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Compêndio IIIAcompanhei a Pamela até que o pequeno Adrián começou a bocejar. Meu precioso e rosado tesouro se contorceu suavemente quando o coloquei no berço. Pamela, agora mais agradável, me observava enquanto cumpria meus deveres paternos.
> Você foi muito bem hoje. - disse, corando levemente, mas deixando seu espírito deEspanhola gostosa- Menos que um porco tarado e mais como um pai de verdade.
Ri com o comentário dela, mas dava pra sentir o amor de verdade entre a gente: ela queria algo sério, ser minha esposa. Mas, infelizmente, eu já era casado com a prima dela. Depois de beijar sua testa, deixei ela descansar. Tinha tido um dia cansativo.A enfermeira chegou alguns minutos depois. Camila, com seu uniforme justo no peito, entrou em silêncio. Seus lábios carnudos se curvaram num sorriso tímido enquanto se aproximava da cama da Pamela, com a prancheta na mão.
• Tudo bem? – perguntou, checando seus sinais vitais.
Pamela acenou com os olhos pesados. Camila rabiscou algumas anotações, me olhando com uma mistura de curiosidade e algo mais quente. Quando ela saiu, eu segui.
Fora do quarto, Camila se apoiou na parede do corredor. A luz da rua entrava pela janela, refletindo no brilho dos lábios dela. Cruzou os braços, fazendo os peitos ficarem mais tensos contra o tecido engomado.
• Por quê? – perguntou baixinho. – Por que você assinou aqueles papéis?
Mantive a voz baixa.
– Porque eleémeu filho. Pamela nos pediu, ou melhor, nos suplicou, a Marisol e a mim, que a ajudássemos.Camila abriu mais os olhos, surpresa. Expliquei sobre a viagem desde a Austrália, cumprindo a promessa de estar aqui para o parto. Ela assimilou em silêncio, apertando os dedos sobre a prancheta. Então, acrescentei o resto: Sonia, Bastián, o padrão que se tecia ao longo da minha vida. Sua respiração acelerou, uma inspiração brusca que ecoou no corredor silencioso.
— Pamela queria tanto ter um filho meu que pediu à minha esposa... — disse com um sorriso. — E a Marisol é tão generosa que topou. Só precisamos de uma noite para deixar a Pamela grávida.
Camila recebeu a notícia de olhos arregalados. Ela já me tinha visto dando em cima da irmã mais nova da Marisol e até da minha sogra no hospital, então não tinha motivo pra duvidar.
Os dedos dela tocaram nos meus, tímidos.
• E... tem certeza? — perguntou num sussurro cheio de insinuações. Eu balancei a cabeça, vendo as cores subirem pelo pescoço dela. — Meu namorado e eu... temos tentado.
A confissão ficou pairando entre a gente, carregada de um desejo implícito. O olhar dela desceu pra minha virilha, depois subiu de novo, com as bochechas coradas.
• Depois dessa tarde... não me lavei. Ainda não. — A confissão tremeu nos lábios brilhantes dela.
A garganta ficou seca. Era assim que essas coisas costumavam começar com outras mulheres...
Camila não esperou resposta. Me empurrou pra dentro do quarto de visitas, mal iluminado, onde o cheiro de antisséptico foi substituído pelo perfume quente de baunilha dela. Os dedos dela brincaram com a fivela do meu cinto, ásperos pela urgência, enquanto os lábios se esmagavam nos meus, com um gosto leve de menta e desespero. A agarrei pelos quadris, sentindo a curva da cintura dela através do tecido fino, com o polegar roçando o volume do peito. Os botões do uniforme dela se... abriram-se um a um, revelando uma renda preta que mal continha seus seios fartos.
• Me mostra! - sussurrou contra minha boca, deslizando a mão pelo meu abdômen. - Me mostra como você deu um filho pra Pamela tão rápido!
A visão dos seios pesados dela me excitou, como um míssil nuclear pronto para ser lançado.
• Ai, meu Deus! - exclamou ao perceber o formato tenso sob minha calça.
Camila se ajoelhou, seus cachos escuros roçando minhas coxas enquanto me libertava. Seu arfar ecoou, agudo, faminto. Seus dedos quentes se fecharam em volta do meu pau, medindo sua grossura com reverência trêmula. Seu polegar percorreu a cabeça inchada, já escorregadia pelo líquido pré-gozo.
• Vadia! - sussurrou, me olhando com os olhos semicerrados. - A Pamela não estava mentindo!
Antes que eu pudesse responder, ela me pegou fundo. Uma chupada quente e úmida arrancou um gemido da minha garganta. Seus lábios se esticaram de forma obscena em volta da minha grossura, a língua rodando enquanto ela balançava, me engolindo por completo a cada investida desesperada. Meus dedos se enroscaram no cabelo dela, incentivando-a a ir mais fundo, sentindo o reflexo de vômito dela se contrair antes de ceder.Ela era boa e claramente adorava chupar, igual a Marisol. Mas minha grossura dava um pouco de trabalho. Ela engasgava e tentava engolir, mas Camila não estava acostumada comigo.
Eu a levantei, deslizando minhas mãos sob sua bunda para erguê-la. A saia rodopiou em volta de suas coxas enquanto eu a carregava até a cama. Ela envolveu as pernas na minha cintura, seu uniforme se abriu revelando pele nua e renda. Sua respiração parou quando me deitei para que ela montasse, as molas do colchão rangiam sob nós. Seus dedos cravaram nos meus ombros enquanto eu me posicionava.- Me diz que você quer isso. - sussurrei em seu ouvido, inalando seu aroma de baunilha misturado com suor, como soltando o último seguro para uma viagem sem volta.
• Agora! - ela ofegou em resposta, arqueando as costas. - Antes que eu me arrependa.
Ela se posicionou por cima, com a buceta encharcada de antecipação. Quando Camila percebeu que eu estava empinado, soube que não seria uma tarefa fácil. Iria ser doloroso e delicioso ao mesmo tempo.
