Via minha mulher mais ativa e animada, como se algo tivesse mudado dentro dela. Cada vez que chegava do trabalho, ela começava a fazer coisas em casa e a gente ria mais do que antes. Era terça-feira e o trabalho tava me esgotando. Precisava sair da rotina de algum jeito. Comprei uma cerveja e fui tomar umas com o Tomas, meu amigo de infância. A gente conversou sobre como é difícil ter um relacionamento pra ele e como o meu tinha mudado tanto. Não entrei em detalhes, mas falei que tinha passado umas férias com as amigas da Pamela. Comentei sobre uma inquietação que eu tava sentindo desde aquele momento. Ele perguntou como eu podia permitir aquilo. Falei que era uma libertação e que agora ela tava mais animada do que antes. O mais curioso é que quinta-feira era o aniversário dela. Não sabia o que dar de presente. A conversa acabou e voltei pra casa. Pamela tava comendo uma toranja no sofá enquanto via um filme. Entrei na dela.
— Saí pra tomar umas com o Tomi, meu amigo — falei pra ela.
—E como é que ele tá? Faz tempo que não vejo ele — ela me fala.
-Igual como sempre. A vida dela não mudou muito.
Ela continuava assistindo o filme. Tava vestindo uma camiseta minha. Tava deitada no sofá com as pernas apoiadas no meu colo. Eu fazia massagem nela enquanto via os tiros ricocheteando numa cena de ação.
—Tá com alguém?
Ela me disse que não e que estava com uns problemas com isso.
-Que estranho, sendo alguém tão bom e gostoso
Algo me ressoou. Decidi não dar bola pra isso. Terminei de ver o filme com ela. Bom, na verdade terminei sozinho porque ela acabou dormindo. Levei ela pra cama e a gente dormiu. No dia seguinte, acordei pra continuar trabalhando. Ficava pensando em opções de presente pra ela. Não me vinha nada na cabeça, mas quando pensei no meu amigo, algumas ideias surgiram, só não sabia se iam agradar ela. Tomas era um cara que malhava desde os 16, hoje tem 32. É um sujeito que sempre se manteve em forma. Ela voltou do trampo. Comemos um churrasco na mesa enquanto tomávamos um vinho.
—Hoje chegou um cara novo no trampo — ela me disse.
-Qual é o seu nome?
—Tobias, um cara jovem.
Comia enquanto a escutava e pensava pra onde isso tudo ia dar.
—E pra quê isso tudo?
-Não sei. Ele fez um comentário que me deixou pensando. Acho que ele deu em cima de mim. O safado é ousado, ainda mais no primeiro dia de trampo.
—E aí, cê gostou?
- Um pouco sim, gosto de ser desejada.
Terminamos de comer. Ficamos tomando vinho até a hora de dormir. Ela dormia tranquilona. Acordei ela umas meio-dia. Trocamos uns beijos e continuamos dormindo. No outro dia acordei cedo. Já tinha bolado a surpresa que ia fazer pra ela. Enquanto trabalhava, desci pra buscar o presente. Um conjunto de renda preta, um número menor do que ela usa. Falei com o Tomás, com o Tobias e com o Pablo. Queria dar uma surpresa boa pra minha mulher. Ela falou tanto de três caras diferentes na semana que resolvi fazer uma surpresa. Os caras chegaram mais cedo. Mandei eles entrarem no quarto. Ela chegou do trampo. Mostrei o conjunto pra ela.
-Você tem que vestir isso. Vai se trocar no banheiro e volta.
Pegou o conjunto. Foi pro banheiro e se trocou. Quando voltou, tava incrível. As ligas se soltavam pela perna dela. Os peitos se destacavam no preto do conjunto. Virei ela de costas e parecia que a bunda dela devorava a tanguinha. Tava maquiada, o que me deixava ainda mais excitado.
—Beleza, senta aí — apontei pra poltrona.
Ela senta. Eu chego com uma venda. Tampo os olhos dela. Ela perguntava enquanto ria. Eu dizia pra esperar a surpresa e que ela não ia imaginar. Fui até os caras que iam chegando aos poucos na sala. Os três estavam de camiseta, menos o Pablo, que tava de camisa. Tobias tinha um champanhe na mão. Vou pra trás da minha mina. Tiro a venda. Ela fica olhando pra eles meio sem entender. Pensei que não tinha gostado.
-Feliz aniversário - falo e gozo atrás deles
—Bom, mas que surpresa — ela ri e morde o lábio.
