Introdução
Às vezes, o chifre é a única saída quando as coisas ficam insustentáveis, e esse pode ser um exemplo de que dá pra continuar sendo feliz mesmo que os outros te chamem de corno. Com o tempo, você percebe que ser corno não é um defeito; pelo contrário, pode não só salvar sua economia, mas também revelar um prazer profundo junto com a cumplicidade da sua parceira. Vamos começar com o relato.
Anos vivendo juntos com uma grana apertada, trabalhando pra sobreviver junto com a Ana. Tivemos algumas frustrações, mas sempre demos um jeito de seguir em frente. Dessa vez, as coisas estavam muito ruins, quase perdendo meu emprego com um salário que mal dava pro básico. O estresse e os problemas viraram uma barreira enorme na cama. Chegar em casa e só falar das dificuldades, tentando achar uma solução, queimava a cabeça dos dois, embora algumas noites a gente desabafasse com uma trepada daquelas. Graças a ser bem dotado, a Ana ficava mais que satisfeita. Tudo desabou quando fui demitido. Foi aí que apareceu o Carlos, meu parceiro mais fiel do trabalho. Eu sabia que ele tava bobão pela Ana, e não era pra menos. A bunda da Ana atrai olhares e já foi assunto várias vezes na nossa conversa, mesmo a esposa dele, a Alicia, sendo uma gostosa de peitão enorme, que eu admirava e até tinha um monte de fantasia com ela. Coisa que eu imaginava que o Carlos sentia pela Ana, mas nunca passou disso. Comentar nossos problemas com as namoradas era algo do dia a dia, e eu tava ligado que entre o Carlos e a Alicia as coisas não iam nada bem. A Alicia tem um jeito muito direto de ser, e em várias reuniões que tivemos, ela mostrou interesse por mim, o que me deixava todo excitado. Foi assim que o Carlos veio me ver quando saiu do trabalho, mas não me encontrou, porque eu tinha ido procurar pelo menos um bico. Quando voltei pro meu barraco, lá estava a Ana cozinhando.
Ana, oi amor, como foi?
Mais ou menos, cansado de tanto andar, mas ainda não tem nada. O que você tá cozinhando?
Ana arroz com frango
E de onde você tirou essa grana?
Ana, hoje o Carlos veio te ver e, como você não tava, a gente bateu um papo. Ele tem uma proposta pra te fazer.
E te deixo uma grana também, você sabe muito bem que ele tá doido pra te pegar, rolou alguma coisa?
Ana, aconteceu o que tinha que acontecer.
Você comeu ela, não é verdade?
Ana, qual outra tinha bebê? Consegui comprar o botijão, o frango e até um vinho pra você.
Pelo menos você gozou com ele?
Ana não foi nada mal, não é como você, mas se faz respeitar e, sinceramente, eu curti pra caralho. Você sabe bem a vontade que o Carlos tava de me pegar, meu anjo, mas eu garanti que ele não perdesse a vontade de me ter.
Sério? E como você tá tão segura?
Você se saiu muito bem, bebê. E ele disse quando volta? Porque com certeza não vai parar de vir por causa da sua bunda, bebê.
Ana quer minha buceta, vai sair bem caro, amor, mal te dou pra você
Você nunca me deu, baby.
Ana, beleza, não me joga nada na cara não, minha bunda pequena ainda tá inteira. Você tem que ir ver ele, bebê, ele disse que tem uma coisa boa pra você.
Amanhã vou ver ele, sabe o que eu acho? Que ele não tem nada pra mim, tenho certeza que o Carlos sabia que eu não ia estar em casa.
Ana, você tá me dizendo que ela só veio pra me foder? Paga ela com a mesma moeda, bebê. Vai amanhã de manhã pra você se aliviar com a Alicia.
Ela tá afim de mim, cê não viu como ela se insinua pra mim?
Ana, já sei, bebê. Senta e come.
Antes não era assim, não sei o que aconteceu com ela.
Ana, essa é mais piranha do que eu. Quando eu falei como você me deixava quando me pegava, ela ficou louca, bebê, e eu sei por quê.
Por que ter?
Ana porque o Carlos deixa ela com tesão, tomara que eu tivesse algo parecido com o seu, por isso não tenho medo de dar a buceta pra ele.
