Em algumas semanas começamos a viver com o Dojoue. Diferente da nossa vida antes dele, ele era provedor (algo que eu nunca consegui ser), era de classe média alta. Ele dizia pra gente não trabalhar e, aos poucos, fomos largando nossos empregos. Também começamos a nos vestir diferente: antes, mesmo me vestindo de forma feminina, praticamente já não me diferenciavam de travesti pra mulher (porque eu comprava hormônios), e minha namorada passou a se vestir mais gostosa. Passávamos muito tempo sozinhas depois de limpar a casa, passear com os pitbulls dele (que eram nossos filhos de quatro patas) e ir nos arrumar (ele pagava manicure, cabeleireiro, depilação, clareamento e spa). A gente ocupava a tarde pra transar, mas nosso sexo mudou: o que antes era penetração, agora era só sexo com um consolo duplo. Não gostávamos mais de sexo com penetração, a menos que nosso homem pedisse. Éramos praticamente um casal de sapatão.

E toda vez que a gente transava, a gente gritava o nome do nosso macho. Quando ele chegava de noite, a festa começava, chegava sexta-feira e a gente passava o fim de semana inteiro trancado, transando tanto que os vizinhos reclamaram e a gente teve que se mudar pra uma casa longe de Paris. Quando nosso macho chegava, era uma loucura.
Éramos as submissas dela.
Amávamos transar e ele amava nos ter. Dizia que éramos a melhor coisa que aconteceu na vida dele.
Às vezes ele gostava de me comer enquanto minha namorada fazia as coisas dela.
Outras encherem ela enquanto lubrificava o pau dele.
A ama gozou nos meus lábios maiores e mais chupões do que os da minha namorada.
Ama chegar em casa e nos ver peladas, aí nos pega e fode a gente.
Adoramos esperar ele na porta e chupar ele.
Quando o PSG joga, a gente dá uma cerveja e umas batatas com carne pra ele enquanto ele curte minha mina e eu faço um boquete nela.
Às vezes ele gosta de bater uma vendo a gente transando, eu e ela. Mas o que ele mais curte é esvaziar as bolas dele nos nossos buracos de amor.
Nunca usamos camisinha com ele, por isso depois de meses transando como animais, a gente virou mamãe.
Durante o tempo em que uma das minhas minas tava grávida, ele me usava muito mais. Me levava pra mais festas e bares e me apresentava como se fosse a única.
Depois que tivemos nosso primeiro filho, ele não parou.
Ela nos deu mais dois filhos.
Éramos as garotas dele e ele sempre nos fodia (coitados dos nossos filhos). Depois de dois anos, casamos com ele.
Nosso casamento foi lindo pra caralho.
E a noite melhor.


E toda vez que a gente transava, a gente gritava o nome do nosso macho. Quando ele chegava de noite, a festa começava, chegava sexta-feira e a gente passava o fim de semana inteiro trancado, transando tanto que os vizinhos reclamaram e a gente teve que se mudar pra uma casa longe de Paris. Quando nosso macho chegava, era uma loucura.
Éramos as submissas dela.
Amávamos transar e ele amava nos ter. Dizia que éramos a melhor coisa que aconteceu na vida dele.
Às vezes ele gostava de me comer enquanto minha namorada fazia as coisas dela.
Outras encherem ela enquanto lubrificava o pau dele.
A ama gozou nos meus lábios maiores e mais chupões do que os da minha namorada.
Ama chegar em casa e nos ver peladas, aí nos pega e fode a gente.
Adoramos esperar ele na porta e chupar ele.
Quando o PSG joga, a gente dá uma cerveja e umas batatas com carne pra ele enquanto ele curte minha mina e eu faço um boquete nela.
Às vezes ele gosta de bater uma vendo a gente transando, eu e ela. Mas o que ele mais curte é esvaziar as bolas dele nos nossos buracos de amor.
Nunca usamos camisinha com ele, por isso depois de meses transando como animais, a gente virou mamãe.
Durante o tempo em que uma das minhas minas tava grávida, ele me usava muito mais. Me levava pra mais festas e bares e me apresentava como se fosse a única.
Depois que tivemos nosso primeiro filho, ele não parou.
Ela nos deu mais dois filhos.
Éramos as garotas dele e ele sempre nos fodia (coitados dos nossos filhos). Depois de dois anos, casamos com ele.
Nosso casamento foi lindo pra caralho.
E a noite melhor.
1 comentários - O dia que viramos um casal de 3 parte 4