Boa galera, aqui vai o capítulo 9. Valeu por todas as mensagens e comentários. Acordei no dia seguinte pensando no que o Marcos me disse. Não sabia como resolver, as duas opções iam dar problema. Se eu aceitasse sair com ele, todo mundo ia falar e com certeza eu ia brigar com o Luqui. Se não aceitasse, perdia o melhor sexo da minha vida, e ainda por cima o Luqui perdia a namorada, e ela ia ficar com o Marcos. Os dias foram passando e eu não sabia o que fazer, o que decidir. Enquanto isso, o Marcos continuava me lembrando... ele tinha me dado um ultimato, 1 semana. Pedia pro Marcos vir me comer, mas a resposta dele era sempre a mesma, "que eu tinha que decidir..." Chegou o grande dia, e eu decidi, falei que não, que a gente não podia ficar junto, que tinha acabado. Ele só respondeu que já sabia que ia acontecer... e aconteceu. Uns dias depois, perguntei pro Luqui sobre a Ailín, ele disse que tinham terminado, mas nada mais. Eu ouvia ele triste e chorando no quarto dele, e isso me fazia pensar. Sabia o que tinha que fazer, mas não tinha coragem. Meu corpo pedia pelo Marcos aos berros, e isso ia deixar a Ailín livre, que voltaria pro Luqui, mas era muito difícil me expor. O tempo passou e eu cruzei com o Marcos, de mãos dadas com a Ailín, a gente trocou olhares, mas nada mais. Quando voltei pra casa, o Luqui me contou tudo. Ele disse que agora a Ailín tava com o Marcos, o Luqui quis brigar com ele, mas separaram. Ele voltou chorando pra casa e ficamos só nós dois. Minha decisão ainda tava viva, mas não teve volta, preferi deixar tudo como estava. Passou um tempo, tava chegando o fim do ano, e o Luqui, pra levantar o astral, e antes das provas, resolve fazer uma festa, igual às de sempre, igual às anteriores. Obviamente o Marcos não foi convidado. Bebeu álcool e eu vi o Luqui solto, claramente afogando a mágoa pela Ailín, mas apareceu outra mina, depois eu soube o nome dela e quem era. Vi eles bem juntos, conversando muito. Minha noite terminou cedo, a deles nem tanto. No dia seguinte, o Luqui não desceu pra almoçar, só apareceu à Tarde, era sábado, ele me olha e diz...
—Mãe, posso te perguntar uma coisa, um conselho?
—Claro, amor, fala.
—Ontem eu beijei uma mina...
—Ah, é? Bom, que legal.
—Sim, mas tem um problema...
—Qual, amor?
—É a irmã do Agus...
—E qual é o problema?
—Ela não sabe que eu gosto dela, e não sabe que a gente ficou ontem, e ele não gosta que fiquem com a irmã...
—Bom, mas é questão de conversar, não?
—Acho que ele vai ficar puto, mas tenho que contar.
—Sim, acho que sim...
Os dias passaram depois dessa conversa, tudo seguiu normal, até que um dia ele chegou puto...
—Luqui, o que rolou?
—Briguei com o Agus por causa daquilo que te contei outro dia, da irmã...
—Bom, mas como foi? Como ele soube?
—Fui lá e falei que gostava da irmã dele, que queria ficar com ela, a gente discutiu, se xingou, se empurrou e nos separaram, e ele disse pra eu nunca mais falar com ele...
—Bom, mas acho que você sabia que isso ia acontecer...
—Sim, mas depois a Anto, a irmã, me ligou e disse que não queria mais sair assim, que eu gostava dela mas com toda essa situação ela não queria mais...
—Mas fala isso pro Agus.
—Pô, mas tudo dá errado pra mim, mãe!!! Primeiro a Ailín com o Marcos, agora que eu gosto de alguém, é a irmã do Agus!!! Sempre comigo.
—Calma, amor, calma, vocês vão se entender e tudo vai dar certo.
—Vou dormir, mãe, tchau...
—Tchau, filho.
Mandei mensagem pro Agus, não podia deixar isso assim...
—Oi, Agus.
—Oi, Flor.
—O Luqui me contou sobre você e ele, e sobre a briga que vocês tiveram, e o motivo.
—Bom, mas não é com você, eu resolvi com ele e pronto.
—Agus, deixa ele, ele não é mau e você sabe disso, ele não vai fazer nada de ruim pra sua irmã.