Camila me guiou para dentro dela. Um grito abafado escapou de seus lábios quando a cabeça atravessou sua entrada, aquele alongamento familiar, apertado e ardente. Ela fechou os olhos com força.• Meu Deus!... É mais grossa do que eu pensava... – sussurrou devagar, cravando os dedos nos meus ombros.
Centímetro a centímetro, ela afundou, com seus músculos internos tremulando ao meu redor. O suor brilhava em suas clavículas. Quando finalmente me tomou por completo, ela ficou paralisada, tremendo, com o peito ofegante.
• Incrível!... Você me encheu toda! – A voz dela estava tensa, tomada.
Ela começou a balançar os quadris de forma experimental, um movimento lento que a fez morder o lábio inferior. Cada investida superficial provocava um gemido, meio de dor, meio de prazer desesperado.
Seus peitos desnudos balançavam pesadamente, me fazendo pensar nos sinos de uma paróquia. Ela percebeu e sorriu satisfeita, enquanto começava a cavalgar com entusiasmo como uma vaqueira. Agarrei sua bunda, esticando suas nádegas o suficiente para deslizar meu dedo médio dentro de seu ânus apertado. Ela adorou.
De repente, Camila se inclinou para frente, pressionando os seios contra meu peito e se mexendo com mais força. Seu hálito era quente e ofegante no meu ouvido, sussurrando palavras obscenas em espanhol que fariam uma freira corar. Respondi empurrando com força para cima, fazendo-a gritar, numa mistura de surpresa e êxtase. Suas paredes se apertaram ao meu redor como um punho de veludo.• Mais forte, papi! Assim! - suplicou, arranhando minhas costas com as unhas e esquentando meu sangue.
O suor escorria entre nós, misturando-se com o aroma de baunilha até o quarto cheirar a luxúria e desespero.
A estrutura da cama batia ritmicamente na parede enquanto ela cavalgava cada vez mais rápido, com seus cachos desalinhados em volta do rosto corado. A luz da rua refletia o brilho de sua garganta, onde seu pulso batia forte. Ela esticou a mão para trás, guiando a minha mais fundo na sua bunda, gemendo quando torci meu dedo.
• Isso!... Assim!... Me fode gostoso como fez com a Pamela! - ofegou, com os olhos vidrados.
Apertei seus quadris com mais força, levantando-a levemente para penetrá-la mais fundo a cada investida para cima. Ela jogou a cabeça para trás e um gemido abafado escapou de seus lábios enquanto seu corpo tremia: o orgasmo a atingiu com força, percorrendo seu interior e me espremendo sem piedade.No entanto, eu não estava nem perto de gozar. Ela soltou um gemido abafado quando sentiu minha cabeça tocando seu útero, uma experiência que ela nunca tinha sentido antes, o que a fez se mover ainda mais selvagemente. Diferente de outros, eu curto estar com mulheres e ver uma gostosa 14 anos mais nova que eu curtindo enquanto a gente transava era um espetáculo que eu não ia perder.
Virei a Camila de costas, abrindo suas pernas. Ela gritou quando a penetrei de novo, dessa vez ainda mais fundo, sua umidade encharcando os lençóis debaixo de nós. As unhas dela cravaram nos meus braços enquanto segurava seus pulsos acima da cabeça, empurrando sem parar enquanto ela soltava obscenidades entre gemidos.• Ai, que gostoso! – Ela exclamava como uma puta.
O cheiro da excitação dela misturado com suor enchia o quarto, denso e primitivo. Cada batida de pele ecoava nas paredes estéreis, os seios dela balançavam com força a cada movimento. Ela envolveu as pernas na minha cintura, cravando os calcanhares nas minhas costas enquanto me empurrava ainda mais fundo, tão fundo que ela gemeu:• Consigo sentir você na minha garganta.
Tive que beijá-la. Não só porque eu queria, mas porque, se não, os gemidos dela iam acordar a Pamela no quarto ao lado. Ela não reclamou. Na verdade, a língua dela dançava selvagemente dentro da minha boca, enquanto minhas investidas continuavam a bater cada vez mais fundo no seu ponto secreto do amor.As pernas da Camila tremiam contra meus quadris, os dedos dela se curvavam nos lençóis ásperos do hospital. A barriga dela pulsava contra minha ponta, uma batida frenética contra meu próprio pulso, e ela sussurrou:
• Não tira! - com a voz sedenta carregada de desejo.
Ela se arqueou, esfregando-se com mais força, cada movimento escorregadio e desesperado. O suor escorria pelas minhas costas, acumulando-se onde o calcanhar dela se fincava na minha pele. O quarto agora cheirava a sexo, almíscar e doçura, dominando o cheiro de água sanitária antisséptica.Sorri suavemente. Ela ainda não tinha percebido. Continuei metendo e metendo, sentindo o abraço quente e úmido dela na minha pica. Estava prestes a enfiar tudo. Os peitos dela balançavam selvagemente e as pernas se enrolavam nas minhas coxas, enquanto as mãozinhas dela agarravam meus ombros como um macaquinho com garras. Camila estava literalmente se abrindo para mim e eu estava prestes a aproveitar a oportunidade.
Os quadris de Camila empurravam contra os meus, e um gemido entrecortado escapava da garganta dela enquanto minhas estocadas batiam sem piedade no colo do útero. Os olhos dela reviraram, desfocados, com as pupilas dilatadas, em puro abandono animal.
• Sim, papai, assim! – gemeu contra minha clavícula, desesperada, com os dentes roçando minha pele.O som úmido dos nossos corpos batendo ecoava como um rufar de tambor no quarto estéril, abafando o zumbido distante da maquinaria do hospital. Debaixo de nós, o colchão fino protestava rangendo, as molas guinchando a cada enfiada profunda. Os músculos internos dela se contraíam em ondas violentas, me ordenhando enquanto ela se contorcia, presa entre a agonia e o êxtase.
Eu estava quase lá. Quase. Sentia meu pau pulsar, lá no fundo dela, mas me segurei com unhas e dentes. Camila, por sua vez, estava no nirvana absoluto. Sua boca já não estava colada na minha e seus gemidos suaves ecoavam no quarto enquanto eu metia sem parar.
