Passaram-se dois dias desde aquela tarde, e o clima em casa tava diferente.
A Lorena evitava o assunto, mas eu sentia: algo nela tinha mudado. Não precisava falar nada; o corpo dela falava sozinho.
Uma noite, enquanto a gente cozinhava, o celular vibrou na bancada. Ela pegou com naturalidade, mas o gesto mal disfarçou o leve tremor nas mãos dela.
Não falei nada, continuei mexendo o molho como se não tivesse notado o brilho repentino nos olhos dela.
Consegui ver ela lendo a mensagem. Lendo de novo. Mordendo o lábio inferior.
E, depois de uns segundos, guardando o telefone sem dizer uma palavra.
Mais tarde, quando ela foi tomar banho, eu soube.
O Eduardo tinha escrito pra ela.
Dizia que não conseguia parar de pensar no que tinha rolado. Que queria repetir, dessa vez mais preparado, mais calmo, disposto a pagar o que fosse preciso.
Uma "sessão completa, completa", como ele chamou.
A Lorena não me contou na hora. Passaram mais dois dias.
Uma manhã, enquanto a gente tomava chimarrão, ela falou sem me olhar:
— O Eduardo me escreveu. Diz que as massagens fizeram bem, mas as dores continuam...
O tom da voz dela era neutro, quase profissional, mas a respiração entregava.
— E você vai aceitar? — perguntei, fingindo desinteresse.
Ela demorou pra responder. — Sim, a gente precisa da grana, te incomoda?
— De jeito nenhum, amor — respondi.
Aí entendi tudo: não era só o dinheiro. Tinha algo mais. Uma mistura de curiosidade, nervosismo, e sei lá o que mais…
O sábado chegou rápido.
Eu preparei a mochila com as chuteiras e uma camiseta velha, como quem realmente vai jogar futebol.
Ela, por outro lado, passou a manhã arrumando o quincho, como se fosse um ritual.
Velas novas, música suave, toalhas limpas, o cheiro de óleos tomando conta do ar.
A roupa dela era simples, mas pensada: legging escura, camiseta branca, o cabelo preso com uma mecha solta caindo bem no pescoço.
Fiquei observando enquanto ela arrumava cada detalhe, e soube que o O encontro já estava decidido, muito antes de eu me despedir.
Me despedi enquanto ainda arrumava tudo.
— Não volta muito tarde, love — ela me disse da porta, sem desconfiar de nada.
Dei um beijo longo, devagar, e saí com a bolsa no ombro.
Só que dessa vez não fui pra nenhuma quadra.
Simulei um portão batendo e me escondi no lavabo esperando o Eduardo chegar.
Meia hora depois, o carro dele virou a esquina e parou na frente de casa.
Do meu esconderijo, vi ele descer: jeans, camisa, parecia ter acabado de tomar banho.
Bateu palmas e esperou.
A Lorena apareceu uns segundos depois.
Essa foi minha chance de ir pro fundo e me enfiar no meu “lugar”.
O Eduardo saiu pro jardim com aquela segurança que sempre parecia medir cada passo antes de dar. Caminhou até o quincho, mochila no ombro, e parou um instante antes de tocar a porta, como se quisesse preparar a própria paciência pro que vinha.
— Entra — ela disse, com a voz controlada mas trêmula, um sorriso leve que mal escondia a tensão nos ombros.
Ele não conseguiu disfarçar a reação: os olhos se abriram um instante a mais que o normal, a respiração ficou mais pesada, e um tremor quase imperceptível percorreu o corpo dele. Foi só um segundo, mas o suficiente pra ela sentir.
— Finalmente… valeu por me atender de novo, tava doido pra voltar — ele disse, a voz um pouco mais grossa —. Da última vez… uffff — suspirou lembrando.
Ela sorriu, tentando manter a calma. O olhar dela ia e vinha entre ele e a maca, ciente do efeito que causava.
Teve um silêncio longo. Eduardo largou a mochila na mesa, e o olhar dele não se desviou dela. Então, com a voz baixa e firme, falou:
— Tava pensando… que se dessa vez a massagem fosse diferente… podia valer um pouco mais. Algo mais livre, mais… especial.
Ela arqueou uma sobrancelha, tentando manter a compostura.
— Especial como? — perguntou, com um fio de voz que entregava o nervosismo.
— Com outra roupa — ele disse, quase um sussurro —. Algo mais… confortável. Te transfiro o dobro.
Ela ficou imóvel, processando a proposta. As mãos se entrelaçaram na frente dela, respirando fundo.
— hmmm, sei não… — murmurou, com um fio de voz que mal se ouvia.
