Oi, sou a Laura, 52 anos, 30 de casada, três filhos homens, um marido de 58 anos. Levava uma vida bem normal pra mim, na parte sexual. Carlos é bem clássico, ele foi meu único homem. Desde os 18 anos que a gente namorava, só no terceiro ano que transamos. Foram poucas vezes até casarmos. Três meses depois de casada, engravidei, e os outros filhos vieram bem seguidos também, cada um com um ano de diferença.
A gente tem uma situação financeira boa, Carlos é gerente numa multinacional. Vivemos muito confortáveis, boas férias, casa boa, num condomínio fechado. E faz um tempinho, acho que um ano, que eu escuto várias amigas minhas, também mulheres gostosas e de boa vida, contando alguma aventura. Algumas durante as férias, já que muitas vezes nossos maridos nos deixam uns dias com os filhos nos hotéis e elas aproveitam pra ter uma aventura de verão.
Um dia, Marcela contou como na Tailândia um negão quase deixou ela capenga. Disse que o marido chegou e ela estava toda dolorida. Ela falou: "Nunca mais com um negão assim". Ela tinha 47 anos e o negão 27, e tinha uma ferramenta de uns 25 cm, grossa, uma coisa tremenda, e deixou ela toda quebrada.
Eu, depois dessas conversas, voltava pra casa toda molhada, terminava me masturbando. À noite, transava e ficava pensando nas conversas do dia, gozava igual uma louca. Carlos gozava e dormia, e eu muitas vezes ficava com mais vontade.
Carlos tem uma ferramenta de uns 12 cm. Pra mim, todas eram muito parecidas, isso eu achava.
Um dia de verão, os meninos estavam com os amigos na piscina. Eles brincavam e riam muito. Pedro, o mais velho, de 28 anos, me gritou: "Velha, traz umas cervejas pra gente!" Levei algumas latas e me aproximei da piscina. Eu estava de biquíni, não daqueles pequenos, porque tenho peitos grandes e uma bunda que sempre disseram ser muito bonita, bem carnuda, firme e empinada. Os meninos zoavam: "Boa, chegou a rainha!" José, um dos Amigos, eu dizia pro Pedro: "Cara, teu velho tem que se ligar, porque tua velha tá pronta pra fazer estrago!" Todo mundo ria: "Siiiiiiii, ela trabalha pra caramba e a velha sai muito sozinha, não sei o que ela tá aprontando, hahahaha." "Cala a boca, idiota."
Eu me joguei na água e eles continuavam conversando e zoando, mas notei que o José não tirava os olhos da minha bunda e dos meus peitos. Me senti meio estranha. Depois, enquanto eles conversavam entre si, ouvi que o José tinha brigado com a namorada e perguntei: "O que houve, José, com aquela garota tão gostosa?" Pedro respondeu: "Não aguento mais esse cara, ele deixava ela mancando, hahahaha." "Não seja besta, Pedro." "Nãooooo, sério, véia, você não sabe o que esse animal é. Quando as magras veem ele, se assustam, hahaha." José me olhava e sorria. "Ah, vocês são uns babacas. Vou pra dentro. Vózinha, prepara alguma coisa pra beliscar pra gente?" "Dá não, você não merece, mas tudo bem, vou preparar."
Eu me sequei e fui pra dentro preparar algo pra beliscar. Tava preparando e apareceu o João, outro amigo. Eu o expulsei correndo: "Sai, você tá molhado!" Ele pegou uma lata e saiu. Depois entrou o José. "Sai, vocês entram molhados aqui!" "Não, Laura, eu me sequei. Posso pegar uma lata de cerveja?" "Ah, sim, pega." Ele se aproximou pra ver o que eu tava preparando e disse: "Posso?" "Pode, pega." Ele pegou umas batatas fritas, me olhou e disse: "Valeu, Laura." Eu notei que ele olhava pros meus peitos e eu tava com os bicos bem durinhos, dava pra notar. Fiquei nervosa. Ele saiu me olhando de canto. Esse cara tá afim de mim, é doido.
Naquela noite, enquanto transava com o Carlos, vinha na minha mente como o José me olhava e eu ficava mais excitada.
Passaram os dias e uma tarde eu tava saindo e o Pedro me ligou: "Véia, o José vai passar aí pra buscar o Play. Manda ele ir no meu quarto e levar, porque vamos nos encontrar na casa do João pra jogar." "Tá bom, que horas ele vem?" "Já deve estar perto." "Ah, tá, porque eu já ia sair."
Me avisaram na portaria que o José tava lá. "Pode entrar."
Ele chegou. "Oi, José." "Oi, Laura, vim buscar o Play do Pedro." "Sim, sim. entra, já me avisaram que você vinha. Entro no quarto, José, quer algo gelado? Ah, se tiver água fresca, aceito. Desço com o PlayStation e os cabos, ele veio pra cozinha, servi água fresca pra ele. Que calor que tá fazendo, Laura. Uh, siiiim. Eu, José, e a sua namorada? O que houve com aqueles idiotas no outro dia? No final não me contaram nada.
Ele me olha e diz: é mais ou menos como o Pedro tava falando. Ah, para de encher o saco, José. Não, sério, Laura, tenho um problema. Pelo que algumas dizem, elas não gostam de transar comigo. Agora tô saindo com uma mulher mais velha e, sinceramente, tô aproveitando mais. Ufffff, não acreditei, tava ficando com tesão só de ouvir. Ah, então de agora em diante vou tomar cuidado pra não virar as costas pra você, hahaha. Não, Laura, pra você sou como minha mãe. E me dá um abraço e um beijo na bochecha, e eu rindo nervosa, falo: mas não sou sua mãe. Enquanto abraço ele, aperto mais contra meu corpo. Upa, senti o volume dele bem duro na minha barriga. Olho pra ele e falo: tá bom, tá bom, tenho que ir. José: sim, sim, melhor eu ir também. Por quê? Por nada, Laura. Tchauuuuuu, obrigado pela água, e foi embora. Fiquei super com tesão e molhada, ufffff, esse cara me deixa louca de tesão.
