Olá, bandido, não sei se você vai compartilhar essa experiência meio traumática e bem excitante pra mim. Meu nome é Juliana e vou contar quando fui cuidadora de uma senhora bem idosa, uma veterana como se diz aqui, e o segredo com o filho dela.
Fui cuidadora de gente idosa, gente grande, por muitos anos. Era um trabalho que exigia muita paciência e passei por vários tipos de velhos: velhos degenerados que passavam a mão na minha bunda, velhas que eram umas bêbadas e me xingavam pra caralho, e pior. Mas esse caso foi surpreendente, nunca tinha vivido nada igual até aquele ano que tanto lembro, 2016.
Me liga um homem chamado Ariel, de 39 anos, um baixinho meio gordinho, com barba, e me chama dizendo que precisava de uma cuidadora pra mãe dele, que tinha 72 anos. Ele era o único filho responsável por ela, mas trabalhava e não dava conta de trocar a mãe e essas coisas. Tudo bem, aceitei e fui no dia seguinte conhecer a Marta, essa veterana de 72 anos. Pensei que era uma velhinha meiga e adorável como a maioria, mas pra ser sincera, a velha parecia uma puta. Tava usando colares, um top, saia, tinha o cabelo tingido de prateado, brincos e tatuagens. Quem abriu a porta foi o homem, que não tirou os olhos de mim, aliás. Ele disse o que eu tinha que fazer, limpar entre outras coisas, e foi embora enquanto olhava pra minha bunda. Fingi demência e entrei.
Foi uma tarde gostosa com a Marta. Ela contava as histórias dela enquanto fumava um cigarro, dizia que o filho tinha tirado ela do asilo e que tava vivendo feliz com ele. Também andava meio manca, mas se segurava bem. O que me chocou foi na hora de trocar ela e limpar as partes íntimas: ela tava usando uma tanga, sim, uma tanga preta bem fininha que cortava os lábios da buceta ao meio. Soltei uns comentários tipo "Marta, você se acha jovem ainda, hein? haha" e ela só ria. Enquanto limpava, notei que a buceta dela, mesmo com a idade, parecia lubrificada e meio irritada, a buceta dela parecia que ainda tava transando naquela idade. Mas era estranho, ela vivia sozinha com o filho e eu achava que não tinha marido, imaginava que era outra coisa, não o que descobri depois. A noite chegou e eu toquei no assunto com o filho dela. Ariel estava nervoso e me explicava que a mãe dele ainda se sentia jovem e gostava de usar essas coisas de novinha. Enquanto a gente conversava, o degenerado ficava me encarando fixo nos peitos, então, meio desconfiada, me despedi e fui embora.
Os meses passaram. Às vezes eu chegava mais cedo ou mais tarde, e até quando eu chegava, esse homem, Ariel, já estava tomando álcool com a mãe dele de 72 anos. Ela de camisola e ele só de cueca box, onde dava pra ver bem o volume e ele não tinha vergonha. Eu achava que era uma intimidade normal de mãe e filho ali. Por outro lado, Ariel me assediava pra caralho. Queria falar mais do que o combinado, que era só papo de trabalho e pronto, mas ele me dizia que por que uma mina tão gostosa estava sozinha. Várias vezes chegou a passar a mão na minha bunda e nos meus peitos. Ele pagava bem, por isso eu continuava, mas se não fosse, já teria vazado faz tempo. Chegou até a me mandar foto da pica dele dura, escorrendo porra, resumindo, uma foto de quando ele tinha acabado de bater uma bronha. Mas no final de 2016, descobri o que essa senhora e o filho escondiam, e vários sinais que já me avisavam sobre o relacionamento depravado deles.
Era costume eu ir mais cedo. Já fazia meses que eu cuidava da Marta e gostava. Na noite anterior, Ariel me disse que precisava sair cedo, mas voltava mais tarde, e que ele ficava responsável pela mãe. Mas várias vezes ele demorava pra caralho, então eu tinha que ir ver a Marta. E naquele dia, não confiei e fui mesmo assim, achando que ele ainda não tinha chegado. Era umas 1 ou 2 da tarde quando entrei pelo corredor. Assim que abri a porta, já ouvi gemidos e engasgos profundos. Era da Marta, reconhecia aquela voz rouca de tanto fumar, enquanto a voz do Ariel gemia de um jeito nada viril, como uma mulher, esse homem gemia. Passei pela sala, pela cozinha e naquela porta entreaberta do quarto da Marta, consegui espiar e ver uma imagem... incrivelmente excitante, mórbida, sei lá, tudo junto. A Marta, de 72 anos, tava deitada de barriga pra cima enquanto Ariel, o filho dela de 39 anos, segurava a garganta e a boca dela de um jeito bruto, rude, enquanto ela gemia. Marta tava de olhos fechados e dava pra ver como as bolas do filho tapavam o nariz dela, enquanto se ouvia o barulho delas batendo na cara dela (plaf plaf plaf) — aquele barulho típico. Os dois estavam completamente pelados. A única coisa que Marta conseguia ver era as bolas do filho tampando o nariz dela e a bunda dele subindo e descendo rápido, sem dar tempo dela reclamar.