Sem desviar o olhar:
— vai lá, estamos sozinhos, tranquilos e você ganha uma grana extra…
Lorena levantou a vista, e por um instante os olhos deles se encontraram. Um pulso elétrico percorreu o ar entre os dois. Finalmente, um suspiro escapou dos lábios dela:
— Tá bom… — disse, com timidez e determinação — o que você tem em mente?
— uma lingerie bem sexy, quero que me atenda como manda o figurino! — aos poucos, ele ia perdendo as maneiras.
Entrou na casa e sumiu por um instante atrás da moldura da porta.
Quando voltou, um roupão de seda a cobria. Ela o tirou com timidez ao entrar no quintal, vestindo uma lingerie, era um fogo! A luz do entardecer brincava sobre o corpo dela. A tensão no ambiente era palpável: Eduardo não conseguiu disfarçar o tesão ao vê-la…
—naaaaaaa, olha só o que você é… como vamos nos divertir, gostosa…
—a gente começa? —ela disse com a voz baixinha, pegando o óleo na mesa.
Ele só concordou com a cabeça, sem falar nada, tirou a camiseta, baixou a calça e se deitou de barriga pra cima na maca. O volume que dava pra ver por baixo da cueca era considerável…
Lore se aproximou sem dizer nada, um calor silencioso tomava o quarto. Tudo estava pronto pra começar.
As mãos dela tremiam levemente ao pegar o vidro de óleo, mas disfarçou despejando um jorro generoso nas palmas, esfregando-as para aquecer. O cheiro de lavanda misturado com algo mais exótico se fundiu com o suor nervoso que começava a brotar na pele dela por baixo da lingerie preta. Aquele tecido fino, com transparências que deixavam ver o triângulo escuro entre as pernas, fazia ela se sentir exposta, vulnerável... e muito tesuda.
Eduardo devorava ela com os olhos deitado na maca, de barriga pra cima, só de cueca. O volume era obsceno: o pano esticava como se fosse rasgar, marcando cada centímetro daquela piroca grossa que já pulsava. — Mamãe, que gostosa que você é — murmurou ele, enquanto a mão dele pousava na bunda da minha mulher. Ela não disse nada.
— Vamos começar por cima — falou Lorena, tentando soar profissional, mas a voz saiu trêmula. Ela se posicionou ao lado da maca, se inclinando sobre ele. Os peitões enormes dela, mal contidos pela renda preta, roçaram sem querer no braço de Eduardo enquanto massageava o pescoço dele. Ele soltou um gemido profundo, como se aquele contato fosse pura eletricidade.
Do meu esconderijo na janelinha, o coração tava a mil. Ver minha mulher assim, de lingerie sexy que eu nem sabia que ela tinha, tocando em outro cara... Minha mão já tava dentro da calça, apertando meu pau duro feito pedra. Meus 15 cm não eram nada comparados com o que tava marcando ali embaixo, mas o tesão de ser o corno escondido já tava me deixando no limite.
Lorena desceu as mãos pelo peito do Eduardo, espalhando óleo, os dedos deslizando sobre os músculos tensos. Ele arqueou as costas de leve, empurrando o volume contra o ar. — Desce mais um pouco, rainha... as dores tão mais pra baixo — sussurrou, com um sorriso. Tava impaciente.
Ela hesitou um segundo, mordendo o lábio. A grana já tinha caído — o dobro, como ele prometeu —, mas aquilo tava escapando do controle. Mesmo assim, as mãos dela obedeceram, descendo pelo abdômen até a beirada da cueca. O calor que vinha dali era intenso, e quando roçou o elástico, Eduardo levantou o quadril pra facilitar.
— Tira ele, bebê, quer te ver de novo — ele disse, num tom debochado.
Lorena engoliu seco, as bochechas queimando. É só uma massagem, é pela grana, meu marido não descobre, repetia pra si mesma. Com as mãos trêmulas, puxou a cueca pra baixo. O pau saltou livre, duro igual uma barra de ferro: uns 22 cm fáceis, grosso, com veias marcadas e a cabeça inchada, seca. Lorena ficou olhando, hipnotizada, um segundo a mais.
— Uffa, viu como me deixa... Da outra vez você me deixou com gosto de quero mais. Hoje quero sua boca, rainha. Quero tudo.
Lorena ficou paralisada. Os olhos dela subiram do pau pro rosto dele, depois desceram de novo. A respiração acelerou, os bicos dos peitos marcando como balas sob a renda. — Não sei, não dá... — gaguejou, mas o corpo dela já se inclinava pra frente, como hipnotizado.
— Vai, mamãe. Só a pontinha primeiro. Ninguém fica sabendo — insistiu Eduardo. — Tira o sutiã primeiro — interrompeu. Lore obedeceu.


