Madura gostosa

Eu devia ter uns 20 anos na época, já estudava fora da minha cidade e voltava todo fim de semana pra ficar com meus pais. Tinha uma vizinha um pouco mais velha, a dona Elsa, uma mulher alta, de corpo bonito pra caralho, cabelo preto comprido até a cintura — e que cintura, hein —, uns peitões enormes e uma raba maior ainda. Lembro que um dia ela passou lá em casa pra pedir algo pra minha mãe, vestindo um daqueles vestidos sem manga que mostram o começo do braço. Ela se abaixou e eu consegui ver só a borda do sutiã dela e o volume do peito. Aquilo foi o suficiente pra eu me “apaixonar” por ela desde aquele dia. Passei a vê-la com outros olhos, e sempre dava um jeito de estar por perto quando ela aparecia, ou me oferecia pra levar o que minha mãe mandava pra ela, só pra ver o rebolado daquela bunda enorme ao caminhar, ou como os peitões balançavam quando ela andava. Naquela época, ela devia ter uns quarenta e poucos anos. Sempre que tinha festa em casa, ela e o marido eram convidados, e eu aproveitava pra ficar perto dela, olhando, seguindo ela com os olhos e fantasiando em vê-la pelada, porque naquela idade eu ainda não tinha visto uma mulher nua, só em fotos de revista, claro. Então sempre acabava me tocando em homenagem a ela, com umas gozadas do caralho pensando na dona Elsa.

Um desses dias, tava em casa e subi no terraço pra pegar umas roupas que minha mãe tinha estendido lá em cima. Fui de má vontade, e meio sem querer olhei pra casa da Elsa. O que vi me deixou impressionado: ela tava lavando roupa na mão, esfregando e jogando água, fazendo aquele movimento de esfregar e esfregar. Como ela tava na casa dela, usava só um roupão florido por cima — dava pra adivinhar porque os peitos dela se mexiam de um jeito impressionante, como dois balões cheios d’água. Um movimento sensacional, sensual, excitante pra caralho, e o jeito que ela esfregava a roupa fazia o movimento daquela buceta ficar ainda mais pronunciado. Um par enorme de peitos, e ainda por cima ela estava com alguns botões soltos na parte de cima, dava pra ver a pele branca do começo dos seios. Do ponto de vista que eu tava, dava pra ver quase os peitos inteiros dela. Fiquei fascinado olhando ela do terraço, até que minha mãe gritou me chamando, pedindo o que ela tinha mandado buscar. Isso fez a Elsa virar pra olhar e me pegar ali olhando. Ela se endireitou, parou de esfregar a roupa, sacudiu as mãos pra tirar o excesso de água e passou as costas da mão na testa pra enxugar o suor... me sorriu e disse: — Mas o que você tá fazendo aí em cima, espiando? Vai, leva pra sua mãe o que ela pediu, não fica de olheiro — e deu uma risada. Eu, nervoso, tentei balbuciar alguma desculpa, mas não saiu nada da boca. Me levantei como pude e, como hipnotizado, sem conseguir parar de olhar pra ela, quase andando de costas, fui levar as coisas pra minha mãe. Nem preciso dizer que naquela noite imaginei mil coisas. Nos dias seguintes, tentando ver ela de novo, subi no terraço pra olhar, mas não via nada. Ela não lavava mais roupa, então só ficava vendo ela entrar de um cômodo no outro. Isso me deixou decepcionado, até que um dia ela veio lá em casa. Quando ouvi ela entrando, corri pra recebê-la. Ela tava conversando com minha mãe, eu só cumprimentei: — Oi, dona Elsa... — Oi, Juan, como você tá? E aí, como é que tá a cidade? — Tô bem, dona Elsa, e a senhora? — Ah, tudo bem também. Ela continuou conversando com minha mãe, e eu fiquei olhando pra bunda dela, imaginando que ela mexia de propósito pra me provocar, mas não era nada disso. Terminou de falar com minha mãe e, se despedindo de mim, disse pra ela: — Bom, comadre, vou indo. Acho que já tem água suficiente pra eu lavar. Faz tempo que não lavo e tenho um monte de roupa pra lavar. E, olhando pra mim, falou: — Tchau, Juan — com um sorriso. Não sei se foi impressão minha, mas naquele sorriso eu vi que o olhar dela era tipo um convite. Então esperei um tempinho que pareceu uma eternidade e, nervoso, subi no terraço. E ela já tava lá, lavando com o mesmo roupão. floreada com os dois botões abertos e me deixando ver o balanço daquelas tetas enormes, lavava com muito esforço e eu estava extasiado olhando, óbvio dizer que entre nervoso e excitado eu tava com o pau mais duro que tudo, via ela se mexer lavando e os peitos balançando dentro do roupão, a bunda enorme dela se movendo, era um espetáculo pra mim incrivelmente sexual. Num momento ela se endireitou pra descansar e, repetindo o movimento de limpar o suor com as costas da mão, olhou pra cima e me vendo acenou a mão me cumprimentando. - O que cê tá fazendo aí em cima, Juan? - Nada... nada... dona Elsa, só vim pegar uma coisa - E já achou? E deu uma risada forte. Eu falei: sim, sim, já achei, já vou. Aí me retirei dali, pra mim aquilo que tava rolando era realmente excitante, eu pensei que algo tava acontecendo, mas agora sei que era só o comportamento normal de uma senhora mais velha com um jovem tarado. Devo contar também que a Elsa era casada com um senhor um pouco mais velho que ela, dono de umas sinucas da cidade, lugar