baixou a voz até virar um sussurro de quem tá tramando algo.

— Bom, agora eu fiz, mas os teus ainda parecem maiores e quero ver como eles se sentam contra os meus enquanto o Marco mete a gente até ficarmos mortas de cansaço. — soltou meu rouxinol com a maior naturalidade do mundo.

A sinceridade do meu rouxinol nos chocou. Lucía me olhou em silêncio, corando um pouco. Embora seja mais velha que a gente, continua sendo muito gostosa e, mesmo que os peitos dela já não estejam no auge, ainda são enormes, macios e fofinhos.

— Tá falando sério? — perguntou Lucía, desviando o olhar de mim pra Marisol. Os dedos dela apertavam o garfo com mais força.

Jacinto soltou um gritinho de alegria, sujando a bandeja dele com purê de cenoura, enquanto Marisol se inclinava mais pra frente, com os peitos pressionados contra a borda da mesa.

— Muito sério, tia! — respondeu com um sorriso. — Além disso, faz tempo que a gente não faz um menage e seria uma honra pra mim se você fizesse com a gente. Pode ser que você não saiba, mas toda vez que você visitava minha mãe e trocava de roupa, eu dava uma espiada escondida: suas curvas eram incríveis. E agora...
lesbicasDeslizou lentamente um dedo pela clavícula dela, com o olhar fixo em Lúcia. O garfo de Lúcia caiu barulhento no prato. O rubor agora tinha chegado às orelhas dela, rosadas contra o cabelo cor de mel. O olhar dela pousou em mim, me avaliando, e eu fiquei completamente imóvel, deixando ela observar como minha camisa esticava nos meus ombros, o leve contorno da minha ereção pressionando contra a calça. Marisol sabia exatamente o que estava fazendo; tinha me relaxado com aquele suco de pêssego, deixando os açúcares fazerem efeito até que só com a voz dela eu já sentia palpitações.

• Mas, mô fia. – insistiu Lúcia, tentando fazer minha esposa entender. – Eu... bom... já sou velha. E não acho que o Marco me ache gostosa se me comparar com você.

Minha esposa só sorriu.

• Tia, meu marido te comeu a tarde inteira na terça! Sabe que ainda te acha uma delícia. – respondeu com aquela franqueza chocante.

Lúcia me olhou de canto, enquanto eu devorava os lábios dela com um desejo sem disfarce. Ela engoliu seco, com o pulso acelerado e visível na base da garganta. O ar entre nós crepitava, metade hesitação, metade expectativa elétrica. Os dedos de Marisol deslizaram da minha mão para o pulso dela pra consolá-la, com o polegar pressionando de leve contra a batida rápida.

+ Lembra como você vivia reclamando que o tio Diego nunca tinha paciência com você? – sussurrou sensual, roçando os lábios na orelha de Lúcia. – O Marco gosta de ter paciência. Principalmente com mulheres que sabem valorizar ele.

Essas palavras tocaram o ponto fraco de Lúcia. Quando eram casados, o Diego costumava trair ela com quase todas as mulheres. Então quando Lúcia descobriu que Marisol me deixava transar com outras mulheres, essa ideia quase destruiu ela, já que Lúcia não conseguia conceber que Marisol me quisesse sendo infiel. Mas quando a irmã dela, Verônica, a filha Pamela e as outras duas sobrinhas contaram pra ela que eu fazia elas se sentirem bem na cama e, quando ela percebeu a alegria sincera da Marisol com isso, a própria Lucía decidiu me testar, confirmando o que as outras tinham contado.

Lucía suspirou e seus dedos finalmente relaxaram em volta do garfo. Ela deu um gole lento de vinho, o líquido rubi manchando seus lábios, enquanto me olhava com uma mistura de ceticismo e curiosidade.

— Tem certeza disso, minha filha? — perguntou mais uma vez.

Marisol não hesitou. Ela empurrou a cadeira para trás só o suficiente para encolher os ombros, deixando a blusa se abrir levemente, o bastante para revelar o contorno dos peitos e a curva da clavícula.