No domingo, Carlos viajou pra Espanha a trabalho. Na segunda, tava em casa e tocam da portaria: senhora, o José tá aqui... Pode? Pode, pode entrar. Fiquei surpresa. Oi, José, o que houve? O Pedro não te avisou? Não, o quê? Vim pegar uns jogos do PlayStation. Nisso chega mensagem do Pedro: véia, o José vai pegar uns jogos.
Agora me avisa. Entra, passa, você já sabe onde estão.
Eu tava de biquíni, desci e ele pediu um copo de água fresca. Ah, vai entrar na piscina, Laura? Sim, ia fazer isso. Uh, que legal. Quer dar um mergulho? Tô sem sunga, senão entrava. Pega um short do Pedro e se refresca. Sério? Siiiim, sobe, pega um e vem pra piscina. Como esse cara me dá tesão. Fui pra água, entrei e... Daí, apareceu o José com um shortinho apertado do Pedro. "Ah, ficou meio justo em você", ele ria. "Siiiiiiiiiiiiim", ele não tirava os olhos das minhas tetas. Pulou na água, nadamos um pouco, conversamos besteira. Ajeitei minha sunga mais enfiada no rabo e saí da piscina, me joguei na espreguiçadeira. Ele ficou na água, segurando na borda, me olhando e conversando. Eu abria um pouquinho as pernas, pra ele ter uma vista melhor. "Quer algo gelado?" "Hmm, uma cerveja ia bem, Laura."
Fui pra casa, peguei duas latas e voltei. Quando tava me aproximando, vi ele saindo da água e marcava um volume doido. Ele, como se nada, tava de pé e eu vinha olhando. "Ahhhhh, agora entendi o da sua namorada." "Desculpa, Laura." "Não, desculpa por quê?" Tô dando a cerveja pra ele e ele me diz: "Pelo jeito que eu fiquei." "Não acontece nada, José." Ele pega a cerveja, me abraça e, sem mais, me beijou de boca aberta e eu entreguei. Terrível como aquela coisa que continuava crescendo encostada na minha barriga. "Para, José, vamos pra dentro."
Fomos pra dentro e, assim que entramos, ele já tava amassando minhas tetas e me beijando. Fui me ajoelhando, fui abaixando o short dele e pulou uma pica enorme. Calculei uns 20 centímetros de carne dura e grossa, muito quente. Olhava hipnotizada, não sabia o que fazer com uma pica daquelas, nunca tinha visto algo assim. A do Carlos, perto disso, é de brinquedo. Só me ocorreu lamber da cabeça até os ovos, grandões e peludos. Ele me levantou e baixou a calcinha da minha sunga, e assim, pelados, continuamos nos beijando. Me levou até o sofá e me deitou. Se ajoelhou e começou chupando minha buceta, ufffffffffff mmmmmmmm, mamãe, me deixava louca. Não me segurei, gozei. Agarrei ele pelos cabelos e enfiei a cara dele na minha buceta. "Não para mais, continua, continua." E ele continuava chupando como nunca o Carlos chupou minha buceta. Gozei de novo, e ele seguia metendo língua e dedos na minha buceta. Porra, esse cara me deixou escancarada em o sofá fazendo o que queria comigo e eu curtindo como nunca, nunca senti tanto em tão pouco tempo, tava alucinando e enquanto ele tava chupando bem forte a minha pussy, senti um dedo entrar no cu, ufffffffffffffffffffff mmmmmmmmahhhhhhhhhh queria enfiar a cabeça dele dentro da minha pussy e senti dois dedos no cu e griteeeeeeeeeee ahhhhhhhhhhhhhgggggggggguhhhhhhhhhhsisisisisisisisisiismierda gozei a jatos, soltei a cabeça dele e ele foi tirando os dedos do cu e subiu em cima de mim e eu coloquei uma perna no encosto e a outra descendo do sofá, mais aberta não dava pra ficar e sentir o pauzão entrando eu voltava a alucinar, não parava de meter, que cara filho da puta, senti dor, apertava ele com as mãos nas costas e gozei de novo, filho da puta, vai me matar, meu bem, que cock que você tem e pedi, não me faz doer, mas o cara começou a meter forte, eu gritava, jogava as pernas pra todo lado e ele continuava como um cachorro no cio, eu tava alucinando e gemendo e gozamos os dois juntos, senti uns jatos de cum bem fundo, muito cum e só assim ele se acalmou, ficou me beijando e beijando os peitos, José, só te peço uma coisa, disso nunca nada pra ninguém, tá? Sim, Laura, claro, sabe as punhetas que eu bati pensando em você? Milhares, milhares de punhetas, sério? Siiiim, desde os doze anos me masturbei pensando em você, senti que ele ficava duro de novo dentro de mim, nãooooooo, de novo? Siiiiiiiiiiiiii e já tava se mexendo, Sim, vamos pro Quarto? Bom, me levanto como se fosse papel, sem tirar o cock de dentro de mim e subimos assim a escada, eu comia a boca dele e a língua quente dele brincando na minha boca me deixava mais tesuda!! Que filho da puta, chegamos na cama e deitamos sem tirar o cock da pussy, me sentia empalada, parecia que aquela piroca chegava na minha garganta, fizemos de tudo, algo que nunca fiz com Carlos, há anos só papai e mamãe, com José, mamãe, não sabia que dava pra fazer De tantas formas, eu levantava as pernas, com minhas perninhas nos ombros dele, de ladinho, sentados como buda, assim eu sentia ele terrível, entrava demais e doía. De quatro, a gente mudava de posição sem tirar, e ele voltava a me acabar e seguia como se nada, e eu já não aguentava mais. Tava de quatro e ele ainda meteu um dedo no meu cu, o dedo dele é igual à pica do Carlos, eu berrava e ele continuava como um louco. Mas antes de gozar, ele tirou e me disse: "Toma, Laurita", e eu me virei e tinha a pica na frente da minha boca, mal dava pra enfiar um pouquinho na boca. Eu rocei a língua na cabeça e ele soltou um pouco de gozo e, sem pensar, engoli. Azedo, quentinho, não gostei muito, mas engoli tudo rápido. Ele olhava pro teto e só gemia: "Ufffffffff, Laura, lindo o seu jeito". A gente se beijava e abraçava, passaram uns minutos de carícias. Eu tava morta, não acreditava em tudo que tinha acontecido, gozei sei lá mil vezes, nunca nada nem parecido. E sinto a pica dele cutucando minha entreperna. "Nonono, para, neném, já tô morta." "Uh, Laura, pensei que você ia me dar a bunda." "Queeeeeeeeeee, nãooooooooooo, para, e além disso eu quase não uso, tá quase 0km e com uma coisa dessas a gente tem que ter muito tempo. Mmmm, bom, pensei só." "Não, por hoje chega, vamos refrescar na piscina?" "Dale, vamos." Coloquei a sunga, ele também, e a gente pulou na água. Falei de novo: "Disso, nem uma palavra pra ninguém." "Nãooooo, Lau, fica tranquila." E ele me apoia por trás e tava com a pica dura de novo. "Nãoooooooooo, quer mais?" E ele já tava tirando minha sunga e me segurou pela borda, ele mergulhou e me lambia a buceta debaixo d'água, saía e me beijava, assim três, quatro vezes. E numa senti que a pica dele abriu caminho na minha buceta, eu abraçava e curtia bem minha buceta, e eu tava morta, não aguentava mais. Ele continuou me bombando até me encher de gozo de novo. "Bom, já foi? Agora sim?" "A verdade é que eu continuaria te dando... Até amanhã, Laura. Você me excita muito. Mas pensa bem, já sou velho demais pra uma coisa tão grande que você tem. Me passa a sunga. Coloquei e saí. Ele vestiu o short e saiu também. A gente se secou um pouco e foi pra dentro. Bom, Lau, vou me vestir e ir embora. Ok, beleza.
