Se tem uma coisa que quase nunca acontece em Mendoza, é chover. Podem passar mais de 6 meses sem nem um chuvisco. Mas quando resolve cair, parece que o céu desaba. Por ser uma região seca, as ruas não tão preparadas pra tanta água descendo da montanha. Muito menos as acequias (valas de cimento), que transbordam. Isso faz as ruas alagarem e o trânsito virar um caos.
Uns anos atrás, numa tarde de terça-feira (dia bonito), o céu escureceu do nada e, depois de uma baita granizada seca, choveu por um tempão. Tava trabalhando no centro e, por via das dúvidas, deixei o carro num estacionamento coberto e alto. Umas 18h, quando já quase não chovia, peguei o caminho de casa pelas ruas escuras e alagadas. Escuras porque o céu tava encoberto e a luz tinha caído.
Ia andando a passo de homem porque os semáforos não funcionavam e, quando cheguei quase numa esquina, o trânsito me parou bem na frente de um ponto de ônibus. Tava cheio de gente, a maioria toda molhada. Me chamou a atenção uma senhora mais velha, com o cabelo comprido e cacheado preso de lado, e a bolsa a tiracolo apertando os peitões colados no vestido molhado.
O trânsito ficou parado vários minutos na frente do lugar onde a senhora tentava se proteger da chuva. A gente trocou olhares umas duas vezes e, numa delas, ela me deu um sorriso. Quando o trânsito andou, em vez de seguir meu caminho, virei na esquina e dei a volta no quarteirão pra passar de novo e ver a senhora outra vez. Não tinha certeza se ela ainda ia estar lá, porque o trânsito tava muito lento e ela podia ter ido embora se o ônibus dela tivesse passado.
E foi assim que, quando cheguei na área do ponto de ônibus, ela ainda tava parada lá de novo. Dessa vez não fiquei tanto tempo, mas durante aquele tempo a gente trocou vários olhares e sorrisos, até que ela mexeu os lábios e mandou um "OI". Várias buzinadas me fizeram ter que seguir, e ela ficou me olhando. Como quem diz: QUE PEDAÇO DE BURRO. Então, enquanto eu avançava, fiz sinal com a mão que ia voltar. Sem saber se ela viu meus sinais e se o ônibus dela chegou e foi embora, dei a volta no quarteirão de novo, bem devagar. Depois de um tempão, cheguei de novo no ponto e ela já estava longe, me viu. Quando eu tava chegando no ponto, ela se aproximou do meio-fio. Eu abaixei o vidro e ofereci carona. Sem dizer nada, ela abriu a porta e entrou no carro. Assim que entrou, eu me abaixei um pouco, porque ela disse: — Valeu, filho, tô encharcada e o ônibus não vem. Enquanto colocava o cinto de segurança, me indicava pra onde ia, que por acaso era caminho pra minha casa. O cinto ficou entre os dois peitos e apertava, marcando os bicos no vestido molhado. Enquanto trocávamos nomes, dei uma toalhinha que eu tinha pra ela se secar um pouco. O trânsito lento dava tempo pra gente conversar. Ela não parava de manter distância, sem me tratar por "você" em nenhum momento. Eu fazia o contrário, tratava ela por "você" e falava como se nos conhecêssemos há uma vida. Nisso, ela manda um áudio no celular dizendo que já tinha subido no ônibus, que avisava quando estivesse perto pra irem esperar, que o ônibus tava muito lento por causa do trânsito. Enquanto falava isso, me olhava e piscava o olho. Durante todo o caminho, ela não parava de dizer como tava agradecida. Que as pessoas não tinham mais empatia e que ninguém fazia nada de graça. E aí ela me diz: — Me surpreende sua gentileza sem querer nada em troca. Então eu, que queria comer ela a todo custo, falo: — Quem disse que não quero nada em troca? Você podia fazer algo pra me agradecer. Naquela época eu tinha uns 40 anos, mas