Santiago tinha ouvido os boatos do bairro: homens que sumiam depois de visitar um puteiro chamado "5 Luas", e que nunca mais voltavam. Entre eles, seu amigo Héctor, cuja mudança brusca e desaparecimento o tinham obcecado. Nada parecia normal, e a curiosidade o levou a seguir a pista, com uma mistura de medo e tesão.Andando pelas ruas antigas do centro, Santiago chegou a um cafézinho quase esquecido. Lá, um velho de olhar penetrante o esperava, parecendo saber demais. Sem muita conversa, convidou ele pra sentar e começou a contar a verdade que ninguém tinha coragem de revelar:
— Não são putas comuns da noite — disse com voz grave. — As 5 Luas têm dentro das bucetas uns fluidos que espalham a maldição. Quem se entrega a elas perde a humanidade aos poucos, até virar escravo da própria putaria… ou pior.
Santiago ouvia, fascinado e horrorizado ao mesmo tempo. O velho continuou:
— Tive sorte… escapei da segunda Lua graças a esse crucifixo de prata. Mas nem todo mundo sobrevive. Muitos homens se perdem pra sempre, viram algo que nem reconhecem mais como gente.
O jovem investigador sentiu um arrepio subir pela espinha. A ideia de que os corpos das Luas carregassem essa maldição era aterrorizante… e ao mesmo tempo, a certeza de que podia expor a verdade e salvar quem cruzasse com elas encheu ele de determinação.
— Se quero entender o que aconteceu com o Héctor — disse Santiago, apertando o crucifixo que tinha pego emprestado do velho —, tenho que entrar lá, encarar as Luas e descobrir como elas funcionam. Só assim vou conseguir parar o que muitos chamam de prazer, mas que na real é um destino sombrio.
O velho concordou, como se esperasse que alguém tivesse coragem de fazer o que ele não conseguiu:
— Vai com cuidado, moleque. Cada Lua é diferente, cada trepada é um teste da sua força e do seu controle. E lembra: o desejo nunca é inocente, e o prazer tem um preço que poucos tão dispostos a pagar. dispostos a pagar. Santiago saiu da cafeteria com a mente em chamas e o coração batendo forte. Sabia que sua investigação o levaria a um território onde prazer e perigo se misturavam, onde cada toque e suspiro podia ser mortal. O primeiro passo seria se aproximar da primeira Lua, entender como funcionava a maldição e preparar o crucifixo de prata que podia ser sua única salvação. E assim, com uma mistura de desejo, medo e determinação, Santiago começou sua descida ao mundo sombrio das 5 Luas, onde cada encontro prometia prazer, poder e horror na mesma medida. Santiago chegou à porta discreta da casa, seu coração batendo forte e o crucifixo de prata pendurado no peito. Sabia que estava entrando em território perigoso: homens haviam desaparecido ali, consumidos por desejo e maldição. Mas ele não era qualquer homem; carregava consigo um pó de prata especial, preparado como proteção extra. Ao abrir a porta, foi recebido por Selena, a primeira Lua. Seu cabelo loiro caía em cascata sobre as costas, seu corpo era a própria definição de provocação e poder. Seus olhos brilhavam com fome, e seu sorriso sugeria que ela conhecia todos os seus segredos mais íntimos. — Tava te esperando — sussurrou —. Esta noite você vai descobrir o que significa se deixar levar. Antes que ele pudesse reagir, ela se aproximou, pegou seu pau com firmeza e o meteu na boca, chupando e arrancando gemidos involuntários enquanto seu corpo reagia sem controle. Suas mãos percorriam seu torso, e ele podia sentir cada centímetro de sua pele se arrepiar sob os toques de Selena.
Com um movimento sensual e provocador, ela montou nele, deslizou a buceta no pau dele, oferecendo os peitos pra ele beijar, cavalgando num ritmo calculado que dominava ele por completo. Depois, ficou de quatro na frente dele, convidando com um gesto claro pra ele meter por trás.
