Bom, vou contar pra vocês uma história daquelas bem sujas que vocês adoram. Meu nome é Isidora, 25 anos, 1,60m, pele clara, cabelo castanho, um pouco gordinha, peitões e uma bunda normal. Isso aconteceu há 4 anos com um ex que eu tive. Ele me convidou pra um show pra comemorar o aniversário de namoro. Como ia ser uma noite especial, me vesti especial: um vestido colado no corpo pra destacar minha bunda, deixando um colã preto que ele tinha me dado à mostra, e por cima uma blusa bonita e um casaco. Fomos pro show. Quando chegamos, não tinha muita gente dentro. O lugar onde ele comprou os ingressos era onde a galera se amontoava mais, e eu não sabia disso. Na hora que cheguei, percebi. Enquanto a espera passava, os espaços foram ficando pequenos. O show começou, e atrás de mim tinha três caras que estavam bebendo e fazendo bagunça. Eu segurava a mão do meu namorado porque os caras esbarravam muito em mim e eu ficava assustada. Notei que ele se divertia, me olhava com um sorriso. Senti que os homens se aproximavam demais, colando o corpo no meu. Sentia que, de vez em quando, batiam o pau na minha bunda. Aí, sinto uma mão na minha bunda e dei um pulinho. - Tá bem? - perguntou meu namorado. - Tô, só me divertindo. Não queria que nossa noite fosse estragada por uns bêbados. Continuamos na nossa, quando sinto uma mão apertando uma das minhas nádegas. Me virei rápido e era um homem já mais velho, uns 40, gordo, mãos grandes. Do lado dele, dois caras um pouco mais novos, um de 30 ou 34. - Vocês podem parar de empurrar, por favor? - falei alto. Não tive coragem de contar o que tinha acontecido. Meu namorado virou e perguntou o que estava rolando. O gordo disse que nada, que só esbarraram em mim e pediram desculpas. Ele me pegou pela mão e disse: - Já foi, amor, deixa eles. Vamos continuar curtindo. Pouco tempo depois disso, senti o gordo colar em mim, apertando minhas nádegas. Ele chegou a boca no meu ouvido e disse: - Olha a putinha que temos na frente, quietinha pra seu namorado não saber que a gente te apalpou - enquanto dava uma leve massageada nas minhas nádegas. quieta, sem dizer nem fazer nada, eles notaram. meu parceiro focado no show. senti umas mãos entrando por baixo da minha saia e tentando baixar minha calcinha aos poucos. foram calados e o sujeito ficou com ela. ele sussurrou no meu ouvido que aquele seria o prêmio dele, que o meu viria depois. em seguida, meteu um dedo na minha buceta assim, sem aviso, sem nada. dei um pulinho e calei. apertei minhas mãos enquanto sentia o dedo de um estranho dentro de mim. cada vez o dedo dele entrava com mais facilidade. ele percebeu, então meteu dois. os dedos dele eram grandes, e dois já estavam na grossura do pau do meu parceiro. soltei um gemido leve que, por causa do barulho, não deu pra ouvir. naquele momento, pegaram na minha mão. olhei e era um dos caras, levando-a até o pau dele, que esfregava por cima da calça. a situação tava me excitando. me sentia molhada. só com dois dedos e já tava toda melada. não entendia. sentia uma adrenalina correndo pelo meu corpo. me aproximei do meu parceiro, que ia ao banheiro. ele aceitou, me dando um beijo. me virei e olhei pro gordo apertando o pau dele. ele entendeu que devia me seguir. entramos nuns banheiros que tinham ali. mal chegamos e ele começou a me beijar, metia a língua na minha boca e eu respondia. — olha só, sua putinha. me trouxe pra esse lugar só pra eu meter meu pau em você. — você me deixou mais molhada que o normal, e só com seus dedos quero provar mais. — sentei na privada, abrindo minhas pernas. ele começou a chupar minha buceta como ninguém. afundava a cara, passava a língua, brincava com os dedos. eu deixei todos os meus fluidos saírem na cara dele. ele não ligou, continuou no que tava fazendo, enquanto os amigos dele cuidavam da vigia e iam olhando como me tinham. naquele momento, eu já era um desastre. tinham tirado toda a minha roupa, meus peitos balançavam. ele se levantou e finalmente sacou o pau dele. igual aos dedos, grosso, bem grosso. fiquei surpresa. comparei com meu punho. — não se assusta agora, putinha. — ele me pegou pela cabeça e me levou até o pau dele. tentou meter e não conseguia. cuspi nele e comecei a bater uma pra ele devagar. cuspia e batia, usava meus peitos. Comecei a meter devagar, até que minha boca conseguia enfiar metade. Meus olhos ficaram lacrimejando e o pau dele saía coberto da minha saliva, coisa que eu usava pra espalhar pelo meu rosto e peitos. Ele sentou na borda do vaso e me puxou pra sentar no pau dele, olhando pra ele. Aos poucos, foi entrando.
