Olá, apaguei a anterior porque sinto que podia ter feito melhor. Vou contar o único encontro que tive até agora ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ Sempre que fazia publicações, algumas pessoas me chamavam, mas geralmente eram de muito longe e sem meio de transporte como carro ou moto, ficava difícil. Mas um dia, de tesão à noite, um cara dessa app me chamou. Começamos a conversar um pouco e nos excitamos bastante, falando da vontade que tínhamos de brincar um pouco. Combinamos um dia em que os dois estavam livres e marcamos no Coto (depois explico os horários que poderiam ser bons para o Coto de Morón). Chegou quarta-feira e, nervoso, fui o primeiro a ir ao banheiro do subsolo.
Fui pro cubículo mais afastado da porta de entrada, tirei a pica pra fora e fiquei batendo uma enquanto falava com o cara. Por causa do nervosismo, cheguei muito cedo e ainda faltava um tempinho pra ele aparecer. Enquanto eu me tocava pra manter ela meio dura, pelo horário dava pra ouvir uns moleques do ensino médio conversando no banheiro e zoando uns aos outros. Cada barulho e risada me deixava meio desconfortável, era a primeira vez que eu fazia algo assim e não queria ser visto. Os minutos foram passando e finalmente ele disse que tava chegando. Eu já tava com a pica mole por causa dos uns 10 minutos de espera, aí comecei a me tocar de novo pra levantar ela, porque de vez em quando o lugar ficava em silêncio e não se ouvia nada. Num desses momentos de silêncio, chegou uma mensagem: "Já tô descendo, em qual cubículo você tá?" ele perguntou pelo zap, me deixando ainda mais nervoso por já estar tão perto. "No último, tiro a trava" respondi, esperando pra ver o que ia rolar. Ele chegou e eu dei uns passos pra trás pra porta não me acertar. Ele entrou no cubículo e eu não soube o que fazer por uns segundos, até que me aproximei. Pra quebrar o gelo, coloquei a mão na virilha dele por cima da calça jeans que ele tava usando e comecei a esfregar. Não demorou muito pra ele fazer o mesmo comigo e a gente começar a se esfregar. Ele era um pouco mais baixo que eu, eu tenho 1,77. Comecei a beijar o pescoço dele, e nisso, antes de dar o primeiro beijo de boca, ouvi o cinto dele se abrindo. Ele já tava baixando a calça pra tirar a pica, uma pica já dura com um pouco de esfregação. Eu fiz o mesmo e a gente continuou se tocando.
Ficamos assim por um tempo, dava pra ouvir uns caras lá dentro dos banheiros de novo, até alguém entrou no box do lado do nosso, enquanto o cara me tocava a pica, ele chegou perto do meu ouvido e falou "acho que o do lado tá nos ouvindo", claro, dava pra ouvir os beijos que eu tava dando no pescoço dele, com nossos bagulhos já mais duros, ele se virou de costas pro vaso, começando a baixar a calça dele pra deixar a raba mais à mostra, não perdi tempo e grudei nele por trás, pegando na pica dele de novo e batendo uma por trás, eu tava abrindo ele, encostado na bunda, e ele se mexia um pouco, se esfregando e sem se importar que o cara do lado ainda tava lá, ele falou "enfia, enfia tudo
Ele tava prestes a enfiar, quando ele me parou e ficou meio calado, dava pra ouvir um rádio, era um guarda que tinha descido (não lembro o que dizia e também não ouvi direito). Eu, sem entender, só continuei masturbando ele, sentindo que ia gozar. Ele segurou minha mão e não me deixou mexer mais, se virou, inclinou a cabeça pro meu pau e chupou um pouco, mesmo com o guarda perto. Foi estranho, mas gostoso. O que eu não sabia é que não ia ver ele de novo, porque talvez com medo de ser descoberto, ele foi embora e eu tive que aliviar o tesão batendo uma. ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ O melhor horário pra ir seria das 2 às 4, porque das 11 até 1 tão os do ensino médio, e a mesma coisa das 5 até 6 ou 7. E essa foi minha única experiência. Adoraria ter mais, em algum outro banheiro ou talvez se alguém tiver um carro, fazer lá dentro, ou melhor ainda se tiver casa. Uma punheta assistida é muito gostosa, e quem sabe um 69 também, mas pra isso preciso de alguém e não tenho ninguém por enquanto. Quero experimentar mais coisas e poder fazer mais relatos pra compartilhar, com fotos melhores e mais bem feitas. Escrevam sem medo, vou responder.
