Hoje quero contar pra vocês como foi meu perrengue indo visitar um cliente. Como vocês sabem, eu trabalho com vendas, então parte do meu trampo é ir visitar cliente. Isso me levou a uma zona industrial da cidade. Me preparei pra visita, resolvi vestir uma calça preta social, uma blusa branca, um blazer preto, salto alto. Por baixo, tava usando: uma calcinha de algodão branca e um sutiã cor da pele, nada sexy, na real. O encontro era umas 4 da tarde, cheguei cedo e fui procurar um lugar pra estacionar meu carro. Achei um lugar a umas duas ruas de distância, estacionei e fui pro local. Quando atravessei uma rua, percebi que ela tava fechada, era mais um beco, onde dava pra ver umas pessoas. Não liguei pra isso e continuei meu caminho.
A reunião foi normal, umas "negociações" aqui e ali, combinamos de fechar o trato em outro lugar, eu aceitei, mas isso fica pra outra história. Demorei umas 1h30 pra voltar pro carro. Quando passei pelo beco, vi que tinha mais gente, a maioria homens. Acelerei o passo de medo daquela gente na rua.
Quando tava abrindo o porta-malas pra guardar minhas coisas, senti alguém atrás de mim. Senti uma coisa dura nas minhas costas e uma voz falou: "Não grita ou eu te machuco". Percebi que outro cara tentava prender minhas mãos atrás das costas. Mal consegui fechar o carro sem guardar nada. Me levaram pro beco, enquanto um me puxava, outros começaram a se aproximar. Falavam coisas tipo: "slut", "foxy", "girl", essas merdas. Tinha um cheiro horrível, pelo que vi, eles moravam ali. Quanto mais eu avançava, mais homens chegavam perto. Meus olhos já tavam cheios de lágrimas e eu pedia pra me soltarem. Me levaram quase arrastando pro fundo do beco. Eu continuava chorando e tentando resistir, quando senti alguém me dar um tapa na bunda tão forte que me fez pular. Com um tom irritado, ele disse: "Se quer sair viva, coopera". Fiquei branca de medo e comecei a andar, ainda chorando.
Não andamos muito, mas pra mim foi uma eternidade. Quando finalmente chegamos no fundo do beco, um deles puxou um canivete e passou pela minha bochecha. Eu chorava e pedia pra me soltarem, eles só riam. Quando senti o frio do metal no meu rosto, tentei dar um passo pra trás, mas me seguraram e me empurraram pra frente.
Eu tava parada no meio deles, no final do beco, que tinha a saída tampada com caixas de papelão, tipo umas casas improvisadas, onde imaginei que eles moravam. Só percebi que eram 4 homens me atacando, mas pela quantidade de coisas, parecia que mais gente vivia ali, pelo menos num olhar rápido. Senti de novo o frio do metal no meu rosto e descendo até meu pescoço, o que me fez tremer de medo. O cara do canivete percebeu e disse: "Se... Você se comporta bem e é boazinha com a gente, pode ir. Nos faça ficar com raiva e você vai ver. Só balancei a cabeça concordando enquanto mais lágrimas escorriam pelo meu rosto.
