Quando ouviu o motor do carro desligando em frente à casa ao lado, Matías não deu muita atenção. Era um meio-dia quente, o sol batia forte e ele estava tomando um refrigerante gelado. Mas então a viu. Uma perna longa saiu do veículo. Depois outra. Um shortinho mínimo colado num quadril de escândalo. O torso firme, a cintura de vespa, e dois peitos redondos e bem postos sob uma blusa branca quase transparente. E finalmente, o rosto… aqueles olhos verdes que lhe eram vagamente familiares.—Não vai me cumprimentar, Matías? —perguntou ela com um sorriso torto, como se soubesse perfeitamente o efeito que acabara de causar nele.
Matías sentiu um nó quente no estômago. Reconheceu-a naquele instante. Julia, a filha mais nova de don Gutiérrez. A menina que ele às vezes cuidava e brincava com ela. Tinha se mudado com a mãe para outra cidade anos atrás. Quando foi embora tinha apenas 12… agora tinha 21. E o que ela tinha crescido não tinha nome.
—Julia? Não acredito… —murmurou ele, engolindo seco.
—Lembrou de mim —disse ela, caminhando em direção à cerca que dividia suas casas—. Embora não esteja olhando nos meus olhos, hein…
Ele baixou o olhar, surpreso consigo mesmo. Seu pau começava a endurecer dentro do short só de vê-la se mexer. Ela caminhava como se flutuasse, com uma segurança que o desarmava.
—Desculpa. É que… não esperava… —balbuciou.
—Que eu tivesse crescido? —interrompeu ela—. Ou que tivesse virado mulher?
Matías não soube o que responder. Julia apoiou-se na cerca, baixando o olhar para o seu torso e depois cravar os olhos nele com uma malícia inocente.
—Mora sozinho? —perguntou ela.
—Sim. Faz alguns anos.
Julia sorriu com malícia e começou a lamber um sorvete que acabara de comprar. Um gesto simples, mas executado com uma lentidão provocante. Matías não conseguia parar de olhar como a língua dela brincava com a borda da casquinha, como a boca dela o agarrava com fome.
—Sabe que eu gostava de você quando era criança? —confessou ela de repente—. Sempre olhava para você quando ia jogar futebol. Era meu segredo. Matías engoliu a saliva de novo, mas dessa vez não conseguiu disfarçar a ereção que já marcava claramente no seu short esportivo. —E agora… —continuou ela, dando uma última chupada lenta no sorvete, deixando um fio escorrer pelo seu queixo—. Agora quero que me ensine algumas coisas que antes eu só podia imaginar.
Sem esperar resposta, caminhou até a entrada lateral da casa dele. Abriu o portão e entrou no quintal dos fundos de Matías, como se fosse algo que fazia todo dia. —Júlia…? —Shhh —ela disse, olhando por cima do ombro—. Fecha o portão. Ninguém vai nos perturbar.
Ele a seguiu, o coração batendo forte no peito. Viu ela caminhar até a varanda, largar a bolsa e se sentar na cadeira de balanço. Abriu mais as pernas e o encarou com luxúria. —Você gosta de olhar, né? Então vem. Olha bem de perto.
Puxou o tecido do short sem pudor. Não usava calcinha. Sua buceta molhada e perfeitamente depilada ficou exposta, brilhando como uma fruta madura sob o sol.
Matías se aproximou, como hipnotizado. Seu pau estava duro, pulsando sob o short, buscando liberação. Júlia o pegou pela cintura, puxou-o e o obrigou a se ajoelhar diante dela. —Lembro que você era o menino bonzinho da vizinhança —sussurrou—. Mas agora… quero que me coma como se me odiasse por ter ido embora.
E ele não aguentou mais.
Atirou-se entre suas pernas com fome, com fúria. Sua língua a percorreu com desespero, fazendo com que ela gemesse e se contorcesse na cadeira. Júlia gemia enquanto agarrava sua cabeça, esfregando sua buceta contra sua boca sem freio, sem culpa, sem pausa. —Isso! Assim, Matías… não para…! —ela ofegava—. Senti tanta sua falta sem que você soubesse…
O sabor da vizinha o deixou louco. Sentia como sua língua a fazia tremer, como ela se tensionava cada vez mais até que seu corpo inteiro sacudiu num gemido agudo, brutal, delicioso.
