Pra quem começa por esse relato, vou contextualizar: em posts anteriores, conto como abrimos o casamento e começamos uma jornada no cuckold. A ideia original era fazer um ménage HMH. Silvia, minha esposa, estreou como hotwife iniciando sexualmente meu meio-irmão, que era adolescente e virgem. Ela continuou transando com ele esporadicamente sempre que ele vinha visitar a gente em casa. Depois, veio o primeiro encontro íntimo com meu melhor amigo de infância, reforçando os laços afetivos ao compartilhar a mesma mulher. Dessa vez, ela estreou com um cara experiente, muito bem dotado, que me superava em comprimento e me dobrava em grossura.
Depois dessa primeira vez com Diego (meu amigo), veio um período em que não propus que ela buscasse novos amantes. Apesar de lembrarmos do que rolou, ela até confessou: "Não fica bravo com o que vou te dizer, mas a pica do Diego me fez sentir a buceta bem preenchida e uma sensação gostosa de ter o cu bem aberto." Depois dessa confissão, explodi de tesão e a gente transou pra caralho. Eu achava que meu trabalho estava feito: plantei a semente da ideia, reguei com conversas e enchendo ela de sacanagem até pegar fogo, e ela mesma comprovou que minha ideia a fez gozar, se sentir desejada, aumentar a libido e ter mais orgasmos em algumas horas do que tinha comigo em uma semana. Resumindo, eu esperava que ela pedisse por um novo encontro sexual. É o corpo dela, ela decide com quem compartilhar. Quase um mês depois, eu disse:
— Não sente falta da adrenalina e do tesão de transar com outro sabendo que estou te olhando?
— Sinto, todo dia penso nisso e me surpreendo comigo mesma por ficar lembrando como me comeram e não era com você.
— Sabe que a ideia é você gozar, curtir sua genitalidade, pode ficar com quem quiser, é só pedir. Quer comer alguém?
— Ninguém em especial, só quero sentir aquela adrenalina de novo. Quase todo dia sinto essas Cócegas na barriga e mais pra baixo também. Vamos falar com o Diego, o que acha?
Ela tava me dizendo, sem dizer, que tava afim do meu amigo ou da pica dele. Explodi de tesão só de saber que ela tava desejando ter outro macho em cima dela ou atrás dela, como um bom corno e pensando nela gozando, planejei não só umas horas, mas a noite toda juntos e, se desse, o dia seguinte também. Falei com meu amigo e disse:
Consegue dar um jeito de escapar na sexta e dormir aqui em casa? A Silvia quer repetir com você, disse que você enche bem a buceta dela e que adorou como abriu o cu dela. Tô te avisando pra saber por onde meter bem. Nessa época ela não tá ovulando, se quiser, não usa camisinha, enche ela bem de porra.
Claro que ele aceitou sem perguntas nem objeções.
Falei com a Silvia, contei a novidade que ela ia ter a noite toda pra ficar com o Diego, que eu só ia participar se ela pedisse, senão sem problema. A noite é sua, administra como quiser, não pensa em mim, se mentaliza que vocês tão sozinhos. Os três dias que faltavam pra sexta pareceram eternos. Nesses dias, a morbidez de como ia ficar o rabo dela, quantos orgasmos ele ia tirar com aquela pica, eu chupava ela toda e parava antes dela gozar, não quis comer ela, queria que ela ficasse bem estimulada e excitada pro macho dela tirar múltiplos orgasmos.
Chegou o dia tão esperado. Diego chegou na nossa casa, ele colocou um braço na cintura dela e deu um beijo na bochecha. Eu falo:
_ Não seja tão formal, veio comer ela e dá um beijo na bochecha.
Ele pegou ela com as duas mãos na cintura e se beijaram longamente, enquanto ele deslizava as mãos pela bunda dela. Depois sentamos pra conversar, Silvia trouxe algo pra beber. Fiz um sinal pro Diego, ele entendeu, pegou ela pela mão e sentou ela em cima dele. Enquanto conversávamos, as mãos dele deslizavam pelas coxas dela, depois ele virou a cabeça dela, pegou no rosto e beijou. Ela se Ela parou, virou e sentou de frente, e continuaram se beijando. Eu estava com a pica explodindo, ela gemia de prazer e excitação. Ele fez ela parar, desabotoou a calça e abaixou até o chão. Ela começou a puxar a calcinha fio dental. Eu me ajoelhei, terminei de tirar, lambi a buceta dela pra molhar. Ela disse pra ele:
- Coloca camisinha!