Seus peitos enormes ficaram livres. Lorena fechou os olhos por um segundo. Arqueou o corpo para baixo, abriu a boca e deixou a cabeça escorregadia entrar entre seus lábios. Um gemido gutural escapou de Eduardo. Ela começou devagar, lambendo a ponta, rodeando com a língua, sentindo como pulsava contra o céu da boca. As mãos dela subiram instintivamente até a base, apertando enquanto chupava mais fundo.
—Mmm, é... assim, que gostosa você é—grunhiu ele, empurrando os quadris de leve. Lorena tossiu um pouco ao sentir bater no fundo da garganta, mas não se afastou. As tetas dela balançavam a cada movimento, roçando nas coxas dele. A renda da calcinha fio-dental estava encharcada; ela se esfregava disfarçadamente na borda da maca.
Lá de fora, a imagem era sublime. Minha mulher chupando ele..., olha como ela engole essa pica enorme!, pensei. Continuei batendo uma.
Eduardo agarrou o cabelo preso de Lorena, guiando ela com mais ritmo.
—Mais rápido... é, assim... olha que boca de puta que você tem... —As bolas dele ficavam tensas, a pica inchando mais na boca dela. Lorena gemia em volta do tronco, vibrações que deixavam ele louco. As bochechas dela afundavam a cada chupada, saliva escorrendo pelo queixo, misturando com o óleo.
—Olha pra mim—ordenou ele. Lorena levantou os olhos, vidrados, enquanto ele enfiava até a garganta. —Já não aguento mais, bebê, tava morrendo de vontade de ver você… ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhh—Gozou.
Lorena começou a tossir, sem deixar a pica escapar da boca dela.
O primeiro jato foi direto pro fundo, grosso e quente. Lorena engoliu por instinto, tossindo, mas ele segurou ela ali, descarregando mais: segundo, terceiro, quarto jato enchendo a boca dela até transbordar pelos cantos. Ela continuou chupando, ordenhando, lambendo cada gota, fascinada pela quantidade, pelo gosto, pelo poder que tinha sobre ele naquele momento.
—Uffff... pelo amor de Deus, que filha da puta você é...—ofegou Eduardo, a pica ainda pulsando entre os lábios de Lorena. Ela se afastou devagar, se limpando. boca com o dorso da mão, o rosto vermelho, porra brilhando no queixo e nos peitos.
Eduardo não deu tempo pra ela se recompor. Com um movimento rápido, se levantou, pegou ela pela nuca e comeu a boca dela num beijo selvagem, a língua invadindo, saboreando a própria porra misturada com a saliva dela. Lorena soltou um gemido, surpresa, mas não se afastou; o beijo era bruto, faminto, e as mãos dele já estavam nela, apertando os peitos com força, beliscando os bicos.
— Mmm, agora você é minha. — rosnou contra os lábios dela, enquanto uma mão descia pelas costas, amassando a bunda redonda e firme por baixo da tanga. Os dedos se enfiaram entre as nádegas, roçando o buraco, e depois desceram mais, encontrando o tecido encharcado da buceta —. Olha como você tá escorrendo, bebê... —
Lorena ofegou, as pernas tremendo. Eduardo empurrou ela de leve contra a maca, sentou ela de uma vez e se ajoelhou entre as pernas abertas dela. Com um movimento lento, foi descendo a calcinha fio dental, até deixar à mostra a buceta inchada, brilhando de sucos.

— Abre mais as pernas, gostosa —ordenou, e antes que ela pudesse dizer algo, a boca dele já estava lá. A língua mergulhou nos lábios, lambendo de baixo pra cima, chupando o clitóris com fome. Lorena gritou, as mãos indo pro cabelo dele, primeiro pra empurrar… depois pra puxar ele mais pra perto.
— Ahhh… mmmmmm… — gemeu, as cadeiras já se mexendo sozinhas, se esfregando na cara dele. Eduardo sugava com força, metendo a língua pra dentro, depois um dedo, dois dedos, entraram muito fácil de tão molhada que ela tava. Movia rápido, curvando eles, enquanto lambia o clitóris em círculos.
— Mmm, que buceta gostosa você tem, Lore… — murmurou contra a carne, a barba arranhando as coxas —. Me diz, seu marido chupa você assim? Ele sabe te comer?
Lorena ofegou, a cabeça jogada pra trás, os peitos quicando a cada enfiada dos dedos. — N-não… ele… ahhh… nunca assim… — confessou entre gemidos, já sem filtro. A língua do Eduardo a enlouquecia, chupando, mordiscando, sugando até fazê-la tremer.