— Claro que sim, tia, total certeza! — ronronou minha esposa. — Lembra quando eu pedia seus vestidos emprestados e eles ficavam enormes em mim? Você ria e dizia:
Paciência, gostosa.Bom, esperei... e esperei... e esperei, até que o Marco me engravidou e finalmente cresceram como você disse. (Os dedos dela roçaram a curva do próprio peito e depois deslizaram para o de Lucía.) Agora quero saber como os seus se sentem sob minhas mãos enquanto o Marco está dentro de mim.incestoLucía soltou o ar bruscamente pelo nariz, um som entre a incredulidade e a excitação. O ensopado tinha esfriado entre nós, esquecido (pra ser sincero, nunca gostei de cazuela). Até o Jacinto tinha se calado, hipnotizado pelo jeito que os dedos da Marisol agora traçavam a borda do próprio copo de suco, deixando marcas no vidro.

• Você não tá... brincando. - A voz da Lucía era baixa, o sotaque dela ficava mais forte com uma tensão cada vez mais evidente.

O olhar dela se virou de novo pra mim, parando no volume que se marcava contra minha calça antes de voltar pra Marisol.

• Mija, você quer que eu faça isso... com ele... enquanto você olha?

+ Bom, não só isso. - Marisol mostrou as cartas, se remexendo inquieta. - Tia... você sabe... os seus são os maiores que eu já vi na vida... então tava pensando... talvez...

Lucía prendeu a respiração quando Marisol se inclinou sobre a mesa e roçou os dedos no decote da blusa de seda da tia dela. O peito da mulher mais velha se ergueu bruscamente com o toque delicado, e os bicos dela endureceram visivelmente por baixo do tecido. Lucía nunca tinha passado pela cabeça que outra mulher pudesse achá-la sexualmente atraente. Mas nosso casamento não era nada convencional e, pra ela, a gente continuava ultrapassando limites novos e intrigantes.

+ Eu tinha uma inveja danada deles desde os catorze anos. - confessou Marisol, recostando na cadeira. - Minha prima tinha uns peitões. Minha mãe também. Até minha irmã mais nova, Amélia, tinha maiores que os meus. E quando o Marco e eu começamos a ser amigos, ele me contou que gostava de peitos grandes. Então, quando ele me engravidou e eles finalmente cresceram, eu também fiquei obcecada por peitos.

Os dedos de Lucía se crisparam, o olhar dela balançava entre o peito de Marisol e o meu. A pulsação na garganta dela acelerou visivelmente.

• Tá me dizendo que todas aquelas vezes que você me pedia emprestado os meus... Blusas, quando você jurava que só amava o tecido, você se imaginava
Isso.— perguntou Lúcia.

A voz dela oscilava entre a incredulidade e algo mais sombrio e intenso. Meu pau tremeu contra o zíper ao ver ela passar a língua nos lábios para umedecê-los.

Marisol apenas assentiu.

— Tia, além disso, diferente da minha mãe, seu corpo também é gostoso. — Minha mulher olhou pra ela com luxúria. — Minha mãe é bonita, sim, mas como dona de casa. Você, por outro lado, sempre se preocupou com a alimentação e malhava, então tinha um pouco mais de curvas, mas vejo que a Pamela herdou o corpo de você.

Lúcia me olhou de novo antes de respirar devagar, com os dedos curvados sobre a toalha da mesa. Um leve tremor percorreu os ombros dela, não por medo, mas por algo mais quente, mais primitivo.

— Filha, você percebe... que uma vez que a gente fizer isso, não tem volta? — começou com uma voz tímida, como um sussurro, que foi ganhando firmeza.

O olhar dela pousou no Jacinto, que agora passava cenoura no cabelo com um ar sonolento, e depois voltou pra Marisol.

— Ele não vai lembrar de nada disso, vai?

Eu ri devagar.

— Lúcia, tô esperando pacientemente a primeira palavra dele ser
papai— eu assegurei. — Sei que parece estranho e, acredite, não curto muito ménage. Mas a Marisol sim. Você vai estar segura. Vou garantir isso. E você sabe que vou te deixar satisfeita.