parecia muito mais novo. Aí ela sacou minhas intenções e me disse, bem calma: — Cê acha que vai me comer só por uma carona e me tirar da chuva? Podia ser sua mãe ou sua avó, tenho 63 anos, sou uma senhora de idade, um pouco mais de respeito, cara. Enquanto falava isso, ficava olhando pra minha rola. pau que já tava inchada. Eu não parava de olhar pros bicos dos peitos dela, durinhos. Aí ela falou: "tão necessitado assim que quer comer uma velha que podia ser sua avó? Olha como você tá de pau". Eu respondi: "idade não tem nada a ver, você é uma mulher muito gostosa e dá pra ver que você também tá excitada". Me surpreendi com a idade, ela não aparentava ter 63 anos de jeito nenhum, além de ser muito linda e sensual. Continuamos conversando e eu já tava falando bem pesado, até que num momento peguei a mão dela e coloquei na minha coxa. Ela deixou a mão ali, mas não mexia. "Ah, cara, você tá me esquentando", ela disse. "Dá pra ver que você também tá com tesão faz tempo", falei enquanto me arrisquei e apertei um bico do peito dela com meus dedos. Ela continuava com a mão na minha coxa, sem mexer, nem com o movimento das minhas pernas enquanto eu dirigia. Nisso, chegou uma mensagem no celular dela e enquanto respondia um áudio dizendo que o ônibus tava devagar, ela fazia sinais pra eu virar numa rua. Depois que terminou de mandar o áudio, foi me indicando por onde ir até que numa rua mais escura, por causa da falta de luz e das árvores, ela mandou eu parar debaixo de uma árvore. "Desliga o motor", ela disse, enquanto tirava o cinto de segurança. Lá fora tinha começado a chover de novo. Eu olhava pra ela sem saber o que ia rolar, enquanto ela tirava da bolsa um batom bem vermelho e passava nos lábios. Depois pegou um estojo e, enquanto falava pra eu tirar a pau pra agradecer a carona, abriu o estojo e virou de costas pra eu não ver. Pelo vidro já embaçado, consegui ver que ela tirou a dentadura e guardou no estojo. Aí prendeu o cabelo, se inclinou sobre mim e, sem pegar na minha pau com a mão, enfiou na boca vermelha dela. Começou a chupar minha pau enquanto se ajoelhava no banco. Os lábios vermelhos percorriam toda a minha pau devagar. De vez em quando, ela fazia como se mordesse a cabeça da minha pau com a gengiva. Por sorte, com o vidro escuro do carro, não dava pra ver lá dentro, mas um senhor passou na calçada correndo na chuva e Pelo para-brisa, vi que ela tava me chupando. A cabeça dela subia e descia sem tocar na piroca com as mãos. Eu aproveitei e meti a mão por baixo do vestido dela pra pegar nos peitos. Ela, com uma mão, tirou os peitos do sutiã e eles ficaram balançando. Mesmo caídos e moles, os bicos tavam bem duros. Minhas mãos percorriam a barriga dela toda e eu fui descendo até chegar na calcinha dela. Quando tentei enfiar a mão dentro da roupa íntima dela, ela tirou. Eu comecei a mexer a pélvis como se tivesse comendo a boca dela e tentei enfiar a mão de novo, e dessa vez ela deixou. Quando enfiei os dedos por baixo da calcinha, afastei pro lado o absorvente que ela tava usando e abri caminho com meus dedos pela buceta peluda dela. Quando cheguei com os dedos na buceta, ela tava bem molhada, e não por causa da chuva. Quando enfiei os dedos dentro da buceta, dava pra sentir que não só tava molhada, mas também pegajosa. Ela apertava meus dedos com a buceta e, às vezes, parava de chupar minha piroca pra suspirar e ficar parada, curtindo meus dedos. De repente, ela tremeu, pegou minha mão e chupou o mel da buceta dela dos meus dedos. Depois disso, ela fala: — Já é hora de me comer, cara. Aí eu comecei a subir a calça. Ela