As pernas dela se apertaram ao meu redor quando levantei seus quadris da cama, afundando ainda mais dentro dela. Ela gritou, com a voz agora rouca, quando minha cabeça beijou seu útero com força bruta.
• Ai, Deus! Tô sentindo... no fundo... Tão fundo! – sussurrou com uma voz como se tivesse tido uma experiência religiosa.
Os olhos dela reviraram, desfocados, e seu corpo tremia incontrolavelmente. O suor encharcava nossa pele onde nos pressionávamos, os peitos dela esmagados contra meu peito, os mamilos duros como pedrinhas. O cheiro era intenso: o perfume de baunilha sufocado pelo almíscar cru do sexo, o suor e a excitação dela encharcando os lençóis debaixo da gente.
E então, deixei que as comportas se abrissem. Amordacei seus lábios com minha mão, seu gemido intenso ao sentir cada uma das minhas quatro descargas no mais profundo dela. Seus olhos ficaram vidrados ao sentir seu útero coroando minha ponta, transbordando de porra. Foi então que ela percebeu que estávamos presos, mais uma vez, comigo dentro dela.Camila arquejou, seu peito se agitava contra o meu enquanto uma intensa calor se espalhava por seu interior.
• Não... você não tirou. – disse com voz assustada, tremendo entre o pânico e o espanto.
Mantive minha mão sobre sua boca, sentindo seu hálito quente contra minha palma, enquanto seus quadris se moviam involuntariamente contra os meus, espremendo até a última gota de mim. Lá fora, o arrastar suave de umas pantufas parou diante da porta (uma enfermeira noturna fazendo sua ronda) e ficamos paralisados, imóveis, com os corpos escorregadios e fundidos em um só. Só quando os passos se afastaram, Camila mordeu suavemente meu dedo, com os olhos bem abertos e as pupilas dilatadas.
• Você... me encheu! – sussurrou num tom entre acusatório e surpreso, com uma gota de suor percorrendo a curva de sua mandíbula.
- Digamos que não consegui. - expliquei. - Não sei por que, mas toda vez que gozo, meu pau incha e não consigo tirar por uns dez ou quinze minutos. Acho que é por isso que tenho tanta sorte com as mulheres.Camila se contorceu debaixo de mim, com suas paredes internas em espasmos ao redor do meu membro ainda duro enquanto processava essa revelação. O calor da minha ejaculação se acumulou no fundo dela, e instintivamente ela prendeu os tornozelos atrás das minhas costas, me mantendo imobilizado. Seus dedos percorreram pensativamente minha mandíbula coberta por uma barba por fazer.
• É por isso que a Pamela engravidou tão rápido? - perguntou com voz baixa no silêncio que precede o amanhecer, seus olhos castanhos buscando os meus.
A luz fluorescente do hospital, que vazava por baixo da porta, refletia o suor brilhando em suas clavículas e o rubor rosado que se espalhava pelo seu peito.
- Eu... sinceramente, não sei. - respondi, me contorcendo nervoso. Ela soltou uma risadinha suave ao me sentir vivo dentro dela. - Olha... eu sou meio tarado. Perdi a virgindade com a Marisol quando tinha a sua idade... e bom... depois disso, tentei recuperar o tempo perdido. Além disso, nem minha mulher nem eu percebemos que eu era bem dotado lá embaixo, então toda a experiência foi meio que um baque no meu ego.
Camila moveu os quadris com cautela, fazendo uma careta de dor quando meu membro inchado esticou suas paredes sensíveis. A respiração dela cortou, e um gemido abafado ecoou no quarto silencioso.
• Meu Deus!... agora sinto ele maior. - murmurou, enquanto seus dedos percorriam o vão da minha garganta, úmido de suor.
Seu olhar se desviou para a luz pálida que vazava pelas persianas da janela: as luzes das ruas, indiscretas, nos ancoravam fora desse mundo secreto. Uma lâmpada fluorescente, avermelhada e solitária, piscava sobre nossas cabeças, projetando sombras cambiantes sobre seus peitos corados, que se apertavam contra meu peito. Lá fora, os sons distantes do tráfego se misturavam com o leve bip dos monitores do hospital no final do corredor.
- Sim... – respondi, sentindo-me um pouco envergonhado. – Você é uma mulher muito sexy, Camila, e pra mim, uma rodada simplesmente não basta. Então, assim que a ereção passar, vou te foder de novo e de novo, até me acalmar.
Camila riu de novo, traçando círculos preguiçosos com os dedos nas minhas costas.
• Você é um animal, Marco! – sussurrou devagar, rindo. A respiração dela cortou novamente quando me movi levemente, meu tamanho fazendo as paredes internas dela estremecerem em protesto. – Mas... não tô reclamando.
Ela arqueou os quadris experimentalmente, esfregando-se contra mim com um movimento lento e deliberado que arrancou um gemido de nós dois. O suor perlava sua testa enquanto me observava intensamente, com os cachos escuros grudados na pele corada. O leve aroma de baunilha, agora misturado com almíscar e sal, pairava pesadamente no ar.
Sorri pra ela, aproveitando essa intimidade cúmplice.
- É por isso que minha família política e eu somos tão próximos. – brinquei, fazendo-a rir suavemente.
Finalmente, consegui me retirar e ela olhou como se fosse feito de ouro: era óbvio que ainda não tinha se satisfeito.
Os olhos de Camila se arregalaram levemente quando empurrei seus quadris pra beirada da cama.
• Quer mais? – sussurrou, incrédula, mas já se posicionando obedientemente de quatro.
A bunda redondinha dela se ergueu de forma tentadora, e a luz da rua refletiu nas curvas trêmulas.
• Meu namorado... mal consegue uma vez. – confessou, com a voz abafada pelo travesseiro. – E a posição de missionário é... a única que ele sabe fazer.
Ela olhou por cima do ombro, com os cachos grudados nas têmporas úmidas.
• Nunca é suficiente. – confessou com um suspiro desanimado. A vida é cheia de contrastes...
Me ajoelhei atrás dela, deslizando as mãos por suas coxas suadas.
