Diziam os velhos da aldeia que no fundo da floresta, onde nem o sol nem a lua ousavam entrar, morava uma mulher de uma beleza sobrenatural. Uma criatura de pele branca como osso, olhos como brasas acesas e um cabelo preto que caía como uma cascata sobre os peitos dela. Chamavam ela de Bruxa da Floresta Negra.Os homens que se aventuravam perto demais da morada dela sumiam sem deixar rastro. Mas o que ninguém sabia é que eles não morriam… não de imediato.
Naquela noite, Julián, um jovem de dezenove anos, corpo firme de tanto trabalhar no campo, foi o escolhido. A bruxa observava ele há semanas. Tinha sentido a energia viril dele, o desejo contido, o vigor fresco… perfeito pro ritual dela.
Ela encontrou ele quando dormia perto do rio, pelado depois de se banhar. Os lábios dela se curvaram com malícia. Chegou com passos silenciosos, envolta numa capa feita de sombras e névoa, e beijou ele suavemente na testa.
— Vem comigo, garanhão — sussurrou com uma voz doce como veneno.
Julián abriu os olhos, hipnotizado. Andou atrás dela, pelado, sem dizer uma palavra, como se a alma dele tivesse sido roubada.
A cabana da bruxa era um templo pagão escondido entre árvores retorcidas. Lá dentro, um altar de pedra preta esperava por ele, rodeado por velas que queimavam com fogo escuro. O ar cheirava a mel, suor e algo mais… desejo cru, latente.
Ela guiou ele até o altar e fez ele se deitar. Com cordas feitas de raízes vivas, amarrou ele de pés e mãos, abrindo ele pra ela. Julián não resistiu. Os olhos dele brilhavam de luxúria e submissão.
— Sabe por que você está aqui? — sussurrou ela enquanto subia no corpo dele — Porque eu preciso do seu fogo pra continuar jovem… e porque você precisa disso tanto quanto eu.
A bruxa tirou a capa. O corpo dela era uma visão profana: peitos firmes, quadril largo, uma pele que parecia irradiar luz na escuridão. Ela se inclinou sobre o pescoço dele e lambeu, enquanto a buceta dela roçava no pau dele já duro.
Com um gemido baixo, Ela sentou-se devagar sobre ele, deixando-o entrar no seu calor úmido e pulsante. Julián arqueou as costas e puxou as cordas, preso entre o prazer e o feitiço. A bruxa cavalgava sobre ele com maestria sobrenatural, os peitos balançando, o cabelo caindo como uma cortina preta no rosto dele.
—Me dá tudo —sussurrou, enquanto acelerava—. Teu desejo, tua força, tua porra.
O altar vibrava sob os corpos deles. As velas tremeluziam, como se excitadas pelo ritual. O corpo de Julián tremia, a respiração era animal, os quadris empurravam com força, mesmo amarrado.
A bruxa gemia, se contorcia, se enfiava nele uma e outra vez, até sentir o orgasmo chegar como uma onda escura. Apertou ele com as pernas, espremeu ele com a buceta, e com um grito final, Julián gozou com violência, enchendo ela até o fundo.
As velas se apagaram sozinhas. A escuridão o envolveu.
Ela se inclinou no ouvido dele e murmurou:
—Você foi delicioso… mas ainda não terminei com você.
E com um sorriso perverso, montou ele de novo, dessa vez mais selvagem, mais fundo, mais insaciável.
A floresta escura rugia lá fora, mas dentro, só se ouviam gemidos, estalos de carne e o eco de uma bruxa eternamente jovem, se alimentando de desejo.
Julián não sabia quantas vezes tinha gozado dentro dela. Perdeu a conta quando o corpo dele começou a tremer de pura exaustão. Amarrado ao altar, com a pele brilhando de suor e os lábios secos, mal conseguia respirar.
A bruxa estava sobre ele, de novo. Montando ele com uma fome que não era desse mundo. Cada gemido dela era um feitiço. Cada estocada, uma oferenda. A buceta molhada dela envolvia ele como uma boca quente, pulsante, faminta.
Julián já não gemia, ofegava fraco, exausto. O corpo dele vibrava de prazer e dor. Ela sorria com as presas quase visíveis.
