Fala galera, uma história de uma amiga do sul, com quem troquei umas ideias, conversamos no WhatsApp e descobrimos que temos os mesmos gostos, falar de asiáticas e cosplay 7u7. Fala galera, sou a Mariana, acabei de fazer 23 anos, sou uma baixinha vadia emo otaku, curto caras de 30 pra cima, sou sarada, malho e me cuido pra caralho. Bom, vou dar um contexto e depois partimos pro hot. Na época, eu tinha uns 18-19 anos, não tinha o corpo que tenho hoje, mas já tinha uma bunda redonda. Então, eu e minha mãe morávamos com o parceiro dela, Jorge, de uns 38 anos (na época eu sabia que eles não passavam de duas pessoas que transavam). Pra mim, ele nunca foi pai ou figura paterna, mas eu respeitava ele como o homem da casa que era. Ele nunca teve treta comigo, mas ele e minha mãe viviam brigando, e no final eu sabia que minha mãe saía detonada. Minha mãe, por outro lado, sempre foi uma fracassada vadia pra mim. Ela traiu meu pai e outros ex-namorados dela. Mas, enfim, com a gente morando com Jorge por 3 anos, ele bancava tudo e minha mãe não fazia porra nenhuma, só dava a buceta. A gente tinha uma empregada que limpava e cozinhava. Bom, vamos começar com o hot.
Um dia, no meio da noite, recebi uma mensagem da minha mãe puta que me deixou enojada e muito frustrada. A mensagem dizia mais ou menos assim: "Mari, você sabe o que é sexo anal? Bom, se não sabe, vou te explicar agora." Ela me mandou uns 20 áudios explicando como se faz, o que fazer pra não doer, o que tem que fazer depois do sexo anal, etc. Eu, sem entender o que tava rolando e por que tava rolando, pedi uma explicação do porquê dessa pergunta e aonde ela queria chegar. Ela não me respondeu nada, só me mandou print da conversa dela com esse Jorge. Nos prints, dava pra ver uma mensagem enorme dele dizendo pra minha mãe que eu e ela fossemos embora no dia seguinte. Depois, bom, ela mandou milhares de mensagens e áudios implorando pra ele, etc. E num deles, ela manda dizendo se ele tava interessado em me detonar (sendo sincera, na época eu fiquei muito puta com minha mãe e com ele, mas hoje lembro disso e tô do lado dele, ele nos deu teto e comida). Bom, liguei pra minha mãe, perguntei o que era tudo aquilo, e ela só me pediu pra fazer e ser forte. Eu, puta, continuei falando que nem fodendo que ia fazer aquilo, mas minha mãe continuou insistindo e disse que seria essa noite e depois a gente procuraria outro lugar. Eu, entre choro, vergonha e raiva, aceitei e pedi pra minha mãe me acompanhar até o quarto onde ele tava. Ela só disse que não tava em casa, que por isso tava falando por mensagem. Então, sozinha, tive que criar coragem e ir pro quarto dele, onde ele já tava me esperando. Ela me disse pra não ter medo e ir com pouca ou nenhuma roupa. Eu não tive coragem de ir pelada, então fui de sutiã, saia jeans e fio dental (me senti usada e feita de objeto, ainda mais sabendo o que me esperava). Saí do quarto e no caminho, não tive coragem de bater na porta, muito menos de abrir. Fiquei na frente da porta por quase uma hora, andando, me apoiando na porta ou na parede. Fiquei assim até que ele saiu, me viu, me cumprimentou. Eu fiquei calada e imóvel. Ele foi pro banheiro, fechou a porta, e quando ele saiu, vi ele se aproximar de mim (tava tão nervosa, com tanta vergonha e medo que nem conseguia olhar na cara dele). (Olhando pros meus pés) Quando ele me disse "Sua mãe já te falou?" Eu só balancei a cabeça que sim, olhando pro chão. Ele falou comigo por um tempo, foi uma conversa rápida, me explicou pra me colocar no lugar dele e que a errada era minha mãe (eu, pessoalmente, odiava ele e minha mãe, mas hoje acho que não culparia ele). Depois de falar, ele só me mandou entrar no quarto e disse pra eu ficar à vontade e tirar toda a roupa. Bom, tirei o sutiã, me senti tão humilhada que cobri meus