Com a cabeça, fiz sinal que não. Peguei ela pela cintura e sentei na pica do macho dela. Me acomodei numa cadeira pra ver ela subindo e descendo, fazendo aquela pica enorme desaparecer dentro dela.
Assim começou a noite. Meia hora depois de chegar, a pica dele já estava dentro dela. Ela tava tão excitada que gozou rápido. Diego mandou ela levantar, deitou ela na mesa, colocou as pernas dela nos ombros dele e meteu forte, com estocadas profundas, fazendo os peitos dela balançarem no ritmo das pirocadas. Silvia me chamou, pediu pra eu beijar ela. Suspirava e gemia ofegante. Os gritos do orgasmo dela eram abafados pelo meu beijo, então soltei a boca dela pra me deliciar com os gritos que ela dava por causa da pica que tava comendo ela. Diego acelerou ainda mais o ritmo, descarregando pela primeira vez o sêmen dele dentro da buceta. Ela me disse: "Pai, me come". Enfiei a pica, com cada recuada saía porra de dentro dela. Não aguentei muito, quatro estocadas e eu também gozei. Dessa vez ela não terminou. Ajudamos ela a descer, o sêmen escorria pelas coxas dela.
Mais tarde, já tínhamos jantado, sentamos no sofá pra ver pornô, "Uma gostosa com quatro negões". Diego começou a beijar ela, se ajoelhou na frente dela, tirou o short e a calcinha fio dental, comeu a pussy dela. Eu fui pegar gel, Diego pediu o cu dela, ela ficou de quatro na beira do sofá. Passei gel no dedo e introduzi no ânus dela, preparando pra que a rola grossa do Diego entrasse sem machucar, pra que ela gozasse de verdade. Quando dilatei bem com os dedos, segurei as nádegas dela abertas pra ele meter. Devagar, o esfíncter dela foi dilatando e tomando a forma da rola grossa. Quando já me satisfiz vendo ela entrar, me afastei e deixei os dois se curtirem.
Indescritível o prazer que se sente, ao vê-la assim de quatro com um cara enfiado na bunda dela, subjugando ela, sodomizando ela, usando o corpo dela pra satisfazer o desejo dele de gozar e esvaziar os ovos na esposa de outro, só quem viveu isso pode entender, nessa altura eu já sabia positivamente que meu fetiche não era participar, só queria vê-la gozar, cada gemido, cada gritinho de prazer, enchia minha alma de emoção e ternura, ver como o corpo dela tremia, como ela empurrava o quadril pra trás pra ser mais penetrada, um tesão único, que leva a excitação a outro nível!
Ela disse pra continuarem no quarto, de passagem me beijou, eu falei:
- Até amanhã, a noite é de vocês, espero que não percam tempo dormindo -
Diego me respondeu:
--- Não vou dar tempo pra ela dormir.
Ao passar por mim, ele sussurrou no meu ouvido:
" Tomei um Tadalafila",
entraram no quarto de casal e fecharam a porta atrás deles, meu coração batia acelerado, era a primeira vez que ela passaria a noite com outro e na nossa própria cama, longe de me incomodar, me senti orgulhoso dela, ela só precisou da oportunidade e a puta que tinha dentro dela veio à tona, fiquei sem o pornô ao vivo, um turbilhão de sensações e emoções rodavam na minha cabeça, Raiva por não poder ver, ansiedade por saber o que tava rolando lá dentro, me perguntava se ela quis repetir com o Diego pra sentir a adrenalina de novo, e porque era o que tava mais à mão, ou se ela se confundiu e se envolveu sentimentalmente naquele primeiro encontro e tava a fim dele e o desejava?
