A nova puta do Rancho 1

Capítulo 1: Boas-vindas ao Rancho

Meu nome é Zoé. Aos 23 anos, já tinha aperfeiçoado a arte de ser a garota que todo mundo olhava na faculdade. Não era por me gabar, mas a natureza tinha me abençoado: sou loira natural, com um corpo que sempre chamava atenção, peitos firmes e gostosos que enchiam perfeitamente qualquer top, e uma bunda redonda e empinada que era minha marca registrada.A nova puta do Rancho 1Adorava cada centímetro da minha sexualidade. Era liberal, sem frescura, e as festas da faculdade eram meu playground favorito. Lá, entre música alta e luzes, costumava encontrar caras (e às vezes minas) pra explorar meu lado mais safado. Amava a emoção de novos encontros sexuais, o anonimato de um canto escuro, a sensação das mãos de um estranho nas minhas curvas. Era meu jeito de viver, e eu adorava.

Meus pais se chamavam Diana e Roberto. Minha mãe, Diana, é uma mulher espetacular que parece minha irmã mais velha. Conserva uma beleza de dar inveja, com umas curvas que mostram que os bons genes são coisa de família, e um jeito forte mas carinhoso. Meu pai, Roberto, é… bem, normal. Um homem de uns cinquenta e poucos anos, com uma barriguinha de cerveja, calvície começando e um coração de ouro. É o clássico pai protetor e meio quadrado, que acha que sua princesinha ainda não sabe nada do mundo.

O problema surgiu bem quando minhas férias prometiam ser lendárias. Meus pais planejavam ir visitar minha avó na cidade natal dela, San Lorenzo, por três semanas. Três semanas sozinha em casa! Já tinha uma lista mental de festas, conquistas e sexo com caras diferentes todo dia. Mas aí, uma noite depois do jantar, minha mãe soltou a bomba.

— Zoé, querida, seu pai e eu estávamos pensando — começou Mamãe, com aquela voz doce que usava sempre pra anunciar coisas que eu não ia gostar —. Como você está de férias, seria perfeito você ir com a gente pra San Lorenzo. Faz anos que você não visita os avós.

— San Lorenzo?! — gritei, quase me engasgando com a água que bebia —. Mas, mãe, tenho planos! E vocês já são adultos, não precisam de mim pra acompanhar!

— Justamente porque você também é adulta é que devia passar mais tempo com a família — interveio meu pai, Roberto, com aquele tom prático e sem discussão —. E não gostamos da ideia de te deixar sozinha tanto tempo. Tá decidido, Zoé.

— Não é justo! — protestei, levantando a voz mais do que o necessário —. Sou uma adulta, posso ficar sozinha! Não preciso de babá!

— Zoé, abaixa a voz — disse minha mãe com aquela calma que me tirava do sério.

— Mas mãe, já tenho todos os meus planos prontos! — insisti, fazendo meu melhor escândalo —. Tem uma festa na casa do Marco nesta sexta, e no sábado eu ia pra praia com as minhas amigas, e...!

— Você vai encontrar outras festas, querida — interrompeu meu pai, sem tirar os olhos do celular.

Me senti como se estivessem tirando tudo que importava pra mim. Cruzei os braços, colocando minha melhor cara dramática.

— E se eu prometer mandar fotos a cada hora? Ou se deixar a câmera de segurança ligada pra vocês me vigiarem? — tentei negociar, buscando qualquer saída —. Posso até ir ficar na casa da tia Clara!

— Sua tia Clara está viajando — disse minha mãe, seca —. E não, Zoé. A decisão está tomada.

Eu estava prestes a soltar um grito de frustração quando, de repente, minha mãe soltou a única coisa que poderia ter mudado minha perspectiva:

— Além disso, seu primo León ainda mora em San Lorenzo com os avós. Sua avó me disse que ele está estudando agronomia na universidade regional. Com certeza vai ficar feliz em te ver. Vocês eram inseparáveis.