Eduardo levantou o olhar, os lábios brilhando dos sucos dela. — Olha como você fica… já tá pronta pro segundo round. — Se levantou, o pau duro feito pedra, 22 cm apontando pro teto, a cabeça inchada e vermelha. Esfregou ele na buceta da Lorena, deslizando entre os lábios, lambuzando de sucos —. Quer que eu te coma? Me pede.
Lorena olhou pra ele, os olhos vidrados, a respiração cortada. — Sim… me come… mas goza fora… por favor… — sussurrou, abrindo mais as pernas, se oferecendo.
Eduardo sorriu e, de um só empurrão, a cabeça entrou, esticando ela, enchendo ela como nunca. Lorena gritou, cravando as unhas nas costas dele.
E da janelinha, eu via tudo, batendo uma como um louco, sabendo que minha mulher já era dele.
Eduardo empurrou com força, a cabeça grossa do pau abrindo caminho entre os lábios inchados da Lorena. Ela gritou, um som metade prazer, metade dor, enquanto os 22 cm afundavam devagar, esticando ela até o limite. —mmmmm… é enorme! —gritei Lorena, —. Devagar… você vai me rasgar!
—mmm filha da puta, olha como entra inteira em você —rosnou Eduardo, sem piedade. Empurrou mais, até que as bolas dele batessem na maca. Lorena arqueou as costas, os peitões enormes quicando, os bicos duros como pedra—. Você ama minha pica, não ama?—
Lorena gemeu, as pernas tremendo em volta da cintura dele. —Sim… mmmm, continua, não para—
Eduardo começou a meter mais forte, tirando quase toda e enfiando de novo de uma vez. Cada estocada fazia a maca ranger, os sucos de Lorena escorrendo pela madeira. —Olha como você se molha, puta… sua buceta engole minha pica inteira…—
—S-sim… adoro… —confessou Lorena, já sem vergonha. Os quadris dela se ergueram pra receber ele, achando o ritmo—. Mais forte… me fode bem forte… —implorou ela.
Eduardo acelerou, agarrando os peitos dela com as duas mãos, amassando eles. Meteu com fúria, a pica entrando e saindo a toda velocidade, as bolas batendo na maca — que puta gostosa você é—
Lorena gritou, a cabeça jogada pra trás. —Sim, me fode! Não para… vai que eu gozo, ahhhhhhhh, mmmmmmmmmmm! —A buceta dela se contraiu em volta da pica, um orgasmo brutal percorrendo ela, os sucos espirrando a cada estocada.
Eduardo não aliviou. Esperou ela terminar o orgasmo. Levantou ela da maca, colocou ela de costas contra a vidraça do quincho, os peitos esmagados contra o vidro. Lá de fora, eu via tudo: a bunda redonda da minha mulher quicando, a pica de Eduardo entrando e saindo. —Olha que rabo gostoso você tem… —disse ele, cuspindo na mão e passando no cuzinho dela.

—mmmmmm… —suspirou Lorena, sentindo o dedo roçando a bunda dela.
Eduardo riu. —Fica tranquila, putinha… hoje vou encher sua buceta, esse cuzinho é pra próxima vez. —Metia com raiva, uma mão no cabelo, puxando pra trás, a outra no clitóris dela—. Me diz… você quer meu gozo dentro?
Lorena ofegava, perdida no prazer. —Não… fora… eu te falei… ahhh… mas me come mais, não para…
Eduardo virou ela de novo, colocou ela de barriga pra cima na maca, as pernas sobre os ombros dele. A piroca entrou mais fundo que nunca, batendo no fundo. —Olha como vou te encher, filha da puta… você é minha agora —rosnou, metendo como um animal—. Sua buceta é minha… me fala.
—Sou sua… me come… vaiii… —gritou Lorena, outro orgasmo chegando—. goza dentro de mim!
Eduardo sorriu, aquela frase foi o estopim, acelerou, as bolas tensas, a piroca inchando dentro dela—. Toma… putinha de merda… ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
—siiiiiiiiiiiiiiiiii, ahhhhhhhhhhhhhhhhhhh, mmmmmmmmmmmmmmmmmmmm— gritou ela também.
O primeiro jato foi brutal. Lorena gritou, sentindo o gozo quente inundando ela, jato após jato, até transbordar pelos lados. Eduardo continuou metendo, se ordenhando dentro, até a última gota.
—Uffff… olha como te deixei… cheia de porra —ofegou, tirando devagar, a piroca escorrendo. Lorena ficou ali, tremendo, a buceta aberta, sêmen escorrendo.
Gozei como nunca com essa cena, nunca pensei que ia ver ela assim, amei, queria mais!