se surpreendeu e perguntou o que eu tava fazendo. Falei que tenho camisinhas escondidas no porta-malas e que preciso sair pra pegar. Quando desci do carro, chovia pra caralho e me molhei todo. Quando voltei, ela reclinou o banco e ficou de quatro. Enquanto eu colocava a camisinha, ela tirou a calcinha e deixou à mostra a bunda dela, meio magra, mas a buceta era bem gorda e de lábios grossos. Aí eu fiquei atrás, segurei ela pela cintura e comecei a meter forte. Bem na hora que a gente tava no auge, o celular dela tocou e, enquanto eu continuava comendo ela, ela mandava áudios dizendo que ainda tava atrasada. Eu esticava as mãos pra pegar nos peitos dela, que balançavam pra lá e pra cá no ritmo. Aí eu tirei a piroca e falei: que me monte. Trocamos de lugar e ela sentou no meu pau e começou a cavalgar enquanto eu chupava os peitos dela e mordia os bicos. Ela continuava mandando áudios de vez em quando. Peguei ela pelo queixo e comi a boca dela, de lábios bem vermelhos, e quando enfiei a língua na boca dela, dava pra sentir a gengiva nua. A boca dela tinha um gosto muito bom, igual a saliva, e minha língua na gengiva dela era uma sensação estranha e gostosa. O cabelo dela caía sobre um dos ombros. Não aguentei muito a cavalgada dela e os beijos, e gozei enfiando a cara nos peitos dela. Ela continuou mexendo a cintura por mais um tempo até meu pau murchar. Aí ela me deu espaço pra eu voltar pro meu banco e, enquanto eu me arrumava, ela colocou a dentadura de novo, ajeitou a roupa e o cabelo. Lá fora ainda estava chovendo. Nenhum dos dois dizia uma palavra, e de repente a gente se olhou e caiu na risada junto. Então pedi o número de celular dela pra poder falar com ela e ver de novo. Ela respondeu bem séria: — Não, cara, deixa assim. Se a gente transar de novo, você vai se apegar. Já te agradeci pela carona e você matou minha vontade. A verdade é que você se esforçou pra me deixar com tesão até finalmente me comer. Depois disso, ela fez eu deixar ela num ponto de ônibus umas quadras antes de onde ela tinha que chegar, enquanto mandava um áudio pra alguém ir esperar ela. É a segunda vez que uma mulher chupa meu pau sem dentadura. Uma vez um velho também chupou meu pau sem dentadura, mas só os dentes de cima, e doía pra caralho. Se alguém já chupou um pau ou uma buceta sem dentadura, conta nos comentários a sua experiência.
Uns anos atrás, numa tarde de terça-feira (dia bonito), o céu escureceu do nada e, depois de uma baita granizada seca, choveu por um tempão. Tava trabalhando no centro e, por via das dúvidas, deixei o carro num estacionamento coberto e alto. Umas 18h, quando já quase não chovia, peguei o caminho de casa pelas ruas escuras e alagadas. Escuras porque o céu tava encoberto e a luz tinha caído.
Ia andando a passo de homem porque os semáforos não funcionavam e, quando cheguei quase numa esquina, o trânsito me parou bem na frente de um ponto de ônibus. Tava cheio de gente, a maioria toda molhada. Me chamou a atenção uma senhora mais velha, com o cabelo comprido e cacheado preso de lado, e a bolsa a tiracolo apertando os peitões colados no vestido molhado.
O trânsito ficou parado vários minutos na frente do lugar onde a senhora tentava se proteger da chuva. A gente trocou olhares umas duas vezes e, numa delas, ela me deu um sorriso. Quando o trânsito andou, em vez de seguir meu caminho, virei na esquina e dei a volta no quarteirão pra passar de novo e ver a senhora outra vez. Não tinha certeza se ela ainda ia estar lá, porque o trânsito tava muito lento e ela podia ter ido embora se o ônibus dela tivesse passado.