Na minha mente, eu já sabia o que aqueles homens queriam. O medo percorria meu corpo. Pensava na minha família, minhas filhas, meu marido e na quantidade de vezes que fui infiel. A dúvida sobre a nossa filha. Achei que isso seria meu karma por andar de puta. Senti um puxão na minha roupa, que me tirou dos meus pensamentos. Esse puxão foi dado pelo homem da navalha para me aproximar dele. Fiquei tão perto que ele sussurrou: "Faz tempo que não provamos uma mulher, e hoje você vai ser de todos nós". Empurrei ele para me afastar. Ele só riu e passou a navalha pelo meu pescoço, foi descendo. Enquanto pedia para tirarem meu casaco, eles arrancaram e puxaram minha blusa até rasgar os botões. Tentei me defender, mas foi inútil com aqueles três homens. Fiquei só de sutiã. Ao me verem, eles caçoaram, dizendo que esperavam que eu estivesse usando outro tipo de roupa, o que os deixou impacientes e começaram a tentar tirar minha calça. Puxaram até rasgar e ver minha calcinha nada sexy, pelo que fui alvo de mais gozação. Eu resistia, mas lembrando das ameaças, só tentei me cobrir. Senti um tapa na bunda que me fez pular e separar minhas mãos, deixando meu corpo à mostra só de lingerie. Sinto as mãos deles percorrendo meu corpo, são ásperas, apertam minha bunda, minhas pernas e meus peitos. Eu continuo resistindo. De repente, o da navalha se aproxima mais de mim, coloca a lâmina entre minha pele e as alças do sutiã. Sinto o frio do metal na minha pele e, com um golpe, corta uma alça. Eu grito, me assusto e fecho os olhos. Entre vaias, ele procede com a próxima, deixando meus peitos no ar. Ele joga meu sutiã para os companheiros, que brigam por ele. Tento me cobrir com as mãos, mas ele me impede, aproximando a navalha do meu rosto. Estou parada, tremendo de frio e medo, só de calcinha na frente de quatro homens. Apesar da situação, meus mamilos... Estica os braços e aponta a navalha na cara do cara, ele percebe e passa o ferro frio pelos meus mamilos, o que faz minha pele se arrepiar. Ele continua acariciando eles com a navalha e pergunta: "Tá gostando, né, puta?" Eu não respondo. Ele dá um tapa na minha teta direita que deixa ela vermelha, pergunta de novo, eu só baixo a cabeça.
Depois que os outros três homens brigaram pelo meu sutiã, eles ficam ao meu redor. O cara da navalha dá permissão pra eles me tocarem, menos na minha buceta. Sinto todas as mãos deles no meu corpo, tentam me deixar nua, todos puxam minha roupa que depois de uns minutos não aguenta e, deixando marcas em mim, rasgam ela. Brigam pelos pedaços da minha calcinha, mas perdem o interesse quando o homem da navalha grita: "Essa foxy tá molhada". E realmente, os apalpões tinham conseguido me excitar, mesmo que contra minha vontade, eles não ligaram e imediatamente voltaram a tocar meu corpo. Dessa vez eram mais brutos, batiam nas minhas nádegas e peitos. Eu só estava ali parada, com as mãos ao lado do corpo, deixando eles me tocarem à vontade.
Lá estava eu, nua no meio de quatro homens que, desesperados, passavam as mãos pelo meu corpo. Já não chorava, só estava num estado de transe de novo. Me tirou dos meus pensamentos quando senti um dedo do homem da navalha percorrer minha barriga até chegar perto da minha buceta. Ele me mandou abrir as pernas, mas eu me recusei. Senti um soco forte no meu estômago que me dobrou. Ele repetiu que se eu não me comportasse bem, ia me machucar. Chorando, abri as pernas e ele começou a passar os dedos. Primeiro percorreu meus lábios, puxava e beliscava eles. Comecei a ficar molhada. Ele ria e dizia pros outros: "Essa puta gosta, já tá se molhando". Eu fiquei vermelha, tentava me endireitar porque o soco tinha tirado meu ar.
Os quatro continuavam me tocando. O da navalha começou a enfiar um dedo em mim, fez de forma brusca que me machucou. Ficou assim uns minutos e colocou outro. Já estava mais molhada, o que facilitava ele enfiar os dedos. Enquanto isso, dois chupavam meus peitos, mordiam meus mamilos. O último me dava tapas na bunda e apertava. Quando ele tentou enfiar o terceiro dedo, comecei a resistir. Eu sei que cabem os cinco quando tô muito excitada, mas dessa vez tava doendo. Supliquei pra ele não fazer, mas ele não ligou e enfiou mais um. Me masturbava com três dedos, dois continuavam... nos meus peitos e no cu, ele tentava enfiar o dedo no meu rabo, que também doía.