— Você é tão apertada, maldita Foxy.
— Ninguém teve igual você, amor.
Ele mordeu meus mamilos enquanto minha buceta ia se abrindo devagar. Eu me mexia pra que o pau dele ficasse completamente dentro de mim.
— Ahh, como você me abre.
Sentei de vez e comecei a rebolar mais rápido, pra cima e pra baixo, fazendo aquele pau entrar e sair. Eu cobria ele com minha buceta e sentia aquela barra quente dentro de mim.
— Não para, sou sua puta. Se não parar...
Ele apertava minhas nádegas enquanto me perfurava mais forte. Meus peitos cobriam o rosto dele. De repente, sinto ele afastar meus peitos com força e sinto um líquido quente dentro da minha buceta. Uma quantidade enorme de porra saiu daquele pau. Senti que me encheu muito.
— Ahh, puta, como você fez eu gozar?
Ele me tirou de cima dele e me colocou de quatro.
— Empurra.
Eu obedeci e comecei a deixar a porra escorrer da minha buceta. Ele limpou com a mão.
— Me olha.
— Sim.
Olhei pra ele com a cara toda destruída, pegajosa e bagunçada. Ele colocou a mão na minha boca e comecei a lamber tudo.
— Olha, não terminamos.
O pau dele ainda estava duro. Ele me colocou de joelhos pra chupar aquele pau.
— Adoro que você ainda aguenta mais.
— Eu nunca me cansaria de te dar.
Nisso, entrou um dos caras que estavam lá fora.
— Gordo, vem um cara aí.
— Fala que tá ocupado, idiota.
Eu continuei mamando aquele pau enquanto eles conversavam. De repente, ouvi uma voz conhecida.
— Amigo, por que não posso entrar?
— No momento, tá ocupado.
Era meu parceiro vindo ao banheiro. Isso não me parou, mas o gordo percebeu que eu reagi diferente. Comecei a chupar mais rápido, enfiava mais fundo na boca. Minha saliva escorria e envolvia aquele pau. De repente, ele me parou e me colocou rapidamente de quatro, se abaixando e lambendo meu cu.
— O que você tá fazendo?
— Vou usar esse lugar lindo.