—Você está quase pronto, garanhão —murmurou enquanto beijava ele com uma língua que sabia a ferro e mel.
Então parou. Olhou pra ele com ternura fingida, como uma amante satisfeita. Ela se inclinou sobre o peito dele e lambeu o suor. Acariciou o abdômen dele com dedos longos e gelados. — Nem todo mundo chega tão longe — sussurrou. — Sua energia foi deliciosa…
Julian sorriu, atordoado pelo êxtase, sem entender.
— Posso ir embora agora…? — balbuciou.
Ela deu uma risadinha e balançou a cabeça.
— Ninguém sai da floresta escura.
Ela se inclinou em direção à virilha dele, o pau ainda duro, ainda pulsando fraco. Acariciou com doçura… até que, de repente, sem aviso, abriu a boca mais do que era humanamente possível. A mandíbula dela se deslocou com um estalo, revelando uma fileira de presas negras e finas como agulhas.
—O-que você está fazendo…? — ele conseguiu perguntar, a voz trêmula. Não teve tempo de gritar. Com uma investida final, ela o envolveu entre suas mandíbulas e comeu seu pau de uma só mordida, rasgando carne, veias, alma.
O grito de Julián se perdeu entre as árvores. Seu corpo se arqueou violentamente, e então desabou.
A bruxa engoliu com um gemido de prazer, fechando os olhos como se saboreasse um manjar divino.
— Sua virilidade vai alimentar minha beleza por mais cem anos — disse ela, lambendo os lábios manchados de sangue.
O corpo sem vida de Julián foi arrastado para fora do altar por sombras em forma de mãos. Jogaram-no num poço negro ao pé do santuário, onde se amontoavam ossos e cadáveres secos, todos com a mesma mutilação brutal.
Ela se olhou no espelho de obsidiana. Sua pele brilhava, seus peitos firmes, seus olhos mais vermelhos do que nunca. Sorriu satisfeita. Depois ergueu o olhar para a floresta.
— Agora… quem vou levar esta noite?
E com um sussurro, enviou seu feitiço para as aldeias, procurando o próximo jovem garanhão.
A floresta cheirava a terra molhada e flores podres. O vento sussurrava nomes que ninguém devia pronunciar. Na vila, corriam boatos sobre Julián: que tinha fugido, que tinha sido raptado por um urso… mas ninguém ousava dizer o que muitos pensavam em segredo.
A bruxa o tinha levado.
Tomás, o melhor amigo de Julián, não conseguia ficar parado. Algo no peito dele ardia. Raiva. Dor. Culpa. E uma curiosidade perigosa. Aos vinte anos, era alto, forte, com o cabelo bagunçado e as mãos grandes de tanto trabalhar. Sempre foi corajoso… mas naquela noite, sua coragem seria sua condenação.
Ele cruzou a floresta com uma lanterna, mas a luz não alcançava mais do que alguns metros. Árvores deformadas o cercavam. Vozes suaves flutuavam entre os galhos. Então ele a viu.
Uma mulher nua caminhava na frente dele, como um fantasma entre a névoa. Sua pele brilhava como a lua, e seu cabelo ondulava como fumaça negra.
— Julián…? — ele murmurou. Confuso. A bruxa se virou devagar e sorriu pra ele. Um brilho perverso passou pelos olhos dela. Não disse uma palavra. Só estendeu a mão. Tomás segurou, como se não conseguisse evitar. Caminhou com ela, besta, excitado, sentindo o tesão crescer a cada passo. Na cabeça dele, alguma coisa gritava pra fugir. Mas o pau pulsava, duro, pronto… como se o corpo traísse a razão.
Quando chegaram no altar, as velas pretas já estavam acesas. Ela foi tirando a roupa dele com movimentos suaves, quase de mãe. Tomás não resistiu. Pelo contrário, as mãos tremiam de ansiedade.
— Cadê eu…? — perguntou com a voz rouca, olhando pro altar.
— Onde os homens vêm pra entregar tudo — sussurrou ela, passando a mão no peito dele, descendo pela barriga, até pegar o pau dele com uma mão quente e firme —. Tá pronto?
Tomás concordou, ofegante. Ela empurrou ele de leve pro altar, amarrando ele com raízes vivas que brotavam do chão, feito cobras famintas.