Ficaram não sei quanto tempo assim, quando de repente sinto umas mãos nos meus ombros tentando me jogar no chão, eu resisto, mas eles são mais e têm mais força, então caio de joelhos no meio deles, vejo eles tirarem os paus da calça, são rolas de uns 18-20 cm, mais ou menos, elas chegam perto do meu rosto e tentam fazer eu chupar, continuo negando, quando sinto um tapa e ele manda eu abrir a boca, entre soluços e medo abro a boca, vou lambendo uma por uma, passo minha língua em círculos por toda a cabeça, depois enfio tudo na boca, assim um após o outro, têm um gosto desagradável mas naquele momento quero que acabem rápido, então me esforço pra dar a melhor boquete que posso.
Depois de chupar as quatro rolas, um me puxa pelo cabelo pra me jogar pra frente, ficando de quatro, tento engatinhar, mas é inútil, ele me pega pela cintura e com um empurrão enfia o pau na minha buceta e eu grito, enquanto outro aproveita pra enfiar o pau na minha boca, finalmente gozaram, o que me penetrava pela buceta começou com o vai e vem num ritmo rápido, depois de umas metidas eu comecei a dar uns gemidinhos, que se afogavam com o pau na minha boca, já começava a curtir as metidas rápidas e fortes que ele dava, enquanto continuava chupando pau, fazia isso pra eles gozarem rápido, depois de uns minutos o que estava na minha boca gozou, tampando meu nariz e empurrando o pau até minha garganta, me fez engolir todo o leite dele, ele saiu e foi substituído por outro, o que me comia continuava no vai e vem quando com um grito "toma, puta"!! deu um empurrão pra gozar no fundo de mim, essa foi uma gozada bem abundante, senti o quente dentro de mim e como escorreu pelas minhas pernas, o homem da navalha se colocou atrás de mim, passou a rola na entrada da minha buceta, pensei que ia meter, mas não, ele me pegou pela as nalgas e começou a separá-las, aí entendi o que ele tava fazendo, com o pau dele junto com o sêmen do homem anterior que servisse de lubrificante pra meter no meu cu, tentei enfiar mas não conseguia, tava muito apertado, eu gosto de anal mas com bastante lubrificante, ele me deu um empurrão pra enfiar a cabeça do pau dele, entrou com dificuldade, eu tentava escapar mas entre dois homens era foda, não podia gritar com uma pica na minha boca, então resignada e com lágrimas nos olhos tentei relaxar pra doer menos, ele foi enfiando o pau aos poucos até as bolas dele encostarem nas minhas nádegas, ficou parado um instante, eu continuei chupando a outra pica que gozou na minha boca, dessa vez cuspi no chão.
Tava de quatro com um pau no cu, três homens vendo como o parceiro começou a me comer rápido e forte, meus gritos viraram gemidos, isso excitou eles já que vi as picas deles duras de novo, num movimento rápido e sem tirar o pau de dentro, ele me virou e fiquei sentada, os outros se aproximaram e um meteu o pau de novo na minha boca, minha buceta ficou à mostra e eles não perderam tempo, um se enfiou entre minhas pernas e me penetrou, tava com os três paus dentro, já tava curtindo a situação, tive vários orgasmos enquanto os três me comiam, dessa vez gozaram um depois do outro, sem tirar o pau, me encheram pelos três lados.