peitinhos com o braço, e ele quis que eu tirasse (eu não queria, mas aceitei e, ao mesmo tempo, não aguentava o que estava vivendo). Mas quando tirei a saia e ele me fez virar de costas e me abaixar pra ficar toda exposta pra ele, e ainda sentir a mão dele me tocando, e quando senti ele mexendo tanto na minha bucetinha quanto na minha bunda por cima do tecido, já foi demais (me senti destruída, só queria sumir e não consegui segurar o choro). Ele me viu com os olhos cheios de lágrima, me abraçou, me colocou no colo dele e ali, nos braços dele, desabei a chorar. Ele me consolou um pouco e só disse pra eu me vestir e ir embora (eu sabia que se fizesse isso, terminaria mal pra mim e pra minha mãe, me destruía mais ainda porque não tinha escolha). Entre lágrimas, implorei e supliquei pra ele não nos expulsar, pedi de vários jeitos. Ele foi breve e só disse que eu e minha mãe não éramos nada, que minha mãe tava pagando muito mal e que ele não queria mais ela na casa dele (ali eu vi que não tinha alternativa e, com todas as minhas forças, criei coragem e aceitei minha situação). Fui breve e fui dizendo que minha bunda era virgem e que por favor não fosse bruto (mas mesmo assim sabia que não tava em posição de exigir nada). Ele só respondeu que era um expert e que eu não precisava me preocupar (naquela época eu não tinha namorado, mas virgem não era; tive um namorado que me desvirgou bem novinha, três anos atrás, e tive uns encontros com garotos em prévias e jogos, mas verdade seja dita, era muito inocente). Bom, ele me beijou, me deu um beijo de língua, me apalpou toda, me deu tapas na bunda e apertou minhas nádegas, e até senti que... Ele queria enfiar os dedos no meu cu (incrivelmente não enfiou, mas senti o pau dele no meu cu com essa clara intenção). O beijo não me excitou, mas foi o beijo mais longo e apaixonado que já tive, com tudo e língua. Ele só me deixou deitada na cama enquanto disse: "Deixa eu ficar confortável, meu amor". Tirou o que tava vestindo, que era uma regata e uma calça de ginástica velha e uma cueca boxer que, sendo sincera, ficava sexy nele. Ele se aproximou, subiu na cama e, tocando meus peitos, disse: "Vamos começar, meu amor". Eu, sem saber o que ele queria, só ri e perguntei: "O quê ou como?" E bom, ele me disse pra chupar o pau dele (vou dizer que não gosto de paus de cor e nunca gostei, e não sou racista, mas pra preta já basta eu :p). Jorge deixou o pau dele sair: branco, cheio de veias, depilado e com a cabeça bem rosada, que na hora me deu água na boca. O tamanho era perfeito pra mim, uns 18 centímetros (particularmente, ele tinha um pau perfeito, agora que penso). Eu, em silêncio e devagar, meti na boca e comecei a chupar. Não cabia tudo (se hoje sou pequena, naquela época era mais ainda :p). Ele não ficou calado, tava gostando de como eu tava chupando o pau dele. Soltou uns gemidos e uns elogios. Eu não fiz ele esperar e comecei a brincar com aquele pau, fiquei bem putinha, praticamente. Beijei a cabeça, em volta das bolas grandes dele, passei a língua como nunca tinha feito antes, e ele não parou de me elogiar e gemer (mas o melhor tava por vir). Eu entendi o Jorge o máximo que pude e acho que ele gostou, porque o que ele fez depois foi a coisa mais gostosa que eu tinha sentido até então. Ele me colocou de quatro e rasgou minha calcinha fio dental de um puxão, e assim me deu uma lambida tão gostosa que foi nova pra mim (era a primeira vez que alguém me fazia um oral e do jeito que o Jorge tava fazendo). Ele passou a língua por toda a minha buceta e cu, de baixo pra cima e de cima pra baixo, lambeu meu cu e comeu minha buceta como se fossem os lábios da minha boca. Senti a língua dele fora e dentro da minha buceta, e eu não Consegui aguentar e entre gemidos comecei a falar pra ele que tava gostando muito