A Lorena evitava o assunto, mas eu sentia: algo nela tinha mudado. Não precisava falar nada; o corpo dela falava sozinho.
Uma noite, enquanto a gente cozinhava, o celular vibrou na bancada. Ela pegou com naturalidade, mas o gesto mal disfarçou o leve tremor nas mãos dela.
Não falei nada, continuei mexendo o molho como se não tivesse notado o brilho repentino nos olhos dela.
Consegui ver ela lendo a mensagem. Lendo de novo. Mordendo o lábio inferior.
E, depois de uns segundos, guardando o telefone sem dizer uma palavra.
Mais tarde, quando ela foi tomar banho, eu soube.
O Eduardo tinha escrito pra ela.
Dizia que não conseguia parar de pensar no que tinha rolado. Que queria repetir, dessa vez mais preparado, mais calmo, disposto a pagar o que fosse preciso.
Uma "sessão completa, completa", como ele chamou.
A Lorena não me contou na hora. Passaram mais dois dias.
Uma manhã, enquanto a gente tomava chimarrão, ela falou sem me olhar:
— O Eduardo me escreveu. Diz que as massagens fizeram bem, mas as dores continuam...
O tom da voz dela era neutro, quase profissional, mas a respiração entregava.
— E você vai aceitar? — perguntei, fingindo desinteresse.
Ela demorou pra responder. — Sim, a gente precisa da grana, te incomoda?
— De jeito nenhum, amor — respondi.
Aí entendi tudo: não era só o dinheiro. Tinha algo mais. Uma mistura de curiosidade, nervosismo, e sei lá o que mais…
O sábado chegou rápido.
Eu preparei a mochila com as chuteiras e uma camiseta velha, como quem realmente vai jogar futebol.
Ela, por outro lado, passou a manhã arrumando o quincho, como se fosse um ritual.
Velas novas, música suave, toalhas limpas, o cheiro de óleos tomando conta do ar.
A roupa dela era simples, mas pensada: legging escura, camiseta branca, o cabelo preso com uma mecha solta caindo bem no pescoço.
Fiquei observando enquanto ela arrumava cada detalhe, e soube que o O encontro já estava decidido, muito antes de eu me despedir.
Me despedi enquanto ainda arrumava tudo.
— Não volta muito tarde, love — ela me disse da porta, sem desconfiar de nada.
Dei um beijo longo, devagar, e saí com a bolsa no ombro.
Só que dessa vez não fui pra nenhuma quadra.
Simulei um portão batendo e me escondi no lavabo esperando o Eduardo chegar.
Meia hora depois, o carro dele virou a esquina e parou na frente de casa.
Do meu esconderijo, vi ele descer: jeans, camisa, parecia ter acabado de tomar banho.
Bateu palmas e esperou.
A Lorena apareceu uns segundos depois.
Essa foi minha chance de ir pro fundo e me enfiar no meu “lugar”.
O Eduardo saiu pro jardim com aquela segurança que sempre parecia medir cada passo antes de dar. Caminhou até o quincho, mochila no ombro, e parou um instante antes de tocar a porta, como se quisesse preparar a própria paciência pro que vinha.
— Entra — ela disse, com a voz controlada mas trêmula, um sorriso leve que mal escondia a tensão nos ombros.
Ele não conseguiu disfarçar a reação: os olhos se abriram um instante a mais que o normal, a respiração ficou mais pesada, e um tremor quase imperceptível percorreu o corpo dele. Foi só um segundo, mas o suficiente pra ela sentir.
— Finalmente… valeu por me atender de novo, tava doido pra voltar — ele disse, a voz um pouco mais grossa —. Da última vez… uffff — suspirou lembrando.
Ela sorriu, tentando manter a calma. O olhar dela ia e vinha entre ele e a maca, ciente do efeito que causava.
Teve um silêncio longo. Eduardo largou a mochila na mesa, e o olhar dele não se desviou dela. Então, com a voz baixa e firme, falou:
— Tava pensando… que se dessa vez a massagem fosse diferente… podia valer um pouco mais. Algo mais livre, mais… especial.
Ela arqueou uma sobrancelha, tentando manter a compostura.
— Especial como? — perguntou, com um fio de voz que entregava o nervosismo.
— Com outra roupa — ele disse, quase um sussurro —. Algo mais… confortável. Te transfiro o dobro.
Ela ficou imóvel, processando a proposta. As mãos se entrelaçaram na frente dela, respirando fundo.
— hmmm, sei não… — murmurou, com um fio de voz que mal se ouvia.