E foi assim que, quando cheguei na área do ponto de ônibus, ela ainda tava parada lá de novo. Dessa vez não fiquei tanto tempo, mas durante aquele tempo a gente trocou vários olhares e sorrisos, até que ela mexeu os lábios e mandou um "OI". Várias buzinadas me fizeram ter que seguir, e ela ficou me olhando. Como quem diz: QUE PEDAÇO DE BURRO. Então, enquanto eu avançava, fiz sinal com a mão que ia voltar. Sem saber se ela viu meus sinais e se o ônibus dela chegou e foi embora, dei a volta no quarteirão de novo, bem devagar. Depois de um tempão, cheguei de novo no ponto e ela já estava longe, me viu. Quando eu tava chegando no ponto, ela se aproximou do meio-fio. Eu abaixei o vidro e ofereci carona. Sem dizer nada, ela abriu a porta e entrou no carro. Assim que entrou, eu me abaixei um pouco, porque ela disse: — Valeu, filho, tô encharcada e o ônibus não vem. Enquanto colocava o cinto de segurança, me indicava pra onde ia, que por acaso era caminho pra minha casa. O cinto ficou entre os dois peitos e apertava, marcando os bicos no vestido molhado. Enquanto trocávamos nomes, dei uma toalhinha que eu tinha pra ela se secar um pouco. O trânsito lento dava tempo pra gente conversar. Ela não parava de manter distância, sem me tratar por "você" em nenhum momento. Eu fazia o contrário, tratava ela por "você" e falava como se nos conhecêssemos há uma vida. Nisso, ela manda um áudio no celular dizendo que já tinha subido no ônibus, que avisava quando estivesse perto pra irem esperar, que o ônibus tava muito lento por causa do trânsito. Enquanto falava isso, me olhava e piscava o olho. Durante todo o caminho, ela não parava de dizer como tava agradecida. Que as pessoas não tinham mais empatia e que ninguém fazia nada de graça. E aí ela me diz: — Me surpreende sua gentileza sem querer nada em troca. Então eu, que queria comer ela a todo custo, falo: — Quem disse que não quero nada em troca? Você podia fazer algo pra me agradecer. Naquela época eu tinha uns 40 anos, mas parecia muito mais novo. Aí ela sacou minhas intenções e me disse, bem calma: — Cê acha que vai me comer só por uma carona e me tirar da chuva? Podia ser sua mãe ou sua avó, tenho 63 anos, sou uma senhora de idade, um pouco mais de respeito, cara. Enquanto falava isso, ficava olhando pra minha rola. pau que já tava inchada. Eu não parava de olhar pros bicos dos peitos dela, durinhos. Aí ela falou: "tão necessitado assim que quer comer uma velha que podia ser sua avó? Olha como você tá de pau". Eu respondi: "idade não tem nada a ver, você é uma mulher muito gostosa e dá pra ver que você também tá excitada". Me surpreendi com a idade, ela não aparentava ter 63 anos de jeito nenhum, além de ser muito linda e sensual. Continuamos conversando e eu já tava falando bem pesado, até que num momento peguei a mão dela e coloquei na minha coxa. Ela deixou a mão ali, mas não mexia. "Ah, cara, você tá me esquentando", ela disse. "Dá pra ver que você também tá com tesão faz tempo", falei enquanto me arrisquei e apertei um bico do peito dela com meus dedos. Ela continuava com a mão na minha coxa, sem mexer, nem com o movimento das minhas pernas enquanto eu dirigia. Nisso, chegou uma mensagem no celular dela e enquanto respondia um áudio dizendo que o ônibus tava devagar, ela fazia sinais pra eu virar numa rua. Depois que terminou de mandar o áudio, foi me indicando por onde ir até que numa rua mais escura, por causa da falta de luz e das árvores, ela mandou eu parar debaixo de uma árvore. "Desliga o motor", ela disse, enquanto tirava o cinto de segurança. Lá fora tinha começado a chover de novo. Eu olhava pra ela sem saber o que ia rolar, enquanto ela tirava da bolsa um batom bem vermelho e passava nos lábios. Depois pegou um estojo e, enquanto falava pra eu tirar a pau pra agradecer a carona, abriu o estojo e virou de costas pra eu não ver. Pelo vidro já embaçado, consegui ver que ela tirou a dentadura e guardou no estojo. Aí prendeu o cabelo, se inclinou sobre mim e, sem pegar na minha