e que continuasse por favor, que não parasse (que virada de estar chorando pra gemer e pedir mais prazer, tenho que admitir que o Jorge era mesmo um expert em atender mulheres ou piranhas como eu). Era tanto prazer que eu não conseguia acreditar, era algo tão novo pra mim que me surpreendeu e, sem perceber, ele já tinha se posicionado pra meter o pau dele e me fazer dele. Eu já toda ofegante, sem saber o que tava acontecendo, olho pra trás e vejo ele colocando uma camisinha e, com uma palmada na bunda, enterrou o pau dele até o talo (já tinha tido um pau bem maior na minha buceta, mas admito que o prazer que senti era diferente. O Jorge meteu na minha buceta, foi tão gostoso que eu literalmente gemi de felicidade). O Jorge me elogiava enquanto se mexia devagar, mas aos poucos foi aumentando a intensidade, cada vez mais forte (eu nesse ponto já não aguentava mais, ele me fez gozar tantas vezes que é difícil lembrar). Mas acho que pedi pra ele parar e supliquei que não aguentava mais, mas ele me segurou, tava me fazendo dele, e quando senti o dedo dele no meu cu, fiquei meio incomodada mas não falei nada (a verdade é que doeu um pouquinho, mas sentir o Jorge tão dentro de mim e fazendo o que queria me deixava mais tesuda). Ele continuou me comendo e falando todo tipo de putaria, eu já nem ouvia mais, só escutava o som do meu corpo batendo no dele, sentia o pau dele cada centímetro entrando e saindo (tudo era novo pra mim, meu ex só meteu o pau em mim um dia na casa dele e repetiu isso umas duas vezes, depois me fazia chupar ele direto, e meus outros encontros também não foram muito legais. Um cara que conheci me levou atrás de um caminhão só pra eu chupar ele, mas de boquete acabou numa fodida terrível, ele tinha um pau tão grande que eu não gostei e tentei parar, mas ele só me comeu ali, pra não dizer que me estuprou. E outro cara foi o pior, era ex de uma amiga minha, e ele tava fodendo nós duas, como umas piranhas idiotas que a gente era). Mas isso já era outro nível, eu tava adorando, dava pra ver o cuidado que Ele sabia como fazer gozar (pra falar a verdade, ele sabia transar). Ele me dominava completamente, comecei a gemer e dizer que tava gostando. Ele aumentou a intensidade e chegou um ponto que meu corpo só cedeu e soltei um grito forte: "Ai!" e, sem perceber, saiu um jorrinho (queria morrer, a vergonha que senti foi enorme). Ele só ria e continuava me enchendo de elogios, eu tava tremendo (Jorge me fez sentir o prazer de ser mulher pela primeira vez). Mas Jorge não ia me deixar assim tão fácil. Deitada de lado, tipo colherinha, ele começou a beijar minha bunda e me perguntou se eu já tava pronta (aí a coisa ficou séria). Ele disse que se eu quisesse, podia recusar e ir embora, mas que não dava pra continuar na casa dele, que o trato era com anal (eu obviamente não queria, já que senti os dedos dele lá dentro e doeu pra caralho, só de imaginar o que sentiria com o pau dele me deu medo, mas aceitei mesmo assim). Jorge tirou a camisinha e jogou na minha frente, depois começou a passar os dedos cheios de cuspe no meu cu, enfiando cada vez mais fundo com bastante saliva (só de sentir os dedos entrando cada vez mais, eu queria parar ele e ir embora). Não tava gostando, tava com muito medo, e ele só se ajeitou (a gente tava de colherinha) e assim abriu minhas nádegas com a mão e começou a empurrar o pau. Custou, mas na quarta tentativa conseguiu enfiar a cabeça (senti quando entrou, mordi os lábios e aguentei, senti uma dor forte e doía como ele tava separando minhas nádegas com a mão). Ele foi meio bruto, porque começou a enfiar mais e mais fundo com força, sentia meu cu queimando e não sei se ele não percebia, mas apertava minha bunda com muita força (chegou num ponto que não aguentei). Tentei parar ele com a mão, mas ele segurou