León! Ou melhor, meu Leo, como sempre chamava com carinho. O nome fez meus protestos morrerem nos lábios. Meu primo, meu melhor amigo de infância. As lembranças vieram como flashbacks: nós dois correndo pelos campos, subindo em árvores, construindo fortes... e sim, nosso primeiro "beijo" atrás do celeiro quando tínhamos cinco ou seis anos, um inocente encostar de lábios que na época nos fez rir nervosamente, e que continuei chamando de "nosso segredo" anos depois, mesmo já sendo só uma anedota engraçada.

Mas agora... Meu Leo na universidade. Já não seria mais aquele menino magricela que eu lembrava. A ideia começou a plantar sementes de possibilidades na minha cabeça. Talvez San Lorenzo não tivesse minhas festas universitárias, mas teria o Leo. E quem sabe, talvez a gente pudesse... se reconectar de um jeito bem mais interessante do que subindo em árvores.

— Bom... — falei, tentando soar o mais resignada possível, mesmo que um sorriso já começasse a se formar nos meus lábios —. Se é pra ver os avós... os tios e o Leo... tudo bem. Eu vou.

Passei a noite anterior arrumando minha mala com uma nova perspectiva. Em vez dos looks de festa que tinha planejado originalmente, foquei no prático pro calor da cidade, mas sem abrir mão do meu estilo. Joguei dentro biquínis de todas as cores, saias curtas e fluidas, tops minúsculos, shorts que mal cobriam o necessário e, claro, toda minha coleção de fio-dental e lingerie sexy. Se isso ia ser uma aventura com o Leo, queria estar preparada.

No dia seguinte, a viagem de carro foi interminável. Meu pai dirigiu por horas através de paisagens que ficavam cada vez mais rurais, enquanto eu estava no banco de trás, com meus fones de ouvido, rolando sem animação pelas minhas redes sociais e vendo minhas amigas postarem stories começando os planos que eu deveria estar curtindo. O ar-condicionado mal aliviava o calor sufocante que aumentava conforme a gente se embrenhava no campo.

Chegamos ao anoitecer. Quando o carro virou numa estrada de terra ladeada por árvores altas, prendi a respiração. Não era a casa modesta de interior que eu lembrava vagamente da minha infância. Isso era um rancho, uma verdadeira fazenda. A propriedade era enorme. Uma casa principal grande e branca, com um alpendre espaçoso e telhados de telha, se erguia na nossa frente. Ao longe, dava pra ver estábulos, galinheiros e campos que se perdiam no horizonte. Várias pessoas, funcionários, imaginei, se moviam entre os prédios, terminando o trabalho do dia.

— Bem-vindos a casa — disse meu pai com um sorriso de satisfação, estacionando o carro na frente da casa.

Meus avós, Agustín e Elena, saíram pra nos receber de braços abertos. abertos. Depois dos abraços e beijos de praxe, minha avó nos guiou pra dentro. A casa era fresca e espaçosa, com móveis de madeira pesados e tetos altos. Cheirava a limão espremido na hora e terra molhada.

— Zoé, seu quarto já tá pronto na casinha de hóspedes — disse minha avó Elena, apontando pra um caminho iluminado por lampiões que se afastava da casa principal. — É mais privativo pra você, meu bem.

Eu a segui pelo caminho de pedras até uma cabana pequena e independente, branca igual à casa principal. Quando abri a porta, uma onda de ar quente, mas agradável, me recebeu. Não era luxuosa, mas era aconchegante. Tinha uma cama grande de madeira, um banheiro pequeno e uma janelona que dava pros campos. Pra minha surpresa, senti uma familiaridade instantânea, uma paz que eu não esperava. Era como se uma parte de mim reconhecesse aquele lugar como um refúgio.

— Tem certeza que não te incomoda ficar aqui sozinha, minha filha? — perguntou minha mãe, com um pouco de preocupação.

— De jeito nenhum, mãe. Tá perfeito — respondi, e era verdade. A privacidade era um luxo inesperado.

Meus pais e avós decidiram ficar na casa principal, jantando algo leve antes de dormir. Eu recusei educadamente, dizendo que tava cansada da viagem, mas na real o que eu queria era um momento pra mim, pra me acomodar...

Assim que fiquei sozinha, desfiz a mala. Pendurei as saias e os tops no armário e deixei os biquínis e a roupa íntima na gaveta. O calor, mesmo de noite, era úmido e pesado, como um cobertor invisível. Não tinha ar-condicionado, só um ventilador de teto que girava preguiçosamente.