Fiquei largada ali cheia de porra, cansada, humilhada, pensei que tinham terminado, então juntei forças pra tentar me levantar e ir embora, eles me olhavam e murmuravam, não ouvia o que, bem quando eu ia me levantar me puxaram de novo pelo cabelo, não tinha forças pra me defender, eles tavam de novo com os paus duros, verdade que me surpreendeu, dessa vez dois deles se deitaram, colocaram os paus juntos, os outros dois me levaram quase arrastando, abriram minhas pernas e me sentaram nos dois paus, era minha primeira dupla penetração na buceta, os dois que me sentaram vendo que eu só fiquei sentada com os paus dentro, procederam pra me carregar pra pegar essas rolas, não demorei pra ficar excitada, elas entraram tão fácil por causa do gozo que já tinha deles, quando recuperei um pouco o fôlego comecei a me mexer e aproveitar aquela dupla, tive um orgasmo intenso, que tremeu meu corpo inteiro, poucas vezes me fizeram gozar assim, foi um squirt intenso e demorado, enquanto masturbava os outros dois, não sei quanto tempo passou mas senti eles gozarem de novo dentro de mim, os outros dois gozaram na minha boca e engoli o gozo deles, finalmente pareciam cansados, se levantaram, me jogaram pro lado, me disseram, você se comportou bem, vamos te deixar ir, mas volta logo que vão vir mais e com certeza vão querer passar a tarde com você, me assustei e como pude me levantei, peguei minhas coisas ou o que restava delas, vi que minha calcinha estava em pedaços assim como minha calça e blusa, vesti o casaco que encontrei quase intacto, não encontrei meus saltos, andei até meu carro com o casaco que só cobria a parte de cima, o que sobrou da minha calça usei pra me limpar e deixei lá, minha blusa coloquei no banco do carro, sentia que escorria gozo enquanto dirigia, arrumei um pouco meu cabelo, tranquei o carro e desabei a chorar, tinha adorado ser abusada por aqueles homens, sentia minha buceta quente e molhada, queria que fizessem de novo, o que vou dizer pro meu marido, tudo passava pela minha cabeça.
Passaram uns minutos, respirei, me arrumei de novo e olhei o relógio, apesar da situação, mal estava perto da minha hora de sair do trabalho, liguei pro meu marido e disse que chegaria tarde, assim teria tempo de não chegar suja, cheia de gozo e pelada em casa, enquanto dirigia pra fora daquela área da cidade, me veio uma ideia, um dos meus amantes vive me dando roupas, sempre algo provocante e lingerie sexy, liguei pra ele, pedi pra ir no apartamento dele e que chegaria pelada com um presente, ele gosta que eu conte como outros homens me comem, impus a condição de ter roupa nova pra mim, algo parecido com o que eu estava vestindo pra que meu Meu marido não vai desconfiar, então essa vai ser a próxima aventura.
Enquanto dirigia para o apartamento, na minha mente passaram os momentos vividos há pouco, e em cada parada eu tocava meu corpo, pensando que talvez aquela zona precise ser mais frequentada. Queria repetir a sensação de ser usada — acabei gostando disso, e quem sabe na próxima vez sejam mais homens que possam fazer isso.
Espero que gostem desse relato e aproveitem ler tanto quanto eu aproveitei escrever.
Saudações de uma hotwife viciada em sexo em todas as suas versões.
A reunião foi normal, umas "negociações" aqui e ali, combinamos de fechar o trato em outro lugar, eu aceitei, mas isso fica pra outra história. Demorei umas 1h30 pra voltar pro carro. Quando passei pelo beco, vi que tinha mais gente, a maioria homens. Acelerei o passo de medo daquela gente na rua.Quando tava abrindo o porta-malas pra guardar minhas coisas, senti alguém atrás de mim. Senti uma coisa dura nas minhas costas e uma voz falou: "Não grita ou eu te machuco". Percebi que outro cara tentava prender minhas mãos atrás das costas. Mal consegui fechar o carro sem guardar nada. Me levaram pro beco, enquanto um me puxava, outros começaram a se aproximar. Falavam coisas tipo: "slut", "foxy", "girl", essas merdas. Tinha um cheiro horrível, pelo que vi, eles moravam ali. Quanto mais eu avançava, mais homens chegavam perto. Meus olhos já tavam cheios de lágrimas e eu pedia pra me soltarem. Me levaram quase arrastando pro fundo do beco. Eu continuava chorando e tentando resistir, quando senti alguém me dar um tapa na bunda tão forte que me fez pular. Com um tom irritado, ele disse: "Se quer sair viva, coopera". Fiquei branca de medo e comecei a andar, ainda chorando.
Não andamos muito, mas pra mim foi uma eternidade. Quando finalmente chegamos no fundo do beco, um deles puxou um canivete e passou pela minha bochecha. Eu chorava e pedia pra me soltarem, eles só riam. Quando senti o frio do metal no meu rosto, tentei dar um passo pra trás, mas me seguraram e me empurraram pra frente.
