Fala, galera. Vou me apresentar: meu nome é Matias, mas podem me chamar de Sofia, como preferirem. Tenho 26 anos, sou de Ramos Mejía, Buenos Aires, e semana passada tive minha primeira experiência como sissy, que foi meio diferente e baseada num relacionamento a distância. Vou contar pra vocês.
Conheci uma colombiana, a Alejandra, de 21 anos, há dois anos no Omegle (só texto). Depois de uma conversa bem quente onde acabamos confessando nossos fetiches mais profundos, trocamos contas secundárias do Instagram. Qual é o fetiche que nos une? Basicamente, dominação e submissão do tipo Femdom (onde a mulher domina e o homem obedece).
A coisa começou de boa, com um pouco de roleplay misturado com ordens reais, tipo "você tem permissão pra bater uma", "para, não pode se tocar", "me pede permissão pra gozar" e por aí vai. Quando a conversa foi pro Instagram, onde podíamos mandar fotos e tal, subimos mais um degrau. Um leque de possibilidades se abriu, e a Alejandra aproveitou muito bem. Eu me sentia extremamente submisso sob o controle dela, a ponto de ela realmente controlar minhas punhetas e meus orgasmos.
Depois, confessei que tinha tesão pelo fetiche de humilhação e feminização. Eu desconfiava que ela gostava, mas pra minha surpresa, não só gostava: ela amava e ficava muito excitada. Então, naquela mesma noite, ela me provocou, me deixando à beira do orgasmo sem poder gozar, e me deu a ordem de que no dia seguinte eu tinha que ir a uma loja de lingerie comprar meu primeiro conjunto. Escolhi um conjunto de fio dental e sutiã preto de renda, e por conta própria adicionei uma cinta-liga também de renda e umas meias de arrastão que vão até a metade das coxas, tudo em preto.
Naquela noite, sem receber ordem nenhuma, quis surpreendê-la mandando várias fotos minhas posando com a lingerie. Mas, pra minha desgraça, quem levou a maior... surpresa fui eu, Alejandra me repreendeu e me castigou, deixando claro que ela me controlava completamente, me fez ajoelhar e mandar vídeos onde eu me açoitava as nádegas com uma régua. 50 açoites em cada nádega que eu devia contar em voz alta sem perder a conta, senão teria que começar de novo. Depois de completar os 50 de cada uma, Alejandra me ordenou que começasse outra vez. Revisei o vídeo atônito, confirmando que não tinha cometido nenhum erro ao contar cada açoite. Ela me deu razão, não tinha me enganado, meu erro foi desconfiar de uma ordem direta, então aumentou o número para 75 em cada nádega, que eu deveria gravar sob a mesma condição. Ao completar os 150 açoites, minha bunda já estava completamente vermelha, doía a ponto de não conseguir me mexer, muito menos sentar. Mas aprendi a não contradizê-la e a respeitá-la como uma Deusa, isso marcou um antes e um depois na minha mente, que Alejandra manipulou e moldou de forma linda para que, na primeira mensagem dela, eu já me sentisse como uma puta entregue. Vale deixar claro que esse tratamento só se limita ao nosso papel. Ambos sabemos que isso é um jogo e, se algo não nos agrada ou não concordamos, paramos e nos damos o devido carinho ou desculpas, se for o caso, sempre nos perguntando se estamos de acordo com tudo ou se nos sentimos bem fazendo o que fazemos. Mas é bem intenso quando mergulhamos de cabeça nos nossos papéis, a gente curte muito. Com o tempo e o passar dos meses, sugeri à Alejandra que me desse um nome de mulher, um que se parecesse com o de uma puta ou de alguma influenciadora do Onlyfans. No começo, ela não gostou da ideia, a excitava que eu fosse um homem comum e submisso às ordens dela e tratado como uma puta, ela me explicou que essa humilhação a excitava, ao que eu disse: "não te excitaria mais me dar um nome de mulher, sabendo que sou um homem transformado em puta?" Ao que ela respondeu que "poderíamos tentar". Entre os Os nomes para escolher eram Micaela (uma ex-amiga minha), Sabrina (minha ex-namorada), Brisa (por causa do Bri Marcos) ou Sofia (por causa da Sofi Maure). No fim, decidiram me batizar como Sofi.
Várias semanas depois de ter sido batizada, de ter meu próprio conjunto de lingerie e de ter recebido várias vezes as ordens da Alejandra para me dedar, eu disse a ela que queria experimentar algo a mais e que queria testar um plug. Ela me perguntou se eu estava de acordo e eu disse que sim, que queria sentir algo maior preenchendo meu cu.
Foi assim que fui pela primeira vez a uma Sex Shop e, com muita vergonha, me aproximei do balcão e pedi um plug de aço. O vendedor que me atendeu me deixou escolher as cores da joia, tinha violeta e rosa, mas com um pequeno detalhe. Não tinha mais o tamanho pequeno, só o médio disponível. Fechei os olhos, escolhi o rosa e paguei junto com um bom lubrificante.
Por enquanto, vou parar por aqui com meus primeiros contatos com o mundo sissy. Se vocês gostaram do relato, comentem no post e eu continuo contando como senti o plug pela primeira vez e como cheguei nos eventos da semana passada, onde teve mais do que um plug envolvido.