—Bom, mas não quero que ele saia com ela, não gosto que nenhum dos meus amigos saia com ela.
—Não, Flor, você não entende.
—Vem aqui em casa e me explica 😉
—Sério?
—Sim...
Não houve mais palavras depois disso. O Luqui veio e me disse que a Anto falou que estava tudo bem, que eles podiam sair, que ela conversou com o Agus e que ele não ia se opor, que achava de boa. Mais tarde, o Luqui conversou com o Agus e pediu desculpas, que era um Bom amigo e que sabia que não ia fazer mal pra irmã dele. O Luqui me pediu o carro pra sair com a Anto naquele mesmo dia. Óbvio que eu disse sim, mas pra tudo continuar em harmonia, eu tinha que fazer a minha parte. — Oi Agus, obrigada por falar com o Luqui, e por ele poder sair com a Anto, isso me deixa feliz, mas acho que você quer vir me explicar uma coisa... — Oi Flor, sim, você tinha razão sobre o Luqui, ele é um bom amigo e não vai fazer nada de mal pra minha irmã, e eu também sou um bom amigo, e quero cuidar da sua mãe, né? Vou hoje à noite. — Siiim, vem, vamos brincar!!! O Luqui tava feliz por poder sair com a Anto, e tava empolgado, dei dinheiro pra ele e falei pra aproveitar, se divertir. Assim que o Luqui saiu, o Agus chegou. Mal entrou, não teve muita conversa... A gente se beijou na hora, ali na porta, e ele passou a mão na minha bunda toda, com as duas mãos. Depois de vários beijos, passei a mão por cima da calça dele... Peguei na mão dele e falei... — Vamos? Subimos pro meu quarto, entrei e empurrei ele na cama, vou montar nele com roupa e passo a mão, ele já tava duríssimo. Subo e beijo ele, chego perto do ouvido e falo... — Fica tranquilo hoje, bebê, não se apressa, relaxa, eu cuido de tudo... E não se sinta mal se rolar o que aconteceu outro dia, a gente vai continuar tentando... Temos a noite toda... Desci de novo, tirei a calça e a cueca dele, tava incrivelmente dura, passei a língua da base até a ponta, depois de percorrer tudo, meti na boca... Tava muito gostoso, mas eu pensava no Marcos, óbvio que não era o tamanho, nem perto, mas ele segurou minha cabeça e empurrou, gostei dessa atitude e chupei com um pouco mais de intensidade... Tava começando a curtir de verdade... Levantei e masturbei ele um pouco, bem devagar, me levantei e olhei pra ele, ele se sentou — Deita mais pra trás... Tá bem? — Tô sim, Flor, isso foi demais... — Amor, vou colocar uma camisinha, ok? — Sim, sim, Flor... Tem que se cuidar. Coloco a camisinha, tiro minha roupa, subo, me ajeito e falo tranqui bebê...tranquilo" eu sento e ele segura minha cintura, começo a rebolando devagar, bem de leve, a gente transa um pouquinho e ele fala -Para, para...devagar -Mais devagar? Fico parada? -Sim Flor, devagar, paradinha...por favor Desço e beijo ele, ele me beija com muita intensidade, tiro a boca e falo no ouvido -Goza bebê se quiser...não tem problema -Não quero gozar... -Shhhh tranquilo, goza love -Então mexe forte... Me mexo forte, duas sentadas e a resposta dele foi... -Aaaaaahhhhhh -Isso love, goza, isso, isso, isso Ele me abraça forte nas costas...me solta e eu saio de cima dele... Já tava morta...ele me olha e fala que vai no banheiro...volta e deita -Fica tranquilo Agus, não tem problema -Quero te aproveitar Flor -Shh a gente tá aproveitando, tá sendo gostoso, tô falando sério... -Sou ruim, né? -Não bebê, você só tá nervoso, e tá tudo bem, eu vou te ajudar
Descansamos um pouco e voltamos pro jogo. Comecei a tocar nele, devagar, já fica duro na hora, a gente se beijou, ele ainda tava nervoso...
— Calma, love
— Tô bem, Flor...
— Quero chupar você?
— Sim, sim, por favor
Desci e chupei ele de novo, tinha gosto de gozo anterior, mas deixei bem limpinho. Adorei dar pra ele dessa vez, me dediquei a ele, não pensei em mais nada nem em mais ninguém. Subi e fiquei do lado, peguei no pau dele com a mão e falei no ouvido:
— Aproveita, não quero que você fale, só balança a cabeça...
