Beleza! Fico muito feliz que vocês estão gostando do que eu tô escrevendo! Como sempre digo, tento contar experiências reais que tive, mas obviamente sempre conto com alguma modificação, tentando me aproximar ao máximo da realidade.
Hoje vou contar sobre a primeira vez que chupei uma rola e como foi. Contexto: Naquele ano eu começava o segundo ano do ensino médio, morando numa cidade de médio porte. Tinha várias amigas, a maioria um pouco mais velhas que eu. Elas já tinham começado a ficar com caras e algumas até a transar, eu ainda não. Até então só tinha beijado vários caras e trocado uns amassos, mas tudo com roupa.
Era começo de fevereiro e eu tinha que fazer prova de educação física, porque no ano anterior tinha faltado pra caralho (era no contraturno à tarde e eu não tava nem aí, haha). O horário da prova era 7h30 da manhã. Chego na escola e vejo que na sala onde a gente faria educação física, os únicos dois ali pra fazer a prova éramos eu e um dos meus amigos (ele tinha discutido com o professor e por isso foi mandado pra prova). O nome dele era Benjamim. Era grandão, tinha um corpo bonito, era goleiro de um time de futebol da cidade e eu sempre achei ele muito gato. A gente já tinha se beijado uma vez numa festa de verão, mas tinha ficado por isso mesmo.
Benjamim: Oi, Mili! Você veio! Pensei que ia ser o único otário, haha.
Mili: Fala sério, que preguiça de fazer essa matéria de merda.
B: Nem me fala, o filho da puta ainda tem implicância comigo.
M: Bom, se fodeu por discutir com ele toda hora.
B: Haha, é que sou assim, sabe.
Nisso, a inspetora se aproxima e fala: "Gente, o professor acabou de ligar avisando que tá atrasado, teve uns problemas com o carro e vem de ônibus. Mas só chega depois do meio-dia, então se quiserem, podem ir embora e voltar mais tarde." O professor vinha de outra cidade que ficava a vários quilômetros.
A gente ficou conversando com o Benja e não sabia o que fazer. Eram Eram 8 da manhã, mas não queríamos voltar pra casa pra depois ter que ir de novo pro colégio, ainda mais que ele morava meio no interior e tava chovendo um pouco. A gente ficou conversando e foi pro refeitório da escola, a preceptora nos emprestou um kit de mate e a gente se instalou lá pra "revisar pra prova". Óbvio que ficamos só enrolando. Em certo momento, surgiu o assunto da festa, o que tinha rolado entre a gente. Ele disse que eu gostava muito dele e que queria que se repetisse. Eu tava super a fim dele, então deixei claro que também queria repetir.
Benja: E se a gente for conversar em outro lugar melhor?
Mili: Hmm, beleza, melhor.
B: Se quiser, a gente pode ir pro canteiro de obras aqui do lado, hoje que tá chovendo nem tão trabalhando.
M: Tem certeza? Se nos virem entrar, vão dar bronca, aquilo é parte do colégio.
B: Relaxa, não tem quase ninguém no colégio, só a preceptora e uns professores.
M: Beleza, então.
Saímos do colégio e, quando não tinha ninguém, entramos no canteiro de obras em construção. Era a continuação da escola, mas ainda tava tudo separado. Fomos pra parte de cima, por precaução, e entramos no que ia ser uma sala de aula que dava pros fundos. As janelas ainda não tinham sido colocadas, mas como sentamos mais perto da parede, ninguém conseguia nos ver de baixo.
Ficamos lá sentados conversando um pouco e começamos a nos pegar. Primeiro de boa, depois mais intenso. A gente levantou e ele se encostou na parede. Com as duas mãos, apertava minha bunda. Ele desabotoou minha camisa e me fez tirar o sutiã. Meus peitos ficaram de fora e ele começou a chupá-los com uma vontade do caralho. Eu, com uma mão, passava por cima da calça dele no pau e percebi que tava durasso. Ele desabotoou a calça jeans e ficou de cueca. Enfiei a mão dentro da cueca dele e comecei a bater uma pra ele enquanto a gente se beijava.
Benja: Mili, você topa dar um beijinho no meu pau?
Mili: (Eu fiquei olhando pra ele, tava com muita vontade, mas meio sem coragem) Emm nose...
B: Dá só um beijinho nela
M: Tá, mas não vai contar pra ninguém, hein?
B: Não, Mili, pode esquecer!