que dava motivo pra ele estar sempre bêbado, então eu sempre soube dos problemas que eles tinham, então pra mim era normal vê-la de vez em quando pelas ruas com o marido quase pendurado no ombro levando ele pra casa, não foi uma vez só que ela me chamava em casa pra eu ajudar ela a colocar ele pra dentro, quando ele dormia na porta, devo dizer que eu ansiava que esses dias chegassem, porque quando eu ajudava a carregar o bêbado podia ficar perto dela, e às vezes até encostar na bunda dela, ou roçar nos braços. Mas daí não passava, depois ajudava a acomodar ele na cama e era tudo. Eles tinham três quartos pra dormir: um onde eles dormiam, outro onde dormiam os dois filhos homens e outro onde dormiam as duas meninas, o deles era o maior, com uma cama encostada na parede direita junto da janela bem no canto, com um guarda-roupa bem na frente. E junto desse quarto eles tinham um Quartinho pequeno que, quando cheguei pra espiar, usavam pra guardar roupa suja ou coisas assim. Era pequeno e se comunicava com o quarto por uma abertura na parede coberta só com uma cortina de pano, e dava pro pátio central por outra porta. Tinha nesse quartinho uma cama de solteiro e mesas onde acho que ela passava roupa ou algo do tipo. Pra mim, era como minha segunda casa, primeiro porque sempre ia lá fazer os recados da minha mãe, ou porque acabei entrando muitas vezes ajudando a dona Elsa. Assim foram passando os dias, e eu continuava com a excitação e a fantasia de ver a Elsa pelada, ver os peitos dela ou ver por baixo da saia, coisa que até aquele momento eu não tinha conseguido. Mas um dia minha sorte mudou... Foi numa comemoração de aniversário dos meus pais ou aniversário de um deles. Não lembro, só lembro que eu tinha saído de casa pra ver minha namorada e voltei cedo porque sabia que teria jantar em casa. Cheguei em casa quando os convidados já estavam lá, todo mundo bebendo e conversando, entre eles a Elsa. Terminaram o jantar, onde todo mundo bebeu e comeu, foram pra uma sala que tem na casa dos meus pais e lá sentaram pra prosear. A Elsa tava nervosa e irritada, eu via ela confusa, esperando ver o vexame que o marido dela ia fazer ao ficar totalmente bêbado. Num desses, ela me chamou com a mão, foi andando pra fora do nosso pátio e eu segui ela, olhando ela caminhar, rebolando aquela bunda enorme, como se tivesse hipnotizado. Ela para e me diz: — Ó João, cê não fica bravo se eu pedir um favor? — Claro que não, dona Elsa, me diga como posso ajudar? — Olha, meu filho... meu marido já tá bem bêbado e não quer ir embora, eu tenho que ir ver como tão meus filhos. Então vou deixar ele com você, sim? Não demoro pra voltar, e quando eu for pra casa, cê me ajuda a levar ele? — Ela falou isso toda envergonhada, toda sem graça. Então, não sei por que, mas pela primeira vez na vida senti que não era mais um menino. Pus minha mão no braço dela (senti o paraíso), e disse: disse. — Claro, dona Elsa, vou ficar de olho. A senhora pode ir tranquila, eu cuido do seu marido e, quando ele cair bêbado, aviso. Ela sorriu pra mim e disse: — Bom, Juan, então daqui a pouco eu volto. E foi embora. Passaram-se as horas e ela não vinha. Lá pelas 2 da manhã, quase 3, todo mundo já tinha ido embora e só restavam meu pai discutindo política com dois amigos e o marido da Elsa, que a essa altura já tava completamente chapado, largado no sofá. Então saí de casa, fui até a porta ao lado e bati. Quase na mesma hora, a Elsa apareceu, ainda vestida, e eu falei: — Dona Elsa, acho que seu marido já dormiu. A senhora quer que eu traga ele? Ela respondeu: — Sim, Juan, se você puder fazer esse favor, vamos. Então ela fechou a porta da casa dela e fomos pra minha casa. Lá, minha mãe estava meio sonolenta e recebeu ela. A Elsa disse: — Comadre, o Juan vai me ajudar a levar meu marido pra casa, tá bom? — Sim, comadre, respondeu minha mãe. — Deixa ele ajudar a levar, pra ver se não dá problema. Aí, do jeito que deu, tentamos levantar o cara. Nós dois juntos. Meu pai e os dois amigos continuavam na conversa e quase nem ligaram quando tiramos ele quase arrastando os pés. A Elsa xingava o marido pra ele andar, e ele só respondia com uns grunhidos. Chegamos como deu na casa dela. No caminho, o bêbado meio que reagiu e ajudou dando uns passos, então foi um pouco mais fácil levar ele. Só que, como tinha acordado de leve, começou a se debater, tentando voltar pra festa. Chegamos na porta da casa dela e, como a Elsa era quem mais tava segurando o marido, não conseguia pegar as chaves. Então ela falou: — Juan, solta ele e me ajuda a pegar as chaves. O marido se debatia, e ela tava numa luta pra controlar ele com as duas mãos e ainda segurar pra ele não cair no chão. Então eu soltei ele e fui pegar as chaves. Fiquei parado olhando pra Elsa, tipo perguntando: cadê as chaves? Ela me olhou e disse: — Tão penduradas no meu pescoço, puxa a fita. Então Todo nervoso, aproximei minha mão do pescoço dela e ela, levantando o rosto, me mostrou o pescoço. Aí encontrei a fita de pano que segurava as chaves. Peguei a fita como quem não quer tocar a pele, mas ao