Desci. Eu tava com uma latinha na mão, meio desmaiada de tanto transar. Ele chegou, pegou minha lata, deu um gole, me beijou, segurou minha mão e colocou no pau dele. "Olha como você me deixou? Não quer uma rapidinha?" NÃOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO VAI EMBORA LOGOOOOOOOOOOOO.
A gente se beijou e ele foi embora. Fiquei sentada tomando minha cerveja, exausta. Tão bem comida que nunca pensei que dava pra ficar. Como que eu cheguei nisso? Comer um amigo do meu filho. Bom, ele me comeu. Que tarde linda, tarde incrível. Minha buceta ardia, eu olhava pra ela e tava toda vermelha. A coitada ficou destruída, nunca usei tanto ela tão seguido, pobrezinha.
Umas 21h o Pedro me mandou mensagem: "Mãe, não vamos voltar pra casa, vamos ficar na casa do João jogando um torneio de Play." "Tá bom, cuida dos seus irmãos. Eles vão ficar com você?" "Sim, mãe. Amanhã a gente vai pro sítio do Jorge, então só volto no fim da tarde. Qualquer coisa a gente avisa." "Ok, beijos. Não bebam muito. Tchauuuuuu. Beijosssssssssss."
Pouco depois, mensagem. Olhei e era o José. "Oi, como cê tá, Lau? Tudo bem?" "Tô sim, tudo bem. Cê não tá com os meninos?" "Não. Jantou?" "Por que você tá perguntando? Quer me convidar pra jantar?" "Ah, até que podia ser. Quer?" Só de trocar mensagem com o José, já tava ficando excitada. Ufffffff, eu abria as pernas e me tocava, me molhava toda. Que filho da puta, esse cara me domina. "Beleza, a gente podia comer uma pizza. O que acha?" "Siiim, eu comeria você, hehe." "Bom, a gente vê depois."
Me vesti rápido e nisso o Carlos me ligou. "Oi, amor, como cê tá?" "Tudo bem, e você?" "Bem, tava saindo com as meninas pra comer alguma coisa." "Ah, que bom. Divirta-se. Aqui parece que a gente só volta amanhã à noite. Te aviso certinho. assim que você vai me buscar, né? sim, amor, sem problema.
bom, vou te deixar pra você ir com as minas, beijoss.
beijos, te quero.
entrei no carro e fui, cheguei na pizzaria, o José já tava lá, cumprimentei ele com um beijo na bochecha, oi, como cê tá, José?
bem, MUITO BEM AGORA.
com um sorriso de criança com brinquedo novo, e eu era o brinquedo, e adorava ser.
ele me fala, Lau, já pedi pra gente vazar daqui rápido, te incomoda?
nãooooo, pra onde cê vai me levar depois?
pra passar a noite juntos, quer?
siiiiiiiiiiiiiim, quero.
comemos um pouco, nos devorávamos com os olhos, dava pra ver que os dois tavam muito tesudos, pagamos e saímos rápido de lá, cada um subiu no seu carro, deixamos o dele a poucas quadras e ele subiu no meu, fomos pra Panamericana e entramos num motel.
foi uma explosão quando entramos, feito dois desesperados, nos beijando e apalpando, távamos muito excitados, tesudos, eu com a buceta encharcada, só queria aquela pica linda bem dentro de mim, fazia 40 anos que não transava tanto num dia só e tava desesperada, e ele também muito tarado, aquela pica dura que nem pedra, ficamos pelados, nem sei como a gente ficou pelados, mas assim távamos nos beijando em pé, com beijos e carinhos, e senti o pau duro batendo na minha buceta, levantei uma perna pra deixar ele entrar, ele meio agachado e lá dentro ufffffffffffffffffffffffffffffff
lindoooooooooo foi aquela entrada, senti ele abrindo caminho e batendo no fundo, doía pra caralho, mas eu curtia, me sentia uma mulher completa e preenchida, é o máximo, não podia pedir mais, a juventude dele meio que me contagiava e eu me sentia uma girl slut, bem slut, comendo um guri, só que o guri me ensinava tudo.
