Dias pós-férias (Pt 2)

Via minha mulher mais ativa e animada, como se algo tivesse mudado dentro dela. Toda vez que chegava do trabalho, ela começava a fazer coisas em casa e a gente ria mais do que antes. Era terça-feira e o trampo tava me esgotando. Precisava sair da rotina de algum jeito. Comprei uma cerveja e fui tomar umas com o Tomas, meu amigo de infância. A gente conversou sobre como é foda ter um relacionamento pra ele e como o meu tinha mudado pra caralho. Não entrei em detalhes, mas falei que tinha tirado umas férias com as amigas da Pamela. Comentei sobre uma inquietação que tava guardada dentro de mim desde aquele momento. Ele disse como eu podia permitir aquilo. Falei que era uma libertação e que agora ela tava mais animada que antes. O mais curioso é que quinta-feira era o aniversário dela. Não sabia o que dar de presente. O papo acabou e voltei pra casa. Pamela tava comendo uma toranja no sofá enquanto via um filme. Entrei na dela.

— Saí pra tomar umas com o Tomi, meu amigo — falei pra ela.

—E aí, como é que ele tá? Faz tempo que não vejo ele — ela me fala.

- Igual que sempre. A vida dela não mudou muito.

Ela continuava assistindo ao filme. Tava vestindo uma camiseta minha. Tava deitada no sofá com as pernas apoiadas no meu colo. Eu fazia massagem nela enquanto via os tiros ricocheteando numa cena de ação.

—Tá com alguém?

Ela me disse que não e que estava com uns problemas com isso.

-Que estranho, sendo alguém tão bom e gostoso

Algo me fez pensar. Decidi não dar bola praquilo. Terminei de ver o filme com ela. Bom, na verdade terminei sozinho porque ela acabou dormindo. Levei ela pra cama e a gente dormiu. No dia seguinte, acordei pra continuar trabalhando. Ficava pensando em opções de presente pra ela. Não me vinha nada na cabeça, mas quando pensei no meu amigo, algumas ideias surgiram, só não sabia se iam agradar ela. Tomas era um cara que malhava desde os 16, hoje tem 32. É uma pessoa que sempre se manteve em forma. Ela voltou do trabalho. A gente comeu um churrasco na mesa enquanto tomava um vinho.

— Hoje chegou um cara novo no trampo — ela me disse.

-Qual é o seu nome?

—Tobias, um cara jovem.

Comia enquanto escutava ela e pensava pra onde isso tudo ia dar.

—E pra que isso tudo?

-Não sei. Ele fez um comentário que me deixou pensando. Acho que ele deu em cima de mim. Ousado o filho da puta, ainda mais no primeiro dia de trampo.

—E aí, cê gostou?

- Um pouco sim, gosto de ser desejada.

Terminamos de comer. Ficamos bebendo vinho até a hora de dormir. Ela dormia tranquilona. Acordei ela umas doze. Trocamos uns beijos e continuamos dormindo. No outro dia, acordei cedo. Já tinha bolado a surpresa que ia fazer pra ela. Enquanto trabalhava, desci pra buscar o presente. Um conjunto de renda preta, um número menor do que ela usa. Falei com o Tomás, com o Tobias e com o Pablo. Queria dar uma surpresa bem gostosa pra minha mulher. Ela tinha falado tanto de três caras diferentes na semana que resolvi aprontar uma. Os caras chegaram mais cedo. Mandei eles entrarem no quarto. Ela chegou do trampo. Mostrei o conjunto pra ela.

-Tem que vestir isso. Vai trocar de roupa no banheiro e volta.

Pegou o conjunto. Foi pro banheiro e se trocou. Quando voltou, tava incrível. As ligas se soltavam pela perna dela. Os peitos se destacavam no preto do conjunto. Virei ela de costas e parecia que a bunda dela devorava a tanga que tava vestindo. Tava maquiada, o que me deixava ainda mais excitado.

—Bom, senta aí — apontei pra poltrona.

Ela senta. Eu chego com uma venda. Tampo os olhos dela. Ela perguntava enquanto ria. Eu dizia pra ela esperar a surpresa e que ela não ia imaginar. Me aproximei dos caras que iam aparecendo aos poucos na sala de jantar. Os três estavam de camiseta, menos o Pablo, que tava de camisa. Tobias segurava um champagne na mão. Vou pra trás da minha mulher. Tiro a venda. Ela fica olhando pra eles, meio sem entender. Pensei que não tinha gostado.

Feliz aniversário" — eu digo e gozo atrás deles.

—Bom, mas que surpresa — ela ri e morde o lábio.

