Enfiei na minha patroa 8, comi o cu dela

Jantei na casa da minha namorada junto com a Juli. O jantar foi tranquilo, a gente falou de tudo um pouco, até brincamos com coisas do escritório e dos meus amigos. Preciso esclarecer uma coisa: a única casa que tem empregados fixos é a mansão da Susana, onde moram três pessoas, mas elas têm uma família completa de sete pessoas, que são totalmente leais, que fazem a faxina e a limpeza de todas as casas, geralmente quando os moradores estão trabalhando, e até deixam comida nas geladeiras deles. Dessas sete pessoas, duas são homens: um cuida dos carros e o outro da jardinagem. Por isso fomos nós três para a cozinha arrumar as coisas. As meninas cuidavam dos pratos, colocando na lava-louças, e eu limpava a mesa. Toda vez que ia para a cozinha, dava uma força pra Juli ou pra Vale, e elas me olhavam com um sorriso.JuliGrandalhão, sabe que não podemos fazer nada com você.

A coisa não passou de umas carícias ou palmadas, tudo numa boa, aquilo me parecia incrível, já estava achando cada vez mais normal. Agora minha namorada ia me dar conselhos pra pegar a madrastra dela. Sentamos na sala e o clima mudou, as minas ficaram mais sérias e começaram a falar sobre a Susana, até me contaram coisas da vida dela que eu não sabia, e outras que confirmaram o que eu já imaginava, como por exemplo que ela tinha um tipo de autismo e era medicada. Falaram sobre a dificuldade dela de se relacionar com pessoas desconhecidas, os problemas com os parceiros porque sempre criava uma barreira com eles, e algo que eu já tinha sacado: ela não gostava de homens fracos. Sem dúvida ia tentar me dominar, mas se eu me entregasse manso, ela ia me descartar ou ficar entediada.

As minas me acompanharam até a caminhonete pra eu ir pro meu apê. Ofereci levar a Juli pra casa dela, mas ela balançou a cabeça dizendo que não e pegou na mão da Vale.Juli:— Não, grandão, vou dormir aqui, bem juntinhas as duas — e mostro a língua.ValeClaro, amor. Só porque eu não possa transar com você não significa que eu vá ficar na vontade. Além disso, acho que você também vai se divertir no final, bom, se tudo der certo. — Isso me assustou um pouco, essa última parte.

Vale se aproximou de mim e me deu um beijão na boca, encostada na caminhonete, e a Juli fez a mesma coisa assim que minha namorada terminou de me beijar. Depois de subir na caminhonete, minha namorada me deu um beijo carinhoso nos lábios e disse para eu me cuidar e descansar. A Juli também fez o mesmo. A verdade é que eu sentia o carinho cada vez que elas faziam essas coisas, era a sensação que elas me passavam. Cheguei no apartamento, estacionei a caminhonete no lugar do VW Golf que eu tinha, mal entrei e fui descansar.

De manhã, já estava cedo na porta da mansão da Susana. A senhora demorou mais meia hora para sair, mas valeu a pena esperar. Ela estava com uma bolsinha de grife. Vinha vestindo uma calça jeans bem justinha que marcava tudo: as pernas torneadas, uma bunda linda, a cinturinha fina. Em cima, uma camiseta branca que deixava ver um pouco do abdômen definido, mas o que realmente se destacava eram os peitos dela. Acho que eu estava babando quando ela repetiu o cumprimento.Susana:Bom dia, gostosão. Acho melhor você calar essa boca.Alberto:Bom dia, Dona Susana. — falei fechando a porta da caminhonete.

A viagem ia durar umas duas horas pela estrada. Assim que ela entrou, colocou uns óculos escuros grandes. Ligou o rádio num programa de notícias, parecia concentrada no caminho sem me olhar, eu dava umas olhadas de esguelha nela. Já tinha meia hora de viagem e não tínhamos trocado uma palavra, no rádio começaram a falar sobre o conflito no Oriente Médio e entrevistaram ativistas de esquerda.Alberto:O mundo tá louco, e vai pro caralho.Susana:Ah sim, qual é a sua opinião sobre isso?

