Continuação do relato "Se não deu com a mãe...". É bom ler primeiro pra entender a trama da história.
Como sempre, 100% fictício.2.- Matías
Naquele sábado, Lucas tomou um banho caprichado, ensaboou a glande como nunca e até deixou o cu bem limpinho, por via das dúvidas. Vestiu a cueca box mais justa e a calça jeans que melhor marcava seus 23 cm, bem grossos, destruidores. Nada fazia ele suspeitar que o Mati fosse gay, mas ficar a sós em casa com um cara fazia a sua punhetice mórbida ir a mil.Como é que eu podia pensar nessas coisas?Era o filho da Alicia, do amor de infância dela!!! Mas é, a real é que a gente controla o que faz, mas o que a gente pensa, às vezes sai galopando igual um cavalo solto.
Às 10 tocou a campainha. Eles se cumprimentaram do jeito argentino, com um beijo na bochecha.
—Passa, Mati, vamos pra cozinha, no fundo do corredor — Lucas deixou ele passar na frente e cravou os olhos de novo na raba do cara, que tava usando uma calça jeans preta que marcava as curvas de uma bunda gostosa pra caralho.
A porta do quarto estava escancarada. Matías olhou pra dentro e, instintivamente, passou a mão na própria bunda. Ele também ficava com a cabeça a mil quando ficava sozinho com um cara. Nunca tinha comido um coroa, embora... bom, melhor não lembrar. Esboçou um sorriso. Pra piorar, o coroa era amigo da mãe e, pelo que ela tinha contado, eles eram meio namoradinhos na escola. Coincidência? Destino? Será que ia rolar? Nada, o cara com certeza queria montar na mãe dele e realizar o desejo que não pôde realizar na escola. Além disso, ele parecia bem másculo. Como se isso fosse garantia de alguma coisa! A mãe dele e ele sabiam muito bem, até demais. Mati franziu a testa — melhor deixar rolar —, pensou.
—Senta, Mati. —Lucas levou a mão até o volume. "Nãão, mano, que porra você tá fazendo?" ecoou no lóbulo frontal dele, mas a mão já acariciava a calça dele, bem na altura da braguilha.
Mati devolveu um sorriso sensual. —Parece que o velhinho quer guerra—, pensou. A buceta dela, que desde aquela vez tinha ficado fechada, começou a coçar. —Mamy, acho que vou roubar teu namorado—, pensou.
Sentaram lado a lado, ombro com ombro, perna com perna quase, apareceram as pastas, as equações, as dúvidas. A conversa, puramente didática, fluía, mas o calorzinho da perna do Lucas não deixava a Mati se concentrar nos problemas, e o Lucas, com a boca e o olhar da gostosa a 30 cm da dele, também não. A parada não andava.
- Melhor a gente dar uma pausa, Matías. Café ou mate?
—É, melhor, não entendo nada. Café.
Enquanto Lucas batia o instantâneo, mil coisas passavam pela cabeça dele: será que tentava? E se ele cagasse com tudo porque o cara não era gay? Como é que ficava com a Alicia? "Vai devagar, mano", ele disse pra si mesmo, "deixa rolar", falou pra si.
As duas canecas fumegantes foram pra mesa e ficaram uma de frente pra outra. O papo furado começou e foi rolando, até que Lucas, sem a menor intenção, fez a pergunta foda.
—Como foi que você atrasou um ano no colégio, Mati?
Matías ficou em silêncio. Baixou a cabeça. Olhou pro chão por um tempo, deu uma olhada no volume de Lucas, levantou a cabeça.
—Minha véia não te contou nada?
-Não, só que teve um problema com teu coroa.
—Às vezes eu penso que, sei lá, ele percebeu e não conseguiu evitar. Às vezes acho que alguém contou pra ele, sei lá, os filhos de uns amigos dele já tinham passado por lá e talvez tenham falado em casa, mas de qualquer jeito, aconteceu. Bom, não sei, talvez eu tenha provocado, bom, não, na real eu meio que provoquei mesmo. Não culpo ele de nada, mas meu pai comia minha buceta toda vez que a gente podia.
Lucas levantou as sobrancelhas. Por um lado, ficou com pena do que aconteceu com o Mati, mas por outro, confirmou que com aquele cara podia rolar alguma coisa...
—Entendo perfeitamente, Mati —disse Lucas, tentando disfarçar a alegria. O pau dele começou a crescer.
—Minha véia chegava tarde do trampo umas 3 vezes por semana, e nesses dias eu e meu véio metíamos o louco.
— E a Alicia descobriu eles?
