Acampando com minha mina e uns amigos

Esta é uma continuação. Para entender melhor, você pode ler os contos anteriores, mas não é tão necessário.

Depois de algumas horas de convivência, uma dança intensa e alguns sucos com pouco álcool, o evento terminou. Esperei um pouco até minha namorada sair de falar com o gerente e fomos embora. Naquele dia não aconteceu nada interessante, embora meus pensamentos sempre comparassem minha namorada com qualquer pessoa que passasse na frente — se ela gostava dele, se ele teria um pau grande, etc.

Faltava pouco para as férias terminarem e, um dia, enquanto buscava minha namorada na casa dela, ela me disse que os pais dela voltariam mais cedo, mas que teve a ideia de ir acampar no rancho. É um lugar muito grande e tem um lago enorme. Quando ela me contou, achei uma ideia muito boa. Combinamos de definir os detalhes no fim de semana.

Naquela noite, tive uma conversa comigo mesmo para evitar ter aqueles pensamentos — onde minha namorada era usada e tudo que me vinha à mente nesse contexto de tesão — e que, depois desse acampamento, voltaríamos ao normal.

No fim de semana, fui buscar minha namorada para comprar as coisas que faltavam para o acampamento. Ficamos dando voltas, fizemos uma lista de coisas que eu considerava necessárias e tudo estava normal até que minha namorada mencionou que comprássemos uma churrasqueira, porque alguém tinha dito que seria uma boa ideia comer carne assada. Fiquei pensativo e não estava entendendo. Perguntei a ela: "Por acaso você convidou alguém ou seus pais vão?"

K — Não, o que acontece é que eu estava conversando com a Paola e ela sugeriu que fôssemos o grupo todo antes de voltar às aulas. Esqueci de te contar, mas agora lembrei e pensei na churrasqueira e falei assim, do nada. O que você acha? Se quiser, eu digo a eles que não. Ou o que você pensa?

Eu disse que não tinha problema, automaticamente. Embora, na verdade, eu tenha voltado a entrar nos meus pensamentos. Me perguntei se o Andrés iria. Compramos a churrasqueira e o que precisávamos para a nossa barraca. Noite passada recebi uma mensagem no WhatsApp onde minha namorada tinha criado um grupo e pude confirmar que o Andrés estava naquele grupo. Nos dias seguintes, ficamos combinando o que cada um ia levar e discutindo pontos sobre o assunto. Combinamos de ir na quinta-feira e voltar na segunda de manhã. Como a viagem levava 4 horas, decidimos sair às 5 da manhã de quinta. Minha namorada e eu dormimos juntos na quarta à noite, e na quinta às 4:40 todo mundo já estava chegando na minha casa. Eu estava meio sonolento porque não tinha conseguido dormir direito, pensando no que ia acontecer, e não queria pensar naquilo, queria voltar à minha vida normal.

Pra não me alongar muito, eram os mesmos da vez do antro, só que agora o irmão do Andrés estava junto. Achei que era uma boa ideia e que isso ia manter ele na linha. Além disso, a Paola convidou uma amiga dela chamada Karina. É uma mulher bonita, nada de extraordinário, mas diferente das outras garotas, ela não era a mais gostosa, mas era muito bonita. O que mais se destacava era que ela tinha lábios de chupar e o resto era proporcional: uma bunda boa e peitos médios. Éramos vários carros: Andrés, o irmão dele e o Carlos foram no carro dos pais do Andrés; Juan, José e suas namoradas foram em outro carro junto com a Karina; Victor e Fabian em outro; e nós fomos no meu carro.

Depois de uma longa viagem, nos organizamos, cumprimentamos os caseiros do sítio dos pais da minha namorada e fomos para o terreno ao lado do lago. Começamos a montar tudo e combinamos de nos apressar pra armar tudo pra poder tomar café, porque com a correria, pelo menos a gente não tinha comido nada. Durante a arrumação das barracas, eu me sentia muito ansioso perto do Andrés e da minha namorada, não conseguia evitar. É importante esclarecer que as barracas foram divididas assim: eu e minha namorada, Juan e a namorada dele, José e a namorada dele, Karina, Carlos, Andrés, Pablo, Fabian e Victor. Esses foram os que se dividiram, e outros dividiram com suas parceiras. Depois que nos instalamos, começou a convivência e tudo parecia tranquilo. Comemos a carne e ficamos conversando, cada um no seu canto, até que o irmão do Andrés começou a falar se a Karla tinha me contado tudo que aprendeu na luta.
K: Ele não liga pra esses assuntos, e foram só umas 4 sessões, então muito que aprendi, né.
P: A gente pode praticar mais tarde ou nesses dias que estivermos aqui.
K: Vamos ver, porque fazer esse tipo de movimento com álcool no corpo não me parece uma boa ideia.