Dá pra ele, gata, aproveita e tira uma boa grana desse punheteiro.
Ana, sim, meu céu, mas você arrebenta a namorada dela. A Alicia tem muitos contatos, pode te ajudar, bebê.
Amanhã eu faço, mas agora só quero te comer.
Ana, não bebe, o Carlos descontou em mim, amor. Se quiser, a gente só se amassa um pouco. Já sei, não é igual a você, mas o filho da puta me fez gozar duas vezes.
Fomos dormir, verdade é que não tava me sentindo muito bem. Conhecia o Carlos, sabia que ele tinha comido minha mina e isso não me dava nada de tesão, mas fazer o quê, tinha valido a pena. A geladeira tava cheia, e ela ainda continuava dormindo do meu lado. No dia seguinte, acordei, preparei o café da manhã pra Ana e chamei ela pra tomar um mate. Fazia um tempão que a gente não tomava mate junto de manhã.
Ana vai te dar um banho, eu esquento uma panela de água pra você e depois você vai ver a puta da Alicia, arrebenta ela.
Vale, minha vida, valeu
Tomei um banho e fui pra casa do Carlos com a intenção de arrebentar a buceta da Alicia, a peituda. Tava feito um touro selvagem.
Alicia: fala oscar, o que cê tá fazendo por aqui? vem, entra, o carlos não tá, mas cê quer tomar um mate?
Claro que sim, temos muito o que conversar.
Ali estava a Alicia com seu vestido decotado, sem sutiã, era evidente que não tava usando, meus olhos estavam grudados nas tetas dela e ela sabia, por isso mexia tanto elas.
Alicia, que estranho você não estar procurando emprego. A Ana sabe que você está aqui?
Não precisa saber disso, ali, mas tava com muita vontade de te ver. Como é que tão as tuas coisas? Me conta.
Alicia, não melhores que as suas, mas sabe de uma coisa? Eu posso te dar uma mão.
O que tá rolando com você? É o Carlos?
Alicia, não me fala desse babaca, não sei o que dá nele.
Por quêêêê
Alicia nem me toca direito e, quando toca, nem cócegas me faz.
Sério que ele é tão ruim na cama?
Alicia, pior do que você imagina.
Bom, mas é pra isso que servem os amigos, não é mesmo?
Alicia, não sei se com você eu consigo fazer isso, você é mais que parceiro dela, é amigo dela.
E como amigo, posso ajudar dando pra sua mulher o prazer que ele não consegue dar.
Alicia, e se ela descobre? O que a gente faz?
Naquela hora eu estava parado do lado da Alicia, olhando pra aquelas tetonas dela com a pica dura.
E por que ela tem que ficar sabendo?
Peguei os dois peitos dela com minhas mãos e comecei a acariciar.
Alicia, ah não, para o Oscar, isso é uma loucura, sério que ele não vai ficar sabendo?
Te juro que ela nunca vai saber.
Alicia, entre gemidos, desabotoou minha calça deixando cair no chão, abaixei minha cueca e meu pau pulou pra fora, no segundo seguinte já tava na boca dela, era lindo como ela me chupava, se continuasse assim ia me fazer gozar.
Para, para, melhor a gente ir pra cama.
Alicia se levantou e, com violência, me levou pro quarto dela, onde tinha dormido até pouco tempo com o marido — coisa que não importou pra ela. Tirei o vestido dela e lá estavam os peitos dela. Me joguei neles e fiquei brincando, parecia um bebê mamando na teta da mãe. Os bicos dela estavam bem duros e Alicia não parava de gemer.
Alicia, essas são as coisas que me deixam louca e o idiota do Carlos nunca faz. Agora me fode, mas me fode bem forte, não aguento mais, já quero sua pica toda dentro, mesmo que doa.
Joguei ela na cama, arranquei a calcinha e enfiei. O grito da Alicia foi a confirmação de que meu pau tinha dominado ela. Mesmo doendo, ela não parava de gemer. Meti com toda a força que podia, senti o orgasmo dela chegando. Ela cravou as unhas nas minhas costas enquanto me xingava e depois pedia pra eu não tirar.
Vou te encher de porra, sua puta de peitões, assim você aprende que mostrar essas tetas pros outros tem consequências.