Sem pensar duas vezes, entrei no banheiro e tomei um banho rápido de água fresca. A água era celestial na minha pele cansada da viagem, lavando a sujeira e a frustração do longo trajeto. Ao sair, me sequei ao ar livre, deixando a brisa noturna que entrava pela janela secar minha pele. O calor era tão intenso que a ideia de vestir até um short ou uma camiseta me parecia insuportável.

Olhei Em direção à cama, depois para minha mala aberta. Um sorriso safado se desenhou nos meus lábios. Remexi na gaveta e tirei a fio dental preta mais fina e minúscula que eu tinha. Era mais uma sugestão do que uma peça de roupa. Coloquei, sentindo a seda se ajustando aos meus quadris. Era só isso que eu usava pra dormir. Deslizei debaixo do lençol leve, sentindo o tecido áspero, mas fresco, contra minha pele quase nua.

Deitada ali, na penumbra do chalé, ouvindo os sons noturnos do campo — os grilos, o leve sussurro do vento —, me senti estranhamente excitada. Estava longe da minha vida na cidade, das festas, mas essa privacidade, esse calor, essa... expectativa de ver o Leo no dia seguinte, criavam uma calma cheia de possibilidades. Fechei os olhos, imaginando a reação dele ao me ver depois de todos esses anos, e soube que essas férias talvez não fossem tão chatas assim.

Acordei com os primeiros raios de sol entrando pela janela do chalé e o calor já começando a apertar. Depois de outro banho rápido, vesti um short verde, bem curto, que abraçava perfeitamente minha bunda, e um top combinando que deixava minha barriga lisa de fora. Sequei o cabelo ao natural e saí do quarto rumo à casa principal, na esperança de encontrar alguém e, secretamente, de dar de cara com o Leo.vadiaAo chegar na cozinha, me deparei com um silêncio inesperado. O lugar estava vazio. Com um suspiro, decidi ser útil e preparar o café da manhã eu mesma. Comecei a abrir armários e geladeiras, procurando ovos, talvez um pouco de presunto... estava tão concentrada na minha busca que nem percebi que alguém mais tinha entrado.

"É mais fácil se você perguntar onde estão as coisas," disse uma voz masculina, grave e com um tom de diversão, atrás de mim. Me virei de repente e lá estava ele.

Não era o garoto magricela e desengonçado que eu lembrava. Esse era um homem. Alto, ombros largos, uma estatura imponente que preenchia a moldura da porta. Vestia uma camisa xadrez vermelha e preta, com as mangas arregaçadas até os cotovelos, que não escondia a definição dos braços e do peito. Jeans desgastados e botas de trabalho completavam o visual. O rosto era bonito, com um maxilar forte e um sorriso safado que me pareceu instantaneamente familiar.

— Não lembra do seu primo favorito? — ele disse, e aquele sorriso se alargou, fazendo uma covinha aparecer na bochecha dele.

— Leo! — gritei, e toda pretensão de compostura foi pro saco.

Corri até ele e me joguei nos braços dele. Ele me pegou com facilidade, rindo, e o abraço foi firme e seguro. Cheirava a feno fresco, suor limpo e sol. Dei um beijo rápido na bochecha dele, sentindo o leve arranhão da barba por fazer.

— Nossa, Leo, você tá enorme! — exclamei, me afastando um pouco pra olhar pra ele, sem soltar ele de vez. — E tão gostoso!

— Você também não fica atrás, Zoé — ele respondeu, e os olhos dele fizeram um trajeto rápido, mas apreciativo, pelo meu corpo, do top até o short, parando um segundo a mais nas minhas pernas. — A cidade te caiu bem.

Nossa alegre reunião foi interrompida pelo barulho de passos apressados. Minha mãe e minha tia Silvia, a mãe do Leo, invadiram a cozinha, alarmadas com meus gritos.

— Zoé! O que foi, minha filha? — perguntou minha mãe, com os olhos arregalados de surpresa.

— Mãe, olha! É o Leo! —falei, apontando pra ele com entusiasmo, ainda com um braço na cintura dele. Minha tia Silvia, a mãe do Leo, sorriu, aliviada e emocionada.