ele me comeu assim em pé, me deu uma volta de pica pelo quarto inteiro, depois pra cama, um 69 de luxo, gozei com a língua dele, depois gozei com a língua dele no meu cu, ele metia dedo e língua, minha rabeta pulsava, às vezes queria pedir pra ele me fazer a tiny bunda, mas me dava um pouco de medo, bruta pica tem, saiu de baixo e grudou a chupar minhas costas inteiras, as coxas, a virilha, buceta, cu, uffffffffffff eu berrava, ela se ajeitou atrás e deixou correr na buceta, uffffffffffffff eu sentia ela entrando e eu gozava como nunca, jatos de porra, ela tirou e eu senti na portinha do cu, nononononon, pelo amor nãoooo, só um pouquinho, nãooooooooooo não acredito, quando entrar um pouquinho você vai enfiar tudo e acaba tudo, José, fuck you minha palavra, não respondi e ele entendeu que era sim, eu na verdade no fundo queria sentir ela bem no cu, mas me faltava um pouco mais de decisão, ele continuava brincando no cu, entrou a cabeça AYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYY PARA PARA PARA, nem pense !!!! não, Lau isso só, deixou assim, sentia bem a borda da cabeça dentro, mas não forçou mais nada, tirou uffffffffffffffffffff que alívio e dentro de novo, só a cabeça, sentia que meu cu rachava em oito, várias vezes foi, mas ele me respeitou, só a cabeça, já na última entrada quase pedi um pouquinho mais, mas ele se adiantou e me disse, viu que cumpro minha palavra, sim, sim, já vai ter, fuck you minha palavra, vai me arrebentar, mas deixa eu me acostumar com tudo isso, a gente comeu num sofá, no chuveiro, apoiada numa janela, num momento, ele me pegou pela cintura e me virou, fiquei de cabeça pra baixo e ele se ajeitou pra fazer um 69 em pé, uffffffff, eu lambia os ovos dele, a pica, ele assim metia aquela língua no meu cu e chupava minha buceta como um louco e que vergonha, escapou um peido de buceta, ele ria hahaha, quase me despenteia Lau, eu queria morrer, ele dizia tudo bem tranquilo, adoro, quer dizer que você se sente à vontade, depois me ajeitou num sofá meio estranho, que é isso? Pra fazer a Booty Lau, nonono, já te falei, siiiim e eu te dei minha palavra Lau e continuamos brincando naquele sofá até que ele enfiou minha cabeça de novo no cu uffffffffffffffffff para para, sim Lau, quando você quiser me pede, me deixa brincar com a pontinha? Siiiiiiiiii só isso, ele furou meu cu assim, entrava saía até que ele falou vou encher você, nãooooooooooooooo, não de leiteeeeeeeeeeeeeeeeeeuffffffffffffff jato de porra dentro do bum, eram umas seis da manhã e a gente continuava transando, eu já tava com as pernas tremendo, não aguentava mais, ele se agarrava chupando meus peitos, usava a palavra: buceta, algum dedo no cu, eu entreguei, falei pra ele, faz o que quiser, o que quiser? SIII NÃOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO menos a Booty!!!! HAHAHA já sei, isso quando você quiser, com a pontinha já relaxo um pouco, mas quero te comer, sim seu bobo, vou te dar, tem um pouco de paciência comigo. Vamos tomar café e depois você vem pra casa? Dale vamos. Vamos tomar banho, não sabe que Lau, quero ir assim cheios de sexo, eh eu tô escorrendo por todo lado, coloca a tanga e vamos, quero sentir o cheiro do sexo, você é louco, mas tudo bem, já que te devo uma, vamos assim. Assim saímos, fomos tomar café, ele sentou do meu lado, abaixava a mão e tocava minha buceta, a calcinha tava encharcada, não absorvia mais, ele molhava os dois dedos e me dava pra chupar, eu chupava e ele enfiava dois dedos de novo e chupava, hummmmmmm como isso me excitava, tava com vontade de foder ele jááááááá. Tomamos café e fomos pra casa, ele entrou no porta-malas do carro, ainda bem que é um SUV e o espaço é grandão. Chegamos em casa, preparei o mate e ele me sentou na bancada da cozinha, tirou minha tanga, tava um nojo, encharcada, começou a limpar minha buceta com lambidas e vejo ele tirar a calça e tava dura que nem um pau, nene, você não tem fim, nunca cansa? Lau, te falei que desde cara me matei na punheta pensando em você, sabe o que é te ter assim, nunca pensei que poderia te ter assim e Te foder de todas as formas, bom, já não tem mais jeito de fazer, acho, né?
Queeeee, você sabe quanto mais a gente pode fazer, você é bem gostosinha, só falta fazer a Booty, te amarrar na cama, vendar seus olhos, chuva dourada e muito mais, temos muito mais pra fazer Lau, você me deixa louco de tesão, enfiava de manhã e tirava só de noite!!
Sweetie, você é divino e a gente se comia de beijos e ele me deu uma foda sentada na pia e depois me sentou na ponta da mesa e terminou o serviço, gozei na pia e na mesa, peguei o mate, ele sentou numa cadeira e eu, vendo que a pica tava meio morta, sentei em cima e beijava ele e dava o mate e em cinco minutos dava pra sentir que a pica tava viva, filho da puta, mais? Vai, mete. Levantei um pouco e entrou um pouco e sentei em cima, fiquei assim enfiada, tomamos mate, muitos beijos, ele beija lindo, a gente brincava com as línguas e eu sentia aquela pica até a garganta, o dia ficou até as sete da tarde, fodemos na casa toda, na piscina, em todo lugar, até dentro do carro do Carlos, subiu no porta-malas e eu tirei ele do bairro, deixei no carro dele e voltei, dez minutos depois chegaram os três meninos, Comeram? Siiiiim, véia, já comemos. João, o do meio, me fala: véia, que cara é essa, você tá destruída. Siiim, ontem fui com as meninas comer e dormi tarde pra caralho e hoje não tirei soneca, ah, vai dormir, sim filho, já vou.
Nisso Pedro falando no telefone, eu: Filho da puta, por que não veio ontem nem hoje? Não sabe que mina gostosa tinha, João pegou uma, eu fiquei com outra, ahhhhhh eu conheço? Nãooooooooo sério? Que filho da puta! Cuidado, vai que te metem bala, otário, fala amanhã.