mesmo tempo querendo tocar. Puxei um pouco, mas elas não cederam ao puxão da minha mão... e então ela, meio se queixando, me disse: — Ai, Juan, me machuca. As chaves prenderam entre os peitos. Olha, puxa devagar. Eu puxei de novo, agora mais devagar, mas as chaves estavam presas no meio daquele par enorme de tetas. Elsa, já desesperada, me disse: — Rápido, Juan, tira logo que esse homem vai acordar. Então, aproveitando a situação, meio sem vergonha, já que Elsa estava meio que controlando o marido, enfiei a mão dentro do vestido dela por cima e, seguindo o caminho marcado pela fita, meti meus dedos entre os peitos dela. Estava úmido de suor, então meus dedos entraram fácil e, pegando as chaves mais de perto, tirei elas. Foi um momento especial. Eu estava mais que excitado, com o pau endurecendo dentro da calça. Então tirei as chaves, passei pelo pescoço dela e abri a casa. Levamos o marido dela pra dentro de casa e depois pro quarto dela. Nessa hora, o marido se soltou e, já um pouco mais acordado, começou a gritar e bater as mãos. O marido ficou me encarando na bebedeira dele e balbuciava incoerências sobre se desculpar, mas mesmo assim, esquecendo o assunto, começou a querer sair de novo. Então eu, tentando ajudar a Elsa, que estava desesperada e envergonhada comigo, falei: — Olha, se quiser, eu trago outra cerveja. Elsa me olhou e disse: — Não, Juan, não traz mais não. Aí eu respondi: — Elsa, eu só quero que ele se acalme. Deixa eu trazer pra ele, assim ele dorme. Elsa entendeu que era uma boa ideia e, tentando não me deixar sozinho: — Olha, Juan, melhor você ficar aqui fazendo companhia, que eu vou buscar uma garrafa de tequila pra ele tomar um gole. Elsa saiu correndo de casa. indo pra minha casa, voltei em uns minutos com uma garrafa de tequila. Daí, num instante ele chegou com a garrafa e uns copos, se colocou na nossa frente e deu um copo pra cada um. O marido dela, vendo a garrafa de tequila, apressou a Elsa pra servir. Ela serviu tequila nos dois copos, botando um gole pequeno no meu, e me olhando fez sinal pra eu não beber. Então, seguindo o fluxo da situação, só fingi que tava bebendo, mas o marido dela me obrigou a tomar, me desafiando a beber igual ele, de um gole só. Depois disso, o cara pegou a garrafa de novo, serviu mais duas doses e começou a brindar comigo. Eu via a Elsa tentando evitar que eu bebesse, pensando talvez que minha mãe ia ficar brava e sentindo que era culpa dela por ter me pedido ajuda. Aí eu falei baixinho: — Elsa, não se preocupa, não vai me acontecer nada, além disso, eu já tinha bebido antes. — Mas Juan, se sua mãe te ver assim, vai te xingar por minha causa. Nessa altura, o marido já tinha voltado ao grau de bebedeira que tava antes de a gente fazer ele andar, e começou a falar um monte de besteira, levantar o copo, bater as mãos, tentar se levantar, xingar... enfim, eu tava envergonhado, mas ao mesmo tempo excitado de ver a Elsa, que por causa da situação tinha se descuidado e eu tinha conseguido apalpar os peitos dela. E agora, sentada ali na nossa frente, ela me mostrava o começo do peito, porque o vestido dela tinha ficado aberto em cima e eu podia ver o início das tetas dela e as bordas do sutiã. De qualquer jeito, entre eu e a Elsa a gente tinha controlado a situação. Ele ainda dava sinais de vida, era um bêbado incansável mesmo. Nessa altura, Elsa só me olhava e eu olhava pra ela. Aí eu levantei e falei: — Dona Elsa, acho que já tá tudo bem, vou indo pra minha casa. Ela, triste pelo que tinha acontecido, respondeu: — Sim, Juan, obrigada, mas tô preocupada que sua mãe te veja assim. Deixa eu fazer um café pra você perder o cheiro. Tequila. Aí eu falei: — Fica tranquila, a essa hora minha mãe já tá dormindo e meu pai vai continuar falando de política até amanhã, então eles nem vão se preocupar em saber se cheguei ou não. Além disso, minha mãe sabia que eu vinha pra sua casa, e amanhã vou falar que me atrasei porque ajudei ela com o marido. A Elsa, nervosa pra caralho com medo dos meus pais me verem bêbado (se é que eu tomei uns três tequilas, o que ela não sabia é que eu já tinha tomado mais de três com meus amigos antes), ficava esfregando as mãos e dizia: — Ai, Juan, não quero que seu pai te veja assim (meu pai sempre teve um gênio muito duro e, sim, era arriscado ele me ver daquele jeito, ia me dar uma surra corretiva, mas naquele momento acho que ele nem percebeu meu estado). Olha, Juan, melhor eu ligar pra sua mãe e falar que você vai ficar aqui me ajudando, que amanhã cedo você volta, assim ela não fica te esperando. Melhor sentar aqui, que eu vou avisar sua mãe. A Elsa saiu e voltou uns minutos depois, dizendo: — Pronto, Juan, já avisei sua mãe. Pode ficar aqui. Além disso, na sua casa, com as visitas que tão aí, iam te mandar dormir no sofá. Então sua mãe achou de boa você ficar comigo. Deixa eu arrumar a cama pra você deitar. — Obrigado, dona Elsa — agradeci e fiquei esperando ela arrumar a cama. Aí ela disse: — Vou trocar as crianças de quarto, colocar elas no quarto das meninas pra você usar aquela cama. Respondi: — Não, Elsa, não