Olá FEDE, sou a Elda e quero contar minha história de incesto com meu filho. Espero que você possa publicar. Obrigada por me ouvir, e os conselhos que recebi de você foram valiosos pra entender que o incesto não passa de um tabu e que aproveitar isso é algo maravilhoso. Espero que sua audiência goste, e se algum dos seus seguidores se interessar, pode passar meu contato se quiserem me conhecer. Bem, não sou uma grande escritora, mas vou tentar. Vou ser o mais precisa possível com os detalhes, como você me explicou, então vou começar. Sou a Elda, acabei de fazer 50 anos há pouco tempo. Na verdade, o que vou contar começou exatamente no dia do meu aniversário. Sou mãe solteira de dois filhos. Minha filha, a mais velha, tem 30 anos, já é casada há alguns anos e mora com o marido e os dois filhos — dois netos lindos. Meu filho tem 27 anos, solteiro, graças a Deus, e mora só comigo. Tenho uma boa estabilidade financeira e vivemos muito bem. Ele é engenheiro, e eu tenho um negócio próprio de roupas, então estamos bem de vida. Até onde sei, ele está solteiro há cerca de um ano. E eu, embora tenha tido aventuras quando meus filhos eram mais novos, devo confessar que faz mais de 10 anos que não tenho um parceiro fixo por vários motivos: primeiro, porque me dediquei aos meus filhos, dando a eles ferramentas pra serem independentes — e parece que deu certo; segundo, porque os homens só me usaram e pronto. Meus dois filhos são frutos de relacionamentos fracassados, e decidi que chega, que sozinha estaria melhor. Não vou negar que de vez em quando dou umas escapadas com algum homem, mas nada sério. E terceiro, e acho que o mais importante, por causa do meu filho. Desde os 15 anos, ele ficou muito ciumento comigo. Me questionava pra onde eu ia, com quem, a que horas, etc. E quando sabia que eu saía com um homem, ficava bravo, me ignorava por dias, até semanas. Aos poucos, parei de sair. Devo dizer que meu filho ficava feliz comigo em casa. Quando ele chega e me encontra lá, o rosto dele se ilumina. Ele me beija e me abraça com tanto carinho, me traz presentes, me leva pra jantar, ao cinema. Bem, ele é meu... homem, ou pelo menos é assim que eu sinto. Nessa chuva de ideias, acho que devo falar várias coisas antes de continuar, tipo descrever a gente e o ambiente, e como a gente vive. Bom, já falei minha idade, sim, já tenho 50, mas juro que pareço mais nova. Sou alta, 1,67m, cabelo preto, mas pele clara, olhos escuros. Me considero de corpo normal, uns quilinhos a mais, algo como curvy. Vou anexar uma foto minha pra vocês me conhecerem. Peitos grandes, uma barriguinha, não nego, e bunda bem grande, me acho bem bunduda. As pernas também são grossas. Da minha buceta, preciso contar que sempre mantenho ela depilada, porque se deixar o pelo crescer, marca um sapotão. Não consigo usar um leggings ou short apertado sem parecer que tenho um trambolho, e às vezes tenho que tomar cuidado logo depois de depilar, porque se descuido e coloco uma calcinha fio dental, marca aquela pata de camelo com algumas roupas. Adoro usar roupa justa, vestidos, shorts, leggings, tudo. Meu filho é bem ciumento, já falei, mas se eu saio na rua com roupa mais normal, digamos assim, ele não se incomoda. E se ando em casa vestida do jeito que gosto, ele não fala nada. Na verdade, ele já me deu algumas roupas de presente, e eu já sei quais são pra sair e quais pra ficar em casa. Bom, vou descrever ele: é mais alto que eu, uns centímetros a mais, tipo 1,75m, pele mais clara, cabelo castanho, magro, mesmo malhando, é bem magro. Agora o contexto: como já disse, ele é muito ciumento comigo, gosta que eu fique em casa ou saia com ele. E se saio com ele vestida de um jeito mais justo ou curto, também não liga. O que ele não gosta é que eu faça isso sozinha ou se saio com outra pessoa. Em casa, posso andar como quiser, ele não fala nada. Ele também anda de shorts e camiseta, ou sem ela no calor. Nessa época, eu gosto de andar de vestido soltinho, às vezes sem calcinha. Ele é muito carinhoso comigo, me dá beijinhos de selinho quando vai embora ou quando chega, me abraça e é muito carinhoso. De uns dois anos pra cá, um dia na hora de se despedir, me deu um tapa na bunda, aí eu levei como um jeito dele se despedir de mim e ele também levou numa boa, e desde aquele dia esse hábito ficou, mas só faz em casa, quando estamos a sós, nem na frente da irmã dele. Às vezes ele chega do trabalho, eu tô na cozinha preparando o jantar, me dá um beijinho e passa a mão na minha bunda, fica me contando como foi o dia e, zaz, me dá um tapa na bunda quando vai pro quarto dele. Às vezes ele atrasa pro trabalho ou pra sair pra algum lugar, já saindo correndo, e eu falo: "e meu tapa na bunda?" e dou risada, e ele volta correndo, me dá um selinho e, zaz, meu tapa na bunda. Virou uma coisa entre eu e ele, e eu gostei. Chegou o dia do meu aniversário, me organizaram uma festa, vieram alguns convidados, família e amigos, nada grande, umas 20 pessoas, me celebraram e no final do dia todo mundo foi embora, minha filha inclusive e o marido dela, ficamos nós dois sozinhos de novo, eu e meu filho. Ele tem o quarto dele no mesmo andar que o meu, a casa tem dois andares. Eu já tava no meu quarto quando chega uma mensagem do meu filho no celular. Filho: "Já tomou banho, mãe?" Mãe: "Não, meu amor, por que você pergunta?" Eu imaginei que ele ia querer sair pra algum lugar ou sei lá, algo que eu não esperava. Filho: "É que eu ainda não te dei meu presente." Mãe: "Ahhh, então traz aqui." Filho: "É exatamente esse o problema, me dá um pouco de vergonha te dar cara a cara." Mãe: "E então?" Filho: "Por que você não vai tomar banho e enquanto você toma, eu entro no seu quarto e deixo tudo arrumado na sua cama?" Mãe: "Ok, tá bom, então vou entrar no banheiro, valeu." Passaram uns 5 minutos, eu tava no banheiro mas ouvi a porta do meu quarto abrir, ouvi barulhos como se alguém estivesse arrumando coisas e, bom, me preparei pra esperar, no final era um presente, uma surpresa do meu filho pra mim. Quando ele terminou, bateu na porta do banheiro. Filho: "Feliz aniversário, mãe!!!" Mãe: "Obrigada, meu amor!" Ouvi ele sair do quarto e então eu... Acabei de sair, vesti meu roupão de banho branco de uma peça só, que cobre meu corpo inteiro até os tornozelos, amarrei ele e saí com uma toalha na cabeça. Assim que abri a porta, vi a câmera dele e aquela lâmpada moderna redonda que eles usam agora pra gravar os tiktoks e vídeos. Fiquei bem surpresa, pra ser sincera, e na cama tinha uma caixa meio grande. Me aproximei e tinha um bilhete em cima da caixa dizendo: "Olha seu celular!!!" Preciso esclarecer uma coisa que pulei: meu filho é bem assim, de ficar gravando tudo, fotos e vídeos, seja saindo na rua ou numa reunião, o celular dele tá cheio de vídeos dele e de mim, da nossa vida cotidiana. Peguei meu celular e tinha uma mensagem do meu filho. Filho: "Tô gravando porque quero ter uma lembrança do seu aniversário de 50 anos, mãe, enquanto você recebe meu presente." Mãe: "E por que você não vem e me dá pessoalmente, aparecendo no vídeo?" Filho: "É que me dá um pouco de vergonha, prefiro assim, por favor não fica brava." Mãe: "Ok." Não precisei falar nada, confio nele e ele sabe disso, além disso é só nossa vida normal, pensei. Deixei o celular de lado e virei pra câmera, agradeci pelo presente e abri a caixa. Tinha um bilhete no começo que vou escrever aqui exatamente como estava. "Oi mãe, antes de tudo feliz aniversário, sei que você dedicou sua vida a nós e que graças a você somos o que somos, obrigado. Pensei muito no que te dar e espero que você leve numa boa. Meu presente é bem pessoal e sincero. Eu sei que você não tem um parceiro e preciso confessar que não ia gostar nem tolerar te ver com algum homem, e você sabe disso. Mas também sei que você deve ter necessidades, necessidades de mulher, e pensando nisso comprei várias coisas pra você, pra que não precise de nenhum homem e muito menos dentro dessa casa. Por favor, não me mata quando ver seus presentes, mas é de verdade com muito carinho e bem pessoal. Aproveita, mãe, te amo." Deixei o bilhete e virei pra câmera, franzi a testa e peguei meu celular. Mãe: "Filho, o que tem dentro da caixa?" Filho: "Só uns presentes, mãe, pra você." Com cuidado e... Com um pouco de medo, tirei um papel que cobria as coisas embaixo do bilhete que acabara de ler, e minha cara deve ter sido de grande surpresa pra câmera dele!!! Fiquei paralisada ali, olhando, e não soube como reagir até que chegou outra mensagem do meu filho no meu celular. Filho: já viu os presentes? Não consegui responder, ainda estava em choque, virei pra câmera e respirei. Minha cabeça era um mundo em branco diante daquela situação, mas me surpreendi comigo mesma por não ter ficado puta ou fechado a caixa e saído correndo pra reclamar com meu filho pela ousadia dele. Pelo contrário, eu ainda estava ali contemplando a caixa, sendo gravada pelo meu filho, e depois de alguns minutos finalmente reagi. Estiquei minha mão dentro da caixa e tirei, diante dos meus olhos e da câmera, meu primeiro presente. Uma buceta de borracha, ou como chamam, um consolo, cor de pele. Peguei ele entre minhas mãos e coloquei quase na minha frente, onde a câmera também via, óbvio. Não soube o que dizer ou fazer, só fiquei olhando pra ele. Não era totalmente