- Marisol? - eu ri, me alinhando com sua entrada inchada. - Ela se enfia debaixo das cobertas toda madrugada antes de eu acordar. Me toma fundo.
Camila gemeu quando empurrei lentamente para dentro, seus músculos pulsando em volta da minha grossura renovada.
- A gente faz em quase todo lugar: na cozinha, no carro, no banheiro. E ela também adora menage com outras mulheres. Diz que isso permite explorar o "lado lésbico" dela. Mas o anal é sem dúvida o favorito dela. - murmurei baixinho, agarrando seus quadris enquanto ela prendia a respiração. - Na verdade, a gente combinou de fazer só quatro vezes por semana.Camila suspirou, arqueando as costas de repente quando cheguei até o fundo.
• Anal... toda semana? - sussurrou, com a voz carregada de incredulidade. Seus dedos se agarraram aos lençóis, com os nós dos dedos brancos. - Miguel... diz que é nojento.
Ela se inclinou para trás instintivamente, respondendo às minhas investidas com um gemido. O som seco da pele ressoava agora mais alto, urgente, rítmico, enquanto os seios dela balançavam pesadamente sob o corpo. A luz da rua refletia o suor que escorria entre suas omoplatas.• Ele... goza rápido demais. Me deixa... - Ela calou, mordendo o lábio enquanto eu a penetrava mais fundo.
Me inclinei para frente, pressionando meu peito contra suas costas escorregadias, e sussurrei:
- Então deixa eu terminar o que comecei.
Minha mão deslizou por sua barriga e meus dedos encontraram seu clitóris inchado. Ela gritou, me empurrando com fúria enquanto eu o massageava com movimentos firmes e insistentes, meus quadris martelando sem parar sua buceta encharcada. Seus músculos se contraíram como uma meia apertada, me espremendo enquanto ela tremia.
- Sente isso? - grunhi devagar. - É assim que a Marisol consegue todas as noites.Era como apresentar Camila a um novo sabor do sexo. A cama balançou mais uma vez, e Camila percebeu que eu não estava mentindo. Meu pau estava esticando ela de novo, com novas sensações percorrendo seu corpo. Minha mão esfregava seu clitóris, mas a outra acariciava seus peitos. Eles pareciam mais pesados que os da Marisol e tinham formato diferente. Enquanto os da minha esposa são como flans alegres, os de Camila pareciam saquinhos quentes, fofinhos e macios.
Camila estava arrasada.
• Não aguento mais! – Ela gritou.
Seu corpo inteiro tremia violentamente enquanto outro orgasmo a atravessava, com gritos agudos abafados pelo travesseiro no qual ela havia enterrado o rosto. O suor escorria por suas costas, acumulando-se na parte baixa em torno das nádegas, onde meus quadris batiam contra ela. Seus músculos internos se contraíam ritmicamente, pulsando ao meu redor como uma batida enquanto ela tremia.
• É demais!... É demais!... – ela reclamava a cada tapa, desmoronando-se para frente.Mas eu a segurei firmemente pelos quadris, sem parar minhas investidas, até sentir que ela relaxava debaixo de mim, exausta, mas ainda tremendo com as contrações. O aroma da liberação dela misturado com o cheiro de suor enchia o quarto, denso e primitivo.
Mas eu não tinha terminado. Nem de longe. Como Camila tinha esvaziado minhas bolas antes, meu pau estava quase inabalável, então continuei enfiando fundo nela. Para Camila, era uma doce agonia. Ela queria que eu gozasse, enquanto eu seguia batendo e batendo na buceta dela, minha mão explorando seu corpo como se fosse feito de argila. Mesmo assim, ela não parava de gozar. De novo e de novo. Chegou um momento em que, mais uma vez, minha cabeça apertou o útero dela. Naquela hora, ela abafava gritos desesperados no travesseiro, com lágrimas nos olhos. Não tinha dúvida de que o noivo patético dela nunca a tinha feito sentir assim. Mas eu estava conseguindo.
Camila tremia debaixo de mim, suas paredes internas se contraíam fracamente em volta do meu membro, como um batimento que vai sumindo depois de uma maratona. Suas costas suadas brilhavam sob a luz fraca do amanhecer que entrava pelas persianas, seus músculos tremiam de exaustão.
• Por favor!... Para!... – ela pediu com voz rouca.
Mas eu agarrei seus quadris com mais força, enfiando mais fundo a cada investida implacável, decidido a alcançar meu próprio clímax. Seu soluço abafado vibrava através das minhas palmas, que pressionavam sua cintura. O ar tinha gosto salgado, suas lágrimas se misturavam com o aroma almiscarado dos nossos corpos, e eu conseguia sentir seu colo do útero protestando sob minha cabeça, inchado e sensível. Mesmo assim, continuei enfiando com mais força. Ela merecia cada centímetro.Eu estava quase lá. Faltava pouco. Senti meu pau pulsar. E finalmente, a doce liberação. Enfiei até o fundo dentro dela. Uma. Duas. Três. Quatro descargas de porra quente e ardente. E ela sentiu todas, lá no fundo do seu útero. Camila abraçou o travesseiro como se fosse uma boia salva-vidas, com o cabelo despenteado e o corpo suado. Segurei-a pela cintura, enquanto meu pau inchava pela segunda vez dentro dela.
Seu gemido exausto ficou abafado pelo travesseiro.
• Marco... não... – gemeu, sem fôlego. – Minha barriga... sinto tão cheia... Não consigo...
Seus músculos internos se contraíam fracamente ao meu redor, hipersensíveis e doloridos. O ar estava carregado com o cheiro almiscarado de sexo e suor, salgado, primitivo, vivo, enquanto a noite mal começava a clarear através das persianas. Meu membro inchado permanecia trancado no fundo dela, pulsando com espasmos, fazendo-a se contorcer de desconforto. Ela moveu os quadris hesitante, fazendo uma careta de dor.
• É... demais. - ela sussurrou.Me mantive firme, as mãos apoiadas em seus quadris, sentindo o leve tremor sob minhas palmas.