Santiago, ciente do perigo e com malícia, pegou um pouco do pó de prata que carregava e espalhou pelo corpo num instante de proteção. O efeito foi imediato. Selena gemeu, arqueando as costas e suplicando: —Por favor… chega de pó, tá doendo! —ofegou, enquanto o corpo ficava imóvel, submisso—. Vou te contar tudo… vou te ajudar, mas seu amigo… já era.
Santiago aproveitou a vantagem. Com cuidado e precisão, levou ela pra casa dele, garantindo que não pudesse se mexer, e colocou uma coleira de prata que mantinha o corpo dela quieto e submisso, o olhar agora cheio de obediência e medo.
—Agora você vai me contar tudo —ordenou Santiago, firme—. E vai me ajudar a salvar os outros.
Selena concordou, respirando com dificuldade, ciente de que o poder dela tinha sido neutralizado por algo que o homem sabia usar com malícia e força. Naquele instante, Santiago entendeu que cada Lua não oferecia só prazer, mas poder, controle e perigo extremo. E que a investigação dele tava só começando, com mais noites, mais Luas e mais segredos obscuros esperando por ele.
Santiago estava na frente de Selena, a primeira Lua, na segurança da casa dele, enquanto a coleira de prata mantinha ela quieta e submissa. Ainda dava pra sentir o eco do encontro físico deles, a intensidade de cada roçada, cada movimento, cada suspiro que tinha consumido ele.
Mas agora, a adrenalina do desejo se misturava com o terror do que ele tava prestes a descobrir.
—Santiago… —sussurrou Selena, a voz tremendo—. Você precisa entender o que rola aqui. A gente não é só mulher de prazer. A gente é amaldiçoada.
Ele franziu a testa, preocupado, enquanto ela continuava:
—Séculos atrás, o lobisomem original nos amaldiçoou. Cada homem que a gente consegue transformar nos dá um pouco da essência dele… a humanidade, o vigor. Com cada transformação, a gente ganha juventude eterna, beleza que nunca murcha, força que nunca acaba. Mas tem um preço: os homens que caem no nosso feitiço perdem a liberdade… e a alma.
Santiago engoliu seco, sentindo um arrepio percorrer suas costas. Cada toque da noite anterior voltava à sua mente, e ele entendeu que o prazer que sentira tinha um lado escuro e mortal.
— Tem como parar isso? — perguntou, com a mente fixa no amigo Héctor e nos homens que poderiam se perder.
Selena assentiu devagar:
— Sim… mas vai ser perigoso. Se você conseguir enfrentar a última Lua, a de cabelo branco e peitos imponentes, vai poder libertar as outras quatro e quebrar esse ciclo de uma vez por todas. Mas tem que tomar cuidado. Ela não está sozinha. Os lobisomens que protegem a última Lua são fortes, selvagens, e seu amigo… seu amigo Héctor é um deles.
Santiago sentiu o coração disparar. Tudo o que ele achava que sabia sobre a casa, o prazer e a maldição ganhava um sentido aterrorizante: cada encontro sexual não era só desejo, mas uma armadilha que consumia corpos e vontades. E agora ele precisava ser mais esperto, mais rápido, e usar cada ferramenta que tivesse à mão se quisesse sobreviver e salvar os outros.
— Então… tenho que enfrentá-la — disse com firmeza, segurando o crucifixo de prata —. E tenho que me preparar. Não vai ser só um jogo de desejo, mas de vida ou morte.
Selena, ainda sob o controle do colar, olhou para ele com uma mistura de obediência e súplica:
— Eu vou te guiar, Santiago. Vou te dizer o que precisa saber, mas lembra… cada Lua tem seu próprio jeito de te testar. Cada encontro vai pôr à prova sua mente, seu corpo… e sua alma.
O jovem investigador entendeu então que o perigo e o prazer estavam inseparavelmente ligados, e que a última Lua não seria só a mais difícil de enfrentar: seria a que definiria seu destino e o de todos os homens que já tinham caído na maldição das 5 Luas.