Eu tava parada no meio deles, no final do beco, que tinha a saída tampada com caixas de papelão, tipo umas casas improvisadas, onde imaginei que eles moravam. Só percebi que eram 4 homens me atacando, mas pela quantidade de coisas, parecia que mais gente vivia ali, pelo menos num olhar rápido. Senti de novo o frio do metal no meu rosto e descendo até meu pescoço, o que me fez tremer de medo. O cara do canivete percebeu e disse: "Se... Você se comporta bem e é boazinha com a gente, pode ir. Nos faça ficar com raiva e você vai ver. Só balancei a cabeça concordando enquanto mais lágrimas escorriam pelo meu rosto.
Na minha mente, eu já sabia o que aqueles homens queriam. O medo percorria meu corpo. Pensava na minha família, minhas filhas, meu marido e na quantidade de vezes que fui infiel. A dúvida sobre a nossa filha. Achei que isso seria meu karma por andar de puta. Senti um puxão na minha roupa, que me tirou dos meus pensamentos. Esse puxão foi dado pelo homem da navalha para me aproximar dele. Fiquei tão perto que ele sussurrou: "Faz tempo que não provamos uma mulher, e hoje você vai ser de todos nós". Empurrei ele para me afastar. Ele só riu e passou a navalha pelo meu pescoço, foi descendo. Enquanto pedia para tirarem meu casaco, eles arrancaram e puxaram minha blusa até rasgar os botões. Tentei me defender, mas foi inútil com aqueles três homens. Fiquei só de sutiã. Ao me verem, eles caçoaram, dizendo que esperavam que eu estivesse usando outro tipo de roupa, o que os deixou impacientes e começaram a tentar tirar minha calça. Puxaram até rasgar e ver minha calcinha nada sexy, pelo que fui alvo de mais gozação. Eu resistia, mas lembrando das ameaças, só tentei me cobrir. Senti um tapa na bunda que me fez pular e separar minhas mãos, deixando meu corpo à mostra só de lingerie. Sinto as mãos deles percorrendo meu corpo, são ásperas, apertam minha bunda, minhas pernas e meus peitos. Eu continuo resistindo. De repente, o da navalha se aproxima mais de mim, coloca a lâmina entre minha pele e as alças do sutiã. Sinto o frio do metal na minha pele e, com um golpe, corta uma alça. Eu grito, me assusto e fecho os olhos. Entre vaias, ele procede com a próxima, deixando meus peitos no ar. Ele joga meu sutiã para os companheiros, que brigam por ele. Tento me cobrir com as mãos, mas ele me impede, aproximando a navalha do meu rosto. Estou parada, tremendo de frio e medo, só de calcinha na frente de quatro homens. Apesar da situação, meus mamilos... Estica os braços e aponta a navalha na cara do cara, ele percebe e passa o ferro frio pelos meus mamilos, o que faz minha pele se arrepiar. Ele continua acariciando eles com a navalha e pergunta: "Tá gostando, né, puta?" Eu não respondo. Ele dá um tapa na minha teta direita que deixa ela vermelha, pergunta de novo, eu só baixo a cabeça.
Depois que os outros três homens brigaram pelo meu sutiã, eles ficam ao meu redor. O cara da navalha dá permissão pra eles me tocarem, menos na minha buceta. Sinto todas as mãos deles no meu corpo, tentam me deixar nua, todos puxam minha roupa que depois de uns minutos não aguenta e, deixando marcas em mim, rasgam ela. Brigam pelos pedaços da minha calcinha, mas perdem o interesse quando o homem da navalha grita: "Essa foxy tá molhada". E realmente, os apalpões tinham conseguido me excitar, mesmo que contra minha vontade, eles não ligaram e imediatamente voltaram a tocar meu corpo. Dessa vez eram mais brutos, batiam nas minhas nádegas e peitos. Eu só estava ali parada, com as mãos ao lado do corpo, deixando eles me tocarem à vontade.Lá estava eu, nua no meio de quatro homens que, desesperados, passavam as mãos pelo meu corpo. Já não chorava, só estava num estado de transe de novo. Me tirou dos meus pensamentos quando senti um dedo do homem da navalha percorrer minha barriga até chegar perto da minha buceta. Ele me mandou abrir as pernas, mas eu me recusei. Senti um soco forte no meu estômago que me dobrou. Ele repetiu que se eu não me comportasse bem, ia me machucar. Chorando, abri as pernas e ele começou a passar os dedos. Primeiro percorreu meus lábios, puxava e beliscava eles. Comecei a ficar molhada. Ele ria e dizia pros outros: "Essa puta gosta, já tá se molhando". Eu fiquei vermelha, tentava me endireitar porque o soco tinha tirado meu ar.