+ Posso confirmar isso. — interveio Marisol com um sorriso.

Lucía hesitou por um longo momento, torcendo a haste da taça de vinho com os dedos. Dava pra ver o conflito nos olhos dela: décadas de compostura lutando contra a curiosidade que a Marisol tinha despertado nela. Então, com uma respiração funda, ela endireitou os ombros e me olhou direto nos olhos.

• Tá bom! — aceitou, mais como um suspiro do que como uma palavra. — Mas... é...
suaveNo começo, né?

As bochechas dela ficaram ainda mais vermelhas quando a Marisol deu um gritinho de alegria, quase derrubando o copo de refrigerante de tanta empolgação.

Levantei pra recolher os pratos, meio pra dar espaço pra Lucía se recompor, meio pra esconder como minhas mãos tremiam de expectativa. O barulho dos talheres batendo na porcelana abafou a conversa discreta delas, mas peguei alguns pedaços: as risadinhas safadas da Marisol, os protestos sem convicção da Lucía que viravam risada relutante. Quando terminei de esfregar a última panela, a cozinha cheirava a sabão e vapor, e meus antebraços estavam molhados do cotovelo até o pulso.

Lá em cima, o balbucio sonolento do Jacinto vazava pela porta entreaberta do quarto enquanto a Marisol o colocava no berço. Os punhos pequenos dele se agarravam na blusa dela, sujando a seda com restos de purê de cenoura, mas ela só deu um beijo na testa dele e cantarolou uma canção de ninar, a mesma que a Verónica costumava cantar pra ela. A mistura da ternura de mãe com a promessa de putaria a poucos metros me deu um arrepio no meio das pernas.

Enquanto isso, o chuveiro assobiava atrás da porta fechada do banheiro da Lucía. Pelo vidro fosco, dava pra ver a silhueta dela: o arco das costas enquanto inclinava a cabeça debaixo d'água, o jeito deliberado como ensaboava os peitos, parando pra beliscar um mamilo entre o polegar e o indicador. Testando. Se preparando. A respiração dela embaçava o vidro quando se inclinava pra frente, se apoiando nos azulejos.
trio hmTive um problema na hora de me despir. Tava com um tronco literalmente entre as pernas. Quando a Marisol entrou no nosso quarto, ela riu, olhou fixamente e suspirou. Disse que também ia tomar um banho rápido. Ouvi elas se encontrarem no corredor. Tavam gritando e rindo de um jeito brincalhão.

Fiquei deitado na cama, com o torso nu. Pensei que, se elas tavam se arrumando pra me ver, o mínimo que eu podia fazer era mostrar o que a Marisol mais gostava em mim. Mas minha ereção tava sobressaindo igual uma barraca debaixo da minha calça de pijama.

A primeira a ficar pronta foi a Lucía. Minha mulher tinha dito pra ela vestir a lingerie mais chique. Quando ela entrou, parecia nervosa, com um roupão de seda roxo escuro. O cabelo molhado tava solto, com uns cachinhos leves nas pontas. Cheirava a sabonete floral caro, algo gostoso e exótico que me deu um nó na garganta. O roupão grudava levemente onde ela ainda não tinha secado direito, com manchas mais escuras no peito e nas coxas. Ela hesitou perto da porta, brincando com a fita entre os dedos.
infidelidade consentidaNão disse nada, só observei como a respiração dela falhou ao ver meu torso nu, os ombros largos que ela mesma arranhou com as unhas na terça-feira passada e que agora apareciam claramente sob a luz do abajur. Meu pau endureceu contra minha calça fina de dormir, com um contorno inconfundível. Lúcia entreabriu os lábios e passou a língua para umedecê-los antes de engolir saliva com dificuldade.

Foi quando Marisol entrou, ainda molhada do banho, vestida só com um sutiã de renda preta que mal segurava os peitos generosos dela e uma calcinha combinando que colava nos quadris como segunda pele. Cheirava a baunilha e a algo mais gostoso, mais almiscarado: o cheiro da excitação dela já engrossava o ar entre nós.