Logo me respondi tudo, " Eu incentivei, eu iniciei, nós dois curtimos, e o objetivo tava cumprido, que ela goze ao máximo, que viva novas experiências e que receba todo o sêmen que quiser e de quem quiser", depois da primeira vez que a ouvi gozar, os ouvi rir, murmúrios, beijos, depois saíram pra ir ao banheiro, ela me disse A passada: "Você não sabe que gozada boa que ele me deu no cu". Levaram bebida pro quarto e se trancaram de novo, realmente tava levando a sério que a noite era dela e do amante. Só lá pras 6 da manhã não ouvi mais nada e ficaram em silêncio, fui pro meu quarto dormir. Quando acordamos, Silvia me contou que nas três vezes que transaram, ele meteu no cu, e mencionou: "Parece que ele percebeu que eu gostava muito, ou você foi contar que eu tinha gostado". Durante o dia a gente transou umas vezes, e com ele também mais duas vezes. Depois ele foi embora, tinha que encontrar a namorada, e rindo, virou pra Silvia e disse: "Melhor a magrinha não querer que eu coma ela, você me deixou seco total".
Conversamos com ela sobre como tinha sido, o que sentiu ao passar a noite e acordar com outro homem, as risadinhas nervosas dela denunciavam que tava super excitada, eufórica e muito estimulada. Nessa mesma conversa, considerando a receptividade e disposição dela pra ficar com ele, propus:
"Quer ter ele como amante fixo? Pode ter mais seguido, dois males pra você, ganhar confiança e experiência pra encarar futuros encontros com outros amantes?"
"Se você achar legal e não te incomodar, seria bom. Já tô desinibida, me sinto à vontade e o pau dele me faz gozar pra caralho."
Confirmei que ela tava afim do Diego, que tinha despertado o lado mais obsceno dela e que ela tinha virado a puta que eu queria como parceira, como companheira de aventuras. Agora os encontros sexuais eram combinados diretamente pela Silvia, eu não planejava mais como antes. As transas contínuas que rolavam durante a semana foram fazendo o Diego dar bolo na namorada, cancelar saídas, ela começou a suspeitar que ele tinha outra e terminaram. A partir daí, a atividade sexual entre Silvia e Diego virou quase diária, dia sim, dia não, e quase todo fim de semana ele dormia em casa, às vezes. Dormíamos nós três juntos, outras vezes ela passava a noite com ele e outras comigo, era uma grande vantagem ter ele como amante fixo, tinha festa a todo momento, e a adrenalina, a testosterona e o estrogênio invadiam a casa.
Depois dessa primeira vez com Diego (meu amigo), veio um período em que não propus que ela buscasse novos amantes. Apesar de lembrarmos do que rolou, ela até confessou: "Não fica bravo com o que vou te dizer, mas a pica do Diego me fez sentir a buceta bem preenchida e uma sensação gostosa de ter o cu bem aberto." Depois dessa confissão, explodi de tesão e a gente transou pra caralho. Eu achava que meu trabalho estava feito: plantei a semente da ideia, reguei com conversas e enchendo ela de sacanagem até pegar fogo, e ela mesma comprovou que minha ideia a fez gozar, se sentir desejada, aumentar a libido e ter mais orgasmos em algumas horas do que tinha comigo em uma semana. Resumindo, eu esperava que ela pedisse por um novo encontro sexual. É o corpo dela, ela decide com quem compartilhar. Quase um mês depois, eu disse:
— Não sente falta da adrenalina e do tesão de transar com outro sabendo que estou te olhando?
— Sinto, todo dia penso nisso e me surpreendo comigo mesma por ficar lembrando como me comeram e não era com você.
— Sabe que a ideia é você gozar, curtir sua genitalidade, pode ficar com quem quiser, é só pedir. Quer comer alguém?
— Ninguém em especial, só quero sentir aquela adrenalina de novo. Quase todo dia sinto essas Cócegas na barriga e mais pra baixo também. Vamos falar com o Diego, o que acha?
Ela tava me dizendo, sem dizer, que tava afim do meu amigo ou da pica dele. Explodi de tesão só de saber que ela tava desejando ter outro macho em cima dela ou atrás dela, como um bom corno e pensando nela gozando, planejei não só umas horas, mas a noite toda juntos e, se desse, o dia seguinte também. Falei com meu amigo e disse:
Consegue dar um jeito de escapar na sexta e dormir aqui em casa? A Silvia quer repetir com você, disse que você enche bem a buceta dela e que adorou como abriu o cu dela. Tô te avisando pra saber por onde meter bem. Nessa época ela não tá ovulando, se quiser, não usa camisinha, enche ela bem de porra.