rígido; ao segurá-lo, mexia um pouco, como se me hipnotizasse. Tinha uma etiqueta grudada que consegui ver e li: "Pinto de borracha personalizado". Tirei a etiqueta e, embaixo dela, tinha umas letras gravadas no plástico, na base, bem fraquinhas, mas consegui ler. Tinha o nome do meu filho escrito e uns números: 18.5x6. Mãe: personalizado? O nome do meu filho? Esses números são as medidas, suponho? Essas perguntas eu fiz em voz baixa, acho que não deu pra ouvir no vídeo. Que surpresa meu filho me deu, pensei. Continuei observando aquela buceta de borracha e, cada vez mais, encontrava detalhes. Por exemplo, tinha relevos marcando as veias, e olha que pareciam bem reais. Também tinha na base uma espécie de ventosa, pra colar em alguma superfície. Deixei ele na cama e peguei meu celular. No chat do meu filho, a mensagem dele ainda não tinha resposta... Respirei fundo e me preparei pra escrever. Mãe: já. Foi a única coisa que escrevi de resposta. Filho: todos? Como assim todos? Tem mais, pensei... Mãe: não, só o primeiro. Filho: É... você gostou? Não sabia o que escrever, deveria estar brava, suponho, ou envergonhada por essa ousadia, mas longe disso, minha cabeça estava cheia de imagens de mim usando aquela coisa, pensamentos de como meu filho teve essa ideia, bom, fiquei até excitada. Ainda assim, não podia contar tudo isso pro meu filho, tudo bem que eu gostei do presente dele, ainda mais por ser tão inesperado, podia esperar qualquer outra coisa, mas ele me surpreendeu de verdade. Mãe: sim... sim, gostei, obrigada. Foi minha resposta. Filho: legal, mãe, pelo menos sei que não vai me matar hahaha. Mãe: depois a gente conversa. Filho: uiii hahaha tá bom, depois... termina de ver seus presentes e me fala se também gostou. Deixei o celular e procurei de novo na caixa, encontrei outra caixinha dentro e, ao abrir, não soube bem o que eram as coisas que estavam lá. Mãe: filho, isso é o quê? (Mandei foto) Filho: são plugs anais! Só quando ele falou é que me toquei, realmente eram, lembrei de ter visto uma vez num vídeo uma garota usando algo assim, mas não me julguem, não é que eu não soubesse, só não associei na hora, eu achava que era tipo uma decoração, bom, até que é, mas pro corpo. A caixa vinha com três brinquedinhos, um pequeno, um médio e um bem grande, tirei um por um pra câmera ver e, bom, minha reação. Não quis decepcionar o vídeo do meu filho. Filho: gostou dos plugs, mãe? Mãe: bom, não sei, nunca usei nada assim, mas acho que obrigada. Filho: dos cinco, qual você gostou mais? Mãe: cinco? Só tinha três! Filho: você só tirou a caixinha, procura mais embaixo que tem mais dois. Procurei mais embaixo e realmente tinha mais dois, mas esses eram diferentes, um tinha tipo um diamante com luzes na ponta e o último vinha num saquinho separado, parecia um pelúcia, quando tirei tinha uma etiqueta: "plug anal tipo Booty da Foxy". Filho: achou? Mãe: sim, já, são bonitinhos, obrigada. Filho: qual você gostou mais, me fala, mãe. Mãe: hummm, acho que o último, o Booty da Foxy. Filho: Sério, o meu também. Comprei especialmente pra você, mamãe.
Mãe: Obrigada, filho.
Filho: Só falta o seu último presente.
Procurei no fundo da caixa e saiu uma sacola tipo ziplock, cheia de calcinhas fio dental bem arrumadinhas. Peguei algumas e mostrei pra câmera, também tinha umas de cava alta e outras tiras. Essas, mesmo me surpreendendo, foram mais aceitáveis, porque meu filho sabe exatamente que tipo de calcinha eu uso — ele até me ajuda a lavar a roupa, e de vez em quando já deixei uma fio dental no banheiro ou por aí.
Mãe: Obrigada por tanta roupa íntima, filho. Não vou precisar comprar por um bom tempo, valeu.
Filho: De nada, mãe. É com muito amor, é pra você ficar confortável em casa. E se por acaso você deixar eu ver como fica alguma em você, ia ser foda, hahaha.
Eu tava lendo direito: meu filho tava me pedindo pra mostrar como ficam as calcinhas que ele me deu. Poxa, esse aniversário eu nunca vou esquecer, pensei. Parei de escrever e me aproximei da câmera, agradeci pelo presente e falei umas palavras:
"Obrigada pelo presente, filho, tá tudo muito lindo. Mas acho que você exagerou um pouco na ousadia de me dar essas coisas, mesmo assim aceito de bom grado. Você já disse que não quer outro homem nessa casa, ok, tudo bem, eu sei o ciumento que você é comigo, e isso me agrada. Você vai ser o único homem da casa. Das minhas necessidades, a gente conversa depois, porque imagino que você também tem as suas. E se a gente vai ficar sozinhos, eu e você, e já quebramos o gelo nesse assunto — ou melhor, você quebrou com esse presente —, então eu também quero ser a única mulher nessa casa pra você. Obrigada pelo presente, te amo."
Desliguei a câmera e mandei uma mensagem.
Mãe: Pode vir pegar sua câmera.
Ele não demorou nem 5 minutos pra ir. Entrou como se nada tivesse acontecido, do mesmo jeito de sempre, sorrindo e tal.
Filho: Vou levar minhas coisas pra você poder trocar de roupa, mãe.
Mãe: Sim, vai lá deixar e assiste o vídeo, porque imagino que é isso que você quer. Fica tranquilo, faz isso, e te espero. Me leva pra tomar um café no Starbucks?
Filho: Sim, mãe, claro. Te aviso quando...
Mãe: Sim, vai lá. enquanto me arrumo. Ele foi correndo pro quarto dele, eu fiquei ali na cama analisando tudo que tinha acabado de acontecer, virei pra ver meus presentes e a mente me disse: vai em frente, aproveita. Pensei em me arrepender, mas meu filho tinha me deixado muito excitada com tudo isso e minha mente já estava nublada pelo tesão. Guardei tudo e me preparei pra me vestir, mas pensei que se ele brincou comigo, agora era minha vez de brincar um pouco. Deixei o roupão de banho, tirei só o da cabeça e arrumei o cabelo, assim nua por baixo do roupão mandei uma mensagem pra ele. Mãe: te espero na sala pra ir pegar meu café. Filho: sim, em 10 min desço. Antes de sair, virei pro meu presente e tirei da bolsa uma tanga e coloquei. Era branca, ficava genial, amarrei o roupão e desci pra sala. Esperei ele uns minutos e ele desceu. Filho: vai assim? Mãe: não pretendo descer do carro, você vai pegar meu café ou não é meu homem? Os olhos dele brilharam, ele abriu a porta pra mim, saímos de casa, ele abriu a porta do carro e dirigiu. Me senti tão viva, tão mulher, tão desejada, tão cuidada por aquele homem que era meu filho e eu estava adorando cada segundo. Já no carro. Mãe: posso te perguntar uma coisa, filho? Filho: sim, fala mãe. Mãe: onde você conseguiu tudo que me deu? Filho: ahhh, na internet encontrei uma mina que tem uma loja online e com ela. Mãe: ahhh, então é nisso que vocês tão metidos agora. Filho: sim, é um negócio muito bom e como ela personaliza as coisas e tal, é bem lucrativo. Mãe: personaliza, como assim não entendi. Filho: ahhh, tipo, o pênis de borracha que te dei é personalizado. Mãe: sim, li isso na etiqueta mas não entendi direito o que significa. Filho: ah, é feito baseado num molde, ou seja, em algo pessoal. Mãe: teu? Filho: sim, meu. Mãe: pera pera, se eu tô entendendo, essa coisa você pediu assim, do jeito que é... Filho: não se embola mãe, essa rola de plástico é uma réplica do meu pau!!! Mãe: do teu pau!!! Caralho filho, sério? Filho: sim, por isso é personalizado. Mãe: e você disse que era pra Dar pra sua mãe? Filho: hahaha óbvio que não, só pedi uma réplica exata e pronto, não falei pra quem era, óbvio. Mãe: você acha que sou muito boba, mas isso dá pra fazer mesmo? Filho: sim, hoje em dia é bem simples com uma impressora 3D, baseado em uma foto ou, bem, várias que mandei, ele baixa, imprime e faz no material que você escolher. Pedi pra ter um pouco de movimento pra ficar mais real. Fiquei em choque... Mãe: então essa coisa é igualzinha ao seu... pinto? Filho: sim, hahaha Mãe: e você mandou colocar até seu nome e a medida? Filho: essa foi ideia da vendedora. Mãe: e... de verdade... é... bem... tipo... igual... no tamanho e... tudo? Filho: sim, ela disse que uns 90% mais ou menos igual, variou um pouco só na textura porque como eu tenho ela bem cheia de veias, algumas foram difíceis de replicar exatamente. Mãe: sim, reparei nesse detalhe, tem muitas veias kkkkk Filho: mas ficou bom assim, né? Mãe: santo deus, você e eu falando disso, filho, não vai pensar que eu... Filho: calma, mãe, por isso perguntei há pouco se você tinha gostado. Agora que sabe que é igual à do seu filho, o que acha? Ainda continua gostando? Mãe: bem... então... sim, embora deva admitir que estou muito surpresa, filho. Você nunca foi recatado e tal, mas me surpreende estar tão ousado hahaha Filho: acho que já era hora disso, já sou um homem adulto e não tenho medo de mostrar o carinho nem os sentimentos que tenho por você, mãe. Além disso, quando você fez 50, decidi que não tinha volta. Não quero ninguém na sua vida além de mim, e por isso pensei nisso tudo. Tá errado? Mãe: não, claro que não, mas você me deixou muito surpresa!!! Filho: esse presente que te dei é pra você me ter sempre presente, e pra saber que não precisa de mais ninguém na sua vida além de mim. Bem, pelo menos uma parte de mim vai estar sempre com você. Mãe: se pensar bem, uma parte de você vai estar dentro de mim... ai, desculpa, falei ou pensei? hahaha Filho: hahaha isso Você disse "má" hahaha
Mãe: Bom, é que se você parar pra pensar, se eu usar meu presente, talvez me venha à mente que, por ser igual ao seu, sei lá...