— Alguém tá impaciente. — exclamou, passando um dedo pelo braço trêmulo de Lúcia antes de contornar a cama e subir nela do meu lado, roçando o joelho na minha coxa.

Lúcia soltou um suspiro brusco enquanto o olhar dela vagava entre as curvas quase à mostra de Marisol e o volume obsceno que se destacava na minha calça de dormir.
Viagem relâmpago (IX)• Meu Deus! — sussurrou ela, apertando os dedos em volta do cinto do roupão. — Marco, você...?

A voz dela ficou trêmula quando minha esposa se inclinou e passou a mão de leve por cima do tecido, me fazendo tremer violentamente contra a mão dela.

• Você sempre foi tão... imponente?

Marisol riu, uma risada grave e safada, enquanto o polegar dela fazia círculos lentos na minha cabeça sem desviar o olhar da tia.

+ Tia, me diz que eu não tô louca. — brincou ela, apontando com a mão livre pro meu peito. — Olha esses ombros, parece que passou o ano inteiro carregando madeira. E os braços... (Ela me soltou só o suficiente pra traçar as veias que subiam pelo meu antebraço, arranhando de leve com a unha.) Sou a única que acha que ele parece o Superman?

O roupão da Lúcia roçou nas coxas dela quando se aproximou, percorrendo meu peito com os olhos com um desejo que fez meu coração disparar.

• Não, minha filha! — murmurou com a voz rouca. Os dedos dela se fecharam ao lado do corpo como se quisessem me tocar, mas não tivessem coragem. — É... Deus, ele tem o corpo daquelas estátuas clássicas. Daquelas que têm...

A respiração dela falhou quando a Marisol puxou minha calça de dormir pra baixo de uma vez, liberando minha ereção.

• ... umas proporções perfeitas.

É, eu tava com um canhão entre as pernas. Tava excitado e envergonhado ao mesmo tempo enquanto os olhos delas estudavam da ponta até as bolas. A Marisol, como sempre, tava de dar água na boca. A Lúcia, por outro lado, olhava como se fosse um diamante gigante.

• Porra! — exclamou Lúcia, se aproximando cambaleando sem perceber.

O roupão dela se abriu mais quando se mexeu, deixando ver a renda e a pele macia e madura por baixo.

• Marco, meu filho, você é... — Ela engoliu seco. — Sabia que você era grande, mas te ver assim...

Os dedos dela se contraíram, se estendendo quase sem querer antes que ela percebesse.
orgia— Não, tia. Pode ir em frente. —encorajou Marisol. — Não consigo enrolar ele com a mão. Tentei várias vezes, mas simplesmente não dá. É muito difícil pra mim.

Lucía hesitou só mais um segundo, e então seus dedos roçaram a parte de baixo do meu pau com uma reverência que revirou meu estômago. No começo, o toque foi leve como uma pluma, exploratório, com o polegar deslizando sobre a fenda molhada como se testasse sua elasticidade. Um pequeno
Ah!entrecortado escapou quando o líquido pré-ejaculatório se espalhou pela sua glande, grosso e brilhante sob a luz do quarto.

• Meu Deus! - sussurrou, com a voz rouca de surpresa. - Marisol, ele está... o calor...

Entendi o que ela queria dizer. Ela apertou meu pau suavemente. Inexperiente. Começou a sacudir meu membro do mesmo jeito que Jacinto sacode os bichinhos de pelúcia. O sorriso de Marisol brilhou.
lesbicas+ Fica tranquila, tia! – sussurrou Marisol, ajoelhando-se entre as pernas de Lúcia enquanto guiava a mão da tia num movimento mais lento e firme, entrelaçando os próprios dedos nos de Lúcia, mostrando-lhe o ritmo que a deixava louca. – Tá vendo como as veias tão pulsando aqui?

Ela traçou uma veia saliente ao longo do meu pau, fazendo-me tremer violentamente contra as mãos delas unidas. Lúcia prendeu a respiração ao sentir aquilo pulsar sob seus dedos, apertando instintivamente o aperto.

