
A foto é de um ano antes de eu ter cheirado e apalpado a bunda dela, ela aparece sentada num sofá de couro sintético escuro, com uma perna cruzada sobre a outra, vestindo um short e uma blusa decotada. Minha aventura rolou numa tarde abafada de verão, naquele 19 de fevereiro de 2016, quando o relógio marcava umas 05:30. Eu tava numa importadora de coisas pra casa, no Paradero 14 da Vicuña Mackenna, na comuna de La Florida, Santiago. Enquanto eu andava pelos corredores e olhava a mercadoria, entrou no local uma executiva do banco BCI, de um porte que chamava atenção, e a presença dela prendeu na hora o meu olhar, como se a simples aparição dela mudasse o ritmo da tarde. Ela era de corpo médio, com curvas suaves e proporções equilibradas, quadril de largura moderada, combinando com a parte de cima do corpo, cintura marcada de leve, não muito fina, mas definida, ombros de largura média, os peitos dela tamanho médio, em harmonia com os ombros e o quadril, a bunda gostosa dela é redonda e macia, as pernas firmes e proporcionadas, com volume moderado, músculos tonificados, especialmente na coxa, o que mostra uma boa base muscular, as coxas têm uma forma levemente arredondada e as panturrilhas são definidas, sem serem muito finas. O rosto dela é redondo, com bochechas suaves e salientes que dão um ar jovem, a pele é lisa e clara, olhos grandes e expressivos, bem definidos, pálpebras maquiadas com delineado escuro e cílios marcados que realçam o olhar, sobrancelhas escuras, de espessura média e desenhadas com um arco suave, nariz proporcional ao rosto, pequeno e reto, a boca dela tem lábios médios a grossos, especialmente o inferior, cabelo liso, comprido e castanho escuro bem profundo, caindo para um lado, pelos traços visíveis, ela parece ter entre uns 25 e 28 anos. Ela vestia com uma elegância sóbria: uma Blusa azul celeste claro, de manga curta e estilo solto, com a gola levemente aberta e sem acessórios, passando uma imagem profissional mas descontraída. Completava o visual com uma calça cinza claro, justa, acompanhada de um cinto largo da mesma cor, que realçava cuidadosamente a silhueta dela, principalmente a bunda redonda e marcava as nádegas e as pernas. Levava também uma bolsa preta, detalhe que fechava uma aparência executiva. No conjunto, a roupa transmitia um estilo profissional, moderno e limpo, típico de um ambiente de trabalho bancário. Na hora me deu um impulso quase instintivo de chegar perto e cheirar a bunda redonda da Gloria Villanueva. Mas esperei o assistente de vendas sair para fora da importadora pra poder me aproximar daquela bunda preciosa da executiva e sentir o cheiro dela. E foi o que aconteceu: o assistente de vendas saiu pra comprar uma bebida energética e fiquei a sós com a Gloria. Aproveitei aquele instante pra me aproximar e cheirar aquela bunda que eu tava doido pra descobrir. Andei pra trás até ficar do lado da Gloria; aí me inclinei da cintura e aproximei o nariz da bunda redonda dela e, sniff, sniff, comecei a cheirar na parte central das nádegas dela, Ufff... essa bunda da Gloria tem um cheiro realmente fedido, tem um odor forte, penetrante e bem azedo, comecei a reparar que a calça dela mostrava um desgaste evidente na parte de trás por causa do uso constante, deixando à vista as costuras levemente desfiadas. Tirei o nariz da bunda na hora e me endireitei. Depois me afastei da bunda da Gloria Villanueva e andei pelos corredores da importadora, olhando a mercadoria exposta ao redor. Daí a pouco, voltei sorrateiramente por trás da Gloria Villanueva pra me aproximar de novo da bunda dela. Me inclinei, apoiando os joelhos, e mergulhei o nariz de novo nas nádegas dela, me deixando envolver por elas