Filho: Você tá usando o meu, o de verdade?
Mãe: Ah, é melhor não falar nada, hihihi. Anda, estaciona e vai pegar meu café, já sabe como eu gosto.
Filho: Ok, ok, mãe. Já volto, espera aqui, minha rainha, já vou trazer seu café!!!
Adoro quando ele me trata assim, quando me mima, me cuida, é tão lindo comigo.
Volto com dois cafés e uns bolinhos.
Filho: Toma, mãe, trouxe seu favorito e um bolinho.
Mãe: Se continuar me mimando assim, depois não vai me aguentar, hein.
Filho: Pô, quem manda eu te amar tanto?
Ele dirigiu de volta pra casa...
Mãe: Ei, e por que você ficou com vergonha de me dar seu presente pessoalmente?
Filho: Pensei que, com a minha presença ali, talvez você ficasse incomodada ou não soubesse como reagir, e achei que seria melhor a sós.
Mãe: E por que você me gravou?
Filho: Queria ver sua reação.
Mãe: E você gostou do que viu?
Filho: Sim, bastante. Na verdade, é meu vídeo favorito até hoje seu, mãe... E os outros presentes, você gostou?
Mãe: Sim, as calcinhas fizeram um enorme favor, já ia comprar umas novas porque as que tenho estão bem usadas.
Filho: Sim, eu sei, via as mesmas há um tempão, hahaha.
Mãe: E como você sabe?
Filho: Presto atenção em você, percebo, e é óbvio. Por exemplo, as mais comuns são uma florida e uma azul céu, que encontro no cesto de roupa no banheiro. Bom, até vestidas eu percebo, hahaha.
Mãe: É que são as mais confortáveis que tenho. Ou seja, você presta muita atenção em mim!!! Agora, o que você acha que estou vestindo por baixo da bata?
Filho: Hmm, sei lá, imagino que nada, porque ela é bem grande e chamativa, não acho que você tenha colocado algo por baixo.
Mãe: Acha que estou pelada por baixo da bata?
Filho: Imagino que sim.
Mãe: Você se engana. Estou usando uma das calcinhas que você me deu.
Filho: Qual?
Mãe: A branca!!!
Filho: Posso ver?
Mãe: Hmm, ah não, vou ficar te mostrando aqui na rua?
Filho: Então vou me apressar pra chegar em casa? Mamãe: Bom, você me pediu pra te mostrar como ficariam seus presentes, mas vai ser dentro de casa. Vem cá que eu te mostro, mas só um pouquinho, hein. Meu filho dirigiu o mais rápido possível, nem quis pedir pra ele ir com calma, a empolgação dele entregava tudo. Chegamos em casa e, mal estacionei o carro, entramos. Na sala, deixamos os cafés e ele estava ansioso, esperando. Mamãe: Bom, você sabe que eu gosto de cumprir minhas promessas, mas antes preciso te falar umas coisas. Filho: Sou todo ouvidos, mãe. Mamãe: Primeiro, obrigada pelos presentes, obrigada por me tratar assim, obrigada por pensar em mim. Segundo, não vai ter nenhum homem na minha vida além de você, mas só dentro de casa. Lá fora, vamos ser mãe e filho como sempre; aqui dentro, o que a gente tá fazendo pode ser mal visto por alguém, entendeu? Terceiro, acho que a gente cruzou uma linha, uma que talvez não devesse, você me dando esses presentes e eu aceitando, mas já fizemos isso e você precisa ter em mente que, se a gente continuar, podem vir mais coisas que a gente ainda não sabe o que são, mas se estivermos juntos, a gente resolve junto. Quarta e última: a gente pode voltar pra ontem, pra onde nada disso aconteceu, e esquecer tudo. Você decide. Filho: Entendo tudo que você acabou de dizer. Me considero muito seguro do que fiz. Sei que talvez devesse ter te consultado antes, mas minha ousadia foi porque, se não fizesse assim, talvez nunca tivesse coragem. Não quero esquecer nada, quero viver isso com você. Te amo, mãe, e tô aqui pra você, pro que precisar e pra te fazer feliz sempre, ouviu? Sempre. Acho que já não tinha mais como esquecer ou voltar atrás. Nós dois estamos jogando o mesmo jogo, e vamos ver no que dá... Mamãe: Bom, quer ver como fica a tanga que você me deu? Filho: Sim, quero sim, mãe!!! Mamãe: Só vou te mostrar um pouco, ok? Você escolhe: frente ou traseira? Filho: Traseira!!! Mamãe: Faz o seguinte: traz um banco da cozinha. Vou subir nele pra ficar na altura do seu rosto. Você levanta minha bata até onde der pra ver bem e... Só mais alguns segundos, ok. Filho: ok, ok, ok. Saiu correndo, pegou um banquinho e colocou no centro do tapete, me ajudou a subir e ficou atrás de mim. Filho: você me avisa quando eu puder levantar sua bata, ok mamãe!!! Mamãe: já pode... Senti as mãos dele pegando a parte de trás da bata, e começou a levantar, de repente ouvi. Filho: ai caralho, WOW!!! Foram as palavras dele. Mamãe: o que achou? Filho: perfeito, divino, WOW que rabão!!! Mamãe: gostou como fica a tanga que você me deu? Filho: sim, muito... posso te dar um tapa na bunda? Mamãe: sabe que sim, pode dar!! Zaz!!! Um tapão na minha bunda direita me fez tremer. Mamãe: ai, doeu, é a primeira vez que você me dá um tapa na bunda mas sem roupa no meio. Filho: desculpa, acho que exagerei!!! Mamãe: não, tá tudo bem, quer dar um na outra bunda? Zazzzzzz, essa foi ainda mais forte e sem nem me avisar. Mamãe: aiii agora esfrega porque doeu mesmo. As mãos dele pousaram na minha bunda e começou a mexer de forma circular e esfregou meu cu, só deixei fazer por uns segundos. Desci do banquinho e dei um cheiro nele. Mamãe: obrigada por tudo hoje, filho, nunca vou esquecer esse aniversário, te amo, vou dormir agora. Filho: de nada, mamãe, obrigado a você por me entender e me deixar ser o único homem na sua vida. Subi as escadas pro meu quarto, não sem antes mandar um sorriso e um beijo da escada. Já no meu quarto, minha mente não parava de lembrar do que acabou de acontecer e um sorriso no meu rosto confirmou que eu tava adorando aquilo. Me deitei só tirando a bata, fiquei só de tanga, as coisas que ele me deu ainda estavam na cama, então guardei na caixa e coloquei no meu armário, só peguei o pau de borracha e fechei a porta. Já deitada vendo TV, peguei meu brinquedo nas mãos, observei e não me cansei de passar meus dedos nele. Mamãe: que veias gostosas!!! Tava falando sozinha. Mamãe: será que o meu filho tem um assim? Bom, bem diz o ditado, magro sem bunda, pica garantida hahaha. Depois de ver e analisar, tentei enfiar ele na minha buceta. boca. Mamãe: ah, não, se é grandão assim não cabe tudo... vamos tentar por outro lado. Abri as pernas e comecei a brincar com ele na minha buceta por cima da calcinha fio dental. Não aguentei muito e, sem querer, enfiei ele na minha vagina quase de uma vez só. Mamãe: ai, filho, que gostoso!!!!! Reagi às minhas próprias palavras... o que eu tinha acabado de dizer, estava pensando no meu filho enquanto me masturbava com aquela coisa. Mamãe: bom, no final você é uma cópia dele, então acho que tá tudo bem te chamar assim... Dizia isso pro meu brinquedo enquanto continuava enfiando e tirando ele da minha buceta molhada. De repente, uma mensagem no meu celular me tirou da masturbação. Olhei e era do meu filho: Filho: tudo bem, mãe? Acho que ouvi uns barulhos quando passei pela sua porta? Mamãe: sim, tudo bem, filho, é que tô estreando meu brinquedo, desculpa o barulho. Filho: ahhh, não se preocupa, foi pra isso que te dei de presente, qual você tá estreando? Mamãe: seu pau!!!... desculpa, o pau de borracha, kkkk. Filho: bom, a gente combinou que era uma parte minha, né, kkkk, aproveita. Mamãe: kkkk, sim, obrigada, filho. Filho: a mina que me vendeu falou que ele gruda em quase qualquer superfície, por isso tem a base. Pensei em você, já que sua cabeceira é de madeira. Tenta colocar ele lá numa altura que fique boa pra você ficar de quatro, ela disse que é assim que se usa. Mamãe: ok, vou tentar... Filho: boa noite, mãe, aproveita seu presente. Não soube o que dizer, segui as instruções e em menos de um minuto tava de quatro com o pau de borracha enfiado até o fundo na minha buceta, não conseguia parar de me esfregar sozinha contra a cabeceira da minha cama e chamar o nome do meu filho, imaginando que era ele quem me deixava assim. Mamãe: ai, filho, que gostoso, vai, isso, enfia tudo, quê? Já vai gozar, mas não tem camisinha, bom, só dessa vez, assim mesmo, termina dentro de mim, isso, isso, que gostoso. Caí na cama com um orgasmo do caralho que eu mesma provoquei, não quis nem me mexer, me cobri com as cobertas e dormi super tranquila. Na manhã seguinte, meu filho bateu