Sem desviar o olhar:
— vai lá, estamos sozinhos, tranquilos e você ganha uma grana extra…
Lorena levantou a vista, e por um instante os olhos deles se encontraram. Um pulso elétrico percorreu o ar entre os dois. Finalmente, um suspiro escapou dos lábios dela:
— Tá bom… — disse, com timidez e determinação — o que você tem em mente?
— uma lingerie bem sexy, quero que me atenda como manda o figurino! — aos poucos, ele ia perdendo as maneiras.
Entrou na casa e sumiu por um instante atrás da moldura da porta.
Quando voltou, um roupão de seda a cobria. Ela o tirou com timidez ao entrar no quintal, vestindo uma lingerie, era um fogo! A luz do entardecer brincava sobre o corpo dela. A tensão no ambiente era palpável: Eduardo não conseguiu disfarçar o tesão ao vê-la…
—naaaaaaa, olha só o que você é… como vamos nos divertir, gostosa… —a gente começa? —ela disse com a voz baixinha, pegando o óleo na mesa.
Ele só concordou com a cabeça, sem falar nada, tirou a camiseta, baixou a calça e se deitou de barriga pra cima na maca. O volume que dava pra ver por baixo da cueca era considerável…
Lore se aproximou sem dizer nada, um calor silencioso tomava o quarto. Tudo estava pronto pra começar.
As mãos dela tremiam levemente ao pegar o vidro de óleo, mas disfarçou despejando um jorro generoso nas palmas, esfregando-as para aquecer. O cheiro de lavanda misturado com algo mais exótico se fundiu com o suor nervoso que começava a brotar na pele dela por baixo da lingerie preta. Aquele tecido fino, com transparências que deixavam ver o triângulo escuro entre as pernas, fazia ela se sentir exposta, vulnerável... e muito tesuda.Eduardo devorava ela com os olhos deitado na maca, de barriga pra cima, só de cueca. O volume era obsceno: o pano esticava como se fosse rasgar, marcando cada centímetro daquela piroca grossa que já pulsava. — Mamãe, que gostosa que você é — murmurou ele, enquanto a mão dele pousava na bunda da minha mulher. Ela não disse nada.
— Vamos começar por cima — falou Lorena, tentando soar profissional, mas a voz saiu trêmula. Ela se posicionou ao lado da maca, se inclinando sobre ele. Os peitões enormes dela, mal contidos pela renda preta, roçaram sem querer no braço de Eduardo enquanto massageava o pescoço dele. Ele soltou um gemido profundo, como se aquele contato fosse pura eletricidade.
Do meu esconderijo na janelinha, o coração tava a mil. Ver minha mulher assim, de lingerie sexy que eu nem sabia que ela tinha, tocando em outro cara... Minha mão já tava dentro da calça, apertando meu pau duro feito pedra. Meus 15 cm não eram nada comparados com o que tava marcando ali embaixo, mas o tesão de ser o corno escondido já tava me deixando no limite.Lorena desceu as mãos pelo peito do Eduardo, espalhando óleo, os dedos deslizando sobre os músculos tensos. Ele arqueou as costas de leve, empurrando o volume contra o ar. — Desce mais um pouco, rainha... as dores tão mais pra baixo — sussurrou, com um sorriso. Tava impaciente.
Ela hesitou um segundo, mordendo o lábio. A grana já tinha caído — o dobro, como ele prometeu —, mas aquilo tava escapando do controle. Mesmo assim, as mãos dela obedeceram, descendo pelo abdômen até a beirada da cueca. O calor que vinha dali era intenso, e quando roçou o elástico, Eduardo levantou o quadril pra facilitar.
— Tira ele, bebê, quer te ver de novo — ele disse, num tom debochado.
Lorena engoliu seco, as bochechas queimando. É só uma massagem, é pela grana, meu marido não descobre, repetia pra si mesma. Com as mãos trêmulas, puxou a cueca pra baixo. O pau saltou livre, duro igual uma barra de ferro: uns 22 cm fáceis, grosso, com veias marcadas e a cabeça inchada, seca. Lorena ficou olhando, hipnotizada, um segundo a mais.
— Uffa, viu como me deixa... Da outra vez você me deixou com gosto de quero mais. Hoje quero sua boca, rainha. Quero tudo.
Lorena ficou paralisada. Os olhos dela subiram do pau pro rosto dele, depois desceram de novo. A respiração acelerou, os bicos dos peitos marcando como balas sob a renda. — Não sei, não dá... — gaguejou, mas o corpo dela já se inclinava pra frente, como hipnotizado.
— Vai, mamãe. Só a pontinha primeiro. Ninguém fica sabendo — insistiu Eduardo. — Tira o sutiã primeiro — interrompeu. Lore obedeceu.