E quando terminou de gozar, com as pernas trêmulas, Júlia o encarou com os olhos ardentes.
Julia não deixou ele se levantar. Mal ele terminou de gozar na língua dela, ela o pegou pelo decote da regata que ele mal vestia e o puxou sobre seu corpo. Beijou-o com uma necessidade crua, profunda, faminta. — Quero sentir você dentro — sussurrou, quente, contra sua boca. — Agora.
Matias estava à beira de perder o controle. Seus músculos tensos, seu pau ereto como uma lança prestes a explodir. Ele tirou o shorts com uma mão só, deixando sua ereção latejante se erguer entre eles. Julia olhou com um sorriso de satisfação, como se fosse exatamente o que ela esperava.
— Não perde tempo — disse com malícia, abrindo mais as pernas. — Mete. Agora.
Matias se posicionou entre suas coxas, pegou seu pau com a mão e esfregou a cabeça contra aquela entrada molhada e quente que o chamava como uma armadilha perfeita.
— Tem certeza…?
— Cala a boca e me come.
Com um grunhido contido, Matias a embestiu de uma vez. Seu pau entrou nela até o fundo, encharcado, apertado, ardente. Julia arqueou-se, gemendo alto, agarrando suas costas enquanto suas unhas cravavam na pele.
— Isso! Assim! Me dá mais!
Os movimentos foram brutais desde o início. Matias bombava sua buceta com força, enquanto Julia se contorcia debaixo dele, de boca aberta, ofegante, com o suor escorrendo pelo pescoço.
— Você fode que nem um maldito animal… — ofegou ela, mordendo o lábio.
— E você geme que nem uma puta… — cuspiu ele, enlouquecido.
Julia sorriu, desafiante.
— Então me come como uma.
Matias agarrou suas pernas, levantou-as sobre seus ombros e começou a enfiar mais fundo, mais forte, fazendo-a bater contra a cadeira a cada embestida. O som úmido de seus corpos se chocando se misturava aos gemidos roucos, ofegos, e ao rangido do móvel de madeira.
— Mais, mais, mais! — gritava Julia. — Não para, não para, Matias, você vai me fazer gozar de novo…!
Matias sentia o calor devorá-lo, o prazer consumi-lo. por dentro. Mas ela não queria gozar ainda. Ele puxou o pau encharcado e a fez virar de costas na cadeira. Julia se ajeitou de quatro, levantando aquele rabo perfeito para ele, se oferecendo com o olhar mais puta que ele já vira na vida.
—É assim que você gosta mais? —provocou.
Ele deu um tapa forte na sua bunda. Julia gemeu e sorriu.
—Assim que eu adoro.
Matías a segurou pelos quadris e a enfiou de novo, ainda mais fundo, metendo tudo enquanto a pele batia com um som molhado e brutal.
—Porra, você tá tão apertada! —ele rosnou.
—E você tá tão gostoso… tão duro! —ela gritou, sentindo ele a preencher por completo.
A foda foi selvagem. Palmadas, puxões de cabelo, gemidos safados, seus nomes misturados com xingamentos quentes. Julia gozou mais uma vez, tremendo toda, sua buceta se contraindo em volta do pau do Matías. E foi isso que o levou à beira. Ele deu a última enfiada, funda, brutal, e gozou dentro dela com um rosnado animal, descarregando tudo em espasmos intensos.
Os dois ficaram ofegantes, suados, trêmulos.
Julia se deixou cair de lado, com um sorriso de prazer estampado no rosto.
—Eu te disse que você ia ficar viciado.
Matías mal conseguia respirar, mas sorriu.
—Você não tem ideia.
Ela se aproximou e chupou seu pescoço devagar, deixando uma marca.
—Isso só tá começando. Não pretendo deixar você escapar.
E ele já sabia que também não ia querer.
Matías vestiu uma camiseta e sentou na beirada da cadeira, ainda tentando recuperar o fôlego. Julia caminava pelo quintal com as pernas bambas, o short mal colocado e aquele sorriso safado que já era sua marca registrada.— Quer um copo d'água? — perguntou ele.
— Não. Quero te ver me olhando — respondeu ela, enquanto se agachava com exagero para pegar a bolsa, deixando a bunda marcar contra o tecido esticado do short.