acorda elas não. Fico no sofá da sala, fica tranquila. Tá frio e pode fazer mal pras crianças (minha intenção era que ela me deixasse dormir no quartinho ao lado do quarto dela). Ela falou: — Não, não, Juan, como é que vou mandar você dormir no sofá? Melhor eu arrumar a cama do quartinho da tábua de passar, e você dorme lá, tá bom? — Claro, dona Elsa, tá ótimo. Assim ainda posso ajudar se precisar de algo de noite. Ela sorriu, tocou meu rosto e disse: — Obrigada, Juan. Você me ajudou pra caralho. Foi arrumar a cama do quartinho enquanto eu continuava sentado na cama deles, olhando pro bêbado e vendo a sombra da Elsa através da cortina enquanto ela sacudia os lençóis pra arrumar onde eu ia dormir. Daqui a pouco ela voltou e me disse: — Pronto, João, já pode ir dormir e me desculpe pelos momentos que te fiz passar. — Dona Elsa, não se preocupe, a senhora sabe que tô aqui pra ajudar, respondi. Aí entrei no quartinho ao lado e logo ouvi a dona Elsa me chamando: — Ô João, não seja ruim, me ajuda a levantar esse homem pra botar ele na cama. Saí do quartinho e fui ajudar, levantando o bêbado, enquanto ela tirava as botas dele e cobria com um cobertor. — Boa noite, dona Elsa, falei. — Boa noite, João, obrigada, disse ela se aproximando pra me dar um beijo na bochecha. Fui pra minha cama, e excitado do jeito que tava, comecei a imaginar o que tinha acontecido, a lembrar do calor molhado entre os peitos da Elsa, a lembrar daquele cheiro forte que senti quando ela chegou perto pra me dar o beijo na bochecha. Tava me preparando pra me tocar em homenagem a ela, totalmente excitado, tirei a roupa, fiquei só de cueca e me meti debaixo das cobertas. No escuro e no silêncio, ouvia a Elsa ainda se mexendo, com certeza se despindo e se preparando pra dormir. Ouvi o rangido da cama deles, com certeza quando ela subiu. Depois, um longo momento de silêncio tomou conta do lugar. Com certeza a Elsa tentava pegar no sono, quando de repente ouvi um gemido, seguido de um som peculiar e bem conhecido: o bêbado tava passando mal. Ouvi a Elsa levantar na hora e falar com ele (com certeza aquilo era algo bem comum, depois descobri que era). Eu não sabia o que fazer, se levantava ou não, mas como tava ali pra ajudar, levantei. Além disso, com a esperança de ver a Elsa sem aqueles vestidos que ela costuma usar, saí do quarto e vi a Elsa de costas, parada perto da cama, tentando arrumar ele. pro cara. — Aconteceu alguma coisa, dona Elsa? Posso ajudar? Falando isso, eu olhava pra ela de costas. Ela tava com um roupão de algodão branco até os joelhos e, quando se abaixou pra arrumar a cama, pude ver o começo das pernas dela, grossas, brancas, por baixo do pano do roupão. Dava pra adivinhar as bundonas dela, que mexiam um pouco, e marcava claramente uma calcinha daquelas que cobrem da cintura até o começo das coxas. A vergonha do que tava acontecendo fez com que a Elsa nem reparasse como ela tava vestida, então ela só me disse: — Ai, João, que vergonha com o senhor, olha só as barbaridades que esse homem faz, que vergonha que me dá. — O senhor, João, vá dormir, que esse homem já não acorda mais, agora eu também vou me deitar. Eu me ofereci pra ajudar e ela aceitou, me pedindo pra pegar uns cobertores no quarto onde eu dormia, então eu peguei pra ela, e ela como pôde, com minha ajuda, arrumamos a cama. Ela me disse então: — O senhor já percebeu, João, o que acontece quando esse homem fica bêbado? Por isso que a gente tem a caminha lá dentro, porque quando isso acontece, eu vou dormir lá, na verdade quase sempre durmo lá. Eu disse então: — Hum, dona Elsa, então agora onde a senhora vai se deitar? Se quiser, eu vou pra minha casa, assim a senhora dorme na outra cama. — Não, João, como é que eu vou mandar o senhor pra casa agora? Não. Olha, melhor ir se deitar, que eu agora vejo onde me deito. — Escuta, dona Elsa!!!, respondi eu, mas onde a senhora vai se deitar? Eu tava realmente preocupado, além disso não queria perder de ver um espetáculo daquele. Agora, olhando pra ela de frente, via o roupão dela quase aberto debaixo dos peitos, a barriga e as pernas dela. Com o movimento que ela fazia, eu via claramente como mexiam aqueles melões enormes que ela tem de peitos. Dava pra ver que, pelo tamanho, eram enormes e perfeitos, e a marca mais escura que se via entre o pano marcava com certeza as auréolas dela. Essa imaginação fez minha ereção aparecer na hora, e como pude, colocando as mãos no meu pau, tentei esconder isso, mas com certeza Não passo despercebido pela Elsa, porque ela virou pra olhar onde eu tava me escondendo e riu. Aí ela me disse: — Já sei o que vou fazer, olha, vou colocar um colchonete no chão ali naquele quartinho onde você está e vou dormir lá. Eu falei: — Tá bom, dona Elsa, coloca o colchonete, mas deixa eu deitar nele, o chão é duro pra senhora. Ela sorriu e, vendo que não ia conseguir me convencer a deixar ela dormir no chão e eu na cama, aceitou dizendo: — Bom, João, tá certo, então vamos dormir que já são quase 4 da manhã. Rapidinho ela tirou um colchonete de dentro de um armário e, estendendo no