Tudo começou quando, nas férias, decidimos passar o tempo na fazenda dos meus avós. Carlos, meu marido, ainda tinha uns pendências do trabalho, então ele ia chegar depois. Eu fui na frente com Matías, meu filho. Quando cheguei na fazendinha dos meus avós, meus pais me receberam com um sorrisão. Carlos ia chegar em alguns dias, então, por enquanto, eu só queria descansar e curtir o lugar. Depois de alguns dias, Matías começou a ficar entediado. Com dez anos, quase toda a vida dele girava em torno do tablet, dos videogames e dos vídeos… e, na fazenda, não tinha sinal. Ele só se distraía um pouco com a televisão. Meu pai sugeriu que Matías aprendesse a montar para se distrair, então Marcos, um dos funcionários dele, ia ensinar. Como ele é muito inquieto, eu teria que ficar de olho enquanto ele aprendia. Meu nome é Susana, mas todo mundo me chama de Susan, tenho uns 1,60m, sou baixinha, cabelo preto, meus peitos são médios, dá pra dizer, minha bunda é meio grande… porque adoro malhar.

Continuo: No dia seguinte, estávamos esperando o Marcos no estábulo. Pelo jeito que meu pai falava dele, imaginava um senhor de idade, mas era bem o contrário: um cara de uns quarenta anos, muito alto, barbudo e com uma barriguinha. Sem dizer nada, ele me olhou dos pés à cabeça, e não consegui evitar me sentir meio observada. Naquele dia eu tava de vestido; não era curto, mas era justo, e, mais do que me sentir desconfortável, fiquei com bastante vergonha. — Você é o menininho que quer aprender a montar — disse Marcos, quebrando o silêncio que durou uns segundos. — Ele se chama Matías — respondi, meio séria —, e eu sou a mãe dele; meu nome é Susana. Enquanto eles davam voltas com o Matías no picadeiro, eu observava de fora. De vez em quando, percebia que Marcos me dava uns olhares, e a situação começava a ficar bem desconfortável. — Tô deixando o Matías na sua conta! — gritei e fui embora pra casa. De tarde, o Matías tava bem mais animado; ele tava gostando mesmo de aprender a montar, e me contou que o Marcos tinha sido super legal. No dia seguinte, escolhi uma calça jeans folgada e uma camisa, um visual meio caubói, pensando em não chamar muita atenção do Marcos. Assim passaram uns dias; já fazia uma semana desde que a gente tinha chegado, e o Carlos ainda não dava notícias de quando viria. Pra pegar sinal de celular, tinha que ir a uma cidadezinha que ficava a uns quarenta minutos do rancho. Meu pai pediu pro Marcos me acompanhar, pra eu não ir sozinha. A verdade é que ele não me passava confiança: o jeito que ele me olhava e falava me deixava incomodada. Embora não tivesse muita vontade que ele fosse, acabei aceitando, e a gente foi pra cidade. Metade do caminho foi em silêncio… até que ele quebrou o gelo, fazendo perguntas: “A senhora gosta muito daqui? Faz quanto tempo que não vinha por essas bandas?” Coisas assim. Eu só respondia o mais curto possível. Quando chegamos na cidade, liguei pro Carlos. Ele disse que ia demorar mais uns dias pra chegar. chegar, porque ele e o chefe dele tinham que fechar um negócio com uns investidores estrangeiros. —A gente tinha combinado que, no máximo, você estaria aqui pro aniversário do meu pai —falei. Discutimos um pouco, e ele respondeu que não conseguiria chegar a tempo. —Tá bom, vem quando puder —foi a última coisa que eu disse, e desliguei. De volta ao rancho, ele de novo tentava puxar conversa comigo. Percebo que ela está meio preocupada. —A senhora tá bem? —perguntava. Eu respondia de forma séria. Vendo que eu continuava na mesma, ele começou a contar piadas e coisas engraçadas, conseguindo mudar um pouco meu humor e arrancando algumas risadas de mim. Marcos tinha mudado minha visão sobre ele… acabou sendo um cara simpático e divertido. Com o passar dos dias, a gente já conversava um pouco mais, compartilhando histórias da nossa vida e rindo de coisas simples. Eu até percebia que, sem querer, procurava a companhia dele quando precisava descer pro curral com o Matías ou quando a gente andava pelo rancho. Com o tempo, o desconforto inicial foi sumindo, e comecei a vê-lo de outro jeito. Aquele sujeito, aos poucos, conquistava minha confiança, embora eu ainda mantivesse um certo cuidado. Finalmente chegou o aniversário do meu pai, e a gente se dedicou a decorar um pouco, já que a festa seria à tarde e dava tempo de fazer as coisas. Quando terminamos, cada um foi se arrumar. Eu estava indecisa: não sabia se usava um vestido soltinho e comprido ou um vestido justo, e, no fim, acabei optando pelo justo, porque esses sempre foram os meus preferidos. O vestido era marrom, estilo sereia, que ajustava no corpo desde o busto até os joelhos, com uma pequena abertura na metade da perna. Escolhi um conjunto de lingerie da mesma cor pra evitar que transparasse, embora marcasse um pouco.