Os quatro continuavam me tocando. O da navalha começou a enfiar um dedo em mim, fez de forma brusca que me machucou. Ficou assim uns minutos e colocou outro. Já estava mais molhada, o que facilitava ele enfiar os dedos. Enquanto isso, dois chupavam meus peitos, mordiam meus mamilos. O último me dava tapas na bunda e apertava. Quando ele tentou enfiar o terceiro dedo, comecei a resistir. Eu sei que cabem os cinco quando tô muito excitada, mas dessa vez tava doendo. Supliquei pra ele não fazer, mas ele não ligou e enfiou mais um. Me masturbava com três dedos, dois continuavam... nos meus peitos e no cu, ele tentava enfiar o dedo no meu rabo, que também doía.
Ficaram não sei quanto tempo assim, quando de repente sinto umas mãos nos meus ombros tentando me jogar no chão, eu resisto, mas eles são mais e têm mais força, então caio de joelhos no meio deles, vejo eles tirarem os paus da calça, são rolas de uns 18-20 cm, mais ou menos, elas chegam perto do meu rosto e tentam fazer eu chupar, continuo negando, quando sinto um tapa e ele manda eu abrir a boca, entre soluços e medo abro a boca, vou lambendo uma por uma, passo minha língua em círculos por toda a cabeça, depois enfio tudo na boca, assim um após o outro, têm um gosto desagradável mas naquele momento quero que acabem rápido, então me esforço pra dar a melhor boquete que posso.
Depois de chupar as quatro rolas, um me puxa pelo cabelo pra me jogar pra frente, ficando de quatro, tento engatinhar, mas é inútil, ele me pega pela cintura e com um empurrão enfia o pau na minha buceta e eu grito, enquanto outro aproveita pra enfiar o pau na minha boca, finalmente gozaram, o que me penetrava pela buceta começou com o vai e vem num ritmo rápido, depois de umas metidas eu comecei a dar uns gemidinhos, que se afogavam com o pau na minha boca, já começava a curtir as metidas rápidas e fortes que ele dava, enquanto continuava chupando pau, fazia isso pra eles gozarem rápido, depois de uns minutos o que estava na minha boca gozou, tampando meu nariz e empurrando o pau até minha garganta, me fez engolir todo o leite dele, ele saiu e foi substituído por outro, o que me comia continuava no vai e vem quando com um grito "toma, puta"!! deu um empurrão pra gozar no fundo de mim, essa foi uma gozada bem abundante, senti o quente dentro de mim e como escorreu pelas minhas pernas, o homem da navalha se colocou atrás de mim, passou a rola na entrada da minha buceta, pensei que ia meter, mas não, ele me pegou pela as nalgas e começou a separá-las, aí entendi o que ele tava fazendo, com o pau dele junto com o sêmen do homem anterior que servisse de lubrificante pra meter no meu cu, tentei enfiar mas não conseguia, tava muito apertado, eu gosto de anal mas com bastante lubrificante, ele me deu um empurrão pra enfiar a cabeça do pau dele, entrou com dificuldade, eu tentava escapar mas entre dois homens era foda, não podia gritar com uma pica na minha boca, então resignada e com lágrimas nos olhos tentei relaxar pra doer menos, ele foi enfiando o pau aos poucos até as bolas dele encostarem nas minhas nádegas, ficou parado um instante, eu continuei chupando a outra pica que gozou na minha boca, dessa vez cuspi no chão.