Na verdade, falei isso mais pra falar alguma coisa, acabei pensando em voz alta. Expressei meus pensamentos sobre o assunto, eu adoro geopolítica e relações internacionais. Antes de estudar Administração de Empresas, quis fazer Ciências Políticas, mas optei pela primeira. Então coloquei todo o meu conhecimento na minha opinião. Minha posição política é de centro, pra mim tudo tem que ter equilíbrio, embora eu não goste de socialismo e muito menos de populismo, essa coisa de se fazer de Papai Noel com o dinheiro do povo me dá nojo. Depois de analisar minha resposta, ela deu a opinião dela, que era de extrema direita. Eu rebati algumas opiniões dela e concordei com outras, mas o que eu não esperava é que em poucos minutos o carro virasse um fórum político, cada um dando suas opiniões. A verdade é que a cultura que a Susana tinha me surpreendeu, porque superou de longe o que eu imaginava.Susana:Vai, Alberto, vejo que você entende do assunto. Daqui a cinco minutos tem um desvio, desce e a gente toma café da manhã num lugar que eu conheço.

Pela primeira vez ela disse meu nome, obedeci o que ela mandou e chegamos num local bem grande, sem muito luxo, um cafézão onde dava pra ver viajantes e gente da cidade, mas gente normal. A gente entrou vidrada na conversa, tinha virado um bom debate sobre política, histórias e conflitos. Ela tava bem focada no assunto, trouxeram os cafés e a gente quase nem ligou pra garçonete que tava servindo. A gente continuou embrenhada na conversa, aquele papo que entedia a maioria das pessoas, e nem sempre você encontra alguém pra debater que tenha um conhecimento tão bom quanto o da Susana. O resto da viagem foi a mesma coisa, conversando sobre vários temas de política e economia.

Finalmente chegamos, a casa era linda, ficava numa avenida beira-mar bem importante que, atravessando essa avenida, tinha a praia e o mar. Tinha calçadas largas dos dois lados da avenida, onde o pessoal passeava com os bichos, andava de bicicleta ou patins, ou saía pra correr. A área era bem central, a gente tava a cinco minutos a pé do centro. A casa em si era linda como eu falei, estilo moderno, com concreto aparente e pedras, de dois andares, com uma porta enorme e janelões também grandes com vidros espelhados pra não ver o interior da propriedade. A casa era elevada em relação à calçada, e tinha muito gramado perfeitamente cortado. Entrei na garagem e era espaçosa, cabia fácil cinco carros como o meu um atrás do outro.

Susana entrou rápido e foi pro banheiro, eu aproveitei pra dar uma volta na casa, no quintal dos fundos era uma ilha do Caribe, tinha uma piscina, palmeiras, uma cascata que caía água sobre as pedras e terminava na piscina, tinha uma área de sombra, outra pra pegar sol, um balcão com um bar, e um jardim espetacular, cheio de Plantas e verde, tudo perfeitamente cuidado. Quando ela voltou, a atitude era diferente, voltou a ser aquela mulher fria e distante. Era como se ela não soubesse lidar com um homem de forma íntima, talvez por isso apelasse pra violência e dominação, porque não conhecia outro jeito.Susana:No andar de cima ficam os quartos, um pra cada membro da família. Acho que você pode ficar no da Valentina, mas hoje à noite vai dormir comigo.
Ela me mostrou os quartos, eram bem espaçosos e cada um tinha um banheiro privativo.Susana:Vou tomar um banho pra tirar o suor da viagem. Se quiser, vai ver o que tem pra comer, a gente come daqui a uma hora e meia. — O tom de voz dela era totalmente impessoal, como se estivesse falando com uma máquina. Também não olhou pra mim, fechou a porta e eu fiquei ali no corredor.