chão, colocou lençóis limpos, um cobertor e travesseiros. Eu ficava olhando ela fazer isso na semi-escuridão, e a cada movimento de se abaixar quase até o chão, o roupão dela abria e me deixava ver quase um peito inteiro. Numa dessas, quase um escapou de vez, e ela, como se fosse normal, só ajeitou o roupão e continuou na lida, mas sem fechar o roupão. Aí ela me olhou e disse, como se falasse sozinha: — Que problema com essas coisas grandes que eu tenho, melhor eu colocar um sutiã, senão vou te dar um show aqui. Dizendo isso, foi pro quarto dela e quando voltou, já dava pra ver que tava de sutiã, embora o tamanho dos peitos dela agora parecesse menor, ainda eram enormes, mesmo contidos dentro daquele sutiã. Nessa hora, meu pau já tava querendo pular pra fora da cueca, então sem mais delongas, me enfiei no colchonete estendido no chão e me cobri, esperando ela ocupar o lugar dela na cama. Ela chegou, passando andando perto de mim, e antes de subir na cama... pude admirar finalmente o que tanto tinha sonhado, como sem querer consegui espiar por baixo do roupão dela, enquanto ela se ajeitava pra subir na cama, vi as duas pernas enormes levando a uma calcinha de renda. Eu tava que não acreditava, segurava meu pau com as mãos, quase me acabando de tanto esfregar, sentindo que ia gozar só de ver aquilo. Ela terminou de subir na cama e... Se cobrir com os cobertores, eu, sinceramente, achei que tinha acabado tudo ali, e me preparei pra não fazer barulho, já que tenho certeza de que não conseguiria dormir por causa da excitação. — Juan, tá muito frio, me faz o favor de fechar essa janela, eu sei que tá frio, mas agasalhados não sente tanto. Levantei como pude, cobrindo meu pau, fechei a janela de uma vez e a porta um pouco. Na hora, me enfiei no colchonete, tremendo de frio e tentando me cobrir, acho que a Elsa me viu tremer de frio porque me disse: — Juan, olha, você tá com muito frio? — Sim, Elsa, tá fazendo frio, mas eu aguento, não se preocupa, respondi. Ela disse: — Mmm... não Juan, não, olha, melhor deitar aqui na cama, que no fim eu não me mexo muito quando durmo e você cabe aqui, sobe, porque aí você vai morrer de frio. Eu, sem esperar mais e sem dizer nada, e torcendo pra não ser um sonho, levantei na hora e, pegando meu cobertor comigo, fiquei ao lado da cama como quem pergunta onde deitar. E rindo, a Elsa me diz: — Vai, Juan, pode se encostar na parede, eu deito aqui na beira caso precise levantar antes. Então, já com a intenção e justificado pelo meu suposto estado de sono, quase me apoiando no corpo dela, me ajeitei e me estiquei ao lado dela, me cobrindo com meu cobertor. A Elsa, se mexendo na cama e virando pra me olhar, disse: — Bom, Juan, então se agasalha, que assim nós dois nos cobrimos com os dois cobertores porque tá muito frio. Então, nem curto nem preguiçoso, levantei os cobertores e me deitei, o calor que se sentia debaixo daqueles cobertores era abrasador, delicioso, e o cheiro de mulher era fantástico. A cama era de solteiro e mal cabíamos nós dois, então ela estava colada em mim, eu estava deitado de barriga pra cima e sentia na minha perna as bundonas da dona Elsa, que estava deitada de lado, de costas pra mim, eu mal conseguia me mexer, mas sentir o calor daquela bunda enorme grudada na minha perna me fez começar a mexer a perna pra aproximar mais, aos poucos fui chegando até que as bundonas Estavam completamente encostadas na minha perna, meu pau tava no talo, minhas bolas doíam e eu sentia que a qualquer momento ia gozar, a excitação era enorme. Deixei o tempo passar, na esperança de que ela dormisse, e quando senti que ela respirava devagar, sinal de que tava dormindo, me virei como quem não quer nada, ficando de frente pra costa dela. A cama era pequena, então no movimento fiquei a poucos centímetros dela, sem coragem de encostar e pensando comigo que, com o tempo, ia me aproximando devagar das costas dela. Tava nessa quando ouvi a voz da dona Elsa me dizendo: — Ei, Juan, se cobre bem porque tá muito frio, e os cobertores são pequenos. Se arruma direito senão vai ficar com as costas descobertas, obedece. E falando isso, ela se adiantou, me deixando mais espaço, se enfiando na beirada. Aí eu falei: — Não, Elsa, eu tô bem. Melhor a senhora vir pra cá, vai cair. Ela só respondeu: — Tá bom, mas vou encostar minha bunda em você, não te incomoda? — Não, dona Elsa, não me incomoda nada. Se acomode direitinho. E falando isso, eu me adiantei um pouco e ela se encaixou pra trás. Foi o momento mais gostoso da minha vida, quando senti aquela bundona toda se acomodando bem colada em mim. As nádegas enormes dela batiam nas minhas pernas e na minha barriga, inteirinhas. Eu sentia o tecido do robe dela nas minhas pernas e a forma enorme e redonda daquele par de bundas lindas agora grudadas em mim. Tanto que eu não tirei a mão do meu pau, tinha que manter ele preso na minha perna pra ela não sentir o que tava rolando. Então, enquanto eu segurava meu pau com a mão, ela encostava a bunda em mim e, com um movimento, se ajeitou melhor. A posição me incomodou, então, deixando