Com o coração acelerado e a mente tensa, Santiago se preparou para a próxima etapa da sua investigação, consciente de que cada passo em direção à última Lua o aproximava mais de um prazer que podia custar sua vida… ou algo pior. Santiago estava no quarto dele, cercado por ferramentas de proteção: colares de prata, pó especial e o crucifixo. Cada item era essencial pra resistir à maldição das Luas, mas, mesmo assim, a atenção dele tava toda em Selena, a Lua Crescente. Ele via ela se revirando pelada na cama dele, o corpo iluminado pela luz fraca do abajur, e não conseguiu evitar que o pau dele endurecesse com a visão. Ela percebeu na hora, e um sorriso safado curvou os lábios dela. — Sabe, Santiago — sussurrou com uma voz sedutora —, se você quiser, pode ter meu corpo. Esse colar me mantém sob controle e impede que a maldição passe pra você. Santiago franziu a testa, avaliando cada risco: — Com certeza você vai tentar alguma coisa pra escapar — disse ele, sabendo que a mente dele tinha que ficar alerta. Ela riu baixinho e respondeu: — Não… eu gosto de você, e não vou fugir. Já te dei minha palavra que vou te ajudar. E além disso… eu te desejo. Com um movimento confiante e provocador, ela abriu as pernas pra ele, mostrando a buceta quente dela, separando os lábios com dois dedos.
Santiago se aproximou, e ela baixou a calça dele, segurou a ereção com firmeza, guiando até a boca e começou a lamber e chupar com devoção. A intensidade do contato fez ele sentir como o desejo e o controle se misturavam, cada toque excitando seus sentidos. Ela deitou ele na cama, montou em cima e enfiou o pau dele na buceta dela, quicando, os peitos pulando, ele agarrava, chupava os bicos, arrancando gemidos dela, com um ritmo provocador, e depois ficou de quatro, convidando ele a possuí-la com um gesto claro.
Santiago não hesitou. Enfiou a pica no cu dela com um empurrão só, fazendo ela tremer, segurando ela pela cintura e dando tapas na bunda dela. Cada movimento, cada pressão, fazia ela reagir com gemidos suaves e ofegantes, mostrando sua entrega e submissão sob a coleira de prata. Finalmente, fez ela montar nele, a buceta apertando a pica dele, o corpo dela respondendo com um vai e vem intenso e preciso. Cada impulso de Santiago a atravessava com força, e ela gemeu, respirando com dificuldade: —Por favor… me liberta! —ofegou, arqueando as costas—. Quero estar com você… quero sentir você dentro de mim.
Santiago, entre a excitação e a estratégia, entendeu que o prazer e a proteção podiam coexistir, que podia usar o colar e o pó de prata para controlar a situação e manter a maldição sob rédea curta. Mas também sabia que cada encontro o aproximava mais do perigo, e que a última Lua o esperava com um poder muito maior e lobisomens dispostos a protegê-la a todo custo.Enquanto seus corpos se uniam e o ritmo os consumia, Santiago percebeu que o jogo não era só físico: era um equilíbrio delicado entre desejo, controle e sobrevivência, e que qualquer erro poderia custar mais do que o prazer da noite.
Como prometeu a Lua Crescente, ela o ajudou a convencer outras 2 Luas a acabar com essa maldição. Só restavam a Madame e a Lua Vermelha, que queria continuar com esse ciclo.
Santiago entrou no quarto guardado por tochas vermelhas. O ar cheirava a ferro quente e perfume escuro. Lá o esperava ela, nua sobre um trono de veludo: pele branca, olhos carmesim e um cabelo ruivo que batia na cintura. Sorriu como uma besta satisfeita.
—Então você é o caçador que anda solto por aí… —disse ela, lambendo o lábio inferior—. Eu sou a Lua Vermelha. Se quiser passar, vai ter que me aguentar.Santiago apertou o punho onde escondia o saquinho de pó de prata. Não respondeu. Ela se levantou, caminhou devagar até ele e, sem pedir permissão, desabotoou seu cinto.
—Caladinho… —sussurrou—. Deixa eu ver quanto você vale antes de te matar.
Ajoelhou-se na frente dele, pegou o pau dele com uma mão e começou a beijar a ponta, devagar, debochada, curtindo o controle que tinha. Depois passou a língua nele, de cima a baixo, fazendo ele respirar mais forte.
—Hum… firme… quente… Adoro quando ainda acham que conseguem me resistir.