— (Sim)
— Tá gostando, love? Tô batendo uma boa pra você?
— (Sim, sim, sim)
— Não quero que você segure nada, goza tudo, meu love, tudo tudo tudo, solta a porra, solta, sem medo
— Ah ah ah ah ah
— Vai vai vai
— Aaaaaahhhhhhh
— Muito bem, meu love!!! Assim, assim tá perfeito
Passaram exatos 5 minutos desde que chupei ele até ele gozar. Ele não aguentava, mas tava se divertindo, e eu de algum jeito também, tava me divertindo.
Deixei ele descansar e voltei pra cima, toquei nele de novo e dessa vez beijei ele, até que ele me parou e disse... —Não Flor, não quero gozar rápido de novo, não consigo aguentar... —Confia, bebê, confia em mim, a gente tá se divertindo pra caralho, aproveita... —Aii não... Flor... Ele começou a ficar excitado, e dava pra ver no pau dele, ficou duro na hora, não esperei nada, subi nele e sentei em cima —Espera Flor, não coloquei camisinha —Shhh não vamos usar agora, fica tranquilo —Tem certeza? Confirmei com a cabeça, passando a língua no lábio de cima. Peguei as mãos dele e levei pros meus peitos, fiz ele apertar, depois peguei o dedo indicador dele e chupei, peguei as mãos dele de novo e desci pelo lado do meu corpo, até fazer ele tocar minha bunda e agarrar, sentada falei —Segura, hoje é sua bunda... Vou começar e quero que você encha minha buceta de porra dentro, ok? —Sim, meu amor Foi a primeira vez que ele não me chamou de Flor. Comecei a me mexer devagar e de mansinho, ele fechou os olhos e começou a curtir, com minhas mãos no peito dele, minha rebolada foi acelerando aos poucos, os dedos dele se enterravam na minha bunda e ele começou a subir o quadril. A gente foi aumentando o ritmo, esperando que em algum momento ele gozasse, mas dava pra ver que ele tava no controle, soltou uma das minhas nádegas e segurou minha cintura, queria enterrar mais fundo. Eu também comecei a curtir, e falei pra ele acelerar, ele respondeu com os movimentos e com um "siimm" longo. Abriu os olhos e me encarou, tava gostando, até que ele me tira de cima dele, me coloca de quatro, fica atrás de mim pra começar a me comer assim. Ele sussurra no meu ouvido —Uma irmã por uma mãe, é negócio, haha —Pra mim também é negócio... uufff Melhorou pra caralho, ele se soltou e o sexo foi muito bom, durou muito mais. Foi suave o sexo todo com ele, acelerou um pouco, e aí gozou, como eu pedi, encheu minha buceta de porra... Os dois sabiam, mas eu deixei claro que era só dessa vez e ele respondeu como um cavalheiro. Disse que não ia contar pra ninguém. Jamais vou esquecer, curto pra caralho... me despedi dele. Quando tava indo dormir, mandei mensagem pro Luqui e ele respondeu que tava tudo bem, mas aí chega outra mensagem: "Você deve estar com a buceta ardendo, vai preparando essa rabinha, logo a gente se vê e vamos curtir do jeito que nós dois sabemos fazer". Esse foi o fim do capítulo 9. Logo chega o final. Beijos, Flor.
—Mãe, posso te perguntar uma coisa, um conselho?
—Claro, amor, fala.
—Ontem eu beijei uma mina...
—Ah, é? Bom, que legal.
—Sim, mas tem um problema...
—Qual, amor?
—É a irmã do Agus...
—E qual é o problema?
—Ela não sabe que eu gosto dela, e não sabe que a gente ficou ontem, e ele não gosta que fiquem com a irmã...
—Bom, mas é questão de conversar, não?
—Acho que ele vai ficar puto, mas tenho que contar.
—Sim, acho que sim...
Os dias passaram depois dessa conversa, tudo seguiu normal, até que um dia ele chegou puto...
—Luqui, o que rolou?
—Briguei com o Agus por causa daquilo que te contei outro dia, da irmã...
—Bom, mas como foi? Como ele soube?
—Fui lá e falei que gostava da irmã dele, que queria ficar com ela, a gente discutiu, se xingou, se empurrou e nos separaram, e ele disse pra eu nunca mais falar com ele...