• Você que pediu. - lembrei-a suavemente, a voz rouca pelo esforço. O brilho da rua refletia as lágrimas em suas bochechas coradas. - Ainda quer esse bebê, Camila?
Ela congelou, a respiração ofegante, agora não por prazer, mas por pânico. Seus olhos se moveram rapidamente para onde nossos corpos se fundiam, e ela percebeu ao sentir meu pau se contorcer teimosamente contra seu colo do útero.Ainda duroEla engoliu em seco, de forma audível.
• Meu Deus!... Você não pode!... – exclamou incrédula.
Mudei meu peso, testando sua resistência; ela gemeu instantaneamente.
- Os melhores nadadores vêm depois. – sussurrei em seu ouvido, em tom de brincadeira. – Uma rodada não é suficiente para garantir nada.
Seus dedos se agarraram aos lençóis amassados.• Mas... já está quase amanhecendo. - protestou fracamente, com o olhar fixo na luz lavanda que se filtrava pelas persianas. - Sua família...
Eu ri. Mal eram duas da madrugada. Concordo que já estávamos quase há quatro horas transando. Mas para mim, Camila era uma novidade. Uma experiência única na vida e esse pensamento me mantinha excitado apesar do cansaço.
Os dedos de Camila tremiam contra a fronha úmida do travesseiro.
• Miguel me espera em casa logo. - mentiu.
O noivo dela tinha plantão noturno, ela me dissera antes, e só voltaria ao amanhecer. Mesmo assim, seus olhos se voltaram para a porta, com pânico sob o esgotamento. Minha ereção persistente pressionou mais fundo, esticando suas paredes inflamadas, e ela gemeu.
• Marco!... Por favor!...
Beijei-a romanticamente. Suavemente. Ela retribuiu o beijo e se acalmou.
- Camila, depois desta noite, não vou te ver nunca mais. - disse enquanto acariciava seu cabelo. - Vou voltar para casa com minha família, então minha única chance é ficar com você esta noite, entende?
Camila prendeu a respiração contra meus lábios. Olhou-me fixamente, com os olhos bem abertos e vulneráveis sob seus cílios embaraçados. O suor se acumulava na cavidade de sua garganta.
• Só uma noite? - sussurrou, com palavras carregadas de exaustão e algo mais: Resignação? Esperança?
Seus quadris se moveram levemente, fazendo uma careta de dor quando meu membro, ainda inchado, roçou seu delicado colo do útero. Lá fora, o silêncio pré-amanhecer do hospital se aprofundou. Ouviu-se o som distante de um elevador e depois, silêncio.
Sorri, lembrando.
- Sabe? Naquela noite, Pamela e eu tivemos um encontro. Ela chorou pela nossa história juntos, por quanto doía saber que estava apaixonada pelo marido de sua prima. Mas Pamela queria que eu fosse o pai do bebê dela. Eu dizia a ela que Eu poderia encontrar outra pessoa, mas a Pamela insistia que me queria. Queria ter uma parte de mim com ela, pra sempre. - Olhei nos olhos da Camila. - Agora mesmo, estou aproveitando a chance com seu namorado. Sei que não deveria fazer isso. Mas pra mim, é minha única noite com você. Então, se você disser que já teve o suficiente, eu me afasto e te deixo em paz. Mas se disser pra tentarmos mais uma vez, vou garantir que você aproveite e nunca esqueça.
Camila se mexeu debaixo de mim, sua pele encharcada de suor colada na minha onde nossos corpos se fundiam. Ela engoliu em seco com dificuldade, os lábios inchados e trêmulos.
• Mas... Miguel... - A voz dela falhou, carregada de exaustão.
Ela baixou o olhar pro meu pau, que ainda estava enfiado fundo dentro dela, pulsando fraco contra o colo do útero já tão castigado. O ar cheirava intensamente a sexo, almíscar e maduro, misturado com o cheiro estéril do alvejante do quarto de hospital. Uma luz lavanda da rua subiu, iluminando as lágrimas secando nas bochechas dela. Os dedos dela se flexionaram contra meu antebraço, as unhas cravando meias-luas na pele escorregadia de suor.
• Mais uma vez. - ela sussurrou rouca. - Só... faz valer a pena.
Virei ela de costas com cuidado, os cachos escuros se espalhando no travesseiro como tinta derramada. A respiração dela prendeu quando mudei de posição, me colocando entre as coxas trêmulas. O cansaço nos olhos dela se suavizou e virou algo terno, quase suplicante. Ela levantou a mão e passou os dedos trêmulos pela barba rala no meu queixo.
• Devagar! - ela pediu num tom triste e resignado. - Por favor!
Os olhos castanhos dela buscaram os meus, já não selvagens e abandonados, mas suaves e com uma dor silenciosa.
Entrei nela com cuidado deliberado, centímetro a centímetro, consciente da sensibilidade inflamada. Camila suspirou, um som como um suspiro de alívio, enquanto suas mãos deslizavam pela minha espalda úmida, percorrendo cada músculo. Seu toque não era exigente, era reverente. Seus polegares roçaram as cicatrizes nos meus ombros, causadas pelas próprias unhas dela, como se as estivesse memorizando. Cada enfiada era profunda, mas sem pressa, nossos quadris se uniam num ritmo que parecia menos uma foda e mais um segredo compartilhado. Ela arqueou o pescoço, oferecendo a garganta aos meus beijos enquanto eu sussurrava contra sua pele:
- Te peguei!
O suspiro em resposta estremeceu a nós dois.
Suas pernas se enrolaram sem apertar em volta da minha cintura, não me empurrando para mais fundo, mas simplesmente me abraçando com força. Os olhos de Camila permaneceram fixos nos meus, poços macios e marrons que refletiam a luz fraca da rua filtrando-se pelas persianas. Seus dedos percorreram minha mandíbula, depois se enredaram suavemente no meu cabelo, trazendo minha boca para a dela. O beijo foi lento, com gosto de cansaço e sal, e algo mais, frágil e indescritível. Quando o aprofundei, seu gemido vibrou contra meus lábios. Seu corpo começou a tremer, desta vez não violentamente, mas com um leve estremecimento que começou em sua barriga e se espalhou para fora.