Claro que ele aceitou sem perguntas nem objeções.
Falei com a Silvia, contei a novidade que ela ia ter a noite toda pra ficar com o Diego, que eu só ia participar se ela pedisse, senão sem problema. A noite é sua, administra como quiser, não pensa em mim, se mentaliza que vocês tão sozinhos. Os três dias que faltavam pra sexta pareceram eternos. Nesses dias, a morbidez de como ia ficar o rabo dela, quantos orgasmos ele ia tirar com aquela pica, eu chupava ela toda e parava antes dela gozar, não quis comer ela, queria que ela ficasse bem estimulada e excitada pro macho dela tirar múltiplos orgasmos.
Chegou o dia tão esperado. Diego chegou na nossa casa, ele colocou um braço na cintura dela e deu um beijo na bochecha. Eu falo:
_ Não seja tão formal, veio comer ela e dá um beijo na bochecha.
Ele pegou ela com as duas mãos na cintura e se beijaram longamente, enquanto ele deslizava as mãos pela bunda dela. Depois sentamos pra conversar, Silvia trouxe algo pra beber. Fiz um sinal pro Diego, ele entendeu, pegou ela pela mão e sentou ela em cima dele. Enquanto conversávamos, as mãos dele deslizavam pelas coxas dela, depois ele virou a cabeça dela, pegou no rosto e beijou. Ela se Ela parou, virou e sentou de frente, e continuaram se beijando. Eu estava com a pica explodindo, ela gemia de prazer e excitação. Ele fez ela parar, desabotoou a calça e abaixou até o chão. Ela começou a puxar a calcinha fio dental. Eu me ajoelhei, terminei de tirar, lambi a buceta dela pra molhar. Ela disse pra ele:
- Coloca camisinha!
Com a cabeça, fiz sinal que não. Peguei ela pela cintura e sentei na pica do macho dela. Me acomodei numa cadeira pra ver ela subindo e descendo, fazendo aquela pica enorme desaparecer dentro dela.
Assim começou a noite. Meia hora depois de chegar, a pica dele já estava dentro dela. Ela tava tão excitada que gozou rápido. Diego mandou ela levantar, deitou ela na mesa, colocou as pernas dela nos ombros dele e meteu forte, com estocadas profundas, fazendo os peitos dela balançarem no ritmo das pirocadas. Silvia me chamou, pediu pra eu beijar ela. Suspirava e gemia ofegante. Os gritos do orgasmo dela eram abafados pelo meu beijo, então soltei a boca dela pra me deliciar com os gritos que ela dava por causa da pica que tava comendo ela. Diego acelerou ainda mais o ritmo, descarregando pela primeira vez o sêmen dele dentro da buceta. Ela me disse: "Pai, me come". Enfiei a pica, com cada recuada saía porra de dentro dela. Não aguentei muito, quatro estocadas e eu também gozei. Dessa vez ela não terminou. Ajudamos ela a descer, o sêmen escorria pelas coxas dela.
Mais tarde, já tínhamos jantado, sentamos no sofá pra ver pornô, "Uma gostosa com quatro negões". Diego começou a beijar ela, se ajoelhou na frente dela, tirou o short e a calcinha fio dental, comeu a pussy dela. Eu fui pegar gel, Diego pediu o cu dela, ela ficou de quatro na beira do sofá. Passei gel no dedo e introduzi no ânus dela, preparando pra que a rola grossa do Diego entrasse sem machucar, pra que ela gozasse de verdade. Quando dilatei bem com os dedos, segurei as nádegas dela abertas pra ele meter. Devagar, o esfíncter dela foi dilatando e tomando a forma da rola grossa. Quando já me satisfiz vendo ela entrar, me afastei e deixei os dois se curtirem.
