Numa cidade de algum estado, tinha uma família bem normal: um casal com duas filhas e um filho, e até um cachorro chamado Jet. Tudo muito normal: o pai trabalhava o dia inteiro no seu emprego super importante, e a mãe cuidava dos filhos. Duas filhas gêmeas na adolescência, que eram bem difíceis de controlar, e um rapaz muito tranquilo — ele até queria que o filho fosse um pouco mais ativo e menos largado, mas agradecia por não ter que lidar com ele do mesmo jeito que com as gêmeas.
O pai era um homem que, na juventude, era atlético e bonitão; agora estava acima do peso e tinha perdido quase todo o cabelo. A mãe, na juventude, era uma mulher linda, com uma figura incrível: quadril largo, pernas sexy, peitos no ponto — nem grandes nem pequenos —, uma bunda ainda firme, e era alta pra ser mulher.
As irmãs eram brancas como a neve, daquelas que dá pra ver as veias nas pernas, cor que puxaram da mãe. Eram magras, mas tinham o quadril e as pernas dela também. O jovem era moreno como o pai e tinha uma boa compleição — magro, mas ombros largos agora que malhava na academia; tinha saído tudo ao pai.
Tudo era normal, exceto por uma coisa: ele era sonâmbulo. Sonâmbulo daqueles que andam e fazem coisas dormindo. Uma noite, ele se levantou, fez comida na cozinha e até comeu antes de voltar pra cama. Preocupada, a mãe levou ele ao médico, que a tranquilizou, dizendo que era só um estado passageiro e que logo passaria. Mas, sim, ele avisou: é importante não acordá-lo nesse estado, porque poderia ser perigoso se acontecesse com frequência.
— Siga o fluxo e ele só volta pra cama — aconselhou o doutor.
Nick (o rapaz), algumas noites (não todas), fazia coisas estranhas, mas inofensivas. Uma vez, entrou no quarto dos pais enquanto eles dormiam e começou a se masturbar com a calcinha da mãe. Ela acordou bem na hora que ele estava terminando. Ela viu com muito nojo como ele deixava as calcinhas dela cheias de porra e as colocava de volta na gaveta.
Não disse nada, pois lembrou do que o médico tinha aconselhado, só deixou ele terminar e voltar pro quarto dele.
Ela mesma cuidaria depois da bagunça que tinham deixado na gaveta.
Depois daquela noite, pediu pras gêmeas trancarem a porta do quarto delas à noite, e elas se olharam e se sentiram safadas antes de concordar.
Nas noites seguintes, não teve incidentes, embora ela jurasse ter ouvido a maçaneta da porta dela se mexer, como se quisessem abrir uma noite.
Um dia à tarde, o Nick chegou em casa muito cansado da academia, comeu um pouco e foi dormir. As gêmeas estavam na sala vendo um filme de terror com a mãe.
No meio do filme, a senhora se levantou pra ir ao segundo andar, no banheiro, mijar depois de dois copos de refrigerante.
Na pressa, esqueceu de fechar a porta, tirou de um pulo o shorts e a calcinha, deixando tudo largado no caminho, e soltou o jorro assim que sentou.
Fazia umas caras de alívio e prazer que lembravam os bons tempos com o marido recém-casados. Sentimento que não sentia há tempos.
Quando já tinha aproveitado um dos prazeres da vida, a porta se abriu de par em par.
Soltou um grito assim que viu abrir, grito que abafou com as mãos tapando a boca quando viu o Nick meio dormindo e meio acordado entrando no banheiro.
Ficou fria ao vê-lo, se levantou na ponta dos pés ainda sentada no vaso como se isso ajudasse, continuava com as mãos na boca pra não fazer barulho.
Nick entrou e não prestou atenção na mãe sentada no vaso, petrificada de vergonha e nua da cintura pra baixo.
Mas ela definitivamente notou, não só quando ele entrou, mas também notou o volume enorme no boxer dele.
Tinha uma ereção tremenda quando entrou, o que deixou ela ainda mais sem graça.
Nick entrou e lavou as mãos, com bastante sabão, lavou Os dentes alinhados e ele penteou o cabelo.
Tudo dentro do normal, Susan (a mãe dele), que ainda estava sentada no vaso, pensava que ele terminaria logo e iria embora.
Nick sentiu vontade de tomar banho e tirou a camiseta e a cueca bem naturalmente, como se estivesse sozinho no banheiro.
Susan cobriu os olhos na hora depois de ver as nádegas morenas do Nick, estava morrendo de vergonha, mas não queria fazer barulho nenhum.