rolar o que tivesse que rolar, soltei meu pau e tirei a mão de lá, pra sentir agora de verdade aquele bundão da Elsa. Mas claramente ela também ia sentir meu pau duro colado na bunda dela. Sem pensar muito, soltei meu pau. Me deitei de lado bem confortável e encostei minha bunda na bunda dela, e sentindo meu pau duro colado nas nádegas dela, ela não disse nada, continuou como se nada estivesse acontecendo. Aí, ganhando mais confiança, encaixei meu pau bem no meio daquelas bundonas dela, tenho certeza que ela sentiu o volume, mas não falou nada, só ficamos ali deitados juntos, os pés dela encostados nos meus. Aí criei coragem e aproximei meu pé do dela, esfregando minha perna na dela, e ela não tirou a perna, pelo contrário, senti que ela deixou e até empurrou pra trás. Eu me senti no paraíso, mesmo com o frio que fazia, eu estava suando pra caralho, mas tinha chegado num ponto que já me animava pra qualquer coisa. Então, sem mais delongas, desci meus braços do lado do corpo e, por entre os cobertores, procurei um jeito de abraçar ela. Passei meu braço livre em volta dela, segurando a barriga dela, e ela não disse nada, só se mexeu um pouco e, rebolando a rabeta, se encaixou mais colada em mim. Ganhando mais confiança, estendi minha mão por cima e puxei ela o mais perto que pude, e ela não recusou. Na verdade, ela tocou minha mão com a dela e, percebendo que era eu quem tava abraçando ela, deixou eu continuar com a mão ali. Naquele momento, senti que tudo podia rolar, então meu outro braço, que tava espremido debaixo do meu lado entre eu e o colchão, me levantei um pouco e tirei ele, e sem falar nada, passei por baixo da cabeça da Elsa, num gesto claro de abraçar ela. Ela levantou a cabeça, deixou meu braço passar por baixo do pescoço dela e se ajeitou, colando as costas no meu peito e deixando eu apertar ela com o braço. Minha mão foi parar direto naquele peitão enorme dela, e só deixei ela ali, sem mexer. Agora eu tava com a dona Elsa abraçada e colada em mim, com uma mão na barriga dela e a outra nos peitos dela. Aí ela encostou os pés pra trás até tocar minhas pernas e, num movimento, levantou a perna e subiu um pouco a dela na minha, pra trás. Esse movimento que a Elsa fez me deu o sinal que eu esperava. Dobrei meu joelho e então eu enfiei entre as pernas dela, levantando minha perna e colocando por cima da perna que a Elsa tinha embaixo, ela só levantou a perna dela e deixou minha perna entrar entre as dela e encaixou a dela por cima da minha, eu não acreditava que isso estava acontecendo, ela cooperava mas não dizia nada, meu pau estava duríssimo e agora já estava colado direto entre as nádegas da Elsa, mexendo a mão que estava na barriga dela, procurei a beirada do robe dela, e encontrei... então criando coragem, peguei o robe e tentei tirar ele do meio dos nossos corpos, levantando ele. Ela vendo o que eu queria disse. — Juan, meu robe está atrapalhando? Deixa eu tirar. E assim, sem mais, ela se levantou da cama, e tirou o robe, foi a imagem mais excitante que eu já vi, aquela mulher divina agora quase nua na minha frente, o sutiã enorme segurando os peitões dela e aquela calcinha que cobria do quadril até embaixo das nádegas, deixou o robe no chão e se acomodou de novo onde estava. — Assim está melhor? — Sim, Elsa, assim está melhor. Agora já sem vergonha e com ela abraçada, minha mão apertou o peitão dela, apertando e massageando, e com a outra mão, acariciava a barriga e as pernas dela, puxando ela contra mim, meu pau já completamente duro e fazendo volume por baixo da minha cueca estava encaixado entre as nádegas grandes dela, ela não se mexia, só se deixava fazer. A mão que estava no peito dela, tentei enfiar por baixo do tecido do sutiã, e quase consegui mas estava muito apertado, e acho que machuquei ela, porque ela deu um gritinho dizendo. — Ai Juan, você me beliscou!!! Quer que eu tire o sutiã? Eu não acreditava no que estava ouvindo, então só falei. — Sim, tira. Respondi. — Me ajuda, Juan, solta ele nas costas, além disso ele aperta meus peitos, eles são tão grandes que mal cabem. Com minha inexperiência e como pude, soltei os ganchos que prendiam o sutiã e quando finalmente terminei, ela mesma tirou e jogou para fora das cobertas. — Assim está melhor? — Sim, assim está melhor, dona Elsa. Minha mão agora, sim, Cheio daquele peito enorme, firme e quentinho, extremamente excitante, levei minha mão até a auréola dela e, encontrando-a, peguei o mamilo, que era mais grosso que um dos meus dedos, apertei com força e belisquei com a ponta dos dedos. Minha outra mão, já animada, enfiei pelo elástico da calcinha dela e, balançando, toquei a barriga dela e desci deslizando os dedos até onde começava a pélvis, consegui sentir o começo da buceta dela e, sem pensar muito, desci meus dedos e, encontrando a junção dos lábios vaginais, que eram enormes, coloquei minha mão completamente aberta naquela buceta. Movendo minha mão como se estivesse amassando. A senhora Elsa recostou a cabeça completamente no meu peito, se deixando fazer. Quando ela disse. — Juan, você tá muito