Desci pra cozinha, olhei a geladeira e alguém já tinha preparado a casa pra receber a patroa, porque tinha comida. Peguei um pouco de carne e legumes e fiz um arroz. Ficou bem gostoso. Arrumei a mesa na cozinha, já que éramos só dois, não precisava de tanta pompa. Na hora certa que ela tinha dito, Susana desceu. Essa era outra mulher, não era a mesma da viagem. Me fulminava com o olhar, andava segura de si, vestia um vestidinho solto e estava descalça. Sentou e eu servi a comida. Não disse uma palavra, esperou ser servida como uma patroa dominadora. Tudo rolou em silêncio. Quando levantei a mesa, fui lavar os pratos. Ela me pegou por trás, puxou meu cabelo com uma mão e com a outra apertou meu pau e falou no meu ouvido com voz rouca.Susana:Te espero no quarto, sua puta — disse, dando um tapa na minha bunda e foi embora.

Eu fiquei de boa, era algo que as garotas já tinham me avisado: ela ia tentar me dominar na marra agora. Terminei de lavar a louça, me sentindo indo pra forca, era o ponto de virada: ou eu virava uma puta sendo penetrado pela minha chefe, que era uma das possibilidades, ou eu reagia e garantia um lugar de destaque, senão ia dividir a casinha com o cachorro.

Entrei no quarto e ela já estava me esperando na poltrona. Levantou na hora com um cinto na mão, acho que era o meu. Tava vestida com um vestidinho de rede, que deixava tudo à mostra. Na área dos peitos, os losangos eram mais juntinhos, mas dava pra ver os mamilos marrom clarinho. Os peitos dela eram perfeitos, o cirurgião devia ser parente do Michelangelo: uma auréola média e uns biquinhos durinhos de uns dois centímetros. Cinturinha fina, abdômen definido, um quadril que se alargava, pernas torneadas com umas coxas divinas. O vestido era bem curto, por baixo dava pra ver uma calcinha fio-dental minúscula de renda que mal escondia os lábios da buceta. A pele bronzeada dava um molde espetacular pra aquele corpo. A figura dela era de uma dançarina de carnaval do Rio de Janeiro, ou de alguma mulata do Caribe. Era uma bomba gostosa, com uma personalidade naquele momento de predadora, batendo o cinto na mão.Susana:Agora vou te dar uma por me fazer esperar. — uma cintada acertou meu peito. — vou te rebaixar de garanhão pra minha putinha. — ela falou comigo com raiva.

Tentou me bater com o cinto de novo, mas segurei o pulso dela antes que me acertasse, empurrei ela de leve na cama. Ela me olhou como se fosse me matar. Tirei a calça, tava descalço, então foi fácil. Ela se levantou, furiosa, veio pra cima de mim com a intenção clara de me encher de porrada, me deu um tapa que estalou no meu rosto. Não quis impedir.Susana:Como é que você ousa, seu pedaço de merda, ninguém nunca teve coragem. — enquanto xingava, me deu outro tapa.

Não deixei ela me acertar, me protegi e acabei perto dela, nossos rostos ficaram a poucos centímetros, e ela parou de falar. Ela era alta, um metro e setenta, mas eu era mais alto. Nossos olhares se cruzaram por um segundo e vi ela hesitar. Peguei ela pela nuca e dei um beijo, que a surpreendeu e ela não correspondeu. No fim, ela me mordeu e fez meu lábio sangrar. Me afastei um pouco e ela continuava puta. Empurrei ela de novo contra a cama. Tirei minha camiseta, caminhei até ela, abri suas pernas e fiquei no meio. Dois ou três golpes acertaram meu corpo, meu pau bateu no dela. Eu pelado e ela ainda de calcinha. Peguei o rosto dela e puxei para o meu, e beijei ela de novo. Por um momento, ela correspondeu, até que a vadia me mordeu de novo. Não foi tão forte quanto da outra vez, mas ainda saiu um pouco de sangue. Ela começou a me bater de novo, várias vezes, e eu só aguentei.Susana:Filho da puta, vou te domar, você vai ser minha putinha.