De todas as mulheres com quem já estive, a Marisol é uma expert no meu pau. Já chupou, lambeu, mordeu, bateu uma e engoliu de quase todo jeito possível. Ela sabe como me fazer gozar em questão de minutos, assim como prolongar meu prazer por horas. Guiava a tia, sua aluna entusiasmada, com os hálitos quentes roçando a ponta do meu pau.
incestoOs dedos da Lucía se apertaram experimentalmente em volta do meu pau, as unhas dela (bem cuidadas e com um leve cheiro de lavanda) cravando o suficiente pra fazer minha bacia se mexer.

— Assim? — perguntou pra sua professora, olhando entre o sinal de aprovação da Marisol e o jeito que meus abdominais se contraíam sob a atenção dela.

As carícias dela ficaram mais ousadas, o pulso girando levemente no movimento de subida, imitando os movimentos da Marisol. Uma gota de líquido pré-ejaculatório brotou da minha fenda, brilhando na penumbra antes que ela limpasse com o polegar e levasse aos lábios sem quebrar o contato visual.
trio hmQuando Lúcia lambeu a ponta do meu pau, limpando aquela gotinha de líquido pré-gozo, senti que ia morrer. Ela fez isso com tanta ternura e calor que quase parecia um gesto de carinho. Marisol nos observava, encantada, apreciando como a tia dela chupava devagar o pau do marido.

No começo, Lúcia ficou indecisa: a língua dela apareceu tímida, me provando com movimentos rápidos e hesitantes, mas no momento em que aquele gosto salgado e escorregadio bateu nas papilas gustativas dela, algo primitivo se ativou nela. Os lábios dela se abriram mais, a respiração ficou ofegante enquanto ela se inclinava pra mim, e a ponta do meu pau roçou no lábio inferior macio dela. Os dedos de Marisol se agarraram no cabelo de Lúcia, guiando ela pra frente com um puxão suave.

Lúcia me engoliu devagar. Na terça-feira ela tinha me dito que tava há anos sem ficar com outro homem, e a cautela dela confirmava isso. Enquanto isso, a respiração de Marisol começou a acelerar, e não demorou pra ela começar a se massagear os peitos e gemer, sentindo os próprios dedos acariciando a buceta dela.
infidelidade consentidaO cheiro do shampoo da Lucía, algo floral e caro, se misturou com o almíscar do meu líquido pré-gozo enquanto os lábios dela se esticavam ao meu redor. Ela engasgou um pouco, recuando com um som molhado, os olhos lacrimejando mas acesos com algo faminto. Marisol a incentivou com um murmúrio, agora deslizando os dedos por baixo da própria calcinha.

+ Mais fundo, tia! – murmurou, acariciando o próprio clitóris através da renda. – Deixa ela sentir sua garganta.

Mas a curiosidade falou mais alto. Sei que a Marisol é hétero, mas já me acostumei com ela explorando os corpos de outras mulheres quando a gente faz ménage. E a tia dela não foi exceção. Enquanto ela me chupava devagar, Marisol enfiou uns dedos na buceta dela, pegando a Lucía de surpresa. No começo ela não entendeu o que tava rolando, mas aos poucos foi se deixando levar, curtindo como a sobrinha explorava a feminilidade dela sem reservas.

Marisol não se contentou só em enfiar os dedos: pressionou o corpo suado contra as costas da Lucía e passou a mão livre pra amassar um dos peitos pesados dela através do roupão de seda. Lucía gemeu em volta do meu pau, e a vibração me deu um arrepio.

– M-minha filha... – gaguejou nervosa quando Marisol apertou o mamilo dela com força, sem que o tecido conseguisse abafar o gritinho agudo da tia.
Viagem relâmpago (IX)A situação tava esquentando tanto que eu precisava ter a Lucía entre minhas pernas. Então, enquanto a Lucía explorava os lábios da minha esposa num beijo apaixonado e continuava massageando meu pau inchado, tive que pedir pra elas pararem porque eu precisava de um alívio urgente.

Lucía se afastou, com os lábios molhados de saliva e líquido pré-gozo, e o roupão completamente aberto, revelando o jogo de renda intrincado que ela usava por baixo, cor creme e com corte alto nos quadris, cujas taças lutavam pra segurar os peitos cheios dela.