minha mão com força e apoiou nas minhas costas, como se quisesse me prender (me senti encurralada). Ele começou a meter forte e rápido, não dizia nada, mas dava pra sentir que ele tava gostando (o pau dele tão duro dentro do meu cu). Ele continuou assim. e de uma só vez ele para e me abraça com o pau bem enfiado no meu cu (achei que já tinha acabado) ele começou a me dar beijo na bochecha e a falar elogios, de repente me perguntou se eu tava bem e se tava doendo, eu respondi com a cabeça "sim" ele só disse que já vamos terminar que vai deixar minha bunda cheia de leite (aí me senti exausta, e só queria que acabasse) ele me manda ficar de quatro, e com minhas mãos abrir toda a minha bunda, ele só perguntou se era minha primeira vez e eu falo que sim (admito que gostei do jeito que ele me colocou, me mandando, me fez sentir dele, me fez dele) eu obedeci o que ele pedia e como num pornô, começou a arrebentar meu cu, me deu tapas na bunda do começo ao fim, eu tava apoiada numa mão e com a outra abria minha bunda e ele fazia o mesmo com a outra mão, me deixou toda aberta (ele não parou de falar que minha bunda era linda e mil elogios mais, sem contar que também me xingava, me chamando de puta ou garota do cu arrombado, mas a verdade mais do que me incomodar, me deixava com tesão), ele me comeu assim, sem parar e até que começou a tirar o pau quase todo e meter de uma vez só, assim ficou, brincava com meu cu, apoiando a cabeça do pau e balançando, rindo e falando todo tipo de coisa (me sentia encurralada e como se não pudesse negar o que ele fazia comigo) ele continuou assim até que começou a bater punheta e gozou fora, na minha bunda, e aí começou a passar o pau de cima pra baixo, na buceta e no cu, numa hora pensei que ia meter de novo na buceta, colocou um pouco a cabeça mas não fez felizmente (a verdade me deu um pouco de medo mas mesmo assim não falei nada), quando terminou fui no banheiro me limpei e depois pro meu quarto, tava doendo tudo e não aguentei a curiosidade e na frente do espelho me virei pra ver como tinha ficado meu cu e ele deixou tudo vermelho e aberto (me senti tão nojenta e como uma coisa sem valor mas ao mesmo tempo me senti toda uma mulher adulta, e propriedade do Jorge) depois ele continuou me comendo até eu fazer 18 que foi um aniversário inesquecível (não é uma boa lembrança) Bom, com minha mãe a gente teve que se mudar pra outro lugar. Valeu pelos pontos. Vou ter mais histórias da minha amiga 7u7
Um dia, no meio da noite, recebi uma mensagem da minha mãe puta que me deixou enojada e muito frustrada. A mensagem dizia mais ou menos assim: "Mari, você sabe o que é sexo anal? Bom, se não sabe, vou te explicar agora." Ela me mandou uns 20 áudios explicando como se faz, o que fazer pra não doer, o que tem que fazer depois do sexo anal, etc. Eu, sem entender o que tava rolando e por que tava rolando, pedi uma explicação do porquê dessa pergunta e aonde ela queria chegar. Ela não me respondeu nada, só me mandou print da conversa dela com esse Jorge. Nos prints, dava pra ver uma mensagem enorme dele dizendo pra minha mãe que eu e ela fossemos embora no dia seguinte. Depois, bom, ela mandou milhares de mensagens e áudios implorando pra ele, etc. E num deles, ela manda dizendo se ele tava interessado em me detonar (sendo sincera, na época eu fiquei muito puta com minha mãe e com ele, mas hoje lembro disso e tô do lado dele, ele nos deu teto e comida). Bom, liguei pra minha mãe, perguntei o que era tudo aquilo, e ela só me pediu pra fazer e ser forte. Eu, puta, continuei falando que nem fodendo que ia fazer aquilo, mas minha mãe continuou insistindo e disse que seria essa noite e depois a gente procuraria outro lugar. Eu, entre choro, vergonha e raiva, aceitei e pedi pra minha mãe me acompanhar até o quarto onde ele tava. Ela