na porta porque já ia pro trabalho, me vesti. Minha bata e abri pra me despedir dele, voltei, sentei na cama e ele entrou. A gente conversou sobre coisas normais do dia e ele se despediu. Já tava saindo e me disse: "Filho: não vai esquecer de tirar aquilo da cama, hein, senão minha irmã vai te visitar e te pegar de surpresa kkkk." Virei pra cama e na cabeceira ainda tava grudado o pau de borracha. Mãe: "Ai, esqueci de guardar!!!" Me estiquei e desgrudei, escondendo na minha bata. Filho: "Posso perguntar umas coisas?" Mãe: "Pode." Filho: "Você gostou ontem quando estreou?" Mãe: "Sim, bastante." Filho: "Entrou tudo?" Mãe: "Sim, tudo." Filho: "O que achou dos detalhes, tipo as veias?" Mãe: "Sente muito bem, é quase real." Filho: "Hoje você vai usar de novo?" Mãe: "Hmm, sei não, talvez." A gente se olhou fixamente e nossos olhares eram de amor, de cúmplices, de algo que tava pegando fogo. Filho: "Bom, vou indo, mais tarde volto pra comer. Hoje você não vai sair, é seu dia de folga, né?" Mãe: "Não, vou limpar a casa e vou te esperar." Ele me deu um beijinho e passou a mão na minha bunda por cima da bata. Saiu de casa. Eu não conseguia parar de pensar nisso tudo, tava me transformando em algo que nunca imaginei, minha mente não para de pensar no meu filho, em como com as ações dele, com os presentes dele, me meteu num mundo que tava me dando muito tesão. Fiquei em casa o dia inteiro, limpei, lavei roupa, preparei a comida e de tarde já tava pronta pra receber meu homem. Subi pro meu quarto e tomei um banho. Quando saí, nua, fiquei pensando no que vestir. Peguei meus presentes e escolhi uma calcinha fio dental preta que ele me deu. Pensei no que vestir por cima e decidi que não ia usar sutiã, ia vestir uma camiseta branca de alcinha que é meio transparente, já usei ela em casa antes e meu filho não tirava os olhos das minhas tetas. Embaixo, ia vestir uma calça jeans que eu gosto, mas quando vi que ela já tava meio velhinha, resolvi arriscar. Peguei uma tesoura e cortei, primeiro como um short na metade da coxa, não gostei, depois um pouco mais curta, ainda assim não achei nada interessante. Cortei mais e coloquei, transformei num shortinho bem cavado. Me olhei no espelho, caramba, eu tava tão gostosa. Coloquei umas sandálias de plataforma que tenho, que alongam minhas pernas pra ficar com a raba mais empinada e mais alta, e amei... Mãe: Assim vou esperar meu filho!!! Depois de meia hora, ouvi o carro chegar. Desci pra sala esperar ele e, bem na hora que abriu a porta, lá estava eu, mais que pronta pra ele. Filho: UAU mãe!!! Mãe: Oi filho, como foi? Filho: Tá bem. Deixa eu te ver direito. Ele pegou minha mão e me deu uma volta. Filho: E esse short, nunca vi antes. Mãe: Eu que fiz!!! Como ficou em mim? Filho: Nossa, ficou show. Ele colocou a mão na minha bunda e começou a apalpar. A boca dele veio pro selinho de boas-vindas, mas dessa vez foi mais um beijo, cheguei a sentir a língua dele. Mãe: Vou me vestir mais assim pra ganhar mais carinho. Filho: É que você tá divina!!! Mãe: Vem, vamos comer! Assim que me virei, ele deu um tapa em cada nádega. Eu só ri e ele me seguiu até a cozinha. Ele não parava de me devorar com os olhos, e eu adorando ser o centro das atenções dele. Me requebrava pra ele ver minha bunda, balançava meus peitos na frente dele e deixava ele de boca aberta. Mãe: O que cê acha que eu tô usando por baixo do short? Filho: Imagino que alguma calcinha fio dental que eu te dei. Mãe: Mais ou menos, é algo que você me deu, mas não exatamente uma fio dental. Filho: Um tapa-sexo? Mãe: Sim, preto, bem pequenininho. Acho que não cobre nada. Filho: Deixa eu ver? Mãe: Aqui? Mas você tá comendo. Filho: Sim, aqui. Mãe: Tá bom... Cheguei perto dele, virei de costas e desabotoei meu short. Mãe: Me ajuda!!! As mãos dele foram pra minha cintura, foram descendo devagar o short e apareceu minha calcinha. Filho: Aaahhh UAU, UAU, UAU. Mãe: Como tá? Filho: Incrível!!! Dá pra tirar o short pra ver direito. Mãe: Hmmm, ficar só de calcinha não sei, me dá um pouco de vergonha. Filho: Se quiser, eu também tiro, assim a vergonha é dos dois. Meu filho tava me esquentando tanto, tão gostoso, que não consegui recusar. Mãe: Tá bom, mas... Você primeiro. Ele se levantou da cadeira e, sem mais, tirou os sapatos e a calça. Tava de cueca preta e, quando se endireitou, meus olhos não conseguiram olhar pra outro lugar. Que volume marcado, meu deus, era enorme. Ele fez um movimento como se estivesse ajeitando o pau e deu pra ver o comprimento. Engoli seco, porque embora já tivesse visto meu filho de shorts pela casa, fazia tempo que não o via de cueca, e que surpresa eu tava tendo. Filho: Vai, mãe, tira o shorts. Virei de costas pra ele e fui descendo até tirar, dei um close do meu rabo assim dobrada. Mãe: Verdade que essa tirinha não esconde nada, né? Filho: Não, mas fica maravilhoso em você!!! Vira!!! Me virei pra ficar de frente pra ele. Filho: Ohhhhh que gostosa!!!! Foram as palavras dele, embora baixinho, eu ouvi. Mãe: Não marca muito a calcinha fio dental? Filho: Um pouco... você tá com ela enfiada? Mãe: É, um pouco, isso sempre acontece porque tenho a buceta muito carnuda e os lábios bem grossos. Filho: Parece deliciosa, buceta digna de uma coroa!!! Mãe: Bom, vamos continuar pra você comer, a gente fica assim de roupa íntima ou eu me visto? Filho: Fica assim, mãe, eu vou tirar a camisa também pra ficar mais fresco. Ele ficou só de regata e cueca, e eu de camiseta e fio dental. Filho: Sabe o que ia ficar uma beleza com esse fio dental? Mãe: O quê? Filho: Um plug anal daqueles que te dei. Mãe: Ahhh, bom, é que... preciso confessar que não sei muito bem como usar essas coisas, por incrível que pareça, não entendo muito de sexo anal!!! A confiança que eu tava sentindo com meu filho tava me fazendo abrir a boca demais. Filho: Acho que a gente já tem confiança pra se perguntar coisas, ou saber mais um do outro e tal, não é? Mãe: Claro, filho, e sempre foi assim, agora acho que ainda mais. Por quê, o que você quer saber? Filho: Bom, por exemplo, você já fez sexo anal? Mãe: Tem certeza que quer saber disso? Você é muito ciumento, aposto que quer saber da minha vida passada. Olha, se eu me comportei um pouco mal, até tive dois filhos, hahaha. Filho: Melhor não, não quero saber, você tem razão. Mãe: Calma, não fica com ciúmes, só vou te dizer que tenho a mesma idade que você sem experimentar nada por aí. Filho: Ohhh, então deve estar praticamente novo. Mãe: Haha, algo assim, acho haha. Filho: Por que você não começa a experimentar com um? Aliás, por isso que te comprei o kit completo. Se viu, um é bem pequeno, depois vai aumentando a intensidade e... Mãe: Devagar, te vejo muito animado, quase quer que eu coloque um? Filho: Siiiiim. Mãe: Mas não vou deixar você ver, óbvio que não vou deixar você ver meu cu, já me ter assim de fio dental não te basta? Filho: Bom, me contento em saber que você está usando. Mãe: Bom, a gente vê, vamos nos apressar, já é tarde e ainda nem terminamos de jantar. Nos dias seguintes, a dinâmica ficou parecida, seja eu chegando primeiro ou depois do trabalho, era só entrar e tirar a roupa, só uma blusa ou camiseta e uma tanga ou fio dental. Se ele me visse com algo a mais, pedia para eu tirar para ficar mais confortável. Eu entendi que não tinha mais volta, agora teria que andar assim em casa sempre. Ele também me dava boas visões, eu via ele quando chegava, se já estava em casa, às vezes sem camiseta, só de cueca ou shorts, via como o pau dele balançava quando estava relaxado e quando estava duro era uma barraca na roupa ou um volume grande se tivesse alguma peça apertada. Os beijinhos viraram beijos de namorados ou amantes, às vezes até de língua, o filho da puta me devorava a boca. Uma noite, achei que ele já estava no quarto dele, peguei meu brinquedo, o pau de plástico dele, coloquei na minha cama perto da cabeceira e comecei a brincar com ele, fiquei de quatro e comecei a sentar. Uma mensagem no meu celular! Filho: Você está usando seu consolo? Parece que o filho da puta estava me espionando, pensei. Mãe: Sim, como você sabe? Filho: Passei pela sua porta e ouvi o barulho da cama e um pouco dos seus gemidos. Mãe: Ai, desculpa, mas como não gemer se essa coisa é enorme e quando entra toda... Pensei em enviar ou não... bom Mando pra ele! Vamos ver o que acontece! Filho: Ela te faz gemer quando entra toda? Mãe: Sim, muito... é que é muito gostosa, grande e grossa. Filho: E você já parou pra pensar que tem outra rola igual em casa, mas essa é de verdade, de carne? Ohhh, sua mensagem me deixou gelada... fiquei pensando no que responder. Mãe: Sim, sim, já pensei!!! Filho: Bom, continua aproveitando com meu pau de borracha, se você se cansar, me avisa, ok mãe. Não entendi direito a última mensagem dele, mas minha mente me fez adivinhar que ele tava me oferecendo o pau de carne dele. Continuei me masturbando e pensei em usar um plug enquanto fazia isso. Desci da cama, fui pegar minha caixa de presentes e tirei de uma caixinha um plug anal, o menor. Limpei, desinfetei e peguei um potinho de vaselina que tenho. Passei um pouco no meu cuzinho e comecei a brincar com o plug... tenho que confessar que, como não é tão grande, quase um supositório, entrou bem, sem dor e sem muito esforço. Peguei meu celular... Mãe: Já tá dormindo? Filho: Não, por quê? Mãe: Só queria te dizer que já estreiei outro presente!!! Filho: Qual? Mãe: O plug anal, o menor! Filho: Sério? UAU mãe, e aí, o que achou? Mãe: Até agora, bem, mas não sei como vai ser com meu outro brinquedo dentro! Filho: Tenta e me diz se gostou ou não. Deixei o celular e me coloquei de novo de putinha na cama. Tava com um plug no cu e prestes a meter o consolo na minha buceta. Uiiii, que delícia, pensei. Tava uma sensação gostosa e tive que contar pra ele. Mãe: Filho!!! Filho: Fala, mãe? Mãe: Tá muito gostoso!!! Filho: Tá usando enquanto escreve pra mim? Mãe: Siiiiim Filho: Manda um áudio no WhatsApp pra eu te ouvir. Acho que ele tava bem empolgado, e isso que ele pediu já era demais, mas tudo bem, ele não se atreveu a pedir um vídeo ou vir ver, se contentava só em ouvir. Bom, um pouco não faz mal, pensei. Coloquei o celular e, enquanto tava me enfiando no pau de borracha dele, gravei um áudio pra mandar. "Mmmmm, ai, ai, que gostoso, siiiim, essa coisa é enorme, ohhh, adoro assim grosso, me preenche toda. todita, ayyyy filho" — isso eu falei sem pensar, mas já tava gravado, assim que tirasse o dedo a mensagem ia embora, então nem hesitei, enviei. Passaram uns minutos sem resposta e de repente. Filho: me manda outra, me chamando assim, também tô me masturbando, já tô quase gozando!!! Que!!! Meu filho tava se masturbando junto comigo!!! Mãe: cê também tá se masturbando? Filho: sim, me manda outro áudio pra eu gozar! Mãe: bom, já tô muito excitada, não tem jeito. "Mmmm, filho, que yummy cock você tem, enche toda a minha buceta com ela, já vai gozar, então vai fundo, como se não tivesse camisinha, bom, só dessa vez tá... mmmm sim, que tasty!!!" Mal enviei, um orgasmo me tomou e eu caí largada na cama, minhas pernas tremiam e meu corpo tava todo suado. Depois de uns minutos. Filho: valeu, mãe, espero que, igual eu, você tenha gozado bem tasty, eu gozei tudo, vou tomar um banho hahaha. Não respondi mais, acho que a intimidade que a gente acabou de ter mostrava que nossa vida agora era essa e, mesmo que eu não quisesse admitir, tava adorando. Na manhã seguinte, tomei banho e, sem vergonha nenhuma, desci pra fazer o café só com uma regata na cintura e uma tanga rosa daquelas que ele me deu. Tava na cozinha quando ele desceu quase pronto pra ir trabalhar. Chegou perto de mim e, zaz, me deu um tapa na bunda. Filho: cê tá divina, mãe. Mãe: obrigada, filho, você tá lindo de terno pro trabalho. Servi o café e, quando ele já ia saindo, eu tava na pia lavando a louça, ele chegou por trás, colocou a boca no meu pescoço e começou a me beijar, uma mão foi na minha bunda e a outra nos meus peitos. Tava me dando um amasso de verdade. Mãe: ai, filho, já tá me apalpando demais!!! Filho: e você não gosta? Não soube o que dizer, só me deixei levar. A boca dele encontrou a minha, me comeu de beijos, as mãos dele pareciam de polvo, sentia por todo lado e, de repente, me soltou. Filho: vou trabalhar, te vejo mais tarde, mamãe, espero te ver muito gostosa. quando eu voltar, ok. Mamãe: ok, e minha palmada de despedida, não vai me dar? Ela se virou e me deu duas palmadas, uma em cada nádega, sem nem medir a força. Mamãe: mmm, tenha um bom dia, filho. Eu já não aguentava esperar a tarde/noite chegar pra ver meu filho, cheguei em casa e ele ainda não estava, então me aprontei, fui tomar banho, me arrumar toda e escolher minha roupa. Encontrei um top que não usava há anos, só cobria meus peitos e, como são grandes e pesados, mal os segurava. Por baixo, queria deixar algo pra imaginação dele e coloquei uma saia curta e rodada que batia no meio da coxa e saltos. Achei a última tanga que ele me deu na caixa e vesti, era vermelha, fio dental, e por último um plug anal, o próximo nível, digamos o 2 kkkk. Desci pra cozinha esperar por ele. Quando ele chegou, foi direto até mim, enfiou uma das mãos por baixo da saia e agarrou uma das minhas nádegas. Filho: oi, mãe. Virei a cabeça pra cumprimentá-lo e ele me deu um beijo na boca. Filho: como você está linda. Mamãe: obrigada. Ele se sentou numa cadeira. Filho: ufff, já queria chegar, o trânsito tá um inferno. Mamãe: você tá estressado, né? Deixa eu te ajudar a relaxar, você já tá em casa com a mamãe e eu vou te mimar. Me aproximei dele, ainda sentado, e fiquei na frente dele, desabotoei a camisa dele e tirei a gravata, o torso dele ficou nu e passei minha mão nele. Me ajoelhei e devagar afrouxei o cinto e desabotoei a calça dele. Filho: não tô de cueca, tudo bem? O quê? Meu filho veio sem cueca, que surpresa, pensei. Será de propósito ou... bom, isso não é da minha conta, pensei. Mamãe: pra mim não importa, e pra você? Filho: de jeito nenhum, continua. Ele se levantou um pouco da cadeira pra abaixar a calça e de repente, apareceu o pau dele!!! Mamãe: ohhh meu deus, que coisa!!!
Mãe: Obrigada, filho.
Filho: Só falta o seu último presente.
Procurei no fundo da caixa e saiu uma sacola tipo ziplock, cheia de calcinhas fio dental bem arrumadinhas. Peguei algumas e mostrei pra câmera, também tinha umas de cava alta e outras tiras. Essas, mesmo me surpreendendo, foram mais aceitáveis, porque meu filho sabe exatamente que tipo de calcinha eu uso — ele até me ajuda a lavar a roupa, e de vez em quando já deixei uma fio dental no banheiro ou por aí.
Mãe: Obrigada por tanta roupa íntima, filho. Não vou precisar comprar por um bom tempo, valeu.
Filho: De nada, mãe. É com muito amor, é pra você ficar confortável em casa. E se por acaso você deixar eu ver como fica alguma em você, ia ser foda, hahaha.
Eu tava lendo direito: meu filho tava me pedindo pra mostrar como ficam as calcinhas que ele me deu. Poxa, esse aniversário eu nunca vou esquecer, pensei. Parei de escrever e me aproximei da câmera, agradeci pelo presente e falei umas palavras:
"Obrigada pelo presente, filho, tá tudo muito lindo. Mas acho que você exagerou um pouco na ousadia de me dar essas coisas, mesmo assim aceito de bom grado. Você já disse que não quer outro homem nessa casa, ok, tudo bem, eu sei o ciumento que você é comigo, e isso me agrada. Você vai ser o único homem da casa. Das minhas necessidades, a gente conversa depois, porque imagino que você também tem as suas. E se a gente vai ficar sozinhos, eu e você, e já quebramos o gelo nesse assunto — ou melhor, você quebrou com esse presente —, então eu também quero ser a única mulher nessa casa pra você. Obrigada pelo presente, te amo."
Desliguei a câmera e mandei uma mensagem.
Mãe: Pode vir pegar sua câmera.
Ele não demorou nem 5 minutos pra ir. Entrou como se nada tivesse acontecido, do mesmo jeito de sempre, sorrindo e tal.
Filho: Vou levar minhas coisas pra você poder trocar de roupa, mãe.
Mãe: Sim, vai lá deixar e assiste o vídeo, porque imagino que é isso que você quer. Fica tranquilo, faz isso, e te espero. Me leva pra tomar um café no Starbucks?
Filho: Sim, mãe, claro. Te aviso quando...
