Nueva sesión con el Amo

Ontem de manhã, sexta-feira, recebi uma mensagem do meu dono. Ele não tinha entrado em contato desde o fim de semana que nos teve os três à disposição dele. "Oi, promíscua." "Oi, meu dono." "Você tem que estar aqui às 17h no meu apê. Me avisa quando estiver lá embaixo." "Sim, meu dono, estarei lá." Ele não disse mais nada. Fiz minhas coisas e trabalhei até as 15h30. Fui tomar banho e me preparar. Às 17h, avisei que estava lá embaixo. "Já estou descendo", ele disse. Desceu, mas não me fez entrar. "VAMOS. ANDA UNS PASSOS ATRÁS DE MIM E, SE ENCONTRAR ALGUÉM CONHECIDO, NÃO PARA." "SIM, MEU DONO. AONDE VAMOS?" "QUE IMPORTÂNCIA TEM?" Saímos. Fui atrás dele e, graças a Deus, não encontrei ninguém conhecido. Chegamos na rua Belgrano, viramos e entramos na galeria onde fica o cinema xxx. "PAGA A ENTRADA." Paguei as duas entradas. "ALUGA UMA CABINE PELO DIA INTEIRO." Entramos no cinema e ele me mandou ficar pelado dentro da cabine. Me deu uma tanga, uma mini-saia e um sutiã. Guardou minhas roupas numa sacola e me fez dar uma volta pelo cinema inteiro. Tinha 7 pessoas: dois homens sentados juntos que riram quando me viram, estavam na sala hétero, e mais dois separados. Fomos para a sala gay e tinha um chupando a pica do outro e mais um sentado se masturbando. Voltei para a sala hétero. Fomos para um canto. Meu dono me fez chupar a pica dele para que me vissem, e voltamos para a cabine. "VOU EMBORA POR 2 HORAS. VOLTO. DEIXA TE FODER POR QUEM QUISER." Ele levou minhas roupas, então não pude fazer nada além de esperar. Já eram 18h30. Os primeiros que vieram na cabine foram os dois que estavam juntos e riram de mim. Me cercaram, começaram a me tocar. Um me beijou na boca e o outro enfiou os dedos na minha buceta. Chupei a pica dos dois e eles me comeram alternadamente. Gozaram na minha boca e foram para a sala. Fora da cabine, tinha um cara olhando e se masturbando. Me aproximei de joelhos e chupei a pica dele. Ele também gozou na minha boca. Descansei um pouco. Já não faltava muito para o dono chegar. Sentei no sofá ao lado da cabine e vi entrar um cara jovem, de uns 30 e poucos anos. Ele entrou na sala hétero. Fui atrás dele. Mostrei e voltei pra cabine. Demorou um pouquinho, mas ele apareceu. Entrou, tirou o pau, chupei ele, e começou a me comer encostado na parede. Abriram a porta e era o dono. Entrou. ESSA É MINHA PUTA. CÊ GOSTA? AMO A BUNDA ABERTA QUE ELA TEM. QUER VIR NO MEU APÊ E CONTINUAR LÁ? É PERTO? QUATRO QUADRAS. VAMOS. Ele me devolveu a roupa e saímos. Assim que entramos no apê dele, VAI NO BANHEIRO, SE LAVA E VOLTA. Quando voltei, os dois estavam pelados se beijando e o cara batendo uma pro meu dono. Me aproximei. CHUPA NOSSAS PIROCAS. Chupei os dois. Meu dono me levou pra mesa, me amarrou de pernas abertas e mãos abertas, deitado nela. COME ELE BEM DURO. Ele meteu e me comeu forte enquanto o dono colocava o pau na minha boca. DÁ UMA SURRA NELE. O cara começou a me bater cada vez mais forte até gozar na minha bunda. O dono foi pra trás e começou a brincar com consolos na minha bunda. Pegou um bem grande e o cara falou ESSE NEM CONSEGUE ENTRAR. VAMOS TENTAR? SIM, ARREBENTA TUDO. Ele colocou na minha bunda, começou a meter, com muito lubrificante. Doía e eu implorei pra parar, óbvio que ele não ligou. Senti tudo se rasgar e entrou. UAU, QUE VIADO QUE ELE É. O dono tirou o brinquedo. METE A MÃO. O cara colocou uma luva que o dono deu e enfiou a mão inteira. Tirou e tinha broxado de novo. Me comeu, gozou de novo, e depois me comeu e o dono gozou. O cara foi embora. O dono subiu, me desamarrou, me fez vestir e pude ir. Arrebentado, dolorido, mas passei mais um teste.

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