Tentado pela minha filha

ANÔNIMO: Pai de família com três filhos... Era nosso costume nos reunir pra ver filmes na televisão. Estávamos todos lá, amontoados na cama, curtindo um filme de ação. Minha filha Liliana se enfiou na minha cama e deitou do meu lado, colando o corpo no meu, colocando um dos braços sobre o meu peito. A camisola dela tinha subido e eu sentia a barriga dela grudada no meu lado, se movendo no ritmo da respiração do narizinho empinado dela. De repente, notei que ela se apertava ainda mais em mim, e comecei a sentir o púbis dela na minha coxa. No sono, ela levantou uma das pernas e colocou em cima da minha. Agora a buceta dela estava completamente colada na minha perna, e eu podia sentir o calor. Eu me esforçava pra me concentrar no filme e evitar uma ereção que já tava se insinuando cada vez mais forte. Além disso, se ela acordasse, ia perceber na hora, porque parte da coxa dela tava em cima do meu pau. Quando o filme acabou, eu me afastei devagar e minha mulher tirou ela da cama e levou, dormindo como tava, pro quarto dela. Apaguei a luz e, na solidão do meu quarto, tentei dormir, mas foi impossível. As sensações que eu tinha vivido foram fortes demais pra mim, e eu não conseguia tirar da cabeça as ideias perturbadoras que tinham se instalado lá. Então fui pro banheiro e me masturbei. Foi uma punheta colossal! Nunca tinha tido uma igual. Mas consegui me acalmar e, finalmente, dormir. Passaram vários dias em que aquela situação voltava, como faíscas, à minha memória, mas aos poucos foram sumindo, e eu voltei à minha calma de sempre. Uma noite, minha mulher teve que levar meus dois filhos mais velhos pra uma festa, e eu fiquei sozinho com a Lily em casa. Deitei e me preparei pra ler, mas minha filha entrou no meu quarto com um filme e me perguntou se eu queria ver. Aceitei, e ela colocou o filme. Era um daqueles filmes de terror bem ruins, mas que fascinam. Ela deitou do meu lado e nós dois nos dedicamos ao filme. Já tinha Passada a metade do filme, percebendo que o volume estava muito alto, pedi pra ela abaixar. Mas ela não tinha o controle remoto. Ajoelhou-se na cama e foi rastejando até pegar o controle que estava perto da TV. Quando se inclinou, a camisola curta levantou e a bunda linda dela ficou na minha frente. A calcinha era pequena e tinha entrado no meio das nádegas. Foram só uns segundos, mas pareceram uma eternidade. Eu via a bunda redonda, perfeita, sem uma mancha ou ruga. Via a dobrinha gostosa que se formava entre a nádega e a coxa. Via o volume lindo da buceta dela e a fenda no meio que se insinuava pela calcinha. As pernas macias. Os pés perfeitos… A ereção foi instantânea e violenta. Ela voltou pra cama, se ajeitou e continuamos vendo o filme, mas minha mente disparou pra outro lado, apesar de todos meus esforços pra me controlar. Foi uma tortura! E pra piorar minha situação, em cada cena de suspense, ela se agarrava em mim e eu sentia os dois peitinhos maravilhosos dela colados no meu corpo, mal cobertos pela camisola fina. Antes do filme acabar, minha mulher chegou, deitou junto com a gente e terminou de ver o filme conosco, depois as duas se despediram e foram embora. Apaguei a luz, tirei a cueca e me masturbei como nunca tinha feito, completamente pelado na cama. As imagens que tinham se gravado no meu cérebro eram um afrodisíaco do caralho. De novo tive um orgasmo descomunal, violento, cheio de sensações novas e intensas. Desde então, evitei ao máximo ficar perto da minha filha e, especialmente, as noites de TV. Mas não queria que ela sentisse rejeição da minha parte, porque sabia que ela não entenderia o motivo e eu não podia contar. Mas a doença já tinha se instalado na minha mente e eu não conseguia arrancá-la. Uma tarde em que todo mundo ia sair, menos eu, que tinha que terminar um trabalho, Lily entrou no meu quarto e me pediu permissão para usar meu banheiro, porque os irmãos dela tinham se trancado no outro. Na hora, ouvi o chuveiro ligar. Sentado na minha escrivaninha, tentava me concentrar no trabalho, mas a simples ideia de que minha filha estava tomando banho, completamente nua a poucos metros de distância, despertou de novo aquelas sensações contra as quais eu tanto lutava. A porta do banheiro se abriu e Lily apareceu completamente nua. Ela se colocou na frente do espelho do guarda-roupa e continuou se secando enquanto se olhava. Ali estava, diante dos meus olhos, a garota mais linda que se pode imaginar. O corpo dela, ondulado e perfeito; os seios