Ele tinha gostado. Pablo ajuda ela a levantar do sofá. Tomas e Tobias dão uma volta pra ver a bunda dela. Começam a tocar nela. Elogiam ela enquanto mordem o lábio. Ela estava incrível. Uma bomba sexual. Vejo como fazem um sanduíche no meio dos três. Ela fecha os olhos e olha pra mim, que estou sentado na cadeira. Fica excitada e manda um beijo pra mim. Pablo dá uns beijos no pescoço dela. Tomas e Tobias tiram o corpete dela devagar. Ela, sem dizer uma palavra, joga os três no sofá. Fica de quatro e dá as costas pra eles. Mexe a bunda pros caras, que começam a se excitar. Engatinha até mim pra me dar um beijo na boca.
Valeu, gostosa" — ela fala e vai embora com eles.
Ela vai até Pablo, que é o primeiro da esquerda. Tira a calça dele. Faz o mesmo com Tobias e Tomas. Começa a passar a língua pelas cuecas de cada um deles. Os caras se aproximam para bater na bunda dela, que ela rebola com vontade. Tira a cueca dos três. Vai até Pablo e começa a chupar o pau dele. Com a outra mão, bate uma pra Tomas. Tobias se toca enquanto observa a cena. Ela vai alternando. Depois chupa o pau de Tomas e toca no Tobias. Os três olham pra ela, todos tesudos. Ela se engasga com a própria baba e cospe no chão. Pablo tenta se levantar, mas ela empurra ele de volta pro sofá. Ela controla completamente a situação. Agora chupa o pau de Tobias. Passa a mão nas bolas dele enquanto bate uma pro Tomas. Pablo se toca enquanto assiste. Os três tiram a camisa e ficam completamente nus. Eu me toco enquanto olho pra ela. Me dá um tesão danado o que ela tá fazendo.
—Venham, meus garotos — ela diz depois de chupar a rola dos três.
Os três ficam de pé na frente dela. Ela se ajoelha completamente e chupa a rola deles, alternando os movimentos. Em um momento, os três querem enfiar na boca dela. Ela tenta, mas não consegue. Acaba soltando um fio de baba enorme. Pablo levanta ela e leva para o sofá. Puxa a calcinha fio dental sem dizer uma palavra e começa a comer ela. Tobias fica na frente dela, que está apoiada com os joelhos no sofá. Enfia a rola na boca dela. Ela geme enquanto pode, mas a situação fica muito quente. Pablo bate na bunda dela com a mão aberta. Ela engole a rola do Tobias, que depois se reveza com Tomas. A situação continuou assim por mais um tempo. Eles se revezam para comer minha mulher em diferentes posições. Eu me masturbo enquanto vejo ela aproveitar. Os gemidos aparecem. Não cheguei a gozar porque fui dormir um pouco mais tarde. Tinha que trabalhar e já era tarde. Quando estava deitado, continuava ouvindo minha mulher gemer. As palmadas na bunda dela enquanto eu tentava pegar no sono. Acordei no dia seguinte e Tobias e Tomas já não estavam mais. Minha mulher estava montada no Pablo com a bunda completamente vermelha. Ele estava meio dormindo. Chego perto e dou um tapa na bunda dela. Mordisco o pescoço dela.
- Chega, vagabunda, você não sabe parar, né?
Ela nega com a cabeça enquanto morde o lábio. Levanta da pica do Pablo. Acordo ele e ele continua dormindo no sofá. Levo minha mulher pro quarto. Jogo ela na cama e fecho a porta. Ela fica de quatro. Fico atrás dela e começo a meter com a pica dura pra caralho. Bato forte na bunda dela. Coloco a cabeça dela no travesseiro e fodo ela com violência.
—Você é doida pra caralho, viu, mas é toda minha.
Bato na bunda dela.
-Diz que és toda minha, vai - puxou o cabelo dela
—Sou toda sua, meu amor — ela ri.
Geme enquanto me obedece. Sinto ela super molhada. Ela chupa um pouco minha pica. Meto com violência enquanto seguro seus quadris pra aumentar a potência. Ela não parava de fazer barulho a cada movimento. A cama se mexia e batia na parede. Eu segurava seus braços. Amarrava eles pra ela não conseguir se mexer. Enfiava minha pica cada vez mais fundo e com mais violência. Ela gemia. Mordia o travesseiro enquanto eu apertava a bunda dela pra foder. Senti que ia gozar. Freio um segundo. Ela continua se mexendo quando eu paro.
—Quero ela toda pra dentro, hein — ela diz enquanto rebola a bunda.