A interação entre Karla e Andrés era bem básica, mas dava pra notar como o Andrés olhava pra minha namorada. A maioria tava de moletom ou legging e regata, mas a Karla tava usando um short de lycra super curto e justo e uma regata esportiva folgada.

Naquele dia, todo mundo dormiu cedo. A gente ficou carregando umas coisas pra fazer uma fogueira e manter ela acesa durante esses dias, porque como fica do lado de um lago, faz muito frio. E com a ressaca do dia anterior, todo mundo resolveu dormir cedo.

No dia seguinte, acordei umas 9 da manhã e minha namorada já não estava do meu lado. Senti uma pontada no peito, me arrumei pra sair e, quando tava saindo, o Carlos tava indo pra loja e me disse, acho que sarcasticamente:
— Vai perder o treino da Karla.

Fiquei meio confuso. E quando saí, vi que o Pablo, irmão do Andrés... Não acho que eu tenha autoridade pra dizer se é luta ou não, mas pra mim parecia muito estranho, porque eles estavam lutando meio que de mãos dadas, jogados no chão. Minha namorada tava empurrando ele com o corpo pra baixo, e ele tava empurrando a pélvis pra cima dela pra conseguir se levantar, mas ela ficava aberta, sentada na pélvis dele. E mesmo que pra mim ele seja um moleque, não consegui evitar pensar se ele tava fazendo aquilo com malícia.

Procurei o Andrés com o olhar e vi que ele tava na barraca dele, mas tava olhando o que eles estavam fazendo. E gritou lá do fundo:
— Agora é minha vez.

O Carlos chegou do meu lado e me disse:
— Você me deixaria lutar com ela também? Senti pelo hálito dela que já tava bebendo. Só respondi "Haha" meio nervoso. Fiquei observando o rosto da minha mina pra ver se percebia alguma coisa, não sabia se tava certo ou errado. De repente, ele empurrou ela com força o bastante pra virar ela, e agora ela tava no chão de cara pra cima, ainda segurando ele com as pernas pela cintura. Eu não consegui evitar ficar excitado. Tentei disfarçar, só passava a mão no meu volume de vez em quando, até que notei que a Karina tava me olhando.

Fui pegar uma cerveja e, quando voltei, minha mina tava de bruços, e o Pablo tava encostando o pau inteiro na bunda dela. Não sei o que minha mina tava pensando naquele exato momento. Mas sei que ela sentiu tudo que o Pablo tinha, porque quando eles se levantaram, ela tava toda corada. Ela passou por mim e foi pegar uma garrafa d'água. Falei brincando: "Você se deixou dominar por um moleque". Ela respondeu safada: "Esse moleque tem mais pra dominar do que você". Esse comentário me esquentou, e desde aquele momento eu não via ele do mesmo jeito. Será que ela tava falando do caráter?

Depois do almoço, percebi que o Pablo tava muito em cima da minha mina. Eu via que o Andrés só observava, não sei se ele tinha falado algo ou se de alguma outra forma eles já tinham tido algo no clube. Num momento, todo mundo foi comprar mais cerveja e uns tequilas pra jogar mais tarde. Tava um pouco frio, mas não tanto. Só ficamos eu, Andrés, Pablo e minha mina. Desde que soube que íamos ficar só nós, minha pele se arrepiou e minha mente não parava de pensar besteira.

