O dia que viramos um trisal

Bom, vou me apresentar: sou um branco afeminado, bem baixinho e peso 54 quilos. Sempre fui popular e, na adolescência, sempre tive várias minas e namoradas. Mas nunca tinha transado, porque sabia que tinha um pau pequeno e morria de vergonha.O dia que viramos um trisal
ArgentinaFiquei de namorado aos 17 com minha melhor amiga, a otaku gótica, gordinha e de bucetão.rabao
trio
vadia
muito gostosaEla nunca tinha transado, mas se masturbava muito vendo hentai e adorava negões, mas também me adorava (porque também era super fã de doujin e yaoi e amava twinks). Nossa primeira vez foi doce, ela fingiu que gozava e assim começou nossa vida sexual. Ficamos uns 3 anos assim até começarmos a usar brinquedos para satisfazê-la, já que eu não fazia ela gozar. Em um momento, aos nossos 22 anos, ela começou a usar brinquedos de 18cm pra cima até os 25. E gozava jorrando. Lá pelos nossos 25, ela começou a perceber que eu não crescia, mesmo indo pra academia (meu cu cresceu) e começou a me tratar de forma sadomasoquista. Admito que adorava ser a putinha dela.trapito
Travesti
esposa gostosa
femboyLentamente, essas brincadeiras de dominação até que no meu aniversário eu deixaria ele comer minha buceta.casal cuckold
O dia que viramos um trisalE aí me fez gozar... Naquele dia, no aniversário dela, me fez prometer que ia arrebentar minha buceta com um vibrador.Argentina
rabao
trioE dito e feito, ela adorou e eu gozei. Antes das últimas eleições, a gente se mudou pra França, e aí eu comecei a me vestir de mulher, por causa das minhas dúvidas existenciais sobre por que fisicamente eu era diferente dos outros homens. Ela (a psicóloga) me acompanhou e recomendou isso, já que claramente algo na minha mente mandava no meu corpo e o fazia ser feminino (seja falta de testosterona ou o que for). Então, aos poucos, minha gótica começou a me vestir, eu era de um estilo mais baddie ou bimbo.vadia
muito gostosaUm dia, durante uma punheta, comecei a ver muito mangá e hentai NTR e doujin, porque fiquei com muita curiosidade. Começamos com brincadeiras com o vibrador... mas ela se recusava a dar pra outro. Até que um dia baixei o Grindr. Da minha parte, admito que enganei ela — sou desenvolvedor de jogos e passo muito tempo em casa, e minha namorada é padeira, trabalha embaixo e fica o dia inteiro praticamente trampando. Num fim de semana de feriado, ela passou o dia todo ocupada, e eu, aos poucos, conversando com um africano-francês, combinamos de nos ver. Menti pra ela que ia num jantar de negócios com a empresa. Ele era gordo, tatuado, media 2,10m, se chamava Dojue, era muito doce. Me levou pra um restaurante e depois pra casa dele (uma das maiores que já vi, o cara trabalha vendendo cursos). Do nada, com o álcool, a droga (baseado e cocaína) e a excitação de fazer algo errado, acabei dando pro negão.trapito
Travesti
esposa gostosa
femboyFoi a melhor experiência, terminamos tudo lá pelas 6 da tarde e fui pra casa. Quando voltei, me abracei com minha mina e dormimos vendo um filme. Nos dias seguintes, continuamos com nossos jogos de cuckold, mas com os consolos, e ela com a brincadeira gay de me enfiar e fazer com que outro cara me coma. Continuei conversando com o Dojue e descobri que ele era bi igual a mim. Foi aí que acendeu a luz na minha cabeça... Numa ocasião de sexo e consolos, pedi pra minha mina, de presente de aniversário, que me fizesse de cuck com um amigo (Dojue). Ela recusou, mas aí eu pulei e falei que sempre realizei as fantasias dela na cama e agora era a minha vez. Foi aí que ela topou.

1 comentários - O dia que viramos um trisal

Me encantaría conocer una chica que quiera un novio bisexual