Alicia, goza dentro de mim, não tira ela, tô gozando de novo ahhhh ahhhhh ahhhh
A puta teve outro orgasmo e aí eu tirei ela da buceta e coloquei entre os peitos. Quando a Alicia percebeu o que eu queria, apertou os peitos contra meu pau, esperando que eu enchesse eles de porra, mas o que ela nunca imaginou é que eu também ia encher a cara dela. Ver o rostinho dela lambuzado de leite me deu a ideia de juntar minha porra com os dedos e enfiar na boca dela, coisa que ela gostou. Aí virei ela de costas e abri as pernas sem que ela reclamasse. A idiota achou que eu ia comer ela de novo, mas quando meu pau foi pro cu dela, ela reclamou.
Alicia, não, por aí não, vai me matarrrr aiiiii aiiiii aiiiii
Enquanto a Alicia se contorcia, eu já tinha ela de quatro, não tinha volta. Enquanto eu arrebentava a bunda dela, ela só reclamava e balançava a cabeça de um lado pro outro.
Alicia, tira, tira, por ali nunca faço, tá doendoo, tá doendoo ahhh aahhhhh
Aquela puta tava mentindo pra mim, a bunda dela tava bem aberta, mas meu pau entrava bem apertado. De repente, ela começou a gemer e, a partir daquele momento, começou a implorar pra eu não tirar ele de dentro. Naquela altura, eu já era dono da bunda dela e das tetas dela, que, mesmo cheias de leite, eu não parava de torturar. Assim, enchi o cu dela de porra, e isso fez com que ela tivesse outro orgasmo, mas ainda mais violento. Levantei da cama e fui pro banheiro. Quando voltei pro quarto, a Alicia ainda tava largada na cama. Dei meu pau pra ela chupar de novo, e ela chupou com gosto.
Quer mais, gostosa?
Alicia, não, por favor, por hoje já deu.
Então te vejo durante a semana, por favor, arruma um trampo pra mim, eu sei que você consegue.
Alicia, quando você voltar já vai estar com ele. Agora vai, que eu tenho que arrumar essa bagunça antes do Carlos vir comer.
OBRIGADO POR ME LER
AGRADECE-SE OS PONTOS E OS COMENTÁRIOS
Às vezes, o chifre é a única saída quando as coisas ficam insustentáveis, e esse pode ser um exemplo de que dá pra continuar sendo feliz mesmo que os outros te chamem de corno. Com o tempo, você percebe que ser corno não é um defeito; pelo contrário, pode não só salvar sua economia, mas também revelar um prazer profundo junto com a cumplicidade da sua parceira. Vamos começar com o relato.
Anos vivendo juntos com uma grana apertada, trabalhando pra sobreviver junto com a Ana. Tivemos algumas frustrações, mas sempre demos um jeito de seguir em frente. Dessa vez, as coisas estavam muito ruins, quase perdendo meu emprego com um salário que mal dava pro básico. O estresse e os problemas viraram uma barreira enorme na cama. Chegar em casa e só falar das dificuldades, tentando achar uma solução, queimava a cabeça dos dois, embora algumas noites a gente desabafasse com uma trepada daquelas. Graças a ser bem dotado, a Ana ficava mais que satisfeita. Tudo desabou quando fui demitido. Foi aí que apareceu o Carlos, meu parceiro mais fiel do trabalho. Eu sabia que ele tava bobão pela Ana, e não era pra menos. A bunda da Ana atrai olhares e já foi assunto várias vezes na nossa conversa, mesmo a esposa dele, a Alicia, sendo uma gostosa de peitão enorme, que eu admirava e até tinha um monte de fantasia com ela. Coisa que eu imaginava que o Carlos sentia pela Ana, mas nunca passou disso. Comentar nossos problemas com as namoradas era algo do dia a dia, e eu tava ligado que entre o Carlos e a Alicia as coisas não iam nada bem. A Alicia tem um jeito muito direto de ser, e em várias reuniões que tivemos, ela mostrou interesse por mim, o que me deixava todo excitado. Foi assim que o Carlos veio me ver quando saiu do trabalho, mas não me encontrou, porque eu tinha ido procurar pelo menos um bico. Quando voltei pro meu barraco, lá estava a Ana cozinhando.
Ana, oi amor, como foi?
Mais ou menos, cansado de tanto andar, mas ainda não tem nada. O que você tá cozinhando?