safado, por que não vai dormir logo? Ou o que você quer fazer comigo? Eu não falava, mas continuava apalpando ela, até que, chegando perto do ouvido dela, me animei a dizer. — Senhora Elsa, a senhora me deixa tirar a calcinha? — Pra quê, Juan? Já tirei o sutiã e você tem a mão enfiada na minha buceta, pra que você quer que eu tire a calcinha? Elsa, quero sentir suas nádegas, deixa eu tirar a calcinha, implorei. — Não, Juan, a calcinha fica onde está, já deixei você ir longe demais, sou uma mulher decente e mais velha, só me dá uma boa punheta e pronto. Nesse momento, minha mão já tinha feito o mamilo dela crescer e ficar duro, e minha mão na buceta dela já estava separando os lábios e acariciando devagar com dois dos meus dedos, onde eu achava que era o clitóris dela. — Vai, Elsa, deixa eu tirar a roupa íntima, por favor... — Mmm Juan, mas pra quê? Depois você vai querer me penetrar, e isso não pode, melhor só me tocar e vou deixar só porque hoje você me ajudou muito. Eu continuava descendo meus dedos pelo sexo enorme dela, até onde minha mão alcançava, mas como estava enfiada por entre a calcinha, ela impedia de descer mais, mas mesmo assim, meus dedos já tinham encontrado o caminho até o útero dela, que já estava molhado, porque eu podia sentir. Os fiapos de líquido cremoso nos meus dedos. Eu não tinha coragem de insistir em puxar a calcinha dela, então ela disse: — Ei, Juan, se eu deixar você tirar minha roupa íntima, me promete que não vai me comer? — Sim, Elsa, eu prometo, não vou te... foda-se, eu prometo. — Ah, tá bom, Juan, então tira minha calcinha, senão você vai acabar rasgando ela. Tirei minha mão de entre as pernas dela e, pegando o elástico, puxei a calcinha pra baixo, e ela me ajudou levantando o corpo e tirando ela mesma. Já sem calcinha, ela se ajeitou de novo ao meu lado, eu com a mão na bunda dela, apalpando descaradamente, e ela se acomodou como estava, levantando a perna e jogando pra trás sobre a minha, empurrando a rabeta no meu pau. — Ei, Juan, cê gosta mesmo da minha bunda? — Sim, dona Elsa, adoro essa bundona e seus peitos. — Sério que cê gosta, Juan? Bom... vou emprestar eles pra você apalpar à vontade, só por hoje. — Sim, dona Elsa. — Bom, Juan, agora dorme, já me deixou pelada, agora dorme. E dizendo isso, ela se encostou mais em mim e jogou a perna ainda mais pra trás sobre a minha, de costas como estava, com aquela bundona enorme agora toda espalhada do meu lado. Minha mão continuava acariciando bem a buceta dela, meus dedos deslizavam entre os lábios da buceta, molhando na entrada do útero, eu afastava eles e às vezes apertava, eram enormes, carnudos, gostosos. Minha mão tava cheia de líquido cremoso, toda ensopada já, e o mamilo dela na minha outra mão tinha crescido, e cada vez que eu apertava, ela se encostava mais e gemia baixinho. Eu ainda tava de cueca, e meu pau já tava incontrolável, grosso e duro, empurrando o tecido. — Dona Elsa, vou tirar minha cueca, tô com muito calor. — Mmm... tira, assim não vou ser só eu que tô pelada, olha como cê me deixou, meu filho, toda molhada... Tirei a cueca e me encostei de novo nela, mas agora, antes de encostar, levantei a bunda dela e encaixei meu pau entre aquelas bundonas. Quando ela sentiu meu... pau, eu dei um grito e desci a mão entre as pernas dela procurando minha pau, toquei nela e parece que ela mediu, - Ai Juan, isso é o seu membro?, meu Deus de onde você tirou isso? É enorme - E ficou bem duro, é normal? - Sim, dona Elsa, é normal, sempre foi assim Ajeitando meu pau entre as nádegas dela, ela se empurrou pra trás me dizendo. - Pois com esse tamanho de pau, menos ainda vou deixar você me comer, com certeza dói pra caralho.... - Dona Elsa; eu disse - Então você me deixaria te comer? - Não sei Juan, já tava me animando, mas com essa pica enorme que você tem, melhor não - Além disso, você prometeu não me comer, lembra? - Sim, dona Elsa, prometi não te comer e não tô te comendo Nessa hora ela se virou ficando de barriga pra cima e eu fiquei de lado junto com ela e me olhando ela diz. - Juan isso tá muito errado, eu sou quase como sua mãe, tenho 30 anos a mais que você, sou casada e meu marido tá dormindo no outro quarto, melhor você dormir, tá? Eu fiquei em silêncio.. e parado um momento quase sem tocar nela, mas de novo levei minha mão entre as pernas dela e assim que cheguei na buceta dela, ela abriu as pernas completamente, e me deixou tocar de novo, a buceta dela escorria suco, tava toda molhada. - Ela gemia baixinho e mexia o corpanzil dela - Sim Juan, isso eu deixo, me masturba o quanto você quiser. - Ela pegou minha pau na mão dela e começou a acariciar de baixo pra cima apertando a mão quando chegava na cabecinha. - Olha Juan, melhor eu fazer você gozar na mão, se não eu não tirar ele não vai ficar em paz. Eu deixei ela tocar minha pau, ela nem me olhava, o olhar dela tava no teto e eu me inclinei sobre ela e levantando um peito coloquei na boca chupando o mamilo enorme dela, prendi entre o céu da boca e a língua e fiquei chupando assim. Ela começou a gemer mais alto e a mexer a mão mais forte