Eu me aproximei da cueca dele, puxei pra baixo, dei literalmente um beijo e me levantei de novo. Ele riu e falou: Dá só mais um pouquinho! Colocou a mochila no chão e mandou eu me ajoelhar ali. Obedeci e fiquei de frente pro pau dele. Ele baixou a cueca e sem querer me deu uma paulada na cara. Não era muito grande, mas também não era pequena, devia ter uns 15 cm mais ou menos. Eu não sabia direito como fazer, embora tivesse visto alguns vídeos e ouvido minhas amigas comentarem sobre isso.
Então, criei coragem, segurei com uma mão e comecei a dar beijinhos por toda parte. Depois comecei a passar a língua tipo picolé. Primeiro só na cabeça e depois passava a língua desde quase os ovos até a cabeça, e repetia. Pela cara dele, vi que ele tava adorando. "Coloca na boca pra ver", ele disse, e eu, feito uma putinha obediente que eu tava me tornando, obedeci. Enfiei a cabeça dele na boca e senti bem o gosto de pau, adorei o sabor. Comecei a enfiar e tirar a cabeça da boca. "Uff, continua assim, continua assim, por favor". Ele tava no paraíso. Eu tava toda molhada, nessa época já me masturbava e, bom, com a outra mão comecei a me tocar.
B: Cuidado, Mili, que vem
M: O quê?
B: Vou gozar, mas continua que eu te aviso
Eu sabia que saía porra e tudo, mas não sabia direito como era. Continuei chupando só a cabeça até que, de repente, sinto o pau dele inchar todo e ele tira da minha boca. Fico a uns 15 cm do pau dele com a mão batendo uma. Ele solta um gemido e começa a jorrar porra. Acertou um pouco na minha cara e outros nos peitos. Por sorte, a camisa tava aberta e quase não sujou. Fiquei toda melada de porra.
B: Ah, não, Mili, desculpa, te sujei toda
M: Ai, idiota, me encheu de porra, olha minha camisa
Eu passava a mão no rosto e aquele líquido grosso escorrendo. Me limpei como pude com as mãos e fui pra parte dos banheiros, que tinha uma torneira com uma mangueira. Antes de lavar as mãos e o rosto, resolvi provar um pouco pra ver qual era o gosto. E amei. Então, sem ele ver, comecei a passar os dedos e a comer toda aquela porra. Depois me lavei do jeito que dava. Nisso ele chega pra se limpar também, porque tinha ficado porra no pau dele. Fiquei tentada a falar pra limpar com a boca, mas não tive coragem.
Voltamos pra sala do começo e ficamos conversando sobre aquilo. Ele disse que tinha amado, e eu falei que também. Era a primeira vez dos dois. Ele me perguntou se eu já transava e falei que não. Ele disse que também não, mas que gostaria. Eu deixei claro que por enquanto não ia fazer. A gente continuou conversando um bom tempo, e ainda não eram nem 11 horas, faltava uma hora pro professor chegar.
B: Então, Mili, você vai fazer de novo?
M: Fazer o quê?
B: O que a gente fez, não se faz de sonsa.
M: Ah, sei lá, não quero me sujar de novo.
B: E então, tira toda a roupa.
M: Ah, que espertinho você.
B: Eu também tiro a minha.
M: Beleza, então, mas tira você primeiro. E não vai contar pra ninguém, senão te mato!
Sem responder, ele ficou pelado num segundo. Já tava com o pau duro de novo. E então comecei a tirar a roupa e fiquei pelada também. A gente se pegou um tempo enquanto eu sentia o pau dele apertando minha barriga (como ele era mais alto que eu, batia nessa altura, haha). Coloquei a mochila dele de novo e me ajoelhei. Dessa vez comecei chupando a cabeça. Coloquei bastante saliva e fui enfiando cada vez mais fundo. Não consegui enfiar inteiro, mas um pouco mais da metade. Dessa vez ele durou um pouco mais; quando ia gozar, ele me avisou, então estiquei bem a língua e apontei o pau dele ali. Quando ele gozou, os jatos de porra batiam na minha língua e caíam no chão. Dessa vez gozou menos que na primeira. Fomos juntos até onde estava a mangueira, eu enxaguei a boca e ele o pau dele. A gente se vestiu e foi pro colégio. De novo.
Ah, e pra quem tava curioso, nós dois passamos em Educação Física!