Ana arroz com frango
E de onde você tirou essa grana?
Ana, hoje o Carlos veio te ver e, como você não tava, a gente bateu um papo. Ele tem uma proposta pra te fazer.
E te deixo uma grana também, você sabe muito bem que ele tá doido pra te pegar, rolou alguma coisa?
Ana, aconteceu o que tinha que acontecer.
Você comeu ela, não é verdade?
Ana, qual outra tinha bebê? Consegui comprar o botijão, o frango e até um vinho pra você.
Pelo menos você gozou com ele?
Ana não foi nada mal, não é como você, mas se faz respeitar e, sinceramente, eu curti pra caralho. Você sabe bem a vontade que o Carlos tava de me pegar, meu anjo, mas eu garanti que ele não perdesse a vontade de me ter.
Sério? E como você tá tão segura?
Você se saiu muito bem, bebê. E ele disse quando volta? Porque com certeza não vai parar de vir por causa da sua bunda, bebê.
Ana quer minha buceta, vai sair bem caro, amor, mal te dou pra você
Você nunca me deu, baby.
Ana, beleza, não me joga nada na cara não, minha bunda pequena ainda tá inteira. Você tem que ir ver ele, bebê, ele disse que tem uma coisa boa pra você.
Amanhã vou ver ele, sabe o que eu acho? Que ele não tem nada pra mim, tenho certeza que o Carlos sabia que eu não ia estar em casa.
Ana, você tá me dizendo que ela só veio pra me foder? Paga ela com a mesma moeda, bebê. Vai amanhã de manhã pra você se aliviar com a Alicia.
Ela tá afim de mim, cê não viu como ela se insinua pra mim?
Ana, já sei, bebê. Senta e come.
Antes não era assim, não sei o que aconteceu com ela.
Ana, essa é mais piranha do que eu. Quando eu falei como você me deixava quando me pegava, ela ficou louca, bebê, e eu sei por quê.
Por que ter?
Ana porque o Carlos deixa ela com tesão, tomara que eu tivesse algo parecido com o seu, por isso não tenho medo de dar a buceta pra ele.
Dá pra ele, gata, aproveita e tira uma boa grana desse punheteiro.
Ana, sim, meu céu, mas você arrebenta a namorada dela. A Alicia tem muitos contatos, pode te ajudar, bebê.
Amanhã eu faço, mas agora só quero te comer.
Ana, não bebe, o Carlos descontou em mim, amor. Se quiser, a gente só se amassa um pouco. Já sei, não é igual a você, mas o filho da puta me fez gozar duas vezes.
Fomos dormir, verdade é que não tava me sentindo muito bem. Conhecia o Carlos, sabia que ele tinha comido minha mina e isso não me dava nada de tesão, mas fazer o quê, tinha valido a pena. A geladeira tava cheia, e ela ainda continuava dormindo do meu lado. No dia seguinte, acordei, preparei o café da manhã pra Ana e chamei ela pra tomar um mate. Fazia um tempão que a gente não tomava mate junto de manhã.
Ana vai te dar um banho, eu esquento uma panela de água pra você e depois você vai ver a puta da Alicia, arrebenta ela.
Vale, minha vida, valeu
Tomei um banho e fui pra casa do Carlos com a intenção de arrebentar a buceta da Alicia, a peituda. Tava feito um touro selvagem.
Alicia: fala oscar, o que cê tá fazendo por aqui? vem, entra, o carlos não tá, mas cê quer tomar um mate?
Claro que sim, temos muito o que conversar.
Ali estava a Alicia com seu vestido decotado, sem sutiã, era evidente que não tava usando, meus olhos estavam grudados nas tetas dela e ela sabia, por isso mexia tanto elas.
Alicia, que estranho você não estar procurando emprego. A Ana sabe que você está aqui?
Não precisa saber disso, ali, mas tava com muita vontade de te ver. Como é que tão as tuas coisas? Me conta.
Alicia, não melhores que as suas, mas sabe de uma coisa? Eu posso te dar uma mão.
O que tá rolando com você? É o Carlos?
Alicia, não me fala desse babaca, não sei o que dá nele.
Por quêêêê
Alicia nem me toca direito e, quando toca, nem cócegas me faz.
Sério que ele é tão ruim na cama?