Mãe: Sim, vai lá. enquanto me arrumo. Ele foi correndo pro quarto dele, eu fiquei ali na cama analisando tudo que tinha acabado de acontecer, virei pra ver meus presentes e a mente me disse: vai em frente, aproveita. Pensei em me arrepender, mas meu filho tinha me deixado muito excitada com tudo isso e minha mente já estava nublada pelo tesão. Guardei tudo e me preparei pra me vestir, mas pensei que se ele brincou comigo, agora era minha vez de brincar um pouco. Deixei o roupão de banho, tirei só o da cabeça e arrumei o cabelo, assim nua por baixo do roupão mandei uma mensagem pra ele. Mãe: te espero na sala pra ir pegar meu café. Filho: sim, em 10 min desço. Antes de sair, virei pro meu presente e tirei da bolsa uma tanga e coloquei. Era branca, ficava genial, amarrei o roupão e desci pra sala. Esperei ele uns minutos e ele desceu. Filho: vai assim? Mãe: não pretendo descer do carro, você vai pegar meu café ou não é meu homem? Os olhos dele brilharam, ele abriu a porta pra mim, saímos de casa, ele abriu a porta do carro e dirigiu. Me senti tão viva, tão mulher, tão desejada, tão cuidada por aquele homem que era meu filho e eu estava adorando cada segundo. Já no carro. Mãe: posso te perguntar uma coisa, filho? Filho: sim, fala mãe. Mãe: onde você conseguiu tudo que me deu? Filho: ahhh, na internet encontrei uma mina que tem uma loja online e com ela. Mãe: ahhh, então é nisso que vocês tão metidos agora. Filho: sim, é um negócio muito bom e como ela personaliza as coisas e tal, é bem lucrativo. Mãe: personaliza, como assim não entendi. Filho: ahhh, tipo, o pênis de borracha que te dei é personalizado. Mãe: sim, li isso na etiqueta mas não entendi direito o que significa. Filho: ah, é feito baseado num molde, ou seja, em algo pessoal. Mãe: teu? Filho: sim, meu. Mãe: pera pera, se eu tô entendendo, essa coisa você pediu assim, do jeito que é... Filho: não se embola mãe, essa rola de plástico é uma réplica do meu pau!!! Mãe: do teu pau!!! Caralho filho, sério? Filho: sim, por isso é personalizado. Mãe: e você disse que era pra Dar pra sua mãe? Filho: hahaha óbvio que não, só pedi uma réplica exata e pronto, não falei pra quem era, óbvio. Mãe: você acha que sou muito boba, mas isso dá pra fazer mesmo? Filho: sim, hoje em dia é bem simples com uma impressora 3D, baseado em uma foto ou, bem, várias que mandei, ele baixa, imprime e faz no material que você escolher. Pedi pra ter um pouco de movimento pra ficar mais real. Fiquei em choque... Mãe: então essa coisa é igualzinha ao seu... pinto? Filho: sim, hahaha Mãe: e você mandou colocar até seu nome e a medida? Filho: essa foi ideia da vendedora. Mãe: e... de verdade... é... bem... tipo... igual... no tamanho e... tudo? Filho: sim, ela disse que uns 90% mais ou menos igual, variou um pouco só na textura porque como eu tenho ela bem cheia de veias, algumas foram difíceis de replicar exatamente. Mãe: sim, reparei nesse detalhe, tem muitas veias kkkkk Filho: mas ficou bom assim, né? Mãe: santo deus, você e eu falando disso, filho, não vai pensar que eu... Filho: calma, mãe, por isso perguntei há pouco se você tinha gostado. Agora que sabe que é igual à do seu filho, o que acha? Ainda continua gostando? Mãe: bem... então... sim, embora deva admitir que estou muito surpresa, filho. Você nunca foi recatado e tal, mas me surpreende estar tão ousado hahaha Filho: acho que já era hora disso, já sou um homem adulto e não tenho medo de mostrar o carinho nem os sentimentos que tenho por você, mãe. Além disso, quando você fez 50, decidi que não tinha volta. Não quero ninguém na sua vida além de mim, e por isso pensei nisso tudo. Tá errado? Mãe: não, claro que não, mas você me deixou muito surpresa!!! Filho: esse presente que te dei é pra você me ter sempre presente, e pra saber que não precisa de mais ninguém na sua vida além de mim. Bem, pelo menos uma parte de mim vai estar sempre com você. Mãe: se pensar bem, uma parte de você vai estar dentro de mim... ai, desculpa, falei ou pensei? hahaha Filho: hahaha isso Você disse "má" hahaha
Mãe: Bom, é que se você parar pra pensar, se eu usar meu presente, talvez me venha à mente que, por ser igual ao seu, sei lá...
Filho: Você tá usando o meu, o de verdade?
Mãe: Ah, é melhor não falar nada, hihihi. Anda, estaciona e vai pegar meu café, já sabe como eu gosto.
Filho: Ok, ok, mãe. Já volto, espera aqui, minha rainha, já vou trazer seu café!!!
Adoro quando ele me trata assim, quando me mima, me cuida, é tão lindo comigo.
Volto com dois cafés e uns bolinhos.
Filho: Toma, mãe, trouxe seu favorito e um bolinho.
Mãe: Se continuar me mimando assim, depois não vai me aguentar, hein.
Filho: Pô, quem manda eu te amar tanto?
Ele dirigiu de volta pra casa...
Mãe: Ei, e por que você ficou com vergonha de me dar seu presente pessoalmente?
Filho: Pensei que, com a minha presença ali, talvez você ficasse incomodada ou não soubesse como reagir, e achei que seria melhor a sós.
Mãe: E por que você me gravou?
Filho: Queria ver sua reação.
Mãe: E você gostou do que viu?
Filho: Sim, bastante. Na verdade, é meu vídeo favorito até hoje seu, mãe... E os outros presentes, você gostou?
Mãe: Sim, as calcinhas fizeram um enorme favor, já ia comprar umas novas porque as que tenho estão bem usadas.
Filho: Sim, eu sei, via as mesmas há um tempão, hahaha.
Mãe: E como você sabe?
Filho: Presto atenção em você, percebo, e é óbvio. Por exemplo, as mais comuns são uma florida e uma azul céu, que encontro no cesto de roupa no banheiro. Bom, até vestidas eu percebo, hahaha.
Mãe: É que são as mais confortáveis que tenho. Ou seja, você presta muita atenção em mim!!! Agora, o que você acha que estou vestindo por baixo da bata?
Filho: Hmm, sei lá, imagino que nada, porque ela é bem grande e chamativa, não acho que você tenha colocado algo por baixo.
Mãe: Acha que estou pelada por baixo da bata?
Filho: Imagino que sim.
Mãe: Você se engana. Estou usando uma das calcinhas que você me deu.
Filho: Qual?
Mãe: A branca!!!
Filho: Posso ver?
Mãe: Hmm, ah não, vou ficar te mostrando aqui na rua?
Filho: Então vou me apressar pra chegar em casa? Mamãe: Bom, você me pediu pra te mostrar como ficariam seus presentes, mas vai ser dentro de casa. Vem cá que eu te mostro, mas só um pouquinho, hein. Meu filho dirigiu o mais rápido possível, nem quis pedir pra ele ir com calma, a empolgação dele entregava tudo. Chegamos em casa e, mal estacionei o carro, entramos. Na sala, deixamos os cafés e ele estava ansioso, esperando. Mamãe: Bom, você sabe que eu gosto de cumprir minhas promessas, mas antes preciso te falar umas coisas. Filho: Sou todo ouvidos, mãe. Mamãe: Primeiro, obrigada pelos presentes, obrigada por me tratar assim, obrigada por pensar em mim. Segundo, não vai ter nenhum homem na minha vida além de você, mas só dentro de casa. Lá fora, vamos ser mãe e filho como sempre; aqui dentro, o que a gente tá fazendo pode ser mal visto por alguém, entendeu? Terceiro, acho que a gente cruzou uma linha, uma que talvez não devesse, você me dando esses presentes e eu aceitando, mas já fizemos isso e você precisa ter em mente que, se a gente continuar, podem vir mais coisas que a gente ainda não sabe o que são, mas se estivermos juntos, a gente resolve junto. Quarta e última: a gente pode voltar pra ontem, pra onde nada disso aconteceu, e esquecer tudo. Você decide. Filho: Entendo tudo que você acabou de dizer. Me considero muito seguro do que fiz. Sei que talvez devesse ter te consultado antes, mas minha ousadia foi porque, se não fizesse assim, talvez nunca tivesse coragem. Não quero esquecer nada, quero viver isso com você. Te amo, mãe, e tô aqui pra você, pro que precisar e pra te fazer feliz sempre, ouviu? Sempre. Acho que já não tinha mais como esquecer ou voltar atrás. Nós dois estamos jogando o mesmo jogo, e vamos ver no que dá... Mamãe: Bom, quer ver como fica a tanga que você me deu? Filho: Sim, quero sim, mãe!!! Mamãe: Só vou te mostrar um pouco, ok? Você escolhe: frente ou traseira? Filho: Traseira!!! Mamãe: Faz o seguinte: traz um banco da cozinha. Vou subir nele pra ficar na altura do seu rosto. Você levanta minha bata até onde der pra ver bem e... Só mais alguns segundos, ok. Filho: ok, ok, ok. Saiu correndo, pegou um banquinho e colocou no centro do tapete, me ajudou a subir e ficou atrás de mim. Filho: você me avisa quando eu puder levantar sua bata, ok mamãe!!! Mamãe: já pode... Senti as mãos dele pegando a parte de trás da bata, e começou a levantar, de repente ouvi. Filho: ai caralho, WOW!!! Foram as palavras dele. Mamãe: o que achou? Filho: perfeito, divino, WOW que rabão!!! Mamãe: gostou como fica a tanga que você me deu? Filho: sim, muito... posso te dar um tapa na bunda? Mamãe: sabe que sim, pode dar!! Zaz!!! Um tapão na minha bunda direita me fez tremer. Mamãe: ai, doeu, é a primeira vez que você me dá um tapa na