Fiquei parada olhando tudo como se fosse algo irreal, um filme. E foi aí que Ariel começou a falar: "Vai, vou gozar, mamãe, vou gozar no fundo da sua garganta." Marta não dizia nada, só mantinha os olhos fechados enquanto respirava ofegante porque as bolas tampavam o nariz dela, e eu não entendia como a garganta dela já tava acostumada com a grossura e o comprimento da pica do próprio filho, já que ela quase não engasgava e os movimentos do Ariel eram muito brutos. Percebi quando ele gozou pelo gemido que deu, e aí me afastei rápido, fingindo demência, e fui embora pra voltar no outro dia. Acho que eu tinha que ver aquilo naquele dia — não era pra eu ter ido, mas fui mesmo assim. Entendi o segredo desses dois, que fingiam na frente de todo mundo mas escondiam algo muito mórbido dentro de portas fechadas.
No dia seguinte, fui e parecia tudo tão normal pra velha, e mais ainda pro filho também. Ele tentava disfarçar, mas foi impactante ver eles transando. Com o tempo, aconteceram mais situações parecidas. Quando eu tinha que trocar a Marta, dava pra ver aquele líquido grosso saindo da buceta dela, sendo que dois minutos antes ela tinha estado com o filho Ariel "conversando sobre assuntos importantes com a mãe" — mas não era nada disso. Foi aí que percebi que Ariel tirou a mãe do asilo só pra satisfazer o prazer dele, mas ela também curtia, e isso eu não entendia. Além disso, ele mesmo me disse que nunca teve namorada e era alguém muito antissocial, e a única buceta que ele conhecia era a da própria mãe. O que tinha era a da mãe dele, a Marta. Tempo depois, o Ariel me disse que não trabalhava mais e eu entendi, era porque iam se mudar. Ele não me disse pra onde, mas pelos boatos, dizem que se mudaram sozinhos pra uma cabana afastada da cidade, já que vários vizinhos suspeitavam da mesma coisa que eu vi entre a Marta e o Ariel: dois, mãe e filho, completamente depravados, que eram amantes e casal ao mesmo tempo. Desde essa experiência, nunca tive nada parecido e sinto que foi a mais pesada que já vi e contei. Se você curtiu essa confissão anônima, dá 10 pontos!!
Fui cuidadora de gente idosa, gente grande, por muitos anos. Era um trabalho que exigia muita paciência e passei por vários tipos de velhos: velhos degenerados que passavam a mão na minha bunda, velhas que eram umas bêbadas e me xingavam pra caralho, e pior. Mas esse caso foi surpreendente, nunca tinha vivido nada igual até aquele ano que tanto lembro, 2016.
Me liga um homem chamado Ariel, de 39 anos, um baixinho meio gordinho, com barba, e me chama dizendo que precisava de uma cuidadora pra mãe dele, que tinha 72 anos. Ele era o único filho responsável por ela, mas trabalhava e não dava conta de trocar a mãe e essas coisas. Tudo bem, aceitei e fui no dia seguinte conhecer a Marta, essa veterana de 72 anos. Pensei que era uma velhinha meiga e adorável como a maioria, mas pra ser sincera, a velha parecia uma puta. Tava usando colares, um top, saia, tinha o cabelo tingido de prateado, brincos e tatuagens. Quem abriu a porta foi o homem, que não tirou os olhos de mim, aliás. Ele disse o que eu tinha que fazer, limpar entre outras coisas, e foi embora enquanto olhava pra minha bunda. Fingi demência e entrei.
Foi uma tarde gostosa com a Marta. Ela contava as histórias dela enquanto fumava um cigarro, dizia que o filho tinha tirado ela do asilo e que tava vivendo feliz com ele. Também andava meio manca, mas se segurava bem. O que me chocou foi na hora de trocar ela e limpar as partes íntimas: ela tava usando uma tanga, sim, uma tanga preta bem fininha que cortava os lábios da buceta ao meio. Soltei uns comentários tipo "Marta, você se acha jovem ainda, hein? haha" e ela só ria. Enquanto limpava, notei que a buceta dela, mesmo com a idade, parecia lubrificada e meio irritada, a buceta dela parecia que ainda tava transando naquela idade. Mas era estranho, ela vivia sozinha com o filho e eu achava que não tinha marido, imaginava que era outra coisa, não o que descobri depois. A noite chegou e eu toquei no assunto com o filho dela. Ariel estava nervoso e me explicava que a mãe dele ainda se sentia jovem e gostava de usar essas coisas de novinha. Enquanto a gente conversava, o degenerado ficava me encarando fixo nos peitos, então, meio desconfiada, me despedi e fui embora.