Ao praticar artes marciais, você aprende a receber golpes e aguentá-los, então era fácil pra mim. Minha buceta continuava em contato com a dela, se esfregando, só separada pela calcinha fio dental. Eu sentia o calor que a buceta dela emanava, isso a excitava, mesmo que ela quisesse me matar naquele momento. Dois arranhões dela fizeram grandes marcas no meu peito. Eu, com minhas mãos, amassava os peitos dela e, por entre a rede do vestido, beliscava os mamilos. Desci minha mão acariciando a barriga dela. Ela tentou se endireitar na cama, mas coloquei minha mão no peito dela e impedi. A diferença de força era absurda. Com a outra mão, comecei a acariciar a vulva dela. Estava quente e bem molhada na região, por causa dos fluidos dela e também do líquido pré-seminal.Susana:Te trouxe aqui como meu escravo, não pra fazer o que você quer, você assinou um contrato. — O tribunal.Alberto:Assinei um contrato para te engravidar, mas no processo pretendo te dar prazer.

Rasguei a calcinha fio-dental dela puxando, acho que machuquei um pouco, coloquei vários dedos do pé dela na minha boca, sabia que era um fetiche que ela tinha. Com a outra mão, parei de pressioná-la e desci até a vulva dela, comecei a acariciar suavemente, fazendo movimentos circulares. Susana fechou os olhos e o corpo todo dela ficou tenso. Desci com minha língua pelo tornozelo dela, pelas panturrilhas que estavam duríssimas de tão trabalhadas, pela coxa perfeita dela, e cheguei na vulva. Coloquei as duas pernas dela nos meus ombros e, suavemente, passei minha língua por toda a buceta dela. Ela arqueou as costas e ficou ainda mais tensa, mas não emitiu nenhum som. Os lábios maiores dela, grossos e carnudos, que estavam fechados, se abriram diante da minha língua. Ali descobri dois lábios menores fininhos, que se escondiam. Ataquei toda essa área com minha língua.Alberto:Essa sua chefe é muito gostosa.

E era verdade, o cheiro e o sabor dela eram inebriantes, cheiro e gosto de buceta. Ela continuava sem fazer barulho, só me deixava fazer. Quando entrei no quarto, tinha visto algo na mesinha de cabeceira, algo que as garotas tinham me avisado. Tinha um pote de creme lubrificante e três dildos de plástico: um pequeno que era um dilatador anal, um médio e outro enorme. Ela ia tentar forçar meu cu, então, se eu quisesse sair com o rabo inteiro, tinha que jogar bem. Enfiei dois dedos na buceta dela enquanto minha língua continuava percorrendo o máximo que podia da xereca dela. Direcionei minha língua pro cu dela, eu sabia que não tinha entrado nada mais grosso que um dedo ali. Brinquei com a língua, ela teve um orgasmo, mas não disse nada — percebi pelo aumento do fluxo e pelas contrações dela. Ia seguir com o plano, continuaria estimulando ela.Alberto:Assim, senhora, aproveite, se deixe levar. — Enquanto dizia isso, enfiei um dedo no cu dela.

Isso fez o orgasmo dela ficar um pouco mais intenso, enquanto eu comecei a mexer um dedo no cu dela e outro na buceta dela, e me dediquei a lamber o clitóris dela. Ela foi ligando um orgasmo no outro em questão de segundos, e eu aproveitei esse segundo orgasmo para enfiar mais um dedo no cu dela e um terceiro também dois segundos depois. Esse orgasmo foi uma mistura de dor e prazer incrível para a minha chefe. O corpo dela ficou mole por alguns segundos, eu subi em cima dela e comecei a dar beijos no rosto dela, no pescoço, na clavícula. Quando vi que ela abriu os olhos, dei um beijo na boca dela, ela não me rejeitou e colaborou, mas eu cortei o beijo, queria deixar ela assim. Segundo as garotas, ela era uma mulher muito fogosa e se recuperava rápido dos orgasmos, então eu iria por mais. Eu não podia deixar ela reagir, tinha que agir antes. Fui até a mesa de cabeceira e peguei o dilatador anal e o creme lubrificante.Susana:O que você vai fazer com isso? Acho que você não percebeu com quem está lidando.Alberto:Tranquila, chefa, hoje só vai ter prazer.