—Sim, uma noite ele voltou mais cedo e ouviu os barulhos que vinham do meu quarto, abriu a porta e me viu de bruços na beirada da cama, rebolando a rabetinha igual uma louca, com o pau do meu velho enfiado e ele gritando por causa da sentada que eu tava dando com a minha bunda. Aí fodeu tudo de vez.
-Porra, e aí?!
Naquela mesma noite fomos pra casa da minha tia e na semana seguinte mudamos pra casa da minha avó. E claro, com a bagunça e a mudança de bairro, larguei o quinto ano e só voltei esse ano. Coitada da velha, nem imagina que os dois filhos da minha tia naquela noite e a semana inteira me comeram até cansar e que até estreiei como ativo com o cu de um dos meus primos, hehe.
Matías interrompeu a história, apoiou as mãos nas coxas de Lucas, olhou desafiador nos olhos dele e continuou.
-Agora você já sabe por que me atrasei na escola, e também sabe que sou bem promíscua-
Com a história, a bunda minúscula dela tinha encharcado de sucos retais, e até o pauzinho quase sem uso dela tinha ficado duro.
A pica do Lucas tava estourando, já tava doendo de tão apertada dentro da calça jeans, ele precisava libertar ela. Se inclinou, apoiou as mãos também nas coxas do Matías e olhou nos olhos dele, o cara entreabriu os lábios, aqueles lábios molhados, grandes, sensuais, iguais aos da mãe. Em segundos já tavam se devorando de beijo. Voaram os copos, molharam os cadernos, as roupas voaram pelo ar. Assim que o Mati viu a espada enorme do Lucas, ajoelhou e começou a esfregar ela no rosto, mmm, era tão gostosa aquela carne quente e aquele pré-gozo abundante molhando as bochechas dele! Começou a lamber a glande, enorme, deliciosa, foi enfiando na boca, e começou devagar o vai e vem. Lucas segurou a cabeça dele e começou a acariciar o cabelo, começou a gemer. Sabia que o tamanho dele não era fácil de lidar e não queria forçar o filho da Alicia, mesmo morrendo de vontade de foder a boca dele até ele engolir as bolas. Mati fechou os olhos e continuou engolindo a pica, era grossa, muito grossa, bem mais que todas que ele já tinha comido dos amigos e colegas, era difícil, mas era tão gostoso!, ele tava tão feliz de voltar a chupar uma pica depois de tanto tempo! Com as duas mãos segurava a base e o resto ia engolindo, sempre no limite do ânsia. Tentou um pouco mais, veio o ânsia, até aí! Lucas gritou, a sensação que dava na glande quando entrava na garganta do Mati era incrível, começou um mete e tira curto, o prazer era enorme. Mati lacrimejava, babava, mas continuava. A pica ficou ainda mais enorme, inchou, Lucas apertou a cabeça dele e deu mais uma empurrada, siiiim, a porra quente, abundante, doce, inundou a boca do Matías, os olhos fechados dele, a cara de paz, a boca sorrindo se é que com uma pica de 23 cm na boca dá pra sorrir. Finalmente!!, depois de tanto tempo, de tanta angústia, de tanta culpa, ele voltava a saborear porra de macho!
Mati tirou a rola da boca, olhou nos olhos de Lucas, engoliu todo o esperma e depois limpou daquela glande enorme até o último resto de porra.
Lucas o fez sentar e segurou sua mão.
—Vem, vamos pra cama—. Sentou-se contra a cabeceira, com as pernas abertas, o pau, sua terceira perna, mole no meio. Mati subiu andando como uma gata e voltou a lamber ele.
—Não, não, para, vem cá. Sentou ele do lado e na hora o Mati apoiou a cabeça no peito do primeiro namoradinho da mãe e começou a brincar com o pau dele.
— Cê gostou do Mati?
Não, de jeito nenhum", disse com um sorriso e se levantou na hora., deitou-se de bruços entre as pernas do Lucas e começou a chupar ele de novo. Só de ver as curvas daquela bunda, mais a lambida genial do cara, deixaram o Lucas com o pau duro feito pedra.
Fica de quatro, Mati", ordenou Lucas.
—Não, melhor assim — disse Mati, se deitando de bruços na beirada da cama, igual naquela última vez com o pai.