- Mais devagar! - ela sussurrou contra minha boca, quase como um segredo.
Mas seus quadris se levantaram, encontrando minhas enfiadas como se estivessem magnetizados.
Obedeci. Cada deslizamento para dentro era deliberado, profundo, quase reverente, preenchendo seu calor inchado sem força. Sua respiração ficou ofegante quando minha ponta roçou seu útero, já sensível pelas enfiadas anteriores. Seus dedos deslizaram para baixo, percorrendo as protuberâncias da minha coluna, a curva da minha lombar, antes de repousar nos músculos tensos das minhas nádegas. Ela me puxou para mais dentro, exigindo contato sem palavras. Seu polegar pressionou a pequena cicatriz sobre meu quadril, uma lembrança da infância, contornando-a como se estivesse memorizando sua forma. O O ar se encheu de sons suaves: nossas respirações se misturando, o deslizar da pele e o rangido abafado do colchão sob os movimentos lentos e ondulantes. O perfume de baunilha, o suor e o almíscar da excitação dela nos envolveram, formando um casulo de intimidade.
Seus beijos agora eram fervorosos, de boca aberta e famintos, como se ela tentasse engolir meus suspiros. Sua língua se entrelaçou com a minha, saboreando o cansaço, o desespero e o sal. Quando me afastei para beijar seu pescoço, ela se arqueou violentamente, ofegando quando meus dentes roçaram seu pulso. Seu clímax começou como um tremor, ondas sutis nas profundezas, e então se espalhou para fora. Seus dedos cravaram nos meus ombros, as unhas mordendo a carne enquanto ela se estremecia, gritando suavemente contra minha clavícula.
• Sim... assim... – sua voz suave, sedosa como mel, se quebrou.
Outra onda veio quase instantaneamente, tensionando seu corpo. Ela se agarrou a mim, as coxas tremendo onde apertavam meus quadris, suas paredes internas se contraindo ritmicamente ao meu redor. Lágrimas jorravam de seus olhos fortemente fechados, lágrimas de êxtase, não de dor, escorrendo pela pele avermelhada de suas têmporas.Me movi ainda mais devagar, alongando cada investida, deixando-a aproveitar as réplicas até que sua respiração se tornasse em gemidos superficiais. Suas mãos deslizaram pelas minhas costas suadas, com as palmas pressionando minhas omoplatas enquanto me puxava para ela com uma força impossível.
• Dentro... — suplicou, roçando meus ouvidos com os lábios. — Deixa... dentro. — Sua súplica era comovente, crua. — Quero sentir... para sempre.
Meus quadris impulsionaram para frente, enterrando-me até o fundo enquanto a liberação me atravessava: pulsações quentes e urgentes inundavam seu útero. Camila gritou, um som agudo e entrecortado abafado contra meu pescoço enquanto seu próprio clímax surgia de novo, seus músculos apertando-se ritmicamente ao redor do meu membro latejante. Segurei seu corpo trêmulo colado ao meu, a pele grudada onde o suor se acumulava entre nós. O aroma do sexo flutuava denso, almiscarado e doce, misturando-se com o cheiro estéril do quarto de hospital. A luz lavanda do amanhecer banhava agora as paredes, contrastando com o rosto banhado em lágrimas de Camila.
Ela desabou sem forças sobre o colchão, com a respiração ofegante e as pálpebras fechadas.
• Para sempre. — sussurrou com voz rouca, como se lançasse um encantamento mágico, enquanto seus dedos traçavam fracamente o contorno da minha clavícula.
Suas coxas afrouxaram ao redor dos meus quadris enquanto eu permanecia enterrado nela, meu pau, já mais mole, ainda se contorcendo contra seu colo do útero macio.
Permanecemos assim, entrelaçados, com o suor esfriando na nossa pele, enquanto o O amanhecer se aproximava. O cheiro estéril de água sanitária se reafirmou sob o aroma almiscarado do sexo. Ao longe, um carrinho rangia pelo corredor. Camila se moveu levemente quando finalmente me retirei; um gemido suave escapou de seus lábios quando meu sêmen se derramou sobre os lençóis debaixo dela. Vi-o acumular, grosso e perolado, contra sua coxa trêmula.
- Um banho? - perguntei, afastando os cachos molhados de sua testa. Ela abriu as pálpebras, o olhar nublado pelo cansaço. - Estou cheirando a puteiro.
Uma risadinha cansada escapou de Camila. Ela se moveu com fraqueza, fazendo uma careta de dor quando mais de mim escorreu de suas dobras inchadas para o colchão.
• No final do corredor - sussurrou com voz suave, preguiçosa. - A terceira porta à esquerda.
Seus olhos se fecharam novamente, mas um leve sorriso se desenhou em seus lábios machucados.
• Quer dividir? A água é escassa à noite. - Ela traçou círculos ociosos em meu peito nu. - A menos que você esteja...esgotado- Seu dedo parou, num desafio zombeteiro.
Sorri e aproximei seu corpo inerte do meu.
- Me guie, enfermeira!
Ela gritou baixinho quando a levantei, e suas pernas se enrolaram instintivamente em volta da minha cintura. Sua pele nua estava fresca contra a minha no ar estéril do corredor. Nos movíamos como fantasmas: os braços da Camila envolviam meu pescoço sem força, com a cabeça apoiada no meu ombro. As máquinas que apitavam à distância quebravam o silêncio. No chuveiro, ela destravou a porta às cegas, com as mãos trêmulas que denunciavam seu cansaço.
O vapor subia enquanto a água quente nos banhava, lavando o suor e o cheiro corporal. Camila suspirou, inclinando o rosto para o jato d'água. A luz da rua que entrava por uma janela alta refletia nas gotas que se agarravam aos seus cachos escuros e ao contorno dos seus seios. Apertei-a contra os azulejos frios, e seu gemido ecoou nas paredes de cerâmica. Seu corpo arqueou instintivamente quando minhas mãos deslizaram por suas costas escorregadias e agarraram seus quadris. O contraste (a água quente, os azulejos frios, meu calor contra ela) a fez estremecer.- Ainda está dolorida? - sussurrei em seu ouvido.