Com quem você tá falando, Pedro? Com José, que tava falando que não foi porque pegou uma coroa e passou a noite num motel, a coroa é casada, esse idiota vai se meter numa merda.
Bom, deixa ele. Sim, claro.
Continua.
A gente tem uma situação financeira boa, Carlos é gerente numa multinacional. Vivemos muito confortáveis, boas férias, casa boa, num condomínio fechado. E faz um tempinho, acho que um ano, que eu escuto várias amigas minhas, também mulheres gostosas e de boa vida, contando alguma aventura. Algumas durante as férias, já que muitas vezes nossos maridos nos deixam uns dias com os filhos nos hotéis e elas aproveitam pra ter uma aventura de verão.
Um dia, Marcela contou como na Tailândia um negão quase deixou ela capenga. Disse que o marido chegou e ela estava toda dolorida. Ela falou: "Nunca mais com um negão assim". Ela tinha 47 anos e o negão 27, e tinha uma ferramenta de uns 25 cm, grossa, uma coisa tremenda, e deixou ela toda quebrada.
Eu, depois dessas conversas, voltava pra casa toda molhada, terminava me masturbando. À noite, transava e ficava pensando nas conversas do dia, gozava igual uma louca. Carlos gozava e dormia, e eu muitas vezes ficava com mais vontade.
Carlos tem uma ferramenta de uns 12 cm. Pra mim, todas eram muito parecidas, isso eu achava.
Um dia de verão, os meninos estavam com os amigos na piscina. Eles brincavam e riam muito. Pedro, o mais velho, de 28 anos, me gritou: "Velha, traz umas cervejas pra gente!" Levei algumas latas e me aproximei da piscina. Eu estava de biquíni, não daqueles pequenos, porque tenho peitos grandes e uma bunda que sempre disseram ser muito bonita, bem carnuda, firme e empinada. Os meninos zoavam: "Boa, chegou a rainha!" José, um dos Amigos, eu dizia pro Pedro: "Cara, teu velho tem que se ligar, porque tua velha tá pronta pra fazer estrago!" Todo mundo ria: "Siiiiiiii, ela trabalha pra caramba e a velha sai muito sozinha, não sei o que ela tá aprontando, hahahaha." "Cala a boca, idiota."
Eu me joguei na água e eles continuavam conversando e zoando, mas notei que o José não tirava os olhos da minha bunda e dos meus peitos. Me senti meio estranha. Depois, enquanto eles conversavam entre si, ouvi que o José tinha brigado com a namorada e perguntei: "O que houve, José, com aquela garota tão gostosa?" Pedro respondeu: "Não aguento mais esse cara, ele deixava ela mancando, hahahaha." "Não seja besta, Pedro." "Nãooooo, sério, véia, você não sabe o que esse animal é. Quando as magras veem ele, se assustam, hahaha." José me olhava e sorria. "Ah, vocês são uns babacas. Vou pra dentro. Vózinha, prepara alguma coisa pra beliscar pra gente?" "Dá não, você não merece, mas tudo bem, vou preparar."
Eu me sequei e fui pra dentro preparar algo pra beliscar. Tava preparando e apareceu o João, outro amigo. Eu o expulsei correndo: "Sai, você tá molhado!" Ele pegou uma lata e saiu. Depois entrou o José. "Sai, vocês entram molhados aqui!" "Não, Laura, eu me sequei. Posso pegar uma lata de cerveja?" "Ah, sim, pega." Ele se aproximou pra ver o que eu tava preparando e disse: "Posso?" "Pode, pega." Ele pegou umas batatas fritas, me olhou e disse: "Valeu, Laura." Eu notei que ele olhava pros meus peitos e eu tava com os bicos bem durinhos, dava pra notar. Fiquei nervosa. Ele saiu me olhando de canto. Esse cara tá afim de mim, é doido.
Naquela noite, enquanto transava com o Carlos, vinha na minha mente como o José me olhava e eu ficava mais excitada.
Passaram os dias e uma tarde eu tava saindo e o Pedro me ligou: "Véia, o José vai passar aí pra buscar o Play. Manda ele ir no meu quarto e levar, porque vamos nos encontrar na casa do João pra jogar." "Tá bom, que horas ele vem?" "Já deve estar perto." "Ah, tá, porque eu já ia sair."
Me avisaram na portaria que o José tava lá. "Pode entrar."
Ele chegou. "Oi, José." "Oi, Laura, vim buscar o Play do Pedro." "Sim, sim. entra, já me avisaram que você vinha. Entro no quarto, José, quer algo gelado? Ah, se tiver água fresca, aceito. Desço com o PlayStation e os cabos, ele veio pra cozinha, servi água fresca pra ele. Que calor que tá fazendo, Laura. Uh, siiiim. Eu, José, e a sua namorada? O que houve com aqueles idiotas no outro dia? No final não me contaram nada.
Ele me olha e diz: é mais ou menos como o Pedro tava falando. Ah, para de encher o saco, José. Não, sério, Laura, tenho um problema. Pelo que algumas dizem, elas não gostam de transar comigo. Agora tô saindo com uma mulher mais velha e, sinceramente, tô aproveitando mais. Ufffff, não acreditei, tava ficando com tesão só de ouvir. Ah, então de agora em diante vou tomar cuidado pra não virar as costas pra você, hahaha. Não, Laura, pra você sou como minha mãe. E me dá um abraço e um beijo na bochecha, e eu rindo nervosa, falo: mas não sou sua mãe. Enquanto abraço ele, aperto mais contra meu corpo. Upa, senti o volume dele bem duro na minha barriga. Olho pra ele e falo: tá bom, tá bom, tenho que ir. José: sim, sim, melhor eu ir também. Por quê? Por nada, Laura. Tchauuuuuu, obrigado pela água, e foi embora. Fiquei super com tesão e molhada, ufffff, esse cara me deixa louca de tesão.
No domingo, Carlos viajou pra Espanha a trabalho. Na segunda, tava em casa e tocam da portaria: senhora, o José tá aqui... Pode? Pode, pode entrar. Fiquei surpresa. Oi, José, o que houve? O Pedro não te avisou? Não, o quê? Vim pegar uns jogos do PlayStation. Nisso chega mensagem do Pedro: véia, o José vai pegar uns jogos.