• Ai, Marco! - ela ofegou, com os dedos trêmulos ainda agarrados no meu pau. - Me diz o que você precisa.

Sem dar tempo pra ela reagir, beijei a Lucía na boca, saboreando os lábios da minha esposa e meus fluidos nos dela. Foi aí que elas perceberam o quanto tinham me deixado excitado. Meu pau parecia maior e mais grosso que uma lata de energético, e as duas ficaram intrigadas com o que aquilo significava. Marisol ajudou ela a despir a buceta, que já tava encharcada pelas atenções da sobrinha, e ela soltou um suspiro ao sentir a ponta esticando os lábios inferiores dela.

Lucía ofegou quando empurrei pra dentro, não só pelo esticamento, mas pelo jeito que Marisol se pressionou imediatamente contra as costas dela, com as mãos percorrendo a barriga trêmula da tia e subindo pra acariciar os peitos dela.
orgia• Deus! É como se... como se estivesse crescendo dentro de mim. - Lucía ofegou, cravando as unhas nos meus ombros enquanto os dedos de Marisol beliscavam seus mamilos com força.

Ela começou a me montar devagar, se acostumando de novo com meu tamanho. Os peitos dela balançavam e pulavam lentamente. Pareciam enormes, capazes de esconder minha cabeça no meio deles. Mas cada descida vinha acompanhada de uma sacudida de prazer que tremia o corpo inteiro dela. Nessa altura, Lucía mal sentia a língua de Marisol lambendo suas costas.

Os gemidos dela ficaram mais altos e frequentes, se misturando com os suspiros de Marisol. Era óbvio que minha esposa tava adorando o show, se masturbando enquanto nos observava. O ritmo de Lucía ficou louco: os joelhos tremiam, os dedos se agarravam no meu peito, a respiração ficava curta e ofegante.

• Marco, não aguento, é demais... - As palavras dela se dissolveram num gemido quando eu empurrei pra cima com força, enchendo ela toda.

Segurei os peitos de Lucía e apertei de leve. Igualzinho à minha sogra Verônica, Lucía adorava ter os mamilos beliscados. Enquanto isso, minha mulher se apertava contra as costas da tia, acariciando os peitos dela por baixo, enquanto os próprios peitos dela se afundavam nas costas de Lucía, deixando os gemidos dela ainda mais desesperados.

Lucía se arqueou pra trás contra Marisol, cravando os dedos nas minhas coxas enquanto me montava com mais força, cada descida acompanhada de um gritinho abafado. A cabeceira batia na parede num ritmo constante, e o som só era abafado pelos gemidos sufocados de Lucía. Marisol ofegava contra o pescoço da tia, torcendo os mamilos de Lucía do jeito que eu tinha ensinado, com puxões bruscos que faziam a mulher mais velha soluçar de prazer.

• Deus, Marco... porra... - a voz de Lucía falhou quando meu polegar roçou o clitóris dela, e os quadris dela pararam no seco.

A buceta dela se apertou em volta de mim, quente e escorregadia, mas eu me segurei, mantendo ela na beira do abismo. A risada da Marisol era escura e safada contra o ombro da Lucía.

+ Tia, você tá parecendo eu. – ela provocou, mordendo a orelha dela. – Espera até ele começar de verdade...

Não deixei ela terminar. Minhas mãos deslizaram dos peitos da Lucía até os quadris dela, apertando com tanta força que deixei hematomas, e empurrei ela pra cima. O estalo da pele ecoou nas paredes enquanto a Lucía gritava, o corpo tremendo igual um fio elétrico. As coxas dela estavam bambas: ela tava mais apertada do que eu lembrava, as paredes pulsando em ondas desesperadas e irregulares. Os dedos da Marisol se enterraram mais fundo nos mamilos da Lucía, a respiração dela ficando ofegante.

+ Tá vendo? – ela sussurrou, provocando. – Falei que ele ia te arrebentar.

