PERVERTENDO A MOMO
Fala galera, tô há vários dias matutando essa ideia e finalmente resolvi botar em prática. Não quero enrolar muito, então sem mais delongas, aí vai.
Sou aluno novo na UA, tô na sala 1-A na aula de heróis. Pra ser sincero, meu dom não é lá essas coisas. Digamos que eu consigo ler pensamentos e meter ideias na cabeça dos outros, mesmo que sejam máquinas ou robôs — todos me obedecem sem resistência.
Só hoje de manhã, depois de receber as 5 fotos da mãe do meu bully se masturbando com o dildo que ela comprou por ordens minhas, finalmente tô pronto pra ir pra aula. Não se enganem, fazer alguém chegar nesse nível de submissão não é algo que acontece da noite pro dia, exige tempo e paciência. É uma fórmula que venho aperfeiçoando há anos de prática, a tal ponto que meu dom evoluiu. Antes, eu só ouvia minha voz na cabeça dela, e agora nem eles mesmos sabem se o que escutam são os próprios pensamentos ou os que eu implantei na cabeça deles. Meu dom, eu gosto de chamar de voz mental.
Depois de uns meses, finalmente consegui ser aceito na UA graças ao diretor dela ser meu vizinho e, por fim, eu o dominei à minha vontade depois de 3 meses de trabalho. Tudo isso eu faço por uma única coisa: poder ter elas só pra mim, ter todas aquelas gostosas que vi no festival esportivo da UA.
Prota- Bom dia pra todo mundo, sou Hichusoji Kakamuren, o novo colega de vocês nessa sala. Tô muito feliz de estar com todo mundo aqui.
Depois da minha apresentação, usei meu dom na professora pra fazer com que me colocassem bem atrás do meu primeiro objetivo: MOMO YAOYORUZU.
Depois de um dia de aulas chatas sobre como evitar causar danos ao resgatar e não sei mais que merdas, finalmente consegui fazer com que ela prestasse um pouco de atenção em mim. Durante a aula, usei meu dom pra ouvir os pensamentos dela e sei que ela me acha meio gostoso, mas tava tão concentrada na aula que ainda não dava pra fazer minha primeira jogada. Mas no final, finalmente consegui um espacinho na cabeça dela.
Prota - ei, momo, desculpa, tô meio atrasado. Acha que pode me ajudar a estudar um pouco? Que tal a gente trocar LINE pra conversar quando eu tiver alguma dúvida e você puder me dar uma força?
MOMO- Hmm, não sei, desculpa, mas a gente não se conhece muito bem, ainda assim eu adoraria te ajudar a melhorar. *Sorri e fecha os olhos
Porta—Genial, muito obrigado, agora vou poder começar de verdade o que desde o início eu queria fazer.
Enquanto todo mundo ia saindo, fiquei perto da momo e, usando meu dom, comecei a implantar pensamentos na mente dela pra fazer com que ela começasse a se acostumar com a ideia de que sou muito gostoso pra começar.
Por alguns dias na aula, continuei fazendo isso em momentos fugazes até conseguir observar algum sinal de progresso, e do nada comecei a ouvir o que queria.
MOMO- (Ele é muito gato, queria que ele falasse mais comigo, queria que ele viesse na minha casa pra estudar só nós dois).
Finalmente consegui, agora começa o movimento que tanto planejei. Peguei minhas coisas no fim da aula e fui pra casa. Talvez pensem que sou um idiota, mas pra ela chegar no ponto que eu quero, paciência é chave. Se eu fizer tudo apressado, posso fazer ela questionar os próprios pensamentos e acabar se afastando. É estranho, mas não vou pegar atalhos perigosos por enquanto.
Quando cheguei em casa, fui pro meu quarto e mandei umas mensagens pra momo. Depois de uma conversa rápida, decidi me arriscar.
Prota— Ei, Momo, cê curte as fotos?
Momo—sim, às vezes tiro fotos só porque gosto de como tô naquele momento.
Prota- Massa, eu também tenho esse hobby, olha, outro dia tirei essa aqui. *manda foto*
Momo—ah, foto muito boa, dá pra ver que você se cuida, gostosa. Eu ontem tirei essa aqui enquanto tava no meu quarto *manda foto*

Prota- genial, essa é uma foto muito boa, dá pra ver que tá fazendo um calorão na sua casa, né? Tô vendo que você tá com algo mais revelador hahaha.
Momo- Aqui aqui sempre faz calor o tempo todo, tô suando no meu quarto
Prota—Já tô imaginando, cê devia trocar de roupa e vestir algo que ajude mais, tipo isso *enviar foto*
Momo—Não tenho roupa tão pequena assim, mas com esse calorão, só dessa vez vou quebrar minha regra e fazer com meu dono.
10 minutos depois
Momo – Nossa, você tem razão, essa roupa é melhor do que a que eu tava usando, valeu.
Prota. posso ver como fica em você?
Momo — Claro, olha só *manda foto*

Prota—você tá muito gostosa, espero que te ajude, você é muito linda, momo.
Momo — Sério mesmo que você acha isso?
Prota - se é verdade, será que eu poderia ver como fica por trás?
Momo - Meio que me dá vergonha, mas tá de boa *manda foto*