Seus peitos enormes ficaram livres. Lorena fechou os olhos por um segundo. Arqueou o corpo para baixo, abriu a boca e deixou a cabeça escorregadia entrar entre seus lábios. Um gemido gutural escapou de Eduardo. Ela começou devagar, lambendo a ponta, rodeando com a língua, sentindo como pulsava contra o céu da boca. As mãos dela subiram instintivamente até a base, apertando enquanto chupava mais fundo.—Mmm, é... assim, que gostosa você é—grunhiu ele, empurrando os quadris de leve. Lorena tossiu um pouco ao sentir bater no fundo da garganta, mas não se afastou. As tetas dela balançavam a cada movimento, roçando nas coxas dele. A renda da calcinha fio-dental estava encharcada; ela se esfregava disfarçadamente na borda da maca.
Lá de fora, a imagem era sublime. Minha mulher chupando ele..., olha como ela engole essa pica enorme!, pensei. Continuei batendo uma.
Eduardo agarrou o cabelo preso de Lorena, guiando ela com mais ritmo.
—Mais rápido... é, assim... olha que boca de puta que você tem... —As bolas dele ficavam tensas, a pica inchando mais na boca dela. Lorena gemia em volta do tronco, vibrações que deixavam ele louco. As bochechas dela afundavam a cada chupada, saliva escorrendo pelo queixo, misturando com o óleo.
—Olha pra mim—ordenou ele. Lorena levantou os olhos, vidrados, enquanto ele enfiava até a garganta. —Já não aguento mais, bebê, tava morrendo de vontade de ver você… ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhh—Gozou.
Lorena começou a tossir, sem deixar a pica escapar da boca dela.
O primeiro jato foi direto pro fundo, grosso e quente. Lorena engoliu por instinto, tossindo, mas ele segurou ela ali, descarregando mais: segundo, terceiro, quarto jato enchendo a boca dela até transbordar pelos cantos. Ela continuou chupando, ordenhando, lambendo cada gota, fascinada pela quantidade, pelo gosto, pelo poder que tinha sobre ele naquele momento.
—Uffff... pelo amor de Deus, que filha da puta você é...—ofegou Eduardo, a pica ainda pulsando entre os lábios de Lorena. Ela se afastou devagar, se limpando. boca com o dorso da mão, o rosto vermelho, porra brilhando no queixo e nos peitos.
Eduardo não deu tempo pra ela se recompor. Com um movimento rápido, se levantou, pegou ela pela nuca e comeu a boca dela num beijo selvagem, a língua invadindo, saboreando a própria porra misturada com a saliva dela. Lorena soltou um gemido, surpresa, mas não se afastou; o beijo era bruto, faminto, e as mãos dele já estavam nela, apertando os peitos com força, beliscando os bicos.
— Mmm, agora você é minha. — rosnou contra os lábios dela, enquanto uma mão descia pelas costas, amassando a bunda redonda e firme por baixo da tanga. Os dedos se enfiaram entre as nádegas, roçando o buraco, e depois desceram mais, encontrando o tecido encharcado da buceta —. Olha como você tá escorrendo, bebê... —
Lorena ofegou, as pernas tremendo. Eduardo empurrou ela de leve contra a maca, sentou ela de uma vez e se ajoelhou entre as pernas abertas dela. Com um movimento lento, foi descendo a calcinha fio dental, até deixar à mostra a buceta inchada, brilhando de sucos.

— Abre mais as pernas, gostosa —ordenou, e antes que ela pudesse dizer algo, a boca dele já estava lá. A língua mergulhou nos lábios, lambendo de baixo pra cima, chupando o clitóris com fome. Lorena gritou, as mãos indo pro cabelo dele, primeiro pra empurrar… depois pra puxar ele mais pra perto. — Ahhh… mmmmmm… — gemeu, as cadeiras já se mexendo sozinhas, se esfregando na cara dele. Eduardo sugava com força, metendo a língua pra dentro, depois um dedo, dois dedos, entraram muito fácil de tão molhada que ela tava. Movia rápido, curvando eles, enquanto lambia o clitóris em círculos.
— Mmm, que buceta gostosa você tem, Lore… — murmurou contra a carne, a barba arranhando as coxas —. Me diz, seu marido chupa você assim? Ele sabe te comer?
Lorena ofegou, a cabeça jogada pra trás, os peitos quicando a cada enfiada dos dedos. — N-não… ele… ahhh… nunca assim… — confessou entre gemidos, já sem filtro. A língua do Eduardo a enlouquecia, chupando, mordiscando, sugando até fazê-la tremer.