• Por toda parte. - sussurrou ela, com um tom provocante, virando-se para me beijar.
Suas mãos exploraram meu peito e meus músculos, seus dedos traçaram velhas cicatrizes antes de descer mais. Seu toque reacendeu brasas que eu achava que eram cinzas.
• Mas você deixou algo inacabado, Marco.
A mão dela deslizou entre nós, seus dedos envolvendo meu pau endurecido com certeza possessiva. A água caía em cascata sobre seus nós dos dedos enquanto ela me acariciava lenta e deliberadamente.• Uma promessa? – ela perguntou, desafiante e sensual ao mesmo tempo.
Meu gemido se misturou com o assobio da água. Camila se virou, pressionando suas costas escorregadias contra meu peito e guiando minhas mãos até seus seios.
• Me agarra! – ela ordenou, arqueando-se para que meu pau deslizasse perfeitamente entre suas coxas.
Seu calor úmido me envolveu com força, sem penetrar ainda, mas com uma fricção enlouquecedora.
• Forte!
Obedeci, batendo seus quadris contra os azulejos. Seu grito ecoou na cerâmica quando finalmente entrei, um grito abafado que se fundiu em um suspiro. A água colava seus cachos em minha bochecha; seu cheiro, sabão e o almíscar persistente de nós, encheu meu nariz. Ela apoiou as palmas das mãos contra a parede, com os dedos estendidos, os nós dos dedos ficando brancos a cada investida.
• Mais fundo! – suplicou, virando a cabeça para capturar minha boca.Seu beijo tinha gosto de cloro e desejo.
Apertei com mais força seus quadris, levantando-a levemente sobre as pontas dos pés para penetrá-la ainda mais fundo. Sua respiração se agitou, um gemido apaixonado e delicioso, quando minha ponta roçou a dor inchada que havia ficado de antes. Sob o bater da água, ouvi o som úmido da pele, seus gemidos abafados, o rugido em meu próprio peito. O vapor embaçava o pequeno cômodo, borrando os contornos de seu reflexo no espelho embaçado à nossa frente. Seus seios se esmagavam contra os azulejos frios a cada investida, os mamilos endurecendo contra a cerâmica.
• Assim!... Assim! – gemeu Camila, me elogiando, arqueando as costas como a corda de um arco.A água escorria pelas costas dela, acumulando-se nas covinhas logo acima da bunda antes de desaparecer entre suas coxas, onde nos uníamos. Seus dedos arranhavam a parede, sem encontrar apoio. O aroma do sabonete barato se misturava ao almíscar do sexo que se dissipava, uma limpeza frágil tentando apagar o prazer primitivo da noite. Ela sentiu como eu inchava dentro dela de novo, meu ritmo ficava irregular, urgente.
• Me enche! Me enche de novo! – exigiu, virando a cabeça para morder meu ombro, seus dentes afiados rompendo a pele. – Faz com que fique tudo dentro dessa vez.
Com Camila imobilizada contra os azulejos do box, a penetrei sem controle. O vapor engrossava o ar e embaçava o espelho, mas eu não precisava ver, só sentir. Cada investida ecoava nas paredes de cerâmica enquanto Camila gritava, sua voz ricocheteando distorcida. Suas paredes internas se apertavam desesperadamente ao meu redor, exigindo mais. Quando a liberação me atravessou, com pulsos quentes no mais profundo, ela ofegou bruscamente, cravando as unhas no meu pulso. Seu próprio clímax veio no instante seguinte, uma réplica arrepiante que a derreteu contra os azulejos como cera.
Ficamos ali ofegantes sob o jato d'água, que esfriava rapidamente. Camila desabou contra mim, tremendo.• O Miguel vai sentir seu cheiro. – murmurou exausta contra meu peito, não com pesar, mas com espanto.
Passei os dedos pelas marcas roxas que floresciam em seus quadris.
- Diz que você fez hora extra.A secagem foi superficial, desajeitada. Camila fez uma careta de dor ao puxar o uniforme encharcado de suor sobre suas coxas doloridas. Observei-a abotoar os botões apertados sobre o decote úmido, com os dedos desajeitados. A cama de hóspedes amassada zombava de nós: lençóis torcidos, manchados de fluidos. Camila evitou olhar para ela e agarrou seu estetoscópio como se fosse uma armadura.
Definitivamente, ela teve uma noite longa. Mas, diferente das outras enfermeras, Camila brilhava de alguma forma, apesar do cansaço.
Camila caminhou até a sala das enfermeiras, com o uniforme colado desconfortavelmente na pele que ainda vibrava após o banho. Suas coxas se esfregavam levemente a cada passo, um lembrete cru da insistência da noite. A enfermeira Rosa, uma mulher bem mais velha, ergueu os olhos de suas fichas, arregalando-os por trás dos óculos grossos.
— Camila? — exclamou, olhando rapidamente para o relógio de parede: eram 6h37 da manhã —. Seu turno acabou às oitoda noiteEle farejou sutilmente, dilatando as narinas diante do persistente cheiro de cloro e sabão que se agarrava ao pescoço úmido de Camila.Camila se apoiou casualmente no balcão, e um lento sorriso se espalhou por seus lábios inchados.
• Uma missão especial. - murmurou com voz rouca de tanto gritar.
Me observou enquanto caminhava pelo corredor em direção ao quarto de Pamela, com passos soltos e sem esforço. Rosa seguiu seu olhar e aguçou o escrutínio.
o Não... - duvidou Rosa, baixando a voz. - Não é o senhor Marco? O pai do filho da senhora Pamela? - perguntou, lendo a tabela de paternidade.
O sorriso de Camila se ampliou, predatório e satisfeito. Alisou a saia amarrotada do uniforme, e seus nós dos dedos roçaram uma leve marca roxa que florescia na parte interna da coxa, sob o tecido.
• Alguns pacientes exigem...CTIdurante a noite. - Arqueou uma sobrancelha significativamente enquanto Rosa inalava bruscamente, talvez captando o aroma almiscarado sob a pele fresca e ensaboada de Camila.
