Porla Booty

Fim de ano letivo. O Matias já tinha se virado um homenzinho, agora tava terminando o ensino médio e, como madrinha, eu tinha que agradar ele. Ele me pediu pra ir na festa de formatura como par dele, mas como justificar minha presença pra minha irmã? Com a ajuda do tio, meu marido, esperei minha irmã sair da festa — um salão em Palermo. Um vestido minissaia de lantejoulas prateado era o centro das atenções e das fantasias dos coleguinhas depois. Muito puta, eu tinha perdido a mão. Mas já era tarde: meu sobrinho, o herói da festa, se viu superado pelos acontecimentos e eu tive que ajudar ele, também fiz isso pela minha integridade. As mãos e a baba de alguns intrépidos já tavam me deixando incomodada. Fiz aliança com o Leandro, o que me pareceu o alfa do grupo, isso resolveu meu problema com a horda, mas trouxe ciúmes do Matias. Então, rapidinho, atendi o Leandro: uma punheta e um beijinho que não chegou a ser um boquete, coloquei o alfa no lugar dele de alfa, e me dediquei a curar o orgulho ferido do Matias. Às 2 da manhã, levei ele embora. Subi ele na caminhonete e meti ele num hotel bem conhecido na rua Juan B Justo. Lá, tomei banho — tava toda apalpada e babada — e preparei meu cu, higienizei e comecei a dilatar ele como oferenda pro meu sobrinho, ainda magoado por ter sido compartilhado com o Leandro. Na minha versão, bem puta, que o Maty ainda não conhecia, saí do banheiro. Ele, de cueca boxer na cama, vendo pornô, se fazendo de descolado e meio ofendido. Falei: — Quero que você me faça a booty! — Como? — Não sei se era "como, te faço" ou "como, pra você repetir", mas o fato é que continuei instruindo ele. — Na cestinha que tá na entrada deve ter gel íntimo, traz. — Sim, tia. — Tinha recuperado meu bebê. E eu retomei o controle da relação. — Vem —. Indiquei que queria ele do lado da cama, quando coloquei ele na posição, olhando nos olhos dele, abaixei a cueca e chupei a rola dele com restos de furinhos, peguei o gel, passei na rola dele, suave porque ele ainda tinha a sensibilidade adolescente, e Colocando minha cara de puta, passei os dedos e lubrifiquei minha bunda. - De quatro? - perguntei, ele não entendeu a pergunta e eu me posicionei antes que ele arrancasse o pau de tesão. - Coloca seus dedinhos com o gel e abre minha bunda. - ele obedeceu e, quando tive certeza de que ele sabia o caminho, falei: "Mete em mim!!!" Fui sentindo devagar, guiando com a mão. - Tô perto de gozar, tia. - então ele enfiou, senti a cabeça dele vencer a resistência dos esfíncteres. Aí explodiu e a lubrificação já estava completa, ele continuou me comendo, o cara. - Tá doendo, tia? - Sim, mas eu gosto muito, Maty. - Ele me comeu por um bom tempo, sentia a umidade da primeira gozada dele e o gel. Ele pulsou de novo, caindo sobre mim. Agora meu bebê deixava o leite dele no meu cuzinho, na próxima eu queria engolir. Que sorte que não precisei lavar os lençóis.

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