pela segunda vez e, sniff, sniff, comecei a cheirar. Ufff... essas nádegas têm um cheiro realmente Hediondas. Um cheiro forte de azedo, um odor ácido, penetrante e levemente desagradável. Tiro o nariz por um instante, olho em volta pra garantir que ninguém tá me vendo, e aí encosto de novo naquele rabo precioso da Gloria. Comecei a cheirar a fenda interglútea, desde as vértebras sacras até o cu. Cheirava a azedo, e geralmente é assim, meio ácido e penetrante, parecido com cheiro de suor seco ou vinagre bem suave. Tiro o nariz daquele bundão da Gloria, me levanto e começo a andar pela importadora, passando pelos corredores e olhando os produtos à venda. Daí, de novo, chego por trás da Gloria Villanueva; me agacho e encosto o nariz no cu dela. Assim que o aroma azedo me atinge, um arrepio me percorre inteiro. Tava com o nariz colado no cu da Gloria, e o cheiro era intensamente forte, penetrante, viciante e deliciosamente desagradável. Não era cheiro de bosta, mas um odor azedo na calça dela, desagradável e persistente. O cheiro azedo da bunda da Gloria pode ser porque, como executiva de banco, ela passa boa parte do dia sentada numa cadeira de ecocouro atrás da mesa, o que faz a calça ventilar menos, especialmente no verão, mesmo que o escritório tenha ar condicionado.

A foto é de 7 meses depois de eu ter cheirado e apalpado a bunda dela. Depois, meu nariz continuava descendo devagar até roçar o canal que separa as nádegas da bunda da Gloria, buscando cada nuance daquele aroma ácido que me deixava tão fascinado, que estava impregnado nas fibras da calça justa cinza claro dela. Daí, tiro o nariz por um instante e volto a aproximar, dessa vez ainda mais embaixo, viro levemente o pescoço e tento ajustar a posição do meu nariz na região perineal da Gloria e começo a sentir o cheiro da buceta dela, que é bem amargo. Tento enfiar o nariz um pouco mais pra baixo, chegando o mais perto possível da buceta dela; o cheiro era mais ácido por causa do pH vaginal. Enquanto continuo agachado atrás da Gloria Villanueva Arcos, consigo ver que o assistente de vendas, o mesmo que tinha ido comprar um energético, está voltando. Aproveito pra dar uma última cheirada na bunda da Gloria; sinto de novo aquele cheiro forte e azedo que saía do rabo dela e tento tirar uma foto da bunda da Gloria, mas não consigo: o assistente já está perto demais. Me seguro e guardo o celular antes que ele me veja. Levanto e, ao caminhar, passo por um espaço muito apertado atrás da Gloria Villanueva; minha mão roça bruscamente a superfície da bunda dela, e ao roçar, vejo como as nádegas se apertam. Mesmo assim, a bunda dela mal faz um barulho leve quando o tecido da calça esfrega: faz shhh... A bunda dela é muito dura, apertada e quentinha. Gloria não reage nada quando é roçada. Depois, ela vai até o caixa pra pagar a compra e paga com um cartão de débito do banco BCI. Ao guardar o cartão na carteira, ele cai no chão. Gentilmente, me abaixo pra pegar e, ao fazer isso, consigo ver o nome gravado nele: Gloria Villanueva Arcos. Mais tarde, movido pela curiosidade, procuro o nome dela nas redes sociais. Lá, descubro que, segundo o perfil, ela é executiva de Trabalha em empresas no BCI e estudou Engenharia Financeira no Instituto de Estudos Bancários Guillermo Subercaseaux, e é mãe solteira de dois filhos bem pequenos. Depois saio da importadora sem comprar nada e vou embora muito excitado, com muita vontade de bater uma por sentir e cheirar o cheiro azedo dela, e por ter apalpado a bunda da Gloria Villanueva. Chego em casa e me tranco no banheiro, relembrando tudo que aconteceu, enquanto me masturbo e gozo várias vezes.
1 comentários - Oliendo el Culo de Gloria Villanueva Arcos