Eu rasguei o vestido de renda dela por completo e coloquei minhas mãos nos peitos dela. Tinha deixado as coisas na cama, ela me recebeu com um tapa, eu levei minha boca até os bicos dos peitos dela e comecei a chupar como se tivesse fome e dali fosse sair leite. Susana puxou meu cabelo, mas eu continuei na minha, mamando aquele peito divino. Nossas partes nuas se batiam e se apoiavam com o movimento. Ela, desesperada, mordeu meu ombro, cravando os dentes — isso doeu pra caralho. Levei dois segundos pra me recuperar, enfiei meu pau até o fundo da buceta quente e molhada dela, e não parei até minhas bolas fazerem contato, enquanto chupava o bico do peito dela com força.Susana:Haa, você é um puta animal. - ainda bem que parei de me morder pra falar isso.

Ela começou a soltar insultos e ameaças, que ia arrebentar meu cu foi a menor delas, disse que ia me castrar e me transformar num cachorro lambedor de buceta. A verdade é que tive dificuldade pra penetrar ela, tava mais apertada do que eu imaginava, alguma coisa deve ter doído, embora eu ache que o que mais pegou foi o orgulho dela. Eu dava penetrações profundas e ia aumentando o ritmo aos poucos. Isso sim, passei de chupar os peitos dela pro pescoço, beijando e mordiscando a orelha. Ela apoiou a cabeça no meu ombro, já tava mais difícil pra ela xingar e os insultos se misturavam com gemidinhos baixos. A senhora tava gostando de tudo isso, mais ainda, meu pau tava bem lubrificado e entrava sem problema até o fundo. Com a mão livre, peguei o pote de lubrificante e tirei a tampa de pressão, besuntei bastante os dedos e pela dificuldade também caiu um pouco na cama. Peguei o dilatador anal e besuntei ele bem enquanto continuava penetrando e estimulando ela. Levei o brinquedo até o cu dela e comecei a massagear com ele.Susana:Nem pense nisso, seu filho da puta. — Não deixei ela terminar e penetrei ela com o brinquedo.

Comecei a meter forte, fazendo minhas penetrações mais profundas, enquanto minha boca chupava o pescoço dela. Ela abriu mais as pernas, como se buscasse a maior penetração possível. Em poucos segundos, ela gozou forte, se tensionando toda e jogando a cabeça pra trás, mesmo sem querer, deixou escapar vários gemidos. Ela ficou meio desmaiada, com o corpo totalmente relaxado. Eu tirei meu pau de dentro dela, ainda estava duríssimo, não tinha gozado. Peguei o dildo médio na mesinha e coloquei minha chefe na beira da cama. Ela estava na posição fetal. Passei bastante lubrificante no brinquedo e no meu pau — era bem menor que meu pau. Fui até ela e comecei a brincar na buceta dela com o brinquedo enquanto mexia devagar no plug anal. Tirei ele do cu dela e coloquei meu pau no lugar.Susana:Não, por aí não.

A metade do pau entrou no cu dela de uma só vez, ela ficou toda tensa e rangeu os dentes de tão apertado que tava. O cu dela era realmente apertado, a ponto de doer um pouco em mim. Fiquei parado por um instante, enquanto ligava a função de vibrador do brinquedo que estimulava a buceta dela. Comecei a percorrer ela com o brinquedo, estimulando até chegar no clitóris, abrindo os lábios e voltando pro botãozinho de prazer dela, enquanto me movia bem devagar no cu dela. Aos poucos, ela começou a reagir. Eu me movia um pouquinho mais a cada estocada. Depois de um tempo, o cu dela já tinha relaxado. Peguei a perna dela que tava pra cima e coloquei no meu ombro. A buceta e o cu dela ficaram mais expostos pra mim. Com o brinquedo, eu penetrava ela e tirava de novo, colocando no clitóris, e repetia a manobra.Susana:Filho da puta, o que você fez comigo? Quando terminar, vou te pendurar pelos ovos — ela dizia entre gemidos.