pequenos como dois cones, coroados por mamilos já bem desenvolvidos; a bunda linda, redonda e rosada; as pernas torneadas e jovens... Ela percebeu, pelo espelho, que eu a observava. — O que você tá olhando? — disse ela. Naquele momento, voltei à consciência. — Você tá muito gostosa — falei e, virando-me, fingi que continuava no meu trabalho, mas minha mente ainda a observava e, agora, com verdadeira lascívia. Senti quando ela fechou a porta e foi embora. Então fui ao banheiro. Olhei a banheira e a imaginei lá dentro. Abri o zíper da minha calça e meu pau saltou pra fora como um animal enfurecido. Bastaram dois movimentos da minha mão pra porra jorrar dentro da banheira. Tive que me apoiar na pia pra não cair. Minhas pernas viraram gelatina e não me seguravam mais. Sentei no vaso e coloquei a cabeça entre as mãos. Simplesmente não conseguia acreditar que isso estava acontecendo comigo, um pai carinhoso, um homem normal... Amava minha filha como todo pai deve amar, mas o demônio do desejo tinha se metido no meio e estava me destruindo, me corroendo... E eu chorei... A partir daquele dia, comecei a passar mais tempo no escritório, a evitar as sessões de filme no meu quarto, a evitar encontrar minha filha em qualquer situação, por mais boba que fosse. Estava perdendo minha família, estava afastando eles da minha vida, mas sabia que era a única Alternativa, senão eu acabaria cometendo uma maldade. Um dia, já completamente exausto nessa luta contra meus desejos depravados e me sentindo vencido por eles, disse pra minha mulher que ia sair de casa. Ela me perguntou se era por causa de outra mulher e eu disse que sim, o que era verdade. Ela chorou, mas no fundo sabia que isso ia acontecer mais cedo ou mais tarde. Decidimos que contaríamos pras crianças depois. Fiz uma mala e saí de casa rumo a um hotel. Aluguei um apartamento pequeno e me instalei com minhas coisas. As crianças já sabiam da situação e tinham se acostumado com a ideia. Minha vida virou uma rotina monótona de trabalho e descanso. Falava por telefone com minha família regularmente e, aos poucos, minha obsessão começou a sumir. Foi num sábado, já tarde, quando bateram na porta. Era minha filha. Pensei que tinha conseguido superar minha situação, que aquela doença tinha sido, finalmente, vencida, mas assim que a vi, aquelas sensações torturantes voltaram a pulsar em mim. Nos cumprimentamos, ela entrou e sentou. Conversamos um pouco, eu desejando que ela fosse embora o mais rápido possível, mas ela não dava sinais de que ia. Pelo contrário, eu a notava muito inquieta. — Buceta — ela disse —, não quero me meter na sua vida, mas você tá bem? — Claro! — Não acredito. Sentimos muito sua falta… Mamãe chora muito… — Desculpa… Não queria causar tanta tristeza pra ela, mas acredita, foi o melhor pra todo mundo… — E sua… amiga? — ela perguntou. — Não. Ela não mora comigo… — Ela te trata bem? Dei de ombros. Ela me olhou com curiosidade. — Tem alguém de verdade? Eu só olhava pra ela, sentada ali, com as pernas no sofá. A saia dela tinha subido o suficiente pra eu ver a calcinha. — Sim. Tem… — Eu conheço? Naquele momento, senti que tinha que falar tudo, que aquela seria a única forma de me libertar daquela tortura. — Sim. — Sim? Quem é? — Você. Ela me olhou de um jeito estranho, sem entender. Então me joguei de joelhos ao lado dela e coloquei minhas mãos nas coxas nuas dela. — O que Quer dizer? — Garota… Me perdoa, pelo amor de Deus! Se eu saí de casa, foi por sua causa. Não consigo te tirar da cabeça… É uma obsessão, uma obsessão cruel e terrível. Te vejo e me encho de ideias depravadas, intoleráveis… Você me enlouquece…! — gritei. Ela tinha se afastado pra trás e me olhava horrorizada. — Só sonho em te comer, em te ter pelada nos meus braços, em te amar como uma mulher… madura! — gritei quase com fúria — Some daqui! E não volta nunca mais. Esquece que tem um pai, esquece que eu existo. Me dá por morto… Ela se levantou de um pulo. Os olhos dela estavam cheios de lágrimas. Pegou a bolsa e correu pra porta. Ouvi a correria dela pelo corredor. Saí na sacada e olhei pra baixo. Vi ela saindo correndo, como se tivesse visto o demônio. E quem sabe se era nisso que eu tinha me transformado. Meu olhar ficou preso no vazio. Eram doze andares. Uma boa altura. Talvez o melhor fosse me deixar devorar por ela… Mas não tive coragem… Ou covardia… Sei lá. Só sei que durante um mês não soube nada da minha filha. Ela não ligou mais. Mas não contou nada da nossa conversa pra minha