Agora me avisa. Entra, passa, você já sabe onde estão.
Eu tava de biquíni, desci e ele pediu um copo de água fresca. Ah, vai entrar na piscina, Laura? Sim, ia fazer isso. Uh, que legal. Quer dar um mergulho? Tô sem sunga, senão entrava. Pega um short do Pedro e se refresca. Sério? Siiiim, sobe, pega um e vem pra piscina. Como esse cara me dá tesão. Fui pra água, entrei e... Daí, apareceu o José com um shortinho apertado do Pedro. "Ah, ficou meio justo em você", ele ria. "Siiiiiiiiiiiiim", ele não tirava os olhos das minhas tetas. Pulou na água, nadamos um pouco, conversamos besteira. Ajeitei minha sunga mais enfiada no rabo e saí da piscina, me joguei na espreguiçadeira. Ele ficou na água, segurando na borda, me olhando e conversando. Eu abria um pouquinho as pernas, pra ele ter uma vista melhor. "Quer algo gelado?" "Hmm, uma cerveja ia bem, Laura."
Fui pra casa, peguei duas latas e voltei. Quando tava me aproximando, vi ele saindo da água e marcava um volume doido. Ele, como se nada, tava de pé e eu vinha olhando. "Ahhhhh, agora entendi o da sua namorada." "Desculpa, Laura." "Não, desculpa por quê?" Tô dando a cerveja pra ele e ele me diz: "Pelo jeito que eu fiquei." "Não acontece nada, José." Ele pega a cerveja, me abraça e, sem mais, me beijou de boca aberta e eu entreguei. Terrível como aquela coisa que continuava crescendo encostada na minha barriga. "Para, José, vamos pra dentro."
Fomos pra dentro e, assim que entramos, ele já tava amassando minhas tetas e me beijando. Fui me ajoelhando, fui abaixando o short dele e pulou uma pica enorme. Calculei uns 20 centímetros de carne dura e grossa, muito quente. Olhava hipnotizada, não sabia o que fazer com uma pica daquelas, nunca tinha visto algo assim. A do Carlos, perto disso, é de brinquedo. Só me ocorreu lamber da cabeça até os ovos, grandões e peludos. Ele me levantou e baixou a calcinha da minha sunga, e assim, pelados, continuamos nos beijando. Me levou até o sofá e me deitou. Se ajoelhou e começou chupando minha buceta, ufffffffffff mmmmmmmm, mamãe, me deixava louca. Não me segurei, gozei. Agarrei ele pelos cabelos e enfiei a cara dele na minha buceta. "Não para mais, continua, continua." E ele continuava chupando como nunca o Carlos chupou minha buceta. Gozei de novo, e ele seguia metendo língua e dedos na minha buceta. Porra, esse cara me deixou escancarada em o sofá fazendo o que queria comigo e eu curtindo como nunca, nunca senti tanto em tão pouco tempo, tava alucinando e enquanto ele tava chupando bem forte a minha pussy, senti um dedo entrar no cu, ufffffffffffffffffffff mmmmmmmmahhhhhhhhhh queria enfiar a cabeça dele dentro da minha pussy e senti dois dedos no cu e griteeeeeeeeeee ahhhhhhhhhhhhhgggggggggguhhhhhhhhhhsisisisisisisisisiismierda gozei a jatos, soltei a cabeça dele e ele foi tirando os dedos do cu e subiu em cima de mim e eu coloquei uma perna no encosto e a outra descendo do sofá, mais aberta não dava pra ficar e sentir o pauzão entrando eu voltava a alucinar, não parava de meter, que cara filho da puta, senti dor, apertava ele com as mãos nas costas e gozei de novo, filho da puta, vai me matar, meu bem, que cock que você tem e pedi, não me faz doer, mas o cara começou a meter forte, eu gritava, jogava as pernas pra todo lado e ele continuava como um cachorro no cio, eu tava alucinando e gemendo e gozamos os dois juntos, senti uns jatos de cum bem fundo, muito cum e só assim ele se acalmou, ficou me beijando e beijando os peitos, José, só te peço uma coisa, disso nunca nada pra ninguém, tá? Sim, Laura, claro, sabe as punhetas que eu bati pensando em você? Milhares, milhares de punhetas, sério? Siiiim, desde os doze anos me masturbei pensando em você, senti que ele ficava duro de novo dentro de mim, nãooooooo, de novo? Siiiiiiiiiiiiii e já tava se mexendo, Sim, vamos pro Quarto? Bom, me levanto como se fosse papel, sem tirar o cock de dentro de mim e subimos assim a escada, eu comia a boca dele e a língua quente dele brincando na minha boca me deixava mais tesuda!! Que filho da puta, chegamos na cama e deitamos sem tirar o cock da pussy, me sentia empalada, parecia que aquela piroca chegava na minha garganta, fizemos de tudo, algo que nunca fiz com Carlos, há anos só papai e mamãe, com José, mamãe, não sabia que dava pra fazer De tantas formas, eu levantava as pernas, com minhas perninhas nos ombros dele, de ladinho, sentados como buda, assim eu sentia ele terrível, entrava demais e doía. De quatro, a gente mudava de posição sem tirar, e ele voltava a me acabar e seguia como se nada, e eu já não aguentava mais. Tava de quatro e ele ainda meteu um dedo no meu cu, o dedo dele é igual à pica do Carlos, eu berrava e ele continuava como um louco. Mas antes de gozar, ele tirou e me disse: "Toma, Laurita", e eu me virei e tinha a pica na frente da minha boca, mal dava pra enfiar um pouquinho na boca. Eu rocei a língua na cabeça e ele soltou um pouco de gozo e, sem pensar, engoli. Azedo, quentinho, não gostei muito, mas engoli tudo rápido. Ele olhava pro teto e só gemia: "Ufffffffff, Laura, lindo o seu jeito". A gente se beijava e abraçava, passaram uns minutos de carícias. Eu tava morta, não acreditava em tudo que tinha acontecido, gozei sei lá mil vezes, nunca nada nem parecido. E sinto a pica dele cutucando minha entreperna. "Nonono, para, neném, já tô morta." "Uh, Laura, pensei que você ia me dar a bunda." "Queeeeeeeeeee, nãooooooooooo, para, e além disso eu quase não uso, tá quase 0km e com uma coisa dessas a gente tem que ter muito tempo. Mmmm, bom, pensei só." "Não, por hoje chega, vamos refrescar na piscina?" "Dale, vamos." Coloquei a sunga, ele também, e a gente pulou na água. Falei de novo: "Disso, nem uma palavra pra ninguém." "Nãooooo, Lau, fica tranquila." E ele me apoia por trás e tava com a pica dura de novo. "Nãoooooooooo, quer mais?" E ele já tava tirando minha sunga e me segurou pela borda, ele mergulhou e me lambia a buceta debaixo d'água, saía e me beijava, assim três, quatro vezes. E numa senti que a pica dele abriu caminho na minha buceta, eu abraçava e curtia bem minha buceta, e eu tava morta, não aguentava mais. Ele continuou me bombando até me encher de gozo de novo. "Bom, já foi? Agora sim?" "A verdade é que eu continuaria te dando... Até amanhã, Laura. Você me excita muito. Mas pensa bem, já sou velho demais pra uma coisa tão grande que você tem. Me passa a sunga. Coloquei e saí. Ele vestiu o short e saiu também. A gente se secou um pouco e foi pra dentro. Bom, Lau, vou me vestir e ir embora. Ok, beleza.