Tava de quatro com um pau no cu, três homens vendo como o parceiro começou a me comer rápido e forte, meus gritos viraram gemidos, isso excitou eles já que vi as picas deles duras de novo, num movimento rápido e sem tirar o pau de dentro, ele me virou e fiquei sentada, os outros se aproximaram e um meteu o pau de novo na minha boca, minha buceta ficou à mostra e eles não perderam tempo, um se enfiou entre minhas pernas e me penetrou, tava com os três paus dentro, já tava curtindo a situação, tive vários orgasmos enquanto os três me comiam, dessa vez gozaram um depois do outro, sem tirar o pau, me encheram pelos três lados.
Fiquei largada ali cheia de porra, cansada, humilhada, pensei que tinham terminado, então juntei forças pra tentar me levantar e ir embora, eles me olhavam e murmuravam, não ouvia o que, bem quando eu ia me levantar me puxaram de novo pelo cabelo, não tinha forças pra me defender, eles tavam de novo com os paus duros, verdade que me surpreendeu, dessa vez dois deles se deitaram, colocaram os paus juntos, os outros dois me levaram quase arrastando, abriram minhas pernas e me sentaram nos dois paus, era minha primeira dupla penetração na buceta, os dois que me sentaram vendo que eu só fiquei sentada com os paus dentro, procederam pra me carregar pra pegar essas rolas, não demorei pra ficar excitada, elas entraram tão fácil por causa do gozo que já tinha deles, quando recuperei um pouco o fôlego comecei a me mexer e aproveitar aquela dupla, tive um orgasmo intenso, que tremeu meu corpo inteiro, poucas vezes me fizeram gozar assim, foi um squirt intenso e demorado, enquanto masturbava os outros dois, não sei quanto tempo passou mas senti eles gozarem de novo dentro de mim, os outros dois gozaram na minha boca e engoli o gozo deles, finalmente pareciam cansados, se levantaram, me jogaram pro lado, me disseram, você se comportou bem, vamos te deixar ir, mas volta logo que vão vir mais e com certeza vão querer passar a tarde com você, me assustei e como pude me levantei, peguei minhas coisas ou o que restava delas, vi que minha calcinha estava em pedaços assim como minha calça e blusa, vesti o casaco que encontrei quase intacto, não encontrei meus saltos, andei até meu carro com o casaco que só cobria a parte de cima, o que sobrou da minha calça usei pra me limpar e deixei lá, minha blusa coloquei no banco do carro, sentia que escorria gozo enquanto dirigia, arrumei um pouco meu cabelo, tranquei o carro e desabei a chorar, tinha adorado ser abusada por aqueles homens, sentia minha buceta quente e molhada, queria que fizessem de novo, o que vou dizer pro meu marido, tudo passava pela minha cabeça.
Passaram uns minutos, respirei, me arrumei de novo e olhei o relógio, apesar da situação, mal estava perto da minha hora de sair do trabalho, liguei pro meu marido e disse que chegaria tarde, assim teria tempo de não chegar suja, cheia de gozo e pelada em casa, enquanto dirigia pra fora daquela área da cidade, me veio uma ideia, um dos meus amantes vive me dando roupas, sempre algo provocante e lingerie sexy, liguei pra ele, pedi pra ir no apartamento dele e que chegaria pelada com um presente, ele gosta que eu conte como outros homens me comem, impus a condição de ter roupa nova pra mim, algo parecido com o que eu estava vestindo pra que meu Meu marido não vai desconfiar, então essa vai ser a próxima aventura.
Enquanto dirigia para o apartamento, na minha mente passaram os momentos vividos há pouco, e em cada parada eu tocava meu corpo, pensando que talvez aquela zona precise ser mais frequentada. Queria repetir a sensação de ser usada — acabei gostando disso, e quem sabe na próxima vez sejam mais homens que possam fazer isso.
Espero que gostem desse relato e aproveitem ler tanto quanto eu aproveitei escrever.
Saudações de uma hotwife viciada em sexo em todas as suas versões.
2 comentários - Adoro ser abusada