Enfiou o pau na boca, chupando com força, provocando ele a gemer, mesmo ele tentando se segurar. Quando ficou completamente duro, ela se levantou e virou de costas.
—Agora me come. —ordenou, ficando de quatro na frente dele, arqueando as costas como uma fera no cio.
Santiago segurou ela pelo quadril e a penetrou, forte, enfiou o pau na buceta dela com um empurrão decidido. A Lua Vermelha gemeu de satisfação, empurrando pra trás com movimentos selvagens. —Mais… assim… arrebenta meu cu se puder… — exigia, desafiando ele a comer ela no cu, curtindo a brutalidade, enquanto ele fodia ela com tudo e dava tapas na bunda. Ela era um furacão carnal: trocou de posição, montou nele, cavalgou com violência, a buceta quente apertando o pau dele, cravando as unhas no peito dele enquanto gemia em cima, uma vez e outra, como se quisesse devorar a alma dele pelo corpo. Quando sentiu ele perto do limite, abraçou o pescoço dele, ofegante: —Me dá tudo… se rende… se entrega pra mim…
Mas foi então que Santiago agiu. Ele despejou o pó de prata no pescoço e nos peitos dela. Ela gritou. A pele dela fumegou. Caiu no chão se contorcendo, com a respiração ofegante. — NÃÃÃOOO!! — uivou —. Chega! Tira isso! Mostrou sua verdadeira forma: presas longas, garras negras, olhos de fera. Mas Santiago já a tinha imobilizada no chão, o crucifixo pronto pra marcar a pele dela. — Fala, puta diabólica, ou vou queimar sua alma inteira. — disse ele, firme, com uma calma fria que nem sabia que tinha. A Lua Vermelha ofegou, fraca, derrotada. — Você é mais forte do que eu pensei... maldita Lua Crescente... comer ela te deu poder... — cuspiu sangue preto —. Mas já é tarde! Ela vem! De repente, dois lobisomens invadiram, arrombando as portas, rugindo.
Santiago recuou na hora, pegou a bolsa, rolou no chão e escapou pelado pela janela antes que o despedaçassem. Enquanto fugia pelos telhados, ouviu a Lua Vermelha gritar de dentro: —A Madama vai arrancar teu coração! E teu amigo Héctor vai te entregar!
Santiago continuou correndo sob a noite… sabendo que a guerra já tinha começado.
Santiago respirava pesado no quarto onde estava com a Lua Crescente. A tensão no ar era palpável, como se cada parede, cada cortina, esperasse o momento de explodir em desejo e perigo. As outras duas Luas que tinham aceitado ajudá-lo se juntaram à cena, peladas e ardentes, seus corpos brilhando sob a luz quente das velas.
—Se você nos pegar as três — sussurrou Selena, a Lua Crescente, com a voz cheia de provocação — vai ter mais poder pra vencer os lobisomens e pra lutar contra a Madama.
Santiago não hesitou. A ereção dele pulsava forte e ansiosa enquanto as três o cercavam. A Lua Crescente agarrou o pau duro dele, acariciando com habilidade e beijando a ponta com a língua brincalhona. O corpo dele tremia de excitação e adrenalina: não era só prazer, era poder se concentrando dentro dele.
As outras duas Luas o abraçaram, beijando o pescoço dele, os ombros, percorrendo cada centímetro de pele com língua e lábios, sussurrando ordens e promessas ardentes. Santiago as pegou pela cintura e as puxou pro centro do quarto, fazendo os corpos se entrelaçarem, explorando, mordendo, ofegando, se entregando sem reservas.
—Mais forte… me fode… —gemia uma delas enquanto a outra se arqueava sobre ele, guiando seu pau dentro da sua buceta molhada, entregue e ansiosa.
A Lua Crescente não ficou para trás: montou nele, se movendo com força e precisão, as tetas pulando, enquanto as outras duas o pegavam de ângulos diferentes, beijando seu peito, suas costas, seus braços, fazendo com que cada toque e cada roçada o fizessem se sentir poderoso e completo ao mesmo tempo. As mãos dele exploravam, as bocas desciam pelo corpo dele, e Santiago percebeu que o prazer estava alimentando algo mais: uma energia desconhecida que corria em suas veias, enchendo-o de força e velocidade sobre-humana. —Por favor… me liberta… quero ficar contigo… —ofegou Selena, enquanto o montava, apertando ele com a buceta, arqueando as costas e se entregando a cada estocada.