só disse que não tava em casa, que por isso tava falando por mensagem. Então, sozinha, tive que criar coragem e ir pro quarto dele, onde ele já tava me esperando. Ela me disse pra não ter medo e ir com pouca ou nenhuma roupa. Eu não tive coragem de ir pelada, então fui de sutiã, saia jeans e fio dental (me senti usada e feita de objeto, ainda mais sabendo o que me esperava). Saí do quarto e no caminho, não tive coragem de bater na porta, muito menos de abrir. Fiquei na frente da porta por quase uma hora, andando, me apoiando na porta ou na parede. Fiquei assim até que ele saiu, me viu, me cumprimentou. Eu fiquei calada e imóvel. Ele foi pro banheiro, fechou a porta, e quando ele saiu, vi ele se aproximar de mim (tava tão nervosa, com tanta vergonha e medo que nem conseguia olhar na cara dele). (Olhando pros meus pés) Quando ele me disse "Sua mãe já te falou?" Eu só balancei a cabeça que sim, olhando pro chão. Ele falou comigo por um tempo, foi uma conversa rápida, me explicou pra me colocar no lugar dele e que a errada era minha mãe (eu, pessoalmente, odiava ele e minha mãe, mas hoje acho que não culparia ele). Depois de falar, ele só me mandou entrar no quarto e disse pra eu ficar à vontade e tirar toda a roupa. Bom, tirei o sutiã, me senti tão humilhada que cobri meus peitinhos com o braço, e ele quis que eu tirasse (eu não queria, mas aceitei e, ao mesmo tempo, não aguentava o que estava vivendo). Mas quando tirei a saia e ele me fez virar de costas e me abaixar pra ficar toda exposta pra ele, e ainda sentir a mão dele me tocando, e quando senti ele mexendo tanto na minha bucetinha quanto na minha bunda por cima do tecido, já foi demais (me senti destruída, só queria sumir e não consegui segurar o choro). Ele me viu com os olhos cheios de lágrima, me abraçou, me colocou no colo dele e ali, nos braços dele, desabei a chorar. Ele me consolou um pouco e só disse pra eu me vestir e ir embora (eu sabia que se fizesse isso, terminaria mal pra mim e pra minha mãe, me destruía mais ainda porque não tinha escolha). Entre lágrimas, implorei e supliquei pra ele não nos expulsar, pedi de vários jeitos. Ele foi breve e só disse que eu e minha mãe não éramos nada, que minha mãe tava pagando muito mal e que ele não queria mais ela na casa dele (ali eu vi que não tinha alternativa e, com todas as minhas forças, criei coragem e aceitei minha situação). Fui breve e fui dizendo que minha bunda era virgem e que por favor não fosse bruto (mas mesmo assim sabia que não tava em posição de exigir nada). Ele só respondeu que era um expert e que eu não precisava me preocupar (naquela época eu não tinha namorado, mas virgem não era; tive um namorado que me desvirgou bem novinha, três anos atrás, e tive uns encontros com garotos em prévias e jogos, mas verdade seja dita, era muito inocente). Bom, ele me beijou, me deu um beijo de língua, me apalpou toda, me deu tapas na bunda e apertou minhas nádegas, e até senti que... Ele queria enfiar os dedos no meu cu (incrivelmente não enfiou, mas senti o pau dele no meu cu com essa clara intenção). O beijo não me excitou, mas foi o beijo mais longo e apaixonado que já tive, com tudo e língua. Ele só me deixou deitada na cama enquanto disse: "Deixa eu ficar confortável, meu amor". Tirou o que tava vestindo, que era uma regata e uma calça de ginástica velha e uma cueca boxer que, sendo sincera, ficava sexy nele. Ele se aproximou, subiu na cama e, tocando meus peitos, disse: "Vamos começar, meu amor". Eu, sem saber o que ele queria, só ri e perguntei: "O quê ou como?" E bom, ele me disse pra chupar o pau dele (vou dizer que não gosto de paus de cor e nunca gostei, e não sou racista, mas pra preta já basta eu :p). Jorge deixou o pau dele sair: branco, cheio de veias, depilado e com a cabeça bem rosada, que na hora me deu