Eu e minha mina combinamos de ir na venda tomar umas cervejinhas pra esquentar. Ela foi pegar as cervejas, mas quando demorou pra voltar, fui atrás dela. Bem quando ela ia chegar no isopor, vejo o Pablo falar: "Quer que eu esquente você?" E pegou ela pelas panturrilhas e saiu correndo em direção ao lago. Mesmo não sendo muito fundo, é... você pode mergulhar gostoso, só estavam eles dois e, como já estava escurecendo, de onde eu estava vendo, eles não me notavam. Nisso, vejo que, depois de mergulharem, minha namorada se joga nele e tenta afogá-lo de brincadeira, e Pablo a levanta pelas pernas, mas uma das mãos dele acaba enfiada entre as nádegas dela e usa a buceta da minha namorada. Eu tive uma ereção na hora e, mesmo depois que ele a jogou na água, quis ir até a loja me masturbar, mas esperei pra ver o que mais rolava. Depois, eles ficaram tipo brigando na água, e bem quando eu pensei que a ação tinha passado, Pablo grita pra minha namorada: "Ei, isso é trapaça!" E vejo que minha namorada está segurando a cueca do Pablo na mão. Fiquei muito nervoso, fiquei pensando: então agora ele tá pelado ou tem algo por baixo? E então Pablo saiu da água e, sim, tava pelado mesmo. Minha namorada viu e eu vi. Me impressionou, não tinha a mesma rola que o irmão dele, mas era bem maior que a minha e mais grossa, dava pra ver até no escuro. Minha namorada disse, safada: "Ai, meninão." Num instante muito rápido, Pablo saiu correndo da água, alcançou minha namorada, carregou ela de novo pela cintura e jogou na água. Mas dessa vez eles se atracaram um no outro, começaram a se acalmar, mas dava pra ver um pouco de movimento. Só dava pra ver a cabeça da minha namorada, tava meio escuro, então não conseguia ver tudo, mas dava pra ver que eles estavam se mexendo, mas um pouco mais devagar. Pensei que já era suficiente e que eu tinha que intervir ou fazer eles perceberem que eu estava ali, mas nesse momento ouvi um gemido da minha namorada. Prestei mais atenção e procurei um ângulo melhor pra ver mais. E ouvi: "Pablo, por favor, não faz isso." "Por que não?" respondeu Pablo. Era um tom sério da minha namorada, mas ao mesmo tempo não tão segura de si. Nisso, vejo que minha namorada começa a querer sair da água, e Pablo a segura, mas eles conseguem avançar pra um lugar mais... visível, então ficam expostos. Pablo estava enfiando as mãos dentro dela, uma na buceta e a outra segurando um peito. Vejo que ela quer se soltar, mas essa foi exatamente uma das melhores cenas que já vi, porque ela queria sair dali, mas ao mesmo tempo não queria, e Pablo não queria deixá-la ir.

Então ele solta ela. Vejo Pablo olhando pra ver se nas lojas aparece algo, mas não vê nada, então sai e se joga contra Karla e puxa ela pra perto dele, e vejo como ela agarra a pica dura e nua dele.

"Viu que você quer! Tá gostando do que vê?" exclama Pablo.

Nisso, vejo que ele puxa ela pra perto e apalpa ela toda. Ela só exclamava: "Por que você faz isso? Você complica tudo." — "Desculpa, não consegui resistir, primeiro no esporte e agora aqui te vendo."

Pablo fica pensativo, suponho que analisando que quase estava forçando ela, embora eu visse de forma bem diferente.

Ela solta ele, suspirando, e ele deixa ela ir. Ela vai pras lojas e eu saio correndo pra nossa. Deito e finjo que tô dormindo. Nisso, ouço Karla abrindo o zíper e pensei que ela ia deitar, mas não. Sinto ela me puxar e me virar de barriga pra cima, e começa a tirar meu moletom. Fiquei muito, muito nervoso e falei, fingindo que tava dormindo: "O que te deixou tão tesuda?" Nisso, ela pega na minha pica e sente ela dura e molhada, e me pergunta: "O que é isso?" Falo: "É uma pica, sua pica."

Ela ri e começa a me beijar como uma desesperada. Eu sabia perfeitamente o que tava rolando. Enfio os dedos e, surpresa, ela tava escorrendo aos jatos. Nisso, ela sobe em mim, montando, fazendo movimentos pra frente e pra trás. Tava solta, enquanto me beijava e me agarrava pelas costas. Depois, desce, tira minha pica e começa a chupar ela toda, como uma desesperada. Só aguentei uns 2 minutos e gozei enormemente na boca dela, tão gostosa. E quando isso aconteceu, minha namorada, seca, me disse: "Foi só isso?!!!"