Finalmente, quando o clímax chegou no auge, Santiago sentiu uma explosão de energia atravessar ele, misturando prazer e poder. O corpo dele tremeu e um gemido profundo escapou da garganta, ecoando pelo quarto. As Luas abraçaram ele, ofegantes, sorrindo satisfeitas: o ritual tinha funcionado. Mas não dava tempo pra descansar. O chão vibrou e um uivo distante foi ouvido. Os lobisomens tinham chegado, farejando o sangue e a energia do ritual.
Santiago recuou rápido, enquanto as Luas o cobriam e protegiam, cada uma mostrando submissão mas também força contida por causa dos colares de prata que usavam. —Vai… corre… a Madama sabe que você tá aqui… e vai trazer o exército dela — sussurrou Selena, enquanto empurrava ele pra janela e dava um beijo profundo—. Agora você tem o poder… e a chance… mas isso não acabou. Santiago pulou pra noite, sentindo o poder latente que as Luas tinham dado pra ele. O corpo dele tava tremendo, cheio de força, fome e desejo, e ele sabia que a batalha final tava perto: encarar a Madama e os lobisomens dela não ia ser só um teste de força, mas de resistência sexual, mental e mágica. Enquanto caía entre as sombras da cidade, pensou nas Luas: a paixão delas, a entrega, o poder… e como aquele ritual tinha mudado o destino dele pra sempre. Santiago avançou silencioso pela entrada da mansão das 5 Luas. A atmosfera tava pesada: um cheiro de umidade, de sangue e de desejo flutuava no ar, e a ereção dele ainda pulsava por causa da energia que tinha absorvido durante o ritual com as Luas. Sabia que cada passo aproximava ele do destino, e que a Madama tava esperando, mas antes precisava enfrentar os guardiões dela. Três sombras se jogaram em cima dele: lobisomens enormes, olhos brilhando com fome e ferocidade.
Um deles parecia estranhamente familiar: seu amigo Héctor, completamente transformado, com garras e presas que brilhavam sob a luz fraca. —Tenho uma surpresa pra vocês, lobinhos… —disse Santiago com voz firme, mostrando as costas revestidas de prata, enquanto sacudia um pouco do pó de prata que havia preparado com cuidado. O ar se encheu de partículas brilhantes, enfraquecendo os monstros, e um calafrio percorreu seus corpos bestiais. Graças à força que as Luas lhe deram, Santiago se movia como um redemoinho: desviava investidas, atacava com precisão e energia sobre-humana, derrubando um por um os lobisomens que atravessavam seu caminho. Cada golpe, cada salto e cada manobra lhe davam mais confiança, enquanto a adrenalina misturava prazer e perigo, lembrando-o de que o que sentira com as Luas não era só desejo: era poder físico e sexual transformado em força pura. Por fim, ficou frente a frente com Héctor. Seu amigo e antigo aliado estava exausto, com feridas visíveis, respiração ofegante, e seus olhos humanos se misturando com a besta que ele havia sido.
Santiago não hesitou: aplicou o pó de prata diretamente e, aos poucos, a transformação regrediu. A carne de Héctor voltou a ser humana, embora seu corpo estivesse fraco e todo moído. Héctor caiu nos braços de Santiago, respirando com dificuldade. Santiago o segurou com força, incapaz de se afastar, enquanto sentia a vida do amigo se apagando devagar.—Obrigado por… me libertar… —sussurrou Héctor com o último suspiro, quase inaudível—. Se conseguir… acaba com aquela puta… e quebra a maldição…
Santiago sentiu um nó na garganta. O amigo confiava nele até o fim, e o olhar de Héctor se perdeu ao longe, fixando-se na última Lua, a Madama, que os observava de longe. Os cabelos brancos dela caíam como um rio de gelo, os peitos grandes e durões mal apareciam na penumbra, e o sorriso gelado não deixava dúvidas: o confronto final seria mortal.