água na boca. O tamanho era perfeito pra mim, uns 18 centímetros (particularmente, ele tinha um pau perfeito, agora que penso). Eu, em silêncio e devagar, meti na boca e comecei a chupar. Não cabia tudo (se hoje sou pequena, naquela época era mais ainda :p). Ele não ficou calado, tava gostando de como eu tava chupando o pau dele. Soltou uns gemidos e uns elogios. Eu não fiz ele esperar e comecei a brincar com aquele pau, fiquei bem putinha, praticamente. Beijei a cabeça, em volta das bolas grandes dele, passei a língua como nunca tinha feito antes, e ele não parou de me elogiar e gemer (mas o melhor tava por vir). Eu entendi o Jorge o máximo que pude e acho que ele gostou, porque o que ele fez depois foi a coisa mais gostosa que eu tinha sentido até então. Ele me colocou de quatro e rasgou minha calcinha fio dental de um puxão, e assim me deu uma lambida tão gostosa que foi nova pra mim (era a primeira vez que alguém me fazia um oral e do jeito que o Jorge tava fazendo). Ele passou a língua por toda a minha buceta e cu, de baixo pra cima e de cima pra baixo, lambeu meu cu e comeu minha buceta como se fossem os lábios da minha boca. Senti a língua dele fora e dentro da minha buceta, e eu não Consegui aguentar e entre gemidos comecei a falar pra ele que tava gostando muito e que continuasse por favor, que não parasse (que virada de estar chorando pra gemer e pedir mais prazer, tenho que admitir que o Jorge era mesmo um expert em atender mulheres ou piranhas como eu). Era tanto prazer que eu não conseguia acreditar, era algo tão novo pra mim que me surpreendeu e, sem perceber, ele já tinha se posicionado pra meter o pau dele e me fazer dele. Eu já toda ofegante, sem saber o que tava acontecendo, olho pra trás e vejo ele colocando uma camisinha e, com uma palmada na bunda, enterrou o pau dele até o talo (já tinha tido um pau bem maior na minha buceta, mas admito que o prazer que senti era diferente. O Jorge meteu na minha buceta, foi tão gostoso que eu literalmente gemi de felicidade). O Jorge me elogiava enquanto se mexia devagar, mas aos poucos foi aumentando a intensidade, cada vez mais forte (eu nesse ponto já não aguentava mais, ele me fez gozar tantas vezes que é difícil lembrar). Mas acho que pedi pra ele parar e supliquei que não aguentava mais, mas ele me segurou, tava me fazendo dele, e quando senti o dedo dele no meu cu, fiquei meio incomodada mas não falei nada (a verdade é que doeu um pouquinho, mas sentir o Jorge tão dentro de mim e fazendo o que queria me deixava mais tesuda). Ele continuou me comendo e falando todo tipo de putaria, eu já nem ouvia mais, só escutava o som do meu corpo batendo no dele, sentia o pau dele cada centímetro entrando e saindo (tudo era novo pra mim, meu ex só meteu o pau em mim um dia na casa dele e repetiu isso umas duas vezes, depois me fazia chupar ele direto, e meus outros encontros também não foram muito legais. Um cara que conheci me levou atrás de um caminhão só pra eu chupar ele, mas de boquete acabou numa fodida terrível, ele tinha um pau tão grande que eu não gostei e tentei parar, mas ele só me comeu ali, pra não dizer que me estuprou. E outro cara foi o pior, era ex de uma amiga minha, e ele tava fodendo nós duas, como umas piranhas idiotas que a gente era). Mas isso já era outro nível, eu tava adorando, dava pra ver o cuidado que Ele sabia como fazer gozar (pra falar a verdade, ele sabia transar). Ele me dominava completamente, comecei a gemer e dizer que tava gostando. Ele aumentou a intensidade e chegou um ponto que meu corpo só cedeu e soltei um grito forte: "Ai!" e, sem perceber, saiu um jorrinho (queria morrer, a vergonha que senti foi enorme). Ele só ria e continuava me enchendo de elogios, eu tava tremendo (Jorge me fez sentir o prazer de ser mulher pela primeira vez). Mas Jorge