Enfiou um dedo. dos seus dedos enquanto cuspia no meu cu. Meu parceiro continuava lá fora, fumando um cigarro enquanto conversava com os caras. -Ouvi gente falando lá fora, aconteceu alguma coisa? -Fica tranquila, é só um palhaço. -Exato, mas era meu parceiro. Ele enfiou outro dedo no meu cu e eu pude sentir meu cu se abrindo. -Ahh, que delícia. -O gordo continuava enfiando os dedos, cuspia, tirava e enfiava a língua, alternando cada coisa que fazia comigo. Eu estava excitada demais. -Para e vem. -Ele ficou me olhando, e eu andei até perto da porta, encostei meu rosto nela e abri minhas nádegas. -O palhaço é meu parceiro, agora arrebenta meu cu. -Notei que o olhar dele tinha mudado, uma felicidade chegava, o sorriso aparecia. Ele se aproximou de mim, cuspiu no meu cu, pegou meu cabelo e disse: -Pra você não esquecer do show. -Enfiou de uma vez o que entrou do pau dele, e eu soltei um grito. -Aahh, mmm. -O que tão fazendo aí dentro? -Ouvi meu parceiro perguntando enquanto o gordo cada vez me dava mais forte, o pau dele abria caminho cada vez mais. -Sim, continua, não para. -Eu dizia com meu corpo de puta suado e fedendo a sexo. Ele pegava meu cabelo e com a outra mão apertava minhas nádegas, o pau dele abria todo meu cu e eu curtia. -Aperta esse cu, puta, que vou encher ele. -Levantei minha bunda e joguei pra trás pra entrar bem o pau dele, e num instante comecei a sentir uma quantidade enorme de porra quentinha entrando no meu cu. -Fica quieta. -Obedeci o que ele disse e fiquei de quatro esperando. Ele foi pegar algo e eram minhas bolas de gude, foi enfiando uma por uma no meu cu. -Pra não vazar a porra. -Ele trouxe minha roupa pra eu me vestir, mandou uma mensagem pros caras lá fora pra levarem meu parceiro de algum jeito (levaram ele à força). Me vesti cheirando a sexo, lavei um pouco o rosto e tentei me pentear. Eu tava meio bagunçada, mas dava pra disfarçar. Tinha uma necessaire com meu perfume, passei um pouco. Quando tive pronta, o gordo saiu primeiro e me disse pra contar até 10 pra sair. Assim que terminei de contar, voltei pra onde estava com ele. Meu parceiro não tava, ele chegou uns 5 minutos depois
— Cadê você? — perguntei
— Fui no banheiro, e você?
— Também, como te falei, voltei faz tempo — sentia os colais dentro do meu cu, pensando se ele ia perceber
— Vamos pra casa — falei — tô me sentindo mal
— Vamos, mas e o que a gente ia fazer?
— Te falei que tô me sentindo mal?
Voltamos pra casa e fui tomar banho. No banheiro, tirei meus colais e ainda tinha resto de soro daquele cara. Tirei com os dedos e coloquei na boca, fiquei com tesão e comecei a me tocar. Depois terminei de tomar banho e finalmente fui pra cama.
— Como foi o show, amor? — meu parceiro perguntou
— Muito bom, amor — respondi feliz
— Ótimo, adorei — se ele soubesse que me foderam bem gostoso e eu não queria transar com ele porque não sentiria o pau dele, tão pequeno
— Você é tão apertada, maldita Foxy.
— Ninguém teve igual você, amor.
Ele mordeu meus mamilos enquanto minha buceta ia se abrindo devagar. Eu me mexia pra que o pau dele ficasse completamente dentro de mim.
— Ahh, como você me abre.
Sentei de vez e comecei a rebolar mais rápido, pra cima e pra baixo, fazendo aquele pau entrar e sair. Eu cobria ele com minha buceta e sentia aquela barra quente dentro de mim.
— Não para, sou sua puta. Se não parar...
Ele apertava minhas nádegas enquanto me perfurava mais forte. Meus peitos cobriam o rosto dele. De repente, sinto ele afastar meus peitos com força e sinto um líquido quente dentro da minha buceta. Uma quantidade enorme de porra saiu daquele pau. Senti que me encheu muito.
— Ahh, puta, como você fez eu gozar?
Ele me tirou de cima dele e me colocou de quatro.
— Empurra.
Eu obedeci e comecei a deixar a porra escorrer da minha buceta. Ele limpou com a mão.
— Me olha.
— Sim.
Olhei pra ele com a cara toda destruída, pegajosa e bagunçada. Ele colocou a mão na minha boca e comecei a lamber tudo.
— Olha, não terminamos.
O pau dele ainda estava duro. Ele me colocou de joelhos pra chupar aquele pau.
— Adoro que você ainda aguenta mais.
— Eu nunca me cansaria de te dar.
Nisso, entrou um dos caras que estavam lá fora.
— Gordo, vem um cara aí.