Lucas abriu as nádegas dela e viu aquele esfínter rosadinho, já molhado, já bem dilatado. Não conseguiu resistir, não conseguiu preparar. Pensou na Alicia.Ele segurou a cintura dela e deu a primeira estocada. Mati gritou como nunca tinha gritado, sentiu como se uma lâmina tivesse cortado o esfíncter dele, aquela rola enorme e grossa tava literalmente destruindo o cu dele, aquele pobre rabo que há meses só recebia uns dedos e olhe lá, porque a vergonha de ser o que era e de ter culpa pela separação da mãe o castravam. Lucas parou e foi pegar aquele creme especial. Agora Lucas não pensava mais na Alicia, não pensava nos vizinhos, o universo dele era aquele buraco vermelho e aberto que ele tinha que encher de rola. Passou o creme e enfiou de uma vez até o fundo. Mati chorou de dor, mas mil vezes melhor aquela dor na buceta dele do que a dor da culpa. Lucas ficou parado e começou a dar beijos suaves no pescoço dele, a acariciar os lados, a mão dele se esticou até a caixa de lenços na mesa de cabeceira e secou os olhos do cara. Aos poucos, Mati foi se acalmando, a dor foi passando e aquela sensação tão especial que só os putos conhecem começou a invadir o esfíncter dele.
-Ai, papai, me fode!-
Lucas começou bem devagar com a metida e tirada, curtinha curtinha.
—Assim, Mati?
-Ai sim, papai, faz comigo o que você quiser-
Lucas acelerou, enfiou fundo, apertou, o ar se encheu de gemidos, o mundo foi sumindo, só Mati e Lucas, Lucas e Mati, unidos por aquele bum que virou a buceta do cara. Mati começou a rebolando a raba como naquela última vez na cama com o velho dele.
-Ai como você mexe essa bunda, gatinho! Vai me fazer gozar de uma vez, para aí.
Matí diminuiu o ritmo e deixou o Lucas comandar, se dedicou a sentir, precisava tanto disso!
Lucas começou a acelerar, seus 23 cm entravam até as bolas na bunda lisinha e perfeita do Mati, as nádegas batiam contra o púbis dele, cada vez mais vermelhas, o suco retal molhava tudo, os dois estavam imensamente felizes.
—Ai, Ali, como eu te desejava — escapou de Lucas. Mati ouviu, sorriu, não disse nada, mas pediu pra trocar pra perninhas no ombro.
Nessa posição, se tinha algo que ainda não tinha entrado, com certeza entrou. O sêmen começou a escorrer da pica do Mati, não jorrou, só foi vazando da pica meio mole dele. Mati começou a chorar. Olhou nos olhos do Lucas, pegou nas mãos dele como conseguiu.
-Ai, Lucas, nunca tira ela de dentro, me enche, me engravida, me arrebenta, nunca fui tão feliz, mas por favor, Lucas, eu não sou a Alicia, sou o Matías, sou um promíscuo, sou um promíscuo, sou um putinhooo!!!
Lucas parou o mete e tira, se inclinou, pegou o rostinho de Mati entre as mãos, deu um beijo suave nos lábios dela e depois um em cada olhinho molhado.
— Você não é um promíscuo, Mati, você é MEU promíscuo. Mati, calma, sempre fui gay, essa parada da sua mãe, sei lá, foi uma putaria de viado, já tava comendo ela desde muito antes e continuei comendo depois.
- Você chupava ela???
—Sim, era versátil, eu chupava e dava de comer.
—E agora?
Lucas tirou completamente a pica do cu do Mati e enfiou ela inteira de uma vez.
Aaaaay, bruto, que pergunta idiota a minha" — Elas riram.
—A verdade, Mati, sou mais ativo, mas se rolar, se você quiser, eu entrego — e terminou a frase com mais uma daquelas pirocadas destruidoras.
-Aaaay, buceta, quem quer ser ativo se tem uma rola igual a sua no cu!!!!!- Elas riram de novo.
Entre conversas, carinhos, tesão, beijos e amassos, a pica do Lucas passou mais de meia hora entrando e saindo do cuzinho do Mati. Quando, enfim, entre gritos, a porra do Lucas inundou o cu do cara e a segunda gozada jorrou da piroca do Mati, um beijo enorme, longo, suave, fechou tudo. Os dois ficaram destruídos.
Se deitaram, se abraçaram, as pernas da Mati tremiam, do buraco enorme dela escorria porra, e escorria sangue. Lucas ficou preocupado.
- Ai não, Papi, calma, com certeza daqui a pouco vai sarar
- Tá bom, mas por hoje já não vou mais meter em você.
Não houve para os dois uma tarde mais linda, passaram o dia inteiro na cama, entre boquetes, 69, beijos, carícias e linguadinha no cuzinho dolorido.
Lá pelas 20h, Mati voltou pra casa, já não tava sangrando, mas mancava um pouco e tava sentindo uma dorzinha, mas que diferença fazia?