Desci. Eu tava com uma latinha na mão, meio desmaiada de tanto transar. Ele chegou, pegou minha lata, deu um gole, me beijou, segurou minha mão e colocou no pau dele. "Olha como você me deixou? Não quer uma rapidinha?" NÃOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO VAI EMBORA LOGOOOOOOOOOOOO.
A gente se beijou e ele foi embora. Fiquei sentada tomando minha cerveja, exausta. Tão bem comida que nunca pensei que dava pra ficar. Como que eu cheguei nisso? Comer um amigo do meu filho. Bom, ele me comeu. Que tarde linda, tarde incrível. Minha buceta ardia, eu olhava pra ela e tava toda vermelha. A coitada ficou destruída, nunca usei tanto ela tão seguido, pobrezinha.
Umas 21h o Pedro me mandou mensagem: "Mãe, não vamos voltar pra casa, vamos ficar na casa do João jogando um torneio de Play." "Tá bom, cuida dos seus irmãos. Eles vão ficar com você?" "Sim, mãe. Amanhã a gente vai pro sítio do Jorge, então só volto no fim da tarde. Qualquer coisa a gente avisa." "Ok, beijos. Não bebam muito. Tchauuuuuu. Beijosssssssssss."
Pouco depois, mensagem. Olhei e era o José. "Oi, como cê tá, Lau? Tudo bem?" "Tô sim, tudo bem. Cê não tá com os meninos?" "Não. Jantou?" "Por que você tá perguntando? Quer me convidar pra jantar?" "Ah, até que podia ser. Quer?" Só de trocar mensagem com o José, já tava ficando excitada. Ufffffff, eu abria as pernas e me tocava, me molhava toda. Que filho da puta, esse cara me domina. "Beleza, a gente podia comer uma pizza. O que acha?" "Siiim, eu comeria você, hehe." "Bom, a gente vê depois."
Me vesti rápido e nisso o Carlos me ligou. "Oi, amor, como cê tá?" "Tudo bem, e você?" "Bem, tava saindo com as meninas pra comer alguma coisa." "Ah, que bom. Divirta-se. Aqui parece que a gente só volta amanhã à noite. Te aviso certinho. assim que você vai me buscar, né? sim, amor, sem problema.
bom, vou te deixar pra você ir com as minas, beijoss.
beijos, te quero.
entrei no carro e fui, cheguei na pizzaria, o José já tava lá, cumprimentei ele com um beijo na bochecha, oi, como cê tá, José?
bem, MUITO BEM AGORA.
com um sorriso de criança com brinquedo novo, e eu era o brinquedo, e adorava ser.
ele me fala, Lau, já pedi pra gente vazar daqui rápido, te incomoda?
nãooooo, pra onde cê vai me levar depois?
pra passar a noite juntos, quer?
siiiiiiiiiiiiiim, quero.
comemos um pouco, nos devorávamos com os olhos, dava pra ver que os dois tavam muito tesudos, pagamos e saímos rápido de lá, cada um subiu no seu carro, deixamos o dele a poucas quadras e ele subiu no meu, fomos pra Panamericana e entramos num motel.
foi uma explosão quando entramos, feito dois desesperados, nos beijando e apalpando, távamos muito excitados, tesudos, eu com a buceta encharcada, só queria aquela pica linda bem dentro de mim, fazia 40 anos que não transava tanto num dia só e tava desesperada, e ele também muito tarado, aquela pica dura que nem pedra, ficamos pelados, nem sei como a gente ficou pelados, mas assim távamos nos beijando em pé, com beijos e carinhos, e senti o pau duro batendo na minha buceta, levantei uma perna pra deixar ele entrar, ele meio agachado e lá dentro ufffffffffffffffffffffffffffffff
lindoooooooooo foi aquela entrada, senti ele abrindo caminho e batendo no fundo, doía pra caralho, mas eu curtia, me sentia uma mulher completa e preenchida, é o máximo, não podia pedir mais, a juventude dele meio que me contagiava e eu me sentia uma girl slut, bem slut, comendo um guri, só que o guri me ensinava tudo.