Fico super excitado e gozo tudo dentro dela. Um jato de porra sai disparado lá dentro. Eu gemo enquanto ela curte. Empurro pra entrar tudo. Fico um tempinho ali e depois tiro. Pelos lábios dela escorre um pouco de porra até descer pelas pernas. Ela se deita e espalha o líquido pela buceta. Dá uma risada. Dou uns beijos nela. Ela dormiu e eu fui trabalhar. Nem sabia que horas eram.
— Saí pra tomar umas com o Tomi, meu amigo — falei pra ela.
—E como é que ele tá? Faz tempo que não vejo ele — ela me fala.
-Igual como sempre. A vida dela não mudou muito.
Ela continuava assistindo o filme. Tava vestindo uma camiseta minha. Tava deitada no sofá com as pernas apoiadas no meu colo. Eu fazia massagem nela enquanto via os tiros ricocheteando numa cena de ação.
—Tá com alguém?
Ela me disse que não e que estava com uns problemas com isso.
-Que estranho, sendo alguém tão bom e gostoso
Algo me ressoou. Decidi não dar bola pra isso. Terminei de ver o filme com ela. Bom, na verdade terminei sozinho porque ela acabou dormindo. Levei ela pra cama e a gente dormiu. No dia seguinte, acordei pra continuar trabalhando. Ficava pensando em opções de presente pra ela. Não me vinha nada na cabeça, mas quando pensei no meu amigo, algumas ideias surgiram, só não sabia se iam agradar ela. Tomas era um cara que malhava desde os 16, hoje tem 32. É um sujeito que sempre se manteve em forma. Ela voltou do trampo. Comemos um churrasco na mesa enquanto tomávamos um vinho.
—Hoje chegou um cara novo no trampo — ela me disse.
-Qual é o seu nome?
—Tobias, um cara jovem.
Comia enquanto a escutava e pensava pra onde isso tudo ia dar.
—E pra quê isso tudo?
-Não sei. Ele fez um comentário que me deixou pensando. Acho que ele deu em cima de mim. O safado é ousado, ainda mais no primeiro dia de trampo.
—E aí, cê gostou?
- Um pouco sim, gosto de ser desejada.
Terminamos de comer. Ficamos tomando vinho até a hora de dormir. Ela dormia tranquilona. Acordei ela umas meio-dia. Trocamos uns beijos e continuamos dormindo. No outro dia acordei cedo. Já tinha bolado a surpresa que ia fazer pra ela. Enquanto trabalhava, desci pra buscar o presente. Um conjunto de renda preta, um número menor do que ela usa. Falei com o Tomás, com o Tobias e com o Pablo. Queria dar uma surpresa boa pra minha mulher. Ela falou tanto de três caras diferentes na semana que resolvi fazer uma surpresa. Os caras chegaram mais cedo. Mandei eles entrarem no quarto. Ela chegou do trampo. Mostrei o conjunto pra ela.
-Você tem que vestir isso. Vai se trocar no banheiro e volta.
Pegou o conjunto. Foi pro banheiro e se trocou. Quando voltou, tava incrível. As ligas se soltavam pela perna dela. Os peitos se destacavam no preto do conjunto. Virei ela de costas e parecia que a bunda dela devorava a tanguinha. Tava maquiada, o que me deixava ainda mais excitado.
—Beleza, senta aí — apontei pra poltrona.
Ela senta. Eu chego com uma venda. Tampo os olhos dela. Ela perguntava enquanto ria. Eu dizia pra esperar a surpresa e que ela não ia imaginar. Fui até os caras que iam chegando aos poucos na sala. Os três estavam de camiseta, menos o Pablo, que tava de camisa. Tobias tinha um champanhe na mão. Vou pra trás da minha mina. Tiro a venda. Ela fica olhando pra eles meio sem entender. Pensei que não tinha gostado.
-Feliz aniversário - falo e gozo atrás deles
—Bom, mas que surpresa — ela ri e morde o lábio.
Ele tinha gostado. Pablo ajuda ela a levantar do sofá. Tomas e Tobias dão uma volta pra ver a bunda dela. Começam a tocar nela. Elogiam ela enquanto mordem o lábio. Ela estava incrível. Uma bomba sexual. Vejo como fazem um sanduíche no meio dos três. Ela fecha os olhos e olha pra mim, que estou sentado na cadeira. Fica excitada e manda um beijo pra mim. Pablo dá uns beijos no pescoço dela. Tomas e Tobias tiram o corpete dela devagar. Ela, sem dizer uma palavra, joga os três no sofá. Fica de quatro e dá as costas pra eles. Mexe a bunda pros caras, que começam a se excitar. Engatinha até mim pra me dar um beijo na boca.