Espero que tenham gostado! Só de lembrar de tudo isso pra escrever, fiquei com um tesão danado! Tô esperando as opiniões de vocês! Tô lendo tudo.
Hoje vou contar sobre a primeira vez que chupei uma rola e como foi. Contexto: Naquele ano eu começava o segundo ano do ensino médio, morando numa cidade de médio porte. Tinha várias amigas, a maioria um pouco mais velhas que eu. Elas já tinham começado a ficar com caras e algumas até a transar, eu ainda não. Até então só tinha beijado vários caras e trocado uns amassos, mas tudo com roupa.
Era começo de fevereiro e eu tinha que fazer prova de educação física, porque no ano anterior tinha faltado pra caralho (era no contraturno à tarde e eu não tava nem aí, haha). O horário da prova era 7h30 da manhã. Chego na escola e vejo que na sala onde a gente faria educação física, os únicos dois ali pra fazer a prova éramos eu e um dos meus amigos (ele tinha discutido com o professor e por isso foi mandado pra prova). O nome dele era Benjamim. Era grandão, tinha um corpo bonito, era goleiro de um time de futebol da cidade e eu sempre achei ele muito gato. A gente já tinha se beijado uma vez numa festa de verão, mas tinha ficado por isso mesmo.
Benjamim: Oi, Mili! Você veio! Pensei que ia ser o único otário, haha.
Mili: Fala sério, que preguiça de fazer essa matéria de merda.
B: Nem me fala, o filho da puta ainda tem implicância comigo.
M: Bom, se fodeu por discutir com ele toda hora.
B: Haha, é que sou assim, sabe.
Nisso, a inspetora se aproxima e fala: "Gente, o professor acabou de ligar avisando que tá atrasado, teve uns problemas com o carro e vem de ônibus. Mas só chega depois do meio-dia, então se quiserem, podem ir embora e voltar mais tarde." O professor vinha de outra cidade que ficava a vários quilômetros.
A gente ficou conversando com o Benja e não sabia o que fazer. Eram Eram 8 da manhã, mas não queríamos voltar pra casa pra depois ter que ir de novo pro colégio, ainda mais que ele morava meio no interior e tava chovendo um pouco. A gente ficou conversando e foi pro refeitório da escola, a preceptora nos emprestou um kit de mate e a gente se instalou lá pra "revisar pra prova". Óbvio que ficamos só enrolando. Em certo momento, surgiu o assunto da festa, o que tinha rolado entre a gente. Ele disse que eu gostava muito dele e que queria que se repetisse. Eu tava super a fim dele, então deixei claro que também queria repetir.
Benja: E se a gente for conversar em outro lugar melhor?
Mili: Hmm, beleza, melhor.
B: Se quiser, a gente pode ir pro canteiro de obras aqui do lado, hoje que tá chovendo nem tão trabalhando.
M: Tem certeza? Se nos virem entrar, vão dar bronca, aquilo é parte do colégio.
B: Relaxa, não tem quase ninguém no colégio, só a preceptora e uns professores.
M: Beleza, então.
Saímos do colégio e, quando não tinha ninguém, entramos no canteiro de obras em construção. Era a continuação da escola, mas ainda tava tudo separado. Fomos pra parte de cima, por precaução, e entramos no que ia ser uma sala de aula que dava pros fundos. As janelas ainda não tinham sido colocadas, mas como sentamos mais perto da parede, ninguém conseguia nos ver de baixo.
Ficamos lá sentados conversando um pouco e começamos a nos pegar. Primeiro de boa, depois mais intenso. A gente levantou e ele se encostou na parede. Com as duas mãos, apertava minha bunda. Ele desabotoou minha camisa e me fez tirar o sutiã. Meus peitos ficaram de fora e ele começou a chupá-los com uma vontade do caralho. Eu, com uma mão, passava por cima da calça dele no pau e percebi que tava durasso. Ele desabotoou a calça jeans e ficou de cueca. Enfiei a mão dentro da cueca dele e comecei a bater uma pra ele enquanto a gente se beijava.
Benja: Mili, você topa dar um beijinho no meu pau?
Mili: (Eu fiquei olhando pra ele, tava com muita vontade, mas meio sem coragem) Emm nose...
B: Dá só um beijinho nela
M: Tá, mas não vai contar pra ninguém, hein?
B: Não, Mili, pode esquecer!
