Tudo começa em 2005, quando minha mãe tava cuidando da minha avó que tinha caído, então eu ia com ela e passava o tempo na casa dos meus avós. Meu avô de 67 anos, baixinho, meio barrigudo, mas muito galanteador. Ele tinha a técnica dele, encantador. Me dava dinheiro, me dava doces. Quando fiz 16 anos, ele me deu um conjunto de lingerie. Falou, meio de brincadeira, que eu não saísse usando aquilo por aí. E eu respondi: "Só eu e você vamos ver". Não sei por que falei aquilo, mas ele sentiu que podia rolar. Toda vez que eu ia visitar, ele perguntava se já tinha usado e dizia: "Deve ficar divino em você".
Uma tarde, enquanto ele arrumava o quarto que era depósito de ferramentas, eu entrei e sentei na beirada de uma mesa. Tava de regata e saia. Ele ficou olhando bem de perto minhas pernas, se aproximou de frente onde eu tava sentada na mesa. Ficou falando comigo, e eu achava ele tão sexy, com a camisa aberta, o peito de fora. Não sei o que passou na minha cabeça, mas me aproximei e dei um beijo nele. Devia ser o bigode dele arranhando. Ele correspondeu ao beijo e começou a me apalpar, até que me deitou na mesa e desceu pra me fazer um oral que me levou às nuvens. Eu tava tão extasiada que nem percebia o que rolava ao redor. Ele parou e falou: "Sai daqui, que vem alguém". Fui pra cozinha, e minha mãe disse que a gente já ia embora. O caminho inteiro pra casa, não conseguia esquecer aquilo.
Daquele dia em diante, continuou assim. A gente ia pra aquele quarto e brincava. Ele me fazia oral, e eu fazia nele. O pau dele era curto, mas grosso, da base à ponta, circuncidado. Quase um mês depois, fiquei sozinha com ele. Minha mãe tinha saído pra uma consulta com minha avó. Naquela tarde, chegou a hora de provar aquela penetração tão esperada dentro de mim. Ele ficava colocando a glande na entrada da minha buceta e brincando. Eu já não aguentava mais de tesão, só puxei ele pra dentro. Ali tudo mudou, senti como se ele tivesse me aberto. Ele ficou bem quietinho, porque não aguentava tanta dor. Me levantei e me vesti. Sangrava pra caralho, tive que me limpar. que colocar uma toalha. Passaram-se vários dias que eu não queria ir pra casa do meu avô. Até que voltei e, naquele dia, ao vê-lo de novo, aquela chama se acendeu em mim. Num descuido, entrei no quarto dele esperando que ele chegasse. Quando ele chegou e abriu a porta, me viu usando o conjunto que ele tinha me dado. Os olhos dele brilhavam, ele se aproximou e me beijou. E eu disse a ele que já podia, que me sentia preparada. Ele desceu, me fez um oral maravilhoso e, de novo, colocou a glande dele na minha buceta e introduziu devagarinho. Até que pegou o ritmo, era uma delícia. Ele me colocou por cima dele. De todas as maneiras, mas eu adorava de bruços, sentir minhas costas pressionadas pela barriga dele enquanto era penetrada era uma sensação excitante. Até que ele gozou dentro de mim. Um pouco preocupada, ele me disse que já tinha feito vasectomia. Saí e notei que minha mãe estava perto, embora eu tenha me assustado, ela estava normal. Nossa história continuou assim até que minha mãe não precisou mais ajudar minha avó. Então decidi ir passar 22 dias na casa deles. Eu dava comprimidos para dormir pra minha avó e ele vinha dormir comigo. O sexo entre a gente já tinha ficado bom demais. Passados os dias, voltei pra casa e entrei no instituto. Depois, fiquei doente. Tive uma infecção vaginal, mas não passava, até que fiz exames e deu positivo pra gravidez. Isso foi uma bomba, não sabia como reagir. Não tinha ideia de que isso ia acontecer. Escapei e liguei pro meu avô, contei pra ele, e ele me disse pra me acalmar, que a gente ia falar que eu tinha me envolvido com um trabalhador que tinha ido embora da região. Contei pros meus pais como meu avô mandou. Minha mãe não se surpreendeu tanto. Passaram-se os meses, tive meu bebê. Meu avô mimava ele demais. Continuei meus estudos, minha avó faleceu 6 anos depois. Em 2017, me formei em enfermagem. Até que em 2018, meu avô ficou muito doente dos pulmões. Meu tio precisava viajar a trabalho, então não tinha quem cuidasse dele. Então eu me ofereci. Minha mãe não gostou muito da ideia. Ela me disse que eu já devia procurar meu próprio trabalho. já que tava saindo várias ofertas, mas eu recusei. Confessei pra ele que o verdadeiro pai do meu filho era meu avô e que ele foi meu primeiro amor. Ele não disse nada, só falou "já imaginava". Chegou a achar que meu pai não se trancava pra ver pornografia no depósito, acho que era você. E ele me aceitou. Fui morar com meu avô. Tecnicamente, dormia com ele, a gente transava sempre que dava. Fui a mulher dele nos últimos quase dois anos. Tentei engravidar dele de novo, mas não deu certo. E ele foi meu grande amor. Relato de uma usuária.