Indescritível o prazer que se sente, ao vê-la assim de quatro com um cara enfiado na bunda dela, subjugando ela, sodomizando ela, usando o corpo dela pra satisfazer o desejo dele de gozar e esvaziar os ovos na esposa de outro, só quem viveu isso pode entender, nessa altura eu já sabia positivamente que meu fetiche não era participar, só queria vê-la gozar, cada gemido, cada gritinho de prazer, enchia minha alma de emoção e ternura, ver como o corpo dela tremia, como ela empurrava o quadril pra trás pra ser mais penetrada, um tesão único, que leva a excitação a outro nível!Ela disse pra continuarem no quarto, de passagem me beijou, eu falei:
- Até amanhã, a noite é de vocês, espero que não percam tempo dormindo -
Diego me respondeu:
--- Não vou dar tempo pra ela dormir.
Ao passar por mim, ele sussurrou no meu ouvido:
" Tomei um Tadalafila",
entraram no quarto de casal e fecharam a porta atrás deles, meu coração batia acelerado, era a primeira vez que ela passaria a noite com outro e na nossa própria cama, longe de me incomodar, me senti orgulhoso dela, ela só precisou da oportunidade e a puta que tinha dentro dela veio à tona, fiquei sem o pornô ao vivo, um turbilhão de sensações e emoções rodavam na minha cabeça, Raiva por não poder ver, ansiedade por saber o que tava rolando lá dentro, me perguntava se ela quis repetir com o Diego pra sentir a adrenalina de novo, e porque era o que tava mais à mão, ou se ela se confundiu e se envolveu sentimentalmente naquele primeiro encontro e tava a fim dele e o desejava?
Logo me respondi tudo, " Eu incentivei, eu iniciei, nós dois curtimos, e o objetivo tava cumprido, que ela goze ao máximo, que viva novas experiências e que receba todo o sêmen que quiser e de quem quiser", depois da primeira vez que a ouvi gozar, os ouvi rir, murmúrios, beijos, depois saíram pra ir ao banheiro, ela me disse A passada: "Você não sabe que gozada boa que ele me deu no cu". Levaram bebida pro quarto e se trancaram de novo, realmente tava levando a sério que a noite era dela e do amante. Só lá pras 6 da manhã não ouvi mais nada e ficaram em silêncio, fui pro meu quarto dormir. Quando acordamos, Silvia me contou que nas três vezes que transaram, ele meteu no cu, e mencionou: "Parece que ele percebeu que eu gostava muito, ou você foi contar que eu tinha gostado". Durante o dia a gente transou umas vezes, e com ele também mais duas vezes. Depois ele foi embora, tinha que encontrar a namorada, e rindo, virou pra Silvia e disse: "Melhor a magrinha não querer que eu coma ela, você me deixou seco total".
Conversamos com ela sobre como tinha sido, o que sentiu ao passar a noite e acordar com outro homem, as risadinhas nervosas dela denunciavam que tava super excitada, eufórica e muito estimulada. Nessa mesma conversa, considerando a receptividade e disposição dela pra ficar com ele, propus:
"Quer ter ele como amante fixo? Pode ter mais seguido, dois males pra você, ganhar confiança e experiência pra encarar futuros encontros com outros amantes?"
"Se você achar legal e não te incomodar, seria bom. Já tô desinibida, me sinto à vontade e o pau dele me faz gozar pra caralho."
Confirmei que ela tava afim do Diego, que tinha despertado o lado mais obsceno dela e que ela tinha virado a puta que eu queria como parceira, como companheira de aventuras. Agora os encontros sexuais eram combinados diretamente pela Silvia, eu não planejava mais como antes. As transas contínuas que rolavam durante a semana foram fazendo o Diego dar bolo na namorada, cancelar saídas, ela começou a suspeitar que ele tinha outra e terminaram. A partir daí, a atividade sexual entre Silvia e Diego virou quase diária, dia sim, dia não, e quase todo fim de semana ele dormia em casa, às vezes. Dormíamos nós três juntos, outras vezes ela passava a noite com ele e outras comigo, era uma grande vantagem ter ele como amante fixo, tinha festa a todo momento, e a adrenalina, a testosterona e o estrogênio invadiam a casa.
6 comentários - CUCKOLD: meu melhor amigo, amante fixo da minha esposa gosto