Valeu, gostosa" — ela fala e vai embora com eles.
Ela vai até Pablo, que é o primeiro da esquerda. Tira a calça dele. Faz o mesmo com Tobias e Tomas. Começa a passar a língua pelas cuecas de cada um deles. Os caras se aproximam para bater na bunda dela, que ela rebola com vontade. Tira a cueca dos três. Vai até Pablo e começa a chupar o pau dele. Com a outra mão, bate uma pra Tomas. Tobias se toca enquanto observa a cena. Ela vai alternando. Depois chupa o pau de Tomas e toca no Tobias. Os três olham pra ela, todos tesudos. Ela se engasga com a própria baba e cospe no chão. Pablo tenta se levantar, mas ela empurra ele de volta pro sofá. Ela controla completamente a situação. Agora chupa o pau de Tobias. Passa a mão nas bolas dele enquanto bate uma pro Tomas. Pablo se toca enquanto assiste. Os três tiram a camisa e ficam completamente nus. Eu me toco enquanto olho pra ela. Me dá um tesão danado o que ela tá fazendo.
—Venham, meus garotos — ela diz depois de chupar a rola dos três.
Os três ficam de pé na frente dela. Ela se ajoelha completamente e chupa a rola deles, alternando os movimentos. Em um momento, os três querem enfiar na boca dela. Ela tenta, mas não consegue. Acaba soltando um fio de baba enorme. Pablo levanta ela e leva para o sofá. Puxa a calcinha fio dental sem dizer uma palavra e começa a comer ela. Tobias fica na frente dela, que está apoiada com os joelhos no sofá. Enfia a rola na boca dela. Ela geme enquanto pode, mas a situação fica muito quente. Pablo bate na bunda dela com a mão aberta. Ela engole a rola do Tobias, que depois se reveza com Tomas. A situação continuou assim por mais um tempo. Eles se revezam para comer minha mulher em diferentes posições. Eu me masturbo enquanto vejo ela aproveitar. Os gemidos aparecem. Não cheguei a gozar porque fui dormir um pouco mais tarde. Tinha que trabalhar e já era tarde. Quando estava deitado, continuava ouvindo minha mulher gemer. As palmadas na bunda dela enquanto eu tentava pegar no sono. Acordei no dia seguinte e Tobias e Tomas já não estavam mais. Minha mulher estava montada no Pablo com a bunda completamente vermelha. Ele estava meio dormindo. Chego perto e dou um tapa na bunda dela. Mordisco o pescoço dela.
- Chega, vagabunda, você não sabe parar, né?
Ela nega com a cabeça enquanto morde o lábio. Levanta da pica do Pablo. Acordo ele e ele continua dormindo no sofá. Levo minha mulher pro quarto. Jogo ela na cama e fecho a porta. Ela fica de quatro. Fico atrás dela e começo a meter com a pica dura pra caralho. Bato forte na bunda dela. Coloco a cabeça dela no travesseiro e fodo ela com violência.
—Você é doida pra caralho, viu, mas é toda minha.
Bato na bunda dela.
-Diz que és toda minha, vai - puxou o cabelo dela
—Sou toda sua, meu amor — ela ri.
Geme enquanto me obedece. Sinto ela super molhada. Ela chupa um pouco minha pica. Meto com violência enquanto seguro seus quadris pra aumentar a potência. Ela não parava de fazer barulho a cada movimento. A cama se mexia e batia na parede. Eu segurava seus braços. Amarrava eles pra ela não conseguir se mexer. Enfiava minha pica cada vez mais fundo e com mais violência. Ela gemia. Mordia o travesseiro enquanto eu apertava a bunda dela pra foder. Senti que ia gozar. Freio um segundo. Ela continua se mexendo quando eu paro.
—Quero ela toda pra dentro, hein — ela diz enquanto rebola a bunda.
Fico super excitado e gozo tudo dentro dela. Um jato de porra sai disparado lá dentro. Eu gemo enquanto ela curte. Empurro pra entrar tudo. Fico um tempinho ali e depois tiro. Pelos lábios dela escorre um pouco de porra até descer pelas pernas. Ela se deita e espalha o líquido pela buceta. Dá uma risada. Dou uns beijos nela. Ela dormiu e eu fui trabalhar. Nem sabia que horas eram.
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