Eu, felizão, falei: "O que foi?" esquecendo que ela vinha como uma puta no cio. Na escuridão, vejo uma silhueta passando do lado da barraca. Falei: "E agora?" Ela sai correndo. Depois da minha grande façanha, subi minha calça e fiquei pensando um minuto, aí lembrei que talvez era o Pablo e saí atrás dela. No lugar onde a gente tava, tem um caminho de terra, por onde os carros passam, e do outro lado tem o lago, mas ao redor tem árvores e plantas, meio úmido. Eu segui minha mina na direção que imaginei que ela foi, e aí comecei a ouvir murmúrios. Então fiquei quieto, colado num tronco grosso, e vi de onde vinham as vozes. Caminhei um pouco até elas, com todo cuidado porque tinha folhas secas. Eu não conseguia enxergar direito porque tavam de costas pra mim, e eu tinha que dar a volta pra não ser visto, mas dava pra ouvir bem. Aí escutei minha mina reclamando: "O que você queria fazer agora há pouco?" E ouvi o Pablo responder: "Nada, a gente só tava brincando." Acho que ele falou isso porque não tava entendendo as intenções dela. "E por que você tá me espionando na barraca com meu namorado?" "Não tava espionando, só tava passando e ouvi suas reclamações." Eu precisava ver eles de frente, então me arrisquei, dando a volta no escuro. Era fácil não ser visto, mas pelo barulho das folhas, talvez sim. Aí eu vi: minha mina tinha encurralado o Pablo. O que o tesão não faz, pensei. Embora não entendesse bem as intenções dela, sei que perdi uma parte da conversa, mas ouvi o resto. Ela perguntou o que ele queria dizer com o que rolou no clube. "É que você sempre usava aquelas leggings e como rebolava... Eu sentia que você provocava todo mundo." "Mas é assim que eu ando, idiota", o Pablo respondeu de brincadeira. "Então me desculpa." Minha mina se afastou dele, como se estivesse pensando no que ele tinha dito. Mas quando ela tava saindo e virou as costas pra ele, o Pablo agarrou ela. da cintura e puxou ela pra perto, fazendo com que a bunda da minha namorada ficasse diretamente no pau dele. Aí o Pablo começou a falar: "Então você quer pau, mas se faz de difícil, né? Você é sempre uma putinha", enquanto esfregava o pau na bunda dela. Eu via a cara de prazer da Karla. Com a cueca do Pablo (era uma cueca esportiva, daquelas que usam pra correr) e a lycra da minha namorada, ela devia sentir tudo. "Desde que te vi, sempre achei que você era bem safada, e olha que não me enganei." Enquanto isso, minha namorada só se deixava apalpar e curtia como ele esfregava o pau todo nela. O Pablo pegou ela pelos peitos enquanto fazia um vai e vem, como se estivesse comendo ela, e aos poucos a Karla foi se ajeitando pra sentir mais, levantou a bunda e o Pablo, habilidoso, agarrou os peitos dela e começou a beijar o pescoço dela, dizendo: "Como eu amo essa sua bunda, vejo como todo mundo te olha, como desejam essa bunda perfeita que você tem." Minha namorada só gemia. De longe, ouviu-se um barulho, era o Andrés, e eles tiveram que parar. A atitude do Pablo me fazia acreditar que ele não sabia de nada do que tinha rolado entre minha namorada e o Andrés. Minha namorada e o Pablo se separaram. Eu tive que ir pra área das lojas, fiquei esperando. Em 3 minutos, minha namorada chegou dizendo que tinha ido ao banheiro. Os banhos ficam um pouco afastados de onde estávamos, porque são tipo na área da casa. É um sítio e tem uma área de construção. Tem banheiro pros empregados, que é o mais perto. Os caras chegaram umas horas depois, e eu não tinha estado lá. Ficamos abraçados, eu, sinceramente, não conseguia pensar em outra coisa além do que tinha visto e ouvido, e não sei como, mas não parava de ter ereções. Trouxeram comida, comemos, e ela me disse que ia deitar um pouco. Eu levei a comida pra ela, depois ela se levantou e começou o clima de beber álcool. Cerveja e tequila era o que tinha. A tequila estavam guardando pra um jogo. Ficaram sugerindo jogar verdade ou consequência, ou cartas com prendas, mas eu e o Victor falamos que tinha uns que... Quase não tava usando roupa, seria muito injusto. Aí a gente criou um desafio de verdade, mas nesse você tinha que falar uma verdade ou responder uma pergunta, e se não quisesse, tinha que cumprir um desafio. Se não quisesse fazer nenhum dos três, ia ter que tomar um shot de tequila. Então era mais democrático, porque você podia não revelar sua vida ou não cumprir os desafios estranhos, mas ia ter que ficar de porre (bêbado). A gente só garantiu que todo mundo tivesse comido bem pra ninguém ficar em desvantagem. A gente se sentou em círculo, tinha uma mesa onde a gente ia colocar as coisas, então ficamos ao redor da mesa e começamos. Combinamos de fazer no sentido horário. No seu turno, você podia desafiar alguém, perguntar pra alguém, ou aplicar o castigo do shot. As regras eram que você não podia dedicar algo pra todo mundo, não podia desafiar todo mundo ao mesmo tempo, tinha que ser por pessoa, e não podia envolver transar com alguém, ou seja, não podia desafiar alguém a fazer algo sexual. Quem tava de casal aceitou de boa, alguns dançaram, mesmo não sendo nada muito específico.