—Bom, mas acho que você sabia que isso ia acontecer...
—Sim, mas depois a Anto, a irmã, me ligou e disse que não queria mais sair assim, que eu gostava dela mas com toda essa situação ela não queria mais...
—Mas fala isso pro Agus.
—Pô, mas tudo dá errado pra mim, mãe!!! Primeiro a Ailín com o Marcos, agora que eu gosto de alguém, é a irmã do Agus!!! Sempre comigo.
—Calma, amor, calma, vocês vão se entender e tudo vai dar certo.
—Vou dormir, mãe, tchau...
—Tchau, filho.
Mandei mensagem pro Agus, não podia deixar isso assim...
—Oi, Agus.
—Oi, Flor.
—O Luqui me contou sobre você e ele, e sobre a briga que vocês tiveram, e o motivo.
—Bom, mas não é com você, eu resolvi com ele e pronto.
—Agus, deixa ele, ele não é mau e você sabe disso, ele não vai fazer nada de ruim pra sua irmã.
—Bom, mas não quero que ele saia com ela, não gosto que nenhum dos meus amigos saia com ela.
—Não, Flor, você não entende.
—Vem aqui em casa e me explica 😉
—Sério?
—Sim...
Não houve mais palavras depois disso. O Luqui veio e me disse que a Anto falou que estava tudo bem, que eles podiam sair, que ela conversou com o Agus e que ele não ia se opor, que achava de boa. Mais tarde, o Luqui conversou com o Agus e pediu desculpas, que era um Bom amigo e que sabia que não ia fazer mal pra irmã dele. O Luqui me pediu o carro pra sair com a Anto naquele mesmo dia. Óbvio que eu disse sim, mas pra tudo continuar em harmonia, eu tinha que fazer a minha parte. — Oi Agus, obrigada por falar com o Luqui, e por ele poder sair com a Anto, isso me deixa feliz, mas acho que você quer vir me explicar uma coisa... — Oi Flor, sim, você tinha razão sobre o Luqui, ele é um bom amigo e não vai fazer nada de mal pra minha irmã, e eu também sou um bom amigo, e quero cuidar da sua mãe, né? Vou hoje à noite. — Siiim, vem, vamos brincar!!! O Luqui tava feliz por poder sair com a Anto, e tava empolgado, dei dinheiro pra ele e falei pra aproveitar, se divertir. Assim que o Luqui saiu, o Agus chegou. Mal entrou, não teve muita conversa... A gente se beijou na hora, ali na porta, e ele passou a mão na minha bunda toda, com as duas mãos. Depois de vários beijos, passei a mão por cima da calça dele... Peguei na mão dele e falei... — Vamos? Subimos pro meu quarto, entrei e empurrei ele na cama, vou montar nele com roupa e passo a mão, ele já tava duríssimo. Subo e beijo ele, chego perto do ouvido e falo... — Fica tranquilo hoje, bebê, não se apressa, relaxa, eu cuido de tudo... E não se sinta mal se rolar o que aconteceu outro dia, a gente vai continuar tentando... Temos a noite toda... Desci de novo, tirei a calça e a cueca dele, tava incrivelmente dura, passei a língua da base até a ponta, depois de percorrer tudo, meti na boca... Tava muito gostoso, mas eu pensava no Marcos, óbvio que não era o tamanho, nem perto, mas ele segurou minha cabeça e empurrou, gostei dessa atitude e chupei com um pouco mais de intensidade... Tava começando a curtir de verdade... Levantei e masturbei ele um pouco, bem devagar, me levantei e olhei pra ele, ele se sentou — Deita mais pra trás... Tá bem? — Tô sim, Flor, isso foi demais... — Amor, vou colocar uma camisinha, ok? — Sim, sim, Flor... Tem que se cuidar. Coloco a camisinha, tiro minha roupa, subo, me ajeito e falo tranqui bebê...tranquilo" eu sento e ele segura minha cintura, começo a rebolando devagar, bem de leve, a gente transa um pouquinho e ele fala -Para, para...devagar -Mais devagar? Fico parada? -Sim Flor, devagar, paradinha...por favor Desço e beijo ele, ele me beija com muita intensidade, tiro a boca e falo no ouvido -Goza bebê se quiser...não tem problema -Não quero gozar... -Shhhh tranquilo, goza love -Então mexe forte... Me mexo forte, duas sentadas e a resposta dele foi... -Aaaaaahhhhhh -Isso love, goza, isso, isso, isso Ele me abraça forte nas costas...me solta e eu saio de cima dele... Já tava morta...ele me olha e fala que vai no banheiro...volta e deita -Fica tranquilo Agus, não tem problema -Quero te aproveitar Flor -Shh a gente tá aproveitando, tá sendo gostoso, tô falando sério... -Sou ruim, né? -Não bebê, você só tá nervoso, e tá tudo bem, eu vou te ajudar
Descansamos um pouco e voltamos pro jogo. Comecei a tocar nele, devagar, já fica duro na hora, a gente se beijou, ele ainda tava nervoso... — Calma, love
— Tô bem, Flor...