Nick mudou de ideia e se virou para a mãe, que ainda estava com os olhos cobertos.
Susan, sem querer, descobriu os olhos e viu entre os dedos que ele estava bem na frente dela.
Não quis ver o que ele fazia parado ali a poucos centímetros dela, mas sabia que a "coisa" dele estava ainda mais perto.
Só esperou que ele saísse dali, mas ele não se mexia. Ao ver que ele não saía, olhou por cima da mão para o rosto dele.
Via ele ali, meio sonolento, olhando para ela como se não a visse.
Estava prestes a falar algo bem baixinho quando foi interrompida por um jato morno de água na altura dos peitos e do pescoço.
Que saía descontrolado. Conseguiu fechar a boca, mas o jato agora caía no rosto e na mão dela.
O jato a pegou de surpresa e ela estava enojada com aquela sensação de água morna banhando ela toda.
Seu primeiro reflexo foi pegar a "mangueira", assim pensou, para desviar o jato que batia forte nela.
Mas ao pegar a "mangueira", sentiu o pau do filho na mão, duro e comprido. Assim que tocou, soltou, não aguentou a sensação de agarrar o membro do próprio filho.
O jato continuou encharcando ela toda, a blusa, o sutiã estavam ensopados. As pernas escorrendo até os pés e o rosto e o cabelo loiro banhados.
Ela só se limitou a cobrir o rosto com as mãos e deixar ele terminar, coisa que demorou a acontecer.
- Quanto xixi esse menino tem? - perguntava-se com nojo enquanto ele continuava banhando ela toda.
Finalmente o jato foi perdendo a força e quando parou, ela pôde baixar as mãos.
Já não ligou mais de ver o pau dele, se sentia tão humilhada e Ela tava toda encharcada, só baixou as mãos e olhou pra cara dele.
Antes de suspirar, outro jato caiu na cara dela, e depois mais um, mais fraco, acertou ela de novo.
Tava puta, mas mesmo assim não acordou ele. Agora não queria que ele visse ela daquele jeito.
Nick sacudiu o pau, deixando cair umas últimas gotas na mãe dele, e foi embora.
Assim que ele saiu, Susan levantou na hora pra fechar a porta, entrou no chuveiro e limpou a bagunça.
Quando finalmente terminou, desceu de novo e ficou sentada no sofá por um bom tempo, pensando no que tinha rolado. Depois foi pro quarto se trancar e só saiu quando o marido chegou.
O pai era um homem que, na juventude, era atlético e bonitão; agora estava acima do peso e tinha perdido quase todo o cabelo. A mãe, na juventude, era uma mulher linda, com uma figura incrível: quadril largo, pernas sexy, peitos no ponto — nem grandes nem pequenos —, uma bunda ainda firme, e era alta pra ser mulher.
As irmãs eram brancas como a neve, daquelas que dá pra ver as veias nas pernas, cor que puxaram da mãe. Eram magras, mas tinham o quadril e as pernas dela também. O jovem era moreno como o pai e tinha uma boa compleição — magro, mas ombros largos agora que malhava na academia; tinha saído tudo ao pai.
Tudo era normal, exceto por uma coisa: ele era sonâmbulo. Sonâmbulo daqueles que andam e fazem coisas dormindo. Uma noite, ele se levantou, fez comida na cozinha e até comeu antes de voltar pra cama. Preocupada, a mãe levou ele ao médico, que a tranquilizou, dizendo que era só um estado passageiro e que logo passaria. Mas, sim, ele avisou: é importante não acordá-lo nesse estado, porque poderia ser perigoso se acontecesse com frequência.
— Siga o fluxo e ele só volta pra cama — aconselhou o doutor.
Nick (o rapaz), algumas noites (não todas), fazia coisas estranhas, mas inofensivas. Uma vez, entrou no quarto dos pais enquanto eles dormiam e começou a se masturbar com a calcinha da mãe. Ela acordou bem na hora que ele estava terminando. Ela viu com muito nojo como ele deixava as calcinhas dela cheias de porra e as colocava de volta na gaveta.
Não disse nada, pois lembrou do que o médico tinha aconselhado, só deixou ele terminar e voltar pro quarto dele.
Ela mesma cuidaria depois da bagunça que tinham deixado na gaveta.
Depois daquela noite, pediu pras gêmeas trancarem a porta do quarto delas à noite, e elas se olharam e se sentiram safadas antes de concordar.