Não esqueçam de deixar pontos se quiserem saber mais sobre mim.
Conheci uma colombiana, a Alejandra, de 21 anos, há dois anos no Omegle (só texto). Depois de uma conversa bem quente onde acabamos confessando nossos fetiches mais profundos, trocamos contas secundárias do Instagram. Qual é o fetiche que nos une? Basicamente, dominação e submissão do tipo Femdom (onde a mulher domina e o homem obedece).
A coisa começou de boa, com um pouco de roleplay misturado com ordens reais, tipo "você tem permissão pra bater uma", "para, não pode se tocar", "me pede permissão pra gozar" e por aí vai. Quando a conversa foi pro Instagram, onde podíamos mandar fotos e tal, subimos mais um degrau. Um leque de possibilidades se abriu, e a Alejandra aproveitou muito bem. Eu me sentia extremamente submisso sob o controle dela, a ponto de ela realmente controlar minhas punhetas e meus orgasmos.
Depois, confessei que tinha tesão pelo fetiche de humilhação e feminização. Eu desconfiava que ela gostava, mas pra minha surpresa, não só gostava: ela amava e ficava muito excitada. Então, naquela mesma noite, ela me provocou, me deixando à beira do orgasmo sem poder gozar, e me deu a ordem de que no dia seguinte eu tinha que ir a uma loja de lingerie comprar meu primeiro conjunto. Escolhi um conjunto de fio dental e sutiã preto de renda, e por conta própria adicionei uma cinta-liga também de renda e umas meias de arrastão que vão até a metade das coxas, tudo em preto.
Naquela noite, sem receber ordem nenhuma, quis surpreendê-la mandando várias fotos minhas posando com a lingerie. Mas, pra minha desgraça, quem levou a maior... surpresa fui eu, Alejandra me repreendeu e me castigou, deixando claro que ela me controlava completamente, me fez ajoelhar e mandar vídeos onde eu me açoitava as nádegas com uma régua. 50 açoites em cada nádega que eu devia contar em voz alta sem perder a conta, senão teria que começar de novo. Depois de completar os 50 de cada uma, Alejandra me ordenou que começasse outra vez. Revisei o vídeo atônito, confirmando que não tinha cometido nenhum erro ao contar cada açoite. Ela me deu razão, não tinha me enganado, meu erro foi desconfiar de uma ordem direta, então aumentou o número para 75 em cada nádega, que eu deveria gravar sob a mesma condição. Ao completar os 150 açoites, minha bunda já estava completamente vermelha, doía a ponto de não conseguir me mexer, muito menos sentar. Mas aprendi a não contradizê-la e a respeitá-la como uma Deusa, isso marcou um antes e um depois na minha mente, que Alejandra manipulou e moldou de forma linda para que, na primeira mensagem dela, eu já me sentisse como uma puta entregue. Vale deixar claro que esse tratamento só se limita ao nosso papel. Ambos sabemos que isso é um jogo e, se algo não nos agrada ou não concordamos, paramos e nos damos o devido carinho ou desculpas, se for o caso, sempre nos perguntando se estamos de acordo com tudo ou se nos sentimos bem fazendo o que fazemos. Mas é bem intenso quando mergulhamos de cabeça nos nossos papéis, a gente curte muito. Com o tempo e o passar dos meses, sugeri à Alejandra que me desse um nome de mulher, um que se parecesse com o de uma puta ou de alguma influenciadora do Onlyfans. No começo, ela não gostou da ideia, a excitava que eu fosse um homem comum e submisso às ordens dela e tratado como uma puta, ela me explicou que essa humilhação a excitava, ao que eu disse: "não te excitaria mais me dar um nome de mulher, sabendo que sou um homem transformado em puta?" Ao que ela respondeu que "poderíamos tentar". Entre os Os nomes para escolher eram Micaela (uma ex-amiga minha), Sabrina (minha ex-namorada), Brisa (por causa do Bri Marcos) ou Sofia (por causa da Sofi Maure). No fim, decidiram me batizar como Sofi.
Várias semanas depois de ter sido batizada, de ter meu próprio conjunto de lingerie e de ter recebido várias vezes as ordens da Alejandra para me dedar, eu disse a ela que queria experimentar algo a mais e que queria testar um plug. Ela me perguntou se eu estava de acordo e eu disse que sim, que queria sentir algo maior preenchendo meu cu.
Foi assim que fui pela primeira vez a uma Sex Shop e, com muita vergonha, me aproximei do balcão e pedi um plug de aço. O vendedor que me atendeu me deixou escolher as cores da joia, tinha violeta e rosa, mas com um pequeno detalhe. Não tinha mais o tamanho pequeno, só o médio disponível. Fechei os olhos, escolhi o rosa e paguei junto com um bom lubrificante.
Por enquanto, vou parar por aqui com meus primeiros contatos com o mundo sissy. Se vocês gostaram do relato, comentem no post e eu continuo contando como senti o plug pela primeira vez e como cheguei nos eventos da semana passada, onde teve mais do que um plug envolvido.
Não esqueçam de deixar pontos se quiserem saber mais sobre mim.
2 comentários - Primeira experiência Sissy