O olhar de Rosa voltou-se novamente para a porta de Pamela e depois retornou ao rosto exausto mas radiante de Camila. O silêncio ficou mais denso. Camila afastou-se da bancada e se espreguiçou com um gemido lânguido que fez Rosa corar.
• Diz pro Miguel que eu precisava das horas extras. - disse por cima do ombro, enquanto se afastava.
Rosa ficou olhando, boquiaberta, enquanto Camila desaparecia em direção à saída de funcionários sem dizer mais nada.
Depois, dormi um pouco mais. Acordei ao ouvir os gorjeios do bebê Adrián.
Empurrei a porta de Pamela. Ela estava sentada recostada contra os travesseiros, com Adrián mamando com avidez de seu pecho. A luz da manhã entrava pela janela, refletindo o brilho do suor na testa de Pamela e as olheiras sob seus olhos. Ela ergueu o olhar quando entrei, com um lento e cúmplice sorriso nos lábios. Os minúsculos punhos de Adrián amassavam ritmicamente sua carne inchada.
> Bom,papai… - murmurou Pamela, zombeteira, com a voz rouca de cansaço. - Que baita barraco foi esse ao lado. - Seu olhar desviou-se deliberadamente para a parede vizinha e depois voltou para mim. - A voz da Camila dá pra ouvir muito bem. Principalmente quando ela implora. (Ajustou suavemente a cabeça de Adrián) MasDeixa dentrofoi particularmente... esclarecedor.
Dei uma leve risada.
- Como você dormiu, Pamela? - perguntei, olhando com inveja para Adrián, que estava se esbaldando com seus peitos enormes.
Pamela arqueou uma sobrancelha.
> Não mude de assunto. Sua enfermeira gritava tão alto que poderia ter acordado toda a maternidade. - Seu sorriso ficou malicioso. - Sinceramente, Marco, três seguidas antes do amanhecer? E depois mais uma no chuveiro?
Ela se recostou nas almofadas, com o camisão aberto onde Adrián chupava com avidez. O suaveclic-clic-clicde seus goles preenchiam o silêncio. > O ficante enoivoda Camila, o Miguel, trabalça aqui na manutenção. Começa às sete. - Ele acenou com a cabeça em direção à janela, onde o amanhecer brilhava com um laranja intenso. - Imagina a cara dele se tivesse entrado e visto a noiva dele gemendo seu nome contra os azulejos.
Me aproximei e me deixei cair na cadeira ao lado da cama dela, atordoado pela revelação. Camila tinha mencionado antes que ele fazia turno da noite. A incerteza sobre se ele tem outro emprego ou se esteve perto de nos descobrir me atingiu com força. A mãozinha de Adrián se agitou às cegas, roçando o mamilo de Pamela antes de repousar sobre sua pele corada. O ar cheirava levemente a porra e antisséptico, em marcante contraste com o aroma almiscarado de Camila que ainda grudava na minha pele. Lá fora, o trânsito matinal zumbia ao longe. Pamela se mexeu, fazendo uma careta de dor quando Adrián chupou seu peito com força.
> Ele é impaciente! - murmurou, acariciando o cabelo macio dele. - Igual ao pai. - Seu olhar pousou no meu, afiado e avaliador. - A Marisol sabe da sua...caridadeFiquei encarando ela fixamente. Seus peitos tinham crescido ainda mais com a gravidez.
> Claro que ela sabe! - ela explodiu com tom amargo, dando uma palmadinha suave nas costas do Adrián para ele arrotar.
Pamela era claramente uma expert em ser mãe de primeira viagem.Pamela colocou Adrián no ombro, e sua boquinha soltou seu mamilo com um levepopO sêmen escorria por sua pele corada.
> Você é incorrigível! — suspirou, enxugando a gota com a ponta do cobertor do bebê.
Seu sorriso se desfez em exasperação.
> Pelo amor de Deus, Marco, você consegue manter isso quieto na sua calça porumDia? Você já pegou minha mãe, a tia Verônica e a Violeta. - sibilou, nomeando sua mãe, sua tia e sua prima.
Adrián arrotou suavemente contra seu pescoço.
> E agora as enfermeiras? - Ele apertou os olhos. - Isso é um hospital, não o seu harém pessoal. Deixe a Camila respirar antes que seu Miguel...
A porta se abriu de repente, interrompendo-a. Marisol se destacava na entrada, com seus vibrantes cachos escapando de um coque desalinhado e o pequeno Jacinto equilibrado em seu quadril. Ao seu lado estava Amélia, a irmã mais nova de Marisol, de trinta anos, com olhos verdes de corça, uma camiseta justa e leggings que moldavam seus quadris estreitos e suas curvas modestas. O olhar de Amélia pousou instantaneamente em mim, e um rubor subiu por seu pescoço.
— Pamela! — exclamou Marisol, entrando apressada —. Olha quem eu encontrei ao chegar! A Amelia estava louca para conhecer seu pequeno.
Ela deixou Jacinto aos pés da cama, onde ele imediatamente se atirou sobre o pezinho minúsculo de Adrián.
Pamela gemeu baixinho. Daquele jeito como quem dizde novo nãoe ajustou Adrian de forma protetora quando os dedos pegajosos de Jacinto roçaram seu cobertor.- Amelia. - respondeu Pamela com tom seco, enquanto seus olhos se moviam rapidamente entre mim e sua outra prima, como se dissesseaquela que te faltava…O silêncio era denso: o casamento amargo e tedioso de Amelia, sua falta de vida sexual e os olhares mal disfarçados que ela me lançava enquanto parabenizava a nova mãe. Marisol se inclinou e disse à irmã com voz melosa:
+ Ah, é perfeito, Pame! Igualzinho ao seu...doador- Ela me piscou abertamente, com um tom afetuoso mas cansado.
Minha pica tremeu. Tinha sido uma noite incrível e satisfatória com a Camila. Mas ver a Amelia ali me fez pensar como a Marisol ia se virar para sair por cima.Próximo post
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