Prota - Fica perfeito em você de verdade, talvez você devesse comprar mais roupas assim.
Momo - Claro, acredito em você. Amanhã depois da aula vou comprar mais roupa.
Porta - Claro, se quiser, quando experimentar a roupa pode me mandar fotos pra eu te falar como fica e quais ficam melhor em você.
Momo - Com certeza, valeu pela ajuda, Kakamuren
E assim começa meu caminho. Talvez você ache que é meio devagar, mas aos poucos vou conseguir meu objetivo e vou ter minha querida MOMO completamente na minha mão.
Fala galera, tô há vários dias matutando essa ideia e finalmente resolvi botar em prática. Não quero enrolar muito, então sem mais delongas, aí vai.
Sou aluno novo na UA, tô na sala 1-A na aula de heróis. Pra ser sincero, meu dom não é lá essas coisas. Digamos que eu consigo ler pensamentos e meter ideias na cabeça dos outros, mesmo que sejam máquinas ou robôs — todos me obedecem sem resistência.
Só hoje de manhã, depois de receber as 5 fotos da mãe do meu bully se masturbando com o dildo que ela comprou por ordens minhas, finalmente tô pronto pra ir pra aula. Não se enganem, fazer alguém chegar nesse nível de submissão não é algo que acontece da noite pro dia, exige tempo e paciência. É uma fórmula que venho aperfeiçoando há anos de prática, a tal ponto que meu dom evoluiu. Antes, eu só ouvia minha voz na cabeça dela, e agora nem eles mesmos sabem se o que escutam são os próprios pensamentos ou os que eu implantei na cabeça deles. Meu dom, eu gosto de chamar de voz mental.
Depois de uns meses, finalmente consegui ser aceito na UA graças ao diretor dela ser meu vizinho e, por fim, eu o dominei à minha vontade depois de 3 meses de trabalho. Tudo isso eu faço por uma única coisa: poder ter elas só pra mim, ter todas aquelas gostosas que vi no festival esportivo da UA.
Prota- Bom dia pra todo mundo, sou Hichusoji Kakamuren, o novo colega de vocês nessa sala. Tô muito feliz de estar com todo mundo aqui.
Depois da minha apresentação, usei meu dom na professora pra fazer com que me colocassem bem atrás do meu primeiro objetivo: MOMO YAOYORUZU.
Depois de um dia de aulas chatas sobre como evitar causar danos ao resgatar e não sei mais que merdas, finalmente consegui fazer com que ela prestasse um pouco de atenção em mim. Durante a aula, usei meu dom pra ouvir os pensamentos dela e sei que ela me acha meio gostoso, mas tava tão concentrada na aula que ainda não dava pra fazer minha primeira jogada. Mas no final, finalmente consegui um espacinho na cabeça dela.
Prota - ei, momo, desculpa, tô meio atrasado. Acha que pode me ajudar a estudar um pouco? Que tal a gente trocar LINE pra conversar quando eu tiver alguma dúvida e você puder me dar uma força?
MOMO- Hmm, não sei, desculpa, mas a gente não se conhece muito bem, ainda assim eu adoraria te ajudar a melhorar. *Sorri e fecha os olhos
Porta—Genial, muito obrigado, agora vou poder começar de verdade o que desde o início eu queria fazer.
Enquanto todo mundo ia saindo, fiquei perto da momo e, usando meu dom, comecei a implantar pensamentos na mente dela pra fazer com que ela começasse a se acostumar com a ideia de que sou muito gostoso pra começar.
Por alguns dias na aula, continuei fazendo isso em momentos fugazes até conseguir observar algum sinal de progresso, e do nada comecei a ouvir o que queria.
MOMO- (Ele é muito gato, queria que ele falasse mais comigo, queria que ele viesse na minha casa pra estudar só nós dois).
Finalmente consegui, agora começa o movimento que tanto planejei. Peguei minhas coisas no fim da aula e fui pra casa. Talvez pensem que sou um idiota, mas pra ela chegar no ponto que eu quero, paciência é chave. Se eu fizer tudo apressado, posso fazer ela questionar os próprios pensamentos e acabar se afastando. É estranho, mas não vou pegar atalhos perigosos por enquanto.
Quando cheguei em casa, fui pro meu quarto e mandei umas mensagens pra momo. Depois de uma conversa rápida, decidi me arriscar.
Prota— Ei, Momo, cê curte as fotos?
Momo—sim, às vezes tiro fotos só porque gosto de como tô naquele momento.
Prota- Massa, eu também tenho esse hobby, olha, outro dia tirei essa aqui. *manda foto*
Momo—ah, foto muito boa, dá pra ver que você se cuida, gostosa. Eu ontem tirei essa aqui enquanto tava no meu quarto *manda foto*

Prota- genial, essa é uma foto muito boa, dá pra ver que tá fazendo um calorão na sua casa, né? Tô vendo que você tá com algo mais revelador hahaha.
Momo- Aqui aqui sempre faz calor o tempo todo, tô suando no meu quarto
Prota—Já tô imaginando, cê devia trocar de roupa e vestir algo que ajude mais, tipo isso *enviar foto*
Momo—Não tenho roupa tão pequena assim, mas com esse calorão, só dessa vez vou quebrar minha regra e fazer com meu dono.
10 minutos depois
Momo – Nossa, você tem razão, essa roupa é melhor do que a que eu tava usando, valeu.
Prota. posso ver como fica em você?
Momo — Claro, olha só *manda foto*

Prota—você tá muito gostosa, espero que te ajude, você é muito linda, momo.
Momo — Sério mesmo que você acha isso?
Prota - se é verdade, será que eu poderia ver como fica por trás?
Momo - Meio que me dá vergonha, mas tá de boa *manda foto*

Prota - Fica perfeito em você de verdade, talvez você devesse comprar mais roupas assim.
Momo - Claro, acredito em você. Amanhã depois da aula vou comprar mais roupa.
Porta - Claro, se quiser, quando experimentar a roupa pode me mandar fotos pra eu te falar como fica e quais ficam melhor em você.
Momo - Com certeza, valeu pela ajuda, Kakamuren
E assim começa meu caminho. Talvez você ache que é meio devagar, mas aos poucos vou conseguir meu objetivo e vou ter minha querida MOMO completamente na minha mão.
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