Eu, sem perceber, já tinha enfiado quase todo o meu pau no cu dela. Ela deu a estocada final ao pressionar o quadril contra mim. Assim que entrou tudo, comecei a me mover mais rápido e forte. Ela gemia e xingava pra caralho, dizia que ia me castigar por ser um escravo ruim e outras merdas. Eu tava arrombando a bunda da minha chefe, a tirana, e tava adorando aquilo. Era uma sensação sem igual. Eu já tava perto de gozar quando minha chefe começou a gritar que nem uma louca e a ter convulsões. Tudo nela se tensionou, até o cu. Ela começou a jorrar jatos pela buceta, encharcando tudo. O cu dela me ordenhou, e eu gozei pra caralho dentro dela. Caí exausto ao lado. Uns minutos depois, ela se recuperou.Susana:Sai daqui, me deixa em paz. — Peguei um vaso e joguei nele.

Saí na hora de lá, ia deixar ela sozinha, dar tempo pra ela pensar em tudo. Essa jogada podia dar certo ou errado, tudo dependia dela agora. Como eu tava pelado e minha roupa tinha ficado dentro do quarto, fiquei andando nu pela casa. Fui pro banheiro do quarto da Valentina, onde pude ver como meu corpo tava: hematomas, mordidas e arranhões por todo lado. Só me toquei que, se isso desse errado, eu podia acabar preso por estupro, mesmo tendo seguido direitinho o plano que a gente fez com as minas. Como não tinha nada pra fazer, fui pra cozinha e preparei um café. Já tava escurecendo, a gente tinha passado quase uma hora transando, e eu já tava há três na cozinha. Então, com o que tinha em mãos, fiz algo pra jantar.

Ela demorou mais um pouco pra descer. Quando entrou na cozinha, vinha só coberta pela minha camiseta. Eu tinha sentado na ponta, sabia muito bem que era o lugar dela. Ela ficou parada do meu lado, me encarando. Tava séria, mas não tinha ódio no olhar. Ela ia pra outra ponta da mesa, e eu segurei o braço dela e puxei de repente, até que ela sentou no meu colo. A buceta dela tava em contato direto com a minha perna. Ela me olhou, foi falar alguma coisa.Alberto:Olha o que eu preparei pra você. — Coloquei na boca dela uma torrada com presunto cru.

Ela não disse nada e comeu em silêncio, eu acariciava a perna dela, passei uma taça de vinho que ela pegou. Ela tava estranha, meio surpresa, acho que pela primeira vez não sabia como agir, e pra ela, uma mulher que dominava tudo isso, era muita coisa pra processar.

4 comentários - Enfiei na minha patroa 8, comi o cu dela

Branp09 +1
Esperando la siguiente parte, duda, el siguiente será el último o hay más?
Tengo pensado tres más, en realidad esta programado para doce capítulos, pero a veces tengo que dividir capítulos y salen más jaja
@Cervero2012 no le hagas caso, tú tómate tu tiempo y escribe todo lo necesario para que termine bien, un final apresurado es de las peores cosas en el mundo
Branp09 +1
@Cervero2012 excelente, pensé que ya estaba llegando al final. Pero que tarde lo que tenga que tardar
Creo que podrias agregar (asi como algunosnotros usuarios) un link de post anterior y post siguiente al principio, para que nos sea mas facil rastrear tus relatos ya que la pagina es una cagada total
Van 10
Amigo excelente post.. Estoy tan ademtrado a tus post qué ufff se esperan con ansias... Tbn dsp puedes hacer una temporada 2