não ia me deixar assim tão fácil. Deitada de lado, tipo colherinha, ele começou a beijar minha bunda e me perguntou se eu já tava pronta (aí a coisa ficou séria). Ele disse que se eu quisesse, podia recusar e ir embora, mas que não dava pra continuar na casa dele, que o trato era com anal (eu obviamente não queria, já que senti os dedos dele lá dentro e doeu pra caralho, só de imaginar o que sentiria com o pau dele me deu medo, mas aceitei mesmo assim). Jorge tirou a camisinha e jogou na minha frente, depois começou a passar os dedos cheios de cuspe no meu cu, enfiando cada vez mais fundo com bastante saliva (só de sentir os dedos entrando cada vez mais, eu queria parar ele e ir embora). Não tava gostando, tava com muito medo, e ele só se ajeitou (a gente tava de colherinha) e assim abriu minhas nádegas com a mão e começou a empurrar o pau. Custou, mas na quarta tentativa conseguiu enfiar a cabeça (senti quando entrou, mordi os lábios e aguentei, senti uma dor forte e doía como ele tava separando minhas nádegas com a mão). Ele foi meio bruto, porque começou a enfiar mais e mais fundo com força, sentia meu cu queimando e não sei se ele não percebia, mas apertava minha bunda com muita força (chegou num ponto que não aguentei). Tentei parar ele com a mão, mas ele segurou minha mão com força e apoiou nas minhas costas, como se quisesse me prender (me senti encurralada). Ele começou a meter forte e rápido, não dizia nada, mas dava pra sentir que ele tava gostando (o pau dele tão duro dentro do meu cu). Ele continuou assim. e de uma só vez ele para e me abraça com o pau bem enfiado no meu cu (achei que já tinha acabado) ele começou a me dar beijo na bochecha e a falar elogios, de repente me perguntou se eu tava bem e se tava doendo, eu respondi com a cabeça "sim" ele só disse que já vamos terminar que vai deixar minha bunda cheia de leite (aí me senti exausta, e só queria que acabasse) ele me manda ficar de quatro, e com minhas mãos abrir toda a minha bunda, ele só perguntou se era minha primeira vez e eu falo que sim (admito que gostei do jeito que ele me colocou, me mandando, me fez sentir dele, me fez dele) eu obedeci o que ele pedia e como num pornô, começou a arrebentar meu cu, me deu tapas na bunda do começo ao fim, eu tava apoiada numa mão e com a outra abria minha bunda e ele fazia o mesmo com a outra mão, me deixou toda aberta (ele não parou de falar que minha bunda era linda e mil elogios mais, sem contar que também me xingava, me chamando de puta ou garota do cu arrombado, mas a verdade mais do que me incomodar, me deixava com tesão), ele me comeu assim, sem parar e até que começou a tirar o pau quase todo e meter de uma vez só, assim ficou, brincava com meu cu, apoiando a cabeça do pau e balançando, rindo e falando todo tipo de coisa (me sentia encurralada e como se não pudesse negar o que ele fazia comigo) ele continuou assim até que começou a bater punheta e gozou fora, na minha bunda, e aí começou a passar o pau de cima pra baixo, na buceta e no cu, numa hora pensei que ia meter de novo na buceta, colocou um pouco a cabeça mas não fez felizmente (a verdade me deu um pouco de medo mas mesmo assim não falei nada), quando terminou fui no banheiro me limpei e depois pro meu quarto, tava doendo tudo e não aguentei a curiosidade e na frente do espelho me virei pra ver como tinha ficado meu cu e ele deixou tudo vermelho e aberto (me senti tão nojenta e como uma coisa sem valor mas ao mesmo tempo me senti toda uma mulher adulta, e propriedade do Jorge) depois ele continuou me comendo até eu fazer 18 que foi um aniversário inesquecível (não é uma boa lembrança) Bom, com minha mãe a gente teve que se mudar pra outro lugar. Valeu pelos pontos. Vou ter mais histórias da minha amiga 7u7
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