A bruxa montou nele com uma lentidão gostosa. A buceta dela recebeu o pau dele com um calor irreal, como se estivesse sugando. Começou a cavalgar devagar, fundo, gemendo, invocando alguma coisa a cada rebolada.
Tomás gemia, cada vez mais alto, mais desesperado. O corpo queimava. O pau pulsava dentro dela, engolido, apertado, espremido.
Ela se inclinou e beijou ele com uma língua invasiva, quase sufocante. E aí, sussurrou no ouvido dele:
— Você é mais doce que o anterior…
Tomás abriu os olhos. Quis falar, mas o corpo não obedecia. O medo chegou tarde demais.
— …mas tão inútil quanto depois de esvaziar — completou ela com um sorriso cruel.
E como antes, a boca dela se transformou. O maxilar abriu com um estalo desumano. Os caninos brilharam.
Tomás gritou. Mas já tava dentro dela. Não tinha mais saída.
O altar ficou vermelho de novo.
Quer que no próximo capítulo alguém comece a desconfiar do padrão dos desaparecimentos e vá enfrentar ela? E a bruxa? Ou vamos com mais vítimas presas pela luxúria mortal dela? O nome dele era Rubén, e ele não acreditava em bruxas. Tinha sido policial na capital, mas agora, cansado do barulho e da corrupção, aceitava casos particulares em povoados perdidos. Quando ouviu sobre os desaparecimentos de Julián e Tomás, pensou em tráfico de pessoas ou alguma seita rural… até ouvir os boatos. Uma mulher nua. Um altar no meio do mato. Jovens que sumiam sem deixar rastros. Rubén, quarentão, bruto, com cara de lobo, sabia que algo tava errado. Mas não ia se deixar levar por contos de fada. Então se preparou como um verdadeiro cético paranoico: com faca de prata, amuletos antigos, uma lanterna UV… e um toque pessoal, inspirado pela avó galega dele. Passou essência concentrada de alho no pau. — Por via das dúvidas, bruxinha… não quero que seja fácil pra você — murmurou enquanto ajustava as calças. Naquela noite, entrou no mato. Era guiado pelas pegadas dos desaparecidos e um mapa tosco desenhado por um velho bêbado que jurava ter visto “a mulher demônio em pessoa”. Não demorou pra achar a cabana. Tava escondida debaixo de raízes e cipós, como se o mato quisesse protegê-la. Quando entrou, sentiu na hora o ar pesado, carregado de suor e feitiçaria. E lá estava ela, esperando por ele. Nua. Gostosa. Mortal. — Você não é como os outros… — disse a bruxa, apertando os olhos. Rubén não respondeu. Só olhou pra ela, analisando cada curva, cada sombra que se mexia ao redor. Sabia que tava na boca do lobo… mas também sabia que o lobo não esperava que a presa tivesse dentes. Ela se aproximou, deslizando como um perfume escuro. Tirou a roupa dele devagar, e ele deixou. O corpo dele, calejado mas firme, ainda tinha fogo. E o fogo atraía a bruxa como mel atrai mosca. — Te quero, humano. Mais do que imaginava — sussurrou, montando nele em cima do altar. O contato foi na hora. Mas alguma coisa tava errada. Apenas a buceta roçou na pica do Rubén, a bruxa estremeceu. Um gemido rouco escapou da garganta dela. Os olhos dela se abriram, injetados de sangue. Ela recuou bruscamente.
—O que… o que você tá carregando aí…?
Rubén sorriu com meio sorriso.
—Um segredo da minha avó. Alho puro. Não espanta só vampiro.
Ela gritou como se tivesse sido queimada. Das coxas dela começaram a sair sombras pretas, como se algo podre estivesse escorrendo do corpo. A bruxa cambaleou, ofegante, furiosa, mas ainda cheia de tesão.
—Seu filho da puta…! —cuspilou—. Você não pode me negar!
—Não? —Rubén se levantou, com o pau ainda duro, brilhante e besuntado—. Vai lá, tenta de novo.
Ela olhou pra ele como um bicho ferido… mas o desejo era mais forte que o ódio. Pulou em cima dele de novo, que nem uma viciada desesperada, tentando montar, dominar, mas mal a buceta encostava nele, a ardência voltava, o alho queimava a carne dela, impedia de sugar, de controlar.