Matías não conseguia acreditar no que estava vivendo. Apenas algumas horas atrás, Julia era só uma garota do passado. Agora, era seu novo vício. Sua droga.
— Então… você volta pra ficar ou só de visita ou…?
— Fico por um tempo — respondeu ela, se aproximando de novo. — Meu pai fez uma cirurgia, e vou ajudá-lo alguns meses. Estou instalada no meu antigo quarto… a janela dá bem de frente pra sua.
Ela piscou um olho e acariciou o peito dele com as unhas.
— Vou precisar de ajuda com algumas coisas. Móveis, caixas, conectar o Wi-Fi, você sabe…
— Claro — disse ele, engolindo em seco. — Te ajudo no que precisar.
— Que bom. Porque hoje à noite vou precisar que você me revise uma coisa muito importante…
— É?
Julia ficou na ponta dos pés, mordeu suavemente o lóbulo da orelha dele e sussurrou:
— … meu uniforme de colegial. Quero saber se ainda me serve bem.
Matías ficou duro de novo só de ouvir.
— Uniforme?
— Mmm-hmm — confirmou ela, com voz brincalhona. — O que eu usava no ensino médio… blazer, saia curtinha, meia até o joelho. Trouxe pra gente brincar um pouco.
Ele olhou para ela como se já estivesse nua na sua frente.
— E você vai usar ele hoje à noite?
— Vou. À meia-noite bato na sua janela… e se você não estiver acordado, vou ter que me esgueirar pra dentro.
Ela lambeu os lábios e deu um último beijo nele antes de caminhar para a casa ao lado.
Matías ficou parado, com o coração batendo forte no peito. Sua mente só conseguia repetir uma frase:
*Estou perdido.*
*Aquela noite.*
Os minutos passavam devagar. Matías tinha tomado banho duas vezes. Tinha tentado ver televisão, ler, até jogar No celular. Nada funcionava. Seu corpo vibrava de ansiedade, seu pau já tinha reagido três vezes só de pensar na cena. E às 00:04, dedos suaves tocaram a janela. Quando ele abriu, ela estava lá. Vestida exatamente como prometera. Uma blusa branca apertada, abotoada até logo abaixo do busto, deixando o decote à mostra. Gravata solta. Minissaia xadrez. Meias brancas até a metade da coxa. Sapatos escolares pretos. E por baixo… absolutamente nada.
Julia entrou pela janela como se morasse ali. Sorriu para ele com as bochechas levemente coradas e caminhou até ele rebolando os quadris.
— Oi, professor… Pode me aplicar um exame oral?
Matías a agarrou pela cintura e a prensou contra a parede.
— Você não sabe o que você me faz — murmurou, encaixando a pélvis nela.
Ela sentiu sua ereção dura e riu com malícia.
— Sei sim. Vi tudo pela janela enquanto você se tocava há pouco. Não sabia que eu estava olhando, sabia?
— Puta — rosnou ele.
— Sua puta — ela respondeu.
Beijaram-se com fúria. Ele levantou sua saia e a empurrou contra a parede. Sua língua a devorou de novo, desta vez em pé, com as mãos abertas segurando aqueles quadris pecaminosos. Julia se segurava no batente da janela, tremendo.
— Isso! Matías, continua assim…!
Ele a apoiou contra a mesa, a dobrou e com uma mão separou os lábios da sua buceta, com a outra acariciou o pau encharcado e o enterrou de uma só vez.
Julia gritou seu nome.
Os livros caíram no chão. A mesa rangia sob o vai e vem brutal das suas enfiadas. Cada vez que Matías a empurrava, ela gemia mais alto. O uniforme se desarrumou, a gravatinha voou, as meias desceram. Tudo era puro caos quente.
— Vai, filho da puta! Me fode com força!
— Eu vou te quebrar — rosnou ele.
— Faz isso!
Ele enfiou dois dedos na boca dela, apertou seus peitos enquanto a fodia por trás com força, e Julia gozou tremendo, com as pernas moles, molhando a escrivaninha. Matías não demorou mais. Virou ela e gozou na sua barriga, nos seus peitos, no uniforme desarrumado, marcando seu território. Ambos ofegavam. Exaustos. Loko. Julia acariciou o rosto dele com ternura animal. —Viu? Isso só tá começando. E Matías, com o pau ainda pingando, soube que não tinha mais volta.