Lá pelas 3 horas, os convidados começaram a chegar. Quando a gente entrou na festa, senti que uns caras não paravam de me olhar. Aquele vestido era bem justinho e marcava demais minha bunda. Não tô muito acostumada a beber, mas aquela situação pedia umas doses pra acalmar os nervos. Pra me relaxar, minha irmã me passou uns goles de tequila. Depois de umas duas horas, a festa já tava bombando e o povo começou a dançar. Vários caras me chamavam, mas eu recusava, dizendo que era casada. Marcos chegou perto e tentou me chamar pra dançar, mas, igual aos outros, falei que não dava. Gabriela, já meio bêbada, cochichou no meu ouvido pra eu ir com ele, que já conhecia ele e que não ia dar nada. —Afinal, Carlos nem vai ficar sabendo disso —ela falou. —Tá bom, só vão ser umas duas músicas —falei quando comecei a dançar. Marcos me segurava pela cintura com força; dava pra ver que ele também tava meio bêbado. Meus nervos foram aumentando quando senti as mãos dele no meu corpo, e, cada vez que dava, ele encostava mais o corpo dele no meu. Às vezes sentia ele roçando o pau em mim, e comecei a sentir um calor estranho no corpo, minha pele se arrepiou, fazendo meus bicos dos peitos ficarem durinhos… aquela situação tava começando a me excitar, minha respiração acelerava cada vez mais, já meio bêbada meu corpo me traía… então tentei manter a calma. Uns minutos depois, quando a última música acabou, falei pro Marcos que já tava muito cansada, então a gente foi sentar e tomou mais uns goles. —Bom, vou dormir, tô meio tonta e não tô acostumada a beber —falei. Ele, muito educado, se ofereceu pra me acompanhar até o quarto. No caminho, Marcos me segurava pela cintura e de vez em quando descia a mão pra minha bunda. Quando tava quase entrando no quarto, Marcos me puxou pela mão e me levou pra dentro dele, __sem falar uma palavra começou a me beijar…—Espera, Marcos… —falei, Sou uma mulher casada… isso não… Tá bom. —Para, pelo amor de Deus! —eu falei, mas ele não tava ouvindo uma palavra do que eu dizia. Aquele homem não se mexia, encostado na parede, me puxando pra perto dele com as mãos na minha cintura. Meu corpo começava a ceder à presença dele. Já uma das mãos dele tinha meu vestido na metade da minha bunda, eu sentia minha buceta começando a molhar. —Espera, Marcos, alguém pode nos ver… Ele me pegou pela mão e me levou pro quarto dele. —Aqui ninguém vai incomodar a gente —disse. Meu coração batia que parecia que ia sair do peito; não acreditava no que tava prestes a acontecer. Ele me deitou na cama, subindo meu vestido até a cintura, descendo minha calcinha de renda até os joelhos… enfiando a cabeça entre minhas pernas. Começou a passar a língua na minha buceta, que já tava toda molhada… tava me dando o melhor boquete da minha vida, meu coração acelerava, meu corpo começava a se contrair e tremer… eu tava prestes a ter meu primeiro orgasmo… Ofegando e suspirando, soltando sons de prazer… “Ahhh… mmm… ohhh… sim… Não para, Marcos ahh… mmm…! Aai, que gostoso ohh… aaaah… mmm… ohhh… oh sim… mmm… ahh…” —Espera, Marcos, sinto que vou gozar…. —Goza, Susan, quero, quero te comer todinha, meu amor. Eu não aguentei mais, e acabei gozando na boca dele todinha, ele bebendo todos os meus fluidos. Tirando meu vestido por completo, fiquei só de sutiã, pelada, e com o pau dele na entrada da minha buceta, Marcos me olhava como se pedisse minha permissão… —Só vai, Marcos, quero sentir você dentro de mim… Aquele pau foi se abrindo caminho devagar na minha buceta, arrancando uns gemidos de dor e prazer, ele começou a meter e tirar, cada vez mais rápido, com as mãos me puxando mais pra perto dele, “Ahhh… mmm… ohhh… sim… ahh… mmm… que gostoso, Marcos… Aaahh…” Sem parar de me penetrar, ele me levantou, levando minhas pernas pra cintura dele, eu agarrei meu pescoço nele, subindo e descendo, senti ele entrando com o pau todo, minha respiração cortava, só gemia e suspirava, por ser mais baixinha que ele, Marcos me… Gozei com mais força, beijando meu pescoço. Ficando só uns minutinhos assim, ele me deitou na cama, de barriga pra baixo, as mãos apertando minhas nádegas, dando uns mordiscos com a boca… descendo com a língua do meu cu até minha buceta, sentia tipo uma eletricidade no corpo, que se contraía cada vez mais. Aquele prazer era indescritível… já que experimentar algo assim pela primeira vez era único.Colocando cada mão dos lados da minha cintura, o pauzão dele entrava de novo, eu mordendo o travesseiro pra não deixar meus gritos escaparem, só uns gemidinhos saindo dos meus lábios: “Mmmm… aahhh… aayy… mmm… ohh…”
O único som que ecoava no quarto era o vai e vem do Marcos contra mim… Plasss… Plasss… Plasss… Plasss… se ouvia enquanto as bolas dele batiam na minha bunda. “Não para, Marcos, me dá mais, isso é tão gostoso.” Com as mãos, eu puxava minha própria bunda, o corpo do Marcos começava a ficar tenso. Me deixando ir toda a rola dele até o fundo… “Marcos, goza, mas não goza dentro.”