Rubén empurrou ela contra o altar, e dessa vez, foi ele quem montou.
—Agora você vai saber o que é ser usada —murmurou no ouvido dela.
Comeu ela com força, com raiva, enquanto ela se contorcia entre gemidos de prazer e dor. O alho no pau queimava a buceta dela por dentro, mas também excitava. Ela não conseguia parar. Não conseguia resistir.
Rubén metia com ritmo firme, punitivo. Cada estocada era um exorcismo. Cada gemido dela, uma súplica impura.
Quando finalmente gozou dentro dela, a bruxa soltou um gemido dilacerante que fez a floresta tremer. Uma nuvem preta saiu do corpo dela. O altar rachou. As velas explodiram.
Rubén se afastou, ofegante, suando.
Ela ficou estirada, exausta, fraca. Como se tivesse perdido séculos de juventude numa única foda amaldiçoada.
—O que você fez comigo…? —sussurrou ela, chorando—. Me esvaziou…
Rubén acendeu um cigarro, ainda nu.
—Te devolvi o favor.
A bruxa estava nua sobre o altar rachado. A pele já não brilhava como antes. Tava pálida, flácida em alguns lugares. os olhos opacos, o cabelo como galhos secos.
—Maldito… —murmurou—. Sabe o que fez? Me esvaziou. Me envelheceu com seu… veneno nojento.
Rubén observava o corpo exangue dela com uma mistura de pena, desejo residual… e nojo.
—Sei o que fiz. Mas não é suficiente. Você ainda está viva. E enquanto estiver, a floresta continuará sendo sua prisão. E você, sua maldição.
Ela o encarou com uma risada amarga.
—Você não pode me matar como uma bruxa qualquer. Minha alma está ligada à floresta. Aos homens que me tomaram. Aos que eu tomei.
Rubén tirou da mochila um pequeno frasco de vidro escuro. Dentro, uma mistura grossa e preta: sangue, e alho fermentado, preparado em ritual por uma velha curandeira galega que ele visitara semanas antes.
—Não vim só pra te comer —disse ele—. Vim pra te dar o último orgasmo… aquele que vai te destruir.
A bruxa arregalou os olhos de terror.
Rubén caminhou até ela. O pau dele, duro de novo, brilhava com uma mistura de saliva, suor… e a essência escura do frasco. Ele se lambuzou generosamente, até ficar todo coberto.
—Não… se você entrar de novo… vai me consumir… ou eu a você…
—Exatamente —disse ele.
Ele a pegou pelos tornozelos. Abriu ela com brutalidade, e sem dar mais tempo, a penetrou com força.
O grito da bruxa foi desumano.
Rubén metia na buceta dela sem parar. Cada estocada era uma carga sagrada, cada empurrão, uma maldição invertida. Ela ardia por dentro. A carne dela se contorcia, mudando, apodrecendo e rejuvenescendo ao mesmo tempo. O prazer era tão intenso que a bruxa chorava, ria, tremia.
As raízes da floresta começaram a tremer. O altar sangrava. As almas dos jovens sacrificados começaram a rodeá-los, como sombras de luz.
—Rubén, chega! —gemeu ela entre espasmos—. Você tá me matando!
—Não, bruxa… —rosnou ele entre os dentes, acelerando—. Tô te libertando.
Com um rugido final, Rubén gozou dentro dela, uma última vez.
E então aconteceu.
O corpo da bruxa se arqueou, e com um orgasmo infernal, explodiu em luz escura, uma explosão de sombras e lamentos que varreu toda a floresta. A cabana desabou. As raízes secaram. As velas se apagaram para sempre. Rubén caiu de joelhos, exausto, coberto de cinzas e suor. A bruxa já não estava mais. Só restava uma figura de osso, empoeirada, com um sorriso agradecido na caveira. E a floresta… ficou em silêncio. No dia seguinte, amanheceu sem névoa. Pela primeira vez em séculos, os raios de sol entraram entre as árvores. A maldição tinha sido quebrada. Os espíritos tinham ido embora. E Rubén… caminhou de volta pra vila, mancando, mas com um sorriso orgulhoso. — Minha avó tinha razão — murmurou. — Alho cura tudo… até uma bruxa ninfomaníaca.


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