—Entra, Matías. Papai tá no quarto dele vendo TV —disse Julia da porta, num tom suave, quase inocente. Matías entrou com uma sacola de compras e deixou em cima da mesa. Julia usava um shorts branco que mal cobria a bunda, e uma camiseta larga sem sutiã. Dava pra ver os mamilos duros marcando no tecido, descarados. —Teu velho como tá? —perguntou ele, tentando não olhar pro corpo dela como um viciado em abstinência. —Melhor. Quase não sai do quarto, fica no ar-condicionado e tomando remédio. Dorme quase o dia todo. Ela se aproximou, deu um beijo rápido na bochecha dele e sorriu com aquele brilho safado nos olhos. —Mas eu… tô entediada. Matías não respondeu. Só seguiu ela pra cozinha enquanto o coração batia forte. Sabia que com Julia não tinha coincidências. Tudo era perfeitamente calculado. —Me alcança aquela caixa lá em cima? —perguntou ela, apontando pra uma caixa na prateleira mais alta—. Não chego nem na ponta do pé. Ele assentiu, parou na frente do armário, e esticou o braço. Foi naquele segundo, com os braços levantados, que sentiu as mãos frias dela na cintura. Depois, os dedos deslizando pela borda do shorts. —O que você tá fazendo? —sussurrou ele. —Shhh… —disse Julia, abaixando a calça e a cueca dele de uma vez até os joelhos. Matías soltou um suspiro ao sentir o ar fresco no pau já semi-ereto. Julia se ajoelhou e pegou o pau dele com uma mão delicada, lambendo da base até a cabeça. —Você tá tão gostoso assim… distraído —murmurou, logo antes de enfiar na boca. Matías apoiou uma mão na parede. O prazer o atingiu como um choque elétrico. Julia engolia com maestria, devagar, silenciosa, fundo. Chupava com os lábios bem fechados, usando a língua pra provocar ainda mais. —Julia… teu pai tá ali do lado… —Então não faz barulho —disse ela, tirando o pau da boca só por um segundo, com um fio de baba pendurado no lábio—. Se ouvirem, a gente descobriram. E ela voltou a chupá-lo com mais força, engolindo cada centímetro com fome, com ânsia. Suas mãos agarravam suas nádegas, enquanto sua cabeça se movia ritmicamente, cada vez mais rápido, com os olhos fechados como se estivesse provando sua sobremesa favorita. Matías estava à beira de perder o controle. A tensão de ser descoberto, o contraste de sua língua úmida com o ar frio da cozinha, o corpo dela tão perto… Tudo o tornava mais selvagem. —Não para… não para… —sussurrou ele, cerrando os dentes.
Julia acelerou, com gemidos baixos que vibravam em sua garganta e o faziam tremer.
E quando Matías gozou, ela não hesitou um segundo: engoliu tudo, sem se afastar, sem deixar uma gota. Depois lambeu os lábios como se tivesse acabado de terminar um doce e se levantou, voltando a subir sua calça com um sorriso.
—Obrigada pela ajuda… —disse, dando-lhe uma palmadinha suave na bunda—. Agora você pode voltar para casa… mas esta noite quero te ver de novo. E desta vez… é a sua vez de brincar com minha boca e meus limites.
Ela piscou um olho e foi embora andando pelo corredor como se nada tivesse acontecido, enquanto Matías ficou apoiado na parede, com a respiração ofegante e o pau ainda latejando.
Ele estava totalmente perdido.
E adorava.
A porta do quarto se abriu devagar. Matías, já meio adormecido, se assustou ao ver uma figura entrar envolta em sombras… até que a luz revelou o uniforme. Julia. Com uma roupa de enfermeira erótica: jaleco branco curto, botões abertos até o umbigo, sem sutiã, nem calcinha. Ela trazia uma pequena lanterna de plástico pendurada no pescoço e uma touca ridícula que a fazia parecer ainda mais perversa.— Boa noite, paciente — sussurrou com voz rouca. — Me informaram que seu pau está caído. Vim fazer uma inspeção de urgência.
Matías já estava duro só de vê-la. Julia caminhou até a cama, subiu em cima dele e puxou o lençol com uma lentidão desnecessária.
— Opa… acho que já está reagindo.