bunda mas sem roupa no meio. Filho: desculpa, acho que exagerei!!! Mamãe: não, tá tudo bem, quer dar um na outra bunda? Zazzzzzz, essa foi ainda mais forte e sem nem me avisar. Mamãe: aiii agora esfrega porque doeu mesmo. As mãos dele pousaram na minha bunda e começou a mexer de forma circular e esfregou meu cu, só deixei fazer por uns segundos. Desci do banquinho e dei um cheiro nele. Mamãe: obrigada por tudo hoje, filho, nunca vou esquecer esse aniversário, te amo, vou dormir agora. Filho: de nada, mamãe, obrigado a você por me entender e me deixar ser o único homem na sua vida. Subi as escadas pro meu quarto, não sem antes mandar um sorriso e um beijo da escada. Já no meu quarto, minha mente não parava de lembrar do que acabou de acontecer e um sorriso no meu rosto confirmou que eu tava adorando aquilo. Me deitei só tirando a bata, fiquei só de tanga, as coisas que ele me deu ainda estavam na cama, então guardei na caixa e coloquei no meu armário, só peguei o pau de borracha e fechei a porta. Já deitada vendo TV, peguei meu brinquedo nas mãos, observei e não me cansei de passar meus dedos nele. Mamãe: que veias gostosas!!! Tava falando sozinha. Mamãe: será que o meu filho tem um assim? Bom, bem diz o ditado, magro sem bunda, pica garantida hahaha. Depois de ver e analisar, tentei enfiar ele na minha buceta. boca. Mamãe: ah, não, se é grandão assim não cabe tudo... vamos tentar por outro lado. Abri as pernas e comecei a brincar com ele na minha buceta por cima da calcinha fio dental. Não aguentei muito e, sem querer, enfiei ele na minha vagina quase de uma vez só. Mamãe: ai, filho, que gostoso!!!!! Reagi às minhas próprias palavras... o que eu tinha acabado de dizer, estava pensando no meu filho enquanto me masturbava com aquela coisa. Mamãe: bom, no final você é uma cópia dele, então acho que tá tudo bem te chamar assim... Dizia isso pro meu brinquedo enquanto continuava enfiando e tirando ele da minha buceta molhada. De repente, uma mensagem no meu celular me tirou da masturbação. Olhei e era do meu filho: Filho: tudo bem, mãe? Acho que ouvi uns barulhos quando passei pela sua porta? Mamãe: sim, tudo bem, filho, é que tô estreando meu brinquedo, desculpa o barulho. Filho: ahhh, não se preocupa, foi pra isso que te dei de presente, qual você tá estreando? Mamãe: seu pau!!!... desculpa, o pau de borracha, kkkk. Filho: bom, a gente combinou que era uma parte minha, né, kkkk, aproveita. Mamãe: kkkk, sim, obrigada, filho. Filho: a mina que me vendeu falou que ele gruda em quase qualquer superfície, por isso tem a base. Pensei em você, já que sua cabeceira é de madeira. Tenta colocar ele lá numa altura que fique boa pra você ficar de quatro, ela disse que é assim que se usa. Mamãe: ok, vou tentar... Filho: boa noite, mãe, aproveita seu presente. Não soube o que dizer, segui as instruções e em menos de um minuto tava de quatro com o pau de borracha enfiado até o fundo na minha buceta, não conseguia parar de me esfregar sozinha contra a cabeceira da minha cama e chamar o nome do meu filho, imaginando que era ele quem me deixava assim. Mamãe: ai, filho, que gostoso, vai, isso, enfia tudo, quê? Já vai gozar, mas não tem camisinha, bom, só dessa vez, assim mesmo, termina dentro de mim, isso, isso, que gostoso. Caí na cama com um orgasmo do caralho que eu mesma provoquei, não quis nem me mexer, me cobri com as cobertas e dormi super tranquila. Na manhã seguinte, meu filho bateu na porta porque já ia pro trabalho, me vesti. Minha bata e abri pra me despedir dele, voltei, sentei na cama e ele entrou. A gente conversou sobre coisas normais do dia e ele se despediu. Já tava saindo e me disse: "Filho: não vai esquecer de tirar aquilo da cama, hein, senão minha irmã vai te visitar e te pegar de surpresa kkkk." Virei pra cama e na cabeceira ainda tava grudado o pau de borracha. Mãe: "Ai, esqueci de guardar!!!" Me estiquei e desgrudei, escondendo na minha bata. Filho: "Posso perguntar umas coisas?" Mãe: "Pode." Filho: "Você gostou ontem quando estreou?" Mãe: "Sim, bastante." Filho: "Entrou tudo?" Mãe: "Sim, tudo." Filho: "O que achou dos detalhes, tipo as veias?" Mãe: "Sente muito bem, é quase real." Filho: "Hoje você vai usar de novo?" Mãe: "Hmm, sei não, talvez." A gente se olhou fixamente e nossos olhares eram de amor, de cúmplices, de algo que tava pegando fogo. Filho: "Bom, vou indo, mais tarde volto pra comer. Hoje você não vai sair, é seu dia de folga, né?" Mãe: "Não, vou limpar a casa e vou te esperar." Ele me deu um beijinho e passou a mão na minha bunda por cima da bata. Saiu de casa. Eu não conseguia parar de pensar nisso tudo, tava me transformando em algo que nunca imaginei, minha mente não para de pensar no meu filho, em como com as ações dele, com os presentes dele, me meteu num mundo que tava me dando muito tesão. Fiquei em casa o dia inteiro, limpei, lavei roupa, preparei a comida e de tarde já tava pronta pra receber meu homem. Subi pro meu quarto e tomei um banho. Quando saí, nua, fiquei pensando no que vestir. Peguei meus presentes e escolhi uma calcinha fio dental preta que ele me deu. Pensei no que vestir por cima e decidi que não ia usar sutiã, ia vestir uma camiseta branca de alcinha que é meio transparente, já usei ela em casa antes e meu filho não tirava os olhos das minhas tetas. Embaixo, ia vestir uma calça jeans que eu gosto, mas quando vi que ela já tava meio velhinha, resolvi arriscar. Peguei uma tesoura e cortei, primeiro como um short na metade da coxa, não gostei, depois um pouco mais curta, ainda assim não achei nada interessante. Cortei mais e coloquei, transformei num shortinho bem cavado. Me olhei no espelho, caramba, eu tava tão gostosa. Coloquei umas sandálias de plataforma que tenho, que alongam minhas pernas pra ficar com a raba mais empinada e mais alta, e amei... Mãe: Assim vou esperar meu filho!!! Depois de meia hora, ouvi o carro chegar. Desci pra sala esperar ele e, bem na hora que abriu a porta, lá estava eu, mais que pronta pra ele. Filho: UAU mãe!!! Mãe: Oi filho, como foi? Filho: Tá bem. Deixa eu te ver direito. Ele pegou minha mão e me deu uma volta. Filho: E esse short, nunca vi antes. Mãe: Eu que fiz!!! Como ficou em mim? Filho: Nossa, ficou show. Ele colocou a mão na minha bunda e começou a apalpar. A boca dele veio pro selinho de boas-vindas, mas dessa vez foi mais um beijo, cheguei a sentir a língua dele. Mãe: Vou me vestir mais assim pra ganhar mais carinho. Filho: É que você tá divina!!! Mãe: Vem, vamos comer! Assim que me virei, ele deu um tapa em cada nádega. Eu só ri e ele me seguiu até a cozinha. Ele não parava de me devorar com os olhos, e eu adorando ser o centro das atenções dele. Me requebrava pra ele ver minha bunda, balançava meus peitos na frente dele e deixava ele de boca aberta. Mãe: O que cê acha que eu tô usando por baixo do short? Filho: Imagino que alguma calcinha fio dental que eu te dei. Mãe: Mais ou menos, é algo que você me deu, mas não exatamente uma fio dental. Filho: Um tapa-sexo? Mãe: Sim, preto, bem pequenininho. Acho que não cobre nada. Filho: Deixa eu ver? Mãe: Aqui? Mas você tá comendo. Filho: Sim, aqui. Mãe: Tá bom... Cheguei perto dele, virei de costas e desabotoei meu short. Mãe: Me ajuda!!! As mãos dele foram pra minha cintura, foram descendo devagar o short e apareceu minha calcinha. Filho: Aaahhh UAU, UAU, UAU. Mãe: Como tá? Filho: Incrível!!! Dá pra tirar o short pra ver direito. Mãe: Hmmm, ficar só de calcinha não sei, me dá um pouco de vergonha. Filho: Se quiser, eu também tiro, assim a vergonha é dos dois. Meu filho tava me esquentando tanto, tão gostoso, que não consegui recusar. Mãe: Tá bom, mas... Você primeiro. Ele se levantou da cadeira e, sem mais, tirou os sapatos e a calça. Tava de cueca preta e, quando se endireitou, meus olhos não conseguiram olhar pra outro lugar. Que volume marcado, meu deus, era enorme. Ele fez um movimento como se estivesse ajeitando o pau e deu pra ver o comprimento. Engoli seco, porque embora já tivesse visto meu filho de shorts pela casa, fazia tempo que não o via de cueca, e que surpresa eu tava tendo. Filho: Vai, mãe, tira o shorts. Virei de costas pra ele e fui descendo até tirar, dei um close do meu rabo assim dobrada. Mãe: Verdade que essa tirinha não esconde nada, né? Filho: Não, mas fica maravilhoso em você!!! Vira!!! Me virei pra ficar de frente pra ele. Filho: Ohhhhh que gostosa!!!! Foram as palavras dele, embora baixinho, eu ouvi. Mãe: Não marca muito a calcinha fio dental? Filho: Um pouco... você tá com ela enfiada? Mãe: É, um pouco, isso sempre acontece porque tenho a buceta muito carnuda e os lábios bem grossos. Filho: Parece deliciosa, buceta digna de uma coroa!!! Mãe: Bom, vamos continuar pra você comer, a gente fica assim de roupa íntima ou eu me visto? Filho: Fica assim, mãe, eu vou tirar a camisa também pra