Enquanto Héctor dormia para sempre nos braços dele, Santiago sabia que o ritual com as Luas tinha lhe dado poder, resistência e controle, mas que agora tudo se concentrava num único objetivo: derrotar a Madama, quebrar a maldição e sobreviver ao desejo sombrio que dominara cada noite. O silêncio reinou por alguns segundos, quebrado só pela respiração de Santiago, o coração batendo forte, e a sombra da Madama à espreita, observando cada movimento, cada impulso, cada desejo que o faria cair... ou triunfar. O jardim elevado estava iluminado pela luz da lua cheia. Santiago avançou com passo firme, sentindo cada músculo tenso, o coração batendo como tambor de guerra e a adrenalina misturada com a lembrança de cada Lua que o ajudara. Lá estava ela: a Madama, a Lua final, completamente nua, a pele perfeita brilhando sob a luz lunar, os peitões enormes e firmes balançando a cada movimento, o cabelo branco caindo como um rio gelado sobre os ombros.
—Te parabenizo —disse ela, com voz suave e mortal—. Você chegou até aqui, conquistando minhas Luas, comendo elas e virando elas contra mim. Venceu minhas... mascotes... é um grande guerreiro. Acredite, vou honrar sua memória... mas até aqui você chegou.Antes que ele pudesse reagir, a Madama ergueu uma mão e uma brisa cortante arrancou a roupa de Santiago, deixando-o nu diante dela. O pau dele subiu duro e firme, apontando para ela, pulsando com desejo e desafio. Santiago respirou fundo, decidido, e a atacou com força, tentando derrubá-la.
Ela o parou com um gesto elegante, uma mão firme sobre o peito dele.
—Se quer vencer, use sua outra espada… não esses brinquedos — disse com tom provocador, tirando a espada de prata dele e jogando no chão.
Ela o deitou suavemente na grama, subindo em cima dele com movimentos seguros, esfregando a buceta quente no pau dele, os peitos dela contra o corpo dele, enfiou o pau dele na buceta, cavalgando com força enquanto Santiago agarrava os peitos dela com mãos firmes, sentindo o poder e a atração que emanavam dela.
—Você é um grande guerreiro… com uma pica insaciável, junta-te a mim — sussurrava entre gemidos, cravando as garras, arranhando o peito dele, dominando-o a cada toque e a cada movimento. Santiago caiu parcialmente sob o domínio dela, deixando-se levar pelo prazer e pela adrenalina, comendo ela de quatro no cu, rendido, mas de repente lembrou-se da Lua Crescente, das palavras dela, da ajuda e do corpo dela, da lealdade que ela lhe mostrara. Um lampejo de consciência o atravessou: aquilo precisava acabar.
Ele tirou o crucifixo que pendia do pescoço, levantou a mão e encostou ele nela. A Madama gritou, a energia se dissipou, e pela primeira vez ela perdeu o controle. —Me desculpa… você é uma puta gostosa, mas isso tem que acabar —disse Santiago com a voz firme, respirando ofegante—.
O poder da prata e do crucifixo, combinado com a força que ele acabara de ganhar, foi o suficiente. A Madama caiu na grama, derrotada mas ainda imponente, e Santiago soube que a maldição das Luas e dos lobisomens tinha acabado.
Enquanto saía da mansão, exausto mas vitorioso, a Lua Crescente o esperava. O cabelo dela já não brilhava com magia, a pele voltava a ser humana e os olhos mostravam gratidão e tesão ao mesmo tempo.
—Você é livre… pode ir embora agora —disse Santiago, estendendo a mão.
—Agora que sou humana, queria ficar com você —respondeu ela, com um sorriso suave.
De mãos dadas, caminharam juntos para a noite, deixando para trás a mansão das 5 Luas, a maldição quebrada e a escuridão contida, enquanto o ar se enchia da lembrança de paixões extremas, magia e um vínculo que nenhuma noite poderia apagar. Mas atrás, alguém saía da escuridão — era o velho que lhe deu o crucifixo, olhando o corpo da Madama, com olhos amarelos, dizendo: "Está na hora de você voltar para mim, minha rainha puta", e carregando o corpo nu dela, desaparecendo entre as sombras...

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