Uma tarde, enquanto ele arrumava o quarto que era depósito de ferramentas, eu entrei e sentei na beirada de uma mesa. Tava de regata e saia. Ele ficou olhando bem de perto minhas pernas, se aproximou de frente onde eu tava sentada na mesa. Ficou falando comigo, e eu achava ele tão sexy, com a camisa aberta, o peito de fora. Não sei o que passou na minha cabeça, mas me aproximei e dei um beijo nele. Devia ser o bigode dele arranhando. Ele correspondeu ao beijo e começou a me apalpar, até que me deitou na mesa e desceu pra me fazer um oral que me levou às nuvens. Eu tava tão extasiada que nem percebia o que rolava ao redor. Ele parou e falou: "Sai daqui, que vem alguém". Fui pra cozinha, e minha mãe disse que a gente já ia embora. O caminho inteiro pra casa, não conseguia esquecer aquilo.
Daquele dia em diante, continuou assim. A gente ia pra aquele quarto e brincava. Ele me fazia oral, e eu fazia nele. O pau dele era curto, mas grosso, da base à ponta, circuncidado. Quase um mês depois, fiquei sozinha com ele. Minha mãe tinha saído pra uma consulta com minha avó. Naquela tarde, chegou a hora de provar aquela penetração tão esperada dentro de mim. Ele ficava colocando a glande na entrada da minha buceta e brincando. Eu já não aguentava mais de tesão, só puxei ele pra dentro. Ali tudo mudou, senti como se ele tivesse me aberto. Ele ficou bem quietinho, porque não aguentava tanta dor. Me levantei e me vesti. Sangrava pra caralho, tive que me limpar. que colocar uma toalha. Passaram-se vários dias que eu não queria ir pra casa do meu avô. Até que voltei e, naquele dia, ao vê-lo de novo, aquela chama se acendeu em mim. Num descuido, entrei no quarto dele esperando que ele chegasse. Quando ele chegou e abriu a porta, me viu usando o conjunto que ele tinha me dado. Os olhos dele brilhavam, ele se aproximou e me beijou. E eu disse a ele que já podia, que me sentia preparada. Ele desceu, me fez um oral maravilhoso e, de novo, colocou a glande dele na minha buceta e introduziu devagarinho. Até que pegou o ritmo, era uma delícia. Ele me colocou por cima dele. De todas as maneiras, mas eu adorava de bruços, sentir minhas costas pressionadas pela barriga dele enquanto era penetrada era uma sensação excitante. Até que ele gozou dentro de mim. Um pouco preocupada, ele me disse que já tinha feito vasectomia. Saí e notei que minha mãe estava perto, embora eu tenha me assustado, ela estava normal. Nossa história continuou assim até que minha mãe não precisou mais ajudar minha avó. Então decidi ir passar 22 dias na casa deles. Eu dava comprimidos para dormir pra minha avó e ele vinha dormir comigo. O sexo entre a gente já tinha ficado bom demais. Passados os dias, voltei pra casa e entrei no instituto. Depois, fiquei doente. Tive uma infecção vaginal, mas não passava, até que fiz exames e deu positivo pra gravidez. Isso foi uma bomba, não sabia como reagir. Não tinha ideia de que isso ia acontecer. Escapei e liguei pro meu avô, contei pra ele, e ele me disse pra me acalmar, que a gente ia falar que eu tinha me envolvido com um trabalhador que tinha ido embora da região. Contei pros meus pais como meu avô mandou. Minha mãe não se surpreendeu tanto. Passaram-se os meses, tive meu bebê. Meu avô mimava ele demais. Continuei meus estudos, minha avó faleceu 6 anos depois. Em 2017, me formei em enfermagem. Até que em 2018, meu avô ficou muito doente dos pulmões. Meu tio precisava viajar a trabalho, então não tinha quem cuidasse dele. Então eu me ofereci. Minha mãe não gostou muito da ideia. Ela me disse que eu já devia procurar meu próprio trabalho. já que tava saindo várias ofertas, mas eu recusei. Confessei pra ele que o verdadeiro pai do meu filho era meu avô e que ele foi meu primeiro amor. Ele não disse nada, só falou "já imaginava". Chegou a achar que meu pai não se trancava pra ver pornografia no depósito, acho que era você. E ele me aceitou. Fui morar com meu avô. Tecnicamente, dormia com ele, a gente transava sempre que dava. Fui a mulher dele nos últimos quase dois anos. Tentei engravidar dele de novo, mas não deu certo. E ele foi meu grande amor. Relato de uma usuária.
0 comentários - Como engravidei de um coroa 👴