Olá! Faz anos que tô por aqui e sempre li histórias, adoro elas. Mas nunca tive coragem de escrever. Essa é a primeira, sobre algo que rolou comigo há uns anos, espero que vocês gostem.
Meu nome é Gastón, sou magro, tenho 1,83, meio definido, bem bonitinho e, entre outros trampos, sou professor numa faculdade de ciências. Na época da história, eu tinha 35 anos. A protagonista dessa história é a Sofía, uma aluna brilhante que tive uns anos atrás. Ela competia em torneios de programação e, sendo aluna, tinha meu contato porque me consultava sobre as competições. Era dez anos mais nova que eu, magra, alta, peitos pequenos, pernas longas e uma bunda linda, daquelas empinadas que dá vontade de morder.
A gente se adicionou nas redes sociais e de vez em quando conversava sobre a carreira dela e tal. Like vai, like vem, acabamos como melhores amigos. Lá, ela de vez em quando postava fotos com looks mais que interessantes, tipo biquínis ou conjuntos de sair bem provocantes. Nunca comentei nada, porque me sentia um tiozão e achava fora de lugar.
Um dia, a Sofía entrou como monitora na mesma matéria que eu. Trabalhamos juntos por uns dois semestres, mas só nos encontrávamos nos corredores. Os dois estavam namorando. Uma vez ou outra tomamos um café e conversamos sobre a vida e a profissão, mas nada além disso, tipo bons amigos.
Entre nossas conversas, uma vez ela me mandou fotos de uma viagem que tava fazendo num lugar que eu frequentava bastante. Na foto, além da paisagem, dava pra ver a bunda linda dela de biquíni na praia. Aí mudou tudo, falei bem discreto: - Nossa, que paisagem bonita hehe - e ela claramente sacou a indireta. Não consigo explicar o quanto aquela mina me deixou tesudo com essa foto.
Ela me convidou pra vários eventos e eu nunca podia, por causa de trabalho, viagens ou motivos de família. Parecia que eu tava me fazendo de difícil. Até que um dia ela me chamou pro aniversário dela e eu topei. Na hora, a gente começou a organizar como iria. vestidos pro evento dela e ela me contou o que ia vestir e claramente me mandou umas fotos com looks sugestivos, sempre destacando aquela bunda linda que ela tem. Tava com o pau duro pra caralho...
Na festa a gente dançou, bem juntinhos, mais do que devia numa festa de aniversário com família e eu sendo um ex-professor/colega, bem mais velho. Claramente ficamos com vontade...
Num domingo à tarde, aceitei tomar um drink com ela. Sentamos no balcão de um bar. Não sei como, de repente estávamos de mãos dadas, de leve, fazendo carinho. Tava há uns 5 anos com a mesma parceira e a real é que a rotina tava me matando, isso era um ar fresco que eu precisava, mesmo que o nervosismo me matasse, tô fora de forma e o perigo de alguém nos ver aumentava a adrenalina... Beijei ela, com força, e ela disse:
- Me deixou sem palavras, não esperava por isso.
- Nem sei como aconteceu hehe - respondi
Ficamos no bar mais um tempo entre conversas e beijos. Depois voltamos pro carro, já que eu tinha passado pra buscar ela. Nos pegamos com força. Agarrei a bunda dela com força, ela colocou a mão dentro da minha calça jeans, subiu no meu banco e a gente se esfregou sem limites, ter aquela bunda nas minhas mãos era demais, não acreditava!
Sugeri ir pra um lugar mais privado e fomos pra um hotel perto do bar. Coloquei ela de costas e beijei ela apertando a pica na bunda linda que ela tem. Fomos nos despindo e ela ficou de fio dental e eu de cueca. Deitei ela na cama e chupei a buceta e o cu dela com muita vontade, de frente e de quatro. Ela também me chupou, com garganta profunda, incrível as ânsias que a novinha aguentava. Esse foi o primeiro sinal de que ela gostava de sexo pesado. Quando comecei a sentir que não aguentava mais, parei ela, coloquei a camisinha e transamos de papai e mamãe e não aguentei muito mais, gozei ali o primeiro.
Ficamos abraçados, nos olhando no espelho do teto e, depois de uma recuperada, começamos o segundo, oral de ambas as partes de novo. já transando de quatro, dei uma palmadinha nela e ela disse: agh, mais forte! levantei a mão e bati com vontade, mas ela continuou pedindo mais:
- Sim, Gastón, mais forte!
- Ah, você gosta forte, gostosa
- Adoro forte
Eu não aguentava mais de tesão, e ela estava toda molhada. Aproveitei esses fluidos e um pouco de saliva e, enquanto metia de quatro, fui acariciando o cuzinho dela com o dedão até que entrou suavemente. Não só não reclamou, como gemeu pedindo mais, meu dedo já entrava e saía com facilidade. Ela se inclinou pra baixo, com uma mão começou a se tocar e gozou com um gemido profundo.
Ela se virou, eu, bem inocente, pensei que por ser nossa primeira vez e ela ser bem novinha, não ia rolar, mas quando me ajeitei pra posição de missionário, ela levantou as pernas, pegou minha pica e encaixou a ponta no cu.
- Me avisa se doer - falei enquanto empurrava devagar e ia entrando a cabeça.
- Arrebenta comigo, Gasti - Ela respondeu e senti a pica ficar dura igual a um cacete enquanto entrava na bunda apertada dela. Como um cavalheiro que cumpre o prometido, furei o cu dela até gozar dentro.
Como no dia seguinte os dois trabalhávamos cedo e tínhamos compromissos em casa, ficamos com um pouco de vontade de um terceiro round e fomos embora. Deixei ela em casa e segui pra minha.