ele me comeu assim em pé, me deu uma volta de pica pelo quarto inteiro, depois pra cama, um 69 de luxo, gozei com a língua dele, depois gozei com a língua dele no meu cu, ele metia dedo e língua, minha rabeta pulsava, às vezes queria pedir pra ele me fazer a tiny bunda, mas me dava um pouco de medo, bruta pica tem, saiu de baixo e grudou a chupar minhas costas inteiras, as coxas, a virilha, buceta, cu, uffffffffffff eu berrava, ela se ajeitou atrás e deixou correr na buceta, uffffffffffffff eu sentia ela entrando e eu gozava como nunca, jatos de porra, ela tirou e eu senti na portinha do cu, nononononon, pelo amor nãoooo, só um pouquinho, nãooooooooooo não acredito, quando entrar um pouquinho você vai enfiar tudo e acaba tudo, José, fuck you minha palavra, não respondi e ele entendeu que era sim, eu na verdade no fundo queria sentir ela bem no cu, mas me faltava um pouco mais de decisão, ele continuava brincando no cu, entrou a cabeça AYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYY PARA PARA PARA, nem pense !!!! não, Lau isso só, deixou assim, sentia bem a borda da cabeça dentro, mas não forçou mais nada, tirou uffffffffffffffffffff que alívio e dentro de novo, só a cabeça, sentia que meu cu rachava em oito, várias vezes foi, mas ele me respeitou, só a cabeça, já na última entrada quase pedi um pouquinho mais, mas ele se adiantou e me disse, viu que cumpro minha palavra, sim, sim, já vai ter, fuck you minha palavra, vai me arrebentar, mas deixa eu me acostumar com tudo isso, a gente comeu num sofá, no chuveiro, apoiada numa janela, num momento, ele me pegou pela cintura e me virou, fiquei de cabeça pra baixo e ele se ajeitou pra fazer um 69 em pé, uffffffff, eu lambia os ovos dele, a pica, ele assim metia aquela língua no meu cu e chupava minha buceta como um louco e que vergonha, escapou um peido de buceta, ele ria hahaha, quase me despenteia Lau, eu queria morrer, ele dizia tudo bem tranquilo, adoro, quer dizer que você se sente à vontade, depois me ajeitou num sofá meio estranho, que é isso? Pra fazer a Booty Lau, nonono, já te falei, siiiim e eu te dei minha palavra Lau e continuamos brincando naquele sofá até que ele enfiou minha cabeça de novo no cu uffffffffffffffffff para para, sim Lau, quando você quiser me pede, me deixa brincar com a pontinha? Siiiiiiiiii só isso, ele furou meu cu assim, entrava saía até que ele falou vou encher você, nãooooooooooooooo, não de leiteeeeeeeeeeeeeeeeeeuffffffffffffff jato de porra dentro do bum, eram umas seis da manhã e a gente continuava transando, eu já tava com as pernas tremendo, não aguentava mais, ele se agarrava chupando meus peitos, usava a palavra: buceta, algum dedo no cu, eu entreguei, falei pra ele, faz o que quiser, o que quiser? SIII NÃOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO menos a Booty!!!! HAHAHA já sei, isso quando você quiser, com a pontinha já relaxo um pouco, mas quero te comer, sim seu bobo, vou te dar, tem um pouco de paciência comigo. Vamos tomar café e depois você vem pra casa? Dale vamos. Vamos tomar banho, não sabe que Lau, quero ir assim cheios de sexo, eh eu tô escorrendo por todo lado, coloca a tanga e vamos, quero sentir o cheiro do sexo, você é louco, mas tudo bem, já que te devo uma, vamos assim. Assim saímos, fomos tomar café, ele sentou do meu lado, abaixava a mão e tocava minha buceta, a calcinha tava encharcada, não absorvia mais, ele molhava os dois dedos e me dava pra chupar, eu chupava e ele enfiava dois dedos de novo e chupava, hummmmmmm como isso me excitava, tava com vontade de foder ele jááááááá. Tomamos café e fomos pra casa, ele entrou no porta-malas do carro, ainda bem que é um SUV e o espaço é grandão. Chegamos em casa, preparei o mate e ele me sentou na bancada da cozinha, tirou minha tanga, tava um nojo, encharcada, começou a limpar minha buceta com lambidas e vejo ele tirar a calça e tava dura que nem um pau, nene, você não tem fim, nunca cansa? Lau, te falei que desde cara me matei na punheta pensando em você, sabe o que é te ter assim, nunca pensei que poderia te ter assim e Te foder de todas as formas, bom, já não tem mais jeito de fazer, acho, né?
Queeeee, você sabe quanto mais a gente pode fazer, você é bem gostosinha, só falta fazer a Booty, te amarrar na cama, vendar seus olhos, chuva dourada e muito mais, temos muito mais pra fazer Lau, você me deixa louco de tesão, enfiava de manhã e tirava só de noite!!
Sweetie, você é divino e a gente se comia de beijos e ele me deu uma foda sentada na pia e depois me sentou na ponta da mesa e terminou o serviço, gozei na pia e na mesa, peguei o mate, ele sentou numa cadeira e eu, vendo que a pica tava meio morta, sentei em cima e beijava ele e dava o mate e em cinco minutos dava pra sentir que a pica tava viva, filho da puta, mais? Vai, mete. Levantei um pouco e entrou um pouco e sentei em cima, fiquei assim enfiada, tomamos mate, muitos beijos, ele beija lindo, a gente brincava com as línguas e eu sentia aquela pica até a garganta, o dia ficou até as sete da tarde, fodemos na casa toda, na piscina, em todo lugar, até dentro do carro do Carlos, subiu no porta-malas e eu tirei ele do bairro, deixei no carro dele e voltei, dez minutos depois chegaram os três meninos, Comeram? Siiiiim, véia, já comemos. João, o do meio, me fala: véia, que cara é essa, você tá destruída. Siiim, ontem fui com as meninas comer e dormi tarde pra caralho e hoje não tirei soneca, ah, vai dormir, sim filho, já vou.
Nisso Pedro falando no telefone, eu: Filho da puta, por que não veio ontem nem hoje? Não sabe que mina gostosa tinha, João pegou uma, eu fiquei com outra, ahhhhhh eu conheço? Nãooooooooo sério? Que filho da puta! Cuidado, vai que te metem bala, otário, fala amanhã.
Com quem você tá falando, Pedro? Com José, que tava falando que não foi porque pegou uma coroa e passou a noite num motel, a coroa é casada, esse idiota vai se meter numa merda.
Bom, deixa ele. Sim, claro.
Continua.
4 comentários - 30 anos casada e desandei, entreguei tudo pra um cara