Alicia, pior do que você imagina.
Bom, mas é pra isso que servem os amigos, não é mesmo?
Alicia, não sei se com você eu consigo fazer isso, você é mais que parceiro dela, é amigo dela.
E como amigo, posso ajudar dando pra sua mulher o prazer que ele não consegue dar.
Alicia, e se ela descobre? O que a gente faz?
Naquela hora eu estava parado do lado da Alicia, olhando pra aquelas tetonas dela com a pica dura.
E por que ela tem que ficar sabendo?
Peguei os dois peitos dela com minhas mãos e comecei a acariciar.
Alicia, ah não, para o Oscar, isso é uma loucura, sério que ele não vai ficar sabendo?
Te juro que ela nunca vai saber.
Alicia, entre gemidos, desabotoou minha calça deixando cair no chão, abaixei minha cueca e meu pau pulou pra fora, no segundo seguinte já tava na boca dela, era lindo como ela me chupava, se continuasse assim ia me fazer gozar.
Para, para, melhor a gente ir pra cama.
Alicia se levantou e, com violência, me levou pro quarto dela, onde tinha dormido até pouco tempo com o marido — coisa que não importou pra ela. Tirei o vestido dela e lá estavam os peitos dela. Me joguei neles e fiquei brincando, parecia um bebê mamando na teta da mãe. Os bicos dela estavam bem duros e Alicia não parava de gemer.
Alicia, essas são as coisas que me deixam louca e o idiota do Carlos nunca faz. Agora me fode, mas me fode bem forte, não aguento mais, já quero sua pica toda dentro, mesmo que doa.
Joguei ela na cama, arranquei a calcinha e enfiei. O grito da Alicia foi a confirmação de que meu pau tinha dominado ela. Mesmo doendo, ela não parava de gemer. Meti com toda a força que podia, senti o orgasmo dela chegando. Ela cravou as unhas nas minhas costas enquanto me xingava e depois pedia pra eu não tirar.
Vou te encher de porra, sua puta de peitões, assim você aprende que mostrar essas tetas pros outros tem consequências.
Alicia, goza dentro de mim, não tira ela, tô gozando de novo ahhhh ahhhhh ahhhh
A puta teve outro orgasmo e aí eu tirei ela da buceta e coloquei entre os peitos. Quando a Alicia percebeu o que eu queria, apertou os peitos contra meu pau, esperando que eu enchesse eles de porra, mas o que ela nunca imaginou é que eu também ia encher a cara dela. Ver o rostinho dela lambuzado de leite me deu a ideia de juntar minha porra com os dedos e enfiar na boca dela, coisa que ela gostou. Aí virei ela de costas e abri as pernas sem que ela reclamasse. A idiota achou que eu ia comer ela de novo, mas quando meu pau foi pro cu dela, ela reclamou.
Alicia, não, por aí não, vai me matarrrr aiiiii aiiiii aiiiii
Enquanto a Alicia se contorcia, eu já tinha ela de quatro, não tinha volta. Enquanto eu arrebentava a bunda dela, ela só reclamava e balançava a cabeça de um lado pro outro.
Alicia, tira, tira, por ali nunca faço, tá doendoo, tá doendoo ahhh aahhhhh
Aquela puta tava mentindo pra mim, a bunda dela tava bem aberta, mas meu pau entrava bem apertado. De repente, ela começou a gemer e, a partir daquele momento, começou a implorar pra eu não tirar ele de dentro. Naquela altura, eu já era dono da bunda dela e das tetas dela, que, mesmo cheias de leite, eu não parava de torturar. Assim, enchi o cu dela de porra, e isso fez com que ela tivesse outro orgasmo, mas ainda mais violento. Levantei da cama e fui pro banheiro. Quando voltei pro quarto, a Alicia ainda tava largada na cama. Dei meu pau pra ela chupar de novo, e ela chupou com gosto.
Quer mais, gostosa?
Alicia, não, por favor, por hoje já deu.
Então te vejo durante a semana, por favor, arruma um trampo pra mim, eu sei que você consegue.
Alicia, quando você voltar já vai estar com ele. Agora vai, que eu tenho que arrumar essa bagunça antes do Carlos vir comer.
OBRIGADO POR ME LER
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1 comentários - A necessidade tem cara de corno