Transformando meu namorado em um perdedor

uma nova história
Espero que vocês curtam.


VALEU POR ME LER












Lá estava meu corno, ele fica feliz quando todo mundo vê meus peitos e me deseja, por isso ele me incentiva a mostrá-los. Ele nunca se cansa de admirar meus decotes, embora nunca tenha me visto com ninguém e eu não sei se esse não é o sonho dele. A questão é que ele vinha me dando vários sinais. Pra ser sincera, eu não curto a ideia de ser a puta dos amigos dele, mas cada vez o Jorge, o Cláudio e o Germano tão mais ousados e eu sei que ele empurra eles pra isso. Também tenho que contar que meu namorado na cama mal dá conta, não é dotado de jeito nenhum e goza muito rápido. Mesmo assim, eu amo ele, ele me dá tudo. Às vezes acho que ele vive pra mim, mas ele me quer puta, a maior puta do bairro, e vou dar o gosto pra ele. Esse sábado tem uma resenha, vem todos os amigos dele e vou surpreendê-lo. Os chifres dele vão crescer tanto que ele vai ter dificuldade pra entrar em casa. Ainda tem uns vizinhos que ele não suporta, mas eu adoro eles e vou fazer o que for preciso pra eles me fazerem deles. E nem preciso falar do Carlos, o Carlos é o que enche o saco dele o tempo todo, competem em tudo mas ele sempre ganha, e por isso ele não convida ele pra nenhuma resenha. Esse sábado quero que ele venha. Se ele me quer puta, então vou ter que ser a melhor puta, senão com certeza vou decepcioná-lo e isso é o que menos quero. Foi assim que depois de transar com ele na sexta, consegui convencê-lo a convidar o Carlos pra esse sábado. O otário disse que não, mas insisti, era o melhor jeito de acabar com essa rivalidade, girl, mas ele não se convenceu. Então quando eles chegaram, eu já tinha umas empadas prontas e muito álcool que meu corno tinha comprado. Lá estava eu com meus 120 de peito, a bunda minúscula e minhas meias de rede, sabia que era uma presa gostosa pra ser comida pelos amigos dele.


Oscar, amor, você é mortal, gostosa.


Não fiquei assim pra você, amor. Isso é pros seus amigos. Com a vontade que eles têm de mim, com certeza vai rolar alguma coisa.


Oscar, se beber, disso eu tenho certeza, espero que curta muito


Sim, minha vida, vou cuidar de vocês muito bem.


Chegaram Jorge, Claudio e Germán. Meu corno só ficou olhando, vendo os amigos dele me cantando de cara. Na chegada, recebi os abraços deles, e nenhum perdeu a chance de me apalpar, o que me deixou mais excitada do que eu esperava. Meu corno ligou a TV e colocou o jogo, que naquele momento era a única coisa que importava pra ele. Todo mundo sentou no futon de frente pra TV, com as empanadas na mesinha de centro. Quem tomou a iniciativa primeiro foi o Jorge: ele levantou e veio pra trás do futon, onde eu estava em pé. Me abraçou e, sem dizer nada, vendo que eu não resistia — pelo contrário —, levou as mãos pros meus peitos. Sem hesitar, eu levei as minhas mãos pro pau dele e tirei da calça. O resto veio naturalmente: um beijão e eu me ajoelhei até me sentir dona daquele pedaço de carne, que é mais que o dobro do do meu corno. Chupei ele o melhor que pude e, em segundos, já estava por cima de mim. Ele me pegou por trás, levantou minha saia sem falar nada, puxou minha calcinha fio-dental e a guardou. Foi uma delícia. Eu estava encharcada. Sentir aquela barra de carne entrando livremente na minha buceta apertada enquanto meus peitos eram apalpados me dava um prazer imenso — o prazer que eu nunca tinha sentido com meu corno. Tudo era em silêncio, mas aquela trepada me fez perceber o que eu tinha perdido por tanto tempo. Eu estava gozando e, sem perceber, tive o pau do Claudio na minha cara. Não hesitei um segundo: já estava pronta pra ser a puta de todos eles. Engoli ele e comecei a chupar. Tudo tinha ido pro caralho. Me levaram pra nossa cama e lá me despiraram. Jorge tomou conta da minha buceta, me colocando por cima dele, e Claudio abriu minhas pernas e molhou aquele meu cu que tinha pouco uso — e Oscar nunca tinha usado. Sentir o Claudio tomando conta dele foi doloroso e muito prazeroso, uma experiência nova. Duas picas dentro de mim ao mesmo tempo, me dando dor e prazer. Ouvi o Oscar gritar um gol, mas o gol quem estava levando era eu e, pra ser sincera... Foi um golaço, mas quando vi que o German entrou me fazendo mamar o pau dele, era uma delícia que me fazia enlouquecer de prazer e amar ser uma puta. Não sei quantos orgasmos tive, mas queria mais. Aí, depois de sentir como ele conseguia arrancar o máximo de mim, todo mundo trocava de lugar. Minha bunda, minha buceta e minha boca transbordavam de porra e parecia que ninguém queria parar de me encher com aquela delícia. O Claudio me comeu de cu, o German tomou conta da minha buceta e o Jorge meteu o pau pra eu limpar com a boca — era o mínimo que eu podia fazer. De novo, eu recebia o máximo prazer, mesmo doendo. Na hora, tive outro orgasmo. Tava exausta, mas sabia que eles não iam parar de me foder. Dessa vez foi por muito mais tempo. Eu já não aguentava mais, mas ainda faltava muito. Quando finalmente me encheram de novo, falei que não queria mais. Isso foi pior: eles trocaram de posição de novo. Minha buceta já não aguentava mais e minha bunda doía como nunca. Só podia dar prazer a eles — o mesmo prazer que eles tinham me dado. Sabia que iam me deixar acabada. Resisti o quanto pude, mas acabei me rendendo àquelas pirocas grandes e lindas. De novo, ouvi o Oscar xingando, me deu risada. O time dele tava sendo comido igual a mim. Não sei por que, mas aquilo me deixou feliz. O jogo terminou, o time dele perdeu de 3 a 1 — o mesmo resultado que os amigos dele tinham conseguido com a namorada dele, transformando ela de vez numa puta gulosa que deixaram exausta na própria cama, com o corpo todo leitoso. Assim terminamos todos cansados. Os amigos dele se vestiram e foram embora. Da cama, eu ouvia tudo.


Oscar, cadê vocês, seus babacas? Não fazem ideia do jogo que perderam.


German, já sei, arrebentaram bem a buceta de vocês.


Oscar sim, a puta da mãe, esquento as empadinhas?


Jorge, manda ver e traz umas cervejas.


Oscar dá, mas puta que pariu, esses filhos da puta arrebentaram com a gente.
Claudio, quem devia estar feliz é o Carlos. Imagina se ele tivesse...


Oscar ficava me enchendo o saco a semana inteira.


Jorge, chama ele na semana que vem que tem a revanche, certeza que jogando em casa vocês ganham deles.


Oscar não é uma má ideia.


Levantei e tomei um banho, voltei pro quarto, me troquei, tava mais que satisfeita, só pensava no Carlos, adorava pra caralho a ideia de que o inimigo do corno me comesse e o otário visse tudo, mas isso é outra história.









1 comentários - Transformando meu namorado em um perdedor

Que lindo...ya tenemos nueva historia!! A esperar la visita de carlitos