E começamos. Começamos com o José. No começo, os desafios eram bem bestas, mas conforme foram tomando uns shots, o clima foi esquentando e a situação ficou meio tensa. Acho que começou a subir mais do que o normal quando o Pablo me perguntou "quanto mede o seu pau?" ou shot. Entendi o ponto dele e preferi o shot. Verdade seja dita, o copo do shot não era tão pequeno. Depois, minha namorada desafiou o Pablo a pular na água, que já tava fria, mas o Pablo não hesitou e foi. Quando chegou a vez do Pablo, ele desafiou minha namorada pra fazer a mesma coisa. O curioso é que nele dava pra ver o pau marcando por baixo da cueca, e na minha namorada dava pra ver os peitos marcando, e a lycra já marcava o que tinha que marcar, molhada ou não. Depois de vários shots, eu comecei a me sentir mais à vontade e com tesão. Num ato suicida, desafiei minha namorada a dançar com a Karina. Eu pensei que ela ia tomar o shot ou escolher a verdade... perguntou, mas não. E começaram a dançar, e não foi só por um tempinho, colocaram uma música inteira. Minha namorada se soltou como eu nunca tinha visto, queria se sentir desejada por todo mundo ali. Embora eu tenha começado a desconfiar que a Karina gostava da minha mina, elas dançaram gostoso pra caralho. Acabou que tanto o Andrés quanto o Pablo estavam com umas barracas armadas nos boxers, e minha namorada percebeu. Eu notei que ela percebeu, e a Karina ficava me olhando estranho, como se estivesse me decifrando.

Depois vi o Carlos cochichando algo no ouvido do Victor, e quando chegou a vez do Victor, ele disse: "Desafio a Karla a dançar para o Carlos". Teve gente que reclamou que isso já era contra as regras, porque era algo sexual, mas usaram a desculpa de que eu tinha pedido pra minha namorada dançar pra Karina, então ela não podia negar. E mandaram ver uma música, escolheram uma bem agitada. Entre as bebidas e tudo, minha namorada começou meio distante, rebolando a bunda um pouco longe. Mas conforme o ritmo da música foi subindo, ela foi se aproximando, até que terminou rebolando em cima do Carlos. Carlos tava extasiado. Eu percebi minha namorada bem excitada, e a pica do Carlos já tava dura. A maioria de nós já tava meio alterada, eu vi o Carlos agarrar a bunda dela, levantar um pouco e esfregar nela. A música acabou e ficou por isso, mas notei que minha namorada começou a olhar pro Carlos de outro jeito. Eu tava morrendo de vontade de bater uma punheta.

Depois a Paola desafiou minha namorada a dançar pra mim. Ela dançou e sentiu o quanto eu tava duro. A gente se beijou, agarrei a bunda dela, saboreei ela toda. E ao mesmo tempo foi um erro, porque tava deixando ela mais e mais excitada. Quando chegou a vez da Karina, ela me perguntou se eu tinha alguma fantasia que minha namorada não soubesse. Eu disse que não. Ela falou pra eu não mentir, e eu repeti que não tinha fantasia nenhuma. Ninguém acreditou, então tive que tomar o shot.