A cabeça da Lucía caiu pra trás no ombro da Marisol, a boca aberta num grito mudo. Cada estocada levantava ela mais, a buceta dela se agarrando em mim como se tivesse medo de eu escapar. A mão livre da Marisol deslizou entre as pernas da Lucía, os dedos rodeando aquele clitóris inchado em círculos apertados e sem piedade.

+ Olha, tia! – ela ofegou, roçando os dentes na orelha da Lucía. – Olha como ele
estica...
Me surpreendeu. A Marisol geralmente é hétero. Mas quando a gente faz ménage, minha mulher sente curiosidade pelos corpos de outras minas. Só que eu senti: o jeito que o corpo da Lúcia se contraía, as paredes internas dela ondulando em volta do meu pau como uma pulsação. Antes ela tava apertada, mas agora? Tava me sufocando, os quadris dela se mexendo sem rumo enquanto os dedos da Marisol não paravam. As mãos da Lúcia arranhavam meu peito, as unhas deixando marcas vermelhas.

• Deus... Deus... não aguento... — A voz dela falhou, as coxas tremendo violentamente.

Os lábios da Marisol se curvaram contra o ombro da tia dela, a mão livre largou o mamilo da Lúcia pra acariciar o próprio peito pesado, mas os olhos dela ficaram fixos nas curvas quicando da Lúcia.
lesbicas— Tia! — sussurrou, passando o polegar pelo mamilo duro dela. — Você é tão macia!

Lúcia gemeu quando os dedos de Marisol deslizaram de volta pros peitos da tia, amassando eles com uma reverência que beirava a adoração.

— Olha, Marco! Toca eles!

Não precisei que ela repetisse. Meu aperto saiu dos quadris de Lúcia pra parte de baixo dos peitos dela, e meus polegares roçaram os mamilos no ritmo das minhas estocadas. Lúcia arqueou as costas com força, o corpo todo tenso e depois se sacudindo, a buceta apertando como uma jiboia.

— Isso, isso. — soluçou, arranhando meu peito com as unhas enquanto os dedos de Marisol beliscavam o clitóris dela com mais força. — Marisol, puta merda, vou gozar!

Sorri, me sentindo foda. Lúcia tava gozando pela primeira vez, mas eu só tava começando. Além disso, a vista era incrível: já vi outras mulheres com umas tetas tão grandes quanto as da Lúcia, mas diferente delas, ela é parente da Marisol, o que praticamente significa que tenho acesso livre pra comer ela quando quiser. E ainda por cima, ela era bem apertada. E os próprios peitos da Marisol, colados nas costas da Lúcia, quase me deixavam louco.

Lúcia gemeu quando meus dedos se cravaram na carne macia dos quadris dela, o corpo tremendo a cada estocada implacável. A buceta dela era como um parafuso de veludo: quente, escorregadia e apertando tão forte que eu sentia cada espasmo dos músculos internos. Marisol observava com os olhos semicerrados, passando a língua nos lábios pra umedecer enquanto as mãos percorriam o corpo da tia com uma curiosidade descarada.

— Tia! — murmurou com a voz rouca de tesão. — Seus peitos são ainda melhores do que eu imaginava.

Lúcia estremeceu quando os dedos de Marisol roçaram os mamilos dela, já duros e eriçados, e a respiração falhou quando minha mulher se inclinou pra ela. Os lábios se encontraram num beijo bagunçado e desesperado, e os gemidos de Lúcia se afogaram contra a boca dela. A boca da Marisol. Apertei com mais força, movendo a cintura mais rápido enquanto a buceta da Lucía se apertava ao meu redor com pulsações irregulares, o orgasmo dela atingindo o ápice de novo. As unhas dela arranharam os ombros nus da Marisol, provocando um gemido abafado da minha esposa, que se arqueou contra o toque da tia dela como uma gata no cio.
incestoO som dos beijos molhados e de boca aberta se misturava com o estalo da pele: os peitos de Lucía balançavam selvagemente a cada estocada, os mamilos roçando nos de Marisol enquanto se agarravam uma à outra. Dava pra sentir as paredes de Lucía tremerem, o corpo dela sacudindo quando Marisol apertou o clitóris dela entre dois dedos, provocando outro soluço abafado.

