Sou fiel à natureza, no mundo animal tem alfa, beta e ômega, e o ser humano também.
Hoje vamos falar sobre a relação Alfa e Beta. Os betas masculinos estão cada dia mais numerosos por causa da alimentação, do consumismo e da reprodução globalizada. Hoje em dia tem homens (se é que dá pra chamar assim) com a testosterona de um moleque (nem eu me salvo). Mas isso não é questão de raça.
Tanto brancos, asiáticos, indianos, latinos e negros têm alfas e betas. Hoje mais do que nunca, o papel do beta é essencial, por culpa do feminismo as mulheres estão com padrões, pensamentos e misandria que afastam o homem. Por isso, o papel do beta é ser a mulher do alfa até ele conseguir uma mulher ou você entregar a sua mulher pra ele. Esse papel pode durar a vida toda.
Os traços que a gente usa pra identificar os Larás são fáceis... O Alpha geralmente é mais pesado, tem mais pelo no corpo, às vezes é careca, mais alto e uma diferença óbvia: tem uma arma pronta pra reproduzir. Nós, os betas, temos armas pequenas e com espermatozoides fracos; já os alphas soltam uma porra grossa e bombadas potentes.
Em nossos relacionamentos é muito normal que sejam interraciais (já que os negros souberam manter sua testosterona).
O de idades diferentes geralmente os alphas costumam ser de 40 pra cima até os 80. Antigamente, o homem másculo comia saudável e trabalhava pesado.
E os típicos homens Alpha, valentões, caras pra quem a hipergamia funciona.
Embora tenha um grupo (meu favorito) dos gordinhos otakus, fisicamente alphas mas com autoestima baixa e com muuuuito sobrepeso, ou magros como uma folha.
Geralmente, nossa dinâmica social é baseada na dominação, desde o bullying até a engravidação, o Alpha vai nos domesticando pra ser dele.
Como betas, nos resta entender nosso lugar na cadeia social e cumprir nosso papel.
E também aprendemos a amar, sabemos que somos fracos (não idiotas) pra trabalhos de força ou de confronto, e um homem Alpha sempre vai cuidar da sua beta.
No fim das contas, é a nossa relação, de love ou não, ele vai cuidar da gente porque a gente pertence a ele.
Por isso, como bons betas (e pra sermos escolhidos como parceiros), temos que ser boas donas de casa, simpáticas e prestativas.
Deixar a gente ser violentada e maltratada pra que o macho desestresse (além de que, infelizmente, esse ódiozinho nunca vai embora, já que a gente não pode dar filhos pra ele)
E sempre, sempre e sempre... Satisfazer sexualmente o macho, deixar todo nosso ânus vaginal cheio de leite e deixar ele seco.
É nosso dever deixar ele K.O e fazer com que ele possa desestressar e descansar depois do dia complicado como homem. No fim das contas, estamos cumprindo o papel que a mulher deveria fazer.
Somos as nenéns deles e eles nossos papais.
Nossas diferenças são claras, não raciais, mas biológicas e psicológicas... E mais do que nunca, temos que cumprir nosso papel.
Hoje vamos falar sobre a relação Alfa e Beta. Os betas masculinos estão cada dia mais numerosos por causa da alimentação, do consumismo e da reprodução globalizada. Hoje em dia tem homens (se é que dá pra chamar assim) com a testosterona de um moleque (nem eu me salvo). Mas isso não é questão de raça.
Tanto brancos, asiáticos, indianos, latinos e negros têm alfas e betas. Hoje mais do que nunca, o papel do beta é essencial, por culpa do feminismo as mulheres estão com padrões, pensamentos e misandria que afastam o homem. Por isso, o papel do beta é ser a mulher do alfa até ele conseguir uma mulher ou você entregar a sua mulher pra ele. Esse papel pode durar a vida toda.
Os traços que a gente usa pra identificar os Larás são fáceis... O Alpha geralmente é mais pesado, tem mais pelo no corpo, às vezes é careca, mais alto e uma diferença óbvia: tem uma arma pronta pra reproduzir. Nós, os betas, temos armas pequenas e com espermatozoides fracos; já os alphas soltam uma porra grossa e bombadas potentes.
Em nossos relacionamentos é muito normal que sejam interraciais (já que os negros souberam manter sua testosterona).
O de idades diferentes geralmente os alphas costumam ser de 40 pra cima até os 80. Antigamente, o homem másculo comia saudável e trabalhava pesado.
E os típicos homens Alpha, valentões, caras pra quem a hipergamia funciona.
Embora tenha um grupo (meu favorito) dos gordinhos otakus, fisicamente alphas mas com autoestima baixa e com muuuuito sobrepeso, ou magros como uma folha.
Geralmente, nossa dinâmica social é baseada na dominação, desde o bullying até a engravidação, o Alpha vai nos domesticando pra ser dele.
Como betas, nos resta entender nosso lugar na cadeia social e cumprir nosso papel.
E também aprendemos a amar, sabemos que somos fracos (não idiotas) pra trabalhos de força ou de confronto, e um homem Alpha sempre vai cuidar da sua beta.
No fim das contas, é a nossa relação, de love ou não, ele vai cuidar da gente porque a gente pertence a ele.
Por isso, como bons betas (e pra sermos escolhidos como parceiros), temos que ser boas donas de casa, simpáticas e prestativas.
Deixar a gente ser violentada e maltratada pra que o macho desestresse (além de que, infelizmente, esse ódiozinho nunca vai embora, já que a gente não pode dar filhos pra ele)
E sempre, sempre e sempre... Satisfazer sexualmente o macho, deixar todo nosso ânus vaginal cheio de leite e deixar ele seco.
É nosso dever deixar ele K.O e fazer com que ele possa desestressar e descansar depois do dia complicado como homem. No fim das contas, estamos cumprindo o papel que a mulher deveria fazer.
Somos as nenéns deles e eles nossos papais.
Nossas diferenças são claras, não raciais, mas biológicas e psicológicas... E mais do que nunca, temos que cumprir nosso papel.
5 comentários - La naturaleza de los Betas y Alpha