Eu me aproximei da cueca dele, puxei pra baixo, dei literalmente um beijo e me levantei de novo. Ele riu e falou: Dá só mais um pouquinho! Colocou a mochila no chão e mandou eu me ajoelhar ali. Obedeci e fiquei de frente pro pau dele. Ele baixou a cueca e sem querer me deu uma paulada na cara. Não era muito grande, mas também não era pequena, devia ter uns 15 cm mais ou menos. Eu não sabia direito como fazer, embora tivesse visto alguns vídeos e ouvido minhas amigas comentarem sobre isso.
Então, criei coragem, segurei com uma mão e comecei a dar beijinhos por toda parte. Depois comecei a passar a língua tipo picolé. Primeiro só na cabeça e depois passava a língua desde quase os ovos até a cabeça, e repetia. Pela cara dele, vi que ele tava adorando. "Coloca na boca pra ver", ele disse, e eu, feito uma putinha obediente que eu tava me tornando, obedeci. Enfiei a cabeça dele na boca e senti bem o gosto de pau, adorei o sabor. Comecei a enfiar e tirar a cabeça da boca. "Uff, continua assim, continua assim, por favor". Ele tava no paraíso. Eu tava toda molhada, nessa época já me masturbava e, bom, com a outra mão comecei a me tocar.
B: Cuidado, Mili, que vem
M: O quê?
B: Vou gozar, mas continua que eu te aviso
Eu sabia que saía porra e tudo, mas não sabia direito como era. Continuei chupando só a cabeça até que, de repente, sinto o pau dele inchar todo e ele tira da minha boca. Fico a uns 15 cm do pau dele com a mão batendo uma. Ele solta um gemido e começa a jorrar porra. Acertou um pouco na minha cara e outros nos peitos. Por sorte, a camisa tava aberta e quase não sujou. Fiquei toda melada de porra.
B: Ah, não, Mili, desculpa, te sujei toda
M: Ai, idiota, me encheu de porra, olha minha camisa
Eu passava a mão no rosto e aquele líquido grosso escorrendo. Me limpei como pude com as mãos e fui pra parte dos banheiros, que tinha uma torneira com uma mangueira. Antes de lavar as mãos e o rosto, resolvi provar um pouco pra ver qual era o gosto. E amei. Então, sem ele ver, comecei a passar os dedos e a comer toda aquela porra. Depois me lavei do jeito que dava. Nisso ele chega pra se limpar também, porque tinha ficado porra no pau dele. Fiquei tentada a falar pra limpar com a boca, mas não tive coragem.
Voltamos pra sala do começo e ficamos conversando sobre aquilo. Ele disse que tinha amado, e eu falei que também. Era a primeira vez dos dois. Ele me perguntou se eu já transava e falei que não. Ele disse que também não, mas que gostaria. Eu deixei claro que por enquanto não ia fazer. A gente continuou conversando um bom tempo, e ainda não eram nem 11 horas, faltava uma hora pro professor chegar.
B: Então, Mili, você vai fazer de novo?
M: Fazer o quê?
B: O que a gente fez, não se faz de sonsa.
M: Ah, sei lá, não quero me sujar de novo.
B: E então, tira toda a roupa.
M: Ah, que espertinho você.
B: Eu também tiro a minha.
M: Beleza, então, mas tira você primeiro. E não vai contar pra ninguém, senão te mato!
Sem responder, ele ficou pelado num segundo. Já tava com o pau duro de novo. E então comecei a tirar a roupa e fiquei pelada também. A gente se pegou um tempo enquanto eu sentia o pau dele apertando minha barriga (como ele era mais alto que eu, batia nessa altura, haha). Coloquei a mochila dele de novo e me ajoelhei. Dessa vez comecei chupando a cabeça. Coloquei bastante saliva e fui enfiando cada vez mais fundo. Não consegui enfiar inteiro, mas um pouco mais da metade. Dessa vez ele durou um pouco mais; quando ia gozar, ele me avisou, então estiquei bem a língua e apontei o pau dele ali. Quando ele gozou, os jatos de porra batiam na minha língua e caíam no chão. Dessa vez gozou menos que na primeira. Fomos juntos até onde estava a mangueira, eu enxaguei a boca e ele o pau dele. A gente se vestiu e foi pro colégio. De novo.
Ah, e pra quem tava curioso, nós dois passamos em Educação Física!Espero que tenham gostado! Só de lembrar de tudo isso pra escrever, fiquei com um tesão danado! Tô esperando as opiniões de vocês! Tô lendo tudo.
10 comentários - Meu primeiro boquete (argentino)
van 10