Nas noites seguintes, não teve incidentes, embora ela jurasse ter ouvido a maçaneta da porta dela se mexer, como se quisessem abrir uma noite.
Um dia à tarde, o Nick chegou em casa muito cansado da academia, comeu um pouco e foi dormir. As gêmeas estavam na sala vendo um filme de terror com a mãe.
No meio do filme, a senhora se levantou pra ir ao segundo andar, no banheiro, mijar depois de dois copos de refrigerante.
Na pressa, esqueceu de fechar a porta, tirou de um pulo o shorts e a calcinha, deixando tudo largado no caminho, e soltou o jorro assim que sentou.
Fazia umas caras de alívio e prazer que lembravam os bons tempos com o marido recém-casados. Sentimento que não sentia há tempos.
Quando já tinha aproveitado um dos prazeres da vida, a porta se abriu de par em par.
Soltou um grito assim que viu abrir, grito que abafou com as mãos tapando a boca quando viu o Nick meio dormindo e meio acordado entrando no banheiro.
Ficou fria ao vê-lo, se levantou na ponta dos pés ainda sentada no vaso como se isso ajudasse, continuava com as mãos na boca pra não fazer barulho.
Nick entrou e não prestou atenção na mãe sentada no vaso, petrificada de vergonha e nua da cintura pra baixo.
Mas ela definitivamente notou, não só quando ele entrou, mas também notou o volume enorme no boxer dele.
Tinha uma ereção tremenda quando entrou, o que deixou ela ainda mais sem graça.
Nick entrou e lavou as mãos, com bastante sabão, lavou Os dentes alinhados e ele penteou o cabelo.
Tudo dentro do normal, Susan (a mãe dele), que ainda estava sentada no vaso, pensava que ele terminaria logo e iria embora.
Nick sentiu vontade de tomar banho e tirou a camiseta e a cueca bem naturalmente, como se estivesse sozinho no banheiro.
Susan cobriu os olhos na hora depois de ver as nádegas morenas do Nick, estava morrendo de vergonha, mas não queria fazer barulho nenhum.
Nick mudou de ideia e se virou para a mãe, que ainda estava com os olhos cobertos.
Susan, sem querer, descobriu os olhos e viu entre os dedos que ele estava bem na frente dela.
Não quis ver o que ele fazia parado ali a poucos centímetros dela, mas sabia que a "coisa" dele estava ainda mais perto.
Só esperou que ele saísse dali, mas ele não se mexia. Ao ver que ele não saía, olhou por cima da mão para o rosto dele.
Via ele ali, meio sonolento, olhando para ela como se não a visse.
Estava prestes a falar algo bem baixinho quando foi interrompida por um jato morno de água na altura dos peitos e do pescoço.
Que saía descontrolado. Conseguiu fechar a boca, mas o jato agora caía no rosto e na mão dela.
O jato a pegou de surpresa e ela estava enojada com aquela sensação de água morna banhando ela toda.
Seu primeiro reflexo foi pegar a "mangueira", assim pensou, para desviar o jato que batia forte nela.
Mas ao pegar a "mangueira", sentiu o pau do filho na mão, duro e comprido. Assim que tocou, soltou, não aguentou a sensação de agarrar o membro do próprio filho.
O jato continuou encharcando ela toda, a blusa, o sutiã estavam ensopados. As pernas escorrendo até os pés e o rosto e o cabelo loiro banhados.
Ela só se limitou a cobrir o rosto com as mãos e deixar ele terminar, coisa que demorou a acontecer.
- Quanto xixi esse menino tem? - perguntava-se com nojo enquanto ele continuava banhando ela toda.
Finalmente o jato foi perdendo a força e quando parou, ela pôde baixar as mãos.
Já não ligou mais de ver o pau dele, se sentia tão humilhada e Ela tava toda encharcada, só baixou as mãos e olhou pra cara dele.
Antes de suspirar, outro jato caiu na cara dela, e depois mais um, mais fraco, acertou ela de novo.
Tava puta, mas mesmo assim não acordou ele. Agora não queria que ele visse ela daquele jeito.
Nick sacudiu o pau, deixando cair umas últimas gotas na mãe dele, e foi embora.
Assim que ele saiu, Susan levantou na hora pra fechar a porta, entrou no chuveiro e limpou a bagunça.
Quando finalmente terminou, desceu de novo e ficou sentada no sofá por um bom tempo, pensando no que tinha rolado. Depois foi pro quarto se trancar e só saiu quando o marido chegou.
3 comentários - Nick Sonâmbulo