Ele entrou, viu a mãe e abraçou ela como nunca, a Alicia ficou pasma, o filho dela sempre foi tão na dele e pouco carinhoso!
—O que aconteceu contigo que tu tá mancando?
—Nada, mãe, tropecei na esquina, já vai passar. Ahh, mãe, amanhã vou de volta na casa do Lucas, ficaram uns assuntos pra gente revisar.
—Não quer que eu convide ele pra almoçar e vocês estudam aqui?
—Não, mãe, o Lucas tem um computador melhor.
Alicia ficou pensando. Que bom que o quase namoradinho dela se dava bem com o filho. Talvez, pensou, o sonho dela ontem à noite de ter o Lucas metendo na buceta dela pudesse se tornar realidade. Talvez o projeto de namoradinho de infância pudesse ser o novo parceiro dela, ela se sentia tão sozinha! A bocetinha dela começou a ficar molhada, fazia tanto tempo que não transava! Tinha que terminar o que começou na outra tarde.
-Ahh, mas não vou jantar, o Lucas já me deu comida pra caralho e tô muito cansado, vou pra cama.
—Bom, filho, talvez eu saia um pouco com alguma amiga.
Por volta das 22h na casa do Lucas, a campainha tocou. Lucas, vestido só com uma camiseta velha e um short sem nada por baixo, tava colocando na máquina de lavar os lençóis que tinham se sujado com o esperma dele e os fluidos da sentada do Mati. Foi abrir a porta. Era a Alicia!
Bateu um cagasso nele, será que a Mati tinha contado e agora a mãe vinha encher o saco dele?
Alicia tinha vindo com um vestido preto decotado que mostrava seus peitos grandes e lindos e destacava a brancura perfeita da sua pele.
—Oi Ali, entra, desculpa a bagunça, aconteceu alguma coisa?
—Não, pelo contrário, tudo bem, melhor que bem. Por isso vim te agradecer — a gatinha agarrou Lucas pela cintura e comeu a boca dele num beijo. Lucas, confuso, não sabia bem o que fazer, não tinha desculpas, sozinhos, ou ele metia nela ou dizia que era viado, então também a pegou pela cintura e meteu a língua. Logo estavam na cama e o rosto de Lucas entre os peitos de Alicia, que envolvia a cintura dele com as pernas e molhava o púbis com o suco da buceta dela. Era a chance dele de terminar o que sempre quis fazer na puberdade distante, mas não conseguiu. Tentou enfiar uma vez e outra, mas mal enterrava um pedacinho, começava a perder a dureza. Alicia acariciava a cabeça dele, dava beijos suaves e dizia: calma, bebê, você tá nervoso. Na quarta ou quinta tentativa, Lucas falou "chega", "faz o que você sabe fazer", virou ela, molhou o cu com o suco da buceta e enfiou tudo. Ela gritou como uma louca, mas aguentou inteira. A verdade é que não era tão gostosa quanto o cu incrível do filho dele, e por mais que bombasse e bombasse, não gozava. Ficou metendo uns 45 minutos na gatinha até conseguir chegar ao orgasmo, e isso só porque começou a pensar nos gemidos do filho. Arrebentou ela toda.
Alicia voltou mancando pra casa, talvez tenha tropeçado na mesma esquina que o filho dela.
Como sempre, 100% fictício.2.- Matías
Naquele sábado, Lucas tomou um banho caprichado, ensaboou a glande como nunca e até deixou o cu bem limpinho, por via das dúvidas. Vestiu a cueca box mais justa e a calça jeans que melhor marcava seus 23 cm, bem grossos, destruidores. Nada fazia ele suspeitar que o Mati fosse gay, mas ficar a sós em casa com um cara fazia a sua punhetice mórbida ir a mil.Como é que eu podia pensar nessas coisas?Era o filho da Alicia, do amor de infância dela!!! Mas é, a real é que a gente controla o que faz, mas o que a gente pensa, às vezes sai galopando igual um cavalo solto.
Às 10 tocou a campainha. Eles se cumprimentaram do jeito argentino, com um beijo na bochecha.
—Passa, Mati, vamos pra cozinha, no fundo do corredor — Lucas deixou ele passar na frente e cravou os olhos de novo na raba do cara, que tava usando uma calça jeans preta que marcava as curvas de uma bunda gostosa pra caralho.