—Ai, que lindo que se reconheceram tão rápido —disse ela, com os olhos brilhando—. E olha, Zoé, até abraça ele como se o tempo não tivesse passado.

Leo e eu nos olhamos, e eu soube, pela faísca nos olhos dele, que ele também tava pensando que as coisas entre a gente podiam ser muito, muito diferentes agora. A viagem forçada pra San Lorenzo de repente tinha uma perspectiva muito, muito mais interessante.

O café da manhã foi entre risadas e o cheiro gostoso de café fresquinho e ovos mexidos. A gente sentou os quatro ao redor da mesa de madeira da cozinha. Enquanto elas perguntavam sobre minha vida na cidade, a faculdade e minhas amizades, eu respondia de boca cheia, mas minha cabeça tava em outro lugar.

Toda vez que o Leo falava, minha atenção ficava totalmente nele. Eu observava como as mãos dele, fortes e com uns machucadinhos pequenos, seguravam a xícara de café. Escutava o som da voz dele, tão diferente dos caras da cidade. Me peguei imaginando como seria sentir aquelas mãos calejadas do trabalho na minha pele, ouvir aquela voz grave sussurrando no meu ouvido. Toda vez que ele me olhava e sorria, sentia um friozinho na barriga. Meu plano era simples: grudar nele feito carrapato o dia inteiro, arrumar qualquer desculpa pra ficar a sós. Mas aí, ele largou a xícara vazia na mesa com um baque suave.

—Bom, acho que vou ter que deixar vocês —disse ele, se levantando—. Preciso dar uma olhada no sistema de irrigação no lote do sul e ver como vai a colheita do milho. Meu pai quer um relatório antes do meio-dia.

Meu coração afundou. A decepção devia ter aparecido na minha cara, porque minha mãe me deu um olhar compreensivo.

—Não se preocupa, Zoé —interveio minha tia Silvia—. Sua mãe e eu temos que organizar umas coisas pro jantar de hoje à noite. Por que você não vai ao mercado da vila? Comprar o que falta? Vou te dar a lista.

A ideia de andar por um mercado empoeirado de cidadezinha não parecia nem metade tão empolgante quanto seguir o Leo pelos campos, mas era melhor do que ficar em casa bordando. Além disso, talvez na cidade eu encontrasse algo, ou alguém, que aliviasse o tédio.

— Tá bom — aceitei, com um tom um pouco mais resignado do que pretendia. — Vou ao mercado.

O Leo se despediu com uma piscadela direcionada especificamente pra mim. — Cuida dela na cidade, tia. Essa citadina não tá acostumada com nossos caminhos de terra — brincou, antes de sair pela porta dos fundos, deixando um vazio no cômodo e no meu ânimo.

Enquanto recolhia os pratos da mesa, fiquei olhando pela janela por onde ele tinha sumido, vendo a figura dele se afastar em direção aos campos infinitos. Me senti... frustrada. O objeto do meu novo e repentino interesse escapava pra cuidar de assuntos da roça. Suspirei, me resignando a uma manhã de compras domésticas.

Com a lista de compras na mão, saí da fazenda e comecei a andar pelas ruas empoeiradas da cidade em direção ao mercado. Eu tava usando o mesmo short verde, absurdamente curto, e o top que deixava minha barriga de fora. Não era exatamente a roupa mais discreta pra San Lorenzo, mas era o que eu tinha levado e, sinceramente, me sentia gostosa usando aquilo.loiraO caminho pro mercado me fez passar na frente do único boteco da cidade. Mal passei pela entrada, senti o peso de dezenas de olhares em cima de mim. Homens de chapéu, sentados em cadeiras de plástico na frente do lugar, pararam suas conversas pra seguir meus movimentos com os olhos. Não demorou muito até os primeiros assobios agudos cortarem o ar.

— Uffa, gostosa, com essa bunda dá sim! — gritou um lá da escuridão do boteco.

— Onde cê vai, princesa? Aqui a gente te faz feliz! — completou outro, acompanhando o comentário com uma risada geral.