Se gostaram, comentem, e se não gostaram também, pra eu melhorar pra próxima história.
Valeu por chegar até aqui!
Meu nome é Gastón, sou magro, tenho 1,83, meio definido, bem bonitinho e, entre outros trampos, sou professor numa faculdade de ciências. Na época da história, eu tinha 35 anos. A protagonista dessa história é a Sofía, uma aluna brilhante que tive uns anos atrás. Ela competia em torneios de programação e, sendo aluna, tinha meu contato porque me consultava sobre as competições. Era dez anos mais nova que eu, magra, alta, peitos pequenos, pernas longas e uma bunda linda, daquelas empinadas que dá vontade de morder.
A gente se adicionou nas redes sociais e de vez em quando conversava sobre a carreira dela e tal. Like vai, like vem, acabamos como melhores amigos. Lá, ela de vez em quando postava fotos com looks mais que interessantes, tipo biquínis ou conjuntos de sair bem provocantes. Nunca comentei nada, porque me sentia um tiozão e achava fora de lugar.
Um dia, a Sofía entrou como monitora na mesma matéria que eu. Trabalhamos juntos por uns dois semestres, mas só nos encontrávamos nos corredores. Os dois estavam namorando. Uma vez ou outra tomamos um café e conversamos sobre a vida e a profissão, mas nada além disso, tipo bons amigos.
Entre nossas conversas, uma vez ela me mandou fotos de uma viagem que tava fazendo num lugar que eu frequentava bastante. Na foto, além da paisagem, dava pra ver a bunda linda dela de biquíni na praia. Aí mudou tudo, falei bem discreto: - Nossa, que paisagem bonita hehe - e ela claramente sacou a indireta. Não consigo explicar o quanto aquela mina me deixou tesudo com essa foto.
Ela me convidou pra vários eventos e eu nunca podia, por causa de trabalho, viagens ou motivos de família. Parecia que eu tava me fazendo de difícil. Até que um dia ela me chamou pro aniversário dela e eu topei. Na hora, a gente começou a organizar como iria. vestidos pro evento dela e ela me contou o que ia vestir e claramente me mandou umas fotos com looks sugestivos, sempre destacando aquela bunda linda que ela tem. Tava com o pau duro pra caralho...
Na festa a gente dançou, bem juntinhos, mais do que devia numa festa de aniversário com família e eu sendo um ex-professor/colega, bem mais velho. Claramente ficamos com vontade...
Num domingo à tarde, aceitei tomar um drink com ela. Sentamos no balcão de um bar. Não sei como, de repente estávamos de mãos dadas, de leve, fazendo carinho. Tava há uns 5 anos com a mesma parceira e a real é que a rotina tava me matando, isso era um ar fresco que eu precisava, mesmo que o nervosismo me matasse, tô fora de forma e o perigo de alguém nos ver aumentava a adrenalina... Beijei ela, com força, e ela disse:
- Me deixou sem palavras, não esperava por isso.
- Nem sei como aconteceu hehe - respondi
Ficamos no bar mais um tempo entre conversas e beijos. Depois voltamos pro carro, já que eu tinha passado pra buscar ela. Nos pegamos com força. Agarrei a bunda dela com força, ela colocou a mão dentro da minha calça jeans, subiu no meu banco e a gente se esfregou sem limites, ter aquela bunda nas minhas mãos era demais, não acreditava!
Sugeri ir pra um lugar mais privado e fomos pra um hotel perto do bar. Coloquei ela de costas e beijei ela apertando a pica na bunda linda que ela tem. Fomos nos despindo e ela ficou de fio dental e eu de cueca. Deitei ela na cama e chupei a buceta e o cu dela com muita vontade, de frente e de quatro. Ela também me chupou, com garganta profunda, incrível as ânsias que a novinha aguentava. Esse foi o primeiro sinal de que ela gostava de sexo pesado. Quando comecei a sentir que não aguentava mais, parei ela, coloquei a camisinha e transamos de papai e mamãe e não aguentei muito mais, gozei ali o primeiro.
Ficamos abraçados, nos olhando no espelho do teto e, depois de uma recuperada, começamos o segundo, oral de ambas as partes de novo. já transando de quatro, dei uma palmadinha nela e ela disse: agh, mais forte! levantei a mão e bati com vontade, mas ela continuou pedindo mais:
- Sim, Gastón, mais forte!
- Ah, você gosta forte, gostosa
- Adoro forte
Eu não aguentava mais de tesão, e ela estava toda molhada. Aproveitei esses fluidos e um pouco de saliva e, enquanto metia de quatro, fui acariciando o cuzinho dela com o dedão até que entrou suavemente. Não só não reclamou, como gemeu pedindo mais, meu dedo já entrava e saía com facilidade. Ela se inclinou pra baixo, com uma mão começou a se tocar e gozou com um gemido profundo.
Ela se virou, eu, bem inocente, pensei que por ser nossa primeira vez e ela ser bem novinha, não ia rolar, mas quando me ajeitei pra posição de missionário, ela levantou as pernas, pegou minha pica e encaixou a ponta no cu.
- Me avisa se doer - falei enquanto empurrava devagar e ia entrando a cabeça.
- Arrebenta comigo, Gasti - Ela respondeu e senti a pica ficar dura igual a um cacete enquanto entrava na bunda apertada dela. Como um cavalheiro que cumpre o prometido, furei o cu dela até gozar dentro.
Como no dia seguinte os dois trabalhávamos cedo e tínhamos compromissos em casa, ficamos com um pouco de vontade de um terceiro round e fomos embora. Deixei ela em casa e segui pra minha.
Se gostaram, comentem, e se não gostaram também, pra eu melhorar pra próxima história.
Valeu por chegar até aqui!
4 comentários - Minha ex-aluna gostosa