A porta do quarto estava escancarada. Matías olhou pra dentro e, instintivamente, passou a mão na própria bunda. Ele também ficava com a cabeça a mil quando ficava sozinho com um cara. Nunca tinha comido um coroa, embora... bom, melhor não lembrar. Esboçou um sorriso. Pra piorar, o coroa era amigo da mãe e, pelo que ela tinha contado, eles eram meio namoradinhos na escola. Coincidência? Destino? Será que ia rolar? Nada, o cara com certeza queria montar na mãe dele e realizar o desejo que não pôde realizar na escola. Além disso, ele parecia bem másculo. Como se isso fosse garantia de alguma coisa! A mãe dele e ele sabiam muito bem, até demais. Mati franziu a testa — melhor deixar rolar —, pensou.
—Senta, Mati. —Lucas levou a mão até o volume. "Nãão, mano, que porra você tá fazendo?" ecoou no lóbulo frontal dele, mas a mão já acariciava a calça dele, bem na altura da braguilha.
Mati devolveu um sorriso sensual. —Parece que o velhinho quer guerra—, pensou. A buceta dela, que desde aquela vez tinha ficado fechada, começou a coçar. —Mamy, acho que vou roubar teu namorado—, pensou.
Sentaram lado a lado, ombro com ombro, perna com perna quase, apareceram as pastas, as equações, as dúvidas. A conversa, puramente didática, fluía, mas o calorzinho da perna do Lucas não deixava a Mati se concentrar nos problemas, e o Lucas, com a boca e o olhar da gostosa a 30 cm da dele, também não. A parada não andava.
- Melhor a gente dar uma pausa, Matías. Café ou mate?
—É, melhor, não entendo nada. Café.
Enquanto Lucas batia o instantâneo, mil coisas passavam pela cabeça dele: será que tentava? E se ele cagasse com tudo porque o cara não era gay? Como é que ficava com a Alicia? "Vai devagar, mano", ele disse pra si mesmo, "deixa rolar", falou pra si.
As duas canecas fumegantes foram pra mesa e ficaram uma de frente pra outra. O papo furado começou e foi rolando, até que Lucas, sem a menor intenção, fez a pergunta foda.
—Como foi que você atrasou um ano no colégio, Mati?
Matías ficou em silêncio. Baixou a cabeça. Olhou pro chão por um tempo, deu uma olhada no volume de Lucas, levantou a cabeça.
—Minha véia não te contou nada?
-Não, só que teve um problema com teu coroa.
—Às vezes eu penso que, sei lá, ele percebeu e não conseguiu evitar. Às vezes acho que alguém contou pra ele, sei lá, os filhos de uns amigos dele já tinham passado por lá e talvez tenham falado em casa, mas de qualquer jeito, aconteceu. Bom, não sei, talvez eu tenha provocado, bom, não, na real eu meio que provoquei mesmo. Não culpo ele de nada, mas meu pai comia minha buceta toda vez que a gente podia.
Lucas levantou as sobrancelhas. Por um lado, ficou com pena do que aconteceu com o Mati, mas por outro, confirmou que com aquele cara podia rolar alguma coisa...
—Entendo perfeitamente, Mati —disse Lucas, tentando disfarçar a alegria. O pau dele começou a crescer.
—Minha véia chegava tarde do trampo umas 3 vezes por semana, e nesses dias eu e meu véio metíamos o louco.
— E a Alicia descobriu eles?
—Sim, uma noite ele voltou mais cedo e ouviu os barulhos que vinham do meu quarto, abriu a porta e me viu de bruços na beirada da cama, rebolando a rabetinha igual uma louca, com o pau do meu velho enfiado e ele gritando por causa da sentada que eu tava dando com a minha bunda. Aí fodeu tudo de vez.
-Porra, e aí?!
Naquela mesma noite fomos pra casa da minha tia e na semana seguinte mudamos pra casa da minha avó. E claro, com a bagunça e a mudança de bairro, larguei o quinto ano e só voltei esse ano. Coitada da velha, nem imagina que os dois filhos da minha tia naquela noite e a semana inteira me comeram até cansar e que até estreiei como ativo com o cu de um dos meus primos, hehe.
Matías interrompeu a história, apoiou as mãos nas coxas de Lucas, olhou desafiador nos olhos dele e continuou.
-Agora você já sabe por que me atrasei na escola, e também sabe que sou bem promíscua-
Com a história, a bunda minúscula dela tinha encharcado de sucos retais, e até o pauzinho quase sem uso dela tinha ficado duro.
