Anegdotário sexual. Capítulo 1

Há um tempo, quando eu era jovem ou mais jovem do que hoje, eu viajava pelas províncias como artesão mochileiro. Isso que vou contar aconteceu em Catamarca, San Fernando. Acontece que, vendendo na rua, formava-se uma espécie de calçadão no centro naquela época, e foi lá que conheci a Tâmara, uma gata linda com uns cachos no cabelo comprido e uma figura maravilhosa, bundão, peitão, e uma boca que, assim que vi, pensei: que linda pra dar uns amassos com a pica. Acontece que Tâmara — até então eu não sabia o nome dela — se aproxima e começa a perguntar sobre meus trabalhos, e na hora puxo conversa. A gata era de Buenos Aires e estava por ali com a família visitando parentes. A conversa era a mais normal possível, enquanto ela experimentava coisas, eu segurava o espelho pra ela se ver. De repente, começa uma puta confusão e alguém me fala: "cuidado que a fiscalização vem aí", diziam que tomavam tudo. Foi aí que peço desculpas e começo a guardar minhas coisas, e ela se oferece pra me ajudar. Quando embalei tudo, pensei: "já que tô ferrado, vou arriscar", e convido ela pra tomar algo, e ela aceita. Não acreditei. Sentamos num barzinho e tomamos umas cervejinhas, até que ela diz que precisava ir. Claro que acompanhei até o ponto de táxi, e no caminho conto que no dia seguinte ia caminhar na montanha até um antigo assentamento indígena perto do camping onde eu estava, e ela pergunta se pode ir. Na hora digo que sim, claro, e explico onde fica o camping. Ela disse que localizou, ok, beijinho — eu apontando pra boca, ela dando só metade da dela. Fiquei com uma puta vontade. No dia seguinte, umas 10 da manhã, horário que combinamos, vejo ela entre as árvores na rua que passava pelo camping. "Nahhh", pensei, "ela veio". Faço sinal, pego minha mochila que já tava pronta e saímos. Beijinho na bochecha e fomos caminhar. A caminhada não foi muito longa, mas o calor era de matar. Tirei a camiseta e, quando ela viu minha tatuagem na barriga, disse: "Nossa, que lindo". Eu, meio de brincadeira, falo: "Tanto assim? Gostosa?, risadinha de bobinha, ela fala, a tatuagem, ahhh tá, eu tinha ficado feliz, continuamos andando e chegamos no lugar, pouca coisa, muito cacto gigante, e as plaquinhas de onde tinha sido a casinha, onde era o lixo, essas coisas, me enfio debaixo de uma arvorezinha que tinha, acho que um pé de oliveira, e me encosto de costas, nisso ela que tava catando pedaços de cerâmica onde eu já tinha levantado alguns, e vem direto na minha direção com alguma coisa na mão, quando chega na minha frente falo achou alguma coisa, acho sim ela fala e me pega na cara e me dá um beijo do caralho, respondo com tudo e começamos um amasso forte, na hora eu tava com um tesão de lascar, e começo a agarrar aquele rabo de pôster com as duas mãos, parecia que queria espremer, beijo o pescoço dela e vou descendo, levanto a camiseta dela e deixo à mostra o par de peitos lindos dela, o sutiã que segurava eu baixei e me agarrei feito um recém-nascido, aí ela fala, para, para, mas já tava no embalo, ela abaixa a camiseta e começa a me beijar e descer pelo meu peito, se ajoelha, abre minha bermuda e começa a chupar ela, devagar, como eu curti aquela chupada, uma doçura, enfiava inteira na boca e tirava, passava a língua da base até a ponta e engolia de novo, não sei quanto tempo foi, mas de repente encheu a pica de porra e falei que ia gozar, ela tirou a pica da boca, abriu bem a boca pra mostrar a língua e falou, me dá tudo, e assim que terminou a frase saiu um jato de porra como há tempos eu não via, talvez tivesse a ver com o tempo que eu tava sem comer, ou a situação, ou ela, ou tudo, sei lá. Depois ela simplesmente se levantou e falou, vamos, ou quer ver mais alguma coisa, não, vamos pro camping falei, e a coisa continuou depois na minha barraca... A mesma que ainda guardo mesmo já não servindo mais, como lembrança daquela semana que passei com ela.

0 comentários - Anegdotário sexual. Capítulo 1