pau com a mão, enfiou na boca vermelha dela. Começou a chupar minha pau enquanto se ajoelhava no banco. Os lábios vermelhos percorriam toda a minha pau devagar. De vez em quando, ela fazia como se mordesse a cabeça da minha pau com a gengiva. Por sorte, com o vidro escuro do carro, não dava pra ver lá dentro, mas um senhor passou na calçada correndo na chuva e Pelo para-brisa, vi que ela tava me chupando. A cabeça dela subia e descia sem tocar na piroca com as mãos. Eu aproveitei e meti a mão por baixo do vestido dela pra pegar nos peitos. Ela, com uma mão, tirou os peitos do sutiã e eles ficaram balançando. Mesmo caídos e moles, os bicos tavam bem duros. Minhas mãos percorriam a barriga dela toda e eu fui descendo até chegar na calcinha dela. Quando tentei enfiar a mão dentro da roupa íntima dela, ela tirou. Eu comecei a mexer a pélvis como se tivesse comendo a boca dela e tentei enfiar a mão de novo, e dessa vez ela deixou. Quando enfiei os dedos por baixo da calcinha, afastei pro lado o absorvente que ela tava usando e abri caminho com meus dedos pela buceta peluda dela. Quando cheguei com os dedos na buceta, ela tava bem molhada, e não por causa da chuva. Quando enfiei os dedos dentro da buceta, dava pra sentir que não só tava molhada, mas também pegajosa. Ela apertava meus dedos com a buceta e, às vezes, parava de chupar minha piroca pra suspirar e ficar parada, curtindo meus dedos. De repente, ela tremeu, pegou minha mão e chupou o mel da buceta dela dos meus dedos. Depois disso, ela fala: — Já é hora de me comer, cara. Aí eu comecei a subir a calça. Ela se surpreendeu e perguntou o que eu tava fazendo. Falei que tenho camisinhas escondidas no porta-malas e que preciso sair pra pegar. Quando desci do carro, chovia pra caralho e me molhei todo. Quando voltei, ela reclinou o banco e ficou de quatro. Enquanto eu colocava a camisinha, ela tirou a calcinha e deixou à mostra a bunda dela, meio magra, mas a buceta era bem gorda e de lábios grossos. Aí eu fiquei atrás, segurei ela pela cintura e comecei a meter forte. Bem na hora que a gente tava no auge, o celular dela tocou e, enquanto eu continuava comendo ela, ela mandava áudios dizendo que ainda tava atrasada. Eu esticava as mãos pra pegar nos peitos dela, que balançavam pra lá e pra cá no ritmo. Aí eu tirei a piroca e falei: que me monte. Trocamos de lugar e ela sentou no meu pau e começou a cavalgar enquanto eu chupava os peitos dela e mordia os bicos. Ela continuava mandando áudios de vez em quando. Peguei ela pelo queixo e comi a boca dela, de lábios bem vermelhos, e quando enfiei a língua na boca dela, dava pra sentir a gengiva nua. A boca dela tinha um gosto muito bom, igual a saliva, e minha língua na gengiva dela era uma sensação estranha e gostosa. O cabelo dela caía sobre um dos ombros. Não aguentei muito a cavalgada dela e os beijos, e gozei enfiando a cara nos peitos dela. Ela continuou mexendo a cintura por mais um tempo até meu pau murchar. Aí ela me deu espaço pra eu voltar pro meu banco e, enquanto eu me arrumava, ela colocou a dentadura de novo, ajeitou a roupa e o cabelo. Lá fora ainda estava chovendo. Nenhum dos dois dizia uma palavra, e de repente a gente se olhou e caiu na risada junto. Então pedi o número de celular dela pra poder falar com ela e ver de novo. Ela respondeu bem séria: — Não, cara, deixa assim. Se a gente transar de novo, você vai se apegar. Já te agradeci pela carona e você matou minha vontade. A verdade é que você se esforçou pra me deixar com tesão até finalmente me comer. Depois disso, ela fez eu deixar ela num ponto de ônibus umas quadras antes de onde ela tinha que chegar, enquanto mandava um áudio pra alguém ir esperar ela. É a segunda vez que uma mulher chupa meu pau sem dentadura. Uma vez um velho também chupou meu pau sem dentadura, mas só os dentes de cima, e doía pra caralho. Se alguém já chupou um pau ou uma buceta sem dentadura, conta nos comentários a sua experiência.
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