Fui pro cubículo mais afastado da porta de entrada, tirei a pica pra fora e fiquei batendo uma enquanto falava com o cara. Por causa do nervosismo, cheguei muito cedo e ainda faltava um tempinho pra ele aparecer. Enquanto eu me tocava pra manter ela meio dura, pelo horário dava pra ouvir uns moleques do ensino médio conversando no banheiro e zoando uns aos outros. Cada barulho e risada me deixava meio desconfortável, era a primeira vez que eu fazia algo assim e não queria ser visto. Os minutos foram passando e finalmente ele disse que tava chegando. Eu já tava com a pica mole por causa dos uns 10 minutos de espera, aí comecei a me tocar de novo pra levantar ela, porque de vez em quando o lugar ficava em silêncio e não se ouvia nada. Num desses momentos de silêncio, chegou uma mensagem: "Já tô descendo, em qual cubículo você tá?" ele perguntou pelo zap, me deixando ainda mais nervoso por já estar tão perto. "No último, tiro a trava" respondi, esperando pra ver o que ia rolar. Ele chegou e eu dei uns passos pra trás pra porta não me acertar. Ele entrou no cubículo e eu não soube o que fazer por uns segundos, até que me aproximei. Pra quebrar o gelo, coloquei a mão na virilha dele por cima da calça jeans que ele tava usando e comecei a esfregar. Não demorou muito pra ele fazer o mesmo comigo e a gente começar a se esfregar. Ele era um pouco mais baixo que eu, eu tenho 1,77. Comecei a beijar o pescoço dele, e nisso, antes de dar o primeiro beijo de boca, ouvi o cinto dele se abrindo. Ele já tava baixando a calça pra tirar a pica, uma pica já dura com um pouco de esfregação. Eu fiz o mesmo e a gente continuou se tocando.
Ficamos assim por um tempo, dava pra ouvir uns caras lá dentro dos banheiros de novo, até alguém entrou no box do lado do nosso, enquanto o cara me tocava a pica, ele chegou perto do meu ouvido e falou "acho que o do lado tá nos ouvindo", claro, dava pra ouvir os beijos que eu tava dando no pescoço dele, com nossos bagulhos já mais duros, ele se virou de costas pro vaso, começando a baixar a calça dele pra deixar a raba mais à mostra, não perdi tempo e grudei nele por trás, pegando na pica dele de novo e batendo uma por trás, eu tava abrindo ele, encostado na bunda, e ele se mexia um pouco, se esfregando e sem se importar que o cara do lado ainda tava lá, ele falou "enfia, enfia tudo
Ele tava prestes a enfiar, quando ele me parou e ficou meio calado, dava pra ouvir um rádio, era um guarda que tinha descido (não lembro o que dizia e também não ouvi direito). Eu, sem entender, só continuei masturbando ele, sentindo que ia gozar. Ele segurou minha mão e não me deixou mexer mais, se virou, inclinou a cabeça pro meu pau e chupou um pouco, mesmo com o guarda perto. Foi estranho, mas gostoso. O que eu não sabia é que não ia ver ele de novo, porque talvez com medo de ser descoberto, ele foi embora e eu tive que aliviar o tesão batendo uma. ~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~~ O melhor horário pra ir seria das 2 às 4, porque das 11 até 1 tão os do ensino médio, e a mesma coisa das 5 até 6 ou 7. E essa foi minha única experiência. Adoraria ter mais, em algum outro banheiro ou talvez se alguém tiver um carro, fazer lá dentro, ou melhor ainda se tiver casa. Uma punheta assistida é muito gostosa, e quem sabe um 69 também, mas pra isso preciso de alguém e não tenho ninguém por enquanto. Quero experimentar mais coisas e poder fazer mais relatos pra compartilhar, com fotos melhores e mais bem feitas. Escrevam sem medo, vou responder.
2 comentários - Encontro no Coto de Morón