Eu já tava acostumada com a atenção, os olhares famintos e os comentários sem noção eram só barulho de fundo na minha vida. Não me abalei. Continuei andando de cabeça erguida, um sorriso leve e desafiador nos lábios, fingindo que não tava ouvindo. Fazia parte do jogo, e mesmo o ambiente sendo mais rústico, a dinâmica era a mesma.

Já tava me afastando do boteco, sentindo os olhares quentes se desgrudarem das minhas costas, quando de repente senti um impacto forte e seco numa das minhas nádegas. Um tapa forte e doloroso acertou em cheio minha bunda e o som ecoou na rua. Foi tão inesperado e com tanta força que eu soltei um gritinho e pulei de susto. Me virei na hora, com o rosto pegando fogo de raiva e a mão pronta pra revidar o tapa ou pelo menos xingar o idiota que tinha se atrevido a me tocar. Mas as palavras congelaram na minha garganta.

Parado na minha frente, com o rosto desfigurado numa expressão de puro pânico, tava meu avô Agustín. A pele morena dele tinha ficado cinzenta. Parecia completamente horrorizado, com os olhos arregalados e a mão que tinha usado pra me bater agora tava parada no ar como se tivesse se queimado.

— Zoé! Meu Deus, menina, me desculpa! — gaguejou, abaixando a mão na hora e levando ela à cabeça — Não... não te vi direito. Com essa roupa e de longe... pensei que cê era... outra pessoa.

— Outra pessoa? — repeti, cruzando os braços. A ardência na minha bunda se misturava com uma curiosidade repentina —. E quem você pensou que eu era, vô, pra sair dando palmada assim na rua?

Agustín se remexeu, desconfortável, evitando meu olhar. Parecia genuinamente angustiado.

— É... é que às vezes vem uma moça do povoado, muito... abusada — mentiu sem jeito, procurando as palavras —. E vive fazendo brincadeira. Pensei que era ela e quis... devolver a brincadeira. Me perdoa, minha filha, juro que não sabia que era você.

Uma parte de mim sabia que era uma desculpa esfarrapada, mas a outra parte, aquela que sempre buscava o tesão, se sentiu estranhamente... excitada. A dor na minha pele sumia, mas um calor diferente, mais gostoso, se espalhava pelo meu ventre. Pensar que meu próprio avô, um homem que eu sempre considerei severo e certinho, pudesse ser capaz de um ato tão ousado e pervertido... era errado, mas me deu um arrepio gostoso.

— Tá tudo bem, vô — falei, com um sorriso que esperava que fosse tranquilizador —. Não foi nada. Foi um mal-entendido.

Ele assentiu, aliviado mas ainda visivelmente envergonhado, e se afastou rápido, murmurando outro pedido de desculpa.

Continuei meu caminho até o mercado, mas já não pensava no Leo. Minha cabeça estava ocupada com a imagem do meu avô, com a força da mão dele, com o pânico e depois a intensidade nos olhos dele. Ainda sentia o calor da palmada dele, uma marca secreta que fazia meu sangue ferver. Comprei as coisas da lista quase no piloto automático, sentindo uma umidade incômoda e vergonhosa entre as pernas que não tinha nada a ver com o calor. Ao chegar na fazenda, minha mãe me recebeu na porta.

— Tudo bem, querida? — perguntou, pegando as sacolas —. Você tá... corada.

— Tá, mãe, tudo bem — respondi rápido demais —. É só o calor. Vou... vou deitar um pouco no meu quarto, a viagem de ontem me deixou cansada.

Antes que ela pudesse fazer mais perguntas, escapei pra casinha de hóspedes. Assim que entrei, fechei Tranquei a porta com a chave e fechei as cortinas, deixando o quarto numa penumbra sufocante. Me joguei na cama, o coração batendo forte. Fechei os olhos e só conseguia ver o rosto dele, sentir a mão dele. Era errado, muito errado, mas meu corpo parecia não se importar. Mordi o lábio, confusa e puta que tava excitada com a direção proibida que minha mente tava começando a tomar.A aventura tá só começando, não percam os próximos capítulos! Se quiserem mais, dá uma olhada no meu perfil, que tem outras histórias esperando por vocês. Deixem seus pontos, comentários e compartilhem se quiserem.

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