Sexta-feira às 19h, o Amo me mandou mensagem, depois de um tempão sem falar comigo. Perguntou onde eu tava, falei que em casa, e ele me chamou em videochamada. Colocou o celular num tripé. A primeira coisa que vejo é o Amo completamente pelado com o pau duro. "Fica de quatro e me mostra essa buceta aberta", ele disse. Tirei a roupa, fiquei na posição e abri a buceta. "Vai pegar seu plug e enfiar". Obedeci. "Agora olha com atenção". Me toquei e olhei pro celular: o Amo se afastou e vejo um homem de 45, 46 anos, pelado, amarrado em pé, com as mãos pra trás e o pau duro. E na cama, um cara bem mais novo, 23, 24 anos, deitado de bruços, braços abertos amarrados e pernas abertas amarradas. "Eles são meus outros dois submissos. Ele (apontou pro que tava em pé) se chama Sergio, e esse outro (o mais novo) se chama Mateo." Ele se aproximou do Sergio e começou a torturar ele: colocou pinças nos mamilos e bateu com força no pau e nas bolas. Sergio se contorcia de dor a cada golpe. Se afastou e foi até o Mateo, pegou um chicote e deu 10 chicotadas na bunda dele. Depois, abriu a bunda dele e chupou. Mateo gemia de prazer. Enfiou um dedo e foi aumentando até enfiar quatro. Depois, enfiou um consolo bem grosso que fez ele gritar de dor. Deixou ele assim por um tempo e voltou a castigar o Sergio. Soltou o Mateo e fez ele chupar o pau do Sergio. Depois virou ele e o Amo, com a mão, enfiou o pau do Sergio no cu dele, e o Amo enfiou o pau dele na boca do Mateo. Assim, o Amo gozou, mas não deixou o Sergio gozar. Ele se levantou na frente da câmera: "Assim são minhas sessões. E agora você já faz parte. Se veste e vem pra cá. Esse fim de semana, vou conviver com meus três escravos." "Levo roupa pra ficar?" "Não traz nada. Vai ficar pelado até domingo. Corta que em meia hora quero você aqui." Me vesti rápido e saí pra casa do Amo. Cheguei na hora. Ele me fez entrar. Continua...
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