Os meses passaram. Às vezes eu chegava mais cedo ou mais tarde, e até quando eu chegava, esse homem, Ariel, já estava tomando álcool com a mãe dele de 72 anos. Ela de camisola e ele só de cueca box, onde dava pra ver bem o volume e ele não tinha vergonha. Eu achava que era uma intimidade normal de mãe e filho ali. Por outro lado, Ariel me assediava pra caralho. Queria falar mais do que o combinado, que era só papo de trabalho e pronto, mas ele me dizia que por que uma mina tão gostosa estava sozinha. Várias vezes chegou a passar a mão na minha bunda e nos meus peitos. Ele pagava bem, por isso eu continuava, mas se não fosse, já teria vazado faz tempo. Chegou até a me mandar foto da pica dele dura, escorrendo porra, resumindo, uma foto de quando ele tinha acabado de bater uma bronha. Mas no final de 2016, descobri o que essa senhora e o filho escondiam, e vários sinais que já me avisavam sobre o relacionamento depravado deles.
Era costume eu ir mais cedo. Já fazia meses que eu cuidava da Marta e gostava. Na noite anterior, Ariel me disse que precisava sair cedo, mas voltava mais tarde, e que ele ficava responsável pela mãe. Mas várias vezes ele demorava pra caralho, então eu tinha que ir ver a Marta. E naquele dia, não confiei e fui mesmo assim, achando que ele ainda não tinha chegado. Era umas 1 ou 2 da tarde quando entrei pelo corredor. Assim que abri a porta, já ouvi gemidos e engasgos profundos. Era da Marta, reconhecia aquela voz rouca de tanto fumar, enquanto a voz do Ariel gemia de um jeito nada viril, como uma mulher, esse homem gemia. Passei pela sala, pela cozinha e naquela porta entreaberta do quarto da Marta, consegui espiar e ver uma imagem... incrivelmente excitante, mórbida, sei lá, tudo junto. A Marta, de 72 anos, tava deitada de barriga pra cima enquanto Ariel, o filho dela de 39 anos, segurava a garganta e a boca dela de um jeito bruto, rude, enquanto ela gemia. Marta tava de olhos fechados e dava pra ver como as bolas do filho tapavam o nariz dela, enquanto se ouvia o barulho delas batendo na cara dela (plaf plaf plaf) — aquele barulho típico. Os dois estavam completamente pelados. A única coisa que Marta conseguia ver era as bolas do filho tampando o nariz dela e a bunda dele subindo e descendo rápido, sem dar tempo dela reclamar.
Fiquei parada olhando tudo como se fosse algo irreal, um filme. E foi aí que Ariel começou a falar: "Vai, vou gozar, mamãe, vou gozar no fundo da sua garganta." Marta não dizia nada, só mantinha os olhos fechados enquanto respirava ofegante porque as bolas tampavam o nariz dela, e eu não entendia como a garganta dela já tava acostumada com a grossura e o comprimento da pica do próprio filho, já que ela quase não engasgava e os movimentos do Ariel eram muito brutos. Percebi quando ele gozou pelo gemido que deu, e aí me afastei rápido, fingindo demência, e fui embora pra voltar no outro dia. Acho que eu tinha que ver aquilo naquele dia — não era pra eu ter ido, mas fui mesmo assim. Entendi o segredo desses dois, que fingiam na frente de todo mundo mas escondiam algo muito mórbido dentro de portas fechadas.
No dia seguinte, fui e parecia tudo tão normal pra velha, e mais ainda pro filho também. Ele tentava disfarçar, mas foi impactante ver eles transando. Com o tempo, aconteceram mais situações parecidas. Quando eu tinha que trocar a Marta, dava pra ver aquele líquido grosso saindo da buceta dela, sendo que dois minutos antes ela tinha estado com o filho Ariel "conversando sobre assuntos importantes com a mãe" — mas não era nada disso. Foi aí que percebi que Ariel tirou a mãe do asilo só pra satisfazer o prazer dele, mas ela também curtia, e isso eu não entendia. Além disso, ele mesmo me disse que nunca teve namorada e era alguém muito antissocial, e a única buceta que ele conhecia era a da própria mãe. O que tinha era a da mãe dele, a Marta. Tempo depois, o Ariel me disse que não trabalhava mais e eu entendi, era porque iam se mudar. Ele não me disse pra onde, mas pelos boatos, dizem que se mudaram sozinhos pra uma cabana afastada da cidade, já que vários vizinhos suspeitavam da mesma coisa que eu vi entre a Marta e o Ariel: dois, mãe e filho, completamente depravados, que eram amantes e casal ao mesmo tempo. Desde essa experiência, nunca tive nada parecido e sinto que foi a mais pesada que já vi e contei. Se você curtiu essa confissão anônima, dá 10 pontos!!
1 comentários - Veterana gostosa e filho bêbado (confissão)