Passei pra ler e me conta o que achou? Ao abrir a porta, encontro ela parada ali na frente, com um vestido que mal cobria os joelhos e deixava os ombros de fora. Eu tava de camiseta branca e jeans claro, descalço. Depois de abrir a porta, só um olhar bastou pra gente se fundir num beijo. Os corpos não se tocavam. As bocas e línguas se entrelaçaram num tempo que parecia ter parado, mesmo que na real só tivessem se passado uns 10 minutos. Ele quebrou o acordo, passou uma das mãos por baixo da orelha dela e puxou um pouco o cabelo pra sentir os lábios dela com mais força contra os seus. Enquanto isso, a outra mão percorreu a coxa dela por baixo da saia. Ela abriu a camisa dele e beijou o peito dele com intenção de descer, continuou até chegar na barriga. Mas ele parou ela pra colocar ela de costas contra a parede. Segurou ela com firmeza, enquanto a prendia, levantou o vestido dela e beijou o pescoço, passou as mãos até o peito, apertou cada um com delicadeza, explorando em busca dos mamilos que estavam duros de tanta excitação. Ela podia sentir a firmeza de algo rígido nas costas, aquele homem que segurava ela tava no fogo. A respiração ofegante que aumentava cada vez mais era melodia de sexo que prometia ser sem limites. E o calor foi ficando aos poucos mais intenso. Os beijos mais profundos, os gemidos aumentaram de volume. Ela, enquanto sussurrava no ouvido dele: "Me domina com sua malícia. Hoje você me guia, quero viajar..." Essas palavras bastaram pra malícia safada da noite não ter limites... Ele virou ela, colocou de frente e beijou enquanto levantava os braços dela acima da cabeça... Ela tentou falar algo e ele calou ela com o dedo indicador, como se repreendesse... Afastou o corpo dele do dela... Ela tentou abaixar os braços... Mas com um simples olhar, ela entendeu que não devia fazer isso... Subindo mais um nível, ele deslizou o dedo indicador da boca dela até o queixo e levantou... Fazendo ela olhar pra cima. Teto... a posição não era nada confortável... mas o coração dela batia a mil por hora porque não sabia o que viria depois... Quando entendeu que o jogo era literalmente se entregar à vontade do amante... ela relaxou e começou a sentir cada ordem como um carinho... cada entrega como uma preliminar para um grande orgasmo. Ele separou as pernas dela bruscamente com uma mão... deixando-a na posição de cruz... ela pensou por dentro: "não sei se dá pra ficar mais desconfortável"... nesse momento, ele a segurou pela cintura firmemente e a afastou da parede... que era o único ponto de apoio dela até então. Ok, o nível de desconforto subiu ainda mais, veio acompanhado de um suor frio e um calor na buceta que não ia parar nas últimas horas... embora a cada passo ela ficasse mais irritada e desconfortável... esse desconforto permitia que ela sentisse o próprio corpo e libertasse a mente (mesmo que só por aquela noite) de outros pensamentos... bem quando a mente dela começou a pensar... ele percorreu o interior das coxas dela até a calcinha pra verificar a umidade... ela não só se surpreendeu com a rapidez do jogo, mas também com o quanto sua buceta estava molhada... ele roçou ali com um dedo primeiro... com dois e depois com três... pra depois se afastar... Ela viu ele caminhar até a cozinha... e quando tentou se mexer... ele a repreendeu com o olhar por cima do ombro e continuou andando. Voltou em poucos segundos com uma faca grande de cozinha... ela olhou de canto... ele passou por trás dela, soprou a nuca dela e separou as coxas dela um pouco mais... ficou na frente dela... a respiração dele estava bem perto do pescoço dela... e quando ela baixou o olhar procurando a boca dele, sentiu o frio da lâmina na perna... não sentiu medo, mas prazer... as pernas dela tremeram... o fio da faca entre a calcinha rosa dela e a pele da perna... ela baixou o olhar e ele a beijou ternamente e, de um puxão, cortou a calcinha dela... ela nem percebeu porque o beijo justificou a distração, mas a calcinha só ficou presa de um lado e, principalmente, sustentada pela umidade dela. ...e ali ela entendeu o motivo das carícias anteriores na sua buceta... o que a fez rir... por isso ele respondeu cortando a alça do vestido dela... deixando um dos seus lindos peitos quase à mostra... só sustentado por um mamilo ereto... Ele a inclinou fazendo com que as palmas das mãos dela se apoiassem na mesa... esse ato fez com que, mesmo estando mais confortável, o mamilo esquerdo escapasse do vestido pela metade e roçasse na borda dele... doía, mas ela gostava... Ele parou à esquerda dela, deixando que ela visse como o pau dele tinha crescido dentro do jeans semiaberto... dava pra ver a calcinha branca dela só de leve... A imaginação dela foi interrompida de novo quando ele deu um tapa na bunda esquerda dela... segundo tapa e já no terceiro, um gemido involuntário fez ele parar de acariciá-la... Ela entendeu o jogo, mas gostou, então mexeu a raba como se estivesse roçando o contato... Isso fez com que ela se apoiasse mais na mesa e o peso dela ficasse roçando a borda fria... enquanto ele levantou o vestido dela pra poder apreciar uma raba entregue ao prazer dele... não hesitou um instante em abrir um pouco as coxas dela pra calcinha entrar mais fundo... depois pegou firme no que restava da calcinha dela e começou a puxar... no começo ela não entendeu o que ele queria... tirar ela por ali? arrancar? depois de um tempo, o puxão bruto ficou rítmico e ela, com o corpo, entendeu como a calcinha rosa dela roçava o cu... a buceta e o clitóris num vai e vem de prazer, enquanto o mamilo dela curtia o frio da mesa... só três minutos bastaram pra primeira rajada de calor e umidade invadir a buceta dela e ela gozar um pouquinho na frente do amante, que sorria de satisfação.
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