Ele tinha gostado. Pablo ajuda ela a levantar do sofá. Tomas e Tobias dão uma volta pra ver a bunda dela. Começam a tocar nela. Elogiam ela enquanto mordem o lábio. Ela estava incrível. Uma bomba sexual. Vejo como fazem um sanduíche com ela no meio dos três. Ela fecha os olhos e olha pra mim, que tô sentado na cadeira. Fica excitada e manda um beijo pra mim. Pablo dá uns beijos no pescoço dela. Tomas e Tobias vão tirando o corpete dela devagar. Ela, sem dizer nada, joga os três no sofá. Fica de quatro e vira as costas pra eles. Mexe a bunda pros caras, que começam a se excitar. Ela engatinha até mim pra me dar um beijo na boca.

Valeu, gostosa" — ela me fala e sai com eles.

Vai até o Pablo, que é o primeiro da esquerda. Tira a calça dele. Faz o mesmo com o Tobias e o Tomás. Começa a passar a língua nas cuecas de cada um deles. Os caras se aproximam pra dar tapas na bunda dela, que ela rebola com vontade. Tira a cueca dos três. Vai até o Pablo e começa a chupar o pau dele. Com a outra mão, bate uma pro Tomás. O Tobias se toca enquanto observa a cena. Ela vai alternando. Depois chupa o pau do Tomás e toca no Tobias. Os três olham pra ela, todos tesudos. Ela se engasga com a própria baba e cospe no chão. O Pablo tenta se levantar, mas ela empurra ele de volta pro sofá. Controla completamente a situação. Agora chupa o pau do Tobias. Passa a mão nas bolas dele enquanto bate uma pro Tomás. O Pablo se toca enquanto assiste. Os três tiram a camisa e ficam completamente pelados. Eu me toco enquanto olho pra ela. Me dá um tesão danado o que ela tá fazendo.

—Venham, meus garotos — ela diz depois de chupar a pica dos três.

Os três ficam de pé na frente dela. Ela se ajoelha completamente e chupa a pica deles, alternando os movimentos. Em um momento, os três querem enfiar na boca dela. Ela tenta, mas não consegue. Acaba soltando um fio de baba enorme. Pablo levanta ela e leva pro sofá. Puxa a calcinha fio dental sem dizer nada e começa a comer ela. Tobias fica na frente dela, que está apoiada com os joelhos no sofá. Enfia a pica na boca dela. Ela geme enquanto pode, mas a situação fica muito quente. Pablo bate na bunda dela com a mão aberta. Ela engole a pica do Tobias, que depois se reveza com Tomas. A situação continuou assim por mais um tempo. Eles se revezam pra comer minha mulher em diferentes posições. Eu me masturbo enquanto vejo ela aproveitar. Os gemidos aparecem. Não cheguei no momento da gozada porque fui dormir um pouco mais tarde. Tinha que trabalhar e já era tarde. Quando estava deitado, ainda ouvia minha mulher gemer. As palmadas na bunda dela enquanto tentava pegar no sono. Acordei no outro dia e Tobias com Tomas já não estavam mais. Minha mulher montava no Pablo com as nádegas completamente vermelhas. Ele estava meio dormindo. Chego perto e dou um tapa na bunda dela. Mordisco o pescoço dela.

- Chega, vadia, você não sabe parar, né?

Ela nega com a cabeça enquanto morde o lábio. Levanta da pica do Pablo. Acordo ele e ele continua dormindo no sofá. Levo minha mulher pro quarto. Jogo ela na cama e fecho a porta. Ela fica de quatro. Fico atrás dela e começo a meter com a pica super dura. Bato forte na bunda dela. Coloco a cabeça dela no travesseiro e fodo ela com violência.

- Tu é doida pra caralho, hein, mas é toda minha.

Bato na bunda dela.

-Diz que és toda minha, vai - puxou o cabelo dela

—Sou toda sua, meu amor — ela ri.

Geme enquanto me obedece. Sinto ela bem molhada. Ela chupa um pouco minha pica. Meto com violência enquanto seguro na cintura dela pra aumentar a potência. Ela não parava de fazer barulho a cada movimento. A cama se mexia e batia na parede. Segurava os braços dela. Amarrava pra ela não se mexer. Enfiava minha pica cada vez mais fundo e com mais violência. Ela gemia. Mordia o travesseiro enquanto eu pressionava a bunda dela pra foder. Senti que ia gozar. Freio um segundo. Ela continua se mexendo quando eu paro.

—Quero ela toda pra dentro, hein — ela diz enquanto rebola a bunda.

Fico super excitado e gozo tudo dentro dela. Um jato de porra sai disparado lá dentro. Eu gemo enquanto ela curte. Empurro pra entrar tudo. Fico um tempinho ali e depois tiro. Pelos lábios dela escorre um pouco de porra até descer pelas pernas. Ela se deita e espalha o líquido pela buceta. Dá uma risada. Dou uns beijos nela. Ela dormiu e eu fui trabalhar. Nem sabia que horas eram.


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