EL Viaje de cumpleaños 1

minha irmã Alejandra achou que eu precisava de um plano especial para mudar e levantar meu ânimo, e decidiu me presentear com uma viagem com ela para Santa Marta, com um passeio de barco pelas Ilhas do Rosário, onde iríamos só nós duas – mas isso eu entendi mais tarde. Minha irmã tem uns 1,60m, é separada há uns 15 anos e desde então não conheço nenhum namorado dela, talvez um ou outro cara casado com quem ela se envolveu escondido, colegas de trabalho, mas nada fixo, então na verdade ela tem uma vida social e sexual quase nula. Por isso entendi que, como eram as férias dela e ela não tinha mais ninguém para ir, decidiu me convidar com a desculpa do meu aniversário.

No começo, gostei muito, até perceber que meu marido não estava convidado – iríamos só nós duas. Então, inicialmente pensei em dizer ao meu marido para comprarmos as passagens e ele ir com a gente, mas quanto mais minha irmã Alejandra explicava sobre a viagem, mais eu entendia que ela planejou a viagem só para nós duas. Aí veio o problema de contar ao meu marido Luis, e esse tipo de plano ou viagem ele não gosta muito – ou melhor, nada. Em alguma oportunidade, mencionei de ir num final de semana com minhas amigas, num programa só de meninas, e, embora ele não tenha proibido, deixou claro que não gostava e preferia que eu não fosse, se não quisesse ter um conflito com ele. Então desisti do plano. Deixo claro que, apesar das propostas indecentes dele, ele é muito ciumento, como já disse, e acho que não vai gostar que eu viaje só com minha irmã.

Mas não podia ser grossa e estragar a empolgação da minha irmã com o presente, que realmente me pegou de surpresa. Então a abracei, e ela disse para eu arrumar minha mala porque a outra surpresa era que iríamos naquela mesma semana, na quarta de manhã, por cinco dias, até domingo à noite, quando voltaríamos. Me despedi dela.

Subi no carro e contei ao meu marido que minha irmã Alejandra tinha me dado de presente uma viagem de cinco dias para Santa Marta com tudo pago, eu vi ele esboçar um sorriso primeiro, mas depois claramente ficou sério me perguntando: "se você está tão nervosa, é porque a viagem não era para nós dois, mas só para você, né?" aí eu fiquei super corada e contei que minha irmã tinha feito uma reserva para as duas num tour de barco para as Ilhas do Rosário.

Para minha surpresa, Luis não falou nada. "Temos que comprar roupas e maiôs porque você tem que ficar divina, e os olhares têm que ser para você ao lado da sua irmã!" Meu rosto se iluminou quando o vi nessa vibe, mesmo estando sério comigo. Ele me levou a uma loja onde compramos biquínis e escolheu cinco para mim, um para cada dia. A maioria era de duas peças, sutiã e fio dental, nas cores azul celeste, vermelho, um cinza brilhante ou acetinado, um salmão e um dourado. Esse último era lindíssimo, a parte de baixo era fio dental. A maioria era bem pequenininha. Eu, pessoalmente, quase nunca uso esse tipo, sempre compro maiôs inteiros. Até tenho um que uso para andar de prancha na praia e gosto dele, levaria de qualquer jeito junto com outros três que tenho e gosto, caso me sinta desconfortável com eles. Também comprei shorts e blusinhas de amarrar na frente que só cobriam meu busto e nada mais, sandálias... e ele me comprou três saídas de praia muito bonitas: uma transparente, outra azul e uma prateada. Quando já estávamos indo embora, ele viu uns vestidos bem curtinhos e me comprou para a noite, caso fôssemos para festa ou dançar.

Quando chegamos em casa, quis experimentar as roupas que tinha comprado, pois tinha muito claro que eram peças bem pequenininhas, tanto que não me medi fora do provador nem mostrei a ele como ficavam. Agora, ao me olhar no espelho do nosso quarto, tinha claro que todos eram bem justos. Me sentia muito exibicionista, tipo uma mostrona. Nisso, Luis entrou no quarto e ficou me olhando. Ele me pegou pela mão e me fez girar em torno de mim mesma, me olhando com um tesão impressionante, até me deu um tapa bem forte na bunda enquanto me fazia girar. O que eu vejo é muito gostoso, amor, e eu gosto! A única coisa que vou pedir é que você me ligue todos os dias e me envie fotos do que estiver vestindo, contando tudo o que acontecer, como os caras te olham e se te fazem cantadas ou insinuações, me conta com calma, quero saber o que outros caras pensam da minha mulher!"