— Quero chupar você?
— Sim, sim, por favor
Desci e chupei ele de novo, tinha gosto de gozo anterior, mas deixei bem limpinho. Adorei dar pra ele dessa vez, me dediquei a ele, não pensei em mais nada nem em mais ninguém. Subi e fiquei do lado, peguei no pau dele com a mão e falei no ouvido:
— Aproveita, não quero que você fale, só balança a cabeça...
— (Sim)
— Tá gostando, love? Tô batendo uma boa pra você?
— (Sim, sim, sim)
— Não quero que você segure nada, goza tudo, meu love, tudo tudo tudo, solta a porra, solta, sem medo
— Ah ah ah ah ah
— Vai vai vai
— Aaaaaahhhhhhh
— Muito bem, meu love!!! Assim, assim tá perfeito
Passaram exatos 5 minutos desde que chupei ele até ele gozar. Ele não aguentava, mas tava se divertindo, e eu de algum jeito também, tava me divertindo.
Deixei ele descansar e voltei pra cima, toquei nele de novo e dessa vez beijei ele, até que ele me parou e disse... —Não Flor, não quero gozar rápido de novo, não consigo aguentar... —Confia, bebê, confia em mim, a gente tá se divertindo pra caralho, aproveita... —Aii não... Flor... Ele começou a ficar excitado, e dava pra ver no pau dele, ficou duro na hora, não esperei nada, subi nele e sentei em cima —Espera Flor, não coloquei camisinha —Shhh não vamos usar agora, fica tranquilo —Tem certeza? Confirmei com a cabeça, passando a língua no lábio de cima. Peguei as mãos dele e levei pros meus peitos, fiz ele apertar, depois peguei o dedo indicador dele e chupei, peguei as mãos dele de novo e desci pelo lado do meu corpo, até fazer ele tocar minha bunda e agarrar, sentada falei —Segura, hoje é sua bunda... Vou começar e quero que você encha minha buceta de porra dentro, ok? —Sim, meu amor Foi a primeira vez que ele não me chamou de Flor. Comecei a me mexer devagar e de mansinho, ele fechou os olhos e começou a curtir, com minhas mãos no peito dele, minha rebolada foi acelerando aos poucos, os dedos dele se enterravam na minha bunda e ele começou a subir o quadril. A gente foi aumentando o ritmo, esperando que em algum momento ele gozasse, mas dava pra ver que ele tava no controle, soltou uma das minhas nádegas e segurou minha cintura, queria enterrar mais fundo. Eu também comecei a curtir, e falei pra ele acelerar, ele respondeu com os movimentos e com um "siimm" longo. Abriu os olhos e me encarou, tava gostando, até que ele me tira de cima dele, me coloca de quatro, fica atrás de mim pra começar a me comer assim. Ele sussurra no meu ouvido —Uma irmã por uma mãe, é negócio, haha —Pra mim também é negócio... uufff Melhorou pra caralho, ele se soltou e o sexo foi muito bom, durou muito mais. Foi suave o sexo todo com ele, acelerou um pouco, e aí gozou, como eu pedi, encheu minha buceta de porra... Os dois sabiam, mas eu deixei claro que era só dessa vez e ele respondeu como um cavalheiro. Disse que não ia contar pra ninguém. Jamais vou esquecer, curto pra caralho... me despedi dele. Quando tava indo dormir, mandei mensagem pro Luqui e ele respondeu que tava tudo bem, mas aí chega outra mensagem: "Você deve estar com a buceta ardendo, vai preparando essa rabinha, logo a gente se vê e vamos curtir do jeito que nós dois sabemos fazer". Esse foi o fim do capítulo 9. Logo chega o final. Beijos, Flor.
7 comentários - O valentão do meu filho (Parte 9)