Ela puxou o pau dele com uma mão e começou a acariciá-lo devagar, como se estivesse examinando. Depois olhou para ele com malícia.
— Vou medir sua pressão… com a garganta.
E sem esperar resposta, inclinou-se e começou a chupá-lo com vontade, com uma técnica perfeita, lenta no início, aumentando o ritmo como se soubesse exatamente como fazê-lo perder o controle.
Matías mordia o lábio, ofegante.
— Deus, Julia…
— Não sou Julia — ela o corrigiu, levantando a cabeça com a língua ainda acariciando a ponta. — Sou a enfermeira. E tenho que cavalgá-lo para me certificar que a circulação está funcionando.
Ela subiu de um salto sobre ele, segurou seu pau com uma mão e o enfiou inteiro na sua buceta com um único movimento, soltando um gemido alto.
— Mmm… isso…! Que gostoso você está!
Cavalgou com força, com o cabelo solto balançando selvagemente enquanto pulava em cima dele, gemia de boca aberta e tocava os seios bem na frente dele, provocando-o mais e mais.
—Me dá! Me dá como na noite passada! Matías agarrou seus quadris e a ajudou a se mover mais rápido, chupou seus peitos até não aguentar mais. Ele a virou com força e a colocou de quatro, com o roupão levantado e aquele bumbum perfeito exposto diante dele. —Agora é a vez do meu tratamento especial —rosnou.
Ele a embestiu por trás com brutalidade. O som de seus corpos batendo enchia o quarto, junto com seus gemidos descontrolados.
E no meio da foda, ele perguntou com a voz rouca:
—Você vai me dar?
Julia virou o rosto com a bochecha apoiada na cama, suando.
—Dar o quê?
—Seu cu.
Ela sorriu, perversa.
—Quer entrar por trás…? —ofegou.
—Preciso. Por favor.
—Então usa saliva. E faz agora.
Matías cuspiu na mão, lubrificou a ponta do pau e com cuidado abriu suas nádegas. A ponta pressionou a entrada apertada, quente. Julia cerrou os dentes quando ele começou a empurrar. A sensação era brutal. Ela estava tão apertada que ele mal conseguia avançar.
Mas ela não reclamava. O encorajava com a voz trêmula:
—Isso! Me dá por aí! Tudo! Até o fundo!
Matías empurrou com força e enfiou tudo dentro do seu cu, provocando um grito rouco dela, mistura de dor e prazer.
A foda anal foi intensa, molhada, selvagem. Julia gemía como uma puta doente enquanto ele a comia por trás sem parar. Até que sentiu o orgasmo subir pela coluna como fogo. — Eu vou gozar…!
Ele tirou na hora certa e gozou sobre os peitos dela, manchando seu roupão branco, os mamilos eretos, o pescoço suado. Julia olhou para ele ofegante, sorrindo como se tivesse acabado de ganhar uma aposta.
E naquele instante, quando ela se deitou sobre ele, ainda com o coração batendo a mil, Matías acariciou seu cabelo com ternura.
— Você gosta de me provocar assim porque sabe que me deixa louco…
— Claro — sussurrou ela, lambendo seu peito —. Eu sei que você me queria desde que eu era garotinha… eu olhava quando você achava que eu não estava vendo.
Matías ficou gelado. Ela sabia.
— Mas não se preocupe — continuou ela —. Porque agora eu sou uma mulher de verdade… e eu te quero mais do que qualquer um. Você me faz sentir viva.
Ele a abraçou forte.
— Posso te pedir uma coisa?
— O que você quiser.
— Quer ser minha namorada? — perguntou, olhando em seus olhos.
Julia o olhou surpresa… e depois sorriu com uma ternura selvagem.
— Só se você continuar me comendo gostoso assim todas as noites.
Eles riram, se beijaram…
E começaram de novo.
A noite estava amena, com uma brisa suave que acariciava as ruas do bairro. Matías abriu a porta do carro para Julia como se fosse o primeiro encontro, embora já a conhecesse de cor, desde cada sinal nas costas até o sabor exato dos seus orgasmos. Julia entrou com um sorriso malicioso, vestindo um vestido preto curto que deixava os ombros à mostra e as pernas descobertas. Não usava sutiã, e cada movimento fazia os mamilos se destacarem com descaramento.— Lembrou de fazer a reserva? — perguntou ela, cruzando as pernas lentamente.