A pica do Lucas tava estourando, já tava doendo de tão apertada dentro da calça jeans, ele precisava libertar ela. Se inclinou, apoiou as mãos também nas coxas do Matías e olhou nos olhos dele, o cara entreabriu os lábios, aqueles lábios molhados, grandes, sensuais, iguais aos da mãe. Em segundos já tavam se devorando de beijo. Voaram os copos, molharam os cadernos, as roupas voaram pelo ar. Assim que o Mati viu a espada enorme do Lucas, ajoelhou e começou a esfregar ela no rosto, mmm, era tão gostosa aquela carne quente e aquele pré-gozo abundante molhando as bochechas dele! Começou a lamber a glande, enorme, deliciosa, foi enfiando na boca, e começou devagar o vai e vem. Lucas segurou a cabeça dele e começou a acariciar o cabelo, começou a gemer. Sabia que o tamanho dele não era fácil de lidar e não queria forçar o filho da Alicia, mesmo morrendo de vontade de foder a boca dele até ele engolir as bolas. Mati fechou os olhos e continuou engolindo a pica, era grossa, muito grossa, bem mais que todas que ele já tinha comido dos amigos e colegas, era difícil, mas era tão gostoso!, ele tava tão feliz de voltar a chupar uma pica depois de tanto tempo! Com as duas mãos segurava a base e o resto ia engolindo, sempre no limite do ânsia. Tentou um pouco mais, veio o ânsia, até aí! Lucas gritou, a sensação que dava na glande quando entrava na garganta do Mati era incrível, começou um mete e tira curto, o prazer era enorme. Mati lacrimejava, babava, mas continuava. A pica ficou ainda mais enorme, inchou, Lucas apertou a cabeça dele e deu mais uma empurrada, siiiim, a porra quente, abundante, doce, inundou a boca do Matías, os olhos fechados dele, a cara de paz, a boca sorrindo se é que com uma pica de 23 cm na boca dá pra sorrir. Finalmente!!, depois de tanto tempo, de tanta angústia, de tanta culpa, ele voltava a saborear porra de macho!
Mati tirou a rola da boca, olhou nos olhos de Lucas, engoliu todo o esperma e depois limpou daquela glande enorme até o último resto de porra.
Lucas o fez sentar e segurou sua mão.
—Vem, vamos pra cama—. Sentou-se contra a cabeceira, com as pernas abertas, o pau, sua terceira perna, mole no meio. Mati subiu andando como uma gata e voltou a lamber ele.
—Não, não, para, vem cá. Sentou ele do lado e na hora o Mati apoiou a cabeça no peito do primeiro namoradinho da mãe e começou a brincar com o pau dele.
— Cê gostou do Mati?
Não, de jeito nenhum", disse com um sorriso e se levantou na hora., deitou-se de bruços entre as pernas do Lucas e começou a chupar ele de novo. Só de ver as curvas daquela bunda, mais a lambida genial do cara, deixaram o Lucas com o pau duro feito pedra.
Fica de quatro, Mati", ordenou Lucas.
—Não, melhor assim — disse Mati, se deitando de bruços na beirada da cama, igual naquela última vez com o pai.
Lucas abriu as nádegas dela e viu aquele esfínter rosadinho, já molhado, já bem dilatado. Não conseguiu resistir, não conseguiu preparar. Pensou na Alicia.Ele segurou a cintura dela e deu a primeira estocada. Mati gritou como nunca tinha gritado, sentiu como se uma lâmina tivesse cortado o esfíncter dele, aquela rola enorme e grossa tava literalmente destruindo o cu dele, aquele pobre rabo que há meses só recebia uns dedos e olhe lá, porque a vergonha de ser o que era e de ter culpa pela separação da mãe o castravam. Lucas parou e foi pegar aquele creme especial. Agora Lucas não pensava mais na Alicia, não pensava nos vizinhos, o universo dele era aquele buraco vermelho e aberto que ele tinha que encher de rola. Passou o creme e enfiou de uma vez até o fundo. Mati chorou de dor, mas mil vezes melhor aquela dor na buceta dele do que a dor da culpa. Lucas ficou parado e começou a dar beijos suaves no pescoço dele, a acariciar os lados, a mão dele se esticou até a caixa de lenços na mesa de cabeceira e secou os olhos do cara. Aos poucos, Mati foi se acalmando, a dor foi passando e aquela sensação tão especial que só os putos conhecem começou a invadir o esfíncter dele.
-Ai, papai, me fode!-
Lucas começou bem devagar com a metida e tirada, curtinha curtinha.
—Assim, Mati?
-Ai sim, papai, faz comigo o que você quiser-
Lucas acelerou, enfiou fundo, apertou, o ar se encheu de gemidos, o mundo foi sumindo, só Mati e Lucas, Lucas e Mati, unidos por aquele bum que virou a buceta do cara. Mati começou a rebolando a raba como naquela última vez na cama com o velho dele.
-Ai como você mexe essa bunda, gatinho! Vai me fazer gozar de uma vez, para aí.