Depois de alguns desafios bestas, a vez da Karina veio de novo, e ela desafiou minha namorada a dançar por 15 minutos pro Pablo. Já que eu tinha quebrado essa regra, a gente tinha que aceitar. Foram os 15 minutos mais longos e excitantes. Minha namorada dançou pra ele, se esfregou, montou nele, cavalgou. Dava pra sentir — eu via na cara da minha namorada como ela sentia a pica do Pablo, bem dura, e as expressões dela mudavam. Ela fazia caretas de tesão, mordeu os lábios, e como os dois estavam molhados, tenho certeza de que se ninguém tivesse ali, eles teriam ido transar, e transar gostoso. Dava pra sentir a tensão. E depois teve outros desafios e perguntas triviais. Quando chegou a vez da Karina de novo, ela desafiou minha namorada a dançar pro Andrés agora. E minha namorada começou a dançar pro Andrés. Notei que a Karina olhava pra mim, mas me encarava de um jeito penetrante, como se me analisasse. Eu não conseguia evitar a excitação. Sim, além disso, eu tava com o pau duro, me sentia todo rosado pelas eleições que tinha tido e pelo boquete da minha namorada, mas continuava durasso. A dança com o Andrés foi mais intensa que com o Pablo. Eles já se queriam, e naquela dança parecia que estavam transando. Lembro que o Fabián ficou atrás de mim e tocou meu ombro enquanto eu via aquilo. E numa dessas, minha namorada virou pra me olhar enquanto mexia a bunda de um lado pro outro, sentando na pica do Andrés. O jogo acabou porque o Juan começou a vomitar e tava muito mal. A namorada dele levou ele pra loja dele, e a gente ficou lá conversando. Eu já tava bêbado, mas não tanto — me sentia só animado. O que eu sentia mesmo era muito tesão. Umas meia hora depois, a Karina sugeriu a gente dançar um pouco pra baixar e queimar o álcool. A gente começou a dançar, mas eu notava que o Pablo procurava minha namorada, e o Andrés também. Mas quando o Andrés se aproximava da minha namorada, o Pablo não fazia nada, só se afastava. Eu tentava fic de boa, mas também percebia como ela queria ir, sei lá, como se deixassem rolar. Depois de dançar um tempo, o Andrés foi dormir. Já era. Ele aguentou, disse que já estava muito tonto e que o helicóptero tava batendo, quando tudo começa a rodar. Depois que ele foi embora, minha mina e eu ficamos dançando um pouco. Quando paramos, esse Pablo chegou perto de mim e falou: "Ei, posso dançar com a Karla?" Eu senti um nervoso da porra e senti o pau subir na hora, do nada. Falei: "Tá bom, mas brincando", e completei: "Mas você é baixinho, hein?" Minha mina, em tom de reclamação, disse: "Ele é maior que você." Senti o sangue gelar e começar a circular ao contrário.

Eles começaram a dançar, e depois de umas duas músicas, mudaram o estilo musical, começaram a tocar reggaeton. Minha mina e o Pablo dançaram como se não houvesse mais ninguém ali. Eu tava sentado, olhando, queria entrar na loja, não tava pensando direito por causa da cerveja que já tinha tomado. O Carlos sentou do meu lado e perguntou: "Ei, deixa eu dançar com ela também?" Falei: "Pode sim, sem problema." Umas cinco minutos depois, o Carlos chegou perto do Pablo e disse: "Beleza, agora é minha vez." Minha mina olhou meio estranha, mas logo foram dançar. Conforme as músicas passavam, ela ficava mais solta, cada vez mais.

Karina chegou perto do Pablo, falou algo no ouvido dele, e eles começaram a dançar. Eu via eles rindo e cochichando, e de vez em quando olhavam pra mim. Me senti estranho e muito excitado. Eu tinha ido pra melhorar meu relacionamento, mas não desse jeito. Umas vinte minutos depois, porque tomei umas cervejinhas, vejo a Karina e o Pablo chegarem com o Carlos e formarem uma bolinha dançando. Eu tava quase fechando os olhos, quase dormindo, quando vejo eles começarem: "Eh, eh, eh, eh, eh, eh, eh." Abro os olhos e vejo que os três tão apalpando a Karla.

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