— Sim, senhorita — respondeu ele, com uma mão no volante e a outra tentada a acariciar sua coxa. — Mas a parte mais gostosa da noite não está no cardápio.
Julia sorriu sem responder, mas deixou a mão sobre a coxa dele, deslizando-a de vez em quando até sua virilha enquanto ele dirigia.
Jantaram em um restaurante elegante, com luzes baixas, vinho tinto e olhares carregados de desejo. A cada gole, Julia lambia os lábios de forma provocante. E sempre que Matías falava ao seu ouvido, ela se aproximava mais, deixando que seu perfume doce o embriagasse.
— Vamos embora — sussurrou no final, com um sorriso cheio de promessas. — Agora.
Quando entraram na casa de Matías, já não eram duas pessoas adultas. Eram uma bomba-relógio. Mal fecharam a porta, ele a empurrou contra a parede e a beijou com toda a ansiedade acumulada.
Julia ria entre gemidos, com a língua descontrolada e as mãos inquietas.
— Para — disse ela, pegando-o pela mão e levando-o ao sofá. — Tenho algo para te contar.
Sentou-se sobre ele e acariciou seu peito.
— Lembra quando a gente jogava bola, na infância?
Matías assentiu, surpreso com a lembrança.
— Sim… claro.
Ela desceu a mão, com um sorriso lento e malicioso, até acariciar suavemente seus testículos.
— Bom… agora que sou sua namorada… posso brincar com suas bolas?
Matías riu, mas no segundo seguinte suspirou ao sentir sua língua descendo pelo abdômen. Julia se ajoelhou entre suas pernas, tirou com suavidade e começou a chupá-la devagar, brincando com suas bolas, beijando-as, sugando-as com uma ternura perversa. —Mmm… você está tão gostoso hoje —murmurou, com saliva escorrendo de sua língua—. A sobremesa perfeita.
Matías recostou-se, respirando ofegante. Julia o devorava sem pressa, alternando sua boca entre seu pau e suas bolas, molhando tudo, brincando com sons sujos que o deixavam louco. —Sobe —pediu ele, com a voz rouca.
Ela obedeceu, montou nele e o enfiou na buceta de uma só vez, com um gemido suave que saiu de sua garganta como um canto obscuro. Começou a se mover devagar, com as mãos nos próprios seios, acariciando-os enquanto o cavalgava com a elegância de uma puta refinada.
Matias se sentou, agarrou aqueles peitos com as mãos e os devorou com a boca, chupando os mamilos, mordendo, babando neles com fome. —Isso! Chupa eles! São seus, gatinho…
Os movimentos ficaram mais intensos. Julia cavalgava ele com força, deslizando sobre ele, seus peitos batendo no rosto dele, seu corpo brilhando de suor e prazer. Até que ela parou, com a respiração ofegante.
—Agora… quero sentir você no meu outro buraco.
—Tem certeza?
—Sou sua namorada, minha bunda e minha buceta são suas. Me dá tudo. Quero gozar sentindo você onde mais ninguém esteve.
Matias a deitou com cuidado, a colocou de quatro no tapete e cuspiu na própria mão. Abriu as nádegas dela com uma lentidão quase reverente e enfiou o pau no cu dela, devagar, com força. Julia cerrou os dentes, mas não parou. Queria ele ali, dentro, enchendo ela até a alma.
—Isso, Matias! Me dá por trás! Mais, mais!
Matías a segurou pela cintura e a pegou pela bunda com força, batendo na pele dela a cada investida, fazendo-a gritar, gemer, se contorcer. Quando sentiu que ia gozar, saiu bem na hora. Julia se virou, de joelhos, com os peitos balançando e cheios de saliva e suor. Matías gozou nela, com força, cobrindo seus seios com o sêmen quente, enquanto ela sorria ofegante. —Deus… você é louco por mim —sussurrou. Matías a abraçou, ainda pelado, ainda duro. —E você foi feita pra mim. Ela acariciou seu rosto, com uma mistura de doçura e luxúria. —Eu te avisei desde o primeiro dia… você ia ficar viciado em mim. Ele sorriu, acariciando suas costas nuas. —E agora você é minha droga favorita. Eles se beijaram. Devagar. Profundo. Não havia mais joguinhos. Agora era real. E as noites nunca mais seriam tranquilas.
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