Dias post vacaciones (Pt 1)

Voltamos no dia seguinte. A rotina de trampo continuou a mesma e eu tava em casa. Olhei os vídeos da Daniela junto com o cara que ela ficou. Foi um momento de tesão, mas não me masturbei. Tava com bastante ansiedade depois do fim de semana todo. Precisava me concentrar sem muita interrupção. Minha mulher foi pro trabalho e voltou durante a noite. Não tava muito no clima e o dia dela não tinha sido bom. Ela foi dormir e acordou cedo pra ir trabalhar. Enquanto comíamos, ela me disse que tinha uma festa à fantasia no fim de semana. Uma colega de trabalho tinha convidado ela pra ir. Eu, sinceramente, tava bem exausto do fim de semana que passei e fiquei na dúvida. Ela ficou puta porque queria ir comigo. No outro dia, acabei cedendo e ela me convenceu a irmos. Ela comprou um vestido de gata. Da minha parte, saí pra procurar uma fantasia de policial que tinha visto numa vitrine a umas quadras de casa. Chegou a sexta. Minha mulher tinha comprado maconha, coisa que nunca fazia. Fumamos e bebemos no apê. Ela tava usando um vestido colado ao corpo, comprido, um chicote e umas meias de rede que mostravam metade da bunda dela. Minha fantasia era parecida, mas era completamente azul, eu levava um cassetete e um boné. Fomos pro lugar, que tava cheio de gente. Não fazia ideia de quem eram. Não conseguia tirar os olhos da minha mulher, ainda mais sabendo de tudo que a gente tinha passado na semana passada. Tocava cumbia e muitas mulheres dançavam com seus respectivos namorados. Não me masturbei a semana inteira, então tava bem tarado, pra variar. Ela tomou uns drinks no balcão. Encostou na parede e decidiu rebolar a buceta no ritmo da música. Muita gente cumprimentava ela. A coisa ficou mais quente e comecei a sentir uma adrenalina no corpo. Távamos chapados e bêbados. Ela me olhava enquanto não parava de rebolar. Já conhecia ela e sabia o que ela queria. Depois de um tempo de calor na festa, o álcool e a maconha já tavam me derrubando. Ela chamou a gente pra vazar e ir embora. Pegamos um Uber a caminho de casa. Ela não parava de olhar pro meu pescoço. Quando descemos do carro, fomos direto pro elevador que leva ao nosso andar. Ao chegar, empurro ela sem dizer nada contra um canto.

—Vou ter que te revistar — falo pra ela.

Passo minhas mãos pelo corpo dela. Da ponta dos pés até a cabeça. Ela estava de pernas abertas e com a bunda pra fora da meia de rede.

-Que que cê tem aí?

Passei a mão nas tetas dela, que estavam durinhas e bem maiores que o normal por causa da roupa. Peguei as algemas do meu bolso e coloquei nela.

-Você vai ter que ficar detida.

—Não, mas por…

-Calada, porque vai ser pior.
Amarro as mãos dela. Chegamos no nosso apê. Ao entrar, sento ela na cadeira. Ela me olhava de um jeito provocante. Eu entrei de cabeça no personagem. Mandei ela calar a boca e dei um tapinha leve no rosto dela. Ela sabia que eu tava no controle. Do mesmo jeito que eu também sabia. Abri o zíper do vestido dela e notei que ela não tava de sutiã. Os peitos dela apareceram enquanto eu olhava. Passei a mão por cima. Terminei de tirar o vestido dela pra baixo. Ela tava de fio dental sentada na cadeira. Eu, ainda de terno, olhava ela de cima. Coloquei meu boné de polícia e comecei a tirar o cinto. Tirei as algemas dela, e ela me olhava esperando eu falar alguma coisa. Sentei na frente dela, mantendo distância. Forcei ela a se tocar. Ela colocou as mãos por baixo da calcinha fio dental e começou a se tocar sem parar. Do meu lado, também coloquei meu pau pra fora, enquanto ficava cada vez mais excitado. Pedia pra ela chupar os dedos e se tocar cada vez mais forte. Peguei ela pelo cabelo. Joguei ela no sofá pra ficar de bunda virada pra mim. Aproximei meu cassetete, bem maior que meu pau, e comecei a brincar na buceta molhada dela. Ela me olhava pedindo pra eu não fazer nada. Tinha entrado no meu jogo, e eu também. Comecei a enfiar o cassetete preto devagar. Ela deu um grito e pediu pra eu ir mais devagar. Eu aceitei. O que foi devagar no começo foi crescendo e virou uma foda mais bruta. Falei pra ela segurar e ela mesma guiar o movimento. Fiquei do lado dela e comecei a bater uma punheta. Não queria que ela me tocasse. Gostava de ver ela se divertir sozinha. Peguei o celular e comecei a tirar fotos dela de todos os ângulos. Pedia pra ela não parar e olhar pra câmera, que ia filmar ela. Eu já tava pelado e completamente molhado. Ela se virou no sofá e começou a chupar meu pau sem parar de enfiar o cassetete. Eu batia uma punheta enquanto filmava ela sem parar. Falei pra ela esperar, que eu queria fazer uma coisa. Fui até a cozinha e trouxe um pote preto. Ela me seguiu. chupando a pica por mais um tempinho. Depois disso, me mandei uns passos pro centro do quarto. Terminei de bater uma e acabei com o pote. Enchi ele de porra. Coloquei do lado da mesa. Obriguei ela a ir de quatro até lá e pegar sem deixar cair uma gota. Ela, como a boa puta que é, foi. Tava me obedecendo em cada coisa que eu mandava. Ela se ajoelhou de quatro, rebolando a bunda pra eu ver, e foi tomar a porra dela. Lambidas longas, igual uma gata boa, fazendo a porra entrar na boca dela. Sentou e derramou toda a porra que sobrou no pote. Lambeu o resto e meteu os dedos pra sentir melhor o gosto. Quando terminou, falou que tinha acabado. Ajoelhou e limpou minha pica. Tava com resto de porra na cara e na língua. Depois deitou do meu lado e tirou umas fotos ao lado da minha pica. Percebi que tava mandando pra Daniela. Isso me deixava ainda mais excitado. Eu tava exausto, mas pedi pra ela me filmar enquanto eu batia uma. Ela fez e mandou. Sabia que logo a gente ia se encontrar de novo. No outro dia, acordamos e minha mulher trouxe café na cama. Ela se tocou comigo e eu gozei nos peitos dela. Tomamos banho e fomos pra um evento que tínhamos perto de casa.


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