Eduardo levantou o olhar, os lábios brilhando dos sucos dela. — Olha como você fica… já tá pronta pro segundo round. — Se levantou, o pau duro feito pedra, 22 cm apontando pro teto, a cabeça inchada e vermelha. Esfregou ele na buceta da Lorena, deslizando entre os lábios, lambuzando de sucos —. Quer que eu te coma? Me pede.
Lorena olhou pra ele, os olhos vidrados, a respiração cortada. — Sim… me come… mas goza fora… por favor… — sussurrou, abrindo mais as pernas, se oferecendo.
Eduardo sorriu e, de um só empurrão, a cabeça entrou, esticando ela, enchendo ela como nunca. Lorena gritou, cravando as unhas nas costas dele.
E da janelinha, eu via tudo, batendo uma como um louco, sabendo que minha mulher já era dele.
Eduardo empurrou com força, a cabeça grossa do pau abrindo caminho entre os lábios inchados da Lorena. Ela gritou, um som metade prazer, metade dor, enquanto os 22 cm afundavam devagar, esticando ela até o limite. —mmmmm… é enorme! —gritei Lorena, —. Devagar… você vai me rasgar!
—mmm filha da puta, olha como entra inteira em você —rosnou Eduardo, sem piedade. Empurrou mais, até que as bolas dele batessem na maca. Lorena arqueou as costas, os peitões enormes quicando, os bicos duros como pedra—. Você ama minha pica, não ama?—
Lorena gemeu, as pernas tremendo em volta da cintura dele. —Sim… mmmm, continua, não para—
Eduardo começou a meter mais forte, tirando quase toda e enfiando de novo de uma vez. Cada estocada fazia a maca ranger, os sucos de Lorena escorrendo pela madeira. —Olha como você se molha, puta… sua buceta engole minha pica inteira…—
—S-sim… adoro… —confessou Lorena, já sem vergonha. Os quadris dela se ergueram pra receber ele, achando o ritmo—. Mais forte… me fode bem forte… —implorou ela.
Eduardo acelerou, agarrando os peitos dela com as duas mãos, amassando eles. Meteu com fúria, a pica entrando e saindo a toda velocidade, as bolas batendo na maca — que puta gostosa você é—
Lorena gritou, a cabeça jogada pra trás. —Sim, me fode! Não para… vai que eu gozo, ahhhhhhhh, mmmmmmmmmmm! —A buceta dela se contraiu em volta da pica, um orgasmo brutal percorrendo ela, os sucos espirrando a cada estocada.
Eduardo não aliviou. Esperou ela terminar o orgasmo. Levantou ela da maca, colocou ela de costas contra a vidraça do quincho, os peitos esmagados contra o vidro. Lá de fora, eu via tudo: a bunda redonda da minha mulher quicando, a pica de Eduardo entrando e saindo. —Olha que rabo gostoso você tem… —disse ele, cuspindo na mão e passando no cuzinho dela.


—mmmmmm… —suspirou Lorena, sentindo o dedo roçando a bunda dela. Eduardo riu. —Fica tranquila, putinha… hoje vou encher sua buceta, esse cuzinho é pra próxima vez. —Metia com raiva, uma mão no cabelo, puxando pra trás, a outra no clitóris dela—. Me diz… você quer meu gozo dentro?
Lorena ofegava, perdida no prazer. —Não… fora… eu te falei… ahhh… mas me come mais, não para…
Eduardo virou ela de novo, colocou ela de barriga pra cima na maca, as pernas sobre os ombros dele. A piroca entrou mais fundo que nunca, batendo no fundo. —Olha como vou te encher, filha da puta… você é minha agora —rosnou, metendo como um animal—. Sua buceta é minha… me fala.
—Sou sua… me come… vaiii… —gritou Lorena, outro orgasmo chegando—. goza dentro de mim!
Eduardo sorriu, aquela frase foi o estopim, acelerou, as bolas tensas, a piroca inchando dentro dela—. Toma… putinha de merda… ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh
—siiiiiiiiiiiiiiiiii, ahhhhhhhhhhhhhhhhhhh, mmmmmmmmmmmmmmmmmmmm— gritou ela também.
O primeiro jato foi brutal. Lorena gritou, sentindo o gozo quente inundando ela, jato após jato, até transbordar pelos lados. Eduardo continuou metendo, se ordenhando dentro, até a última gota.
—Uffff… olha como te deixei… cheia de porra —ofegou, tirando devagar, a piroca escorrendo. Lorena ficou ali, tremendo, a buceta aberta, sêmen escorrendo.
Gozei como nunca com essa cena, nunca pensei que ia ver ela assim, amei, queria mais!
8 comentários - Minha esposa, a massagista (2)
Ojala vengan mas y mas cuernos