mulher. Ela continuou sendo gentil comigo. Pensei no dano que tinha causado, no quão terrível, com certeza, minha confissão tinha sido pra ela. Eu estava destruído. E não tinha mais nada que pudesse fazer. Meus dias começaram a ficar cada vez mais escuros, mais sem rumo, como entrar num túnel onde não se vê o outro lado porque, talvez, ele não exista. Bateram na porta. Era ela. Me olhava com seus lindos olhos verdes redondos, como assustada. — Por que você voltou? Ela não disse nada. Só entrou, apagou a luz, se esticou na ponta dos pés e me beijou na boca. Um fogo queimando percorreu meu corpo. Ela se afastou um pouquinho de mim e, pelos reflexos que vinham da rua, vi que estava tirando o vestido. — Lily… — falei tentando parar ela. Mas ela colocou um dedo na minha boca. Depois pegou minhas mãos e levou até o corpo dela. Ela estava pelada. Comecei a tocar ela. Ela se jogou Ela jogou a cabeça pra trás e sacudiu a cabeleira loira. Me inclinei e beijei ela na curva dos peitos. Procurei a boca dela. Senti o hálito quente e não consegui mais me segurar. Levantei ela no colo e coloquei na cama. Ela se deixou cair de costas e abriu as pernas. Minha boca correu em busca da buceta dela, coberta por uma penugem dourada macia. Beijei com vontade, com amor profundo. Me enlouquecia aquele sexo jovem, cheiroso e lindo. Vi os lábios carnudos da buceta se abrindo. Vi um fio delicado de melado se formando entre eles. Aquela buceta maravilhosa se abria como uma flor pro sol, mostrando suas cores lindas e peroladas e sua essência aromática. E afundei minha boca nela. Beijei, lambi, chupei, bebi os sucos dela até me fartar. E sentia os espasmos dos orgasmos múltiplos dela nos meus lábios, sentia a pulsação da buceta dela nunca satisfeita… Tirei minha roupa rápido. Ela se sentou e, me pegando pela cabeça, me jogou na cama. Aí se atirou no meu pau, pegando com as mãos lindas, mexendo com uma suavidade maravilhosa. Vi quando colocou na boca dela e engoliu ele inteiro. Senti como apertava com a língua no céu da boca. Senti a saliva gostosa dela escorrendo pela haste… Ela se deitou em cima de mim e me beijou na boca. Nossas línguas eram duas cobras numa briga violenta. Eu sentia o gosto do meu pau e ela, o melado da buceta dela. Todos os nossos sucos se misturaram nas nossas bocas. Ela se sentou e, pegando meu pau duro, colocou na entrada da buceta dela e começou a descer, enfiando devagar mas com firmeza. — Toma minha virgindade, piranha! É sua! Só sua! Essas palavras foram ditas com tanta doçura, com tanto amor que, naquele momento, ela era a pessoa que eu mais amava no planeta. A única que merecia um amor absoluto, completo e total. Senti quando meu pau encontrou aquela resistência delicada e senti também quando, com uma pressão decidida da Lily, rompeu, invadindo o fundo dela. — Aiiiiiiiiiiiiiiii! Foi um gemido tão delicioso, tão cheio de prazer, que enterneceu minha alma. Imediatamente começou a subir e descer, a deslizar com uma regularidade perfeita. Eu via com absoluta clareza meu pau entrando e saindo daquela buceta maravilhosa. Via o rosto de Lily radiante, expressando os infinitos prazeres que aquilo lhe causava, os infinitos orgasmos que invadiam seu corpo lindo de menina, que se contorcia de tesão. De repente, me toquei. Estava prestes a gozar e corria o risco de engravidá-la. — Filha, vou gozar… Ela entendeu meu recado. Num pulo, se afastou e, jogando-se de bruços, enfiou todo o meu pau na boca e começou a masturbá-lo rapidamente. Soltei a descarga, tremenda, terrível, e ela nem tentou se afastar. Eu a via engolindo sem parar. Os espasmos tomaram meu corpo. Eu me contorcia quase com violência. Me erguia, caía e me erguia de novo, movido pelas forças mágicas do mais extraordinário prazer, até ficar exausto. Então meu corpo relaxou e, como num encanto, entrei num êxtase maravilhoso. Lily se deitou sobre mim e colou a boca na minha. Ela passou restos do meu próprio sêmen para minha boca, e eu engoli com amor… Como isso tudo vai acabar? Não sei, já que minha experiência incestuosa aconteceu há apenas duas horas. Lily dorme na cama. Sei que logo vai acordar e vir me procurar. Sei que vamos transar de novo, loucamente, extraordinariamente, sem limites… Que limite pode existir pra nós? Mas o que vai acontecer depois que amanhecer? Ela acordou e me sorri deliciosamente. Me chama com os olhos…Tentado pela minha filha

3 comentários - Tentado pela minha filha

Delicioso relato, ojalá hubiera tenido una hija como la tuya