Joven casada, segundo encuentro

Depois do nosso primeiro encontro, depois de ter iniciado essa coisa anualmente, nosso dia a dia começou com mensagens, ligações, dizendo o quanto a gente tinha gostado, ambos estávamos loucos para ficar juntos de novo. Um sábado, quando ela foi com os filhos para a casa da mãe, ela deu um jeito de a gente se ver. Aqui vem a parte interessante, que no começo nos ajudou, mas acabou nos enterrando: quem servia de cobertura era a cunhada dela (irmã do marido), ela levava ela pro motel pra gente se divertir. Assim que chegamos no quarto, eu devorava a boca dela como um desesperado, enquanto ela enfiava a língua na minha boca como uma adolescente sem controle. Lembro bem que naquele dia ela usava uma calcinha tipo boxer que, ufff, ficou colada nela, e a pele branquinha dela pedia aos gritos que eu a beijasse. Fui tirando a roupa dela enquanto devorava aqueles peitos, pegava com as duas mãos e alternava entre um mamilo e outro, passava minha língua por todo o vale dos seios saboreando uma e outra vez, enquanto ela, de olhos fechados e cabeça jogada pra trás, gemia com uma voz tão doce e delicada. Justo nesse dia ela tinha feito tranças no cabelo, já que era comprido, só enrolei na minha mão e fiz ela descer. Ela desabotoou minha calça, puxou minha cueca e começou a chupar meu pau. Imaginem que sensação deliciosa, com a boquinha úmida, quentinha e cheia de saliva dela me sugando. Levantei ela, fomos pro banheiro, lá em pé eu ensaboava as costas dela enquanto meu pau esfregava naquele par de nádegas lindas, deslizava entre as nádegas enquanto beijava seu pescoço. Não aguentei mais, molhados assim voltamos pra cama. Ela se jogou de novo no meu pau, que estava roxo de tanto segurar, chupava deliciosamente. Coloquei ela por cima de mim, virei ela e comecei a lamber aquela buceta que tinha um gosto incrível. Peguei da minha mochila os famosos halls pretos, ela me perguntou pra que eu queria. Agora sim acredito mais quando ela me diz que o marido não explora e aproveita. Esse manjar que ela tem como corpo, eu começo a chupar, brinco com seus lábios vaginais, mordo, lambo, me enfio literalmente, meto o halls, tiro, levo do clitóris até o ânus, meto minha língua, faço como um cachorro, tiro minha língua e passo do ânus até o clitóris dela de novo e de novo. Suas mãos apertam minha cabeça contra a virilha quando sinto minha boca e rosto encharcados. Ela teve um orgasmo, o corpo tremia, olhos revirando, pele arrepiada, arqueou as costas. Aproveitei e enfiei meus dedos na buceta enquanto minha língua brincava com o cu dela. Nem dois minutos e senti que ela gozou de novo, jorrando. Deito ao lado dela, ela me abraça e pergunta se é normal, diz que tem vergonha de ter molhado tanto. Pergunto que porra o marido fazia com ela, ela me diz que era só papai e mamãe, cachorrinho e ele gozava, que ele nunca tinha chupado porque achava nojento e considerava sexo anal algo sujo.

Nos levantamos, ela pede um halls e começa a me dar um boquete campeão. Engolia tudo, dava ânsia, a lágrima que escorria do olho dela me excitava mais e eu empurrava sua cabeça pra minha pica entrar toda. Ela não perdia chance de brincar com o halls e a cabeça do meu pau. Eu estava quase explodindo. Antes de gozar, coloquei ela pra cavalgar, brinquei com esses seios lindos, apertava, dava palmadas na bunda. Já estávamos com mais intimidade, já mordia. Algo que adoro fazer é deixar marcas nas nádegas e nos peitos, ela não foi exceção. Mudamos de posição, coloquei na posição papai e mamãe, lambia e chupava aqueles pés pequenos, limpos, unhas aparadas pintadas de rosa, não pareciam vulgares. Mordia as panturrilhas, apertava os seios, enforcava. Estava no paraíso. Ficamos assim uns 15 minutos quando coloquei ela de quatro. Com minha mão empurrei suas costas pra baixar o peito até a cama. Ver aquele rabo de quatro era uma joia, um coração perfeito. Fiquei com ela de quatro mais uns 10 minutos enquanto com o lubrificante... Enfiei um dedo naquele bumbum, depois dois, quando ficou pronto enfiei o pau. De novo senti o calor daquele esfíncter apertando meu pau, um calor bem característico de um cu arrombado, seguido do peculiar plaf plaf plaf plaf que um cu estourado faz como deve ser. Meu pau estava inchado, por mais que cantasse o hino nacional já não dava mais, estava quase gozando. Ela percebeu e me perguntou onde eu queria gozar. Eu disse que no cu, assim era certeza de evitar uma gravidez. Ela apontou pra vagina dizendo que ali também era seguro porque ela era operada. Pediu pra sentir minha porra na vagina dela. Tirei do cu dela, nem deu tempo de limpar, enfiei na vagina e gozei a jatos, como há muito tempo não fazia. Um, dois, três, quatro jatos de porra grossa espalhados dentro dela.

Descansamos, conversamos, a vida dela, a minha, meus filhos, os filhos dela. Ela me diz que sente algo por mim, gosta de como a trato (por mensagem não me canso de dizer que adoro a voz dela, o sorriso, o rosto, os gestos etc). Fora do hotel a gente tem um acordo, trato ela como princesa, mas a sós como minha putinha. Ela recebe uma ligação, a cunhada já está esperando, têm que ir. Ela se despede de mim, fico mais alguns minutos enquanto me arrumo, tomo banho e troco de roupa. E aí, amigos, acham que foi a única mulher que comi nessa viagem? Não foi a única vez, as vezes seguintes foram diferentes. Se tiver apoio, continuo contando.

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