ainda, rebolava a bunda dela em movimentos circulares sentindo meus dedos deslizando entre os lábios dela. Num momento senti que ela pegou minha mão que tava entre as pernas dela e empurrou pra Abaixo... — Juan... Juan... enfia os dedos em mim, por favor... me masturba, sim... não me deixa assim... enfia os dedos... todos, Juan, todos... Ela tinha meu pau preso na mão dela e apertava com muita força, já ofegava e me olhava fixamente com muita doçura. De repente, fechou os olhos com força... apertou os dentes, levantou a bunda e, apertando as pernas com minha mão entre elas, gritou: — Mmmmm Juaaaan, vou gozar, vou gozar. Senti nos meus dedos como se ela estivesse se mijando, era uma chuva intensa de líquido que, em jatos primeiro contínuos, depois intermitentes, saíam da buceta dela, molhando as coxas dela, minha mão, a cama... tudo. Ela apertou tanto meu pau que quase senti dor, no final caiu desfalecida na cama e, respirando ofegante, me disse: — Juan, que gozada que eu dei, ufff, nunca tinha gozado assim na minha vida e sem nem transar. Eu só soube dizer: — Mas Elsa, se eu não te penetrei. Ela me olhando disse: — Não, né? Você não me penetrou. — Não, Elsa. — Bom, Juan, agora deixa eu fazer você gozar pra gente dormir, já vai ser umas 6 da manhã. Ela me colocou de barriga pra cima e agora ela, de lado, colocou os peitos dela no meu peito e, me abraçando, pegou meu pau. Começando a me masturbar devagar e na excitação de tê-la assim junto de mim, eu disse: — Elsa, coloca sua buceta molhada na minha perna, por favor. Ela subiu a perna dela na minha perna e, abrindo com os dedos a buceta dela, encaixou ela grudada no meu corpo. — Você gosta da minha buceta, Juan? Gosta de verdade? — Sim, Elsa, adoro sua buceta e todo o seu corpo. Ela continuava tocando meu pau com a mão dela e eu gemia desesperado. Ela só me aninhava nos peitos dela e continuava me tocando, dizendo: — Vai, Juan, goza na minha mão. Eu não conseguia gozar, talvez por causa da excitação ou sei lá, mas meu pau resistia a gozar. Ela cansou da mão e me disse: — Ai, Juan, quanto tempo você demora pra gozar, vai ter que satisfazer sua mulher quando casar. — Que pau grande você tem, Juan, e tão cabeçudo, certeza que não entra em lugar nenhum, né? — Elsa, entra, sim. certeza que se entrar - Mmm Juan, não sei, mas acho que essa tua piroca enorme não vai entrar em mim, mas tudo bem, se quiser mmm, mas melhor não... ou tá bom, sim, só pra testar, né? Tenta enfiar em mim, vai? Se ver que não entra, tira fora, não vai pensar que quero que me coma, hein, só quero saber se uma pica desse tamanho cabe em mim... - Tá bom, Elsa, tudo bem - Vamos lá, Juan, fica por cima, abre minhas pernas - Levantei, fiquei entre as pernas dela e ela abrindo ao máximo... se oferecendo com aquela buceta que agora eu via como era grande. Ela abriu a xereca como um templo com as mãos e se oferecendo assim falou: - Vai, Juan, devagarzinho, enfia tudo Coloquei minha pica na entrada da buceta dela, a sensação era deliciosa, a umidade era intensa, minha pica tremeu de tesão Dei uma empurrada e a ponta da minha pica entrou. - Juan, ai Juan. Espera... já... empurra mais. Que pica... ai, dói... mais Juan, mais... sim, mais, enfia tudo... toda a pica... enfia tudo em mim Caí sobre ela enfiando toda a minha pica, a xereca dela era tão apertada que sentia os lábios vaginais apertando minha pica, as pernas dela levantadas nos meus lados. Caí sobre os peitões enormes dela, que moles caíam pros lados, me apoiei neles e comecei a me mexer, metendo e tirando minha pica daquela buceta. - Juan, você tá me penetrando Juaaaaan... ai, você tá me comendo... sim, gostoso, me come o quanto quiser... gosta de comer uma coroa?... me fala o que você queria... me diz, Juan... que queria me comer... vai, bebezinho, assim me come, enfia tudo que quiser... aaahhhhh Eu me mexia freneticamente, com uma dor gostosa que subia dos meus ovos, sentindo que ia gozar finalmente Ela se mexia freneticamente, quase gritava sem pensar que eu tava comendo ela quase no mesmo quarto onde o marido dela dormia De repente senti de novo aquele aperto de um orgasmo da Elsa, o melhor orgasmo que já vi numa mulher, intenso, longo, ela se abraçava em mim me apertando entre as pernas gemendo. Em Naquele momento, senti meu pau explodir, meu leite começou a jorrar dentro da buceta dela, foi o êxtase, quase me senti morrer. — Isso, Juan... assim, me enche de seu leite... assim, me enche... dá tudo pra mim... aaahhh — Fiquei encharcado de suor e fluidos em cima dela, os dois quase mortos, suando rios. Quando finalmente descansamos, saí de cima dela e me deitei ao lado, agora sim cansado depois da minha primeira foda. Ela me olhou, me abraçou e disse: — Juan, eu não queria que você me penetrasse, mas tudo bem, você fez e agora não tem jeito. Agora levanta e vai pra sua casa, são 6 da manhã. — E não vai contar pra ninguém que a gente transou, hein? Me promete? — Claro, nunca vou contar. Respondi. Ela então me disse: — Nunca mais, Juan, nunca mais você vai me comer.

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