— Fala que tá ocupado, idiota.
Eu continuei mamando aquele pau enquanto eles conversavam. De repente, ouvi uma voz conhecida.
— Amigo, por que não posso entrar?
— No momento, tá ocupado.
Era meu parceiro vindo ao banheiro. Isso não me parou, mas o gordo percebeu que eu reagi diferente. Comecei a chupar mais rápido, enfiava mais fundo na boca. Minha saliva escorria e envolvia aquele pau. De repente, ele me parou e me colocou rapidamente de quatro, se abaixando e lambendo meu cu.
— O que você tá fazendo?
— Vou usar esse lugar lindo.
Enfiou um dedo. dos seus dedos enquanto cuspia no meu cu. Meu parceiro continuava lá fora, fumando um cigarro enquanto conversava com os caras. -Ouvi gente falando lá fora, aconteceu alguma coisa? -Fica tranquila, é só um palhaço. -Exato, mas era meu parceiro. Ele enfiou outro dedo no meu cu e eu pude sentir meu cu se abrindo. -Ahh, que delícia. -O gordo continuava enfiando os dedos, cuspia, tirava e enfiava a língua, alternando cada coisa que fazia comigo. Eu estava excitada demais. -Para e vem. -Ele ficou me olhando, e eu andei até perto da porta, encostei meu rosto nela e abri minhas nádegas. -O palhaço é meu parceiro, agora arrebenta meu cu. -Notei que o olhar dele tinha mudado, uma felicidade chegava, o sorriso aparecia. Ele se aproximou de mim, cuspiu no meu cu, pegou meu cabelo e disse: -Pra você não esquecer do show. -Enfiou de uma vez o que entrou do pau dele, e eu soltei um grito. -Aahh, mmm. -O que tão fazendo aí dentro? -Ouvi meu parceiro perguntando enquanto o gordo cada vez me dava mais forte, o pau dele abria caminho cada vez mais. -Sim, continua, não para. -Eu dizia com meu corpo de puta suado e fedendo a sexo. Ele pegava meu cabelo e com a outra mão apertava minhas nádegas, o pau dele abria todo meu cu e eu curtia. -Aperta esse cu, puta, que vou encher ele. -Levantei minha bunda e joguei pra trás pra entrar bem o pau dele, e num instante comecei a sentir uma quantidade enorme de porra quentinha entrando no meu cu. -Fica quieta. -Obedeci o que ele disse e fiquei de quatro esperando. Ele foi pegar algo e eram minhas bolas de gude, foi enfiando uma por uma no meu cu. -Pra não vazar a porra. -Ele trouxe minha roupa pra eu me vestir, mandou uma mensagem pros caras lá fora pra levarem meu parceiro de algum jeito (levaram ele à força). Me vesti cheirando a sexo, lavei um pouco o rosto e tentei me pentear. Eu tava meio bagunçada, mas dava pra disfarçar. Tinha uma necessaire com meu perfume, passei um pouco. Quando tive pronta, o gordo saiu primeiro e me disse pra contar até 10 pra sair. Assim que terminei de contar, voltei pra onde estava com ele. Meu parceiro não tava, ele chegou uns 5 minutos depois
— Cadê você? — perguntei
— Fui no banheiro, e você?
— Também, como te falei, voltei faz tempo — sentia os colais dentro do meu cu, pensando se ele ia perceber
— Vamos pra casa — falei — tô me sentindo mal
— Vamos, mas e o que a gente ia fazer?
— Te falei que tô me sentindo mal?
Voltamos pra casa e fui tomar banho. No banheiro, tirei meus colais e ainda tinha resto de soro daquele cara. Tirei com os dedos e coloquei na boca, fiquei com tesão e comecei a me tocar. Depois terminei de tomar banho e finalmente fui pra cama.
— Como foi o show, amor? — meu parceiro perguntou
— Muito bom, amor — respondi feliz
— Ótimo, adorei — se ele soubesse que me foderam bem gostoso e eu não queria transar com ele porque não sentiria o pau dele, tão pequeno
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