Matí diminuiu o ritmo e deixou o Lucas comandar, se dedicou a sentir, precisava tanto disso!
Lucas começou a acelerar, seus 23 cm entravam até as bolas na bunda lisinha e perfeita do Mati, as nádegas batiam contra o púbis dele, cada vez mais vermelhas, o suco retal molhava tudo, os dois estavam imensamente felizes.
—Ai, Ali, como eu te desejava — escapou de Lucas. Mati ouviu, sorriu, não disse nada, mas pediu pra trocar pra perninhas no ombro.
Nessa posição, se tinha algo que ainda não tinha entrado, com certeza entrou. O sêmen começou a escorrer da pica do Mati, não jorrou, só foi vazando da pica meio mole dele. Mati começou a chorar. Olhou nos olhos do Lucas, pegou nas mãos dele como conseguiu.
-Ai, Lucas, nunca tira ela de dentro, me enche, me engravida, me arrebenta, nunca fui tão feliz, mas por favor, Lucas, eu não sou a Alicia, sou o Matías, sou um promíscuo, sou um promíscuo, sou um putinhooo!!!
Lucas parou o mete e tira, se inclinou, pegou o rostinho de Mati entre as mãos, deu um beijo suave nos lábios dela e depois um em cada olhinho molhado.
— Você não é um promíscuo, Mati, você é MEU promíscuo. Mati, calma, sempre fui gay, essa parada da sua mãe, sei lá, foi uma putaria de viado, já tava comendo ela desde muito antes e continuei comendo depois.
- Você chupava ela???
—Sim, era versátil, eu chupava e dava de comer.
—E agora?
Lucas tirou completamente a pica do cu do Mati e enfiou ela inteira de uma vez.
Aaaaay, bruto, que pergunta idiota a minha" — Elas riram.
—A verdade, Mati, sou mais ativo, mas se rolar, se você quiser, eu entrego — e terminou a frase com mais uma daquelas pirocadas destruidoras.
-Aaaay, buceta, quem quer ser ativo se tem uma rola igual a sua no cu!!!!!- Elas riram de novo.
Entre conversas, carinhos, tesão, beijos e amassos, a pica do Lucas passou mais de meia hora entrando e saindo do cuzinho do Mati. Quando, enfim, entre gritos, a porra do Lucas inundou o cu do cara e a segunda gozada jorrou da piroca do Mati, um beijo enorme, longo, suave, fechou tudo. Os dois ficaram destruídos.
Se deitaram, se abraçaram, as pernas da Mati tremiam, do buraco enorme dela escorria porra, e escorria sangue. Lucas ficou preocupado.
- Ai não, Papi, calma, com certeza daqui a pouco vai sarar
- Tá bom, mas por hoje já não vou mais meter em você.
-Ai, maloooo!!!-
Com as palavras e os carinhos veio a moleza. A fome acordou eles às 2 da tarde. Deram uma higienizada básica e saíram pelados pra cozinha. Da geladeira, Lucas pegou presunto, queijo, pão e maionese. Mati, na bancada, começou a preparar os sanduíches. Lucas tirou a bebida do freezer e, com a garrafa na mão, ficou admirando as costas de Mati.
- Caralho, como tu é forte, cara! - Ela se apertou contra as costas do mano e, pegando nas tetas dele, começou a mordiscar o pescoço. Mati, sorrindo, jogou a bunda pra trás. Lucas não aguentou, se abaixou um pouco e começou a meter. O cuzinho ainda não tinha se recuperado, então o misil agora entrava bem mais fácil.
-Ai, ai, ai, dói, Lucas, ai-
-Já tá promíscua, já meteu ela toda de novo, cê tá gostando?
-Mmm, siiiim, adoro isso!
Lucas fez ele recuar um pouquinho, apoiou as mãos na bancada, segurou ele pelo quadril e começou a meter com tudo, cada estocada quase levantava ele no ar. O corpinho magro do Mati se derretia de prazer, a mente dele sonhava que aquilo nunca acabasse, que ele não precisasse voltar pra casa e fingir na frente da mãe.
—Me leva pra cama, Luqui.
O garoto, como fazia com o pai dele, ajeitou o travesseiro debaixo da rola dele e o Lucas, igual o pai, apoiou
As mãos dela no colchão e ela começou a descer, primeiro um gemido, depois lágrimas. Lucas parou.
— Você vai ficar muito machucado, Mati? — o menino sorriu — Não, por quê? — Doeu em você. — Não liga pra mim, Luqui. Depois eu te conto de novo.