Naquela noite, adormeci ansiosa com o comportamento dele, que eu mal podia acreditar. Cheguei do trabalho na segunda-feira antes dele no apartamento e me vesti de um jeito bem sensual, com o biquíni dourado que era o que eu mais gostava, e por cima coloquei uma das saídas transparentes. Enquanto ele não chegava, me senti tão sensual que me deu vontade de tirar fotos no espelho, e até tive tempo de ficar nua e tirar algumas para ele, pelada, para enviar durante a viagem. E, por alguma razão que não entendo — pois nunca tinha feito isso antes —, fiquei ansiosa para procurar nas gavetas aquele plug com a rabinha de raposa que eu tinha usado naquela vez. Depois de lubrificar bastante, coloquei e tirei várias fotos com ele, inclusive no lugar onde estava guardado, junto com os vibradores e outros plugs. Encontrei as orelhinhas de raposa que vinham com o plug, e, sinceramente, me senti muito safadinha com aquilo, mas me excitava demais ver como aquela rabinha de raposa ficava em mim. Isso me deixou ainda mais molhada, se é que dá pra dizer.

Pouco depois, o Luis chegou, e eu deixei a luz baixa, esperando por ele numa cadeira com o encosto virado para a porta, sentada com as pernas abertas, no estilo das strippers. Quando esse homem me viu, deu pra notar na cara dele o tesão que sentiu ao me ver assim, como eu esperava. E, como se fosse puro instinto, ele tirou toda a roupa imediatamente, se aproximou de onde eu estava esperando, e a primeira coisa que fez foi me beijar de um jeito tão vulgar e tarado que me assustou no começo — parecia um animal no cio. Até me atreveria a dizer que o pau dele parecia mais duro e grosso do que o normal, como se estivesse mais inchado. Ele me levantou da cadeira e me girou em torno dele. para me ver completa e ele disseAdoro como você fica toda putinha vestida assim!Eu olhei pra eleEL Viaje de cumpleaños 1

  Eu sou sua putinha!e como um selvagem me tirou da saída, me carregando quase no colo até a cama, me deitando sobre ela e me dando umas lambidas sem tirar minha calcinha, que me fizeram gemer de prazer quase na hora.que delícia, como você tá molhadinhaEle sussurrava coisas para mim enquanto lambia uma e outra vez e enfiava a língua na minha buceta, era delicioso como ele chupava meu clitóris, depois eu sentia a língua dele percorrer toda a minha vagina até chegar no plug da Foxy, lambendo em volta até que, um tempo depois, eu gozei como fazia muito tempo que não gozava. Uma boa parte do rosto dele ficou lavado por minha culpa, algo que me deu muita vergonha, mas ele não parou e continuou me dando prazer.

Enquanto eu me recuperava, ele se levantou e, sem avisar ou me dar tempo para reagir, me penetrou, me fazendo gemer e gritar porque não esperava tanta força. Ele nunca tinha me tratado daquela maneira e eu nunca o tinha visto tão excitado, como se estivesse fora de si. Ele me fodia uma e outra vez, e eu só gemía e o abraçava com minhas pernas para tentar amortecer suas investidas (e não é que eu esteja reclamando ou dizendo que ele me machucou ou usou violência demais, mas ele nunca tinha feito como se não estivesse com sua mulher, e sim como com uma puta de verdade, o que me dava uma sensação de estar sendo usada e, em vez de me incomodar, eu estava adorando). Não sei por quanto tempo ele me comeu daquela maneira tão selvagem, mas, de um momento para outro, ele começou a rugir, tirando da minha buceta para enfiar na minha boca em um ato de rudeza que, por puro instinto, abri a boca e senti como ele gozava de uma maneira que não coube toda a porra na minha boca e tive que tirar um pouco, o que fez com que ele lavasse meu rosto de incredulidade cheio da porra dele.

Entre espasmos e rugidos, ele o enfiou mais uma vez na minha boca, derramando algumas gotas que terminei de engolir completamente submissa a ele. Ele se abaixou para me lamber enquanto soltava uma e outra vez o plug da Foxy. Por um instante, imaginei que ele me desvirginaria analmente da forma tão selvagem como estava se comportando, mas ele não o fez, apenas me lambeu, enfiando a língua e arrancando de mim alguns gemidos de prazer, e depois foi para o banheiro como se nada tivesse acontecido. Ele estava tão desinibido que eu fiquei... Atônita, ouvindo ele mijar com a porta aberta — isso também ele nunca tinha feito. Fiquei ali em silêncio, esperando que ele explicasse ou dissesse algo sobre o que tinha acabado de acontecer, mas ele voltou com uma toalha molhada e limpou meu rosto da porra dele. Enquanto isso, me perguntou se já tinha feito minha mala. Como em choque, respondi que só faltava guardar aquele conjunto que tinha estreado com ele. Ele tirou ele de mim com muita sutileza, limpou com cuidado na pia usando sabonete líquido, embalou num saquinho zip e, antes de colocar na mala, pegou um vibrador da mesinha de cabeceira — daqueles que chupa e vibra ao mesmo tempo — e me disse: “Quero que você me faça uma vídeo chamada numa dessas noites usando isso pra mim”. E fechou a mala.

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