• M-minha filha – ofegou Lucía, quebrando o beijo, com os lábios inchados e brilhando. – Não aguento... Deus, não consigo segurar...

O protesto dela se dissolveu num gemido quando me inclinei mais fundo, esfregando contra o colo do útero dela em círculos lentos e deliberados.

As coxas de Lucía tremiam violentamente, os dedos dela se enroscavam no cabelo de Marisol enquanto o quadril dela se sacudia. A primeira descarga a atingiu como um fio elétrico: ela arqueou as costas e apertou com força a buceta enquanto meu pau pulsava dentro dela.

• Marco! – gemeu com a voz rouca.

A segunda descarga arrancou um gemido gutural da garganta dela, e ela cravou as unhas nos ombros de Marisol. Na terceira, as pernas de Lucía cederam de vez: ela desabou contra Marisol, o corpo tremendo a cada jato quente que a enchia.

• C-cinco! – ofegou, atordoada. – Cinco...?

Eu ri.

– Desculpa. Vocês duas estavam tão gostosas. – Me desculpei.
trio hmLucía sorriu alegremente.

• Tá maluco? Marco, nem o Diego gozou tanto dentro de mim assim.

Marisol se meteu entre nós com um sorrisão no rosto.

+ Tá vendo, tia, por que eu tenho que dividir ele? Ele me enche assim toda noite. E isso é só o começo. Né, amor?

Eu assenti enquanto os peitos majestosos da Lucía recuperavam o fôlego.

Os dedos da Lucía tremiam sobre o peito corado, a respiração dela tava irregular enquanto ela olhava pra bagunça entre as coxas dela: meu gozo brilhava na parte de dentro das coxas dela, a marca vermelha e inchada onde meu pau tinha esticado ela.

• Eu... eu não... Marisol (ela gaguejou, com a voz falhando.), quando você me tocou, eu... puta merda, eu gostei... (O olhar horrorizado dela ia de mim pra ela) Será que eu sou...?

Marisol riu, um som suave e safado, enquanto passava os dedos pela umidade que acumulava na barriga da Lucía e levava eles pra boca dela com uma lentidão de propósito.

+ Tia, relaxa! – Ela acalmou, chupando os dedos até limpar tudinho. – Cê só tá confusa e bem comida.

A palma da mão dela deslizou pela coxa da Lucía, um roçar leve feito pluma.

+ É só o Marco. Ele faz isso com as pessoas.

Eu me inclinei pra frente, beijando o pescoço molhado da Lucía antes de pegar no pulso da Marisol e guiar a mão dela pra cima.

- Na real, - murmurei contra a pele da Lucía. - eu tava pensando...

Meus dedos percorreram a parte de dentro do pulso da Marisol, sentindo o coração acelerado dela debaixo do meu toque.

- Marisol, - perguntei, levantando o olhar pra ela. - posso te comer?

Lucía ofegou, o corpo dela se tensou de reflexo quando sentiu eu endurecer dentro dela de novo. Marisol entreabriu os lábios, as bochechas coradas e a respiração cortada, e por um momento ela pareceu quase tímida.

+ M-Marco! - ela gaguejou, apertando meus dedos com os dela. - Cê tem... tem certeza?

Os olhos dela pousaram na buceta inchada da Lucía, ainda esticado ao meu redor.

+ Você não tá muito cansado?

Sorri, levando a mão da Marisol aos meus lábios e beijando devagar os dedos dela.

– Você ainda me excita. – murmurei, sentindo meu pau tremer dentro da Lucía enquanto falava. – A Lucía foi incrível, mas você... você é minha esposa.

Deixei as palavras se acomodarem entre nós, observando as pupilas da Marisol se dilatarem e os lábios dela se curvarem numa expressão suave e derretida. A Lucía soltou um suspiro brusco debaixo de mim, mexendo os quadris. Sabia que ela podia sentir, como meu pau inchava ainda mais dentro dela, prova irrefutável de que eu não tava fingindo.
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