ficar mais fresco. Ele ficou só de regata e cueca, e eu de camiseta e fio dental. Filho: Sabe o que ia ficar uma beleza com esse fio dental? Mãe: O quê? Filho: Um plug anal daqueles que te dei. Mãe: Ahhh, bom, é que... preciso confessar que não sei muito bem como usar essas coisas, por incrível que pareça, não entendo muito de sexo anal!!! A confiança que eu tava sentindo com meu filho tava me fazendo abrir a boca demais. Filho: Acho que a gente já tem confiança pra se perguntar coisas, ou saber mais um do outro e tal, não é? Mãe: Claro, filho, e sempre foi assim, agora acho que ainda mais. Por quê, o que você quer saber? Filho: Bom, por exemplo, você já fez sexo anal? Mãe: Tem certeza que quer saber disso? Você é muito ciumento, aposto que quer saber da minha vida passada. Olha, se eu me comportei um pouco mal, até tive dois filhos, hahaha. Filho: Melhor não, não quero saber, você tem razão. Mãe: Calma, não fica com ciúmes, só vou te dizer que tenho a mesma idade que você sem experimentar nada por aí. Filho: Ohhh, então deve estar praticamente novo. Mãe: Haha, algo assim, acho haha. Filho: Por que você não começa a experimentar com um? Aliás, por isso que te comprei o kit completo. Se viu, um é bem pequeno, depois vai aumentando a intensidade e... Mãe: Devagar, te vejo muito animado, quase quer que eu coloque um? Filho: Siiiiim. Mãe: Mas não vou deixar você ver, óbvio que não vou deixar você ver meu cu, já me ter assim de fio dental não te basta? Filho: Bom, me contento em saber que você está usando. Mãe: Bom, a gente vê, vamos nos apressar, já é tarde e ainda nem terminamos de jantar. Nos dias seguintes, a dinâmica ficou parecida, seja eu chegando primeiro ou depois do trabalho, era só entrar e tirar a roupa, só uma blusa ou camiseta e uma tanga ou fio dental. Se ele me visse com algo a mais, pedia para eu tirar para ficar mais confortável. Eu entendi que não tinha mais volta, agora teria que andar assim em casa sempre. Ele também me dava boas visões, eu via ele quando chegava, se já estava em casa, às vezes sem camiseta, só de cueca ou shorts, via como o pau dele balançava quando estava relaxado e quando estava duro era uma barraca na roupa ou um volume grande se tivesse alguma peça apertada. Os beijinhos viraram beijos de namorados ou amantes, às vezes até de língua, o filho da puta me devorava a boca. Uma noite, achei que ele já estava no quarto dele, peguei meu brinquedo, o pau de plástico dele, coloquei na minha cama perto da cabeceira e comecei a brincar com ele, fiquei de quatro e comecei a sentar. Uma mensagem no meu celular! Filho: Você está usando seu consolo? Parece que o filho da puta estava me espionando, pensei. Mãe: Sim, como você sabe? Filho: Passei pela sua porta e ouvi o barulho da cama e um pouco dos seus gemidos. Mãe: Ai, desculpa, mas como não gemer se essa coisa é enorme e quando entra toda... Pensei em enviar ou não... bom Mando pra ele! Vamos ver o que acontece! Filho: Ela te faz gemer quando entra toda? Mãe: Sim, muito... é que é muito gostosa, grande e grossa. Filho: E você já parou pra pensar que tem outra rola igual em casa, mas essa é de verdade, de carne? Ohhh, sua mensagem me deixou gelada... fiquei pensando no que responder. Mãe: Sim, sim, já pensei!!! Filho: Bom, continua aproveitando com meu pau de borracha, se você se cansar, me avisa, ok mãe. Não entendi direito a última mensagem dele, mas minha mente me fez adivinhar que ele tava me oferecendo o pau de carne dele. Continuei me masturbando e pensei em usar um plug enquanto fazia isso. Desci da cama, fui pegar minha caixa de presentes e tirei de uma caixinha um plug anal, o menor. Limpei, desinfetei e peguei um potinho de vaselina que tenho. Passei um pouco no meu cuzinho e comecei a brincar com o plug... tenho que confessar que, como não é tão grande, quase um supositório, entrou bem, sem dor e sem muito esforço. Peguei meu celular... Mãe: Já tá dormindo? Filho: Não, por quê? Mãe: Só queria te dizer que já estreiei outro presente!!! Filho: Qual? Mãe: O plug anal, o menor! Filho: Sério? UAU mãe, e aí, o que achou? Mãe: Até agora, bem, mas não sei como vai ser com meu outro brinquedo dentro! Filho: Tenta e me diz se gostou ou não. Deixei o celular e me coloquei de novo de putinha na cama. Tava com um plug no cu e prestes a meter o consolo na minha buceta. Uiiii, que delícia, pensei. Tava uma sensação gostosa e tive que contar pra ele. Mãe: Filho!!! Filho: Fala, mãe? Mãe: Tá muito gostoso!!! Filho: Tá usando enquanto escreve pra mim? Mãe: Siiiiim Filho: Manda um áudio no WhatsApp pra eu te ouvir. Acho que ele tava bem empolgado, e isso que ele pediu já era demais, mas tudo bem, ele não se atreveu a pedir um vídeo ou vir ver, se contentava só em ouvir. Bom, um pouco não faz mal, pensei. Coloquei o celular e, enquanto tava me enfiando no pau de borracha dele, gravei um áudio pra mandar. "Mmmmm, ai, ai, que gostoso, siiiim, essa coisa é enorme, ohhh, adoro assim grosso, me preenche toda. todita, ayyyy filho" — isso eu falei sem pensar, mas já tava gravado, assim que tirasse o dedo a mensagem ia embora, então nem hesitei, enviei. Passaram uns minutos sem resposta e de repente. Filho: me manda outra, me chamando assim, também tô me masturbando, já tô quase gozando!!! Que!!! Meu filho tava se masturbando junto comigo!!! Mãe: cê também tá se masturbando? Filho: sim, me manda outro áudio pra eu gozar! Mãe: bom, já tô muito excitada, não tem jeito. "Mmmm, filho, que yummy cock você tem, enche toda a minha buceta com ela, já vai gozar, então vai fundo, como se não tivesse camisinha, bom, só dessa vez tá... mmmm sim, que tasty!!!" Mal enviei, um orgasmo me tomou e eu caí largada na cama, minhas pernas tremiam e meu corpo tava todo suado. Depois de uns minutos. Filho: valeu, mãe, espero que, igual eu, você tenha gozado bem tasty, eu gozei tudo, vou tomar um banho hahaha. Não respondi mais, acho que a intimidade que a gente acabou de ter mostrava que nossa vida agora era essa e, mesmo que eu não quisesse admitir, tava adorando. Na manhã seguinte, tomei banho e, sem vergonha nenhuma, desci pra fazer o café só com uma regata na cintura e uma tanga rosa daquelas que ele me deu. Tava na cozinha quando ele desceu quase pronto pra ir trabalhar. Chegou perto de mim e, zaz, me deu um tapa na bunda. Filho: cê tá divina, mãe. Mãe: obrigada, filho, você tá lindo de terno pro trabalho. Servi o café e, quando ele já ia saindo, eu tava na pia lavando a louça, ele chegou por trás, colocou a boca no meu pescoço e começou a me beijar, uma mão foi na minha bunda e a outra nos meus peitos. Tava me dando um amasso de verdade. Mãe: ai, filho, já tá me apalpando demais!!! Filho: e você não gosta? Não soube o que dizer, só me deixei levar. A boca dele encontrou a minha, me comeu de beijos, as mãos dele pareciam de polvo, sentia por todo lado e, de repente, me soltou. Filho: vou trabalhar, te vejo mais tarde, mamãe, espero te ver muito gostosa. quando eu voltar, ok. Mamãe: ok, e minha palmada de despedida, não vai me dar? Ela se virou e me deu duas palmadas, uma em cada nádega, sem nem medir a força. Mamãe: mmm, tenha um bom dia, filho. Eu já não aguentava esperar a tarde/noite chegar pra ver meu filho, cheguei em casa e ele ainda não estava, então me aprontei, fui tomar banho, me arrumar toda e escolher minha roupa. Encontrei um top que não usava há anos, só cobria meus peitos e, como são grandes e pesados, mal os segurava. Por baixo, queria deixar algo pra imaginação dele e coloquei uma saia curta e rodada que batia no meio da coxa e saltos. Achei a última tanga que ele me deu na caixa e vesti, era vermelha, fio dental, e por último um plug anal, o próximo nível, digamos o 2 kkkk. Desci pra cozinha esperar por ele. Quando ele chegou, foi direto até mim, enfiou uma das mãos por baixo da saia e agarrou uma das minhas nádegas. Filho: oi, mãe. Virei a cabeça pra cumprimentá-lo e ele me deu um beijo na boca. Filho: como você está linda. Mamãe: obrigada. Ele se sentou numa cadeira. Filho: ufff, já queria chegar, o trânsito tá um inferno. Mamãe: você tá estressado, né? Deixa eu te ajudar a relaxar, você já tá em casa com a mamãe e eu vou te mimar. Me aproximei dele, ainda sentado, e fiquei na frente dele, desabotoei a camisa dele e tirei a gravata, o torso dele ficou nu e passei minha mão nele. Me ajoelhei e devagar afrouxei o cinto e desabotoei a calça dele. Filho: não tô de cueca, tudo bem? O quê? Meu filho veio sem cueca, que surpresa, pensei. Será de propósito ou... bom, isso não é da minha conta, pensei. Mamãe: pra mim não importa, e pra você? Filho: de jeito nenhum, continua. Ele se levantou um pouco da cadeira pra abaixar a calça e de repente, apareceu o pau dele!!! Mamãe: ohhh meu deus, que coisa!!!
30 comentários - Relato de uma mãe gostosa
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