O pau explorou cada cantinho da bunda do Mati, Mati sentiu a barriguinha cheia, o cu aberto, mas o que mais gostava era sentir o calor do peito do Lucas nas suas costas, a pressão do púbis do Lucas nas suas nádegas e aquele calor incrível que nascia do seu cuzinho e o enchia de uma felicidade tão grande que a sua cara de cu ia desaparecer para sempre.
A cum chegou, a relaxação veio e a fome voltou. Dessa vez sim, comeram os sanduíches e o refrigerante e, 10 minutos depois, estavam de novo na cama dormindo abraçados. Mati dormia sorrindo, a cabeça apoiada no peito de Lucas, a mão dele tinha ficado em cima da pica de Lucas, que, de olhos fechados, não conseguia pegar no sono direito. Se com a mãe ele achou que um dia ia estrear com uma gostosa, com o filho — que, mesmo se ele tivesse sido menos viado, talvez tivesse plantado a semente na Alicia —, com o filho gay da sua namoradinha da puberdade, ele era o viado mais feliz da terra.
Não houve para os dois uma tarde mais linda, passaram o dia inteiro na cama, entre boquetes, 69, beijos, carícias e linguadinha no cuzinho dolorido.
Lá pelas 20h, Mati voltou pra casa, já não tava sangrando, mas mancava um pouco e tava sentindo uma dorzinha, mas que diferença fazia?
Ele entrou, viu a mãe e abraçou ela como nunca, a Alicia ficou pasma, o filho dela sempre foi tão na dele e pouco carinhoso!
—O que aconteceu contigo que tu tá mancando?
—Nada, mãe, tropecei na esquina, já vai passar. Ahh, mãe, amanhã vou de volta na casa do Lucas, ficaram uns assuntos pra gente revisar.
—Não quer que eu convide ele pra almoçar e vocês estudam aqui?
—Não, mãe, o Lucas tem um computador melhor.
Alicia ficou pensando. Que bom que o quase namoradinho dela se dava bem com o filho. Talvez, pensou, o sonho dela ontem à noite de ter o Lucas metendo na buceta dela pudesse se tornar realidade. Talvez o projeto de namoradinho de infância pudesse ser o novo parceiro dela, ela se sentia tão sozinha! A bocetinha dela começou a ficar molhada, fazia tanto tempo que não transava! Tinha que terminar o que começou na outra tarde.
-Ahh, mas não vou jantar, o Lucas já me deu comida pra caralho e tô muito cansado, vou pra cama.
—Bom, filho, talvez eu saia um pouco com alguma amiga.
Por volta das 22h na casa do Lucas, a campainha tocou. Lucas, vestido só com uma camiseta velha e um short sem nada por baixo, tava colocando na máquina de lavar os lençóis que tinham se sujado com o esperma dele e os fluidos da sentada do Mati. Foi abrir a porta. Era a Alicia!
Bateu um cagasso nele, será que a Mati tinha contado e agora a mãe vinha encher o saco dele?
Alicia tinha vindo com um vestido preto decotado que mostrava seus peitos grandes e lindos e destacava a brancura perfeita da sua pele.
—Oi Ali, entra, desculpa a bagunça, aconteceu alguma coisa?
—Não, pelo contrário, tudo bem, melhor que bem. Por isso vim te agradecer — a gatinha agarrou Lucas pela cintura e comeu a boca dele num beijo. Lucas, confuso, não sabia bem o que fazer, não tinha desculpas, sozinhos, ou ele metia nela ou dizia que era viado, então também a pegou pela cintura e meteu a língua. Logo estavam na cama e o rosto de Lucas entre os peitos de Alicia, que envolvia a cintura dele com as pernas e molhava o púbis com o suco da buceta dela. Era a chance dele de terminar o que sempre quis fazer na puberdade distante, mas não conseguiu. Tentou enfiar uma vez e outra, mas mal enterrava um pedacinho, começava a perder a dureza. Alicia acariciava a cabeça dele, dava beijos suaves e dizia: calma, bebê, você tá nervoso. Na quarta ou quinta tentativa, Lucas falou "chega", "faz o que você sabe fazer", virou ela, molhou o cu com o suco da buceta e enfiou tudo. Ela gritou como uma louca, mas aguentou inteira. A verdade é que não era tão gostosa quanto o cu incrível do filho dele, e por mais que bombasse e bombasse, não gozava. Ficou metendo uns 45 minutos na gatinha até conseguir chegar ao orgasmo, e isso só porque começou a pensar nos gemidos do filho. Arrebentou ela toda.
Alicia voltou mancando pra casa, talvez tenha tropeçado na mesma esquina que o filho dela.
2 comentários - Talvez com o filho (Conto bem gay)