De repente, ele começou a gozar dentro. Aaaaaahhh…!! Suspirei. Senti todo o esperma quente dele dentro da minha buceta, o que provocou meu segundo orgasmo. O pau dele ficou mais uns segundos dentro de mim, terminando de gozar, aí ele tirou e passou no meu cu, limpando os restos de porra no meio das minhas nádegas. Os dois ficaram exaustos depois daquilo.
—Eu te falei pra gozar fora, Marcos… —Desculpa, Susan— Não consegui me segurar, gozei dentro de você. —Você é um idiota— tomara que eu não fique toda prenhada.
Me vesti correndo e fui pro meu quarto, tentando não fazer barulho. Em silêncio, entrei no banho. A culpa começou a pesar; minha mente não parava de me lembrar do que eu tinha feito, mas meu corpo… meu corpo ainda tremia, lembrando cada sensação. Era uma briga entre o remorso e o desejo, e, no meio disso tudo, meu maior medo era só um: ficar grávida. Na manhã seguinte, mamãe me perguntou onde eu tinha estado na noite passada. O olhar dela dizia tudo. —E não— Você está mentindo pra mim" —ela acrescentou com voz firme—, "eu sei que você não estava no seu quarto, fui te procurar e não te encontrei." —Você estava com o Marcos, né? —disse mamãe, me olhando… "te vi ontem à noite quando você foi embora com ele." Meu silêncio me entregou, mesmo eu tentando negar várias vezes. —Não minta —ela continuou—, "eu ouvi vocês no quarto dele." —Por favor, mamãe… não conta pra ninguém —eu implorei. "Juro, foi algo que não devia ter acontecido… só foi uma vez." —Tá bom, não vou contar pra ninguém —disse mamãe—, "mas é melhor você não engravidar de outro homem." —Não, mamãe, claro que não —respondi rápido, tentando acalmá-la. Tive que mentir, dizer que a gente tinha se cuidado… só pra evitar que a confusão ficasse maior. Desde aquele dia, cortei todo contato com o Marcos. Uns dias depois, o Carlos chegou. Dava pra ver como o Marcos ficava irritado ao me ver com ele; o olhar dele dizia tudo. E mesmo eu tentando manter a calma, tinha momentos em que meu corpo me traía… em que eu queria correr pra ele e ser dele de novo. Dias depois, voltamos pra cidade. Semanas mais tarde, comecei a sentir umas sensações estranhas no corpo: meus peitos doíam, minhas pernas e costas ficavam cansadas. Dava vontade de comer qualquer coisa e, de repente, sem saber por quê, começava a vomitar. Fui no ginecologista pra confirmar o que eu já desconfiava… !!!tava grávida!!! Não sabia como contar a notícia pro Carlos. Uma noite, depois de um jantar romântico, a gente transou e dias depois eu dei a notícia de que ele seria pai de novo. Quando ele soube, ficou super feliz, sem imaginar que aquele bebê crescendo dentro de mim era consequência de uma traição e que não era dele, mas do Marcos. Toda vez que o Carlos me comia, eu imaginava o Marcos me penetrando, pra conseguir ter os melhores orgasmos da minha vida…

RELATO DA SUSAN" 😍❤️🙈🤤🤤
6 comentários - Infiel e grávida de outro cara